Reclamações públicas

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L. R.
Hoje

Mau funcionamento

A 06/07/2026 adquiri um exaustor em pirâmide Cecotec Olero Flux PM 603500 Inox B, na Habitium via Net Logo apos a montagem verifiquei que algo não estava bem a cozinha ficava cheia de fumo e quando se fritava o chão ficava escorregadio. No final do mês (29/7) fiz a respetiva reclamação (em anexo) a resposta foi pedir fotos que enviei a 29/7 Apesar de muita existência da minha parte e ter pedido o reembolso a 25/8 só a 4/9 veio um técnico da parte do fabricante atestando o mau funcionamento do exaustor (relatório em anexo) Como até agora não obtive qualquer resposta peço a vossa colaboração para se resolver este problema a bem Um vosso associado 7337133-53 Luis Rodolfo Em anexo alguns Email trocados

Em curso
i. V.
Hoje

Problema com encomenda, entrega e montagem

Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio e intervenção relativamente a um problema com uma encomenda de cozinha efetuada junto da Leroy Merlin, que se arrasta há vários meses e que, até à presente data, continua sem resolução. Aquando de uma entrega parcial da encomenda, realizada por uma transportadora contratada pela Leroy Merlin, o transportador recusou-se a colocar os volumes no interior da habitação. Perante a minha preocupação relativamente à possibilidade de chuva, foi-me expressamente garantido pelo transportador que o material se encontrava devidamente acondicionado e que poderia permanecer no exterior sem risco de danos. Confiei nessa informação, até porque não possuía capacidade física para transportar sozinha volumes de grandes dimensões. Entretanto, devido a sucessivos atrasos na montagem, que não foram da minha responsabilidade, o material permaneceu no exterior durante mais tempo do que o inicialmente previsto. Quando os montadores finalmente se deslocaram ao local, verificaram que várias peças se encontravam danificadas pela exposição à chuva e humidade, impossibilitando a sua montagem. Posteriormente, a Leroy Merlin informou-me de que não assumiria a responsabilidade pelos danos e de que teria de suportar os custos das peças danificadas. Discordo totalmente desta posição, uma vez que os danos estão diretamente relacionados com as condições em que a entrega foi efetuada, com as informações prestadas pela transportadora contratada pela própria Leroy Merlin e com os atrasos ocorridos na montagem. A situação tem-me causado prejuízos e transtornos significativos. Encontro-me há vários meses sem uma cozinha funcional, sendo obrigada a recorrer frequentemente a refeições fora de casa e serviços de entrega, suportando despesas adicionais. Apresentei uma reclamação formal ROR00000000045717654 à Leroy Merlin, tendo recebido como resposta apenas que a situação estava a ser acompanhada pela equipa de loja e que seriam tomadas medidas para a sua resolução. Contudo, até ao momento, não me foi apresentada qualquer solução concreta, nem foi assumida a responsabilidade pelos danos. Fiz novamente nova reclamação no livro eletrônico. Considero que, enquanto cliente, não posso ser responsabilizada por danos resultantes das condições de entrega e dos atrasos na montagem, especialmente quando segui as indicações dadas pelo próprio transportador. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste na análise desta situação e na defesa dos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no sentido de a Leroy Merlin assumir a substituição, sem qualquer custo para mim, das peças danificadas e proceder à conclusão urgente da montagem da cozinha. Pretendo igualmente saber se, perante as circunstâncias descritas, a posição assumida pela Leroy Merlin relativamente à imputação dos custos das peças danificadas é legítima e quais os meios que tenho à minha disposição para exigir a resolução da situação e, eventualmente, o ressarcimento dos prejuízos adicionais que tenho vindo a suportar. Tenho disponíveis a documentação da encomenda, comunicações trocadas com a Leroy Merlin, reclamações apresentadas e respetivas respostas, bem como outros comprovativos relacionados com o processo, caso sejam necessários para a análise. Agradeço desde já a vossa ajuda e orientação para conseguir finalmente resolver uma situação que se prolonga há vários meses e que considero estar a causar-me prejuízos que não me podem ser imputados. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
I. C.
Hoje

