Reclamações públicas
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Sinistro n° 0026420733
Exmos. Senhores No passado dia 17 de junho ia trabalhar para o hospital de Vila Real onde ia fazer o turno da da Tarde , ao me dirigir para o carro escorreguei nas escadas exteriores e parti o tornozelo, foi acionado o unem daí fui para o hospital de Vila Real onde fiz rx e a equipa de ortopedia me diz que tinha que ser operada e ser internada, como relatei que estava a sair de casa para o trabalho (hospital de Vila Real ) escrevem em diário clínico que é acidente de trabalho e que fico aos cuidados da seguradora , no dia seguinte liguei para os acidentes de trabalho do hospital de Vila Real para iniciar a participação do sinistro , sabendo já qual era a seguradora contactei a seguradora que me disse para ir para o hospital da Luz Vila Real , quando cheguei fui ao balcão dos sinistros e dei o número do sinistro e logo fui atendida fiz análises rx tac e depois fui encaminhada para o ortopedista que me disse que ia ficar internada e que só ia poder operada na segunda feira 23 junho até porque estavam a aguardar a confirmação da seguradora para avançar , fui operada dia 23 de junho e só tive alta no dia 25 de junho , tenho realizado curativos de enfermagem e consultas de ortopedia. No dia de ontem 10 de julho recebo uma mensagem da seguradora a dizer que ia cancelar os tratamentos todos porque foi recusado o sinistro na qual a sua justificação é a seguinte : Caro/a senhor/a, Recebemos a participação do acidente de trabalho que Ana Cristina Borges Nogueira teve a 17-06-2025 e concluímos que não nos podemos responsabilizar por esta situação. Este acidente não aconteceu na ida ou regresso ao local de trabalho Depois de analisarmos este acidente, verificamos que não se insere nas situações indicadas na alínea a) n° 1 e no n°. 2 do artigo 9.° da Lei 98/09 de 4 de setembro uma vez que, O acidente ocorreu ainda no interior da propriedade, concretamente antes de a Sinistrada transpor os limites da mesma, não tendo, por conseguinte, iniciado efetivamente o trajeto entre a residência e o local de trabalho . Por esta razão, não podemos pagar qualquer despesa ou indemnização relacionada com este acidente. Iremos contactá-lo em breve para pedir o reembolso das despesas que já pagámos. Já tive a ver acórdãos que dizem que mostram o contrário daquilo que eles estão a dizer. Gostaria de saber se eles estão certos ou não para poder fazer uma possível queixa ou recorrer . Encontro me de baixa até à data de ontem pelo seguro mas a partir de hoje já estou pela segurança social e gostaria de saber quem é que me vai pagar o vencimento até ao dia de ontem se é o hospital de Vila Real onde trabalho ou se é o seguro
Falta de pagamento
Venho por meio deste solicitar esclarecimentos sobre o pagamento do valor final prometido pelo Qualifica, referente à conclusão do 12.º ano, que finalizei em março deste ano. Até a presente data, não recebi o valor acordado, e não fui informado(a) sobre qualquer atraso ou justificativa. Gostaria de entender o motivo da demora e saber quando o pagamento será realizado. Aguardo uma resposta com urgência e espero que esta situação seja resolvida o mais breve possível. Atenciosamente
Reclamação de entrega: não entregue a entrega do envio não foi conseguida.
Boa noite. Venho por este meio reclamar do serviço dos ctt. A minha encomenda foi para entrega no dia 8 de Julho e passado algumas horas o estado da encomenda ficou como "Não entregue: A entrega do envio não foi conseguida. Motivo: A morada está incorreta. ". Primeiro que a morada nao esta errada. Confirmei e esta correta. No dia 9 de Julho liguei para os ctt e disseram que o provável seria a encomenda voltar para trás, no entanto, a pessoa que me atendeu disse que ia tentar pedir, caso ainda a encomenda estivesse no posto, para tentar entregar novamente. No entanto estamos a dia 11 de Julho e o estado continua igual. E nao me ligaram e nao me dao nenhum feedback de onde esta a encomenda. Numero da encomenda: LE047192215DE
Produto danificado
Comprei um sofá cama e um móvel de tv na loja de Braga. Os produtos foram entregues e montados na terça feira dia 08 de julho. O móvel de tv está danificado em várias partes, adesivos nas laterais e os parafusos do lado de fora. Liguei e enviei email mas até agora não obtive resposta. Preciso que troquem esse móvel até porque se quisesse um móvel cheio de defeito não teria comprado em uma loja. A experiência com pós venda está sendo péssima!!! Espero que resolvam meu problema.
