Reclamações públicas

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Devolução não aceite

Exmo(s) Sr(s) Comprei um material por engano e, no próprio dia em que chegou ao meu laboratório, percebi de imediato que não era o produto pretendido pois vinha dentro de um saco de plástico transparente, o que permitiu ver logo o conteúdo. Enviei e-mail para a dentaltix para pedir a devolução do dinheiro e esta foi aceite. O artigo foi recolhido, mas quando chegou à Dentaltix, informaram-me de que não seria feita a devolução porque não tinha sido devolvido da mesma forma como foi enviado. Isto não corresponde à verdade até porque tenho fotografias do momento em que a encomenda chegou, e inclusive enviei para os mesmos, precisamente para garantir transparência no processo, anexando-as posteriormente na resposta ao e-mail que me enviaram a negar a devolução. A resposta dos mesmos foi que "não enviamos material em sacos de plastico" querendo dizer que fomos nós a mudar as embalagens. O que é completamente MENTIRA porque temos fotografias a provar que tanto na primeira encomenda como na segunda encomenda que foi a propria devolução do produto, vinham em sacos de plastico. Quando confrontados novamente, ja disseram que nao faziam devoluçoes sendo que na propria pagina onde se compra o material, publicitam em letras bem grandes que efetuam qualquer devoluçao. Enganam as pessoas. Não têm palavra.

Em curso
J. V.
29/10/2026

MultiOpticas — Falta de transparência no Plano de Saúde Visual, custos inesperados e condições contr

Venho por este meio manifestar a minha profunda insatisfação com a forma como me foi apresentado e explicado o denominado “Plano de Saúde Visual” da MultiOpticas. Adquiri este plano em junho de 2025, confiando na informação que me foi transmitida pela colaboradora que me atendeu. Na altura, foi-me explicado que teria direito a trocar de óculos anualmente ou sempre que existisse uma alteração da graduação, sem custos adicionais. Foi com base nessa informação que avancei com a contratação, acreditando estar a aderir a uma solução vantajosa para cuidar da minha visão. No entanto, ao longo do tempo, fui descobrindo condições e encargos que nunca me foram devidamente explicados no momento da contratação e que teriam sido determinantes para a minha decisão. Em momento algum me foi explicado, de forma clara e inequívoca, que uma alteração da graduação que implicasse a substituição das lentes poderia prolongar o contrato por mais dois anos. Também não me foi esclarecido que, em caso de perda dos óculos, a cobertura não correspondia à substituição integral sem custos, mas apenas a uma parte do valor, acabando eu por ter de suportar despesas adicionais. Foi precisamente isso que aconteceu: perdi um dos pares de óculos e, ao contrário do que esperava com base na informação que me tinha sido transmitida, não tive direito a uma substituição sem custos. Acabei por ficar a pagar dois pares de óculos, suportando encargos que não tinha previsto e que não compreendi verdadeiramente quando aceitei o plano. Mas a situação mais surpreendente surgiu quando manifestei a minha intenção de cancelar o contrato. Só nessa fase me deparei com a realidade de que, afinal, os óculos não são meus e terão de ser devolvidos no final do plano caso não pretenda continuar. Além disso, ao questionar o cancelamento, foi-me indicado que, por já não ter o outro par de óculos que perdi para devolver, poderia ainda ter de pagar taxas adicionais. Como é possível pagar quase 800 euros por dois pares de óculos e, no final, descobrir que os mesmos não me pertencem? E como posso ser confrontado com custos adicionais e possíveis penalizações por condições que não me foram devidamente explicadas antes de assumir este compromisso? Os óculos são um bem essencial para o meu dia a dia, não um artigo dispensável. Se soubesse desde o início que estava a celebrar um contrato desta natureza, que os óculos permaneceriam propriedade da MultiOpticas, que teria de os devolver no final e que existiriam estas condições em caso de perda, alteração de lentes ou cancelamento, teria ponderado seriamente antes de aceitar. A designação “Plano de Saúde Visual” também contribuiu para a minha interpretação do produto. Acreditei que se tratava de um plano que me permitia gerir os custos dos meus óculos e beneficiar de determinadas vantagens ao longo do tempo, e não de um contrato com características de aluguer, obrigações de devolução e possíveis encargos adicionais que só fui compreendendo à medida que surgiam os problemas. Não estou a afirmar que não existam condições contratuais ou documentos associados ao plano. O que questiono é se essas condições foram efetivamente explicadas de forma clara, transparente e compreensível antes de eu tomar a decisão de contratar. Receber um contrato ou aceitar um débito direto não é, por si só, garantia de que todas as implicações práticas e financeiras tenham sido devidamente esclarecidas. O que mais me revolta é sentir que tomei uma decisão com base numa determinada expectativa e que, posteriormente, fui confrontado com uma realidade bastante diferente. Em vez de sentir que beneficiei de uma solução vantajosa, sinto-me enganado e prejudicado financeiramente. Depois de conhecer outras reclamações com relatos semelhantes, fico ainda mais preocupado com a forma como este produto está a ser apresentado aos consumidores. Quando diferentes pessoas relatam que só mais tarde perceberam que os óculos tinham de ser devolvidos ou que existiam custos e obrigações que desconheciam, considero legítimo questionar se a informação prestada no momento da contratação está a ser suficientemente clara. Perante esta situação, solicito: 1. A reapreciação integral do meu contrato, tendo em conta a informação que me foi transmitida no momento da adesão e as circunstâncias que levaram à minha decisão de contratar. 2. Um esclarecimento por escrito sobre todas as condições do plano, nomeadamente a extensão do contrato após alterações de graduação ou substituição de lentes, a cobertura em caso de perda, a obrigação de devolução dos óculos e os encargos associados ao cancelamento antecipado. 3. A discriminação detalhada dos valores que já paguei pelos dois pares de óculos, bem como de quaisquer montantes adicionais que a MultiOpticas considere serem da minha responsabilidade. 4. Uma solução justa e razoável que me permita resolver esta situação sem continuar a suportar encargos inesperados decorrentes de condições que não me foram devidamente explicadas. 5. Uma resposta clara sobre a forma como a MultiOpticas garante que os consumidores compreendem a verdadeira natureza deste plano antes de o contratar. Não pretendo obter vantagens indevidas nem fugir às minhas responsabilidades. Pretendo apenas que a situação seja analisada com seriedade e que exista transparência na relação entre a empresa e o cliente. Considero inaceitável que um consumidor avance com uma contratação acreditando numa determinada realidade e só mais tarde descubra obrigações financeiras e contratuais com um impacto tão significativo. Por tudo isto, deixo aqui a minha reclamação pública, na expectativa de que a MultiOpticas assuma a responsabilidade de analisar o meu caso e apresente uma solução concreta. Espero sinceramente que a MultiOpticas analise a minha situação e apresente uma solução justa, evitando que seja necessário recorrer a outras entidades para resolver este problema. João Pedro Vieira dos Santos

