Reclamações públicas
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Lotação Comboios
Exmos. Senhores, Venho por esta via fazer uma reclamação do serviço prestado pela Fertagus. Por norma, apanho um dos comboios que circula entre as 7h30-8h30 na estação do Pragal, direção Roma-Areeiro. A situação diária a que as pessoas que circulam nestes comboios se sujeitam não é admissível. É habitual não se conseguir entrar no comboio quando o mesmo chega à estação do Pragal por falta de espaço. Caso se consiga entrar, as pessoas entram em monte para o comboio, o que é bastante perigoso dado que há o risco de alguém cair e se ferir, para além de causar muitas discussões. Após as portas fecharem, as pessoas ficam verdadeiramente como sardinhas em lata, sem espaço para se mexerem e completamente apertadas (o que não me parece de todo cumprir as normas de segurança da lotação máxima dos comboios). Por várias vezes, já testemunhei pessoas que se sentiram mal e com dificuldades em respirar, tendo de pedir para abrirem as portas para saírem ou simplesmente aguentarem até à estação seguinte. O mesmo se repete nos comboios que circulam à hora de ponta da parte da tarde. Não é seguro e admissível que as pessoas tenham de se sujeitar diariamente a estes condições no caminho para o trabalho, principalmente quando estão a pagar por um serviço que não lhes está a dar as condições mínimas de segurança. Não precisamos todos de ter lugares sentados, mas temos o direito a deslocarmo-nos nos transportes públicos em segurança. Peço que reavaliem a forma como os comboios estão a circular e encontrem soluções, seja aumentar o nº de carruagens dos comboios ou aumentar a frequência dos mesmos em hora de ponta. Obrigada, Cumprimentos.
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, No passado dia 14 de maio de 2025 embarquei com o meu marido em Mallorca com destino a Madrid, no voo RYANAIR FR2054, com bilhetes prioritários e bagagem de cabine de 10kg (dimensões 55x40x20cm) e mala pequena. No momento do embarque os funcionários pararam-nos indicando que as malas tinham que ser medidas e estavam fora dos padrões da companhia. Criou-se logo um ambiente hostil e apesar da nossa explicação de que eram as mesmas malas com que tínhamos voado Madrid-Mallorca e que estavam dentro das regras os funcionários informaram-nos que só embarcariamos mediante o pagamento de uma taxa extra. Entretanto houve uma pressão enorme para aceitarmos o pagamento e embarcar senão já não fazíamos a viagem. Sentimos uma horrível sensação de que poderíamos perder o voo por toda aquela confusão e com os restantes passageiros a assistir a tudo, sentimos que estávamos a ser humilhados. Os restantes passageiros não foram barrados nem sujeitos aquela medição da bagagem, mesmo quando visivelmente não cumpriam os tais critérios. Perguntei várias vezes o valor da taxa adicional e não me foi dito, apenas passaram o cartão e nem comprovativo de pagamento me deram. Também solicitei uma fita para que medissem as malas de forma a comprovar as medidas, mas foi negado. Só quando consultei o extrato bancário soube do valor de 140€ pelas duas malas. Durante o tempo em que estivemos a aguardar o processo de cobrança da taxa, os constrangimentos foram constantes bem como a pressão, má conduta e arrogância. Sendo assim, a reclamação prende-se não só pelo facto de as mala estarem de acordo com as regras da companhia e normas internacionais, bem como pela errada atuação dos funcionários e os constrangimentos. Eu tenho medo de voar e está situação criou ainda mais stress e ansiedade. Solicito o reembolso do valor extra pago à Ryanair, ou seja 140€. Ana Pais Cumprimentos.
Explicação
Exmos. Senhores, Mais uma vez venho solicitar ajuda a Deco a que se refere a duas Coimas cobrada e debitada da minha conta. Até o momento o via verde não me explicou . Usei o via verde dia 17/04 e 19/04 , como vai ser exposto em anexo do extrato. Temdo em vista que portagens também foi debitadas normalmente ( estão corretas) só não entendo o porquê das coimas . No aguardo de informações Contrato ;517620311 Nome; Osemar Silva de Carvalho Endereço; Rua da Cabecinha n9 Facão Pêro Pinheiro Código postal 2715-142 Cumprimentos.
