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Devolução não aceite
Exmos. Srs., Venho por este meio formalizar uma reclamação relativa a um tapete Modelo, GATUSEKTION, adquirido no dia 14 de Fevereiro na loja IKEA de Alfragide. Após 2 dias de utilização, o artigo começou a desfiar-se no remate, o que evidencia um defeito de fabrico/baixa qualidade do acabamento, tornando-o impróprio para o fim a que se destina. Desloquei-me no dia 19 de Fevereiro ao serviço de apoio ao cliente com o referido tapete e respetiva fatura, não tendo sido aceite a reclamação, por faltar a etiqueta. Não entendendo que a falta da etiqueta pudesse invalidar a reclamação, e por a vossa empresa garantir o direito de substituição aos membros do Clube Family no espaço de um ano, e porque no vosso site não estar salientada qualquer tipo de exclusão a esta garantia, entendi apresentar reclamação no vosso Livro de Reclamações, (Reclamação N 12610 de 19 Fevereiro de 2026). Após isto ainda tentei saber do andamento da reclamação, primeiro através do vosso Chat e mais recentemente 30 Abril pela vossa linha telefónica. A resposta foi sempre a mesma que o processo ainda estaria para ser analisado, não se comprometendo nunca com um prazo de resposta, até ao momento não consegui obter qualquer resposta ou solução para este problema. De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, solicito a reposição da conformidade do bem através do reembolso total do valor pago]. Aguardo uma resposta célere no prazo legal estabelecido, sob pena de ver a situação encaminhada para as entidades reguladoras competentes. Com os melhores cumprimentos,
Litígio com IKEA – falhas sucessivas em projeto de cozinha e prejuízos associados
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a um litígio com o IKEA, no âmbito da aquisição e instalação de um projeto de cozinha (processo n.º 9435413). Ao longo de todo o processo verificaram-se diversas falhas, nomeadamente: - erros de planeamento inicial; - omissão de artigos essenciais no momento da venda (tampos de bancada, gavetas preparadas para receber lava loiça, etc.); - fornecimento de peças desnecessárias e, em simultâneo, falta de componentes fundamentais; - necessidade de múltiplas intervenções e contactos para tentativa de regularização; - atrasos sucessivos na montagem e conclusão da cozinha, além de peças descontinuadas; - cozinha vendida como "completa" mas com artigos em falta, cujos custos tive que suportar. Foram apresentadas reclamações tanto no Livro de Reclamações eletrónico como presencialmente. No entanto, a resposta obtida por parte do IKEA revelou-se incompleta, não refletindo o histórico total da situação, e após envio de comunicação adicional (follow-up), não foi prestada qualquer resposta. Importa ainda salientar que a conclusão da cozinha só foi possível porque tomei a iniciativa de encontrar soluções alternativas, não tendo a situação sido resolvida de forma eficaz pelo IKEA em tempo útil. Face aos sucessivos atrasos e falhas no fornecimento, e à necessidade de concluir a instalação com urgência, fui obrigada a assumir diretamente a gestão e os custos associados à resolução do problema, de forma a evitar prejuízos ainda maiores. Neste contexto: - realizei múltiplas deslocações à loja de Loures, sendo residente no Pinhal Novo; - suportei custos de combustível e portagens; - tive constrangimentos com a equipa de montagem externa, contratada e paga, cuja intervenção ficou condicionada pelas falhas no fornecimento; - a cozinha permaneceu inutilizável durante um período prolongado. Estas circunstâncias não resultaram de uma opção voluntária, mas sim da necessidade de mitigar uma situação criada por falhas sucessivas no processo de venda, fornecimento e acompanhamento. Apesar das várias diligências efetuadas, a situação não foi devidamente resolvida de forma integral e estruturada, tendo os prejuízos sido suportados por mim. Assim, venho solicitar o vosso apoio na análise e mediação deste caso, com vista à obtenção de uma solução justa, incluindo a apreciação e eventual compensação/restituição dos prejuízos suportados. Com os melhores cumprimentos, Irina Monteiro
Ikea contra sindicatos
