Reclamações públicas

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T. M.
16/09/2026

Encomenda não recebida

Caros, A única mensagem que recebi da empresa foi após o pagamento e confirmação da encomenda. Após isso, nenhum retorno a mensagem, nenhuma informação sobre a encomenda e nenhuma previsão de entrega. Fiz uma encomenda grande e gostaria de receber ela ou o dinheiro de volta.

Em curso

Recusa de garantia – corrosão nas portas de frigorífico Bosch KGN36NWE

Adquiri na Auchan um frigorífico BOSCH KGN36NWE, em 29/07/2025. O aparelho apresenta atualmente corrosão/ferrugem extensa nos cantos inferiores direitos de ambas as portas, particularmente acentuada na porta inferior, acompanhada de levantamento e deterioração do revestimento branco. Não houve qualquer pancada, risco, utilização de produtos inadequados ou intervenção que tenha provocado este dano. Contactei a Auchan para acionar a garantia. Foi realizada uma visita técnica no dia 08/09/2026, durante a qual o técnico levantou a hipótese de a corrosão ter sido causada pela utilização de uma esfregona na limpeza da cozinha. Não considero esta explicação plausível, uma vez que a corrosão ocorre de forma semelhante e precisamente na mesma zona das duas portas, incluindo a porta superior. Não é claro de que forma a utilização normal de uma esfregona na limpeza do pavimento poderia provocar este padrão de corrosão na porta superior. Após a reclamação, a Auchan informou-me de que a garantia não cobre ferrugem. Considero que a simples existência de ferrugem não pode, por si só, determinar a exclusão da garantia, sendo necessário apurar a causa da corrosão e se esta resulta de utilização inadequada ou de uma eventual falta de conformidade do aparelho. As fotografias que anexo mostram o levantamento e deterioração do revestimento, com corrosão do metal subjacente, e não apenas uma pequena mancha superficial. Assim, solicito a intervenção da DECO na análise deste caso e no apoio à resolução do conflito com a Auchan. Pretendo que seja assegurada a reposição da conformidade do aparelho, designadamente através da substituição das portas afetadas, sem custos para mim, caso se confirme que a corrosão não resulta de utilização inadequada. Caso a Auchan mantenha a recusa da garantia por alegada utilização inadequada, solicito que seja apresentada uma fundamentação técnica concreta, indicando os elementos que permitem concluir que a corrosão foi efetivamente causada pelo consumidor. Anexo as fotografias das zonas afetadas

