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Devolução dentro do prazo e equipamento sem condições
No dia 6/10 realizei uma compra online de um smartphone Honor Magic 6 lite e recebi o equipamento no dia 8/10/2026. Fiquei logo surpreendida, pois a caixa tinha autocolantes que pareciam já ter sido abertos. Ao abrir a embalagem, reparei que o telemóvel não tinha qualquer película protetora e estava completamente descarregado. Coloquei o dispositivo a carregar e, de imediato, reparei que não surgia o ecrã inicial de formatação, mas sim um fundo que indicava que o utilizador não tinha autorização para fazer alterações. No dia 10/10, desloquei-me ao El Corte Inglés para pedir a devolução, já que estava dentro dos 14 dias previstos no Decreto-Lei 24/2014. Fui informada de que não aceitavam a devolução porque a caixa estava aberta, mesmo tendo mostrado o equipamento e a caixa aos funcionários da loja. Disseram-me que iria receber um email a pedir fotografias, o que, para mim, não fez sentido, visto que estive na loja e o equipamento foi verificado presencialmente. Para além disso, perdi cerca de 2 horas entre vários pisos à procura de uma solução. Sinto que a legislação que protege os consumidores nas compras à distância não está a ser respeitada. São 14 dias para devolver o produto, sem necessidade de justificação. Existe algum procedimento diferente no El Corte Inglés? Foi-me enviado um telemóvel já usado e, em apenas dois dias, responsabilizam o comprador pela caixa estar aberta e pelo equipamento não estar em condições? Considero esta situação incompreensível.
Falsa entrega
No dia 10/10/2026 Recebi uma notificação desta transportadora Ecoscooting como se minha encomenda foi entregue só que não foi, passei. Todo o dia em casa esperando e nada. Não ligaram, não tocaram o interfone, não fizeram nada porém no site diz que foi entregue. Isso é um absurdo essa falsa entrega. Preciso de resposta e até agora não tenho.
IKEA A VERDDAE
A IKEA NUNCA VAI ADMITIR .A administração da IKEA Portugal permite e contribui para a manutenção de um ambiente de trabalho autoritário, marcado por abusos de poder, intimidação, assédio moral, discriminação, favoritismo e falta de transparência. Em vez de proteger os colaboradores e garantir o cumprimento dos valores da empresa, a administração permite que determinadas chefias atuem através de ameaças, pressões psicológicas e comportamentos agressivos, criando um clima de medo e insegurança. Os managers, chefes de secção e team leaders CUSTOMER RELATION,LOGISTICA beneficiam de proteção e favorecimento, enquanto muitos colaboradores são prejudicados, silenciados ou tratados de forma desigual. As promoções e as oportunidades de crescimento são influenciadas por amizades, relações familiares e pessoais, criando conflitos de interesses e impedindo decisões imparciais. Na IKEA, o mérito e a competência deixam de ser os únicos critérios de progressão, dando lugar a relações pessoais que favorecem determinados grupos e perpetuam as injustiças. Os responsáveis de Pessoas e Cultura e as direções permitem que estas situações continuem, ignorando queixas, protegendo determinadas chefias e não tomando medidas eficazes perante os problemas denunciados. São também levantadas graves preocupações relativamente à utilização de informações sobre os colaboradores, à vigilância e à partilha de dados para intimidar trabalhadores, prejudicar a sua imagem e procurar responsabilizá-los pelos problemas existentes. Neste contexto, são mencionados Cláudio Valente e Paulo Carpinteiro, bem como responsáveis pela segurança, cuja atuação deve ser devidamente esclarecida. Na loja de Alfragide, os problemas estendem-se às áreas de IKEA Food, restaurante, caixas, Relação com o Cliente, logística e vendas. Ivo, responsável de IKEA Food, e Sérgio, responsável do restaurante, são apontados em denúncias de assédio, maus-tratos e racismo. Helena, delegada sindical, é criticada pela alegada falta de defesa dos colaboradores. José Martins e Joana Amorim são mencionados relativamente a problemas de liderança na área de vendas, enquanto João Ventura, Business Manager, é alvo de alegações de assédio a colaboradoras e de comportamentos agressivos e autoritários. São ainda referidos Carla Pires, Miguel Andrade, Bruno Dias e Narciso, entre outros, relativamente a condutas consideradas preocupantes. Lélia, responsável de Pessoas e Cultura, Bárbara Graf, diretora, e Elsa, do S.O., são mencionadas no contexto das denúncias relacionadas com o tratamento de situações que terão prejudicado colaboradores, incluindo os casos de Maria Tavares e Inès, em Alfragide. Segundo o relato, Maria Tavares foi submetida a pressão psicológica para aceitar uma mudança para uma categoria profissional inferior, tendo também sido