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Produto em falta
No dia 06/07, recebi uma encomenda da Perfumarias Primor que deveria incluir cinco artigos: quatro produtos de higiene e um perfume. Ao abrir a embalagem, reparei que faltava o perfume L'Interdit Eau de Parfum, cujo valor era de 39,94€. A minha encomenda esteve retida no ponto de recolha e só fui informada sobre isso após diversas reclamações para saber o ponto de situação, sendo que tinha feito a compra a 16/06. Assim que percebi o problema, reportei imediatamente à empresa, enviei fotografias da encomenda recebida, conforme pedido. Também descrevi claramente o artigo em falta, porque a empresa referiu não saber exatamente o que constava na minha fatura. É importante referir que a caixa não exibia sinais de violação; só ao abri-la foi possível perceber que faltava um produto. Mais tarde, responderam-me dizendo que, segundo a rastreabilidade, a encomenda saiu completa das instalações e que, pelas imagens fornecidas, não encontraram problemas na entrega por parte da transportadora. Por este motivo, recusaram dar seguimento à reclamação. Gostava de perceber como a empresa pode garantir que o perfume saiu mesmo das suas instalações. Deste modo, tal como estão a pôr em causa a minha reclamação, também questiono a informação que me foi dada. Considero que houve uma grande falta de controlo sobre a minha encomenda e não acho aceitável ficar prejudicada sem qualquer prova do que realmente aconteceu. Tenho várias trocas de emails com a empresa sobre este tema desde 22/06. Quero receber o perfume que paguei ou, em alternativa, devolver os produtos e ser reembolsada. Tanto a caixa como os produtos estão intactos e disponíveis para devolução, caso a empresa assim o decida.
Artigo em garantia que já foi para reparação 5 vezes
No passado dia 15 de Março de 2026 desloquei me às instalações da Worten de Ribeirão para acionar a garantia do aspirador comprado a 29/9/25 na Worten do mar Shopping. O equipamento foi entregue para reparação e já foi feita a reclamação n 36887443 a 26/4/26. Após a reclamação o artigo voltou para reparação mais 2 vezes, sendo que da última vez negamos mais reparações,mas estamos sem equipamento e sem repostas (simplesmente ignoram as reclamações,sendo a solução sempre nova reparação). Encontro me sem o equipamento há quase 5 meses, sendo que o mesmo volta sempre das sucessivas reparações com danos estéticos e com a bateria completamente descarregada, o que indica que não há qualquer tipo de teste da parte do funcionamento do aspirador. Além disso não é nada saudável para a bateria estar completamente descarregada há tanto tempo. Desta ultima vez, tiramos fotos aos danos estéticos com que nos queriam entregar o aspirador, danos estes feitos na empresa. Toda esta situação está a ser danosa para nós consumidores que já perdemos a conta as vezes que fomos à loja e que ligamos para o apoio ao cliente a pedir a resolução do contrato, já para não falar do equipamento inutilizado durante tanto tempo. A devolução consecutiva do bem com novos danos estéticos e descarregado demonstra a incapacidade em repor a conformidade do produto. Face ao exposto, e ao abrigo dos meus direitos de consumidor, rejeito novas tentativas de reparação e exijo a resolução do contrato de compra e venda e o reembolso integral do valor pago (441,48€). Peço a vossa ajuda para resolver isto com a Worten, dado que sempre que me desloco a loja abrem novo processo e fico sempre a aguardar por nova reparação. Temos as SMS com todos os números de início de reparação, bem como as fotos do equipamento danificado desta ultima vez. Com os melhores cumprimentos
Reclamação - desvio de informação