Em curso
R. M.
29/10/2026

Serviço mal prestado

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao funcionamento do cartão de crédito WiZink Moeve gow, ao qual aderi devido às vantagens anunciadas, nomeadamente o desconto de 0,17 € por litro de combustível nos postos Moeve aderentes. Desde a adesão ao cartão, não tenho conseguido usufruir desse desconto diretamente nos postos de abastecimento, uma vez que o cartão não é reconhecido pelo sistema para efeitos de aplicação do desconto. Esta situação não ocorreu apenas num posto específico. Já abasteci em dois postos Moeve diferentes, perto da minha residência, e em ambos me deparei com o mesmo problema. O mais incompreensível é que já contactei várias vezes o apoio ao cliente da Moeve para apresentar reclamações sobre esta situação. Embora, após esses contactos, me seja posteriormente reembolsado o valor correspondente ao desconto, o problema continua por resolver. Considero inaceitável que, sempre que pretendo abastecer, tenha de verificar se o desconto foi aplicado e, quando isso não acontece, perder tempo a contactar o apoio ao cliente para obter um reembolso que deveria ser desnecessário. A finalidade de um cartão com estas vantagens é permitir ao cliente usufruir delas de forma simples e automática, e não obrigá-lo a apresentar reclamações sucessivas para receber aquilo a que tem direito. Assim, solicito: A resolução definitiva da falha que impede o reconhecimento do cartão nos postos Moeve aderentes. A confirmação de que poderei usufruir do desconto de 0,17 € por litro de forma automática, sem necessidade de contactar repetidamente o apoio ao cliente. Uma explicação concreta para a persistência deste problema, apesar das várias reclamações já apresentadas. Uma resposta formal por escrito, com indicação das medidas tomadas para impedir que esta situação se repita. Saliento que os reembolsos posteriores não resolvem o problema de fundo: o incómodo, a perda de tempo e a necessidade de reclamar repetidamente por uma vantagem que deveria funcionar desde o momento da adesão. Aguardo uma resposta e uma solução definitiva, não apenas mais um reembolso pontual. Com os melhores cumprimentos, Rui Marques