prejudicada na sua imagem, sem que os responsáveis apontados tenham sido devidamente responsabilizados. A administração e as direções permitem ainda a existência de conflitos de interesses em diferentes departamentos, onde familiares, casais, amigos e pessoas com relações pessoais trabalham na mesma loja e podem influenciar decisões profissionais. Nas caixas, na Relação com o Cliente, na logística e nas vendas, são denunciadas promoções pouco transparentes, tratamento preferencial, falta de profissionalismo e obstáculos à mobilidade interna dos colaboradores. As chefias que deveriam dar o exemplo são acusadas de não separar as relações pessoais das responsabilidades profissionais, enquanto os trabalhadores que não pertencem aos grupos favorecidos enfrentam desigualdade de tratamento e falta de oportunidades. A situação não se limita a Alfragide, abrangendo também as lojas de Loures e Matosinhos, onde, segundo as denúncias, os problemas foram comunicados sem que tenham sido implementadas soluções eficazes. A administração permite que estas situações se prolonguem ao não garantir investigações independentes, transparência nas decisões e proteção efetiva dos trabalhadores. Em vez de resolver os problemas e responsabilizar quem comete abusos, a empresa é acusada de desvalorizar as queixas, proteger determinadas chefias e criar uma imagem negativa dos colaboradores que denunciam irregularidades. A atuação dos sindicatos também levanta preocupações, devido às dificuldades relatadas na divulgação de informação e no apoio aos trabalhadores dentro das lojas. Este ambiente contribui para o desgaste físico e psicológico dos colaboradores, o absentismo, a elevada rotatividade, as saídas de trabalhadores e o descontentamento generalizado. Jesper Brodin, enquanto líder do Grupo Ingka no período a que se referem estas críticas, é responsabilizado pelo denunciante por não ter promovido uma resposta considerada adequada aos problemas relatados. Existe agora a esperança de que Juvencio Maeztu assuma uma posição firme, investigue estas situações e promova mudanças reais na IKEA Portugal. A administração não pode continuar a permitir que os valores da empresa sejam utilizados apenas como imagem pública, enquanto os trabalhadores denunciam assédio, discriminação, favoritismo e abusos de poder. É necessário acabar com a proteção de chefias, investigar todas as denúncias com imparcialidade, responsabilizar os envolvidos quando os factos forem comprovados e garantir que nenhum colaborador seja intimidado ou prejudicado por falar. A IKEA deve assegurar igualdade de oportunidades, transparência nas promoções, respeito pela privacidade e proteção contra qualquer forma de retaliação. Nenhuma chefia deve estar acima das regras, nenhuma denúncia grave deve ser ignorada e nenhum trabalhador deve ter medo de exercer os seus direitos. A administração tem a responsabilidade de agir, corrigir estas práticas e garantir que a IKEA Portugal seja verdadeiramente um local de trabalho digno, justo e seguro para todos os colaboradores, e não apenas para os grupos que beneficiam de proteção e influência interna
Encomenda Não recebida- por 3 vezes!
No passado dia 14/9 efetuei uma compra na loja Ikeia online e agendei de imediato a sua entrega via transportadora ( Pantoja) para dia 18/9- entre as 14 e 18h. Não entregaram, e pelas 18h22 recebi um SMS a informar que devido a um "imprevisto" não tinha sido possível efetuar a entrega, para aguardar contacto para reagendamento. 6 dias depois, a 24/9 recebo uma mensagem da Ikeia a informar que "por questões logísticas" a encomenda tinha sido reagendada para dia 1/10, 14h-18h. Voltei a aguardar a tarde toda em casa à espera da mesma e voltaram a falhar a entrega, desta vez sem qualquer aviso prévio ou posterior! No dia seguinte contactei a Ikeia por telefone, e após quase 30 minutos à espera de ser atendida lá me explicaram que teria havido um "acidente" com a carrinha da entrega.... reagendamos para dia 9/10 das 18-22h e voltei a ter de reorganizar a minha vida pessoal e profissional para poder estar disponível, em casa, nesse horário. Voltaram a não entregar a encomenda, nem enviaram qualquer SMS /mail a justificar ou lamentar.... O contacto com a transportadora não é disponibilizado e o contacto telefónico único para a Ikeia é desesperante porque é sempre demorado. Não há outra forma de falar com alguém , só com a IA, que nos informa o que já sabemos- a entrega não foi efetuada.....Neste momento estou há mais de 20 minutos à espera para falar com um assistente por telefone..... Inaceitável, o que se passou! 3 entregas falhadas, com prejuizo pessoal e profissional por muitas horas em casa à espera. Uma vergonha este tipo de serviço de baixa qualidade e que eu não esperava da Marca IKEIA.
