Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
D. V.
14/03/2026

Serviço montagem cozinhas

Venho apresentar reclamação formal relativamente às graves falhas verificadas nos serviços de retificação de medidas, montagem e resolução de problemas associados à instalação da minha cozinha IKEA. Temos inclusive um processo em aberto. A retificação de medidas realizada em dezembro foi efetuada de forma incorreta, ignorando o pilar de sustentação superior. Na montagem de 20 de janeiro, estas falhas tornaram-se evidentes: os armários não foram instalados ao nível previsto no projeto atualizado, a equipa apresentou-se apenas com o projeto inicial, recusou-se a instalar os painéis de parede, não realizou os recortes incluídos no serviço premium, a bancada foi mal cortada e montada e os armários inferiores ficaram desnivelados. Além disto, houve danos causados às portas interiores e na parede (pladour). Existem registos fotográficos que comprovam a má execução e a falta de cuidado no transporte das embalagens. Após esta montagem precária, deslocámo-nos repetidamente ao apoio ao cliente. A única solução apresentada foi o reagendamento para 21 de fevereiro, apenas para meio dia, apesar de ser necessária uma intervenção completa. Nova deslocação ao atendimento resultou, novamente, apenas na proposta de mais um reagendamento, sem qualquer sentido de urgência, responsabilidade ou empatia. Ficámos três meses com uma cozinha parcialmente funcional, situação absolutamente inaceitável. Foram efetuados vários contactos telefónicos e visitas presenciais, tendo-nos sido prometido retorno que nunca ocorreu dentro dos prazos indicados, obrigando-nos a procurar constantemente atualizações por iniciativa própria. Perante a sucessão de erros, atrasos, falta de coordenação e ausência de acompanhamento adequado, solicitamos uma compensação proporcional aos transtornos causados, bem como o reembolso parcial ou total dos serviços premium que não foram executados conforme contratado. A experiência ficou muito aquém do padrão de qualidade que o IKEA afirma garantir.

Em curso
M. C.
10/03/2026

Artigos defeituosos

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar outra reclamação relativa a uma situação ocorrida com uma encomenda efetuada junto do IKEA. Após contacto telefónico dia 9 de Março, e reclamação feita por email dia 4 de Março, dia da montagem dos 3 guarda-fatos, e por não querem vir buscar as peças defeituosas que não permitem a montagem de 2 guarda-fatos, resta-me efectuar outra reclamação através desta plataforma. A compra foi feita dia 21/02, a entrega de peças pequenas dia 24/02, a entrega de peças grandes dia 27/02, a montagem marcada para dia 2 de Março que foi alterada para dia 4 porque a transportadora reparou logo que uma peça enorme de um guarda-fato vinha partida. Desde a aquisição até agora, e devido à falta que fazem os guarda-fatos aqui em casa, esta situação já causou imenso transtorno, tendo já acusado o IKEA de incompetência no email enviado dia 4 de Março, devido ao facto de o IKEA querer imputar-me a responsabilidade total, não assumindo a responsabilidade que o IKEA tem a 100% neste assunto. Após a entrega da encomenda numero 1584576032, verificou-se que algumas das peças se encontravam danificadas. A situação foi comunicada ao IKEA imediatamente, tendo sido solicitado que procedessem à recolha das peças defeituosas e respectiva substituição. Contudo, até ao momento, fui informada ontem, dia 9 de Março, de que o IKEA se recusa a efetuar a recolha das peças danificadas, situação que considero inaceitável, uma vez que os produtos foram entregues em condições não conformes. De acordo com a legislação aplicável, decreto-lei n.º 84/2021, quando um produto apresenta defeito ou não corresponde ao contratado, cabe ao vendedor assegurar a resolução da situação sem encargos para o consumidor, incluindo a recolha do produto defeituoso quando necessário e respectiva substituição. Convém que o IKEA leia o respectivo decreto-lei, pois o que informou e que tentou imputar a responsabilidade ao cliente, inclusive de transportar os artigos para Lisboa, não se encontra no âmbito do respectivo decreto-lei. A aquisição dos 3 guarda-fatos foi efetuada com entrega e montagem. Assim, solicito que o IKEA proceda à recolha das peças danificadas com a maior brevidade possível e proceda à respectiva substituição, entrega e montagem. Este prazo de substituição, entrega e montagem não pode, de forma alguma, causar grave inconveniente para o cliente (art. 18.º nº1 c)). Aguardo uma resposta célere e a resolução deste assunto, devido à urgência que os guarda-fatos representam para efeitos de arrumação. Em anexo submeto a factura, confirmação de encomenda e email de dia 4 de Março com as fotografias das peças defeituosas, Cumprimentos, MC As referências dos artigos e número de peças defeituosas são, 1 peça 305.215.41 2 peças 804.582.07 2 peças 702.779.57 1 peça 702.576.38 1 peça 904.582.21 1 peça 302.779.59 4 peças 702.779.81 2 peça 604.582.08 2 peças 904.730.14 2 peças 102.779.84 1 peça 702.463.48 1 peça 602.576.48 As fotografias das peças danificadas encontram-se no email de dia 4 de Março e a pedido do IKEA.

