Reclamações públicas

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P. O.
07/07/2024

Ilegalidades no processo de recrutamento

Bom dia, Não é a primeira nem a segunda vez que esta "empresa" faz perguntas ilegais após pressionar os candidatos. O ano passado, após gastar mais de 10€ em transportes para me dirigir ao continente bom dia da maia, a mulher que me fez a entrevista, após fazer questão de me mostrar toda a lista de candidatos que iria entrevistar (sem qualquer tipo de motivo, visto que eu era a primeira candidata a ser entrevistada e a unica com o nome em questão...) procedeu a entrevista com perguntas acerca da minha morada (o que não interessava porque, como ela fez questão de me dizer, aquela entrevista era para todos os continente bom dia, não só is da maia). Obviamente que quem comete uma ilegalidade, comete duas ou três porque lhes é igual especialmente depois do que já tinha feito. Decidiu entro perguntar se tomava qualquer tipo de medicação... Não específico, só qualquer tipo. Visto que até eu sei que isso é ilegal (e não trabalho nos recursos humanos), repeti a pergunta para ter a certeza se ela estava de facto a fazer uma pergunta daquelas. Não só me respondeu de forma rude, como se eu fosse a burra naquela situação, como ainda quis saber para que era a medicação e a frequência de toma. Obviamente que já sabia que não ía ser vista como candidata... E antes que me ataquem e digam "não tinhas que dizer nada", deixe-me relembrar do 'power move' que ela propositadamente fez com a lista e deixem-me também informar-vod que estou à mais de 4 anos à procura de emprego e tenho vários anos de experiência por isso obviamente que o jogo dela resultou. Mas claro, sendo a Sonae, não fica por aí. Recentemente fui contratada a termo mas apenas porque tive de mentir à médica deles. Sim, à médica deles. Não só me fizeram todo o tipo de perguntas acerca de local de habitação, família, etc durante a entrevista, seguiram-na a dizer-me que teria de ir a exames médicos para ver se era possível ser contratada. Os primeiros exames fizeram sentido porque seria necessário ter boa audição ao trabalhar nos armazéns da Sonae da maia. O que já não fez sentido foi a obrigatoriedade (sim, obrigatório) de lhes dar todo o meu historial medico e da minha família, seguido dos meus hábitos e dependentes. Claro que menti. Sou autista e hiperativa e já sabia que, como sempre, se dissesse a verdade nunca seria contratada. Duas semanas mais tarde tive uma crise durante o trabalho ( mas fora das horas deste porque estava em horário de almoço). Uma colega notou e com a intenção de ajudar falou com a chefia. Eu já estava 'bem" porque já tinha tomado os meus SOS's receitados pela minha psiquiatra, mas mesmo assim obrigaram-me a ir à médica deles. Que basicamente me humilhou por eu ter mentido (como se eu sequer quisesse ter feito tal) e ainda por cima mentiu-me a dizer que nada tinha haver com o eu ser contratada ou não... Obrigou-me a trazer um papel da minha psiquiatra para saber para o que estava a ser medicada, quais as medicações, dosagens e se estava apta para trabalhar num armazém com máquinas pequenas (apesar de saberem que conduzo e nunca ter tido um único acidente de trabalho, algo que não podem dizer dos meus colegas que nao precisam de atestados). Até a minha psiquiatra ficou parva com o pedido porque ela segue muitas pessoas com as mesmas "aflições" e nunca tal lhes foi pedido pelas empresas. Quando cheguei lá com o papel e finalmente consegui sair para ir trabalhar, estupidamente pedi desculpa pelas mentiras e a resposta que recebi foi "não devias porque agora dá mais trabalho" . Foi aí que mais uma vez lhe disse " mas se não o tivesse feito, não tinha emprego", ao que a médica deles me respondeu "pois, mas não estávamos agora a ter trabalho". Ou seja, depois de me mentir e dizer que não interessava, agora já disse a verdade acerca da descriminação que têm contra pessoas que não consideram "normais". O mesmo tipo de pessoas que tenta seguir todas as normas de segurança para depois ouvir "não faças isso que não tem nada haver contigo. O que interessam são os números não a segurança nem o trabalho bem feito". Um dia de formação acerca de medidas de segurança, para depois não nos darem o equipamento obrigatório, nós criticarem por fazer-mos aquilo que é suposto para ser seguro para todos... Tanto eu como colegas meus já levamos em cima com caixas de paletes a serem feitas porque eles só querem rapidez. Depois fica tudo mal e só a rapidez não chega porque tem que estar perfeito. Mas não pode estar perfeito senão não fazemos número e eles querem é números para a "equipa deles não perder". Fizeram do trabalho um jogo, por isso ninguém quer saber dos produtos, do trabalho ou da segurança dos outros. Aliás, até me atrevo a dizer que muitas pessoas lá fazem de propósito para atrasar os outros e assim conseguirem mais números. Não há luvas, algo também obrigatório, o que significa que não só ficamos com os dedos todos queimados por causa da Tesa e a a sangrar por causa das caixas, como também estamos sempre com farpas espetadas por causa das paletes estarem todas estragadas. Já para não mencionar os líquidos, cartão e plásticos espalhados pelo chão que, mais uma vez eles dizem ser um perigo, mas nada fazem e dizem que nada tenho haver com isso apesar de quase ter caído no lixo que deixam pelo chão. Claro que também tem que ser mencionado as rachaduras enormes no chão que há lá, mas ninguém parece ver a não ser eu e que , mais uma vez, não tem nada haver comigo apesar de ser mais um problema de segurança (de acordo com as 6 horas de formação que nos deram acerca disso). Para além disso as máquinas não funcionam direito, eles fazem questão de não avisar das horas de pausa e almoço porque ao que parece é suposto eu saber que horas são, apesar de ser proibido a utilização de telemóveis e não haver relógios em lado nenhum. Ah claro, falta mencionar as paletes partidas com pregos enferrujados para ver se alguém se aleija e é culpado por isso (algo que eles adoram de constantemente fazer); e do suposto "banco de horas" que surpreendentemente (só que não) não tem as horas extras todas que tivemos que dar... Depois claro que a maioria dos meus colegas que lá estão são estrangeiros a serem explorados, muitos sem ajudas na comunicação porque ninguém lá fala inglês ou tenta sequer; enquanto as chefias são tudo portugueses (sim , "-eses", nao "-esas", óbvio) que dizem mil e uma coisas todas a contradizerem-se e sem quererem sequer ouvir as opiniões de quem lá está a trabalhar... Especialmente se essas opiniões vier de estrangeiros a serem abusados ou da "anormal" que vai ser despedida assim que o contrato terminar e vai ficar com mais uma mancha no sistema deles.