Defeito pós compra

Venho solicitar o apoio relativamente a uma situação que considero lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, relacionada com umas sandálias adquiridas por valor superior a 100 €. Após a aquisição, utilizei as sandálias apenas cerca de cinco vezes, tendo posteriormente constatado uma anomalia na zona da sola/gáspea, com um aspeto de descolamento que se tornou visível mas apenas num do lados. A situação foi comunicada à empresa no dia 13/08/2026, através da respetiva linha de apoio, tendo o artigo sido posteriormente encaminhado para análise pelo Departamento de Qualidade. Durante o período em que aguardei uma resposta, que demorou 25 dias, não voltei a utilizar o artigo, precisamente porque tinha adquirido as sandálias com o objetivo de as utilizar numa viagem que realizei no dia 05/09/2026 e pretendia resolver a situação antes dessa data. Durante os vários contactos telefónicos que mantive com a assistência ao cliente, foi-me transmitido que poderia existir a possibilidade de troca por outro artigo ou devolução do valor pago. No contacto realizado no dia 04/09/2026, manifestei expressamente a minha intenção de proceder à devolução do artigo. Contudo, a resposta posteriormente recebida do Departamento de Qualidade concluiu que não existiria defeito de fabrico e que “não é notório que tem sola a soltar-se”, considerando ainda que o aspeto apresentado corresponderia às características próprias do modelo, por se tratar de um modelo forrado. Não concordo com esta conclusão, por várias razões. Em primeiro lugar, o problema não existia no momento da aquisição e surgiu apenas depois de algumas utilizações, num artigo que teve apenas cerca de cinco utilizações. Em segundo lugar, a situação reclamada apenas se verifica numa das sandálias, não apresentando o outro pé o mesmo aspeto. Considero, por isso, que a explicação de que se trata simplesmente de uma característica própria do modelo não esclarece a situação concreta. Se o acabamento em causa fosse efetivamente uma característica normal e inerente ao modelo e ao seu processo de fabrico, não se compreende por que razão a situação se manifesta apenas numa das sandálias e por que motivo não era percetível quando o artigo foi adquirido. Acresce que considero pouco razoável que um artigo com um preço superior a 100 €, de uma marca reconhecida, apresente este tipo de alteração após apenas cinco utilizações, sobretudo quando o artigo foi adquirido precisamente com a expectativa de uma utilização normal e de uma durabilidade compatível com o seu preço. Também considero relevante o facto de, nos contactos anteriores com a assistência, me ter sido indicada a possibilidade de troca ou devolução, tendo posteriormente sido apresentada uma resposta que não corresponde à solução que me havia sido transmitida durante esses contactos. Após receber a resposta do Departamento de Qualidade, manifestei novamente a minha discordância junto da empresa, solicitando que a situação fosse reapreciada. No entanto, a empresa manteve a sua posição, remetendo novamente para a alegada característica do modelo. Não aceito esta conclusão e pretendo exercer os meus direitos enquanto consumidora. Assim, venho solicitar à DECO PROteste que me esclareça sobre os meus direitos nesta situação e, se possível, me auxilie na resolução do conflito com a empresa. A solução que pretendo é, preferencialmente, a devolução do valor pago. Caso tal não seja possível, aceito como alternativa a substituição do artigo por outro de valor equivalente ou a disponibilização de um vale no valor correspondente à compra, sem prejuízo dos direitos que legalmente me assistam. Disponho de documentação que comprova a compra, bem como dos contactos efetuados, da reclamação apresentada, da resposta do Departamento de Qualidade e das fotografias que evidenciam a situação apresentada. Agradeço, assim, a análise da DECO PROteste e a indicação sobre os procedimentos que devo adotar para fazer valer os meus direitos perante a empresa. Com os melhores cumprimentos, Ivone Costa

Em curso
A. C.
Hoje

Produto danificado

Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Boa tarde, Dia 12 de setembro fiz um levantamento de um pedido na loja do Montijo, levantamento número 4103787517, e quando cheguei para fazer a montagem o tampo da mesa estava danificado. Agradecida a sua substituição ou o reembolso.enviei fotos e vídeos a provar o dano.contactei a loja via email e disseram me que iriam contactar a loja do Montijo e eles iriam entrar em contacto comigo para resolver a situação.mas até ao dia de hoje e após vários emails enviados não obtive resposta nem o telefone atendem. Gostaria de uma solução. Alcino canas