Em curso
P. V.
05/03/2026

Queixa sobre relações pessoais e conflitos de interesse dentro da loja

Queixa sobre relações pessoais e conflitos de interesse dentro da loja Apresenta-se esta queixa porque existem várias situações dentro da loja que estão a gerar grande preocupação entre os colaboradores e que levantam sérios problemas éticos. Existem várias relações pessoais entre chefias e colaboradores que trabalham na mesma loja e em áreas que dependem diretamente umas das outras. Há casos entre responsáveis de departamentos como BAC e Logística, bem como entre Transportes e TNB. Quando chefias mantêm relações pessoais e continuam a trabalhar em funções que influenciam decisões umas das outras, cria-se um claro conflito de interesses. Alguns colaboradores referem situações em que decisões de trabalho acabam por beneficiar diretamente pessoas com quem essas chefias têm relações, incluindo casos em que materiais ou processos passam por familiares ou parceiros que trabalham na mesma estrutura. Por exemplo, quando há entregas de material ou decisões operacionais que acabam por envolver marido ou mulher que trabalham dentro da mesma área. Isto levanta sérias dúvidas sobre ética, imparcialidade e cumprimento das regras de conduta dentro da empresa. Na área de Caixas também existem situações muito comentadas pelos colaboradores. Alguns Team Leaders terão subido de posição não por mérito ou capacidade, mas por amizades e envolvimentos pessoais com outros colaboradores e até com chefias. Isto cria um ambiente de injustiça e desconfiança dentro das equipas. Também são conhecidas situações de envolvimento pessoal entre uma Team Leader de Caixas e elementos da segurança. Estes comportamentos tornaram-se assunto dentro da loja e chegaram mesmo a circular fotografias entre colaboradores de uma situação em que essa Team Leader se encontrava de baixa médica há algum tempo e foi vista a sair e a conviver com um elemento da segurança. Tudo isto cria um ambiente pouco profissional, levanta dúvidas sérias sobre a conduta de algumas chefias e contribui para um clima de desconfiança entre os trabalhadores. Quando relações pessoais influenciam decisões de trabalho, promoções ou processos internos, deixa de existir igualdade e transparência. Por estes motivos, estas situações devem ser analisadas com urgência e seriedade, porque afetam diretamente o ambiente de trabalho, a confiança nas chefias e o respeito pelas regras básicas de ética dentro da empresa.