Reclamação Formal – Falhas no Atendimento, Comunicação Clínica e Tratamento Discriminatório
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal sobre o atendimento e acompanhamento prestado ao meu avô, Sr. António das Neves Duarte, ao longo de várias idas às urgências e subsequente internamento no Hospital de Santo André – Centro Hospitalar de Leiria, entre os meses de maio e julho de 2025. Durante aproximadamente 15 dias consecutivos, o meu avô foi enviado repetidamente para casa após passagens pelas urgências, sempre com diagnósticos diferentes e prescrição de antibióticos distintos, sendo que retornava à unidade hospitalar no dia seguinte, ou no próprio dia, devido à persistência e agravamento dos sintomas. Desde as primeiras triagens, foi reportado (por mim e pela família) que o Sr. António apresentava soluços constantes provocados pela própria expetoração, o que indicava uma possível obstrução respiratória ou infeção. Apesar disso, não foram realizados os devidos exames complementares de diagnóstico nem observações aprofundadas, tendo sido sistematicamente desvalorizadas as nossas preocupações. Durante este processo, senti-me repetidamente desrespeitada e discriminada pelo meu aspeto físico (tatuagens visíveis), sendo tratada com indiferença, ignorada nas minhas tentativas de comunicar com a equipa médica e impedida, em todas as ocasiões, de acompanhar o meu avô — apesar de ele se encontrar em estado avançado de Alzheimer, sem capacidade de fala, compreensão ou expressão de necessidades básicas. Acresce que, em determinado momento, foi-me insinuado que as idas recorrentes ao hospital aconteciam porque eu “me queria livrar do meu avô”. Essa afirmação é completamente falsa, ofensiva e inaceitável, revelando um juízo precipitado, injusto e profundamente doloroso para quem apenas procurava garantir cuidados dignos e adequados a um familiar em situação de vulnerabilidade extrema. Após estas idas e vindas, o meu avô acabou por ser internado no serviço de Pneumologia com um diagnóstico de infeção pulmonar grave, sendo posteriormente transferido para Medicina Interna, onde me foi dito que “nas urgências foi feita uma asneira” ao tê-lo mandado para casa em diversas ocasiões, e que o seu estado era crítico, podendo falecer dentro de poucos dias ou sobreviver com limitações severas — dependente de um “milagre”, nas palavras utilizadas. Após a sua alta da Medicina Interna, fui informada de que a médica responsável tinha removido toda a medicação que o meu avô tomava habitualmente, incluindo aquela relativa ao tratamento da demência. Ao questionar os profissionais de enfermagem sobre essa decisão, foi-me dito que, segundo indicação médica, o meu avô “não possuía qualquer demência” e, por isso, não necessitava de medicação. Tal afirmação é absolutamente falsa e contrariada por relatórios médicos emitidos pelo neurologista que o acompanhou, os quais confirmam, de forma inequívoca, o diagnóstico de doença de Alzheimer em estado avançado. Durante todo o internamento, sempre que tentei contactar diretamente a médica responsável, fui informada que ela não se encontrava presente, ou as minhas chamadas eram desligadas sem qualquer justificação. Houve um dia — cuja data não consigo precisar — em que liguei seis vezes para o hospital para tentar falar com a médica, tendo as chamadas sido sempre interrompidas. Cerca de 20 minutos depois, o hospital contactou-me a informar que o meu avô ia ser transferido para Alcobaça. Quando questionei para onde e por que motivo, a senhora que me atendeu mostrou-se surpreendida por eu não saber, afirmando que “o hospital já me deveria ter contactado durante a manhã”. Segundo a mesma profissional, a razão da transferência seria “por estar mais perto da família” — argumento que me foi comunicado apenas no momento da decisão, sem que eu tivesse sido previamente consultada ou sequer informada com a devida antecedência. Após a transferência, desloquei-me pessoalmente à unidade hospitalar de Alcobaça, onde constatei que a medicação do meu avô, deixada por mim em Leiria, não tinha sido enviada com ele. Quando contactei o Hospital de Leiria, foi-me dito que teria de resolver o assunto diretamente com Alcobaça, mesmo sabendo que os pertences e a medicação tinham ficado no Hospital de Leiria. Esta falta de comunicação, articulação e cuidado é absolutamente inaceitável. Toda esta sequência de falhas demonstra uma grave desorganização institucional, uma falta de empatia com o doente e a família, e uma profunda desvalorização da dignidade de uma pessoa idosa, não autónoma e sem capacidade de se exprimir verbalmente. Perante tudo o exposto, venho: Solicitar uma avaliação interna às falhas assistenciais e comunicacionais ocorridas durante as urgências, o internamento e a transferência; Reforçar a necessidade de formação das equipas na abordagem a doentes com demência avançada e no respeito pela comunicação com os familiares; Solicitar a análise da conduta discriminatória, desumana e negligente de que fui alvo, enquanto cuidadora, e que prejudicou gravemente o bem-estar do meu avô. Apresento esta reclamação com o objetivo de defender a dignidade do meu avô, proteger outros utentes que possam enfrentar situações semelhantes e contribuir para uma melhoria real na qualidade dos cuidados prestados por esta instituição pública de saúde. Aguardo resposta formal a esta exposição, dentro do prazo legal. Com os melhores cumprimentos
Informação de retirada sem ter ido buscar a encomenda
Por mais de uma vez assim que o produto comprado no wallapop chega no ponto de recolha no caso dpd, recebo a informação por e-mail que me foi entregue dia 07/07/2025 sendo que a companhia de entregas informou a entrega no ponto de recolha somente no dia 08/07/2025, sendo que não tinha buscado o item. Para o meu azar fui buscar o produto no dia 10/07/2025 e o produto veio danificado, porque o vendedor não informou a avaria no anúncio, e não consigo reclamar porque passou 48hs da informação de entrega ao cliente que no caso sou eu.