Ex.mos Senhores No dia 27 de julho de 2026 fui bem recebido no Leroy Merlin - Amadora pelo Técnico, ao ponto de iniciar o processo de remodelação total da minha casa na Baixa de Lisboeta, com o pedido n.º 704414. Pedi encarecidamente ao Técnico que fosse alguém com experiência em casas pombalinas a realizar remodelação, não obstante, o Técnico André disse-me, passados alguns minutos que a proposta tinha sido aceite instantaneamente por um “brasileiro" , efetivamente, fiquei preocupado e verbalizei tal preocupação, não por questões raciais, mas porque duvidei da sua competência neste tipo de construções, ainda assim, sinalizei o começo do contrato com 80 euros. Sábado, dia 1 de agosto, o Senhor, foi à minha casa às 9:10 h a tirar medidas da apartamento - a reação deste Senhor foi inesperada: após fazer uma rápida vistoria à casa, tirando fotos e fazendo vídeos disse-me que o Leroy Merlin só (i) consegue fazer roupeiros com um prazo de 90 dias e que não são ajustáveis para este tipo de casa; (II) para os paneis de espelho temos de contatar um amigo porque o Melin Meroy não faz este tipo de produtos; (iii), que seria melhor por o frigorifico e o micro-ondas dentro de um armário porque seria mais fácil de execução; (iv) que tinha de telefonar a um amigo, e telefonou com linguagem imprópria, para saber se as paredes poderiam ser removidas porque não estava habituado a este tipo de obras; (v) apesar deste tipo atitude imprópria efetuou não várias medições, como por exemplo a dos rodapés, dizendo que esse tipo de acabamentos eram sempre extra orçamento; (vi) pedi-lhe para por pladur no teto da casa de banho, respondeu-me que essa situação logo se resolvia! Terminado por dizer que este tipo de obras tem sempre surpresas e que eram obras que não deveriam ser executas sob “orientação” da Merlin. Fique estupefato com tais afirmações e perguntei-lhe o que fazer então? – respondeu-me que o melhor seria recusas os dois orçamentos que me seriam propostos pela Merlin, após esta atitude, compraríamos material noutro sítio “mais em conta” e que me fazia um desconto substancial na mão-de-obra. Perguntei-lhe, então, qual o valor da mão-de-obra, O Senhor respondeu firmemente que fora do Merlin, cerca de 18.000 euros, e que me enviaria primeiramente o orçamento a mim para eu refletir, coisa que ainda não aconteceu! O primeiro dia útil, após a visita do Senhor à minha casa, telefonei insistentemente para Técnico, dizendo que algo grave se estava a passar e que deveria saber para tomarmos medidas, telefonei para o serviço de atendimento ao público e fui diretamente ao Merlin Colombo, o Senhor André Peres ficou de telefonar, mas se dignificou a fazê-lo. Já sou vosso cliente e tenho duas casas para remodelar, mas, assim sendo não optarei pelos vossos serviços e gostaria que me devolvessem os 80.00 euros dados como início de processo ou que me ajudem a encontrar uma alternativa.
Encomenda não recebida
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a empresa Paack Portugal, com sede na Avenida Dom João II, n.º 46, 1.º B, 1990-095 Lisboa. A transportadora registou duas alegadas tentativas de entrega da minha encomenda. A primeira corresponde a uma falsa tentativa de entrega, uma vez que não foi efetuada qualquer tentativa real. Relativamente à segunda, o registo indica uma tentativa às 08h44, quando o ponto de recolha associado à entrega apenas abre às 09h00, tornando essa alegada tentativa manifestamente impossível. Esta situação provocou um atraso injustificado na entrega da encomenda e impediu a sua receção dentro do prazo previsto. Acresce que a empresa não disponibiliza qualquer contacto de apoio ao cliente em Portugal. O único canal de comunicação disponível é um chatbot, que se revelou incapaz de prestar informações úteis ou de permitir a resolução do problema, limitando-se a fornecer respostas automáticas sem qualquer esclarecimento sobre o estado da encomenda. Considero inaceitável que uma empresa de transporte não disponibilize um meio de contacto eficaz para os seus clientes, especialmente quando ocorrem falhas no serviço prestado. Solicito, assim, que a Paack esclareça os motivos pelos quais foram registadas falsas tentativas de entrega, proceda à entrega da encomenda com a maior brevidade possível e disponibilize um canal de atendimento que permita aos consumidores contactar diretamente a empresa para resolver situações desta natureza.
