Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. C.
13/06/2026

ma direcao

O pior de tudo é o exemplo dado O pior de tudo é o exemplo dado por algumas chefias. A empresa exige ética, respeito, profissionalismo e cumprimento do código de conduta, mas muitos colaboradores sentem que essas regras nem sempre são aplicadas da mesma forma para todos. Há situações que há anos são comentadas dentro da loja e que nunca foram devidamente esclarecidas. Quando existem dúvidas sobre comportamentos, relações pessoais ou possíveis conflitos de interesse envolvendo pessoas com cargos de responsabilidade, o mínimo que se espera é transparência. Quando isso não acontece, a confiança dos colaboradores fica completamente abalada. O problema não é apenas o que acontece, mas a forma como tudo é tratado. Em vez de haver clareza e respostas, a sensação é que se tenta sempre minimizar os problemas, negar situações incómodas e proteger determinadas pessoas. Isso cria a ideia de que existem dois pesos e duas transparência, imparcialidade e responsabilidade, muitos colaboradores sentem que se tenta esconder aquilo que devia ser analisado e corrigido. E enquanto isso acontecer, será difícil recuperar a confiança de quem trabalha diariamente na loja,medidas dentro da empresa. Muitos colaboradores sentem também que existe uma preocupação excessiva em controlar aquilo que é dito sobre a loja. Sempre que surgem críticas, aparecem rapidamente vozes a defender a empresa e a contrariar qualquer versão menos positiva, enquanto os problemas que deram origem às críticas continuam sem solução. O resultado é um ambiente onde a transparência fica em segundo plano e onde muitos colaboradores deixam de acreditar que todos são tratados da mesma forma Existem vários casais a trabalhar na mesma loja e até nos mesmos departamentos, como Logística, Customer Relations, ComIn e Vendas e também casais entre a Ikea e Tnb.Esta situação gera muitas dúvidas entre os trabalhadores porque pode criar conflitos de interesse, favoritismos e falta de igualdade no tratamento das equipas. Situacoes graves como o antigo chefe de segurança Ricardo que andou envolvido com vários elementos da prosegur e com várias chefias da Ikea e as chefias que deviam dar o bom exemplo andavam com um homem casado, que não cumpria o dever de separar trabalho e relações pessoais. Várias chefias e teams leader quebraram a confiança da Ikea, não só porque na hora de serviço andavam a namoriscar com o chefe de segurança da Prosegur, vários SMS provam como não era profissionais aos ter estes comportamentos, a Ikea que investigue. Muitos colaboradores acreditam que existe um controlo muito apertado sobre aquilo que é dito ou publicado acerca da empresa. Sempre que surgem críticas, aparecem rapidamente pessoas ligadas à estrutura interna para defender a organização, desmentir relatos e apresentar uma versão mais favorável da realidade. O resultado é que os problemas continuam sem ser resolvidom Ikea Fodd , logistica e Customer relation

Em curso
J. O.
12/06/2026

Erro de projeto em cozinha IKEA e incumprimento contratual

No dia 02/05/2026, adquiri uma cozinha planeada pelo IKEA (já paga e montada). A produção e instalação das bancadas em pedra foi adjudicada ao parceiro do IKEA - Belgrani. Durante a medição técnica, a Belgrani detetou um erro grave de planificação do IKEA na secção 2 (península de 130x63cm para refeições): o suporte desenhado pelo IKEA (3 pernas de aço) é inviável por motivos de segurança. A secção 1 será instalada a 30/06/2026, mas a secção 2 está pendente devido a esta falha. A cozinha foi comprada sob a premissa fundamental de ter esta zona de refeições; sem ela, o espaço físico da cozinha não comporta uma mesa normal. Se esta inviabilidade técnica me tivesse sido comunicada no ato do planeamento, nunca teria avançado com a compra e instalação da cozinha nos moldes atuais. Após 3 semanas de insistências, o IKEA admitiu o erro de projeto e assumiu verbalmente que arcaria com os custos de uma nova medição e instalação da secção 2. Contudo, hoje (12/06), apresentou uma "solução" inaceitável: alterar o projeto estrutural, eliminando a península para colocar um móvel de 60x60cm com um tampo suspenso de apenas 30cm, o que desvirtua totalmente a utilidade do espaço pago. Para solucionar o problema técnico, propus tratar de forma autónoma da estrutura de suporte necessária e adquirir a pedra diretamente à Belgrani, exigindo apenas que o IKEA honre a sua palavra e assuma os custos dessa nova medição e instalação. O apoio ao cliente informou-me que depois de falarem superiormente, lhes foi comunicado que o pagamento destes custos diretos foi rejeitado, e recusa-se a resolver um problema que eles criaram, mantendo-me num impasse. Dizem que só pagam se optarmos pela solução inaceitavel que eles proposeram, que não serve as nossas necessidades. Face ao exposto, exijo que o IKEA formalize por escrito o compromisso de assumir os custos da nova medição e instalação da secção 2, viabilizando a solução inicialmente proposta e já paga para mitigar o erro exclusivo do IKEA.