Tentativa de cobranca de divida prescrita por parte da Intrum
Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar reclamacao contra a empresa Intrum Portugal, Unipessoal, Lda., por tentativa de cobranca indevida de uma alegada divida à MEO - Servicos de Comunicacoes e Multimedia S.A., referente a faturas de 2016 e 2017. De acordo com o artigo 10.º da Lei n.º 23/96, de 26 de julho, as dividas de servicos de telecomunicacoes prescrevem ao fim de seis meses. Informei a entidade credora por escrito sobre a prescricao da divida e solicitei a cessacao de contactos. Apesar disso, continuam a insistir, o que considero uma violacao dos meus direitos enquanto consumidora, configurando pressao e tentativa de cobranca ilegal. Agradeco a vossa intervencao e apoio na protecao dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos Alexandra Sofia Domingos Carvalho
Cobram depois ficam com o dinheiro
Há mais de 15 dias recebi uma cobrança da intrum de uma divida da Klarna em que me ligavam constantemente e ameaçavam constantemente por mensagem, paguei através da referência deles da mensagem (cometi a estupidez de não pagar diretamente a klarna) e desde então após ligar pra intrum dizem que “tenho que esperar” eles liberarem o dinheiro a Klarna e a Klarna diz que é a intrum que os tem que avisar que os paguei, sendo que tenho os comprovativos que realizei o pagamento. Em 2025 como é que uma empresa na hora de cobrar faz 5 ligações ai dia mas na hora de registrar um pagamento leva mais de 3 semanas???
Encomenda não recebida
Fiz uma encomenda de produtos no dia 27 Junho que supostamente vinha em 48 horas, recebi passando 3 dias um mail a dizer que havia problema de stock dos produtos e até à data não disseram mais nada. O mais estranho é que os produtos continuam disponíveis se fizer outro pedido. Já pedi explicações já pedi devolução do dinheiro e não respondem nada até hoje nem entrega nem devolução do dinheiro.
Pedido de Cancelamento e Devolução do Edreams Prime
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, solicitar o cancelamento imediato da minha subscrição anual do serviço eDreams Prime e o reembolso integral do valor de 89,99€ cobrado a 10 de Julho de 2025. No ano passado, a 10 de julho de 2024 fui cobrada pela subscrição sem o meu conhecimento e sem o meu consentimento. Comprei um vôo com um suposto periodo trial, e, sem aviso prévio ou posterior de que nao poderia usar mais esse trial, foi-me cobrada a subscrição. É uma técnica desonesta e fiquei muito desapontada. Quando contactei o suporte para entender a situação, foi-me dito que nao podiam fazer nada para reverter neste caso, só cancelar para o ano seguinte. Com a comunicação, entendi que tinha cancelado a subscrição e não tinha de me preocupar mais com este serviço. Qual a minha surpresa ao encontrar hoje, um ano depois, a cobrança da anuidade. Uma vez mais sem aviso prévio. Uma vez mais contactei o suporte na esperança de conseguir uma solução rápida e eficaz desta vez, porque claramente nao tenho nenhum interesse nesta subscrição, e foi-me comunicado que iam abrir um processo de escuta da chamada e a partir daí e decidir uma resolução. Ora, eu considero este processo uma perda de tempo, eu pedi claramente um cancelamento da subscrição que foi cobrada hoje, com devolução dessa cobrança (anuidade de 89,99€), como seria esperado de um serviço de apoio ao cliente eficiente. Não quero ter de esperar uma semana e contactar de novo, quero este assunto resolvido de uma vez. Aguardo uma resposta, Cumprimentos, Felicia Silva
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