Em curso
S. F.
16/09/2026

Condicionamento do acesso às máquinas SDR (Volta) nos parques mercadona

Assunto: Condicionamento do acesso às máquinas do Sistema de Depósito e Reembolso (Volta) nos parques de estacionamento Mercadona -Canidelo Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente às condições de acesso às máquinas de recolha de embalagens integradas no Sistema de Depósito e Reembolso (SDR – Volta) existentes em estabelecimentos Mercadona-Canidelo. Recentemente, o parque de estacionamento do estabelecimento Mercadona onde utilizo as máquinas Volta passou a funcionar com cancelas e controlo de acesso/saída. Esta alteração criou uma situação que considero incompatível com o espírito e os objetivos do Sistema de Depósito e Reembolso. Um cidadão que se desloque ao estabelecimento exclusivamente para devolver embalagens abrangidas pelo SDR entra no parque para aceder às máquinas Volta, mas, se não realizar uma compra no Mercadona, não beneficia da validação do estacionamento. Assim, para conseguir sair do parque, fica perante duas alternativas: realizar uma compra que não pretendia fazer ou pagar o estacionamento pelo tempo necessário para proceder à devolução das embalagens. Esta situação parece-me particularmente problemática porque as máquinas Volta não constituem um serviço privado destinado exclusivamente aos clientes que efetuem compras naquele supermercado. Fazem parte de um sistema nacional de depósito e reembolso cuja finalidade é permitir aos consumidores devolver as embalagens abrangidas e recuperar o valor do depósito anteriormente pago. Consequentemente, não considero razoável que o exercício desse direito fique, na prática, sujeito à realização de uma compra adicional no estabelecimento ou ao pagamento de uma quantia para estacionar. A situação é ainda mais relevante atendendo ao modo como a rede de recolha está implementada: as máquinas de devolução encontram-se predominantemente associadas aos estabelecimentos comerciais e, muitas vezes, localizadas no interior ou na área dos respetivos parques de estacionamento. O consumidor necessita, portanto, de conseguir aceder efetivamente a esses equipamentos, independentemente de pretender ou não efetuar compras nesse estabelecimento. Não contesto o direito do Mercadona de estabelecer regras de utilização ou de cobrança pelo seu parque de estacionamento. O que contesto é que essas regras sejam aplicadas de uma forma que torne oneroso o acesso a um equipamento do SDR por parte de quem apenas pretende devolver embalagens. A solução parece, aliás, extremamente simples: deverá ser disponibilizada a validação gratuita do estacionamento às pessoas que utilizem as máquinas Volta, mesmo quando não efetuem qualquer compra no Mercadona, eventualmente através do comprovativo emitido pela própria máquina de devolução ou de outro mecanismo de validação. Não considero aceitável que um consumidor que já pagou o depósito associado às embalagens tenha posteriormente de suportar um custo adicional para conseguir aceder ao equipamento destinado precisamente a permitir a sua devolução e o respetivo reembolso. Esta situação pode ainda funcionar como um desincentivo à devolução das embalagens, contrariando diretamente os objetivos ambientais, de circularidade e de aumento das taxas de recolha que justificam a implementação do SDR. Assim, solicito: 1. Ao Mercadona, que reveja esta prática e implemente um mecanismo que permita validar gratuitamente o estacionamento de qualquer utilizador das máquinas Volta, independentemente da realização de compras; 2. À entidade gestora/responsável pelo Sistema de Depósito e Reembolso – Volta, que esclareça se considera admissível que o acesso a um ponto de recolha do SDR fique sujeito, direta ou indiretamente, ao pagamento de estacionamento ou à realização de uma compra; 3. À DECO e às entidades competentes em matéria de defesa do consumidor, que analisem se esta prática respeita os direitos dos consumidores e as regras aplicáveis ao funcionamento e acessibilidade da rede de recolha do SDR; 4. Que seja esclarecido quais são os requisitos de acessibilidade efetiva aos pontos de recolha que os estabelecimentos aderentes ao SDR têm de assegurar, designadamente quando os equipamentos estão instalados em parques de estacionamento privados sujeitos a pagamento. Considero fundamental que esta questão seja esclarecida também para o futuro. O sucesso do Sistema de Depósito e Reembolso depende de uma rede de recolha verdadeiramente acessível à população. Devolver uma embalagem não pode implicar ser obrigado a comprar alguma coisa no supermercado onde está instalada a máquina nem pagar para conseguir aceder à máquina e sair do local. No mínimo, quem comprovar a utilização da máquina Volta deverá beneficiar da validação do estacionamento pelo período necessário à devolução das embalagens, independentemente de qualquer compra. Agradeço resposta por escrito e informação sobre as medidas que serão adotadas relativamente a esta situação. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
H. P.
16/09/2026