Em curso
M. R.
29/10/2026

Incumprimento dos prazos, ausência de resolução e exigência de reembolso

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, formalizar a minha **reclamação relativamente ao serviço de pós-venda manifestamente inaceitável da CREATE**, bem como exigir uma resolução imediata de um processo que se arrasta há mais de dois meses sem qualquer resultado concreto. A 15 de agosto de 2026, iniciei, através da vossa aplicação, o processo de reparação n.º PRSSRCKRSTD-IK-6LFFWHT, associado à encomenda CTKOHHVIA, efetuada a 05/12/2025. O artigo em causa, uma panela de pressão elétrica multifunções, foi entregue num ponto de recolha a 8 de setembro de 2026. Hoje, 29 de outubro de 2026, continuo sem o meu artigo, sem uma solução, sem um prazo de resolução e, acima de tudo, sem uma resposta minimamente esclarecedora por parte da vossa empresa. **Mais de dois meses depois, a CREATE continua a não ser capaz de responder a uma questão elementar: o que aconteceu ao meu artigo e quando será resolvida esta situação?** A cronologia das vossas próprias respostas é suficientemente elucidativa: - A 17 de setembro, fui informada de que o processo se encontrava em análise. - A 23 de setembro, recebi a indicação de que o pedido estava a ser tratado pelo departamento de pós-venda. - A 5 de outubro, foi-me transmitida exatamente a mesma informação. - A 8 de outubro, garantiram-me que seria fornecida uma solução assim que terminadas as diligências internas. - A 19 de outubro, o processo continuava alegadamente em análise pelo departamento técnico. - A 22 de outubro, voltaram a prometer que entrariam em contacto comigo. - Finalmente, a 27 de outubro, fui informada de que o pedido n.º 8864747 aguardava a entrega do aparelho, apesar de o ter entregue num ponto de recolha a 8 de setembro. **Esta última resposta é particularmente grave.** Depois de semanas de espera, sete contactos por email e sucessivas promessas de acompanhamento, a vossa empresa apresenta uma justificação que contradiz a informação que já vos forneci. Pergunto, portanto: onde está o artigo que entreguei? Foi recebido? Foi encaminhado para o departamento técnico? Foi efetivamente analisado? Ou nem sequer sabem em que estado se encontra? Não considero aceitável ter de ser eu a insistir repetidamente para obter informações que deveriam ser disponibilizadas de forma espontânea, transparente e profissional. Também não considero aceitável que cada novo contacto resulte numa resposta padronizada, assinada por um assistente diferente, sem qualquer avanço visível, sem esclarecimentos e sem responsabilização de ninguém. **Sete emails não podem resultar em sete versões da mesma ausência de resposta.** Dizer repetidamente que um processo está a ser tratado não equivale a tratá-lo de forma eficaz. Prometer que alguém entrará em contacto não constitui uma solução. E remeter sistematicamente o cliente para uma equipa técnica, sem apresentar resultados nem prazos, não é prestar apoio ao cliente. É, isso sim, transferir para o consumidor o ónus de perseguir uma empresa para obter aquilo a que tem direito. Invoco ainda o regime legal de conformidade dos bens de consumo aplicável em Portugal, designadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece, entre outras disposições, obrigações relativas à reposição da conformidade dos bens e aos prazos aplicáveis. A reparação ou substituição deve ser efetuada gratuitamente, num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor, nos termos legalmente previstos. Perante a demora já verificada, exijo que a CREATE esclareça formalmente a sua posição e proceda à resolução desta situação. Para que não subsistam quaisquer dúvidas quanto à minha pretensão, **NÃO PRETENDO CONTINUAR A AGUARDAR POR UMA REPARAÇÃO SEM PRAZO, POR RESPOSTAS AUTOMÁTICAS OU POR PROMESSAS DE CONTACTO FUTURO.** Exijo, por isso: 1. **O reembolso do valor integral pago pelo artigo**, mediante a resolução legalmente aplicável à situação, sem mais delongas. 2. **Uma resposta formal e concreta**, esclarecendo a localização atual do artigo, o que foi feito desde a sua entrega e a razão pela qual, a 27 de outubro, me foi comunicado que ainda se aguardava a entrega do aparelho. 3. **Uma posição expressa quanto à compensação pelos transtornos causados**, incluindo o tempo despendido em sucessivos contactos, a ausência prolongada do artigo e a falta de uma solução durante todo este processo. Não aceito como resposta mais uma mensagem genérica a informar que o processo está em análise ou que serei contactada oportunamente. Já recebi esse tipo de resposta vezes suficientes. O que exijo agora é uma decisão, devidamente fundamentada, e uma solução efetiva. Trabalho no setor da qualidade da maior empresa de retalho em Portugal e conheço bem a importância da gestão de reclamações, do cumprimento de procedimentos e, sobretudo, da responsabilização perante o cliente. Precisamente por isso, considero o tratamento desta ocorrência particularmente revelador de falhas graves no vosso serviço de pós-venda. **A fidelização de um cliente não se perde apenas por um produto apresentar um problema. Perde-se, sobretudo, quando a empresa demonstra ser incapaz de resolver esse problema e trata as sucessivas reclamações como meras mensagens às quais basta responder com um texto padronizado.** Foi exatamente essa a experiência que a CREATE me proporcionou. Não recomendarei a vossa marca com base numa experiência que, do início ao fim, ficou marcada pela falta de transparência, pela ausência de acompanhamento e pela inexistência de uma solução em tempo útil. Aguardo uma resposta à altura da gravidade desta situação, e não mais uma confirmação de que o meu pedido continua a ser analisado.

