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falta de esclarecimento
nao foram estipuladas prestaçoes simplesmente pagava os 29.90 ,recebo um plano de pagamento que vai de 20 de fevereiro de 2026 a 20 de janeiro de 2030 com mensalidade de33.90 ,tudo isto econtra a minha vontade
Aparelho usado
No dia de natal, dia 25 de dezembro, recebi como prenda de natal um aparelho de limpeza a vapor da cecotec. Quando abri a caixa vetifiquei que era um artigo usado pois estava coberto de calcario e era perfeitamente visivel que ja tinha sido usado. A pessoa que me fez a oferta reclamou logo online na sua area e nao obteve resposta. Desde aí ja enviei 3 emails, ja preenchi formulario e nunca obtenho nenhuma resposta. Nao pretendo ficar com um aparelho usado pois foi pago como novo!
Reclamação por cobrança indevida
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal por cobrança indevida relativa a alegados equipamentos não devolvidos, associados ao Cliente nº 23694185. Após a cessação do contrato com a NOWO, motivada pela mudança para a operadora DIGI, os equipamentos ficaram imediatamente disponíveis na morada, aguardando recolha por parte da NOWO. Desde essa data, a NOWO nunca entrou em contacto, não marcou recolha, não indicou qualquer ponto de entrega, nem enviou instruções escritas por carta ou email. Surpreendentemente, recebo agora uma comunicação a imputar valores por não devolução dos equipamentos, situação que considero abusiva e injustificada, uma vez que a responsabilidade pela recolha ou indicação formal do local de entrega é da operadora. Reitero que: - Os equipamentos sempre estiveram disponíveis para entrega - Nunca fui contactado para agendamento de recolha - Nunca me foi indicado um local físico para devolução Deste modo, solicito que a NOWO: 1. Agende, por escrito (email ou carta), dia e hora para recolha dos equipamentos na morada, ou 2. Indique formalmente um local autorizado onde os equipamentos possam ser entregues, igualmente por escrito Até que uma destas opções seja devidamente comunicada, rejeito qualquer cobrança associada aos equipamentos, por inexistir incumprimento da minha parte. Aguardo resposta formal por escrito no mais curto prazo possível, sob pena de avançar com reclamação junto das entidades competentes. Sem outro assunto, Com os melhores cumprimentos, Piero Ex-Cliente NOWO nº 23694185
Devolução não paga
Boa tarde, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativa à encomenda realizada à Companhia dos Colchões #432137 / Emma W-0015-GD5W9F, paga no dia 5 de agosto de 2025 e rececionada no dia 26 de agosto de 2025. No dia 27 de agosto, um dia após a receção, solicitei a devolução do artigo, por ter detetado duas não conformidades face às especificações publicadas no site, acompanhadas de prova fotográfica. Espessura sob pressão: De acordo com as características anunciadas, a almofada deveria ter 20 cm em estado normal e 16 cm sob pressão. As medições efetuadas mostram que sob pressão a espessura não ultrapassa 5 cm, o que representa uma diferença substancial em relação ao anunciado. Enchimento defeituoso: Verifiquei ainda que o enchimento interno apresenta falhas, com fibras soltas e espaços vazios, o que compromete a qualidade, o conforto e a durabilidade do produto. Após contacto com o Sr. Paulo Oliveira, da Companhia dos Colchões, fui informado de que a devolução apenas poderia ser processada após recolha do artigo pela Emma, para doação a uma instituição de solidariedade, e que o reembolso dependia da devolução por parte dessa empresa. A recolha acabou por ocorrer apenas no dia 6 de outubro de 2025, após vários contactos e insistências. No mesmo dia enviei o comprovativo de devolução e os meus dados bancários, solicitando confirmação do processo e informação sobre o prazo de reembolso, o que até à data nunca foi respondido. A própria Emma informou-me que a Companhia dos Colchões não enviou o comprovativo necessário para proceder à devolução e abriu uma excepção para tentar obter diretamente este comprovativo junto deles. Atualmente, 12 de Dezembro de 2025, passaram-se mais de quatro meses desde o pagamento e dois meses desde a devolução do artigo, sem qualquer resolução, resposta ou reembolso. A situação descrita enquadra-se na falta de conformidade do bem prevista no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que estabelece os direitos do consumidor na compra e venda de bens. O artigo 7.