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- Número de reclamações*
- 113
- Reclamações resolvidas*
- 86%
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- Sem resposta
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Reclamações recentes
IKEA Customer Relations: Dois pesos e duas medidas, chefias protegidas e colaboradores desrespeitado
A IKEA Alfragide no departamento de Customer Relations é uma vergonha. Aquilo parece um grupo fechado que se protege a si próprio, onde muita coisa se esconde, se abafa e as chefias se protegem umas às outras, com a ajuda da chefe de People & Culture, Lélia. Depois, quem acaba por sofrer são os colaboradores, que são tratados como se não tivessem direitos nem voz. Vejam os grupos whatsapp de Teams que existem entre chefias e as mensagens que por lá circulam sobre os colaboradores. Há mensagens em que se fala mal das pessoas, rebaixam quem trabalha e se fazem comentários que mostram bem o respeito que certas chefias têm por quem está no terreno. E depois, quando alguém fala, parece que ninguém sabe de nada e que está tudo bem. Também há situações relacionadas com a Team Leader caixas e afins de relações com colaboradores, incluindo o ex colaborador Brain, que é casado, e o EX CHEFE SEGURANCA Ricardo e muitos mais. Teams leader e chefias e departamento com comportamentos durante o horário de trabalho que merecem ser esclarecidos, uso telemoveis pessoais, mensagens que devem ser tidas em conta como para o ex seguranca na hora de trabalho, etc. Depois, as chefias de caixas e outras chefias sabem ou ouvem falar destas situações e fica a sensação de que tudo é abafado e de que há sempre alguém a proteger alguém, com People & Culture pelo meio. E os Frontliners e as chefias que deviam dar o exemplo? Há situações de pausas atrás de pausas, frontliners sentados na sala junto às caixas a conversar sobre assuntos pessoais e até a ver futebol, enquanto há trabalho para fazer. Mas aos colaboradores comuns exigem tudo, controlam tudo e tratam-nos mal quando alguma coisa não lhes agrada. Para uns parece haver regras e para outros parece que vale tudo. Afinal, para que servem tantas chefias e tantos Frontliners se nem sempre dão o exemplo, se há falta de organização e se os colaboradores continuam a ser os mais prejudicados? Está na altura de a IKEA olhar bem para o que se passa neste departamento e perceber se faz sentido ter tantas pessoas em cargos de chefia e tantas funções de Frontliner, quando é preciso melhorar a organização, a produtividade e a forma como as pessoas são tratadas. Não é normal que quem trabalha tenha de cumprir regras enquanto quem devia dar o exemplo parece estar acima delas. Não é normal que os colaboradores se sintam desrespeitados e que os problemas nunca tenham consequências. E muito menos é normal que se crie um ambiente em que as pessoas tenham medo de falar porque acham que as chefias se protegem umas às outras. A IKEA fala de valores, respeito e espírito de equipa, mas esses valores têm de existir na prática e não apenas nos cartazes. Está na altura de acabar com os favoritismos, com os silêncios e com esta sensação de que há pessoas intocáveis. Os colaboradores merecem respeito, as regras têm de ser iguais para todos e está na altura de rever seriamente o número de chefias e de Frontliners neste departamento. Porque ter cargos não faz de ninguém um bom líder, e quem não dá o exemplo não devia exigir aos outros aquilo que não faz.