Em curso
V. A.
10/06/2026

Montagem não realizada no prazo acordado

Exmos. Senhores, No dia 1 de abril adquiri uma cozinha IKEA, tendo ficado agendada a entrega para o dia 13 de maio e a respetiva montagem para o dia 15 de maio. Contudo, a entrega não foi efetuada na data e hora previstas. Após contacto com o apoio ao cliente, fui informada de que ocorreu um erro na instrução do processo por parte da IKEA. Em consequência da não realização da entrega, a marcação da montagem foi automaticamente cancelada. Desde então tenho mantido diversos contactos com o apoio ao cliente, procurando obter uma solução para a situação. Foi-me comunicada uma nova data disponível para montagem apenas a 26 de junho, ou seja, mais de um mês após a data inicialmente acordada. Apesar de me terem garantido que seria efetuado um pedido de antecipação da montagem, tal nunca se concretizou. Estamos já no dia 5 de junho e, sempre que contacto o apoio ao cliente, recebo a mesma informação: que o assunto será encaminhado para os responsáveis e que receberei uma resposta no prazo de 48 a 72 horas. No entanto, essas respostas nunca chegaram. A situação tornou-se incomportável. Até ao momento, a única medida adotada pela IKEA foi a devolução do valor da entrega através de um vale. Relativamente ao atraso na montagem, aos sucessivos incumprimentos e aos transtornos causados, não foi apresentada qualquer compensação nem uma solução concreta. Importa salientar que permanecer sem cozinha durante este período tem provocado enormes constrangimentos e perturbações na rotina familiar, afetando significativamente o nosso dia a dia. Assim, solicito: 1. A marcação da montagem da cozinha para a data mais breve possível; 2. Uma resposta formal e definitiva sobre este processo; 3. A atribuição de uma compensação adequada pelos atrasos, incumprimentos, falta de acompanhamento e prejuízos causados. Aguardo uma resolução urgente desta situação.

Em curso
P. M.
08/06/2026

Entrega de encomenda com atraso

Exmos. Senhores, Em 26-02-2026 adquiri um/uma (BEM ADQUIRIDO), da marca __IKEA___, pelo valor de __7.286,49___euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (PRAZO)09-04-26. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços (20-04-26, 14-05-26, 26-05-26 e 02-06-26) e obtive a resposta de que o bem está para entrega. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido (BEM ADQUIRIDO), sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.

Em curso
L. L.
03/06/2026

Falta de conduta e valores

É impressionante como numa empresa que fala tanto de transparência e ética, muita coisa parece funcionar à base de cunhas e amizades. Há casais a trabalhar na mesma loja, chefias com relações pessoais dentro dos próprios departamentos, conflitos de interesses evidentes… mas ninguém quer ver. Depois falam tanto do código de conduta, mas na prática parece que só existe no papel. Há team leaders do Customer Relations que andaram — e algumas ainda andam — envolvidas com colaboradores, alguns até comprometidos ou casados. Mensagens em horário de trabalho, aproximações ao chefe de segurança, situações que toda a gente comenta mas fazem de conta que não existem. Depois passam a imagem de santas e profissionais exemplares. As subidas para team leader também levantam muitas dúvidas. Quando existe amizade próxima com quem está em People & Culture, a imparcialidade desaparece completamente. Quem devia garantir justiça e profissionalismo acaba por proteger as amigas e fechar os olhos ao resto. E isso destrói a confiança de qualquer equipa. É uma verdadeira vergonha. Fala-se de valores, respeito e igualdade, mas quem ousa denunciar alguma coisa acaba rotulado, criticado e silenciado. Criam narrativas sobre as pessoas, negam tudo e ainda há chefias cuja função parece ser apenas defender a empresa e fingir que está tudo bem. Vejam as mensagens que os colaboradores têm e chefes de segurança. No fim, quem trabalha honestamente sente que esforço e competência valem menos do que amizades, relações pessoais e jogos internos. Só mentem