ENCOMENDA NÃO ENTREGUE

No dia 28/07/2026 efetuei uma encomenda na Foot Locker, no valor de 119,99€, com entrega padrão prevista entre 3 e 5 dias úteis. A entrega estava inicialmente prevista para 31/07/2026, mas a transportadora registou a ocorrência “FALTA DE TEMPO”, sem qualquer tentativa de entrega. Apesar disso, a encomenda prosseguiu e acabou por ser dada como entregue em 04/08/2026. O problema é que nunca recebi a encomenda, nem autorizei qualquer pessoa a recebê-la em meu nome. O comprovativo de entrega apresentado pela transportadora identifica Eunice Sousa como pessoa associada à receção. Não conheço esta pessoa, não é familiar, vizinha, colega ou pessoa autorizada por mim a receber a encomenda. Assim, a indicação de que a encomenda foi entregue na morada correta não comprova que tenha sido efetivamente recebida por mim ou por alguém autorizado. Desde o primeiro momento colaborei com a Foot Locker e forneci todos os elementos solicitados. Preenchi e corrigi várias vezes a declaração de não receção, seguindo as instruções da empresa, numa tentativa de esclarecer a situação. Mesmo após toda esta colaboração, a Foot Locker recusou o reembolso, limitando-se a considerar suficiente a existência de um comprovativo assinado por uma terceira pessoa. Acresce que, após esta decisão e depois de eu ter voltado a contactar a empresa para contestar a recusa e solicitar uma solução, a Foot Locker deixou de me responder. Considero esta ausência de resposta grave, sobretudo porque continuo sem o produto e sem os 119,99€, apesar de já ter fornecido a documentação necessária. Não considero aceitável que uma empresa simplesmente encerre o assunto sem esclarecer quem recebeu a encomenda e sem apresentar prova de que essa pessoa estava autorizada. Solicito a intervenção das entidades competentes para apurar o sucedido, verificar a validade da prova de entrega e exigir uma resposta efetiva da Foot Locker. Reitero o pedido de reembolso integral dos 119,99€, uma vez que não recebi os bens adquiridos.

Em curso
M. C.
16/09/2026

Péssimo serviço de troca,encomendas danificadas, informações contraditórias

Venho tornar pública a minha experiência com a Maisons du Monde, porque considero que a forma como esta encomenda tem sido gerida é inadmissível e porque não quero que outros consumidores passem pelo mesmo. A minha encomenda incluía um sofá, um pufe e uma secretária. 2 de setembro de 2026 – primeira entrega No dia 2 de setembro, foram entregues os artigos. O sofá chegou com uma mancha e o pufe também apresentava uma mancha. Estes problemas foram comunicados e documentados. A secretária também ficou com problemas relacionados com a montagem, não tendo o processo ficado devidamente resolvido. Foi necessário proceder à devolução/troca dos artigos e aguardar novamente pela resolução da situação. 10 de setembro – falta de informação No dia 10 de setembro, perante a falta de informação clara sobre a encomenda, voltei a contactar a empresa. O acompanhamento da encomenda não permitia perceber claramente quando os artigos seriam efetivamente entregues, sendo indicada informação como “à espera de recolha pela transportadora”. 15 de setembro – informações contraditórias No dia 15 de setembro, voltei a contactar a Maisons du Monde para tentar perceber exatamente o que iria ser entregue. Cheguei a ter de perguntar se receberia o pufe e a secretária ou a secretária e o sofá, porque as informações que me eram transmitidas não eram claras nem coincidentes. 16 de setembro – nova falha da Maisons du Monde No dia 16 de setembro, contactei diretamente a transportadora. Foi-me inicialmente indicado que o pufe e a secretária seriam entregues na sexta-feira, dia 18 de setembro. Contudo, fui posteriormente informada de algo que considero particularmente grave: A transportadora tinha enviado um email à Maisons du Monde a solicitar o número/informação da encomenda necessária para poder fazer o orçamento da montagem e, segundo a informação que me foi transmitida, a Maisons du Monde não respondeu. Consequentemente, a transportadora não consegue avançar devidamente com a entrega/montagem. Ou seja, depois de todos os problemas anteriores, uma nova entrega volta a ficar comprometida por uma falha de comunicação/resposta da própria Maisons du Monde. O problema já não é um simples atraso Desde o dia 2 de setembro que estou a tentar resolver uma situação que deveria ser simples: receber os produtos que comprei, em boas condições e com a montagem devidamente assegurada. Em vez disso, tive: * artigos entregues com manchas/danos; * necessidade de devolução/troca; * problemas com a montagem; * informações contraditórias; * sucessivos contactos com a empresa; * necessidade de contactar diretamente a transportadora; * alteração e reorganização da minha agenda; * e agora uma nova situação em que a transportadora está aparentemente à espera de uma resposta da Maisons du Monde. Considero completamente inadmissível que seja o cliente a ter de fazer a articulação entre a Maisons du Monde e a transportadora. Eu não posso continuar a disponibilizar a minha agenda indefinidamente para corrigir problemas que não são da minha responsabilidade. Neste momento, não tenho disponibilidade durante os próximos dias para voltar a adaptar a minha agenda a uma nova tentativa de entrega, pelo que poderei ficar mais uma ou duas semanas sem os artigos, devido a uma falha da própria empresa. Já tentei resolver esta situação diretamente com a Maisons du Monde através dos seus canais de atendimento, mas continuo sem uma solução definitiva. Por isso, deixo aqui registada publicamente a minha reclamação e solicito uma resposta concreta e uma resolução efetiva, incluindo: * entrega dos artigos em perfeitas condições; * montagem devidamente assegurada; * articulação direta entre a Maisons du Monde e a transportadora; * esclarecimento sobre a razão pela qual a transportadora não recebeu resposta ao seu pedido; * e uma compensação adequada pelos sucessivos transtornos e atrasos. Espero que esta reclamação seja finalmente tratada com a seriedade que a situação exige. Não considero aceitável que uma compra de três peças de mobiliário se transforme num processo desta natureza e que, após sucessivos contactos, o cliente continue sem uma solução. Deixo este relato público também para que outros consumidores possam estar atentos à qualidade do acompanhamento prestado após a compra. Aguardo uma resposta concreta e, sobretudo, uma solução definitiva.