RECUSA DE RESOLUÇÃO, GARANTIA
No dia (10/08/2026) adquiri na Worten um iRobot Roomba 506, no valor de 399,99 €, mediante pagamento em 10 prestações sem juros, e um seguro de 3 anos por 59,99 €. Desde a primeira utilização surgiram problemas. Durante a primeira aspiração, após mapear a casa, o robot regressou à base, onde permaneceu cerca de 8 horas sem voltar a funcionar. Desde então, através da aplicação, não iniciava as rotinas, apresentava a indicação de que “precisava de ajuda” e, apesar de indicar estar pronto para limpar, permanecia na base. Efetuei várias tentativas de resolução, sem sucesso. No dia 21/08/2026 (11 dias após a compra), dirigi-me á Worten Resolve onde entreguei o equipamento para acionamento da garantia e respetiva análise técnica. Cerca de duas semanas depois, fui confrontada com um diagnóstico contraditório: no registo eletrónico constava que o aparelho apresentava uma avaria e teria sido reparado, enquanto que no o relatório da marca indicava que não apresentava qualquer avaria. Se o equipamento foi efetivamente considerado avariado e sujeito a uma intervenção técnica, é necessário esclarecer qual foi a avaria, que intervenção foi realizada e qual o fundamento técnico para considerar posteriormente que o equipamento não apresentava qualquer problema. Por outro lado, se a posição da marca é de que o equipamento nunca apresentou qualquer avaria, então como é que um equipamento novo, desde a primeira utilização, deixa de iniciar rotinas, permanece na base e apresenta repetidamente erros na aplicação? A falta de conformidade foi comunicada dentro dos primeiros 30 dias previstos no DL 84/2021. Acresce também que foi feita uma reclamação no livro de reclamações da loja e mesmo assim a Worten, continua a recusar-se a efectuar a troca/devolução do equipamento com base no relatório da marca. Além disso, solicitei aconselhamento aos colaboradores antes da compra e este foi o aparelho recomendado. Posteriormente, técnicos da própria Worten informaram-me de que tinham conhecimento da situação de falência da marca, encerramento de fábricas e diminuição da qualidade dos produtos. Considero grave que tal informação não tenha sido transmitida no momento da venda, transmite uma imagem de que o aconselhamento prestado ao consumidor é orientado exclusivamente para a concretização de venda e escoamento dos produtos ignorando completamente a qualidade e a satisfação do consumidor. Considero inadmissível que um equipamento deste valor apresente problemas desde a primeira utilização e que o consumidor tenha de lidar com diagnósticos contraditórios e uma assistência que não esclarece objetivamente a origem do problema. Solicito, assim, a resolução da situação nos termos legalmente aplicáveis.
Encomenda com defeito
Exmos. Senhores, Em 29-08-2026 comprei-vos, através da vossa loja rádio popular de Alverca uma máquina de roupa por 369,99€. A referência da encomenda é FS3140A/151159. A máquina apresentou problemas desde a sua utilização, nomeadamente fuga de água e vibração anormal durante a centrifugação. Estes problemas foram comunicados à Rádio Popular dentro dos primeiros 30 dias após a entrega, tendo inclusivamente enviado vídeos que demonstram a anomalia. Na sequência da reclamação, foi realizada uma visita técnica no dia 1 de outubro demorou a visita porque os técnicos estavam de férias foi a resposta da linha de apoio nos deu. O próprio técnico registou na respetiva folha a existência de fuga de água, e me pediu para assinar e tirar a foto do documento. Não obstante, fui posteriormente informada pela loja de que o técnico teria indicado que eu não permiti a verificação da avaria. Esclareço que esta afirmação não corresponde à minha posição: disponibilizei a máquina para avaliação e o técnico esteve no local, tendo registado uma das anomalias apresentadas e disse me para tirar a foto do relatório. Contudo, e dentro do prazo legal para o efeito, cancelei a encomenda, como é meu direito. Recebi, entretanto, a vossa comunicação de que me negavam o exercício deste meu direito, e transmitiam que não me devolveriam o valor que paguei e a substituição não podem fazê-lo porque a ordem do técnico nao permite fazê-lo, mas mesmo assim vai tentar ver o que pode fazer , ando nisto já mais de um mês não há solução por essa situação estou tão cansada e mal tratada que quero a devolução do meu valor para poder ir a outra loja resolver o meu problema e poder lavar roupa . Não aceito esta posição de modo algum, e exijo a restituição imediata do preço que paguei, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Comprei uma tv e a mesma veio com ecrã partido