Reembolso de passagem aérea cancelada dentro do prazo legal
Exmos. Senhores, No dia 27/04/2025, comprei uma passagem aérea no site da TAP, sob o número de bilhete 0472198646051. A compra foi cancelada na segunda-feira seguinte, ou seja, menos de 24 horas após a emissão da passagem, dentro do prazo legal previsto para cancelamento com reembolso integral. No entanto, até o momento não recebi o reembolso no meu cartão de crédito. A fatura do meu cartão já foi fechada e terei que arcar com o valor integral da passagem, gerando prejuízo financeiro indevido. Entrei em contato com a central de atendimento da TAP por três vezes, e em todas fui informado de que um chamado foi aberto. Apesar disso, não recebi qualquer retorno, nem por e-mail, nem por telefone, e nenhuma formalização sobre o andamento do reembolso foi feita. Fui informado que o valor seria devolvido em até 5 dias úteis, prazo que já se encerrou sem solução. Agora nem prazo vocês me dão. Solicito a devolução imediata do valor pago no cartão de crédito, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor, e a formalização da resolução por escrito. Cumprimentos. Raphael
Atraso de Voo
Exmos. Senhores, Em 11/04/2025 dirigi-me ao aeroporto de Ponta Delgada no Aeroporto João Paulo II para embarcar no vosso voo S4128 para Lisboa no Aeroporto Humberto Delgado. Sucede que o voo, que estava marcado para as 21:50h se atrasou, com partida a ter lugar pelas 01:50h e a chegada ao destino a ocorrer às 05:00h locais. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 250€ (duzentos e cinquenta euros), de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Número de identificação fiscal (NIF): 218819897
Negado o Reembolso dos meios de tranporte alternativo
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o vosso apoio relativamente a um pedido de reembolso indeferido pela companhia aérea EasyJet na sequência do cancelamento do voo n.º 6740 (Marraquexe - Lisboa), previsto para dia 28 de abril de 2025. A EasyJet disponibilizou-nos um voo alternativo apenas para o dia 7 de maio, o que representaria uma espera de nove dias. Por motivos profissionais e pessoais, eu e a minha namorada não poderíamos aguardar esse período e fomos forçados a recorrer a transportes alternativos (dois transfers automóveis e um ferry), tendo suportado um custo total de 540,80€ os dois juntos. Apresentámos um pedido de reembolso à EasyJet, anexando os comprovativos das despesas e uma justificação fundamentada. No entanto, a companhia recusou o reembolso, alegando que tinham disponibilizado um meio de transporte alternativo, apesar deste não corresponder ao critério legal de "na primeira oportunidade possível", previsto no regulamento (CE) n.º261/2004. Temos em nossa posse todas as faturas e documentos comprovativos, tanto das despesas como da recusa da companhia aérea. Assim, solicitamos a vossa ajuda para intermediar esta situação e garantir o nosso direito ao reembolso. Cumprimentos.
Reclamação de greves frequentes e falta de compensação aos clientes mensais
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, expressar o meu profundo desagrado relativamente às greves frequentes que têm afetado os serviços da CP ao longo dos últimos tempos. Entendo que os trabalhadores têm direito à greve, no entanto, a sucessiva paralisação dos serviços durante vários dias consecutivos tem causado enormes transtornos à vida quotidiana dos passageiros que dependem do transporte ferroviário para trabalhar, estudar e cumprir outras obrigações. Particularmente revoltante é o facto de os clientes portadores de passe mensal, como é o meu caso, continuarem a pagar na totalidade um serviço que não é prestado com regularidade nem qualidade. A ausência de qualquer tipo de compensação ou ajuste aos utentes revela, a meu ver, uma enorme falta de respeito e consideração por quem continua a confiar na CP como meio de transporte diário. Considero inadmissível que se continue a exigir o pagamento integral de um serviço que frequentemente não é assegurado. Esta situação não só prejudica os clientes, como também compromete gravemente a imagem da empresa enquanto prestadora de um serviço público essencial. Solicito, por isso, que seja considerada a implementação de medidas de compensação justas para os titulares de passes afetados por estas paralisações, e que se encontre uma solução urgente e equilibrada para os conflitos laborais, de modo a garantir a normalidade do serviço e o respeito pelos passageiros. Sem outro assunto, subscrevo-me com os melhores cumprimentos, Raquel Silva
Prática fraudulenta de coimas
Exms., É com muita insatisfação que venho relatar uma prática fraudulenta adotada pela Ascendi para fazer com que os condutores recaiam em coimas. Sucede que no dia 19 de Abril foram-me instauradas três coimas e dívidas (não consegui anexar) para com a Ascendi no site da Autoridade Tributária (AT). Atualmente, no seguimento da fixação das coimas, o valor total atinge quase 500€. Isto relativo a portagens que não me foram comunicadas anteriormente e que não ultrapassavam os 4€, cada uma delas. Quando comuniquei este facto à AT, alegaram que fora "notificado pela entidade autuante para a morada que consta na Conservatória do Registo Automóvel". Sucede que mudara de casa e, como tal, procedera à alteração da minha morada fiscal e, portanto, deixara de receber comunicações na respetiva morada. Nunca me fora comunicado que deveria alterar adicionalmente a morada do automóvel na Conservatória do Registo Automóvel, nem eu deveria supor tal coisa visto que este é um organismo do Estado Português e tendo alterado a minha morada fiscal a minha morada seria de esperar que esta fosse igualmente alterada na respetiva Conservatória. Além disso, não recebi qualquer notificação de dívida de portagem na área de membros dos CTT, onde supostamente é possível consultar as portagens em dívida. Em resumo, nem a Ascendi nem a Autoridade Tributária me notificaram das portagens em dívida através de canais eficazes antes de serem instauradas coimas, após a minha morada fiscal sido alterada. Em pleno século XXI, não me enviaram qualquer email ou notificação digital (CTT e AT) das portagens em atraso em tempo oportuno, embora tenha sido notificado por email ou notificação digital (CTT e AT) logo após as coimas terem sido instauradas. Esta estratégia extrativa é contrária a todas e quaisquer noções de justiça materializada na Constituição Portuguesa e que deveria ser zelada pelo Estado Portuguesa e suas instituições, como a Autoridade Tributária. Venho, portanto, apelar à vossa boa-fé para fazer com que a justiça prevaleça, exigindo que os condutores passem a ser notificados por vias eficazes e adaptadas ao mundo digitalizado em que vivemos das portagens em dívida.
