Reclamações públicas
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Encomenda não recebida
Venho por este meio apresentar reclamação formal relativa à minha encomenda realizada no dia 21/11/2025, cujo número é 2003820436. De acordo com a informação fornecida pela Primor, o prazo máximo de entrega seria de 3 a 5 dias úteis. No entanto, até à presente data não recebi a encomenda, nem foi fornecida qualquer nova previsão de entrega. No site, desde 25/11, a informação permanece inalterada com o estado "Pedido de recolha reencaminhado à transportadora", não havendo atualizações ou movimentações posteriores. Já contactei o apoio ao cliente, mas não obtive resolução. Este atraso ultrapassa o prazo legal e contratual, constituindo incumprimento da obrigação de entrega. Além disso, devido à ausência total de previsão, fui obrigada a adquirir um novo produto para suprir a necessidade, o que me causou prejuízo. Face ao exposto, solicito de forma imediata o reembolso total do valor pago
Preços enganadores no site
Exmos. Senhores, Ontem (21/12/2025) comprei 9 bilhetes para o Cinema NOS do Forum Montijo através do site www.cinemas.nos.pt. Primeiro comprei 5 bilhetes, utilizando as opções "Cartão NOS" e "Bilhete Familia (3pax)", onde estão indicados os valores 8,35€ e 17,25€. Ao fazer a compra não reparei que o valor total indicado era 34,35€ e não 8,35 + 17,25 = 25,6€. Não é feita qualquer discriminação do propósito do valor mais elevado no total, sendo enganador porque normalmente confiamos que a soma das parcelas a adquirir está correcta. Ao comprar mais 2 bilhetes com outro cartão NOS é que me apercebi do problema, mas nessa altura já tinha comprado os outros 5, pelo que tive que aceitar. Junto em anexo as facturas dos bilhetes adquiridos, bem como uma foto do site onde se pode comprovar a situação que descrevo. Venho assim reclamar sobre esta situação e solicitar o reembolso dos valores cobrados indevidamente (34,35-25,6)+2x(11,85-8,35) = 12,25€
Encomenda GLS não recebida
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à minha encomenda nº 1214507978, pela empresa GLS Portugal. A encomenda não foi entregue no meu endereço e foi enviada para um Parcel Shop bastante distante. Recebi uma mensagem a informar essa situação no dia 15 de dezembro. Desde então, fiquei a aguardar que o estado da encomenda fosse atualizado para permitir a recolha, o que nunca aconteceu. No dia 20 de dezembro, dirigi-me pessoalmente ao local indicado para perceber o que se passava. Fui atendida de forma extremamente rude pela responsável do estabelecimento, que afirmou que a encomenda não se encontrava lá. O local era pequeno, encontrava-se cheio de encomendas e completamente desorganizado. Além disso, segundo foi possível perceber, as encomendas não estavam a ser devidamente registadas nem dadas como recebidas no sistema/aplicação, simplesmente a pessoa tirava foto da embalagem e entregava ao dono. Caso eu não tivesse ido pessoalmente ao local, continuaria indefinidamente à espera de uma atualização que nunca ocorreu, ou seja, a minha encomenda foi perdida Estou tentando entrar em com contato com a GLS por meios do Instagram, telefones e chats e ninguém atende e dá um retorno, quero saber como que fica, pois perdi mais e 50 euros nessa encomenda, isso é um absurdo e irresponsável da parte da empresa, deixe o cliente e mãos atadas.
Encomenda não recebida
Tenho a encomenda 1221749646 a referir em trânsito desde o dia 12 de Dezembro. Já tentei várias vezes ligar sem sucesso. O remetente informa que já fez o mesmo e inclusive compartilhou uma reclamação que colocou que também não tem resposta. Informou ainda que já tiveram encomendas mais tardias que chegaram ao seu destino pelo que não conseguem compreender a demora nesta encomenda em particular.