Encerrada
T. A.
07/07/2024

Transformador não recebido

Exmos. Senhores, Processo de compra e entrega 5 estrelas. O desafio inicia-se quando o sofá é entregue sem transformador e o gerente da loja de Santarém Sr Fábio quando confrontado com a situação responde que "um transformador num sofá não é uma necessidade é um desejo". Estamos há mais de 1mês à espera que seja entregue e a informação que obtemos é que temos que aguardar. Não existe comunicação entre armazém e loja e muito menos respeito pelo cliente quando são feitos este tipo de comentários. Já pedimos para devolver o sofá mas a loja nega-se a sequer conversar sobre a situação. Vamos seguir com a ocorrência para tribunal pelo menos nem seja para prevenir que aconteça com outras pessoas. Cumprimentos.

Encerrada
T. A.
07/07/2024

Encomenda não recebida nem agendada

Exmos. Senhores, Em 02/07/24 adquiri um Conjunto de jardim, da marca IPAE-PROGARDEN, pelo valor de 170euros. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 05/07/24. Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. De forma semelhante também ainda não foi atribuído previsão de data de entrega Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços 04/07/24;05/07/24; 06/06/24 e obtive a resposta de que o bem está para entrega e existiu um "erro informático" Verifico ainda que o mesmo artigo, se encontra igualmente a venda online no site da Worten, mas fora de promoção como quando efetuei a sua compra, apresentado agora um preço de 399euros. Assim sendo, exijo, no prazo máximo de 8 dias, procedam à entrega do referido Conjunto de jardim IPAE-PROGARDEN, sob pena de resolução do contrato, e sem prejuízo do direito de indemnização por eventuais danos causados. Cumprimentos.