Impedem-me de pagar e geram dívidas ilegais.
Exmos. Senhores, Eu tinha um contrato Via Verde com um dispositivo eletrónico de pagamento de portagens. Em novembro de 2024, a Via Verde deixou de debitar as portagens no meu cartão, devido a um erro técnico imputável exclusivamente a eles, uma vez que o cartão funcionava e continua a funcionar corretamente noutros estabelecimentos comerciais. Perante o problema, entrei em contacto com eles e, após várias tentativas e recusas, disseram-me que tinha de adicionar novamente o método de pagamento. Assim fiz. Entretanto, continuei a utilizar o dispositivo, confiante de que os pagamentos seriam regularizados. Em março de 2025, a Via Verde decidiu rescindir unilateralmente o meu contrato. Voltei a contactá-los com a intenção de regularizar as dívidas pendentes e recuperar a utilização do meu dispositivo, mas desde então tenho sido ignorado. Tem sido absolutamente impossível contactá-los, através do seu formulário de contacto, por e-mail e por telefone. Entretanto, continuam a aumentar a dívida e a gerar multas. Estou numa situação de absoluta indefensabilidade e fraude. Já lhes disse várias vezes que quero regularizar a situação, mas eles ignoram-me. É uma fraude flagrante, pois não me deixam pagar, mas aumentam a dívida indefinidamente, até que, em algum momento, conseguem cobrá-la, com sobretaxas absurdas. Por favor, preciso de ajuda para resolver esta situação. Não sou um incumpridor, estou a ser enganado. Cumprimentos.
unir transportes
Boa tarde, Sou utente de transportes públicos - Santa Maria da Feira - Porto (ida/volta) há 19 anos. Desde que existe a UNIR que me encontro insatisfeita com o serviço prestado, porque: * alterações de horários - não faz sentido nenhum existir uma camioneta que sai da D. João II, às 15h45-S.João Madeira e outra às 16h00 - Zona Comercial (que transporta cerca de 10 utentes, algumas vezes tenho oportunidade de apanhar e nunca este número foi superior ) e depois só às 16h40. * na paragem D.João II encontra-se agora assinalado paragem com o número do autocarro (2026), onde na 6a feira (09/05/2025) o motorista que fazia o trajeto das Camélias - S.João da Madeira não parou nesse local parando mais à frente, o que fez que os utentes que se encontravam na paragem ficassem na paragem pois entraram os utentes que chegaram posteriormente, reclamei e a resposta que obtive foi "não sou obrigado a parar na paragem" e fiquei à espera da camioneta das 17h30.Então para que serve a sinalização? * o motorista da camioneta Pacense fez exatamente o mesmo procedimento não parando na paragem assinalada (2026) dizendo que ele é que decide / manda onde para a camioneta para os utentes entrarem, e para se fazer queixa de que é o motorista que trabalha há cerca de ano e meio nesta empresa, mas não se identificou. Volto a questionar para que serve a sinalização que colocaram? Constatei também no início que havia motoristas que não tinham conhecimento de agora existia paragens de autocarros com a sinalização dos números. É lamentável que este serviço que tem um nome "UNIR" só esteja a provocar desunião e insultos entre os utentes e com alguns profissionais. Agradeço a atenção dispensada, ficando aguardar algum feedback Maria Albertina Antunes
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