Em curso
P. S.
16/09/2026

Encomenda danificada com reparação amadora e apoio ao cliente inexistente (Pedido MYFWXYZBF)

No dia 15 de setembro recebi a encomenda MYFWXYZBF e deparei-me com uma situação inaceitável: a mesa que comprei veio visivelmente danificada e com uma tentativa de reparação precária. Usaram massa e pintaram pontos à mão para disfarçar a avaria, além de o tampo vir coberto de arranhões. O suporte ao cliente é simplesmente inexistente. As chamadas telefónicas remetem para uma mensagem automática sobre o horário de funcionamento (09:00 às 13:00), mas mesmo ligando dentro desse intervalo a gravação repete-se e ninguém atende. Fiz a reclamação através do site com fotos do sucedido e continuo sem qualquer resposta. Exijo a troca do produto por uma mesa nova nas devidas condições, com a recolha do artigo avariado no ato da entrega. A ausência total de resposta levanta sérias dúvidas sobre se estão a tentar deixar expirar o prazo legal de devolução para não fazerem nada. Aguardo uma resolução imediata.

Em curso
J. M.
16/09/2026

encomenda nao recebida

Bom Dia A minha enc 44129479169 Vossa fatura 1315017232 Feita em 7/09/2026 com 5 dias de tempo maximo de entrega nunca foi entregue. Agradeço entrega urgente. Obrigado

Em curso
A. C.
16/09/2026

Atraso na reparação, incumprimento de prazos e pedido de reembolso de adiantamento