Capas de sofá por entregar, sem previsão nem canal de contacto escrito
A 17/08/2026 encomendei à IKEA um sofá e respetivas capas (910 €, acrescidos de 59 € de serviços), com entrega acordada para 29/09/2026. Nessa data foi entregue apenas a estrutura. As capas não vieram e não recebi qualquer aviso prévio. Nos vários contactos com o apoio ao cliente, primeiro não me souberam explicar o sucedido, depois informaram-me de que as capas estavam retidas na alfândega, sem previsão. A solução proposta foi eu comprar capas novas e devolvê-las quando as originais chegassem, adiantando mais dinheiro por uma falha que não me é imputável. Fui também informado de que as vantagens IKEA Family desta compra só serão atribuídas após a conclusão da entrega. Por não existir qualquer canal escrito de contacto direto, já apresentei reclamações no Livro de Reclamações Eletrónico (a primeira a 07/10/2026), no livro físico e no livro interno. A 26/10/2026 a IKEA informou-me por SMS de que continua sem previsão de chegada das capas e de que posso optar pela troca. Respondi por escrito a aceitar a troca (através dos canais de comunicação disponíveis - livros de reclamação, nunca me forneceram nenhum email!), nas condições indicadas abaixo. Mais de dois meses após a compra, continuo sem poder utilizar o sofá. Solução pretendida: 1. Substituição definitiva das capas por capas ao nosso gosto, sem custos adicionais (incluindo diferença de preço e entrega), com data de entrega confirmada por escrito; 2. Recolha e reembolso (ou troca) dos pousa-cabeças, que deixam de condizer com o sofá, sem custos; 3. Compensação pelo período sem poder utilizar o sofá, sob a forma de vale IKEA no minimo de 150 €; 4. Atribuição imediata das vantagens IKEA Family associadas a esta compra.
Ma conduta chefias
Existem denúncias graves sobre a gestão da IKEA Portugal, sobretudo nas lojas de Alfragide, Loures e Matosinhos, relacionadas com alegado assédio moral, intimidação, discriminação, favoritismo, conflitos de interesses e falta de transparência. Os colaboradores denunciam um ambiente de medo, no qual as relações pessoais parecem prevalecer sobre o mérito, enquanto as queixas são alegadamente desvalorizadas e quem denuncia teme sofrer represálias. São levantadas questões sobre a atuação de responsáveis como Barbara Graf, Lélia e Elsa, bem como sobre as alegadas falhas de acompanhamento por parte de Pessoas e Cultura. Também são mencionados Cláudio Valente, Paulo Carpinteiro, Paulo da Segurança IKEA, Ivo, Sérgio, Helena e João Ventura, entre outros, relativamente a comportamentos e situações que os denunciantes consideram dever ser investigados. No caso de João Ventura, são apresentadas alegações de assédio e de comportamentos agressivos e impositivos. Na área das Caixas, são denunciados alegados envolvimentos pessoais, favorecimentos, falta de imparcialidade e mentiras sobre colaboradores. As responsáveis desta área deveriam sentir vergonha se estas práticas se confirmarem e refletir sobre a responsabilidade que têm enquanto líderes. É inaceitável que relações pessoais, amizades ou interesses particulares possam interferir nas decisões profissionais ou servir para prejudicar a reputação de colegas. As chefias devem dar o exemplo, agir com honestidade e garantir igualdade de tratamento, em vez de alimentar conflitos ou proteger determinadas pessoas. Na Logística, são mencionados Bruno Dias, Estrela, Sandra e Rui, relativamente a críticas sobre comportamentos de liderança e gestão das equipas. Na área de Vendas, são questionados o desempenho e a atuação de José Martins e Joana Amorim. São ainda referidos Carla Pires, Miguel Andrade e Narciso, entre outros responsáveis e colaboradores, cujas condutas são objeto de críticas nas denúncias apresentadas. O texto aponta igualmente preocupações sobre a atuação da delegada sindical Helena, nomeadamente quanto à sua alegada proximidade com Barbara Graf, e sobre as dificuldades de contacto com organizações sindicais como o CESP e o SITESE. Estas questões exigem esclarecimentos, de modo a garantir uma representação sindical independente e a defesa efetiva dos direitos dos trabalhadores. São também relatadas situações envolvendo Maria Tavares e Inès, na loja de Alfragide. Segundo as alegações, Barbara Graf, Lélia e Elsa, do S.O., terão exercido pressão psicológica sobre Maria Tavares relativamente a uma alteração para uma categoria profissional inferior e contribuído para prejudicar a sua imagem. Ivo e Sérgio são igualmente mencionados nas críticas à forma como a situação terá sido tratada. A responsabilidade pela resolução destes problemas é atribuída também à estrutura de gestão da empresa, incluindo Jesper Brodin, e existe a expectativa de que o novo CEO, Juvencio, promova uma análise independente e medidas concretas. As denúncias descrevem uma cultura organizacional em que o alegado abuso de poder, o favoritismo, a intimidação e a proteção entre responsáveis comprometem a confiança dos colaboradores. São ainda levantadas dúvidas sobre a utilização de informações pessoais, a imparcialidade das investigações internas e a alegada falta de proteção de quem apresenta queixas. Os cargos de chefia não podem servir de escudo contra a responsabilização, e as relações pessoais não devem determinar promoções, oportunidades ou o tratamento dado aos trabalhadores. Os colaboradores merecem uma empresa onde o mérito prevaleça sobre o favoritismo, a liderança substitua a intimidação e a verdade seja apurada em vez de ocultada. Respeito, igualdade e bem-estar devem ser princípios praticados diariamente, e não apenas valores apresentados publicamente.