Encomenda não recebida
Exmos. Srs., No dia 28/11, efetuei uma encomenda de dois artigos no site da empresa, no âmbito da campanha de Black Friday. Apenas no dia 11/12, cerca de duas semanas depois, fui informada por email de que um dos artigos, um sobretudo com preço original de 89€, adquirido por 64,15€, estaria esgotado, sendo-me comunicada a devolução do respetivo valor. Como alegada compensação, foi-me atribuído um vale de desconto de 30%. Contudo, verifico que: O artigo alegadamente esgotado continua disponível para venda, tanto online como em loja física; O cancelamento ocorreu após um período excessivo de espera, quando a encomenda já se encontrava em processamento; O vale atribuído não é utilizável, uma vez que apenas se aplica a artigos com referências iniciadas por “1”, não existindo atualmente quaisquer artigos com essa referência disponíveis para venda; A situação configura, no meu entendimento, uma prática comercial enganosa, uma vez que a campanha levou à realização de compras adicionais, sendo posteriormente cancelados os artigos vendidos em promoção, sem justificação válida. Sinto-me lesada enquanto consumidora e solicito a vossa intervenção para obtenção de uma resolução justa, nomeadamente: o cumprimento da venda do artigo nas condições inicialmente contratadas, ou uma compensação efetiva, real e utilizável, sem restrições artificiais
Resolução por Justa Causa recusada: admitem erros no contrato, falha na portabilidade do fixo.
Exmos. Srs., Venho solicitar a intervenção da DECO neste processo de resolução contratual que a Vodafone recusa processar, apesar de ter admitido por escrito o seu próprio erro. Segue o histórico dos factos: 1. O Contrato Inicial e a Falha de Instalação Em 20/11/2025, contratei telefonicamente um pacote Vodafone (Net Fibra + Telefone Fixo + 3 cartões Móveis) com portabilidade de todos os números (fixo e móveis) da operadora anterior (MEO). O contrato foi erradamente registado pela Vodafone como "Empresarial", apesar de eu ser um consumidor final (ENI), privando-me de direitos essenciais. 2. Os Incumprimentos Graves Desde a instalação, verifiquei os seguintes erros críticos: Falta de Serviço Fixo: O telefone fixo nunca foi ativado nem portado. Falha no Cancelamento do Operador Anterior: Devido à não-portabilidade do fixo, o contrato com a MEO não foi cancelado automaticamente, gerando uma situação de dupla faturação e prejuízo financeiro contínuo. Gestão Caótica dos Móveis: Foram criados números "fantasma" (totalizando 6 registos em vez dos 3+1 contratados) e os cartões foram entregues sem identificação. 3. As Reclamações e a "Confissão" da Vodafone Apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico em 27/11/2025. A Vodafone respondeu (Ref.ª 2-2L1G7RO0) com um texto "padrão", onde admite expressamente o erro grosseiro na formação do contrato. Cito a resposta da Vodafone: "Apesar da documentação assinada, a proposta contratual aceite contempla exclusivamente os serviços de Internet Fixa e de Voz Móvel, não incluindo o serviço de Voz Fixa." A Vodafone admite que ativou um contrato sem voz fixa, quando o meu pedido explícito, comprovado pelo formulário de portabilidade que entreguei em Loja como indicado por telefone, incluía a portabilidade do fixo. 4. A Recusa de Solução e Má-Fé Após esta resposta, enviei nova reclamação exigindo a Resolução por Justa Causa (por erro no objeto do contrato e falta de prestação de serviço essencial). A Vodafone respondeu, dias depois, com exatamente o mesmo discurso da primeira resposta (novamente Ref.ª 2-2L1G7RO0), ignorando o meu pedido de rescisão e sugerindo uma "alteração contratual" (novo contrato) para resolver um erro que é deles. 5. Ações Tomadas e Estado Atual Face à inércia e má-fé da operadora: Iniciei a portabilidade de retorno dos números móveis para outras operadoras para não perder os meus contactos e estancar o prejuízo. Já submeti o caso ao Centro de Arbitragem (aguarda abertura de processo). Cancelei o Débito Direto. Pedido à DECO: Solicito a vossa mediação para exigir à Vodafone a confirmação imediata da anulação do contrato sem quaisquer penalizações ou fidelização, bem como a anulação de todas as faturas emitidas, dado que o serviço contratado (pacote completo com fixo e portabilidade) nunca foi prestado na sua plenitude. Anexos: Cópia das respostas da Vodafone (Ref. 2-2L1G7RO0).