Comprei uma tv a mesma veio com ecrã partido, entrei em contacto com a empresa , disseram me que não poderiam ativar à garantia por que provavelmente a culpa seria minha ( não com essas palavras mais o mesmo deu a entender ) simplesmente chegou me a tv tudo intacto, ao abrir a embalagem e ligar a tv tive a surpresa que a mesma tem o ecrã partido, não é algo que se nota , só quando foi ligada a energia
Publicidade Enganosa
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente à atuação da Worten, em particular da loja Worten Fórum Montijo, devido à recusa reiterada de aplicação da Política de Preço Mínimo Garantido (PMPG), apesar das várias tentativas de resolução da situação e da reclamação já apresentada no Livro de Reclamações. No dia 20 de agosto de 2026, adquiri um smartphone Samsung Galaxy Fold8 na Worten Fórum Montijo, pelo valor de 2.069,00 €. Apenas três dias depois, a 23 de agosto de 2026, o mesmo equipamento encontrava-se à venda na mesma loja por um preço inferior. A fatura dessa segunda compra apresenta o valor de 1.959,00 € para o equipamento, o que representa uma diferença de 110,00 € relativamente ao preço que paguei inicialmente. Perante esta diferença de preço, solicitei a aplicação da Política de Preço Mínimo Garantido, com o objetivo de obter o acompanhamento de preço e o correspondente benefício de 100,00 € que me tinha sido indicado como devido. Contudo, o meu pedido foi recusado em duas ocasiões, tendo sido apresentadas justificações diferentes: inicialmente, foi-me indicado que o preço inferior correspondia a uma campanha; posteriormente, foi alegado que existia um erro no valor faturado. Em nenhuma destas situações me foi apresentada uma explicação suficientemente clara e fundamentada que permitisse compreender a recusa, nem me foi demonstrada a existência de uma condição concreta da política que excluísse o meu caso. Considero particularmente preocupante que sejam apresentadas justificações distintas para a recusa de um pedido relativo ao mesmo artigo, vendido pela própria Worten e na mesma loja, num intervalo de apenas três dias. Já formalizei uma reclamação no Livro de Reclamações, mas, apesar das minhas tentativas de resolução, a Worten continua sem dar uma resposta satisfatória ou disponibilizar o acompanhamento de preço solicitado. Assim, solicito à DECO que analise esta situação e me preste apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente: Na avaliação da aplicação das condições da Política de Preço Mínimo Garantido ao meu caso; Na obtenção de uma justificação formal, clara e devidamente fundamentada para a recusa apresentada pela Worten; Na resolução da situação através da atribuição do benefício de acompanhamento de preço de 100,00 € que solicitei; No esclarecimento sobre a eventual existência de práticas comerciais suscetíveis de induzir os consumidores em erro, caso se conclua que a informação prestada ou a aplicação da política não foi adequada. Anexo as faturas comprovativas das compras efetuadas, bem como a documentação relativa à reclamação já apresentada, para apreciação da situação. Agradeço a vossa intervenção e aguardo uma resposta que permita resolver esta situação de forma justa e transparente. Com os melhores cumprimentos.
Reembolso Urgente de Encomendas Extraviadas (Confirmado pelos CTT Express)
Exma. Equipa de Apoio ao Cliente da SHEIN, Venho por este meio solicitar o reembolso integral das minhas compras efetuadas no dia 12 de setembro, sob o número de encomenda USO1ST13M0000001AWR. A compra foi dividida em dois pacotes pela vossa plataforma, tendo sido gerados dois códigos de rastreio diferentes: Pacote 1: Código de envio 0082900082909757934647, indicado como entregue em 18 de setembro. Pacote 2: Código de envio 0082900082909757924036, indicado como entregue em 19 de setembro. Contrariamente ao que consta no sistema de rastreio automático, nenhum dos pacotes foi entregue na minha morada e não assinei qualquer comprovativo de receção. Perante a não receção dos bens, contactei imediatamente a transportadora responsável pela distribuição em Portugal, os CTT Express. Após averiguação interna, a transportadora admitiu oficialmente por escrito (via e-mail) que ambas as encomendas foram extraviadas pelos seus serviços, confirmando que as mesmas nunca chegaram ao destino final. Desde então, encetei múltiplos contactos com o vosso suporte técnico no sentido de ver a situação resolvida através do reenvio dos artigos ou do respetivo reembolso. No dia 2 de outubro, procedi ao envio do comprovativo formal de extravio emitido pelos CTT Express através do vosso canal de suporte. Inexplicavelmente, e numa total violação dos direitos do consumidor, a SHEIN negou formalmente o meu pedido de reembolso no dia 5 de outubro. Esta decisão baseia-se unicamente num estado de "Entregue" automático no vosso sistema, ignorando de forma negligente a declaração oficial da vossa própria transportadora submetida no dia 2 de outubro. Anexo a esta reclamação a prova oficial em PDF emitida pelos CTT Express, onde a empresa assume a responsabilidade pela perda total dos artigos. Dado que o erro é inteiramente da transportadora contratada pela SHEIN e possuo a prova irrefutável do extravio, exijo a devolução imediata do valor total pago. Fico a aguardar a confirmação do reembolso. Atenciosamente, Marta Raquel Teixeira Leal