Escrevo de forma direta porque a situação em Portugal já não pode ser ignorada. Existem vários relatos de colaboradores que apontam para obstáculos à organização sindical dentro da IKEA, com a perceção de que, na prática, não existe liberdade real para os trabalhadores se organizarem como a lei prevê. Este ponto é particularmente grave e está longe dos valores que a empresa diz defender. Para além disso, continuam a surgir queixas sobre práticas de gestão inadequadas por parte de algumas chefias, criando um ambiente de pressão, desmotivação e falta de confiança. A realidade é simples: estas denúncias não vão desaparecer por si. Vão continuar enquanto não houver mudanças concretas. E essas mudanças passam por: • Garantir que os sindicatos podem atuar livremente, sem qualquer tipo de bloqueio ou condicionamento; • Rever seriamente estruturas de liderança que estão na origem de muitas destas queixas; • Saírem da Ikea direções e algumas más chefias , • Criar um ambiente onde os colaboradores possam falar sem medo de consequências. Enquanto estas condições não forem asseguradas — especialmente no que toca à liberdade sindical — as denúncias vão continuar. " Acesso Sindical: Há denúncias de que os sindicatos têm acesso limitado ou restrito às lojas IKEA. Representação: Foi mencionada a existência de apenas uma delegada sindical para todas as lojas em Portugal, com relatos de que esta representação não atua efetivamente em defesa dos colaboradores. Vigilância: Relatos indicam pressões ou vigilância sobre trabalhadores que demonstram interesse ou apoio a atividades sindicais. Posição da IKEA: A empresa afirma, por um lado, ser a favor dos sindicatos, mas surgem reclamações de que as práticas no terreno contornam a atuação dos mesmos "
IKEA Mattress Sagging
Dear Sirs, I am filing a formal complaint against IKEA Portugal regarding the unjust rejection of a warranty claim for a HÖVÅG pocket spring mattress (article 102.445.16), purchased online for click-and-collect approximately 5 years ago, for €259. The mattress is a Firm model and is within its 10-year warranty period. It has developed significant structural sagging in the central area, rendering it unable to provide adequate support. Both myself and my partner have suffered persistent back pain as a direct result. IKEA has rejected my claim on the grounds of visible staining on the mattress cover, citing their warranty exclusion for hygiene-related issues. I dispute this rejection on the following grounds: 1. SAGGING IS THE DEFECT — My claim relates exclusively to structural sagging, which IKEA's own warranty explicitly covers. The staining is irrelevant to the structural failure of the pocket springs. 2. STAINS ARE ON THE COVER, NOT THE MATTRESS — The staining is on the non-removable, non-washable outer cover — a separate component from the mattress itself. IKEA's own care instructions confirm the cover cannot be removed or machine washed. 3. WATERPROOF PROTECTOR WAS USED — The mattress has been used throughout with an IKEA GÖKVART waterproof mattress protector, specifically designed to prevent liquid from reaching the mattress. This protector is clearly visible in the photographs submitted to IKEA. Despite this, none of IKEA's six agents acknowledged its presence. 4. NORMAL USE ONLY — Any marks on the cover are consistent solely with normal perspiration over 5 years of use — an inevitable biological reality that cannot reasonably constitute misuse. 5. WARRANTY CONDITION NOT DISCLOSED — At no point during the online purchase process was I informed that the use of a mattress protector was a condition of the warranty. This requirement, if it exists, was not prominently disclosed at the point of sale. 6. INCONSISTENT HANDLING — This claim has been handled by six different IKEA customer service agents over the course of this complaint, with the rationale for rejection shifting on multiple occasions — from staining, to concerns about bed slats, the IKEA DUNVIK divan bed is pocket spring, not slats, to a theory of liquid penetration into the springs. 7. PRODUCT FITNESS — Under Lei n.º 24/96 (Portuguese Consumer Protection Law), goods must be fit for their intended purpose. A Firm mattress that sags and no longer provides support after only 5 years of a 10-year warranty period is not fit for purpose. I am requesting either a replacement mattress of equivalent specification or appropriate financial compensation. Supporting documentation available: proof of purchase, full email correspondence with IKEA (6 agents), and photographs of the mattress and IKEA GÖKVART protector. Note: The original purchase was made using a UK IKEA Family card, the number of which appears on the attached receipt. I have since transferred to a Portuguese IKEA Family card. 6275980233234334111