º desse diploma determina que o vendedor deve entregar bens conformes com o contrato, e o artigo 13.º confere ao consumidor o direito à substituição, reparação, redução do preço ou resolução do contrato com reembolso integral. O mesmo decreto-lei estabelece, no seu artigo 15.º, que o reembolso deve ser efetuado sem demora injustificada e nunca depois de 14 dias a contar da data em que o consumidor comunica a resolução do contrato. Acresce que, tratando-se de uma compra à distância, o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, assegura ao consumidor o direito de livre resolução no prazo de 14 dias, sem necessidade de justificação. Esse direito foi exercido tempestivamente, no dia seguinte à receção da encomenda. A discrepância entre as características anunciadas e o produto entregue configura ainda prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março. Importa salientar que, conforme o artigo 12.º do DL n.º 84/2021, a responsabilidade pela falta de conformidade é sempre do vendedor, independentemente das relações comerciais estabelecidas com o fabricante ou fornecedor. Obrigado
Corte indevido de gás
Venho então expor a situação. Recebi uma fatura de gás no valor de 85,47€ e recebi uma nota de crédito no valor de 40,51€, tal como já me tinham dito da comercializadora PLENITUDE fiz uma transferência no valor de 44,96€ no dia 20 de dezembro. No dia 22 de dezembro fui contactada por um colega a indicar que nao tinham recebido o pagamento e expliquei que tinha feito uma transferência com o valor visto ter a nota de credito, o colega confirmou e indicou que estaria tudo ok, questionei se era necessário pagar mais algum valor ou enviar alguma coisa por email e o mesmo indicou-me que não, que estava tudo regularizado. No dia 8 de janeiro chego a casa do trabalho e verifico que tenho na minha caixa de correio um papel da Portgás a dizer que tinham cortado o mesmo por ordem da comercializadora PLENITUDE. Liguei de imediato para a comercializadora expus a situação e a mesma indicou que não tinham em sistema o pagamento validado, indiquei que era impossível pois já tinha feito o pagamento a dia 20 de dezembro. A mesma pediu para eu enviar novamente o comprovativo e que realmente estava tudo liquidado e para não me preocupar que ainda naquele dia (8 de janeiro) teria gás. Aguardei e verifiquei que continuava sem gás. Liguei á Portgás que me indicou que não tinham indicação nenhuma para reactivação. Tentei contactar novamente a PLENITUDE, sem sucesso, enviei email, sem sucesso igual. Tive, infelizmente aguardar até ao dia seguinte. Liguei novamente no dia seguinte á PLENITUDE, e expliquei novamente a situação e um colega indica-me que a fatura era de 49,83€ e não de 44,96€, e que enquanto não pagasse a diferença não reativavam o serviço, indiquei que não era isso que tinha nas faturas nem nas notas de crédito e que não tinha sido isso que os colegas me tinham indicado. Tive novamente de contactar e outra colaboradora informa me que tinham se enganado na nota de crédito e que não era de 40€ mas sim de 35€. Fiz o pagamento da diferença, e mesmo assim tive sem gás até as 12h do dia 9 de janeiro. Conclusão erro da PLENITUDE pois além de não enviarem a nota de crédito correta, informam mal por diversas vezes ao telefone, e nem se dão ao trabalho de enviarem as coisas corretas, ressalvo que fiz esse pedido imensas vezes por telefone e por email ao qual não obtive nenhuma resposta. Fui ainda informada que teria que pagar custos da reactivação do gás quando não tive culpa, contudo uma superior da PLENITUDE, informou que iria pedir para que não pagasse esses custos e para que fosse recompensada de alguma forma pelo facto de ter estado sem gás 19horas e com um bebe de 1 ano, o que ainda causa mais contrangimentos.
demora na solução
Boa noite. Em 31/12/25 fiz uma voo de Genebra para o Porto, acompanhada de marido e filha. As três malas de porão foram extraviadas e aberta reclamação (processo: OPOTP15031/31DEC25/1922GMT). Depois de 48 horas recebi as malas em minha casa e todas as três malas foram danificadas. Tirei fotos e abri uma reclamação no site da TAP (2006-0000011369) pedindo a devida reparação. Até o momento não tive nenhuma resposta. Hoje 12/01/26 liguei no número da empresa: 211234400, depois de muito eserar fui atendida e a única informação era que eu precisava esperar. Pergunto: esperar o quê? e por quanto tempo?