Em curso
A. C.
28/05/2026

Montagem de cozinha não finalizada

Exmos. Senhores, Em 24/02/26 adquiri uma cozinha, da marca Ikea, pelo valor de 4.523,95 €, 414€ dos quais para o serviço de montagem. Depois da verificação de medidas, ficou marcada a montagem para o dia 25/03/26. Nesse dia, a equipa de montagem constatou que alguns elementos da cozinha tinham ficado danificados durante o transporte e montaram só uma parte da cozinha. As peças danificadas já foram substituídas e entregues, mas a equipa da montagem nunca aparece na data marcada para concluir o serviço. Já vamos em em quatro reagendamentos e há sempre um atraso, um imprevisto ou um acidente. Ou dizem que foi impossível contactar-me, quando não há qualquer registo de chamada no meu telemóvel. Assim sendo, dado que já passaram 3 meses da compra da cozinha, solicito a devoluçãodos dos 414 euros pagos pelo serviço de montagem, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.

Em curso
R. G.
27/05/2026

Tivemos que desmontar metade dos móveis porque faltava uma peça

Encomendei a minha cozinha no IKEA depois de fazer o planeamento online e de ir várias vezes ao Estúdio de Planificação de Aveiro. Quando o projeto ficou ao nosso gosto, pedimos a retificação de medidas e, depois de confirmarmos que vinha tudo conforme a fatura, avançámos para a montagem. O problema é que, já com a estrutura montada e quando se fixou os móveis superiores na calha de suspensão, reparámos que dava para ver o teto: os móveis vinham com suportes para bancada em vez da respetiva tampa superior (porque a estrutura do móvel era uma estrutura inferior em vez de uma estrutura superior). Apesar do erro e do tempo que íamos perder, achámos que a solução mais razoável seria pedirmos apenas o envio das tampas em falta e ficava tudo resolvido. No entanto, o apoio ao cliente disse-nos que era necessário desmontar os 7 móveis superiores, devolvê-los e voltar a montar tudo de novo. Não aceitámos bem esta resposta, claro, porque ia implicar perder dias de trabalho, ter bastante trabalho a desmontar e a montar tudo outra vez, e ainda teríamos o problema de onde guardar os móveis, já que tínhamos deitado as caixas fora. Decidimos então, com o apoio do próprio apoio ao cliente, ir falar diretamente ao Estúdio de Aveiro para ver se haveria uma solução melhor. Mas quando lá chegámos, disseram-nos que o estúdio não trata do pós-venda, por isso só fomos lá gastar gasolina e perder tempo. No final, sempre foi necessário desmontar tudo e estamos agora à espera que venham recolher estes móveis e entregar os novos. Isto está a causar-nos um enorme transtorno: o erro não foi nosso, trabalhamos a tempo inteiro, o nosso tempo é super curto e temos um prazo limite muito apertado. O contrato do apartamento onde estamos a morar acaba no final deste mês, e nessa altura a cozinha nova tem de estar pronta, com o exaustor e o esquentador no sítio.

Em curso
J. D.
17/05/2026

Abuso de Confiança e de Autoridade

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à situação ocorrida na vossa loja, relacionada com as faturas FAC 3671012026/0000202, DEV 3671012026/0000010 e FAC 3670652026/0008910. No decorrer da minha visita à loja, selecionei uma planta que se encontrava etiquetada com o valor de 12€. Posteriormente, fui abordada por funcionários e elementos da segurança que alegaram, de forma totalmente infundada e especulativa, que a etiqueta teria sido trocada por mim ou pelo meu marido. A situação tornou-se extremamente desagradável quando o meu marido foi retido enquanto se dirigia à casa de banho, sem qualquer fundamento legítimo, e eu própria fui chamada e confrontada com acusações graves, sem que tivesse sido apresentada qualquer prova concreta de qualquer comportamento ilícito da nossa parte. Foi ainda alegado que: a planta teria o valor de 42€; posteriormente referiram que, na qualidade de cliente IKEA Family, o valor seria 32€; e que não existiria qualquer planta à venda pelo valor de 12€. Mais grave ainda, um funcionário da área e elementos da segurança chegaram ao ponto de insinuar que teríamos trazido uma etiqueta de casa ou de uma planta anteriormente adquirida para a colocar naquele artigo, acusação essa absurda, ofensiva e completamente desprovida de qualquer fundamento. Face à postura agressiva e acusatória adotada pelos vossos colaboradores, manifestei imediatamente a minha indignação e solicitei a devolução do valor pago, por já não pretender adquirir qualquer artigo naquele contexto humilhante. Informei inclusivamente que poderiam chamar a polícia, por estar absolutamente tranquila quanto à veracidade das minhas declarações e da minha conduta enquanto consumidora. A devolução acabou por ser efetuada, reconhecendo-se implicitamente o meu direito enquanto consumidora relativamente ao artigo exposto com o preço fixado. Contudo, mesmo após essa devolução, o comportamento ofensivo persistiu, tendo o segurança afirmado que “só não chamava a polícia porque seria um processo moroso”, mantendo assim uma atitude intimidatória, desrespeitosa e atentatória da minha dignidade enquanto cliente. Sou cliente do IKEA desde a abertura da loja de Alfragide e, ao longo dos anos, mobiliei integralmente dois apartamentos com produtos IKEA. Sempre tive confiança na marca e nos seus serviços, motivo pelo qual esta situação me deixou profundamente desiludida e revoltada. Considero absolutamente inaceitável: ter sido alvo de acusações sem qualquer prova; ter sido tratada com suspeição e falta de respeito; ter existido abuso de confiança e uma abordagem intimidatória por parte da segurança e colaboradores; e ter sido colocada numa situação pública de constrangimento e humilhação. Solicito, assim: Uma resposta formal relativamente aos factos ocorridos; A averiguação interna da atuação dos colaboradores e da equipa de segurança envolvidos; Um pedido formal de desculpas pelo tratamento de que fui alvo; Garantias de que situações desta natureza não voltarão a ocorrer com outros clientes. Caso contrário, reservo-me ao direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Joana de Sousa

