Reclamações públicas

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E. R.
17/09/2026
Janelas de Sintra Unipessoal Lda

Parte da encomenda não recebida

Venho por este meio solicitar o vosso apoio para interceder junto da empresa Janelas de Sintra Unipessoal, Lda. (JSU), a quem, em boa-fé, adjudiquei a substituição de 5 janelas antigas da minha casa em Oeiras, por janelas modernas em PVC, no sentido de proceder à entrega e instalação do material em falta, ou, em alternativa, proceder à recepção do material instalado e devolver o valor pago em excesso. No verão de 2025 contactei a referida empresa e recebi uma proposta datada de 15.09.2025, no valor total de 5.731,42 €, IVA incluído, que junto em anexo. Fiz a adjudicação no final de setembro de 2025 e, em 19.09.2025, efetuei por transferência bancária o primeiro pagamento, no valor de 2.865,70 €, correspondente a 50% do total, em conformidade com a fatura emitida pelo fornecedor, também em anexo. Embora a proposta indicasse um prazo de entrega de “cerca de 4 semanas”, a situação foi-se sucessivamente atrasando, tendo sido invocadas diversas razões, como mau tempo, atrasos do fornecedor do vidro, entre outras. Na altura, não insisti muito, até porque efetivamente o tempo não permitia a instalação, e também não havia grande urgência da minha parte. Finalmente, em janeiro de 2026, fui informado de que as janelas estavam prontas para instalação. Por conveniência minha, pedi apenas que o início dos trabalhos fosse adiado cerca de uma semana em relação à data proposta, mas a empresa acabou por só se disponibilizar, novamente, para a montagem das janelas em meados de março. Nos termos da proposta, foi-me ainda exigido o pagamento de 40% do valor total da obra antes da entrega do material — condição que, por lapso, não contestei antes da adjudicação. Em 6 de março, efetuei a transferência bancária no montante de 2.292,57 € e, no dia 12, foi entregue o material que supostamente correspondia às 5 janelas, tendo igualmente tido início os trabalhos de instalação, o que durou cerca de 1 semana. Até à data, a JSU não me enviou a fatura relativa a este pagamento. Na altura, não conferi se estava todo o material das 5 janelas, o que não era fácil, nem me passou pela cabeça que faltasse uma janela sem que tal me fosse comunicado. Só depois de instaladas as outras 4 janelas é que verifiquei que não existia mais nenhuma para instalar. Faltava a janela da cozinha. Pedi esclarecimentos, tendo-me sido respondido que ainda era necessário tirar umas medidas. Quando perguntei quando seria feita a entrega, disseram-me que apenas o patrão poderia responder. Em meados de abril, na última vez em que falei com o Sr. Pedro Pinto, este, com bastante dificuldade, referiu apenas que seria “cerca de um mês”. Entretanto, foram feitos os acabamentos das 4 janelas instaladas, trabalho normalmente executado por pedreiros, tendo inclusivamente ocorrido alguns episódios menos agradáveis. Ainda assim, até hoje, 11 meses após a adjudicação e cinco meses e meio após a minha primeira insistência, não consegui obter qualquer informação concreta sobre a entrega e instalação da janela da cozinha em falta. O Sr. Pedro Pinto, gerente e única voz autorizada da JSU, não atende o telefone, não devolve chamadas e não responde a mensagens nem a e-mails. Mais recentemente, um filho meu conseguiu falar com ele telefonicamente, mas a resposta foi, de forma agressiva e repetitiva: “eu estou de férias, não tenho agora que falar desses assuntos”. Ainda assim, em resposta ao meu filho, escreveu posteriormente, a 30 de julho, “amanhã já tenho notícia para si”, sem que, até ao momento, tenha dado qualquer seguimento, atendido chamadas ou prestado qualquer outra informação. Gostaria ainda de esclarecer que esta empresa forneceu, há poucos anos, janelas a vizinhos e amigos meus, que confirmaram que a experiência, em termos de equipamento, foi boa, que as janelas eram de qualidade e que não apresentaram problemas. Contudo, nesses casos, não foi a própria empresa a vender diretamente as janelas aos clientes, mas sim através de um empreiteiro a quem adjudicaram uma remodelação da casa. Tive entretanto oportunidade de contactar esse empreiteiro, que me informou ter deixado de trabalhar com a JSU pelas mesmas razões: incumprimentos, prazos e falta de compromisso. Assim, agradeço qualquer apoio que me possam prestar no sentido de resolver esta situação com a maior brevidade.