Encomenda não recebida/falta de resposta
No dia 27/11/2024 efetuei uma encomenda online no site Ponto de Amor, a qual foi devidamente paga no mesmo dia. Até à presente data, a encomenda não foi entregue, nem obtive qualquer resposta por parte da empresa, apesar de várias tentativas de contacto. No dia 19/12/2024 foi criado o envio com o código DB230661351PT, que se encontra até ao momento com o estado “Aguarda entrada nos CTT”, o que indica que a encomenda não foi entregue aos CTT pela empresa. A empresa encontra-se em incumprimento dos prazos de entrega, não presta qualquer apoio ao cliente e não disponibiliza Livro de Reclamações Online, em violação dos deveres legais aplicáveis ao comércio eletrónico. Solicito resolução imediata da situação, com envio efetivo da encomenda ou reembolso integral do valor pago, bem como esclarecimentos formais sobre o atraso verificado.
Saúde24
Boa noite, Venho por este meio mostrar o meu descontentamento. Necessitava de consulta do dia para o meu filho de 4 anos, uma vez que ele ao fim de uma semana encontrava-se doente novamente com os mesmos sintomas, febre, tosse, dores no corpo ...(suposta gripe A). Onde me foi dito, quando disse que o meu filho precisava de ser visto! Só conseguiam fazer uma marcação para daqui a 7 dias, reclamei que o meu filho precisava de assistência agora e não daqui a 7 dias. Disseram que não podiam fazer nada, e aconselharam a ligar novamente para fazer uma nova triagem. Assim o fiz, garantiram me que iria ser encaminhada num espaço de 24h para o meu filho ser visto, quando a chamada chega a parte administrativa para marcarem a consulta do dia, o mesmo responde que não podem não conseguem marcar consulta do dia. Isto e muito desagradável, para além de me mandarem ligar novamente, voltaram a fazer a mesma coisa. Tive de ir com meu filho a chover e frio tremendo doente para a abertura do centro de saúde, o meu filho tinha de ser visto. No centro de saúde responderam-me que tinham tido vagas de consulta do dia naquele mesmo dia, e para o dia seguinte. E tive de ligar na mesma para a saúde 24 para me marcarem a consulta. Isto e inadmissível, e assim que tratam os utentes. Que explicação me dão para isto. E de lamentar e vergonhoso o que fizeram!
Burla através de ativação de débito bancário sem autorização. Fui debitado em 18€.
Após ter reparado num débito estranho na minha conta de 18€ com a referência www.privicompras.es, pesquisei um pouco e fui dar com a empresa de privilegios en compras e uma quantidade de reclamações de débitos sem autorização. Numa das reclamações menciona a ativação após compra no site da Deporvillage, como tb eu efetuei uma compra na Deporvillage foi através de clicar sem o perceber em alguma coisa após o processo de compra. Reforço que em momento algum subscrevi ou permiti o acesso aos meus dados bancários na compra da Deporvillage. Isto é uma burla gravíssima pois acredito que muita gente nem se dê conta mensalmente do débito. Reclamo e vou enviar reclamação para ambas as entidades envolvidas nesta burla Agradeço informação de como deverei proceder. Obrigado Gonçalo Magalhães
Recusa em completar serviço após causar avaria.