Em curso
M. R.
29/10/2026

Incumprimento dos prazos, ausência de resolução e exigência de reembolso

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, formalizar a minha **reclamação relativamente ao serviço de pós-venda manifestamente inaceitável da CREATE**, bem como exigir uma resolução imediata de um processo que se arrasta há mais de dois meses sem qualquer resultado concreto. A 15 de agosto de 2026, iniciei, através da vossa aplicação, o processo de reparação n.º PRSSRCKRSTD-IK-6LFFWHT, associado à encomenda CTKOHHVIA, efetuada a 05/12/2025. O artigo em causa, uma panela de pressão elétrica multifunções, foi entregue num ponto de recolha a 8 de setembro de 2026. Hoje, 29 de outubro de 2026, continuo sem o meu artigo, sem uma solução, sem um prazo de resolução e, acima de tudo, sem uma resposta minimamente esclarecedora por parte da vossa empresa. **Mais de dois meses depois, a CREATE continua a não ser capaz de responder a uma questão elementar: o que aconteceu ao meu artigo e quando será resolvida esta situação?** A cronologia das vossas próprias respostas é suficientemente elucidativa: - A 17 de setembro, fui informada de que o processo se encontrava em análise. - A 23 de setembro, recebi a indicação de que o pedido estava a ser tratado pelo departamento de pós-venda. - A 5 de outubro, foi-me transmitida exatamente a mesma informação. - A 8 de outubro, garantiram-me que seria fornecida uma solução assim que terminadas as diligências internas. - A 19 de outubro, o processo continuava alegadamente em análise pelo departamento técnico. - A 22 de outubro, voltaram a prometer que entrariam em contacto comigo. - Finalmente, a 27 de outubro, fui informada de que o pedido n.º 8864747 aguardava a entrega do aparelho, apesar de o ter entregue num ponto de recolha a 8 de setembro. **Esta última resposta é particularmente grave.** Depois de semanas de espera, sete contactos por email e sucessivas promessas de acompanhamento, a vossa empresa apresenta uma justificação que contradiz a informação que já vos forneci. Pergunto, portanto: onde está o artigo que entreguei? Foi recebido? Foi encaminhado para o departamento técnico? Foi efetivamente analisado? Ou nem sequer sabem em que estado se encontra? Não considero aceitável ter de ser eu a insistir repetidamente para obter informações que deveriam ser disponibilizadas de forma espontânea, transparente e profissional. Também não considero aceitável que cada novo contacto resulte numa resposta padronizada, assinada por um assistente diferente, sem qualquer avanço visível, sem esclarecimentos e sem responsabilização de ninguém. **Sete emails não podem resultar em sete versões da mesma ausência de resposta.** Dizer repetidamente que um processo está a ser tratado não equivale a tratá-lo de forma eficaz. Prometer que alguém entrará em contacto não constitui uma solução. E remeter sistematicamente o cliente para uma equipa técnica, sem apresentar resultados nem prazos, não é prestar apoio ao cliente. É, isso sim, transferir para o consumidor o ónus de perseguir uma empresa para obter aquilo a que tem direito. Invoco ainda o regime legal de conformidade dos bens de consumo aplicável em Portugal, designadamente o Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece, entre outras disposições, obrigações relativas à reposição da conformidade dos bens e aos prazos aplicáveis. A reparação ou substituição deve ser efetuada gratuitamente, num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor, nos termos legalmente previstos. Perante a demora já verificada, exijo que a CREATE esclareça formalmente a sua posição e proceda à resolução desta situação. Para que não subsistam quaisquer dúvidas quanto à minha pretensão, **NÃO PRETENDO CONTINUAR A AGUARDAR POR UMA REPARAÇÃO SEM PRAZO, POR RESPOSTAS AUTOMÁTICAS OU POR PROMESSAS DE CONTACTO FUTURO.