Falta de organização e respeito com o cliente
Em maio de 2025 optei pelo IKEA para a montagem da minha cozinha. Passado cerca de meio ano, o tampo de uma das bancadas começou a abrir e a ficar danificada (sempre tive o máximo de cuidado para preservar ao máximo o material). Fui então ao IKEA de Loures no dia 05-02 com fotos (que seguem em anexo) para mostrar o problema. Deram-me um prazo de 2 a 3 semanas para responder, pois iriam avaliar se era defeito do material ou não. A dia 17-03 ainda não tinha qualquer feedback por parte do IKEA e decidi ligar para saber o ponto de situação. Após vários minutos, o colaborador lá me disse que realmente a bancada tinha um problema e que a iriam substituir por uma nova. Pediram então para eu falar com a ZAASK (pois foi o serviço subcontratado ao IKEA para a montagem da cozinha) de forma a agendar com eles o serviço de montagem da nova bancada. Sem nunca me terem dito que para a montagem da nova bancada teriam de recolher a danificada. Se até aqui as coisas já não estavam a correr bem, o pior vem a seguir. A primeira tentativa de entrega ficou agendada para dia 23-03. Eis que me ligam da transportadora a dizer que estavam à porta de casa. E eu em casa sem ver ninguém da transportadora. Portanto, devido a um lapso por parte do IKEA (conforme me foi dito no e-mail), a bancada foi entregue não na minha casa, em Odivelas (local onde foi montada a cozinha), mas sim, na casa dos meus pais, na Figueira da Foz. Como é que isto aconteceu? Não faço ideia. E foi aqui, através do senhor da transportadora, que fiquei a saber que para a bancada ser entregue, teriam de recolher a antiga. Mais uma vez, lá tenho eu de ligar para o IKEA para resolver a situação e agendar uma nova entrega. Ou seja, um dia perdido devido a um erro por parte da IKEA. Ficou agendada uma nova entrega para dia 1 de abril e o que vou escrever a seguir até parece mentira mas não é. Sabendo que teriam de recolher a bancada antiga, organizei-me com o técnico da ZAASK para que desmontasse a bancada na parte da manhã, sendo que a bancada seria entregue no período da tarde (com previsão entre as 14h e as 18h mas com pedido expresso para ser entregue logo ao início da tarde) de forma a que o técnico conseguisse montar a bancada ao fim do dia. Na manhã de dia 1 de abril, tal como combinado, o técnico da ZAASK desmontou a bancada e combinou comigo passar lá em casa ao fim do dia para montar a bancada nova. Batem as 18h30 e nada de entrega da nova bancada. Decido ligar para o IKEA. É-me então dito que, basicamente, não foi comunicado nada à transportadora e então a bancada não iria ser entregue nesse dia, mais uma vez por lapso da parte do IKEA. Expliquei ao colaborador do IKEA que estava sem cozinha, pois já tinha sido retirada a bancada danificada e que precisava da nova bancada o mais rapidamente possível de forma a conseguir voltar a ter a cozinha novamente funcional. Estava neste momento sem lava-louça, sem fogão, sem forno e sem máquina de lavar roupa (como se pode ver nas fotos em anexo). Ligaram-me no dia seguinte para informar que só conseguiam entregar a bancada dia 07-04, ou seja, vou ficar praticamente UMA SEMANA sem cozinha devido a mais um lapso por parte do IKEA! Sou cliente assíduo IKEA, fiz a minha cozinha com a empresa e esta não é, de todo, forma de ser tratado. Estar há 2 meses para trocar uma bancada não é normal. Terem duas falhas deste nível é de um amadorismo incompreensível para a dimensão do IKEA. Numa situação destas não conseguirem garantir a entrega da bancada em 2/3 dias é surreal. A minha casa fica em Odivelas, o IKEA fica em Loures, são 10 minutos de viagem para, literalmente, deixarem uma encomenda. Não houve um pedido de desculpas, não houve o mínimo de empatia, o mínimo de atenção para comigo. Enquanto cliente, sinto que foi uma falta de vontade e compreensão enorme para com a situação e acredito sinceramente que podia ter sido feito mais. Sei que para o IKEA sou apenas um número/processo o que lhe queiram chamar, mas sinto-me extremamente desvalorizado e quero deixar o meu profundo desagrado com toda esta situação. Neste momento, a minha vida não acontece em casa.