Resolvida
L. C.
06/07/2024

Monitor avariado

Comprei um monitor Samsung Odyssey G9, na Chip7 online, que fui levantar à loja da Maia no dia 16/5. Quando o tirei da caixa, nesse próprio dia, vi que o écran estava estragado e avisei de imediato à loja. Na falta de resposta, no dia seguinte comuniquei isto também ao apoio online, que respondeu de imediato; a loja nunca chegou a responder. No dia 21/5 foram pedidas fotografias da embalagem, que enviei no próprio dia. Apenas no dia 13/6 (portanto 3 semanas depois) deram novidades, solicitando a morada para proceder à recolha do monitor, "para peritagem". Passadas três semanas, não houve qualquer recolha, e deixaram de responder aos e-mails. Portanto, a Chip7, vendeu-me um monitor estragado, como sendo novo, e passado mais de um mês, continuo sem os 965 euros, com um monitor estragado, e sem respostas.

Encerrada
L. C.
06/07/2024

Experiência Desagradável e Xenofobia na Loja Adidas

Reclamação: Experiência Desagradável e Xenofobia na Loja Adidas Data: 05/07 Local: Adidas Originals Restauradores (Praça dos Restauradores 72, 1250-188 Lisboa). Para quem possa interessar, Venho por meio desta manifestar minha insatisfação e descontentamento com o atendimento recebido na loja da Adidas, na unidade da Praça dos Restauradores em Lisboa, Portugal. Sou cliente da Adidas há muitos anos, mas minha experiência recente foi extremamente negativa e desapontadora, além de preconceituosa e desrespeitosa. Sou uma mulher brasileira, de 21 anos. Meus pais residem em Portugal há 2 anos, e é cabível ressaltar que ele é cidadão português por descendência. Bem como eu e minha irmã, que estamos nos processos finais para o aceite do documento. Falo aqui, portanto, como cidadã portuguesa que conhece seus direitos. Vale ressaltar que nenhuma nacionalidade, seja ela com cidadania ou não portuguesa, merece ser tratada como eu me senti. Ainda mais por uma marca mundial como a Adidas, que em seu disclaimer de valores valoriza tanto integridade, diversidade e inclusão. Bjørn Gulden, o atual CEO da empresa, afirmou: "Na Adidas, acreditamos que a diversidade, equidade e inclusão são essenciais para o nosso sucesso contínuo. Estamos comprometidos em criar um ambiente onde todos os nossos funcionários se sintam valorizados e possam prosperar, refletindo a diversidade dos nossos consumidores e comunidades”. Situações como a que eu vivenciei hoje e logo relatarei me fazem acreditar que não são todas as lojas da Adidas que estão alinhadas com esse tipo de discurso, me fazendo acreditar que não se trata apenas de um belo discurso de marketing. Vamos ao relato do ocorrido. No dia 05/07/2024, adquiri um par de tênis na referida loja. Após efetuar a compra e pagamento, coloquei o tênis no pé e percebi que ele estava maior do que o meu pé, ou seja, precisava de um tamanho menor. Percebi isso após o uso do tênis por cerca de 10 minutos, quando vi que realmente não estava funcionando aquele tamanho. Tirei o tênis imediatamente para evitar danos e conseguir realizar uma troca tranquila. Como não havia o tamanho menor na loja onde comprei, coloquei o sapato inicial que estava usando e me dirigi a outros pontos turísticos de Lisboa, já que estava apresentando a cidade a uma amiga. Nossas intenções eram de jantar próximo à localização da loja onde havia efetuado a compra e aproveitar para realizar a devolução do tênis. Durante esse período, entrei em contato com um amigo que estava no shopping Colombo, onde há outra loja da Adidas, para verificar se havia o tamanho que eu precisava. Felizmente, ele encontrou o tamanho correto e comprou o tênis para mim, sugerindo que eu devolvesse o par original na loja de compra. Quando retornei à loja da compra inicial para realizar a troca, fui informada de que não seria possível efetuar a troca sem a caixa original. Gostaria de destacar que, em nenhum momento durante a compra, o funcionário me informou sobre essa