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Cobranca indevida e falha no plano de pagamentos
Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato de fornecimento identificado pelo CPE PT0002000043322537ZQ, venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a entidade MEO Energia, em virtude da manutenção de uma cobrança indevida no montante total de 1.687,34€, não obstante os sucessivos contactos formais realizados através da área de cliente, nomeadamente os processos n.º 3-885128518281, 3-886600777242 e o NIF da empresa 516 497 693. Importa referir que, do valor em dívida, já foi efetuado o pagamento de 206,95€ em 25-06-2025, devidamente comprovado por fatura anexa, facto que, até à data, não foi refletido no plano de pagamentos ou no saldo atualizado. Esta omissão revela grave falha na gestão contratual e infringe os direitos básicos do consumidor, nomeadamente no que diz respeito à transparência e correção da faturação. Face ao exposto, exijo: 1. A correção imediata do saldo em dívida com dedução do valor já pago; 2. A emissão urgente de um novo plano de pagamentos ajustado e proporcional às faturas liquidadas; 3. Uma resposta fundamentada no prazo máximo de 10 dias úteis, sob pena de participação às entidades reguladoras competentes e eventual procedimento judicial ao abrigo da Lei de Defesa do Consumidor (DL n.º 24/96). Fico a aguardar resolução célere e eficaz deste litígio. Com os melhores cumprimentos, **Zviadi Chakvetadze** NIF: 516 497 693 Email: zviadichak1973@gmail.com Contacto telefónico: 925 948 725
Airpods 1ºGeração Hardware Danificado
Cara Deco Proteste, Em 2024, fora da garantia, os meus airpods 1ºgeração apresentaram problemas, e a apple assumiu a substituição ao abrigo do plano de qualidade, mas nunca me foi informado que o equipamento, sem garantia à data, mantinha-se sem garantia após substituição. O que demonstra falta de confiança da apple no produto que vendem. Além do mais, não tenho garantias que o equipamento de substituição tenha sido novo, uma vez que o mesmo vinha já colocado dentro da minha case. Em 2025, os airpods voltaram a apresentar problemas de hardware, comprovado pela a análise que o técnico da Istore fez. Acontece que a apple, desta vez não se responsabiliza, e a resolução é a apresentação de um orçamento no valor de 220€, para a substituição apenas dos fones. Os aripods de 2ºgeração novos com garantia custam 239€... Este é um produto que tem dado inúmeros problemas no mercado, com diversas reclamações. Obrigado!
Rutura de stock
Ex.mo Senhores, Escrevo para expressar o meu profundo descontentamento com a gestão da minha encomenda de uma Máquina de Lavar Loiça Encastre BEKO HYGIENESHIELD BDIN38440, realizada através do Boutique Santander, com o número de encomenda 598230. A cronologia dos factos é a seguinte: Compra e Cancelamento: No ato da compra, o produto foi confirmado. Posteriormente, fui informado de que o artigo tinha entrado em rutura de stock, com uma nova data de entrega prevista para 25-06-2025. Dias depois, recebi um novo email a informar que o artigo estava temporariamente indisponível e que a única solução proposta era a atribuição de um voucher com validade de 30 dias. Voucher e Limitações: Esta solução forçada, sem alternativa viável, deixou-me condicionado a gastar o valor na Worten e num prazo curto, o que me impediu de aproveitar campanhas equivalentes e me obrigou a esperar por novas promoções. O meu objetivo inicial, que era ter a máquina de lavar loiça, ficou por cumprir. Problemas com o Voucher: Recentemente, surgiu uma campanha na qual pretendia finalmente utilizar o voucher. Contudo, ao tentar aplicá-lo, o sistema apresentou um erro, impossibilitando a sua utilização. Contactei o vosso serviço de apoio ao cliente, mas até à data, não obtive qualquer resolução. A falta de resposta atempada fez com que a campanha terminasse, forçando-me a perder uma nova oportunidade de adquirir o produto em condições vantajosas. Toda esta situação causou-me um enorme transtorno. Desde a rutura de stock inicial, passando pela atribuição de um voucher com validade e agora com a impossibilidade de o usar, continuo sem a minha máquina de lavar louça. A vossa gestão do caso tem sido ineficaz, e a conveniência de a Worten não resolver a situação durante os períodos de campanha é notável, obrigando ao consumidor pagar o valor total. Exijo uma solução imediata. A minha principal reivindicação é que, uma vez que o produto que tentei adquirir inicialmente já se encontra em stock, o valor pago seja respeitado e a compra seja honrada pelo preço original. Caso contrário, peço o cancelamento definitivo e o estorno total do valor pago. Aguardo um contacto e uma solução célere para este problema. Com os melhores cumprimentos. Leonardo Azevedo
Falta assistência pós-venda
A empresa "Manuel Antonio Macedo Sociedade Unipessoal Lda" NIF 516752375 De Gavião, Vila Nova de Famalicão, em 2024, instalou, na minha residência, uma bomba de calor com os respetivos ventiloconvectores, espalhados pelas divisões da casa. Ora, aquando do funcionamento para a função de "arrefecimento", os ventiloconvectores ficam todos a verter gotas e gotas de água, causando grandes incómodos, como se deve imaginar. Em julho de 2024, contactei o responsável da empresa, o Sr. Macedo, que se comprometeu a resolver a situação. Foram verificar o que se passava, mas ficou tudo na mesma, ou seja, continuou, e continua a verter água. Ora, tenho contactado a pessoa responsável da empresa, por telefone e WhatsApp, tem me respondido que vai resolver a situação, marca um dado dia, mas até hoje, nunca mais apareceu ninguém para resolver o problema.