Contratámos esta empresa para realizar a manutenção e limpeza dos aquecedores do sistema central da nossa habitação, uma vez que 1/3 dos aquecedores ou não aqueciam ou aqueciam de forma muito ligeira e tínhamos esperança de que a manutenção e limpeza resolvessem estas situações e prevenissem problemas futuros dos restantes que estavam a funcionar. No dia 27 de Novembro, o técnico deslocou-se à nossa habitação e, com a caldeira a funcionar durante toda a sua visita, realizou a vistoria dos aquecedores constatando que efetivamente alguns não estavam a aquecer como deveriam. Fez analise detalhada de cada um dos aquecedores e concluiu que muitos tinham a válvula de retorno semifechada, algo que posso confirmar e efetivamente pareceu uma razão plausível para o problema observado em alguns aquecedores, o técnico procedeu a abertura total de todas as válvulas, e pediu para testarmos nos próximos dias e conferir se o problema estaria resolvido. Por lapso, e porque estaríamos convencidos de que a situação das válvulas seria o principal motivo pelo funcionamento parcial do circuito, o técnico não realizou a limpeza interna do circuito e dos aquecedores com recurso a produto próprio para o efeito. Um lapso que é perfeitamente compreensível e que pode efetivamente acontecer a qualquer profissional, o próprio técnico reconheceu o seu lapso e mais tarde prontificou-se para retificar a situação e concluir o serviço contratado. No entanto, nesse dia foram pagos 531.98€ por um serviço que não foi realizado. Testámos o sistema de aquecimento central durante os dois dias seguintes e, infelizmente, as melhorias foram irrisórias. Contactámos a empresa a informar que o resultado do serviço e a solicitar que o mesmo fosse efetivamente realizado, uma vez que a limpeza não tinha sido feita. No dia 12 de Dezembro, o técnico dirigiu-se à nossa habitação e, da mesma forma prestável e profissional, voltou a analisar o circuito, incluindo o termoacumulador e a pressão da água no circuito. Fez várias observações e reparos ao circuito que me parecem corretos e uteis, e revelou que a pressão no circuito visível na caldeira era distinta (inferior) à que estava visível no termoacumulador, após várias analises, e em defesa do técnico devo dizer que não me pareceu que estivesse a tentar alterar alguma coisa mas sim apenas a averiguar o funcionamento da mesma, o técnico informa que a pressão da água na caldeira subiu substancialmente. O técnico procedeu à aplicação do produto num dos aquecedores. Pediu para ligarmos a caldeira durante várias horas seguidas durante os próximos 3 dias, para que o produto circulasse por todos os aquecedores de forma a fazer o efeito pretendido. A caldeira a pellets foi então ligada e iniciou o seu processo de aquecimento da agua que dura diversos minutos, e o técnico saiu. Assim que a caldeira atingiu a fase de começar a enviar a água para o circuito, emitiu um alerta de segurança e desligou-se. Alerta esse que avisa quando a pressão da água está perigosamente alta sendo que não pode funcionar assim. Concluo assim que a pressão da água que observámos anteriormente à intervenção era a ideal para o funcionamento do sistema e não poderia ter sido alterada. Assim, o serviço mais uma vez não foi realizado dado que a limpeza interior não foi realizada. Não foi realizada pois o sistema deixou de funcionar totalmente após esta intervenção. Drenei um pouco o sistema até ficar com a pressão ideal, e liguei a caldeira que começou a funcionar impecavelmente como sempre funcionou, no entanto passados 30 minutos a pressão da agua já tinha aumentado para níveis indevidos e a caldeira alertou para esse facto e desligou-se por segurança. Falei diretamente com o técnico que sugeriu que fechasse uma das válvulas, drenasse o sistema até ficar com a pressão ideal e depois testasse a fim de perceber se o sistema ainda voltava autonomamente a repor a pressão indevida, segui as instruções e voltei a testar mas infelizmente o sistema repôs a pressão. Contactei então o técnico a informar do resultado e a questionar quando poderia voltar cá a casa para retificar a situação, e o mesmo solicitou que combinasse com as colegas do atendimento. Após conversa telefónica, que se encontra gravada, fui informado que, apesar da caldeira e o sistema funcionar há vários anos sem alguma vez ter tido problemas com a pressão da água no circuito, o problema não foi causado pela intervenção e, como tal teria de pagar novamente a taxa de serviço, deslocação, etc. Com o avançar da conversa ficou a hipótese de marcar uma visita no âmbito da garantia do serviço original, mas se o parecer fosse que esta situação não foi causada pela intervenção, seriam imputados os custos de qualquer forma. Dado que o parecer será dado pela mesma parte que já afirmou que a questão não foi causada pela intervenção, receio que o resultado seja obvio. Tentar imputar ao cliente as responsabilidades de uma intervenção que correu mal, e argumentar que um equipamento que sempre funcionou (e que o próprio técnico viu a funcionar anteriormente à intervenção) deixou de funcionar durante a intervenção por uma enorme coincidência cósmica é absolutamente inaceitável.
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