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela MCoutinho Vila Real, na qualidade de agente oficial Mitsubishi e oficina onde foi adquirida a viatura Mitsubishi CANTER FB73SB4SLEA1. 1. Entrada da viatura na oficina No dia 13 de agosto de 2026, a viatura sofreu uma avaria, tendo sido necessário proceder ao seu transporte por reboque para as instalações da MCoutinho Vila Real. Após análise, foram identificados, entre outros, os seguintes problemas: depósito do líquido refrigerador danificado; problemas elétricos no vidro do lado do passageiro. Foi-nos então comunicado que seria necessário encomendar um novo depósito de líquido refrigerador e que o mesmo seria entregue no prazo de 5 dias úteis. Desde o primeiro momento alertámos a MCoutinho para a urgência da reparação, uma vez que a viatura era indispensável para a nossa atividade profissional e, concretamente, para os trabalhos de vindima, que teriam início no dia 31 de agosto de 2026. Foi-nos assegurado que seria feito o possível para que a viatura estivesse disponível dentro desse prazo. 2. Incumprimento do prazo inicialmente comunicado Decorridos os 5 dias úteis indicados, o depósito não tinha sido entregue. Continuámos a contactar a MCoutinho, reforçando repetidamente que a viatura teria de estar operacional antes do início da vindima, dada a sua importância para o normal funcionamento da nossa atividade. No dia 27 de agosto de 2026, data em que estava prevista a revisão da viatura e a instalação do novo depósito, começámos a contactar telefonicamente a MCoutinho Vila Real logo às 08h44, pouco depois da abertura da oficina, precisamente com o objetivo de obter informações sobre o estado da reparação. Apesar das várias tentativas de contacto ao longo do dia, apenas conseguimos falar com um responsável às 16h41, ou seja, cerca de oito horas depois da primeira tentativa de contacto. Nessa altura, fomos informados de que o depósito continuava sem ter chegado e que, consequentemente, a viatura não se encontrava em condições de circular. Esta informação foi-nos transmitida numa quinta-feira, quando a vindima teria início na segunda-feira seguinte, 31 de agosto, deixando-nos apenas um dia útil para procurar uma solução alternativa. Ou seja, tinham já decorrido 11 dias úteis desde a entrada da viatura na oficina, apesar de nos ter sido inicialmente comunicado um prazo de apenas 5 dias úteis para a chegada da peça. Acresce que perdemos praticamente todo o dia 27 de agosto sem conseguir obter informações concretas por parte da oficina, situação que agravou significativamente a dificuldade em encontrar uma solução de emergência para a nossa atividade. 3. Solução provisória aplicada pela MCoutinho Perante esta situação, e face à proximidade do início da vindima, foi-nos comunicado pela MCoutinho que seria aplicada uma massa nas fissuras existentes no depósito, com o objetivo de impedir a fuga do líquido refrigerador. Foi-nos ainda transmitido que tinham sido realizados os testes necessários e que, apesar de a peça definitiva ainda não ter chegado, a viatura estaria em condições de circular até à sua substituição. Contudo, a solução apresentada não se revelou eficaz nem suficiente. Durante o período da vindima tivemos diversos episódios de sobreaquecimento da viatura, sendo necessário adquirir 3 garrafões de 5 litros de líquido refrigerador para repor constantemente o líquido perdido. Esta situação é particularmente preocupante tendo em conta que, segundo a informação que nos tinha sido transmitida pela própria MCoutinho, o depósito estaria reparado provisoriamente e a viatura teria sido testada e estaria apta para circular. 4. Novo incumprimento e perda de confiança Entretanto, decorreram mais 7 dias úteis sem que o depósito tivesse chegado. No dia 4 de setembro de 2026, face à ausência de uma solução definitiva e à sucessiva ultrapassagem dos prazos que nos tinham sido comunicados, informámos a MCoutinho de que não poderíamos continuar a aguardar indefinidamente. Perante o sucedido, e tendo em consideração a falta de cumprimento dos prazos comunicados, a ausência de informação atempada e os problemas verificados com a solução provisória, deixámos igualmente de ter confiança na continuidade do serviço. Solicitámos, por isso, o reembolso do valor que havíamos adiantado para as peças, no montante de 199,99 € (162,60 € + IVA). O referido pedido de reembolso não obteve resposta. Posteriormente, no dia 8 de setembro de 2026, fomos informados de que a previsão de chegada do depósito seria apenas na semana com início em 14 de setembro. Nessa ocasião, voltámos a recordar à MCoutinho que já havíamos solicitado o reembolso do valor adiantado e que, face ao comportamento verificado e ao sucessivo incumprimento dos prazos comunicados, não nos era possível continuar a confiar na execução do serviço. Mais uma vez, não obtivemos resposta concreta relativamente ao pedido de reembolso. 5. Situação atual À data desta reclamação, passaram já mais de 20 dias úteis relativamente ao prazo inicialmente indicado para a entrega da peça, sem que a situação tenha sido devidamente resolvida. A MCoutinho Vila Real mantém na sua posse o valor do nosso adiantamento, no montante de 199,99 €, sem que tenha sido apresentada uma solução definitiva dentro dos prazos inicialmente comunicados e sem que tenha sido dada resposta ao nosso pedido expresso de reembolso. Consideramos particularmente grave: O prazo inicialmente comunicado de 5 dias úteis não ter sido cumprido; A falta de informação adequada e atempada relativamente ao estado da reparação; O facto de, no dia anterior ao início da vindima, termos ficado sem uma solução definitiva para uma viatura essencial à nossa atividade; A aplicação de uma solução provisória que, na prática, não resolveu o problema, tendo ocorrido diversos episódios de sobreaquecimento; Os custos adicionais que tivemos de suportar com a aquisição de líquido refrigerador; A sucessiva alteração das previsões para a chegada da peça; A ausência de resposta ao nosso pedido de reembolso do valor adiantado. 6. Pedido Face ao exposto, solicitamos formalmente: O reembolso dos 199,99 € adiantados.