Corte no fornecimento
Ontem dia 3 de Agosto de 2025, houve um corte de agua em toda a zona da costa da caparica e outras zonas desde as 11 da manhã à meia noite. Sem informação aos clientes do tipo de problema nem da previsão da reposição do serviço. Situação horrível numa tarde de Domingo de Agosto e com temperaturas de 40 graus. E o mais grave é que é ums Situação recorrente. Costa da Caparica é o parente pobre de Almada
Reclamação sobre o serviço de Saude, falta de atendimento
Desde dia 1 de Agosto que tenho tentado repetidamente, contactar a linha de Saude 24 entre as 8 da manhã e as 13H, com o objetivo de marcar uma consulta no centro de saude.No entanto, em todas as tentativas realizadas, nunca fui atendida. Hoje mais uma vez, estive varias vezes a contactar o serviço e infelizmente continua sem qualquer resposta pu atendimento. Esta situação é frustrante pois pois impossibilita o acesso ao cuidado de saude essenciais e urgentes.
Queixa formal sobre má conduta e abusos recorrentes em serviços TVDE
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa a graves problemas e práticas abusivas por parte de condutores das plataformas Uber e Bolt, ambos ocorridos no mesmo dia, com poucos minutos de diferença. Queixa relativa à Uber: - Solicitei um veículo da categoria Confort para ir buscar o meu pai e o meu tio, ambos com mobilidade reduzida, junto ao Estádio do Dragão (Porto); - A viagem foi trocada duas vezes de motorista, sem explicação; - O terceiro condutor não parou no local indicado, apesar de estar corretamente definido na aplicação. Tenho printscreens e testemunhas que confirmam que o condutor viu o local e não parou deliberadamente; - Fui forçada a cancelar a viagem, fui cobrada 4,70 €, e o meu pai teve de recorrer a um táxi, pois não havia alternativa viável naquele momento. Queixa relativa à Bolt: Pouco depois da situação anterior, pedi uma nova viagem pela plataforma Bolt (não havia táxis); - O condutor assinalou a chegada antes sequer de parar o carro, o que considero uma clara tentativa de manipular a cobrança; - Apesar de afirmar que não cobraria tempo de espera, na minha conta surgem dois valores cobrados indevidamente por tempo extra; - Mais uma vez, o comportamento do condutor foi desonesto, rude e pouco profissional. Estas situações revelam um padrão de má conduta por parte dos condutores, falta de formação, ausência de empatia com passageiros em situações sensíveis (como idosos e pessoas com mobilidade reduzida), e práticas abusivas que prejudicam diretamente o consumidor. Enquanto utilizadora regular destes serviços, considero que os mesmos se encontram em clara deterioração, e que os direitos dos consumidores estão a ser gravemente lesados. Solicito que a DECO analise estas situações e me informe dos passos que posso dar para denunciar formalmente estas práticas, exigindo o reembolso dos valores cobrados indevidamente e responsabilização das plataformas envolvidas. Fico a aguardar resposta. Com os melhores cumprimentos
Queixa formal sobre má conduta e abusos recorrentes em serviços TVDE
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa a graves problemas e práticas abusivas por parte de condutores das plataformas Uber e Bolt, ambos ocorridos no mesmo dia, com poucos minutos de diferença. Queixa relativa à Uber: - Solicitei um veículo da categoria Confort para ir buscar o meu pai e o meu tio, ambos com mobilidade reduzida, junto ao Estádio do Dragão (Porto); - A viagem foi trocada duas vezes de motorista, sem explicação; - O terceiro condutor não parou no local indicado, apesar de estar corretamente definido na aplicação. Tenho printscreens e testemunhas que confirmam que o condutor viu o local e não parou deliberadamente; - Fui forçada a cancelar a viagem, fui cobrada 4,70 €, e o meu pai teve de recorrer a um táxi, pois não havia alternativa viável naquele momento. Queixa relativa à Bolt: Pouco depois da situação anterior, pedi uma nova viagem pela plataforma Bolt (não havia táxis); - O condutor assinalou a chegada antes sequer de parar o carro, o que considero uma clara tentativa de manipular a cobrança; - Apesar de afirmar que não cobraria tempo de espera, na minha