Em curso
M. C.
03/03/2026

Peças de Guarda vestidos em falta

Exmos. Senhores, Venho reiterar a minha reclamação relativamente à compra efetuada na loja IKEA de Matosinhos, em 22/11/2024, que incluiu, entre outros artigos, um roupeiro BRIMNES de 3 portas, com entrega ao domicílio em Esmoriz realizada em 04/12/2024, através de transportadora contratada pelo próprio IKEA. O serviço de transporte foi solicitado e pago aquando da compra. Por motivos relacionados com obras na minha habitação, apenas recentemente procedi à montagem do referido roupeiro, tendo então verificado que o mesmo se encontra incompleto, faltando uma das caixas com componentes essenciais. O móvel encontra-se, por esse motivo, inutilizável. Após contacto com o Apoio ao Cliente nos dias 2 e 3 de janeiro de 2026, foi-me comunicado que o IKEA não assume responsabilidade por ter decorrido mais de 48 horas após a entrega. Não posso concordar com essa posição, pelos seguintes motivos: Está em causa uma entrega incompleta, e não um dano resultante de utilização; A entrega foi efetuada por transportadora contratada pelo IKEA, sendo a responsabilidade da correta entrega imputável ao vendedor; O volume elevado da encomenda impossibilita a verificação exaustiva do conteúdo interno de todas as embalagens no momento da receção; Nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor, o vendedor é responsável pela conformidade dos bens entregues. Assim, solicito formalmente: A entrega, sem quaisquer custos adicionais, da caixa em falta com os componentes do roupeiro BRIMNES; ou, caso tal não seja possível, A apresentação de solução alternativa que permita a conclusão e utilização do móvel. Informo que já apresentei reclamações no Livro de Reclamações, aguardando igualmente apreciação pelas entidades competentes. No entanto, as respostas dadas pelo IKEA são sempre iguais. Aguardo resposta escrita, fundamentada e célere, com indicação clara da solução proposta. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
C. V.
26/02/2026

favorecimentos

Queixas sobre a IKEA em Portugal: Bac, Logística e Chefias Autoritárias Vários colaboradores da IKEA em Portugal denunciam um ambiente de trabalho tóxico, especialmente nas áreas de Bac (Back Office) e Logística. As principais queixas incluem assédio moral, promoções injustas, grupos fechados e falta de apoio. 1. Chefias Autoritárias e Favorecimento: Nas áreas de Bac e Logística, as chefias são acusadas de liderar de maneira autoritária e desrespeitosa, com pressão constante. Muitas promoções e privilégios são dados com base em amizades pessoais e pertencimento a grupos fechados, criando um ambiente de exclusão e injustiça para os que não fazem parte desses grupos. Promoções por amizade: As promoções não são feitas com base em mérito, mas sim por quem tem laços pessoais com as chefias. Assédio e humilhação: Colaboradores relatam ser humilhados publicamente, pressionados para cumprir metas difíceis e ameaçados com represálias. 2. Assédio Moral e Maus-Tratos: Em Bac e Logística, muitos colaboradores denunciam assédio moral e pressão psicológica. Além disso, há sobrecarregamento físico, com longas jornadas e falta de pausas. Falta de apoio: Quando tentam denunciar abusos, os colaboradores frequentemente não recebem ajuda das chefias e são ignorados ou retaliados. Saúde prejudicada: As condições de trabalho afetam tanto a saúde mental quanto física dos colaboradores. 3. Falta de Ação da Responsável de People and Culture: A responsável pela área de People and Culture, Lélia, é acusada de não intervir nas questões de assédio e favorecimento. Em vez de resolver os problemas, ela é vista como facilitadora da cultura de grupos fechados e abuso. 4. Ausência de Apoio Sindical: Em Portugal, nenhum sindicato atua nas lojas IKEA, o que deixa os colaboradores desprotegidos e sem suporte para enfrentar os problemas que surgem no local de trabalho. Conclusão: As queixas indicam um ambiente de trabalho tóxico na IKEA em Portugal, com assédio moral, injustiça nas promoções, grupos fechados e falta de apoio. A falta de ação da responsável de People and Culture e a ausência de sindicatos tornam ainda mais difícil para os colaboradores defenderem seus direitos e melhorar suas condições de trabalho. Esse resumo abrange todas as queixas de maneira mais concisa. Se precisar de mais detalhes ou ajustes, estou à disposição!