Em curso
P. R.
Hoje
Cigarrinha

Encomenda errada

No âmbito da Encomenda #13997, adquiri um boné destinado a integrar o uniforme escolar do Colégio João de Deus. A razão de ser de um uniforme escolar é a estrita padronização e identidade visual das peças que o compõem. Contudo, o boné fornecido apresenta uma cor acinzentada, totalmente desalinhada e incompatível com a cor do bibe do fardamento. Sendo o produto inadequado para a sua função contratada, solicitei a devolução e o respetivo reembolso. A gerência da loja recusou liminarmente a restituição do valor pago, pretendendo impor a aceitação de um vale de compras. Perante a falta de conformidade de um bem, o consumidor tem direito à restituição do valor no mesmo meio de pagamento original, sendo a imposição de um vale uma prática ilegal. Adicionalmente, a loja adota um critério arbitrário, tendo já efetuado devoluções em dinheiro a outros clientes em situações idênticas. Por prudência, o artigo permaneceu nas instalações da loja. Face à inflexibilidade da gerência e ao atendimento prestado, a situação foi já formalizada no Livro de Reclamações (com conhecimento à ASAE) e seguiu para o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa (CACCL). Exijo a resolução do contrato e a devolução integral do valor pago pelo boné exclusivamente por transferência bancária (IBAN).

Em curso
S. M.
18/09/2026

Roupeiro com falta de conformidade e recusa de garantia

Adquiri um roupeiro à HOMYCASA que, após a montagem, apresentou diversos problemas: folga visível entre as portas fechadas, gaveta com funcionamento deficiente e desalinhamento, folgas na estrutura e vários problemas de acabamento/revestimento das peças. Reclamei junto da HOMYCASA e solicitei a devolução do artigo e o respetivo reembolso. A empresa recusou a reclamação, alegando que os problemas são compatíveis com “montagem incorreta”, sem, contudo, identificar qual o erro de montagem concretamente praticado, qual a instrução que teria sido incorretamente seguida ou apresentar fundamentação que explique os problemas de acabamento e funcionamento identificados. A HOMYCASA limitou-se a propor o orçamento de novas peças, a suportar pelo cliente. Considero que está em causa uma falta de conformidade do bem, nos termos dos artigos 5.º, 6.º e 7.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente quanto à qualidade, funcionalidade, durabilidade e características razoavelmente expectáveis de um bem novo. O artigo 9.º do mesmo diploma estabelece ainda regras específicas para situações de instalação incorreta, não bastando, no meu entendimento, a mera alegação genérica de que os danos são “compatíveis” com uma montagem incorreta. Nos termos do artigo 13.º, a falta de conformidade manifestada nos primeiros dois anos presume-se existente à data da entrega, salvo as exceções legalmente previstas. Face à recusa da HOMYCASA em reconhecer a falta de conformidade, pretendo exercer o direito à resolução do contrato, com devolução do roupeiro e reembolso do valor pago, nos termos dos artigos 15.º e 20.º do Decreto-Lei n.º 84/2021. Solicito à DECO PROteste a análise da situação e orientação sobre os meus direitos e sobre a legitimidade da recusa apresentada pela HOMYCASA.