** Exijo, por isso: 1. **O reembolso do valor integral pago pelo artigo**, mediante a resolução legalmente aplicável à situação, sem mais delongas. 2. **Uma resposta formal e concreta**, esclarecendo a localização atual do artigo, o que foi feito desde a sua entrega e a razão pela qual, a 27 de outubro, me foi comunicado que ainda se aguardava a entrega do aparelho. 3. **Uma posição expressa quanto à compensação pelos transtornos causados**, incluindo o tempo despendido em sucessivos contactos, a ausência prolongada do artigo e a falta de uma solução durante todo este processo. Não aceito como resposta mais uma mensagem genérica a informar que o processo está em análise ou que serei contactada oportunamente. Já recebi esse tipo de resposta vezes suficientes. O que exijo agora é uma decisão, devidamente fundamentada, e uma solução efetiva. Trabalho no setor da qualidade da maior empresa de retalho em Portugal e conheço bem a importância da gestão de reclamações, do cumprimento de procedimentos e, sobretudo, da responsabilização perante o cliente. Precisamente por isso, considero o tratamento desta ocorrência particularmente revelador de falhas graves no vosso serviço de pós-venda. **A fidelização de um cliente não se perde apenas por um produto apresentar um problema. Perde-se, sobretudo, quando a empresa demonstra ser incapaz de resolver esse problema e trata as sucessivas reclamações como meras mensagens às quais basta responder com um texto padronizado.** Foi exatamente essa a experiência que a CREATE me proporcionou. Não recomendarei a vossa marca com base numa experiência que, do início ao fim, ficou marcada pela falta de transparência, pela ausência de acompanhamento e pela inexistência de uma solução em tempo útil. Aguardo uma resposta à altura da gravidade desta situação, e não mais uma confirmação de que o meu pedido continua a ser analisado.

Em curso
R. P.
29/10/2026

Recusa de troca de artigo com defeito

Exmos. Senhores, Assunto: Reclamação formal — Recusa de troca de artigo com defeito Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à compra de umas cadeiras efetuada ontem, dia 28 de outubro, numa loja JYSK. Após a compra, constatei que o artigo apresentava uma deformação, motivo pelo qual me dirigi à loja para solicitar a respetiva troca. No entanto, o meu pedido foi recusado, tendo sido alegado que me tinham visto a fazer força para colocar os artigos no carro, insinuando que a deformação teria sido provocada por mim durante o transporte. Contesto esta justificação, uma vez que demonstrei no local que o tipo de deformação em causa não seria compatível com um manuseamento normal durante o transporte, exigindo uma força considerável para ser provocada dessa forma. A loja optou, ainda assim, por recusar a troca, sem que me tenha sido apresentada uma avaliação técnica que comprovasse que o dano foi causado por mim. Considero inaceitável que a responsabilidade por um artigo deformado seja atribuída ao cliente com base numa mera suposição, sem uma análise objetiva que sustente essa conclusão. Enquanto consumidor, espero receber artigos em condições adequadas e ser tratado com respeito quando comunico um defeito. Não considero razoável que a resolução de uma situação desta natureza seja recusada sem uma fundamentação objetiva. Assim, solicito a reavaliação da situação e a substituição do artigo por outro em perfeitas condições, sem qualquer custo adicional. Caso a loja mantenha a recusa, solicito uma justificação formal e fundamentada para a decisão tomada. Aguardo uma resposta e uma solução adequada para esta situação. Cumprimentos.