Em curso
C. N.
15/05/2026

Portas de roupeiro com defeito - 4ª vez

Na sequencia do meu processo de reclamação relativo ao roupeiro adquirido no IKEA, venho por este meio mostrar o meu total desagrado com a forma como a situação continua a ser tratada. Hoje voltei a contactar o apoio ao cliente (pela décima vez) , fui atendida por um colaborador de nome Tiago, que, infelizmente, não apresentou qualquer solução cordial, dizendo apenas que tenho que aguardar, ou solicitar a devolução do roupeiro e do dinheiro. Limitou-se também a informar-me de que caso opte por substituir as portas por uma gama superior, terei de suportar o pagamento da diferença do valor. Considero esta resposta inaceitável, tendo em conta todo o histórico da situação e os sucessivos problemas apresentados pelo produto, bem como as várias tentativas de anterior resolução já efetuadas. Em momento algum foi apresentada a solução adequada. Reforço que não se trata de uma mera escolha de upgrade de gama, mas sim de um problema recorrente que tem exigido sucessivas intervenções sem resolução definitiva. Face ao exposto, solicito o valor dos dias que perdi de trabalho (visto serem dias escolhidos pelo Ikea), e solicito novamente uma análise séria do caso e uma solução definitiva.

Encerrada
R. R.
15/05/2026

logistica

Na logística da IKEA existe um ambiente de favoritismo e falta de transparência. Há situações em que determinadas pessoas parecem receber oportunidades e reconhecimento não pelos seus resultados ou competências, mas pelas relações pessoais que têm dentro da empresa. Por exemplo, o André promove e destaca a mulher dele, que anteriormente não demonstrava competências fora do normal, mas de repente passou a ser vista como uma das melhores colaboradoras, criando-se funções e oportunidades para ela se destacar. A IKEA devia valorizar mais o mérito, a competência e a igualdade de oportunidades entre todos os trabalhadores. Na logística de Alfragide também existem situações que levantam dúvidas. O Bruno D tem a mulher a trabalhar na mesma loja e recebe mercadoria da logística. Fica a questão: quem garante que existe controlo e verificação adequada para evitar favorecimentos ou aproveitamentos? Além disso, em BAC existe um grupo de pessoas muito próximas entre si que se protegem mutuamente, escondem problemas e facilitam determinadas situações. Há casos de familiares e relações pessoais dentro da estrutura: a Sandra tem o marido lá, o Rui tem a namorada na segurança, e a Cláudia colocou uma amiga como Team Leader de People and Culture. Existem também muitas queixas de favoritismo e de maus Team Leaders, que tratam mal os colaboradores de quem não gostam, criando um ambiente de trabalho tóxico, injusto e sem igualdade de tratamento. Estas situações vão contra os valores de igualdade, respeito e profissionalismo que a IKEA diz defender e podem mesmo representar uma violação do código de conduta da empresa, principalmente no que diz respeito a conflitos de interesse, favoritismo e tratamento desigual entre colaboradores. Tudo isto cria um sentimento de injustiça entre os trabalhadores e transmite a ideia de que as relações pessoais acabam por pesar mais do que o profissionalismo, a competência e os valores que a empresa deveria defender.

Encerrada

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