assedio
Ao longo do tempo, têm-se verificado situações recorrentes e preocupantes dentro da IKEA, que não podem continuar a ser ignoradas nem desvalorizadas. Apesar de a empresa afirmar publicamente que respeita a liberdade sindical, na prática existem fortes indícios de bloqueio à atividade sindical. Não há contacto efetivo entre o sindicato e a empresa, o acesso às instalações é impedido e não existe qualquer canal de comunicação funcional. Esta realidade levanta sérias dúvidas quanto ao cumprimento da legislação laboral aplicável. Para além disso, são relatadas atitudes por parte de direções e chefias que desvalorizam ou criticam abertamente os sindicatos e os trabalhadores sindicalizados. Colaboradores identificados como sindicalizados acabam por ser alvo de exclusão, isolamento e comentários depreciativos, o que pode configurar práticas de discriminação e perseguição. Existem também múltiplos relatos de assédio moral, abuso de poder e maus-tratos no local de trabalho, tanto entre chefias e subordinados como entre níveis hierárquicos semelhantes. Segundo estas denúncias, as situações tendem a ser desvalorizadas internamente, com proteção dos níveis superiores da estrutura, em detrimento dos trabalhadores afetados. Particularmente grave é a alegação de práticas de vigilância indevida, envolvendo responsáveis de segurança e de gestão de risco, com o objetivo de monitorizar colaboradores e procurar elementos que possam ser utilizados contra eles. A confirmar-se, este tipo de atuação poderá constituir uma violação séria da lei, nomeadamente em matéria de privacidade e proteção de dados. É ainda descrito um ambiente organizacional marcado por liderança autoritária, onde decisões são impostas sem transparência nem respeito pelos princípios básicos de dignidade no trabalho. Este tipo de cultura pode contribuir para um clima de pressão psicológica e degradação das condições laborais. Há também referências a saídas de colaboradores em diferentes departamentos, alegadamente acompanhadas de acordos de confidencialidade que impedem a divulgação dos motivos reais dessas saídas, o que levanta questões sobre a transparência dos processos internos. Um dos casos mais preocupantes mencionados é o de uma colaboradora da loja de Alfragide, identificada como Maria. Segundo o relato, esta trabalhadora terá sido alvo de um processo continuado de assédio grave, incluindo humilhação, difamação e pressão psicológica. É alegado que foi colocada numa posição de fragilidade e posteriormente pressionada a aceitar uma redução da sua categoria profissional através de um acordo considerado injusto. O envolvimento de vários níveis hierárquicos, bem como a insistência contínua para a assinatura desse acordo, reforça a perceção de um processo coercivo e profundamente lesivo da dignidade da trabalhadora. As pessoas envolvidas neste grave processo como Ivo coutinho; sergio Botelho; Barbara Graf; Lélia Pontes e o S.O. Da Ikea continuam sem serem responsabilizados. No seu conjunto, estes relatos apontam para um padrão consistente de práticas que, a confirmarem-se, representam situações de assédio moral, abuso de poder, perseguição e possíveis ilegalidades. A gravidade destas alegações exige atenção, investigação independente e, caso se comprovem, a devida responsabilização
Serviço montagem cozinhas
Venho apresentar reclamação formal relativamente às graves falhas verificadas nos serviços de retificação de medidas, montagem e resolução de problemas associados à instalação da minha cozinha IKEA. Temos inclusive um processo em aberto. A retificação de medidas realizada em dezembro foi efetuada de forma incorreta, ignorando o pilar de sustentação superior. Na montagem de 20 de janeiro, estas falhas tornaram-se evidentes: os armários não foram instalados ao nível previsto no projeto atualizado, a equipa apresentou-se apenas com o projeto inicial, recusou-se a instalar os painéis de parede, não realizou os recortes incluídos no serviço premium, a bancada foi mal cortada e montada e os armários inferiores ficaram desnivelados. Além disto, houve danos causados às portas interiores e na parede (pladour). Existem registos fotográficos que comprovam a má execução e a falta de cuidado no transporte das embalagens. Após esta montagem precária, deslocámo-nos repetidamente ao apoio ao cliente. A única solução apresentada foi o reagendamento para 21 de fevereiro, apenas para meio dia, apesar de ser necessária uma intervenção completa. Nova deslocação ao atendimento resultou, novamente, apenas na proposta de mais um reagendamento, sem qualquer sentido de urgência, responsabilidade ou empatia. Ficámos três meses com uma cozinha parcialmente funcional, situação absolutamente inaceitável. Foram efetuados vários contactos telefónicos e visitas presenciais, tendo-nos sido prometido retorno que nunca ocorreu dentro dos prazos indicados, obrigando-nos a procurar constantemente atualizações por iniciativa própria. Perante a sucessão de erros, atrasos, falta de coordenação e ausência de acompanhamento adequado, solicitamos uma compensação proporcional aos transtornos causados, bem como o reembolso parcial ou total dos serviços premium que não foram executados conforme contratado. A experiência ficou muito aquém do padrão de qualidade que o IKEA afirma garantir.