IKEA A VERDDAE
A IKEA NUNCA VAI ADMITIR .A administração da IKEA Portugal permite e contribui para a manutenção de um ambiente de trabalho autoritário, marcado por abusos de poder, intimidação, assédio moral, discriminação, favoritismo e falta de transparência. Em vez de proteger os colaboradores e garantir o cumprimento dos valores da empresa, a administração permite que determinadas chefias atuem através de ameaças, pressões psicológicas e comportamentos agressivos, criando um clima de medo e insegurança. Os managers, chefes de secção e team leaders CUSTOMER RELATION,LOGISTICA beneficiam de proteção e favorecimento, enquanto muitos colaboradores são prejudicados, silenciados ou tratados de forma desigual. As promoções e as oportunidades de crescimento são influenciadas por amizades, relações familiares e pessoais, criando conflitos de interesses e impedindo decisões imparciais. Na IKEA, o mérito e a competência deixam de ser os únicos critérios de progressão, dando lugar a relações pessoais que favorecem determinados grupos e perpetuam as injustiças. Os responsáveis de Pessoas e Cultura e as direções permitem que estas situações continuem, ignorando queixas, protegendo determinadas chefias e não tomando medidas eficazes perante os problemas denunciados. São também levantadas graves preocupações relativamente à utilização de informações sobre os colaboradores, à vigilância e à partilha de dados para intimidar trabalhadores, prejudicar a sua imagem e procurar responsabilizá-los pelos problemas existentes. Neste contexto, são mencionados Cláudio Valente e Paulo Carpinteiro, bem como responsáveis pela segurança, cuja atuação deve ser devidamente esclarecida. Na loja de Alfragide, os problemas estendem-se às áreas de IKEA Food, restaurante, caixas, Relação com o Cliente, logística e vendas. Ivo, responsável de IKEA Food, e Sérgio, responsável do restaurante, são apontados em denúncias de assédio, maus-tratos e racismo. Helena, delegada sindical, é criticada pela alegada falta de defesa dos colaboradores. José Martins e Joana Amorim são mencionados relativamente a problemas de liderança na área de vendas, enquanto João Ventura, Business Manager, é alvo de alegações de assédio a colaboradoras e de comportamentos agressivos e autoritários. São ainda referidos Carla Pires, Miguel Andrade, Bruno Dias e Narciso, entre outros, relativamente a condutas consideradas preocupantes. Lélia, responsável de Pessoas e Cultura, Bárbara Graf, diretora, e Elsa, do S.O., são mencionadas no contexto das denúncias relacionadas com o tratamento de situações que terão prejudicado colaboradores, incluindo os casos de Maria Tavares e Inès, em Alfragide. Segundo o relato, Maria Tavares foi submetida a pressão psicológica para aceitar uma mudança para uma categoria profissional inferior, tendo também sido prejudicada na sua imagem, sem que os responsáveis apontados tenham sido devidamente responsabilizados. A administração e as direções permitem ainda a existência de conflitos de interesses em diferentes departamentos, onde familiares, casais, amigos e pessoas com relações pessoais trabalham na mesma loja e podem influenciar decisões profissionais. Nas caixas, na Relação com o Cliente, na logística e nas vendas, são denunciadas promoções pouco transparentes, tratamento preferencial, falta de profissionalismo e obstáculos à mobilidade interna dos colaboradores. As chefias que deveriam dar o exemplo são acusadas de não separar as relações pessoais das responsabilidades profissionais, enquanto os trabalhadores que não pertencem aos grupos favorecidos enfrentam desigualdade de tratamento e falta de oportunidades. A situação não se limita a Alfragide, abrangendo também as lojas de Loures e Matosinhos, onde, segundo as denúncias, os problemas foram comunicados sem que tenham sido implementadas