Reclamações públicas

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J. M.
15/08/2025

Aluguer de veículo

Exmos. Senhores, No dia 09-08-2025, efetuei a reserva de um veículo através do vosso site com a referência PT234249130, no valor de 109€. Apenas cerca de 30 minutos após a reserva, por motivos de saúde súbitos (ataque de pânico e ansiedade), solicitei o cancelamento imediato e o reembolso. Contudo, foi-me informado que não é possível qualquer devolução, alegando políticas internas. Recordo que, de acordo com a legislação da União Europeia e nacional, o consumidor tem direito a ser previamente informado, de forma clara e inequívoca, sobre todas as condições aplicáveis, incluindo eventuais exclusões de cancelamento e reembolso (artigos 4.º e 5.º do Decreto-Lei n.º 24/2014). Caso tais condições não tenham sido apresentadas antes da confirmação da reserva, a sua aplicação é inválida por falta de informação pré-contratual. Adicionalmente, considerando que o serviço não foi utilizado e que o cancelamento foi efetuado de imediato, solicito que reavaliem a situação e procedam ao reembolso integral do valor pago. Aguardo a vossa resposta. Com os melhores cumprimentos Joana Marques

Resolvida
T. G.
15/08/2025

Falta de Devolução e Impedimento de Reclamação

Venho por este meio expor uma série de irregularidades e falhas graves de serviço que ocorreram após uma compra feita na Multiopticas. Não Cumprimento do Prazo de Entrega: O prazo de entrega acordado no momento da compra não foi respeitado. Falta de Comunicação: Nunca fui contactado para ir levantar as encomendas, nem por via telefónica, nem por email. Todas as minhas tentativas de contacto para o número de telefone da loja foram infrutíferas, uma vez que nunca atenderam as chamadas. Envio Incorreto da Encomenda: A encomenda que recebi não correspondia aos artigos que solicitei. Falta de Comprovativo de Entrega/Devolução: No dia seguinte ao levantamento da encomenda, desloquei-me à loja para entregar os óculos errados e solicitar a troca pelo modelo correto. Contudo, não me foi entregue qualquer comprovativo da devolução, o que me deixa numa posição vulnerável, sem prova da minha ação. Recusa Ilegal de Devolução e Comportamento pouco Profissional: O funcionário que me atendeu no balcão do maiashopping inicialmente recusou a devolução do meu artigo, alegando que tal deveria ser feito na loja específica onde a compra foi efetuada – uma condição que não consta nos vossos termos e condições. Para além desta exigência indevida, o referido funcionário teve uma postura altamente pouco profissional, fazendo-me perguntas de cariz pessoal completamente inadequadas e irrelevantes para o processo. Desrespeito por Procedimentos e Falha de Comunicação: A loja informou-me que as devoluções são efetuadas exclusivamente por transferência bancária, tendo-me sido solicitado o NIB no momento da entrega do artigo. Deixei o NIB conforme indicado e o funcionário garantiu-me que, caso houvesse algum impedimento no processamento da devolução, seria contactado. No entanto, essa promessa nunca foi cumprida. Após mais de uma semana sem qualquer contacto da vossa parte, fui eu próprio quem teve de ligar para a loja (Após muitas tentativas, atenderam o telefone — quase como por milagre) a fim de obter informações sobre o estado da devolução. Nessa altura, fui informado de que o NIB que deixei estaria incorreto. De imediato, voltei à loja para fornecer um novo NIB, conforme solicitado. Desde essa data já passaram 17 dias, ultrapassando o prazo de 14 dias que me foi comunicado para o reembolso. Adicionalmente, não me foi entregue qualquer comprovativo da entrega dos óculos nem da aceitação da devolução, sendo que a loja ficou com a minha fatura original. Retenção Ilegal da Fatura de Compra e Falta de Comprovativo de Devolução: A loja reteve a minha fatura original no momento da devolução e não me entregou qualquer comprovativo, deixando-me sem qualquer prova da compra e da entrega dos artigos. Esta ação é uma clara tentativa de ocultar as irregularidades e impedir o meu processo de reclamação. Irregularidade no Processamento do Pagamento: A fatura da minha compra, que foi paga com cartão de débito, apresenta o pagamento como sendo uma transferência bancária. Esta prática levanta sérias preocupações sobre a forma como processam as transações dos clientes. Seguimento Relacionado a esta Reclamação: No passado sábado, dia 09/08, dirigi-me à Multiopticas localizada do Maiashopping para apresentar uma reclamação no Livro de Reclamações. Após ter escrito a minha parte, pedi ao funcionário presente (o mesmo funcionário mencionado na reclamação em anexo) que preenchesse os campos relativos à identificação do fornecedor. O funcionário recusou-se, dizendo que eu poderia esperar pela gerente no dia seguinte ou preencher eu próprio como quisesse, não me fornecendo quaisquer dados. Considero esta conduta uma clara obstrução à formalização da minha reclamação. Face à recusa e à falta de colaboração não permitindo o correto preenchimento da reclamação., acabei por desistir de tentar obter os dados e comuniquei que levaria assim as folhas. O funcionário retirou as folhas originais do livro e entregou-mas, após isso saí da loja. Cerca de dois minutos depois, ainda no corredor subterrâneo do shopping e a caminho do parque de estacionamento, o mesmo funcionário veio atrás de mim, colocando-se à minha frente de forma a impedir a minha passagem, invadindo o meu espaço pessoal e, de forma que considero agressiva, tentou por diversas vezes tirar-me as folhas da mão. A situação só terminou quando pessoas presentes intervieram para o separar de mim. Posteriormente, voltei a subir para a zona do shopping para me dirigir ao segurança, e ele continuou a seguir-me durante mais alguns minutos. Esclareço que a reclamação inicial apresentada no sábado se encontra em anexo, para referência e melhor compreensão do contexto. O comportamento descrito é, no meu entender, inadmissível e contrário a qualquer padrão de respeito e profissionalismo no atendimento ao público. Pretendo a resolução da reclamação anexada (devolução do dinheiro) e caso não seja apresentada um pedido de desculpas presencial por parte do funcionário envolvido, reservo-me o direito de avançar com queixa junto das autoridades competentes.