Encomenda nº 1835541 / Devolução com portes desproporcionais
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativa à devolução da encomenda nº 1835541, encomenda que exerci o direito de arrependimento dentro do prazo legal de 14 dias, conforme previsto no Decreto-Lei n.º 24/2014. Após preenchimento do formulário do site, a empresa forneceu-me um RMA 105 aprovado, confirmando que a devolução seria aceite. No entanto, quando tentei efetuar a devolução, a empresa informou que não facilitaria qualquer recolha, deixando todo o processo de envio por minha conta. Inicialmente mencionei que os portes me ficariam cerca de 15 €, mas após verificação, os custos reais via CTT ascendem a cerca de 35 €, valor excessivo e desproporcionado face ao custo do produto. Contactei a transportadora parceira da empresa, que está disponível para recolher a encomenda imediatamente, bastando apenas um pedido formal da empresa, tal como ocorre com outras empresas parceiras. Estou disponível para suportar diretamente os portes ou oferecer uma pequena compensação simbólica, caso a empresa considere necessário. Solicito a intervenção da DECO para mediar a recolha de forma justa e razoável, garantindo o reembolso integral do valor pago após receção do produto. Anexo todos os emails trocados, RMA aprovado, capturas de tela do site e registos de tentativa de contacto telefónico. Com os melhores cumprimentos, Pedro Osório.
Encomenda devolvida e não entregue ao reclamante.
Exmos Senhores No dia 09/12/2025, efectuei um despacho na firma citada, com destino a Alemanha, com o pagamento dos respectivos portes. No total investi uma quantia significativa, para garantir ao destinatário a recepção desta encomenda. No dia 16/12/2025, às 06H39, a encomenda encontrava-se em distribuição no v/tracking-369016625695, no estado de "armazém destino " opção utilizada na vossa aplicação. Contudo, fui surpreendido ao verificar que o estado de entrega havia sido actualizado como "devolvido " em 06/01/2026, desconhecendo quais as circunstâncias técnicas para este desfecho. Contudo na aplicação não existe qualquer indicação nesse sentido. Nunca é apresentada informação clara sobre restituições, quanto ao tipo de encomendas aceites. Até ao dia 09/01/2026, que perfaz 30 dias após o despacho, não me foi comunicado que a encomenda seria devolvida ao remetente, o que considero inadmissível, dado que paguei no acto do despacho a totalidade da encomenda. Mais informo que em 30/12/2025,foi enviado email com destino à Bluepoint, que recebeu, no entanto não recebi qualquer resposta ou solução. No dia 09/01/2026, dirigi-me às instalações da firma onde efectuei o despacho, acompanhado por testemunhas, onde fui recebido pelo funcionário Júlio Almeida, afirmando este desconhecer a situação em concreto da devolução da encomenda e que a mesma estaria supostamente num armazém da Alemanha, bem como desconhecer o envio de qualquer email, direccionado aquela empresa, enviando de imediato para o meu endereço de email, o email da firma de apoio ao cliente, para seguimento do envio. Caso a entrega não seja efectuada, exijo a devolução integral dos valores pagos, incluindo a encomenda. Aguardo uma resposta célere e a resolução desta situação, reiterando que como cliente, cumpri todas as minhas obrigações e não posso ser penalizado por falta de clareza na informação disponibilizada na aplicação. Apresento desde já a minha disponibilidade para qualquer esclarecimento suplementar. Data 12/01/2026, 19H50 José Fernando Carneiro Bártolo
Não fazem a troca de tamanho
Exmos. Senhores Em dezembro de 2025, comprei um kispo no site da Diana Lisboa, tamanho S. Quando a encomenda #11654 chegou, verificámos que o tamanho S era pequeno, desde então tenho tentado pedir a troca mas sem sucesso. Querem que eu faça a devolução para um suposto centro internacional com a despesa a meu cargo. Ou sugerem que fique com o artigo que tenho e eles dão 20% do valor para minimizar prejuízos. Eu não quero devolver, apenas quero que troquem por o tamanho M. Não aceito mandar e pagar a devolução para um centro internacional porque nem paguei portes de envio e a encomenda veio de Madrid. O que posso fazer?
Encomenda extraviada
Boa tarde, pela décima vez, em situações distintas, a minha encomenda foi entregue numa parcel shop sem aviso prévio ou indicação para tal. A empresa contactou comigo a semana passada a indicar que não tinha conseguido entregar a encomenda por causa da morada, ao qual procedi a indicar ao funcionário da GLS a morada correta novamente. Ao qual o funcionário me indicou que iriam entregar o quanto antes e resolver a situação coisa que não aconteceu. Esta semana a encomenda foi parar a uma parcel shop em seixo alvo quando pedi para a encomenda ser entregue em Pedroso, para piorar ainda mais a situação o estabelecimento indica o encerramento às 19h, chego lá depois de sair do trabalho por volta das 18h15 já estava fechado. Andámos nisto à quase 3 semanas desde que fiz a encomenda quando na verdade já me deviam ter entregue e agora ninguém se responsabiliza!
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