política de troca. Como já estava usando o tênis, acabei não levando a caixa comigo. Primeira falha no atendimento. A política de troca deve ser, por lei, informada ao cliente no momento da compra, conforme consta no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que transpõe a Diretiva 2011/83/EU sobre os direitos dos consumidores. Além da frustração causada pela falta de informação, fiquei extremamente decepcionada com o tratamento recebido pelos funcionários quando fui realizar a troca. Fui tratada com grosseria e desrespeito, o que me causou grande desconforto. Como brasileira residindo em Portugal, percebi uma diferença marcante no atendimento dispensado a mim e a um outro cliente estrangeiro que falava inglês. Enquanto fui tratada de maneira ríspida e com extremo descaso, vi o outro cliente ser tratado com extrema cordialidade e simpatia, mesmo quando o alarme da loja disparou ao mostrar um produto para seu amigo que estava do lado de fora da loja, o que fez com que os alarmes disparassem, sugerindo uma saída ilegal com um produto que não havia sido até então pago. Para piorar, minha amiga que estava comigo percebeu um dos atendentes comentando com o colega: “Ah, esses brasileiros…”. Ela respondeu dizendo “Eu entendo o que você fala” e saiu. Ou seja, claramente fomos tratadas com desdém e preconceito, evidenciando uma atitude xenofóbica por parte dos funcionários. Em outro momento, enquanto a atendente me informava de forma grosseira que não havia nada que podia fazer por mim, seu colega, que nem estava envolvido na situação e estava realizando o atendimento de outro cliente, alegou: “Como é que podemos saber que está dizendo a verdade sobre meu colega não ter informado sobre nossa política de troca?”. Ou seja, ainda fui chamada de mentirosa. Ao encontrar com meu pai para jantar, ele considerou a situação inaceitável. Cheguei chorando ao restaurante, com um sentimento de desrespeito e impotência. Ele imediatamente me acompanhou até a loja. Ao chegar, pediu para falar com a gerente, que prontamente sugeriu que procurássemos a caixa do tênis, já que a compra havia sido realizada em menos de 4 horas, com certeza a caixa estava ali. Vale ressaltar que nenhum dos funcionários sugeriu essa atitude quando eu fui até a loja desacompanhada de um homem, o que ressalta novamente um possível preconceito por ser mulher, jovem e brasileira. Todo o processo de troca correu de forma tranquila e demorou menos de 7 minutos. Apesar do atendimento da gerente ter sido cordial, me senti completamente invalidada ao não ser capaz de resolver o problema sozinha e ter sido tratada da forma como fui. A caixa foi encontrada e o problema foi resolvido, ou seja, esse não é o ponto dessa reclamação. Considero esta situação inaceitável e espero que medidas sejam tomadas para garantir que todos os clientes sejam tratados com igualdade, respeito e cordialidade, independentemente de sua nacionalidade, gênero ou idade. Solicito que a Adidas reveja suas políticas de atendimento ao cliente e garanta que todos os funcionários estejam devidamente treinados para informar os clientes sobre políticas de troca e devolução no momento da compra e para tratar todos os clientes de maneira justa e respeitosa. Acho completamente inaceitável esse tipo de atitude vindo de uma marca mundial que, como mencionado, valoriza tanto a inclusão. Fica aqui o meu questionamento à Adidas: da próxima vez que precisar de algum atendimento de vocês, preciso falar inglês para ser respeitada e tratada devidamente? Simplesmente um absurdo, que retrata um cenário xenofóbico e hostil, em um país com tantos estrangeiros. Agradeço a atenção e aguardo um posicionamento sobre as medidas que serão tomadas para evitar que situações como esta se repitam. Atenciosamente, Larissa Scalzo Cunha Obs.: a compra foi realizada sem o registro do NIF, mas permaneço à disposição para qualquer demais esclarecimentos necessários.