Resolvida
A. F.
15/08/2025

Transação com cartão não autorizada

Ao(À) Gestor(a) da minha conta, Venho, por este meio, expor e solicitar esclarecimentos relativamente a uma situação grave ocorrida com a minha conta bancária. No dia 03/08/2025, recebi um contacto via SMS da Caixa Geral de Depósitos, alertando para uma suspeita de fraude. Foi-me questionado se eu tinha efetuado uma determinada operação no valor de 6,45 €, ao que respondi negativamente. De imediato, e com recurso à Caixadirecta, procedi ao cancelamento do meu cartão. Nesse mesmo dia, foi-me debitado um montante total de 663 € da minha conta. Posteriormente, esse valor foi creditado de forma provisória; contudo, para minha surpresa, foi novamente debitado alguns dias depois, tendo sido alegado pelo banco que a responsabilidade me pertencia. Quero deixar claro que não reconheço nem autorizei as referidas operações. No fim de semana em causa, a única transação que efetuei foi uma transferência MB WAY para uma amiga. Não possuo, nem nunca possuí, cartão ou conta Revolut, sendo que as operações contestadas têm origem identificada como “Revolut – Dublin”. Tudo indica que fui vítima de acesso fraudulento (“hacking”). Face à gravidade da situação e à falta de esclarecimentos objetivos por parte do banco, apresentei queixa formal junto da GNR, cujo auto de ocorrência junto em anexo. Todos os meus dados de identificação constam nesse documento. Assim, solicito: A reabertura e revisão integral da análise da minha reclamação; A apresentação de uma explicação detalhada e documentada sobre o sucedido; O reembolso integral do valor indevidamente debitado. Fico ao dispor para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais que considerem necessários. Com os melhores cumprimentos, André Faria Tel.: +351 911 767 952