Em curso
M. M.
17/09/2026

Pedido de Intervenção / Mediação de Conflitos – Incumprimento de Garantia e Prazos Legais pela Worte

Exmos Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio e mediação no sentido de resolver um conflito de consumo com a Worten de Vila Franca de Xira e a Samsung, motivado pelo incumprimento dos prazos legais de garantia. 1. No passado dia 02/06/2023, adquiri uma máquina de lavar roupa Samsung (modelo WW80FG3M05AWEP) na referida loja. Após poucas utilizações, o equipamento manifestou um defeito de fabrico (acumulação contínua de água no tambor enquanto desligado). 2. Foi solicitada a assistência técnica oficial da Samsung, que confirmou o defeito (falha nas válvulas de entrada de água) e determinou formalmente a substituição do equipamento, emitindo a Nota de Crédito n.º 4295391916/EP 0008686802 em 09/07/2023. 3. Após a emissão da Nota de Crédito e por indicação do Apoio Técnico (Refri Serviço), desloquei-me à loja para formalizar o pedido de substituição. Contudo, o processo arrastou-se, uma vez que os funcionários da Worten alegam não ter outra forma de contactar o fornecedor além do portal interno, e a Samsung não respondia aos pedidos de confirmação (faltando um visto de validação). 4. Após várias insistências e deslocações à loja, foi finalmente agendada a recolha e para o dia 15/09, entre as 08:00h e as 14:00h. Para o efeito, assegurei a presença de terceiros na habitação. Contudo, a transportadora (Rhenus) falhou a recolha; apesar de ter enviado uma mensagem às 13:40h a indicar estavam a caminho e previam chegar nos próximos 90 minutos, acabaram por não comparecer e não efetuar a recolha do equipamento. Junto em anexo a Fatura, a Guia da visita do Técnico e a Nota de Crédito. Mais informo que pretendo apresentar reclamação no Livro de Reclamações da loja. Grata pela atenção dispensada. Atentamente, Madalena Prates Sócio Nº 0507062-43 NIF : 190 592 419

Em curso
T. A.
17/09/2026
Fixpart

Devolução e reembolso não efetuado

No dia 06/08/2026 efetuei uma compra online à empresa FIXPART B.V., sediada nos Países Baixos, tendo adquirido uma borracha de vedação para a porta do meu frigorífico, identificada na fatura como “Bosch Siemens 00238375 vedação da porta - borracha porta geladeira Balay (#95734)”. De salientar que a referida borracha de vedação foi recomendada pela FIXPART, tal como troca de e-mails do dia 24/07/2026. A compra corresponde à fatura n.º FT 2026/12733, no valor total de 87,29 €, integralmente pago no dia 06/08/2026, incluindo o valor do produto e os respetivos custos de processamento e envio. Após receber o produto e proceder à sua instalação, constatei que a borracha fornecida não é compatível com o meu frigorífico, uma vez que não permite o correto fecho hermético da porta. Consequentemente, o produto não cumpre adequadamente a finalidade para a qual foi adquirido. Desde que detetei o problema, contactei a FIXPART em diversas ocasiões, solicitando a resolução da situação mediante a devolução do produto e o respetivo reembolso. Nas respostas entretanto recebidas, a FIXPART informou que estaria a aguardar uma resposta do seu fornecedor. Contudo, esta é uma questão interna da relação comercial entre a FIXPART e o respetivo fornecedor, à qual sou totalmente alheio. A minha relação contratual é com a FIXPART, entidade à qual efetuei a compra e o pagamento. Apesar das várias comunicações efetuadas, a situação permaneceu sem resolução. Perante a ausência de uma solução concreta, enviei uma nova comunicação à FIXPART no dia 07/09/2026, reiterando o pedido de devolução do produto e reembolso e concedendo um prazo adicional de 5 dias úteis para apresentação de uma solução. Até à presente data, 17/09/2026, não obtive qualquer resposta da FIXPART a essa última comunicação, nem recebi instruções para devolução do produto ou qualquer reembolso. Considero, assim, que já foram efetuadas diversas tentativas razoáveis para resolver a situação diretamente com o comerciante, sem sucesso. Pretendo exercer os meus direitos enquanto consumidor relativamente ao produto não conforme e solicito a intervenção do Centro Europeu do Consumidor para tentar obter uma resolução extrajudicial do conflito. A minha pretensão é: 1. A aceitação da devolução do produto não conforme, sem qualquer custo para mim; 2. O fornecimento das instruções necessárias para proceder à devolução; 3. O reembolso integral do valor pago, no montante de 87,29 €, incluindo os custos de processamento e envio suportados na aquisição; 4. A resolução definitiva da situação, sem que esta fique dependente de uma eventual resposta ou decisão do fornecedor da FIXPART. Estou disponível para devolver o produto imediatamente após receber as instruções adequadas para o efeito. Anexo à presente reclamação a fatura da compra e o histórico das comunicações mantidas com a FIXPART, incluindo a comunicação de 07/09/2026, à qual não obtive qualquer resposta.