Em curso
A. A.
16/09/2026

Período de reparação ultrapassado

Vem a presente reclamação expor o grave incumprimento legal por parte da Mcoutinho Coimbra, e por consequência da marca Jeep relativamente à reparação em garantia do meu veículo automóvel, um Jeep Renegade Hybrid Plug-in, adquirido nesta mesma concessão em 28 de Agosto de 2025. O referido veículo avariou no dia 6 de Abril de 2026 e deu entrada nas instalações da oficina da Mcoutinho Coimbra no dia 9 de Abril de 2026, após ter estado retido pela empresa de reboque esses 3 dias, devido a uma avaria que se encontra coberta pela garantia legal de conformidade do bem. À data de hoje, o veículo encontra-se imobilizado na oficina há cerca de 150 dias consecutivos, sem que tenha sido reparado por alegada falta de peças de substituição e sem qualquer previsão para a entrega das mesmas. Esta situação constitui uma violação flagrante dos mais fundamentais direitos do consumidor, consagrados na legislação portuguesa: Entre outros, o direito do consumidor à reposição da conformidade do bem que não pode ficar refém de problemas logísticos internos do vendedor ou da marca. Face ao evidente incumprimento do prazo legal visto que não se trata da complexidade técnica da reparação mas sim a insistência de peças e com a agravante de não haver data para a reparação por não haver data de entrega das peças em falta, a oficina mantém uma atitude de pressionar a espera pelas peças sem que haja data prevista para a entrega em vez de fazer a resolução do contrato de compra e venda devolvendo o valor de compra ou a entrega de um veículo novo de características iguais ou superiores. Venho também denunciar que a Mcoutinho Coimbra não facultou veículo de substituição nos primeiros 30 dias alegando também não ter, situação até a data não compensada.

Em curso
C. P.
16/09/2026

CREATE - Atraso na substituição de peça danificada em artigo novo

Exmos srs., Adquiri um candeeiro de teto com ventoinha incorporada, que chegou com o óculo de proteção partido, no dia 17/08/26. No próprio dia, participei a situação através do site e enviei um email, incluindo fotografias da peça partida e da embalagem, onde os danos eram visíveis. Após várias semanas de espera, a CREATE solicitou-me novamente a confirmação da peça danificada com base no manual do artigo. Respondi com uma descrição detalhada e novas fotos, esclarecendo qualquer possível dúvida, no dia 02/09/26. Mais tarde, fui informada por email que o assunto tinha sido encaminhado para o serviço técnico. No entanto, apesar de tudo isto, quando verifiquei o estado do processo, indicavam que estavam a aguardar a minha resposta desde o início do mês, o que não corresponde à verdade, pois já tinha respondido e até me enviaram a confirmação. Já passou um mês desde que apresentei a reclamação e continuo sem qualquer indicação sobre o procedimento de troca. Comprei este artigo para ser utilizado durante o verão e, a este ritmo, daqui a pouco deixará de fazer sentido. Peço apoio e uma solução para este problema, pois considero a situação inaceitável.

Em curso

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