Em curso
S. S.
29/10/2026

IKEA Customer Relations: Dois pesos e duas medidas, chefias protegidas e colaboradores desrespeitado

A IKEA Alfragide no departamento de Customer Relations é uma vergonha. Aquilo parece um grupo fechado que se protege a si próprio, onde muita coisa se esconde, se abafa e as chefias se protegem umas às outras, com a ajuda da chefe de People & Culture, Lélia. Depois, quem acaba por sofrer são os colaboradores, que são tratados como se não tivessem direitos nem voz. Vejam os grupos whatsapp de Teams que existem entre chefias e as mensagens que por lá circulam sobre os colaboradores. Há mensagens em que se fala mal das pessoas, rebaixam quem trabalha e se fazem comentários que mostram bem o respeito que certas chefias têm por quem está no terreno. E depois, quando alguém fala, parece que ninguém sabe de nada e que está tudo bem. Também há situações relacionadas com a Team Leader caixas e afins de relações com colaboradores, incluindo o ex colaborador Brain, que é casado, e o EX CHEFE SEGURANCA Ricardo e muitos mais. Teams leader e chefias e departamento com comportamentos durante o horário de trabalho que merecem ser esclarecidos, uso telemoveis pessoais, mensagens que devem ser tidas em conta como para o ex seguranca na hora de trabalho, etc. Depois, as chefias de caixas e outras chefias sabem ou ouvem falar destas situações e fica a sensação de que tudo é abafado e de que há sempre alguém a proteger alguém, com People & Culture pelo meio. E os Frontliners e as chefias que deviam dar o exemplo? Há situações de pausas atrás de pausas, frontliners sentados na sala junto às caixas a conversar sobre assuntos pessoais e até a ver futebol, enquanto há trabalho para fazer. Mas aos colaboradores comuns exigem tudo, controlam tudo e tratam-nos mal quando alguma coisa não lhes agrada. Para uns parece haver regras e para outros parece que vale tudo. Afinal, para que servem tantas chefias e tantos Frontliners se nem sempre dão o exemplo, se há falta de organização e se os colaboradores continuam a ser os mais prejudicados? Está na altura de a IKEA olhar bem para o que se passa neste departamento e perceber se faz sentido ter tantas pessoas em cargos de chefia e tantas funções de Frontliner, quando é preciso melhorar a organização, a produtividade e a forma como as pessoas são tratadas. Não é normal que quem trabalha tenha de cumprir regras enquanto quem devia dar o exemplo parece estar acima delas. Não é normal que os colaboradores se sintam desrespeitados e que os problemas nunca tenham consequências. E muito menos é normal que se crie um ambiente em que as pessoas tenham medo de falar porque acham que as chefias se protegem umas às outras. A IKEA fala de valores, respeito e espírito de equipa, mas esses valores têm de existir na prática e não apenas nos cartazes. Está na altura de acabar com os favoritismos, com os silêncios e com esta sensação de que há pessoas intocáveis. Os colaboradores merecem respeito, as regras têm de ser iguais para todos e está na altura de rever seriamente o número de chefias e de Frontliners neste departamento. Porque ter cargos não faz de ninguém um bom líder, e quem não dá o exemplo não devia exigir aos outros aquilo que não faz.