Em curso
N. J.
17/09/2026

Falsa promessa!

Após ver uma publicação no site da empresa, sobre um veículo da marca Citroen, que se encontrava para venda, cujo o valor era negociável, decidi submeter um pedido de contacto. Este foi logo atendido no dia 18.05.2026. Fui atendido - via WhatsApp e chamada telefónica - pelo Sr. Pedro Sousa, que se mostrou muito prestável, marcamos logo visita. Após chegar ao local este senhor não acompanhou a compra diretamente, mas sabe perfeitamente de todo o processo, vi uma outra viatura que não a anunciada mas que foi do meu agrado e decidi avançar com a compra. Qual seria o meu espanto, quando sentado a preencher a papelada, que a viatura não iria ser negociada, pois existia uma campanha em loja, que oferecia um vale de hotel para 5 noites para duas pessoas, em hotéis em Portugal continental e ilhas, aceitei até porque tencionava usar este vale nas minhas próximas férias - que já passaram, aceitei as condições e foi-me dito que o vale seria enviado para a minha casa, coisa que não aconteceu até à data desta reclamação 17.09.2026. Falei por diversas vezes pelo responsável de contacto e compra - Pedro Sousa - que me garantiu que o vale iria ser enviado. Semanas após semana a promessa era a mesma, até que um dia, envia-me uma fotografia com um envelope com a minha morada e informou-me que tinha enviado o vale, coisa que não aconteceu, até porque a morada escrita carecia de informações. Chamei a atenção e foi-me comunicado pelo Sr. Pedro Sousa, que, no passado dia 24/08/2026, procedeu ao reenvio do vale. Até ao dia de hoje não recebi tal vale, nem me foi comunicado mais nada por parte da empresa, não tive também o valor da viatura negociado por imposição desta grande “vantagem”.

Em curso
C. S.
17/09/2026

Má qualidade do Produto

Exmos. Senhores, Em 30/11/2025 adquiri um Sofá de canto conversível por 679,00€. A referência da encomenda é #19000003055. Sucede que este apresenta defeito: o tecido aos fim de 6 meses está a esgaçar praticamente a romper. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 07/07/2026, para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que o produto não tem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei ou procedam à reparação do artigo em causa. Caso não me resolvam a situação nos próximos 30 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso
R. D.
17/09/2026