Artigos defeituosos
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar outra reclamação relativa a uma situação ocorrida com uma encomenda efetuada junto do IKEA. Após contacto telefónico dia 9 de Março, e reclamação feita por email dia 4 de Março, dia da montagem dos 3 guarda-fatos, e por não querem vir buscar as peças defeituosas que não permitem a montagem de 2 guarda-fatos, resta-me efectuar outra reclamação através desta plataforma. A compra foi feita dia 21/02, a entrega de peças pequenas dia 24/02, a entrega de peças grandes dia 27/02, a montagem marcada para dia 2 de Março que foi alterada para dia 4 porque a transportadora reparou logo que uma peça enorme de um guarda-fato vinha partida. Desde a aquisição até agora, e devido à falta que fazem os guarda-fatos aqui em casa, esta situação já causou imenso transtorno, tendo já acusado o IKEA de incompetência no email enviado dia 4 de Março, devido ao facto de o IKEA querer imputar-me a responsabilidade total, não assumindo a responsabilidade que o IKEA tem a 100% neste assunto. Após a entrega da encomenda numero 1584576032, verificou-se que algumas das peças se encontravam danificadas. A situação foi comunicada ao IKEA imediatamente, tendo sido solicitado que procedessem à recolha das peças defeituosas e respectiva substituição. Contudo, até ao momento, fui informada ontem, dia 9 de Março, de que o IKEA se recusa a efetuar a recolha das peças danificadas, situação que considero inaceitável, uma vez que os produtos foram entregues em condições não conformes. De acordo com a legislação aplicável, decreto-lei n.º 84/2021, quando um produto apresenta defeito ou não corresponde ao contratado, cabe ao vendedor assegurar a resolução da situação sem encargos para o consumidor, incluindo a recolha do produto defeituoso quando necessário e respectiva substituição. Convém que o IKEA leia o respectivo decreto-lei, pois o que informou e que tentou imputar a responsabilidade ao cliente, inclusive de transportar os artigos para Lisboa, não se encontra no âmbito do respectivo decreto-lei. A aquisição dos 3 guarda-fatos foi efetuada com entrega e montagem. Assim, solicito que o IKEA proceda à recolha das peças danificadas com a maior brevidade possível e proceda à respectiva substituição, entrega e montagem. Este prazo de substituição, entrega e montagem não pode, de forma alguma, causar grave inconveniente para o cliente (art. 18.º nº1 c)). Aguardo uma resposta célere e a resolução deste assunto, devido à urgência que os guarda-fatos representam para efeitos de arrumação. Em anexo submeto a factura, confirmação de encomenda e email de dia 4 de Março com as fotografias das peças defeituosas, Cumprimentos, MC As referências dos artigos e número de peças defeituosas são, 1 peça 305.215.41 2 peças 804.582.07 2 peças 702.779.57 1 peça 702.576.38 1 peça 904.582.21 1 peça 302.779.59 4 peças 702.779.81 2 peça 604.582.08 2 peças 904.730.14 2 peças 102.779.84 1 peça 702.463.48 1 peça 602.576.48 As fotografias das peças danificadas encontram-se no email de dia 4 de Março e a pedido do IKEA.