Em curso
F. R.
18/09/2026

Bloqueio abusivo e injustificado de conta e risco de retenção de saldo - Vinted

Tive a minha conta de utilizador (username: nicestufy, e-mail: nicethingsforvinted@gmail.com) bloqueada permanentemente pela Vinted, sob a falsa alegação de venda de artigos contrafeitos. Todos os artigos que vendi eram originais, neste caso roupa usada, e as fotografias publicadas incluíam sempre as etiquetas e outros elementos de autenticidade dos produtos. A minha conta foi bloqueada de forma automática, sem qualquer revisão humana, tal como tem sido relatado por muitas outras pessoas que passam pela mesma situação com a Vinted. Neste momento tenho um saldo pendente de aproximadamente 300,00 € resultante de vendas legítimas já concluídas, com artigos ainda em fase de entrega pelas transportadoras. Devido ao bloqueio, arrisco-me a perder este valor na totalidade, uma vez que compradores podem reclamar o reembolso dos artigos já enviados, ficando com o dinheiro e com o produto, e eu sem nenhum dos dois. Já contactei a empresa por e-mail a contestar formalmente o bloqueio, mas até agora só recebi respostas automáticas, sem qualquer resolução do problema. Caso a conta não seja desbloqueada ou o valor não me seja restituído na totalidade, informo que avançarei com uma ação em tribunal de pequenas causas (Julgados de Paz), exigindo não só o valor perdido, como também o pagamento das custas judiciais associadas ao processo.

Em curso
I. F.
18/09/2026

Reembolso não realizado

Exmos. Senhores, Após inúmeros contactos com a About You acerca do reembolso das sapatilhas Handball Spezial (pedido aypt-685-375869610) feito no dia 16 de julho, este ainda não foi reembolsado. Já contactei diversos colegas, onde me disseram sempre que o reembolso teria sido iniciado mas não concluído, tendo cada um dado seguimento ao mesmo e que eu deveria receber o montante nos dias seguintes. Até à data, ainda não recebi nada. Considero esta uma situação deplorável, uma vez que cumpri todos os prazos e regras de reembolso das sapatilhas, e estou há quase dois meses à espera do reembolso de um montante que me pertence. O período de tempo que passou já é tão alargado que já nem é possível procederem ao reembolso da mesma forma como procedi ao pagamento inicial das sapatilhas - por MBway. Já tive de introduzir o meu IBAN na minha área pessoal da App, o que, mesmo assim, não deu em nada no processo da devolução do dinheiro. Está a tornar-se uma situação desagradável e incomodativa, uma vez que não há reembolso à vista, nem qualquer outro tipo de atenção ao cliente. Com os melhores cumprimentos, Inês Figueiredo

Em curso
S. M.
18/09/2026

Recusa de entrega de relatório de diagnóstico obrigatório da bateria (SoH) - Peugeot e-308 BN-32-RN

Exmos. Senhores, No dia 18 de setembro de 2026, desloquei-me à oficina oficial A. MatosCar Beiras em Castelo Branco "Zona Industrial de Castelo Branco Rua A Lote Q, 4E, 6000-459 Castelo Branco" para realizar a revisão oficial dos 2 anos / 20.000 km do meu veículo 100% elétrico, um Peugeot e-308 com a matrícula BN-32-RN (Fatura nº C2F0/3054/2026, no valor de 216,10€). De acordo com as diretrizes e o plano de manutenção oficial da própria Peugeot, a verificação do Estado de Saúde (SoH - State of Health) da bateria de tração é uma operação obrigatória e incluída nesta revisão, servindo para salvaguardar a garantia contratual de 8 anos da bateria. Contudo, ao levantar o veículo, pedi a recepção para fazer o favor de juntar a fatura o relatório da bateria. A receção da oficina chamou o mecânico para entregar-me o relatório impresso com a percentagem de saúde da bateria. No entanto o mecânico alegou de forma infundada que esse documento "só é facultado a clientes com contrato de manutenção/financiamento e que não tenho direito a ela". Uma vez que paguei a totalidade da revisão oficial, na qual o diagnóstico da bateria está incluído por imposição do fabricante, exijo que a A. MatosCar ou a Peugeot Portugal me façam chegar o relatório técnico com o SoH da bateria do meu veículo. A ocultação de dados de diagnóstico pagos pelo cliente viola os direitos do consumidor. Cumprimentos. Atenciosamente Sérgio Vítor Peixoto Mendes

Em curso
M. R.
18/09/2026

Impossibilidade de registo online

Exmos. Senhores, Há mais de uma semana que tento o registo online com conta continente no vosso site e não consigo. Contactei diversas vezes o apoio a cliente e a informação que me passaram foi que iriam colocar o problema ao suporte técnico, mas até hoje nada foi resolvido. Se possível, peço que resolvam esta anomalia. Isto, se for do vosso interesse. Cumprimentos.

Em curso

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