conta surgem dois valores cobrados indevidamente por tempo extra; - Mais uma vez, o comportamento do condutor foi desonesto, rude e pouco profissional. Estas situações revelam um padrão de má conduta por parte dos condutores, falta de formação, ausência de empatia com passageiros em situações sensíveis (como idosos e pessoas com mobilidade reduzida), e práticas abusivas que prejudicam diretamente o consumidor. Enquanto utilizadora regular destes serviços, considero que os mesmos se encontram em clara deterioração, e que os direitos dos consumidores estão a ser gravemente lesados. Solicito que a DECO analise estas situações e me informe dos passos que posso dar para denunciar formalmente estas práticas, exigindo o reembolso dos valores cobrados indevidamente e responsabilização das plataformas envolvidas. Fico a aguardar resposta. Com os melhores cumprimentos
Reclamação sobre cobrança indevida e pedido de confirmação de cancelamento de subscrição
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa à minha subscrição na DECO PROTESTE. No momento da subscrição, aderi a uma campanha promocional que indicava claramente que os dois primeiros meses teriam o custo total de 2€. No entanto, foi-me cobrado o valor de 8,60€, o que considero incorreto e injustificado, tendo em conta as condições promocionais anunciadas. Adicionalmente, gostaria de confirmar se a minha subscrição já se encontra devidamente cancelada, para evitar futuras cobranças indevidas. Solicito, com urgência, a devolução do valor cobrado indevidamente e um esclarecimento sobre o estado atual da minha subscrição.
Reclamação RMA 4100123541 Monitor devolvido partido sem solução
Comprei um monitor na PC Diga a 18 07 2022, no valor de 289,90 EUR. Em 19 06 2025 solicitei RMA devido a um pixel morto (e-mail anexo). Sem a embalagem original disponível, confirmei junto da PC Diga que bastava embalá-lo com cuidado; adquiri então na Leroy Merlin uma caixa de cartão robusto e plástico bolha suficiente para imobilizar o monitor e a base, registando em fotografias o estado perfeito do ecrã antes de embalar (fotos anexas). Enviei-o a 26 06 2025 com o código CTT pré-pago DE620116959PT fornecido pela PC Diga, tendo a transportadora entregue o equipamento nas instalações da PC Diga em 30 06 2025 (comprovativo de rastreio anexo). A 04 07 2025 recebi e-mail (empresas@pcdiga.com) onde me informavam que o monitor “chegou partido” e que a reparação custaria 297,46 EUR — valor superior ao de um aparelho novo — anexando uma imagem da caixa com um rasgo num canto e outra do ecrã com uma fratura central grave. Em 05 07 e 14 07 enviei novas mensagens (suporte@pcdiga.com) com provas fotográficas e invocando o art.º 15.º (n.º 4) do DL 84/2021 — que atribui ao fornecedor os custos e riscos do transporte em garantia — e o art.º 4.º do mesmo diploma — que impõe ao profissional o ónus de provar mau uso ou embalagem manifestamente insuficiente — sem nunca obter resposta concreta. A 18 07 recebi apenas, noutro processo de RMA, a informação de que o RMA 4100123541 “se encontrava devidamente escalado” pelo departamento responsável, sem data ou proposta de solução. No dia 31 07 recebi de volta o monitor, confirmando que o LCD está partido (fotos anexas), o que demonstra que o dano ocorreu em trânsito, sob responsabilidade da PC Diga, e não por defeito de fabrico. Hoje, 03 08 2025, já decorreram mais de 30 dias desde a entrada do equipamento para garantia sem que tenha havido reparação, substituição ou recolha para nova avaliação. Face ao exposto, solicito à DECO que interceda: Para que a PC Diga seja formalmente notificada a cumprir a garantia legal, procedendo à substituição do monitor por outro idêntico em perfeito estado de funcionamento, sem quaisquer encargos para mim. Caso se mostre tecnicamente impossível a substituição, que a PC Diga reembolse o valor integral de 289,90 EUR. Que seja considerada a atribuição de indemnização pelos prejuízos sofridos (custos de envio, perda de produtividade e demais danos emergentes), na medida em que a falha de cumprimento da garantia legal me causou comprovadas perdas profissionais.
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