Encerrada
M. R.
15/08/2025

Equipamento não instalado

Exmos. Senhores, No dia 6 de agosto de 2025, foi-me entregue em minha residência (Rua Jose Mergulhao Nº2 2ºC) um esquentador adquirido na loja Worten online da Amadora juntamente com o serviço de instalação, o qual, de acordo com as condições comerciais da Worten, deveria ser realizado no prazo máximo de 72 horas uteis após a solicitação. Apesar de ter efetuado seis contactos com o serviço de apoio ao cliente da Worten, entre o dia 8 e o dia 15, até à presente data a instalação não foi efetuada, nem foi apresentada qualquer justificação plausível para o incumprimento do prazo acordado. De acordo com as condições publicadas pela Worten, esta obriga-se a: Contactar o cliente no prazo de 48 horas uteis para agendamento Efetuar a instalação no prazo máximo de 72 horas uteis após a solicitação do serviço, salvo se acordado prazo distinto por parte do cliente, o que não aconteceu no meu caso Esta situação configura incumprimento contratual, nos termos do Decreto-Lei n.º 24/2014 (contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial), que garante ao consumidor o direito de exigir o cumprimento imediato, fixar um prazo adicional razoável ou resolver o contrato com restituição do valor pago. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para que: Seja garantida, de imediato, a instalação do equipamento, ou Seja efetuado o reembolso integral do serviço de instalação pago e, se aplicável, compensação por eventuais prejuízos resultantes do atraso Anexo: cópia da fatura/recibo da compra, comprovativo de pagamento do serviço de instalação, registos de contactos efetuados com a Worten e publicidade ou documento onde consta o prazo de 72 horas. Com os melhores cumprimentos, Miguel Rodrigues

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
S. P.
15/08/2025

Cobrança indevida

Venho através deste informar minha indignação com os serviços da mesma. Fiz cancelamento e sou cobrada mesmo assim.

Resolvida
M. N.
15/08/2025

Encomenda e instalação não efetuá-las

Assunto: Reclamação – Atraso na entrega e instalação de cozinha, falta de comunicação e pedido de indemnização Exmos. Senhores, No dia 22 de junho de 2025 adquiri e paguei, no IKEA uma cozinha completa com serviço de entrega e instalação incluídos, ficando agendado: • Entrega da mercadoria: 11 de agosto de 2025 • Montagem da cozinha: 13 de agosto de 2025 Durante todo o processo de compra nunca me foi comunicada qualquer possibilidade de alteração de datas. Para garantir a execução adequada, foram realizadas obras prévias no espaço (substituição de chão e pinturas), e organizei férias especificamente para acompanhar os trabalhos. No entanto: • No dia 11 de agosto foi apenas entregue um micro-ondas, em vez da cozinha completa. • No dia 13 de agosto, data agendada para a instalação, não compareceu nem a equipa de montagem nem a mercadoria. • Até à presente data, 15 de agosto de 2025, não recebi qualquer contacto ou explicação da parte do IKEA. Esta situação é inadmissível, traduz-se numa falha grave na prestação do serviço contratado e causou prejuízos concretos, nomeadamente: • Impossibilidade de utilização da cozinha, obrigando a viver em condições de improviso. • Custos acrescidos decorrentes da falta de cozinha funcional. • Impacto pessoal e familiar pela necessidade de ajustar férias e tempo de forma inútil. Assim, venho exigir: 1. Esclarecimento imediato sobre a situação da minha encomenda. 2. Agendamento urgente e definitivo da entrega e instalação da cozinha. 3. Indemnização pelos danos causados, incluindo o tempo perdido, os transtornos familiares e os custos adicionais que resultam da ausência de cozinha em casa. Caso não obtenha resposta adequada no prazo legal, reservo-me o direito de recorrer a mecanismos de resolução de litígios, nomeadamente através do Livro de Reclamações Eletrónico, DECO e Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Aguardo resposta célere e resolução definitiva da situação. Com os melhores cumprimentos, Marina Paula de Almeida Nobre 186663196 Rua da Benta,nº33A, 2430-048 Marinha Grande 914970269 marina.nobre@sapo.pt