Resolvida
J. M.
06/07/2024

Emma - Não entrega de produtos e fraude

Exmos. Senhores, No dia 14 de Junho de 2024, efectuei uma compra online, no website oficial da marca Emma Colchões, de um pack chamado Pack Wood Hybrid de um Colchão Emma Hybrid Plus e de uma Cama de Madeira, entre mais algumas coisas. O prazo de entrega que me foi informado e acordado foi entre dia 28 de Junho e dia 5 de Julho. Hoje encontramo-nos a dia 6 de Julho e não tenho a minha encomenda, tendo sido assim incumprido o acordado nesta minha compra. Gostava de acrescentar a esta reclamação, que desde o dia 15 de Junho, até hoje, fiz 4 contactos telefónicos com a Emma, de forma zelosa, para saber da minha encomenda. Foi-me informado, desde o primeiro dia, dia 15, que tudo decorria bem com a minha encomenda. Ao 2o telefonema, um "desbloqueio em armazém", mas tudo certo e encaminhado. Ao 3o telefonema, "assim que tivermos notícias do armazém informarmos" e o mesmo no 4o. Acontece que chegamos a esta data, sem a minha encomenda e com uma rápida consulta no portal da queixa, percebe-se que já há pessoas a reclamar do mesmo desde data anterior à minha compra. Ora, assim sendo e sabendo a marca disto, em vez de continuar a publicitar e a fazer anúncios em redes sociais - e de permitir mais compras e anunciar que tem stock -, deveriam ter informado os clientes. Parece-me bastante injusto que fiquem com o meu dinheiro praticamente durante um mês, para depois me sugerirem fazer um reembolso e eu ficar sem os produtos, defraudado completamente tudo relativo a esta compra. Eu passei a ser um banco, em vez de um cliente de uma marca. Mais acrescento que esta situação é igualmente injusta, por a minha compra ter aproveitado uma promoção e um voucher que tinha em minha posse, os quais ficarão perdidos e sem efeito, sem me for feito o reembolso, ficando mais uma vez a marca a ganhar, e não o cliente. Perante o exposto e como já informei a marca, apresento esta queixa na DECO, afirmando que quero os produtos que comprei, ao preço que comprei, com a maior urgência possível e quero ser compensado por ter sido incumprido o contrato que celebrei e a minha expectativa e credibilidade nesta marca completamente defraudada. A Emma foi-me apresentada como uma referência de excelência e tem sido tudo menos isso até agora. Certo em contar com a colaboração na melhor e urgente resolução deste assunto. Despeço-me com os melhores cumprimentos e grato pela atenção João Moreira

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
G. C.
06/07/2024

Produto com defeito e falta de apoio ao consumidor

Compra de uma Bicicleta de Spinning BEHUMAX Extreme Fit 1500, com defeito em um dos pedais, vasta demora na resposta ao consumidor e a não solução do problema, nenhum suporte da empresa, mais de 30 dias tentando resolver a situação e nada, zero confiança na marca e nos produtos dela.

Encerrada
A. S.
06/07/2024

Encomenda não recebida

Boa tarde Fiz uma encomenda 18724 que paguei de imediato e ainda não recebi os artigos, nem informações sobre o pagamento e estado da encomenda Gostaria de saber se ainda está para demorar. Atenciosamente, Anabela Sousa

Encerrada
L. B.
06/07/2024

Prioridades da etnia cigana

Exmos. Senhores, No dia 6 de julho dirigi-me ao Pingo Doce no Montijo para tomar o pequeno almoço e fazer compras. Quando cheguei ao supermercado tirei a minha senha e estava a aguardar a minha vez. Chegou uma família de etnia cigana que teve prioridade pois tinham um bebé de colo. Levaram algum tempo a fazer o pedido pois eram muitos. Minutos depois, chega outra família numerosa que cumprimenta os que lá estavam e são atendidos na mesma senha, embora não tivessem chegado juntos nem houvesse bebés de colo. Mais uns quantos servidos à frente de todos. Reclamei da situação e ainda fui agredida dentro das instalações por tentar perceber o porquê daquela prioridade. O segurança e a chefe de loja ainda me fizeram sentir mal e com a sensação que nem devia ter questionado nada. Não há controlo, ninguém fala porque todos têm medo desta etnia. Levei uma chapada da cigana só por perguntar porque razão passava à frente dos outros clientes todos. Senti-me mal, mas sei que isto não é justo nem há igualdade. Não sou racista nem xenófoba. Mas não gosto de injustiça! Faça-se cumprir a lei das prioridades, o que não se verifica neste supermercado Pingo Doce. Os funcionários assistem a isto e não cumprem a lei. Têm medo de falar com eles e assim está a sociedade! Cumprimentos.

Encerrada
L. D.
06/07/2024

Comprador usou meu sapato, danificou e depois devolveu

Vendi um sapato da Carmen Steffens em perfeitas condições, comprador devolveu o sapato com um arranhão grande na frente, palmilha estragada e ainda a sola do sapato com manchas pretas, a sola do sapato é vermelho, quando enviei o sapato estava sem nenhum arranhão na frente ou manchas no sola do sapato e a palmilha estava boa, a Vinted simplesmente devolveu o dinheiro da compradora mas não resolveu meu problema, fiquei prejudicada com um sapato estragado, sendo que mandei fotos e ainda um vídeo que tinha feito antes de enviar a encomenda para a compradora, a Vinted nada fez e nem respondeu meu e-mail que mandei para eles. Estou completamente dececionada com a plataforma, pois só resolvem os problemas dos compradores mesmo eles estando errados.

Encerrada

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