Em curso
J. L.
29/10/2026

Recusa de garantia para Pixel 7a com bateria inchada (Risco de segurança física)

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Google Commerce Limited devido à recusa de assistência a um defeito de fabrico que constitui um risco crítico de segurança física (bateria inchada). Adquiri o telemóvel Google Pixel 7a (IMEI 35352940859XXXX) diretamente na Google Store em 27/11/2023, pelo valor total de 459,00 € (Fatura n.º GS.7341-0322-7029). O equipamento encontra-se dentro do prazo de 3 anos e apresenta a bateria severamente inchada, ao ponto de deformar o chassis e descolar/levantar a tampa traseira do aparelho. O telemóvel tem zero danos cosméticos, quedas ou contacto com líquidos, tratando-se puramente de uma falha de hardware do componente. Contactei o suporte da Google Store (Ticket ID: 7-6802000040972), que recusou repetidamente a assistência gratuita com base num programa interno de software, ignorando as provas fotográficas do perigo de segurança e potencial combustão do lítio. Ao abrigo da legislação de conformidade e segurança de produtos da União Europeia e do regime jurídico das garantias de bens de consumo, a marca é inteiramente responsável por defeitos estruturais que ponham em risco a integridade física do consumidor. A recusa de reparação ou reembolso de um produto com risco de incêndio constitui uma violação grave dos direitos do consumidor. Face à total perda de confiança na segurança do equipamento e à negligência do suporte inicial, não aceito a reparação do mesmo lote. Exijo a resolução do contrato com a devolução integral do valor pago (459,00 €) ou a atribuição do valor equivalente em crédito na Google Store para aquisição de um modelo seguro. No aguardo. Obrigada.

Em curso
P. S.
28/10/2026
jop land rover

Serviço automóvel

No passado mês de Junho de 2025 adquiri uma viatura Range Rover Sport de serviço neste stand. Desde logo o veículo foi-me entregue cheio de manchas nos estofos de pele e uma pintura defeituosa no para-choques frontal que havia de formar uma bolha e cair. Durante pouco mais de um anos os problemas foram recorrentes: desde não conseguirem encaixar o para-choques do carro à primeira, nem à segunda, apenas à terceira quando se soltou; montagem defeituosa de um vidro frontal que resultou numa inundação do carro; enviarem o carro para casa sem fazerem o que estava combinado na oficina; mandarem o carro com jantes com massa e com a reparação a meio; etc etc. No total o carro esteve 12 vezes na oficina por defeitos em intervenções simples, por vezes por períodos ate 1 semana de cada vez. Em todas estas 12 vezes o carro foi sempre entregue sujo e sem aspirar; em mais do que uma vez com os pneus com pressão irregular; o trato da generalidade dos funcionários péssimo, de extrema falta de cortesia e até de educação, tendo até eu andado a transportar o carro entre oficinas durante reparações; nunca me foi oferecido um carro de cortesia, e mesmo quando o exigi na ultima intervenção, inicialmente foi-me negado; ambiente péssimo na recepção com vários clientes sempre a fazer grandes escândalos. No passado mês de abril de 2026 encaminhei uma reclamação escrita para a empresa e vários responsáveis, reclamação essa que até hoje não motivou sequer uma resposta. Enfim: serviço deplorável, falta de organização, péssima qualidade nas intervenções e faltpura e simples de controlo de qualidade. A cereja no topo do bolo: falta de respeito total pelos clientes.

Em curso
A. S.
28/10/2026

Encomenda errada

Boa tarde, No dia 01 de outubro fiz uma encomenda (encomenda #50974), como até 19 de outubro a encomenda se encontrava em processamento (ainda está), enviei um email a solicitar informações relativamente à minha encomenda #50974, realizada no dia 1 de outubro de 2026. Não obtive resposta a esse email, no entanto, a 22 de outubro de 2026 recebi a encomenda. A mesma no site ainda está em processamento. Quando verifiquei a encomenda, dos dois artigos encomendados (camisolas personalizadas), um deles, não veio como solicitado. Tinha pedido a gravação "Maria" e o que recebi diz "Maria Kiki". A 23 de outubro de 2026, enviei um email a reportar a situação com fotos da encomenda e do artigo rececionado, e a pedir resposta e solução ao acontecido. Até ao momento não recebi qualquer resposta e tenho uma camisola que não cumpre com o solicitado. Gostaria, por isso, de saber se existe alguma novidade relativamente a solução desta encomenda "errada". Como devo proceder para solucionar este erro? Agradeço uma resposta com a maior brevidade possível. Obrigado. Cumprimentos

Em curso

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