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
S. C.
15/08/2025

Optometrista Alberto Oculista

Acabo de sair da loja do Alegro de Setúbal da Alberto Oculista. Objetivo: adquirir 6 pares de óculos para uma parte da família – esposa (lentes progressivas + lentes progressivas de sol), filho (lentes monofocais + lentes graduadas de sol); filha (lentes com controlo de miopia + lentes graduadas de sol). Acresce que sou também utilizador de óculos eu próprio, assim como a minha outra filha e sou cuidador informal de 2 octagenárias que também utilizam lentes progressivas e óculos de sol. Um cliente a ter em conta, portanto (digo eu!). Sempre foi uma prática minha, pedir segunda ou até terceira opinião, no que diz respeito à aquisição de óculos. Considero que os oftalmologistas são médicos especialistas que se dedicam ao estudo, diagnóstico e tratamento de doenças dos olhos, enquanto que os optometristas são profissionais de saúde ocular que complementam o trabalho dos oftalmologistas, nomeadamente nas áreas das lentes e dos óculos, acreditando mesmo que dispõem da mais aprofundada formação para realizarem os exames mais assertivos no sentido do seu principal foco – a correção visual dos pacientes. Pelo exposto, desde muito cedo, adotei a referida prática de visitar o oftalmologista para avaliar a saúde dos olhos dos meus familiares. Contudo, mesmo com a prescrição do oftalmologista sempre quisemos ter a opinião dum optometrista, seja para confirmar o prescrito pelo oftalmologista, seja para aceitar ou não ligeiras diferenças que por vezes surgem, destas duas avaliações, e que derivam tão somente da tecnologia ou equipamento utilizado. Com a inovação tecnológica que temos tido, esta minha prática parece fazer cada vez mais sentido e por isso a vamos manter, até por liberdade de decisão – um direito que nos assiste. Ontem fomos tão bem atendidos pela menina Alice na loja do Alberto Oculista do Alegro de Setúbal que, mesmo visitando outras lojas que nos davam vantagens financeiras, principalmente nos preços das lentes, voltámos àquela loja para uma consulta de optometria. Foi aí que nos deparámos com o mais deplorável dos atendimentos por parte do técnico optometrista que iria realizar a consulta. Disse-nos que não realizaria a consulta porque a prescrição do oftalmologista era de ontem e ele não iria sobrepor a opinião dele à de um oftalmologista. Quem alguma vez disse a esta pessoa que nós iríamos sobrepor a opinião dele à opinião do nosso médico oftalmologista? Que prepotência é esta…!!!??? Ainda lhe tentámos explicar que não estava a ver bem o nosso ponto de vista porque somente pretendíamos que, enquanto especialista em optometria e correção visual gostávamos de ter a opinião dele, para depois então decidirmos o que fazer. Com o seu ar sobranceiro e, interrompendo com tom de voz elevado, foi reafirmando que não realizaria a consulta porque não podia passar por cima da opinião dum oftalmologista. Que ridículo tudo isto…!!! Quem decide se a opinião desta pessoa seria aceite ou não, sou eu, somos nós, são os pacientes, são os clientes. Quem se julga esta pessoa? Saímos para não mais discutir porque esta pessoa mostrou claramente que não lhe apetecia trabalhar e que se julga montado em alguma espécie de pedestal, que lhe dá a ilusão de ser superior a um “simples” cliente ou paciente. Quem alguma vez lhe disse que ele merece esse estatuto? Que tenha vergonha na cara, esta pessoa…!!! Lamentamos muito o erro que a Alberto Oculista cometeu ao contratar esta pessoa. Estamos em crer que na balança do deve e do haver, ficarão a perder com os clientes que desistem e que, se juntarão aos clientes que nem sequer passarão na loja ou na marca, derivando da publicidade negativa que pessoas como eu farão a partir de hoje, junto de todos os colegas de trabalho, de amigos, de outros familiares, de vizinhos e de todas as nossas redes de contactos – assim se perdem umas dezenas de clientes e uns bons milhares de euros de faturação regular. Ao mesmo tempo, porque tudo deve ser dito, louvamos o profissionalismo, a dedicação, a atenção prestada, a simpatia e até, a empatia da Alice – simplesmente Extraordinária.