soluções eficazes. A administração permite que estas situações se prolonguem ao não garantir investigações independentes, transparência nas decisões e proteção efetiva dos trabalhadores. Em vez de resolver os problemas e responsabilizar quem comete abusos, a empresa é acusada de desvalorizar as queixas, proteger determinadas chefias e criar uma imagem negativa dos colaboradores que denunciam irregularidades. A atuação dos sindicatos também levanta preocupações, devido às dificuldades relatadas na divulgação de informação e no apoio aos trabalhadores dentro das lojas. Este ambiente contribui para o desgaste físico e psicológico dos colaboradores, o absentismo, a elevada rotatividade, as saídas de trabalhadores e o descontentamento generalizado. Jesper Brodin, enquanto líder do Grupo Ingka no período a que se referem estas críticas, é responsabilizado pelo denunciante por não ter promovido uma resposta considerada adequada aos problemas relatados. Existe agora a esperança de que Juvencio Maeztu assuma uma posição firme, investigue estas situações e promova mudanças reais na IKEA Portugal. A administração não pode continuar a permitir que os valores da empresa sejam utilizados apenas como imagem pública, enquanto os trabalhadores denunciam assédio, discriminação, favoritismo e abusos de poder. É necessário acabar com a proteção de chefias, investigar todas as denúncias com imparcialidade, responsabilizar os envolvidos quando os factos forem comprovados e garantir que nenhum colaborador seja intimidado ou prejudicado por falar. A IKEA deve assegurar igualdade de oportunidades, transparência nas promoções, respeito pela privacidade e proteção contra qualquer forma de retaliação. Nenhuma chefia deve estar acima das regras, nenhuma denúncia grave deve ser ignorada e nenhum trabalhador deve ter medo de exercer os seus direitos. A administração tem a responsabilidade de agir, corrigir estas práticas e garantir que a IKEA Portugal seja verdadeiramente um local de trabalho digno, justo e seguro para todos os colaboradores, e não apenas para os grupos que beneficiam de proteção e influência interna
Encomenda Não recebida- por 3 vezes!
No passado dia 14/9 efetuei uma compra na loja Ikeia online e agendei de imediato a sua entrega via transportadora ( Pantoja) para dia 18/9- entre as 14 e 18h. Não entregaram, e pelas 18h22 recebi um SMS a informar que devido a um "imprevisto" não tinha sido possível efetuar a entrega, para aguardar contacto para reagendamento. 6 dias depois, a 24/9 recebo uma mensagem da Ikeia a informar que "por questões logísticas" a encomenda tinha sido reagendada para dia 1/10, 14h-18h. Voltei a aguardar a tarde toda em casa à espera da mesma e voltaram a falhar a entrega, desta vez sem qualquer aviso prévio ou posterior! No dia seguinte contactei a Ikeia por telefone, e após quase 30 minutos à espera de ser atendida lá me explicaram que teria havido um "acidente" com a carrinha da entrega.... reagendamos para dia 9/10 das 18-22h e voltei a ter de reorganizar a minha vida pessoal e profissional para poder estar disponível, em casa, nesse horário. Voltaram a não entregar a encomenda, nem enviaram qualquer SMS /mail a justificar ou lamentar.... O contacto com a transportadora não é disponibilizado e o contacto telefónico único para a Ikeia é desesperante porque é sempre demorado. Não há outra forma de falar com alguém , só com a IA, que nos informa o que já sabemos- a entrega não foi efetuada.....Neste momento estou há mais de 20 minutos à espera para falar com um assistente por telefone..... Inaceitável, o que se passou! 3 entregas falhadas, com prejuizo pessoal e profissional por muitas horas em casa à espera. Uma vergonha este tipo de serviço de baixa qualidade e que eu não esperava da Marca IKEIA.
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