Falta de informação e acompanhamento de reparação de vinoteca Cecotec

Venho apresentar uma reclamação relativamente à assistência prestada pela Cecotec no âmbito da reparação da minha vinoteca, que foi recolhida no dia 31/08/2026 para ser encaminhada para a assistência técnica. Desde a recolha, não recebi qualquer informação concreta sobre o estado do equipamento, diagnóstico, reparação ou previsão de devolução. Já contactei o serviço de apoio ao cliente da Cecotec por telefone nos dias 03/09, 10/09 e 17/09/2026. Nas três ocasiões fui atendido pela colaboradora Gabriele. Em todas as chamadas foi-me transmitido essencialmente o mesmo: o processo continua com o estado genérico "em processo" e seria enviado um pedido de urgência ao departamento responsável para que este entrasse em contacto comigo. Na chamada de 10/09, fui informado de que já tinha sido efetuada uma reclamação junto do departamento responsável e que seria contactado assim que houvesse uma resposta. No entanto, até ao dia 17/09/2026, não recebi qualquer contacto ou informação desse departamento. Na terceira chamada, realizada em 17/09, a colaboradora Gabriele confirmou novamente que o processo continua apenas como "em processo" e que o serviço de apoio ao cliente não tem qualquer informação adicional sobre o equipamento. Mais uma vez, foi efetuado um pedido de urgência ao departamento responsável. Ou seja, apesar de já terem sido realizados três contactos telefónicos e sucessivos pedidos de urgência, continuo sem saber sequer: onde se encontra atualmente a minha vinoteca; se o equipamento já foi analisado pela assistência técnica; qual é o defeito identificado; se o equipamento será reparado ou substituído; qual a previsão para conclusão do processo; quando poderei receber novamente o equipamento. Compreendo que uma reparação possa exigir algum tempo. No entanto, considero particularmente insatisfatório que, após mais de duas semanas desde a recolha do equipamento e após três contactos com o serviço de apoio ao cliente, a única informação disponível continue a ser simplesmente "em processo", sem qualquer contacto por parte do departamento responsável. Importa ainda salientar que, em nenhuma das três chamadas, o serviço de apoio ao cliente conseguiu fornecer qualquer informação concreta ou encaminhar a situação para um responsável/supervisor, limitando-se a efetuar novamente um pedido de urgência. O que pretendo é uma resposta concreta sobre o estado do equipamento, o diagnóstico e a solução prevista, bem como uma previsão para a conclusão do processo e devolução da vinoteca. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste no sentido de ajudar a obter uma resposta efetiva da Cecotec e a resolução deste processo. Tenho disponíveis os comprovativos da recolha do equipamento e os registos/comunicações efetuados com a Cecotec, que poderei anexar à reclamação. Pretendo que a Cecotec me informe concretamente sobre o estado da reparação e proceda à reparação ou substituição do equipamento dentro dos prazos legalmente aplicáveis.

Em curso
D. S.
17/09/2026

Encomenda não entregue e ausência de resposta!

Mister Tuga, Tenho uma reclamação formal relativamente a uma compra realizada no vosso site no dia 11 de junho de 2026, no valor de 154,10 €. Até à presente data, 17 de setembro de 2026, a encomenda não foi entregue. Além da ausência de entrega, considero particularmente grave a falta de comunicação por parte da empresa. Desde a realização da compra, não recebi qualquer e-mail com informação de rastreio da encomenda, nem qualquer atualização concreta relativamente ao estado ou previsão de entrega. Tentei contactar-vos diversas vezes através dos meios de comunicação disponibilizados no próprio vosso site, nomeadamente e-mail, Instagram e WhatsApp, sem obter uma resposta adequada ou qualquer solução para o problema. Após meses de tentativas de contacto, a única resposta que recebi foi, essencialmente, para aguardar pela entrega do produto, sem que me tenha sido apresentada uma data concreta, um número de rastreio válido ou qualquer explicação sobre o motivo pelo qual uma encomenda realizada há mais de três meses continua sem ser entregue. Considero esta situação inadmissível. Já decorreu um período manifestamente excessivo desde a realização e pagamento da encomenda, sem entrega, sem rastreio e sem uma comunicação adequada por parte da empresa. Desta forma, solicito que me seja apresentada uma solução concreta e imediata, nomeadamente: 1. A confirmação do estado atual da encomenda; 2. O respetivo número de rastreio e transportadora, caso a encomenda tenha efetivamente sido expedida; 3. Uma data concreta para a entrega; ou 4. Caso não seja possível garantir a entrega num prazo razoável, o reembolso integral dos 154,10 € pagos. Não considero aceitável continuar simplesmente a aguardar indefinidamente por uma encomenda relativamente à qual a empresa não fornece qualquer informação concreta. Aguardo uma resposta objetiva e uma resolução desta situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, David Código da confirmação, LGGXN8A6X Data da compra: 11/06/2026 Valor: 154,10 €

Em curso
P. P.
17/09/2026

Ikea não muda

Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.