Encerrada

Entrega não concluída

Fiz uma compra no dia 7/08/2025 onde me foi agendada a entrega de um frigorífico no dia 13/08/2025, no dia da entrega aparece a empresa de entregas com dois funcionários que me dizem não ter tido informação que era um 3º andar e que não podem descarregar porque tinham de ser 4 pessoas e não 2. Pedi que fosse informada a loja que não iam fazer a descarga e foi me dito que não podiam porque não estava na hora prevista de entrega (vieram no período da manhã e deveriam ter vindo de tarde). Dirigi-me de imediato a loja para reclamar e foi me pedido tempo para ser tratado com a empresa de entregas e ver a possibilidade de reagendamento, avisei que queria uma resposta definitiva até as 20h do mesmo dia visto que a entrega estava revista no período das 14h-20h se não após esse horário ia cancelar a compra. Ligaram da loja da Guarda a informar que a emprega reportou que o equipamento não cabia na escadaria do prédio e não a justificação que me foi dada presencialmente. Segui-se uma sério de pedidos de fotografias e medidas das escadas do prédio, da curva das escadas e da porta do apartamento, tudo foi enviado por e-mail tanto para o e-mail geral como para o responsável de loja da Guarda. As 18:35h do mesmo dia ligaram (responsável da loja da Guarda) a dizer que já estava tudo tratado com a empresa de entrega e que se era possível reagendar para dia 15/08/2025, questionei várias vezes que sendo feriado se fariam a entrega onde me foi dito que sim que se a empresa de entregas (Rhenus) estava a sugerir o dia era porque faziam sim a entrega. Informei que a entrega teria de ser feita até as 14h e segundo ele tudo estava tratado. Hoje dia 15/08/2025 recebi uma mensagem às 11:55h a informar que foi reagendado para dia 18/08/2025. Dirigi-me a loja minutos depois para cancelar o pedido onde me foi dito que teria de aguardar uma resposta até dia 18/08/2025 uma vez que a empresa credora não trabalha aos feriados nem fins de semana como eles. É vergonhoso andarem a empurrar quando a compra foi feita a rádio popular e dizem que a culpa não é deles e sim da empresa de entregas, quando quem paga a essa empresa é a rádio popular. Eu limitei-me a comprar a quem vende e não a quem entrega. Trata-se de um equipamento que comprei por necessidade e que é indispensável no dia-a-dia e não de um equipamento de beleza. Triste neste país existirem empresas destas.

Encerrada
F. G.
15/08/2025

Entregas em atraso e nenhuma resposta.

Exmos. Senhores, Em 05/08/2025 adquiri um pack de dois colchões com almofadas, pelo valor de 1336,80 €, pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia 15/08/2025 Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e só obtive respostas automáticas. Agora faço um pequeno aparte, como é possível os meios de comunicação divulgar esta marca (Emma), com este nível de reclamações e falhas nunca devia ser divulgada, pois passa a falsa sensação de empresa segura e profissional. E também onde se encontra as entidades que visam proteger o consumidor? Esta empresa vem com mesmo modo de operar há muito tempo, já devia ter sido responsabilizada e esta desculpa-se sempre com empresa responsável pela entrega, quando eles são os responsáveis pois o acordo é apenas entre a Emma e o consumidor que não tem nada a ver com quem a Emma escolhe para terceirizar serviços. Cumprimentos.