O chatbot confirmou a minha devolução dentro do prazo — a loja recusou-a na mesma
Exmos. Segue abaixo a ordem dos acontecimentos: 23/06/2026: Recebi a encomenda S4771LAB, adquirida na loja online Sneax Lab. Comprei umas sapatilhas New Balance 9060 tamanho 37 na Sneax Lab, exatamente o mesmo modelo e tamanho de outro par que já tinha, mas o tamanho não correspondia e não me serviu. Isto deixou-me com dúvidas sobre a autenticidade do artigo e decidi devolver as sapatilhas. 02/07/2026: Depois de receber a encomenda e verificar que pretendia devolver o artigo, consultei previamente o website da Sneax Lab para saber como deveria proceder à devolução. A informação disponibilizada na área relativa a "Devoluções e Reembolsos" não era clara quanto ao procedimento a seguir nem indicava para que endereço de email deveria ser comunicada a intenção de devolução. Na área geral de contactos eram disponibilizados dois endereços de email, sem indicação clara de qual deveria ser utilizado para formalizar uma devolução. Por esse motivo, recorri ao Chatbot disponibilizado pela própria empresa no seu website para obter esclarecimentos. 02/07/2026: Dentro do prazo de 14 dias após a receção, manifestei expressamente, através do Chatbot, a minha intenção de devolver o artigo. Indiquei o nº da encomenda, confirmei a devolução e preenchi/submeti o formulário de devolução/reembolso disponibilizado pelo próprio sistema. O Chatbot informou-me de que o pedido tinha sido encaminhado para a equipa de apoio e que deveria aguardar contacto. Questionei expressamente o que aconteceria se os 14 dias terminassem enquanto aguardava resposta, tendo sido informada de que, por ter submetido o pedido dentro do prazo, o meu direito à devolução estava salvaguardado. Questionei ainda se a conversa e o formulário serviam como comprovativo, tendo recebido resposta afirmativa. 07/07/2026: Perante a ausência de resposta, voltei a contactar o Chatbot, que confirmou novamente que o pedido estava registado e que seria contactada pela equipa de apoio no prazo máximo de 48 horas úteis. 11/07/2026: Sem qualquer contacto da empresa, voltei a contactar o Chatbot, que me encaminhou para o email info@sneaxlab.com, indicando que deveria enviar para esse endereço o nº da encomenda e a indicação de que pretendia realizar a devolução. Segui essa indicação. Posteriormente, a empresa recusou a devolução, alegando que o prazo tinha expirado e que os pedidos são exclusivamente tratados por email. Após me solicitar as capturas da conversa e eu as enviar, limitou-se a afirmar que as respostas do Chatbot são automáticas e manteve a recusa. Considero esta posição contraditória e injusta, uma vez que procurei inicialmente a informação no próprio website da empresa e, perante a falta de clareza sobre o procedimento e o contacto adequado, recorri ao sistema de atendimento disponibilizado pela própria Sneax Lab. Manifestei a minha intenção de devolver o artigo dentro do prazo, tendo o sistema registado o pedido, confirmado a sua submissão e informado expressamente que o prazo estava salvaguardado. Solicito a apreciação desta situação pela entidade competente, nomeadamente quanto à clareza da informação disponibilizada ao consumidor, à validade da manifestação de vontade efetuada através do sistema de atendimento disponibilizado pelo comerciante e à recusa da empresa após a manifestação atempada da minha intenção de devolver o artigo. Pretendo a resolução do conflito, com aceitação da devolução e consequente reembolso. Anexo as capturas da conversa.
Erro NIF Vinted Pro
Sou um empresário em nome individual legalmente registado em Portugal, registado na Autoridade Tributária e Aduaneira, sob o NIF 296490849. Tenho tentado converter a minha conta atual da Vinted para uma conta Vinted Pro, conforme exigido pelas regras da plataforma para vendedores profissionais. No entanto, o sistema de registo rejeita repetidamente o meu NIF (296490849), apresentando um erro de "número de registo da empresa inválido" e impedindo-me de completar o processo. Tentei introduzir o NIF tanto com como sem o prefixo de país "PT" — nenhuma das formas funcionou. Contactei o suporte da Vinted várias vezes ao longo de várias semanas, mas não obtive uma solução eficaz. Forneci à Vinted a minha Declaração de Início de Actividade oficial como prova do meu registo legítimo, mas o problema continua por resolver. O meu NIF é válido e a minha atividade está plena e legalmente registada em Portugal. Não existe qualquer motivo legítimo para que o sistema da Vinted o rejeite. Como resultado desta falha técnica, estou a ser indevidamente impedido de operar o meu negócio legalmente registado na plataforma. A Vinted é a minha principal fonte de rendimento, e esta situação está a causar prejuízos financeiros significativos. Anexo a captura de ecrã do erro, bem como a minha declaração. Contactei a Vinted, mas nunca obtive resposta.