Queixa sobre relações pessoais e conflitos de interesse dentro da loja
Queixa sobre relações pessoais e conflitos de interesse dentro da loja Apresenta-se esta queixa porque existem várias situações dentro da loja que estão a gerar grande preocupação entre os colaboradores e que levantam sérios problemas éticos. Existem várias relações pessoais entre chefias e colaboradores que trabalham na mesma loja e em áreas que dependem diretamente umas das outras. Há casos entre responsáveis de departamentos como BAC e Logística, bem como entre Transportes e TNB. Quando chefias mantêm relações pessoais e continuam a trabalhar em funções que influenciam decisões umas das outras, cria-se um claro conflito de interesses. Alguns colaboradores referem situações em que decisões de trabalho acabam por beneficiar diretamente pessoas com quem essas chefias têm relações, incluindo casos em que materiais ou processos passam por familiares ou parceiros que trabalham na mesma estrutura. Por exemplo, quando há entregas de material ou decisões operacionais que acabam por envolver marido ou mulher que trabalham dentro da mesma área. Isto levanta sérias dúvidas sobre ética, imparcialidade e cumprimento das regras de conduta dentro da empresa. Na área de Caixas também existem situações muito comentadas pelos colaboradores. Alguns Team Leaders terão subido de posição não por mérito ou capacidade, mas por amizades e envolvimentos pessoais com outros colaboradores e até com chefias. Isto cria um ambiente de injustiça e desconfiança dentro das equipas. Também são conhecidas situações de envolvimento pessoal entre uma Team Leader de Caixas e elementos da segurança. Estes comportamentos tornaram-se assunto dentro da loja e chegaram mesmo a circular fotografias entre colaboradores de uma situação em que essa Team Leader se encontrava de baixa médica há algum tempo e foi vista a sair e a conviver com um elemento da segurança. Tudo isto cria um ambiente pouco profissional, levanta dúvidas sérias sobre a conduta de algumas chefias e contribui para um clima de desconfiança entre os trabalhadores. Quando relações pessoais influenciam decisões de trabalho, promoções ou processos internos, deixa de existir igualdade e transparência. Por estes motivos, estas situações devem ser analisadas com urgência e seriedade, porque afetam diretamente o ambiente de trabalho, a confiança nas chefias e o respeito pelas regras básicas de ética dentro da empresa.
Peças de Guarda vestidos em falta
Exmos. Senhores, Venho reiterar a minha reclamação relativamente à compra efetuada na loja IKEA de Matosinhos, em 22/11/2024, que incluiu, entre outros artigos, um roupeiro BRIMNES de 3 portas, com entrega ao domicílio em Esmoriz realizada em 04/12/2024, através de transportadora contratada pelo próprio IKEA. O serviço de transporte foi solicitado e pago aquando da compra. Por motivos relacionados com obras na minha habitação, apenas recentemente procedi à montagem do referido roupeiro, tendo então verificado que o mesmo se encontra incompleto, faltando uma das caixas com componentes essenciais. O móvel encontra-se, por esse motivo, inutilizável. Após contacto com o Apoio ao Cliente nos dias 2 e 3 de janeiro de 2026, foi-me comunicado que o IKEA não assume responsabilidade por ter decorrido mais de 48 horas após a entrega. Não posso concordar com essa posição, pelos seguintes motivos: Está em causa uma entrega incompleta, e não um dano resultante de utilização; A entrega foi efetuada por transportadora contratada pelo IKEA, sendo a responsabilidade da correta entrega imputável ao vendedor; O volume elevado da encomenda impossibilita a verificação exaustiva do conteúdo interno de todas as embalagens no momento da receção; Nos termos da legislação aplicável à defesa do consumidor, o vendedor é responsável pela conformidade dos bens entregues. Assim, solicito formalmente: A entrega, sem quaisquer custos adicionais, da caixa em falta com os componentes do roupeiro BRIMNES; ou, caso tal não seja possível, A apresentação de solução alternativa que permita a conclusão e utilização do móvel. Informo que já apresentei reclamações no Livro de Reclamações, aguardando igualmente apreciação pelas entidades competentes. No entanto, as respostas dadas pelo IKEA são sempre iguais. Aguardo resposta escrita, fundamentada e célere, com indicação clara da solução proposta. Com os melhores cumprimentos,
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