Encerrada
A. P.
15/08/2025

RESSARCIDO DO VALOR PAGO DE UM SERVIÇO QUE NÃO RESOLVEU O PROBLEMA

Assunto: Reclamação (Enviada por carta registada em 28 de julho 2025 e ainda sem resposta) Exmos. Senhores O histórico da minha viatura, com certeza, consta nos vossos ficheiros e podem verificar que nunca alguma, entre tantas que já comprei, Citroen, dera tanto problema e despesa. Desta vez o meu desagrado assenta em 3 pontos: 1- Falta de comunicação em tempo útil, 2- Falta de disponibilidade de viatura de substituição em casos demoradas por falta de resposta da oficina, 3- Dúvidas quanto à transparência do negócio pelo motivo que a seguir se explica. Em 11 de abril de 2025 a viatura foi à oficina de Creixomil. Guimarães e pela fatura TAL_FAC 2025/1171387 o cliente pagou €168,77 Em 28 de maio de 2025, por falta de frio no AC a viatura 28-RH-92, foi à mesma oficina para verificar e reparar e o cliente pagou a fatura TAL_FAC2025/11172798, no valor de € 377,01, mas uma semana depois o AC da viatura deixou de fazer frio e só faz ventilação. Liguei à oficina e agendei novo teste à viatura. A viatura entra na oficina no dia 24 de julho, pelas 8h30. Ao entregar a viatura o cliente manifestou o seu desagrado pelo fato de ter pagado um condensador em 28 de maio sem que tivessem realizado uma verificação geral do sistema de AC. Como sendo a falta de frio que fez a entrada da viatura na oficina em 28 de maio, então seria esse problema a resolver imediatamente antes de qualquer outro serviço dos que foram referidos. Combinado ainda que, durante a manhã do dia 24 de julho, o cliente deveria ser contactado para ser informado da atual situação. a) A informação não foi dada e já quase à hora de encerrar para o almoço o cliente ligou e a informação foi ainda inconclusiva: “a viatura continua em testes de verificação”, e apesar do cliente informar previamente que precisava da viatura no final do dia, todavia, não chegou mais informação. Então pelas 17h começou a ligar para a oficina, mas não fora atendido. Sempre a informação automática “prima 1 para aguardar” . Insistiu, continuando a ligar até que às 18 h, até a informação automática: “os serviços estão encerrados”. b) No dia seguinte o cliente voltou a ligar e foi informado que a viatura apresentava uma avaria no AC. O cliente insistiu na necessidade de viatura para se deslocar. Na noite anterior havia pernoitado em casa da família em Guimarães, mas tinha necessidade para além de outras deslocações durante o dia, regressar à sua morada em Vila Verde. Então cerca das 17h atendeu uma chamada da oficina que informou: A viatura continua por reparar o AC tem um problema na Caixa Evaporado. E o cliente questiona: mas para além dos prejuízos já causados, por não responderem à necessidade de viatura do dia anterior, eu preciso de viatura hoje, sem falta. Ao que responderam. “Não temos viatura para o servir”. Foi então que chamei um táxi e fui à oficina. Não havendo viatura da oficina o cliente solicitou a sua viatura 28-RH-92. Com compromisso em hora inalterável (às 17h30) recomendou celeridade no processo de entrega e pagou a fatura TAL_FAC 2025/11174716, no valor de €336,71. Sem resolver o principal problema que levou a viatura à oficina no dia 24 julho 2025: reparação do AC. Depois da aceleração do processo de limpeza para entrega da viatura ao cliente por volta das 17h40 foi também apresentada uma estimativa do que ficara por fazer/reparar na viatura 28-RH.92, no valor de €2 187,72 e que anexo. Considerações. 1. Insatisfação pela falta de respeito pelas necessidades do cliente, demora das respostas e informações, 2. Insatisfação e perda de confiança no processo de verificação e reparação da viatura, particularmente desde a entrada da viatura na oficina em 28 de maio para substituição do condensador e recarga do líquido do AC com valor pago total de €377,27 e não resolveu o problema. Quando fica a dúvida, se afinal a avaria era essa ou outra? Havendo agora necessidade de pagar uma segunda?! 3. A retenção da viatura 2 dias na oficina sem uma clarificação da situação. Quando o cliente tinha afirmado que só faria sentido executar outros trabalhos se primeiro fosse resolvido o problema no AC., dada a necessidade da viatura e porque não havia programada a sua atividade sem viatura 2 dias. Então, a ter de ficar a viatura 2 dias na oficina, nesta deveria haver viatura para substituição. Tal não sendo possível, como foi dito na receção, então fariam o teste e entregavam a viatura ao cliente no final do primeiro dia. Todavia e conforme suprarreferido a viatura ficou na oficina 2 dias e no final do 2.º dia o proprietário solicitou viatura de substituição ou a sua viatura para deslocação para a sua morada em Vila Verde. Apressaram-se a preparar a viatura 28RH-92 para entrega às 17h40, uma fatura para liquidar TA_FAC 2025/111747716, no valor de €336,71 sem que o motivo que levou a viatura à oficina ficasse resolvido. A viatura continua sem arrefecimento Ar Condicionado. O problema principal continua pendente com ao entrega ao cliente de uma estimativa no valor €1.778,64 + IVA. Conclusão A Conclusão ficará ao vosso cuidado. Ao cliente fica a dúvida nos dois dias para produzirem uma estimativa no valor de €2 187,72. Falta informar o cliente do que precisa de realizar efetivamente na viatura e que põe em risco a sua segurança e dos seus passageiros, para além do desconforto de viajar sem frio com as temperaturas que se têm feito sentir em julho. E a pergunta final: em tudo o exposto onde está o respeito pelo cliente, com mais de 40 anos de fidelização à marca Citroen? Dúvidas em todo o trabalho realizado e valores pagos sem resolverem a avaria no AC

Encerrada

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