Em curso
P. P.
17/09/2026

Algo que Ikea não quer mudar

Temos de começar a falar do que realmente se passa dentro da IKEA Portugal. Há colaboradores e ex-colaboradores que falam de assédio, perseguição, pressão, medo, abuso de poder, favoritismo e pessoas que foram tratadas de forma injusta simplesmente por terem entrado em conflito com determinadas chefias ou por terem levantado problemas. E isto não pode continuar a ser tratado como se fossem apenas "queixas de colaboradores". Há casos concretos . Por exemplo, o caso da Maria, da IKEA Food, que, segundo os relatos, viu o seu posto e responsabilidades serem reduzidos. Em vez de sentir apoio, terá sentido cada vez mais pressão e que a culpa era dela., Adirecao, Service Office e People and Culture fizeram pressão e perseguicão. Também existem relatos sobre a pressão exercida por pessoas ligadas ao People & Culture e ao Service Office, fazendo colaboradores sentirem-se mal, culpados e responsáveis pelos problemas que estavam a denunciar. E a Maria não é a única. A Inês, a Carla, a Sandra e muitos outros colaboradores e ex-colaboradores relatam situações que lhes causaram sofrimento e que ainda hoje têm consequências para eles. Há pessoas que foram silenciadas. Há pessoas que deixaram de falar porque perceberam que falar podia trazer problemas. Há pessoas que dizem ter sido pressionadas a assinar cartas de rescisão ou a sair da empresa, porque sentiam que, se não aceitassem, a sua vida dentro da IKEA iria tornar-se impossível. Também existem relatos envolvendo chefias como Bruno Nabias, João Ventura, Ivo, Sergio Botelho e outras pessoas em posições de responsabilidade. Segundo colaboradores e ex-colaboradores, algumas destas chefias terão contribuído para situações de pressão, perseguição e desgaste, com o conhecimento ou apoio de outras estruturas da empresa. Não pode ser sempre o colaborador a ser considerado o problema. Não pode ser sempre a chefia a ser protegida. Não pode ser sempre o colaborador a sair, enquanto quem está no poder continua no mesmo lugar. É preciso ouvir pessoas como Maria, Inês, Carla, Sandra e tantos outros que dizem ter passado por situações semelhantes. E é preciso ouvir essas pessoas sem as colocar frente a frente com as chefias de quem têm medo. A IKEA fala muitas vezes de valores, respeito, igualdade e de criar um bom ambiente de trabalho. Então esses valores também têm de existir quando um colaborador denuncia uma chefia. Não podemos ter uma IKEA bonita por fora e colaboradores com medo por dentro. Também está na altura de questionar o papel de Bárbara Graf, Lélia Pontes, People & Culture, Service Office e das chefias envolvidas nestes casos. Chegou o momento de mudar. Porque ninguém deveria ter medo de ir trabalhar. Ninguém deveria ser perseguido por falar. Ninguém deveria perder responsabilidades por levantar a voz e ter medo de ser sindicalizado, pois a Ikea não deixa os sindicatos entrarem.

Em curso
M. L.
17/09/2026

Encomenda não recebida

Exmos. Senhores, Em 09/09/2026 e 10/09/2026 (o meu marido) encomendámos vários produtos personalizados e efetuei de imediato o pagamento. Conforme indicação do fornecedor, a entrega seria efetuada até 2/3 dias após pagamento. Contudo, até à presente data, a mesma ainda não foi concretizada. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços por email e telefone e não obtive qualquer resposta por parte da equipa Personalize. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito a rescisão do contrato celebrado e o reembolso do valor total da encomenda, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos. Marlene Lucas

Em curso

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