Pedido de esclarecimento – desaparecimento de saldo Auchan
Exmos. Senhores, No dia 24/09/2026, efectuei uma compra online na Auchan no valor total de 1.498,65€. No resumo da encomenda, apresentado pela própria Auchan, estava claramente indicado que, com esta compra, iria receber: • 224,80€ de Saldo Auchan • 1.498 pontos Clube Auchan Estes valores chegaram a aparecer na minha conta/plataforma, mas depois desapareceram, tanto o saldo como os pontos. Quero frisar que não é uma questão de expectativa ou de informação verbal. Tenho o comprovativo da encomenda onde é referida, de forma expressa, a atribuição dos 224,80€ de Saldo Auchan e dos 1.498 pontos. Nesse mesmo comprovativo está ainda explicado que o saldo e os pontos acumulados numa encomenda online seriam definitivamente apurados após faturação e ficariam disponíveis até 96 horas na conta de cliente. Já contactei a Auchan por email a pedir esclarecimentos e a regularização do caso, mas, depois de quase uma semana, não obtive qualquer resposta nem reposição dos valores em falta. Acho inadmissível que uma vantagem expressamente atribuída no momento da compra seja depois retirada sem qualquer explicação ou comunicação. Na sequência da reclamação apresentada, fui entretanto contactado telefonicamente por uma representante da Auchan, que me informou de que os benefícios em causa correspondiam a uma campanha promocional que já teria terminado, motivo pelo qual, segundo a mesma, nada poderia fazer para resolver a situação. Esta justificação não responde, contudo, à questão central da minha reclamação. No momento em que efetuei a compra, em 24/09/2026, no valor de 1.498,65€, a própria plataforma da Auchan apresentava expressamente a atribuição de 224,80€ de Saldo Auchan e de 1.498 pontos Clube Auchan. Mais importante ainda, nunca cheguei a usufruir efetivamente do saldo anunciado, uma vez que este não ficou disponível para utilização na minha conta, apesar de os benefícios terem sido apresentados no resumo da encomenda e de terem chegado a aparecer na plataforma. O facto de a campanha ter terminado posteriormente não constitui, por si só, uma explicação para a não disponibilização dos benefícios associados a uma compra já realizada, nem justifica a ausência de uma solução para o problema reportado. A minha reclamação diz respeito precisamente ao cumprimento das condições e vantagens apresentadas pela Auchan no momento da aquisição. Durante o referido contacto telefónico, manifestei a minha indignação perante esta situação, considerando que a apresentação de benefícios promocionais que depois não são efetivamente disponibilizados ao cliente constitui uma prática extremamente grave, suscetível de induzir o consumidor em erro. Lamento ainda a postura adotada pela representante da Auchan, que se revelou, na minha perspetiva, bastante pouco profissional e mal-educada, limitando-se a afirmar que nada poderia fazer, sem apresentar uma explicação concreta, uma solução alternativa ou qualquer indicação sobre os procedimentos a seguir. Considero inaceitável que um cliente que realizou uma compra de valor significativo, confiando na informação expressamente apresentada pela própria empresa, fique sem os benefícios anunciados e, ao procurar esclarecimentos, receba uma resposta que não resolve a questão e uma atitude que considero desrespeitosa. Assim, reitero o meu pedido de atribuição dos 224,80€ de Saldo Auchan e dos 1.498 pontos Clube Auchan, bem como de uma explicação formal e fundamentada para a não disponibilização destes benefícios. Solicito igualmente que a Auchan esclareça se o contacto telefónico efetuado corresponde à posição oficial da empresa e que a presente reclamação seja analisada por um responsável com competência para encontrar uma solução efetiva. Não considero aceitável que a referência ao fim de uma campanha seja utilizada para encerrar o assunto sem esclarecer por que razão os benefícios expressamente anunciados aquando da compra não foram disponibilizados para utilização. Cumprimentos. Rúben Villas
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