devolução encomenda
A publicidade online dizia respeito a um site CORREIOATLANTICO, onde comprei um chuveiro. A mensagem que recebi: "entrega prevista de DIGITAL TRENDING GROUP LLOC". O funcionário trazia vestido um colete dos CTT. PAGUEI 59,89€. Ao abrir a caixa deparo-me com um chuveiro rasca, de plástico. Ao ver se funcionava fiquei com um chuveiro, que mais parecia ter sido colado, em dois. Por não haver contato, para conversação, vi que tinha caído na conta do vigário. (A etiqueta que vem colada na caixa diz: CTT EXPRESSO Urb. Vales de Algoz. Algoz Park. )
Vinted exige devolução de roupa interior usada com dejetos e ignora queixa à ASAE
Exma. Equipa de Apoio ao Consumidor da DECO e Apoio ao Cliente da Vinted,Venho por este meio expor e repudiar uma situação inaceitável de violação dos direitos do consumidor, atentado à saúde pública e reincidência de práticas comerciais abusivas por parte da plataforma Vinted, no âmbito de uma transação realizada com a vendedora "martinhafilipa97".Adquiri artigos que, ao chegarem à minha posse, se revelaram ser boxers de roupa interior visivelmente usados e completamente sujos com dejetos humanos. O envio de vestuário de natureza íntima nestas condições higiénicas constitui um grave perigo biológico e de contaminação, violando frontalmente os Termos e Condições da própria Vinted, além de toda a legislação de saúde pública aplicável.Imediatamente após a receção, abri um litígio na aplicação e apresentei uma queixa oficial às autoridades portuguesas competentes através do Livro de Reclamações Eletrónico da ASAE, sob o número de registo ROR00000000045680254.O departamento jurídico da Vinted já foi notificado formalmente por e-mail sobre esta ação legal em curso. Contudo, o sistema automático da aplicação continua a ignorar as autoridades e exige que eu proceda à devolução física deste lixo sanitário até ao dia 10 de agosto, sob pena de transferir o meu dinheiro para a vendedora. É inadmissível que a Vinted me tente obrigar, bem como aos serviços postais, a manusear e transportar resíduos biológicos perigosos.Relembro que esta situação é reincidente. Numa experiência anterior idêntica, a Vinted ignorou a queixa da ASAE e permitiu que o dinheiro fosse libertado para o infrator de forma puramente automatizada.Desta forma, solicito a intervenção urgente e humana da vossa equipa para que:A transação seja imediatamente cancelada e os fundos fiquem definitivamente bloqueados.Seja emitido o reembolso total sem a obrigatoriedade de devolução física destes artigos contaminados, salvaguardando a segurança sanitária.Caso a Vinted decida ignorar novamente as autoridades portuguesas e proceda à libertação do dinheiro à vendedora após o dia 10 de agosto, avançarei com uma queixa-crime por cumplicidade com fraude comercial e danos à saúde pública, imputando todas as responsabilidades legais e financeiras à vossa plataforma.Atentamente,Catarina Pereira e Paiva
Reclamação relativa à venda de produto sem instruções de montagem adequadas e pedido de resolução
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à aquisição de uma Ventoinha de Mesa JATA JVVM3027 (3 velocidades – 50 W – diâmetro 43 cm), adquirida na Worten através da Encomenda n.º 83339990, correspondente à Fatura-Recibo FRD26G1460/1069294, emitida em 03/08/2026, pelo valor de 44,99 €. Após a receção do produto, deparei-me com diversas situações que considero incompatíveis com aquilo que um consumidor pode legitimamente esperar de um produto novo. Em primeiro lugar, a embalagem encontrava-se aberta e o produto não incluía um manual de instruções de montagem. Tratando-se de uma ventoinha que necessita de montagem antes da utilização, considero indispensável que o fabricante disponibilize instruções claras, completas e acessíveis. Procurei posteriormente o manual no sítio