Em curso
B. T.
13/02/2026

ikea e segurancas

É de conhecimento de muitos que a IKEA tem enfrentado sérios problemas internos relacionados à gestão de segurança, com a saída de vários chefes de segurança da empresa, que foram forçados a assinar acordos de sigilo. Esses acordos visam impedir que práticas prejudiciais à imagem da companhia sejam expostas. Entre as alegações que circulam, destacam-se desvios financeiros, faturação irregular e coercitividade de colaboradores, que foram forçados a assinar cartas de rescisão em condições que colocaram em risco seus direitos trabalhistas. Além disso, denúncias de assédio e manipulação de processos de ascensão na hierarquia da empresa têm sido levantadas. Fontes internas indicam que existem relatos de pessoas sendo pressionadas para participar de jogos de poder, onde a integridade e a ética no trabalho foram comprometidas. Estes casos incluem ainda comportamentos questionáveis de vários gestores, como o envolvimento de chefias com colaboradores da Prosegur, como é o caso de Carla Pires e Melissa. Há até mesmo indícios de que, em algumas situações, determinadas chefias receberam atestados médicos para se ausentarem do trabalho enquanto desfrutavam de condições confortáveis, distantes das responsabilidades da empresa. Embora a IKEA continue a negar essas acusações, existem provas substanciais, como fotos e mensagens, que demonstram a má conduta de algumas das pessoas envolvidas. O mais alarmante é que, em vez de tomar providências e investigar as denúncias, a IKEA tem agido para culpar os colaboradores que se sentem coagidos a permanecer no silêncio, ao mesmo tempo em que nega qualquer tipo de irregularidade

Encerrada
C. T.
08/02/2026

Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA

Assunto: Reclamação – práticas abusivas nas caixas self-service do IKEA Venho por este meio apresentar reclamação relativamente às práticas adotadas pelo IKEA no que respeita à utilização exclusiva de caixas self-service e ao tratamento dado aos clientes. Atualmente, o IKEA não disponibiliza caixas com operadores, sendo os clientes obrigados a utilizar exclusivamente caixas self-service, sem qualquer alternativa. Esta situação obriga o cliente a desempenhar funções que normalmente competem a um operador de caixa, sem qualquer contrato, formação ou enquadramento legal, o que levanta dúvidas quanto à legalidade desta prática. A generalização das caixas self-service permite ao IKEA reduzir custos com recursos humanos, transferindo essa responsabilidade para o cliente, que executa o trabalho de forma gratuita. Paralelamente, a empresa promove campanhas institucionais de imagem positiva, contrastando com a experiência real vivida pelos clientes nas lojas. Esta situação tem causado constrangimentos significativos. No IKEA de Loures, fui alvo de um episódio particularmente grave. Solicitei apoio a uma operadora, que se recusou a prestar assistência, referindo que existiam orientações internas que impediam o registo de artigos pelos funcionários. Saliento que não tenho obrigação de saber operar estes equipamentos nem de ser sujeito a esse tipo de imposição. O controlo exercido sobre os clientes nas caixas self-service é excessivo, com pressão constante por parte dos operadores e da segurança, falta de espaço para acomodar os artigos e falhas frequentes do sistema. No meu caso, a máquina apresentou um erro e ficou inoperacional durante vários minutos. Quando a operadora se dirigiu à caixa, adotou uma atitude inadequada, limitando-se a reiniciar o sistema e solicitando que repetisse todo o processo. Após concluir o registo e tentar sair da loja, fui interpelado pelo segurança e impedido de prosseguir, sem explicações claras. A fatura foi retirada para verificação, situação que considero abusiva. Foi identificado que um artigo não constava na fatura, facto que resultou de uma falha do sistema. Apesar de tal ter sido explicado, fui mantido no local. Posteriormente, ao tentar registar o artigo, o próprio sistema voltou a apresentar erro, confirmando que a situação não foi causada por ação minha. Considero que estas práticas colocam o cliente numa posição injusta, sujeitando-o a vigilância excessiva, constrangimentos e suspeição indevida, sem que exista alternativa às caixas self-service. Estas situações afetam negativamente os direitos do consumidor e merecem análise pelas entidades competentes. Solicito a intervenção da DECO para avaliação desta situação e eventual encaminhamento para as autoridades responsáveis

Encerrada
C. C.
08/02/2026

ma para e trabalhar

A minha experincis na Ikea foi muito diferente da Imagem positiva que é passad para o exterior. Apesar de se apresentarem como uma empresa moderna e com bons valores, internamente a realidade é outra. Ao longo do tempo existiram e continuam a existir situações reportadas por colaboradores e chefias , mas as queixas para a Ikea nunca são levadas a sério. Em vez da Ikea atuar e mudar as direcoes, chefias de departamento, secao e teams leaders e fazer uma “limpeza geral “ no Service Office , o que a Ikea faz é quem fala acaba por ser mal visto, desmente tudo e até tem colaboradores e chefias que defendem cegamente a Ikea devido a estarem a ser beneficiados , o que cria um ambiente de medo e desconfiança entre colegas e chefias. Comportamentos pouco profissionais por parte de algumas chefias e teams leaders, que não condizem com o cargo que ocupam nem com o código de conduta que a própria empresa diz defender. Comportamentos de envolvimentos em que muitos eram casados, andarem a meter-se com promotoras, seguranças prosegur, etc estes comportmanetos criam obviamente um ambiente pouco saudável e desconfortável. O recrutamento interno levantam muitas duviads , abrem as vagas mas a pessoa já está escolhida para o cargo geralmente é uma amiga ou familiar de uma chefia, o que mostra ser um processo nada transparente e desmotivador. O departamento de people and culture que deveria apoiar e proteger os colaboradores , não cumpre esse papel. A responsável que está lá há algum tempo não é competente, tem grupos de amizades e não é profissional pois não trabalha de modo imparcial e tem tratamentos diferentes para quem gosta ou não gosta e isso é muito visível. A Ikea investe na Imagem externa mas internamente é um terror.

Encerrada
S. R.
07/02/2026

Pedido de mediação – Incumprimento serviço de montagem de cozinha IKEA

Exmos. Senhores, Venho solicitar a mediação da DECO Proteste relativamente ao incumprimento reiterado do serviço de montagem da minha cozinha, associado à encomenda n.º 1554411351 da IKEA Portugal. Resumo da situação: 29.08.2025 – Visita do técnico de medidas e ajustes necessários; 18.10.2025 – Plano definitivo da cozinha; 19.10.2025 – Pagamento integral da cozinha e serviço de montagem (≈ 540€); 08.12.2025 – Primeira data de montagem falhada, sem qualquer aviso prévio. Só após contacto foi informado que a parceria com a equipa externa terminou, facto que já era do conhecimento da IKEA; 30.12.2025 e 16.01.2026 – Novas datas de montagem falhadas, novamente sem aviso; 30.01.2026 – Data não realizada devido ao fenómeno meteorológico Kristin, situação compreensível. Todas as restantes falhas são exclusivamente da responsabilidade da IKEA. Sou parte de uma família com filhos e estou sem cozinha funcional há vários meses, apesar de ter cumprido integralmente todas as obrigações contratuais. A situação é inadmissível e insustentável. Solicito: A resolução imediata e definitiva da montagem da cozinha; Explicações formais sobre os sucessivos incumprimentos; Compensação pelos prejuízos causados, incluindo atraso prolongado, transtornos familiares e pagamento de serviço não prestado.

Em curso
M. G.
05/02/2026

ikea má direcao

Sou colaboradora da Ikea de Loulé há 4 anos e uns meses, até há 1 ano atrás gostava de trabalhar na Ikea , mas atualmente procuro outro trabalho, somos deixadas na caixa a fazer tudo, querem que se controle o cliente, ajude mias que 1 cliente ao mesmo tempo, estejamos sempre disponíveis e depois não temos segurança no nosso trabalho, passamos horas de pé sem qualquer preocupação com a nossa saúde e tem front liner incompetentes que subiram por cunhas e uns por andam envolvidos uns com os outros e uma chefias intragável. O departamento de RH sõ quer passar boa imagem e não quer saber dos colaboradores. O que falam sobre o Ikea é verdade mude as direcoes e chefias nas lojas.

Encerrada

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