oficial do fabricante e noutras fontes oficiais, verificando que não existe um manual de montagem ilustrado, com fotografias ou desenhos que expliquem corretamente a sequência de montagem. O manual disponível também não fornece um guia visual suficientemente claro para permitir que um consumidor comum monte o equipamento sem dificuldades. Acresce que o produto é comercializado em Portugal, pelo que as instruções deveriam ser disponibilizadas de forma clara em português, permitindo a sua correta utilização por qualquer consumidor. Durante a tentativa de montagem surgiu ainda outro problema: não foi possível fixar a hélice ao eixo do motor, o que me leva a suspeitar da falta de uma peça ou da existência de um defeito de fabrico, impossibilitando totalmente a utilização da ventoinha. Perante esta situação, entendo que o produto não corresponde ao nível de qualidade e de informação que deve acompanhar um equipamento destinado ao consumidor final. Solicitei a devolução do artigo à Worten, uma vez que não pretendo a substituição do equipamento, tendo perdido a confiança neste modelo e optado por adquirir outro produto. Solicito o apoio da DECO PROteste para que esta situação seja analisada, nomeadamente quanto: à comercialização de um produto sem instruções de montagem adequadas; à inexistência de um manual ilustrado e facilmente compreensível; à insuficiência das instruções disponibilizadas ao consumidor; e à eventual falta de componentes ou defeito que impossibilita a montagem da hélice. Junto a esta reclamação cópia da fatura, fotografias do produto recebido e restantes elementos comprovativos. Com os melhores cumprimentos, Juliana Coelho Gonçalves
Reclamação — myAuchan Pontinha
Local e data dos factos: myAuchan Pontinha, 11 de julho de 2026 Descrição dos factos: No dia 11 de julho de 2026, enquanto efetuava o pagamento das minhas compras na caixa do myAuchan da Pontinha, fui abordado pela assistente de caixa Jucileia Rosário, que me acusou de ter roubado a loja cerca de dois meses antes. Esta acusação é totalmente falsa. Importa referir que sou uma pessoa negra, e que já anteriormente tinha sido alvo de uma acusação semelhante pela assistente de caixa Jucileia Rosário, igualmente infundada, na qual fui obrigado a retirar todos os meus pertences do saco para provar que não transportava qualquer artigo sem pagar. Perante esta nova acusação injustificada, solicitei falar com a responsável de loja, Cristina Vieira, exigindo que me fossem apresentados os factos que sustentavam tal acusação, incluindo a visualização das alegadas imagens. A responsável recusou fazê-lo no momento, afirmando que iria verificar as imagens e contactar-me posteriormente. Até à presente data, não recebi qualquer contacto, esclarecimento ou pedido de desculpa. Fui alvo de duas falsas acusações de furto, ambas dirigidas a mim enquanto pessoa negra. Este padrão de tratamento levanta sérias preocupações de discriminação racial, comportamento que é proibido por lei e constitui crime em Portugal. Estas situações são profundamente lesivas da minha honra, dignidade e reputação, e revelam falta de rigor nos procedimentos internos, bem como ausência de respeito pelo consumidor. Solicito: - Pedido de desculpa formal por parte da loja e dos funcionários envolvidos; - Abertura de processo interno para apuramento de responsabilidades, incluindo eventual conduta discriminatória; - Esclarecimento escrito sobre as medidas que serão implementadas para garantir que situações de falsas acusações e discriminação não voltem a ocorrer. Registo esta reclamação no Livro de Reclamações por considerar que fui alvo de uma injustiça grave, com possível motivação racial, e por não ter recebido qualquer resposta após solicitar esclarecimentos. Fábio Sousa
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