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Reclamação contra o Novo Banco por operações não autorizadas realizadas via MB WAY / Cartões Virtuai
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal contra o Novo Banco, na qualidade de consumidor, relativamente a seis operações não autorizadas, no total de 9.600€, realizadas no dia 8 de outubro de 2025, através de cartões virtuais MBNET gerados via MB WAY, sem o meu conhecimento ou consentimento. No próprio dia 8 de outubro, durante a madrugada, uma sessão de acesso foi iniciada por um dispositivo totalmente desconhecido, tendo esse acesso ocorrido cerca da 01:30–01:40, quando eu já me encontrava a dormir. Posteriormente verifiquei no MB WAY a existência de: • Um dispositivo estranho registado, • O horário exato do login, • A criação de cartões virtuais MBNET, • E as seis operações que correspondem exatamente aos débitos do meu extrato do Novo Banco. O Novo Banco recusou o reembolso alegando que as operações tiveram “autenticação forte” via MB WAY. Contudo, esta justificação não analiza nenhum dos elementos técnicos essenciais, tais como IP, dispositivo, localização, horas de acesso ou correspondência com o meu padrão habitual de utilização. Recordo que, nos termos do Decreto-Lei n.º 91/2018 (PSD2) e do Regulamento (UE) 2015/2366, o consumidor não pode ser responsabilizado por operações não autorizadas, exceto em casos de fraude — algo totalmente inexistente — e que o banco tem obrigação legal de reembolso imediato quando o cliente nega a autoria das operações. Adicionalmente, registam-se irregularidades graves: 1. No dia 11 de outubro, o banco debitou as seis operações; 2. No dia 10 de outubro, os débitos tinham desaparecido do extrato e o saldo estava correto; 3. No dia seguinte, os débitos voltaram a aparecer, sem explicação. Trata-se de uma situação que indica falhas graves no processo interno do banco e na prestação de informações ao consumidor. Perante o exposto, solicito à DECO: • A intervenção junto do Novo Banco; • A análise completa da situação com base na legislação aplicável; • A exigência de que o banco forneça logs técnicos completos (IP, dispositivos, horas de acesso, detalhes de autenticação MB WAY); • E o reembolso imediato dos 9.500€ indevidamente retirados da minha conta. Agradeço desde já todo o apoio possível, considerando que esta situação me colocou num estado de grande vulnerabilidade financeira.
Cobrança indevida e subscrição não autorizada
Fui cobrada em 49,90€ no dia pelo serviço PDF GO após ter autorizado apenas um pagamento de 0,10€ no dia 02/12 para converter um ficheiro imagem em PDF e o mesmo foi me cobrado por duas vezes. Nunca subscrevi qualquer plano, nunca fui informada claramente sobre esta cobrança e não autorizei esta transação. Ontem 03/12 recebi uma notificação e tinham-me tirado 49,90€ sem ter sido informada do plano e sem qualquer aviso prévio. Trata-se de um comportamento enganoso, que já afetou muitas pessoas, conforme vários relatos públicos. Solicito ajuda para obter o reembolso total e para impedir que esta prática continue a prejudicar outros consumidores. Já contactei o suporte, porém o mesmo só responde dizendo que cancelou a subscrição e não responde sobre o reembolso do valor.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação relativa à encomenda n.º 337294779, que nunca esteve na minha posse devido a falha no serviço de entrega, e ao reembolso correspondente. 1. Falha no Serviço de Entrega e Devolução: Contratei e paguei um serviço de entrega em casa, no valor adicional de 20€. O transportador (GLS) não cumpriu esta condição, tendo, após uma primeira tentativa falhada, depositado a encomenda num ponto de recolha. Visto que o serviço contratado não foi prestado, e não me foi possível levantar a encomenda no ponto de recolha, a mesma foi devolvida à vossa posse. 2. Reembolso Pendente: Fui informado(a) de que o reembolso da referida encomenda seria efetuado no dia 18 de novembro de 2025. No entanto, até à presente data, o valor não foi creditado na minha conta bancária ou no método de pagamento original. Ações Solicitadas: • Reembolso da Encomenda: Solicito a verificação imediata do estado do reembolso e a confirmação da data exata em que o montante será efetivamente creditado. Peço que me enviem o comprovativo de transação (referência/ID) deste reembolso para que eu possa verificar o respetivo estado junto da minha instituição bancária. • Reembolso da Taxa de 20€: Exijo o reembolso dos 20€ pagos adicionalmente pelo serviço de entrega em casa (que falhou), uma vez que a condição de entrega acordada não foi cumprida. Aguardo uma resposta célere e a resolução urgente de ambas as questões. Com os melhores cumprimentos, Carla Luís
Foi devolvida 15/11/2025
Exmos. Senhores, Eu comprei-vos, através do vosso site, um telemóvel da vtech digigo, por 59.90.A referência da encomenda é 337162548. Em , portanto ainda dentro do prazo legal para o efeito, exerci o meu direito de pôr termo ao contrato. Exijo, portanto, a devolução do valor que paguei ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Retenção de dinheiro indevidamente
No dia 14/09/2025 realizei uma encomenda de jantar pela glovo no valor de 34€. Após pagamento por mbway a plataforma deu erro e o pedido nunca chegou ao restaurante (confirmado), mas o valor ficou retido. Após contacto com a glovo recusaram que tivessem o valor, mas a sibs confirmou a saída do mesmo da minha conta e que se encontrava com a plataforma. Tenho comprovativos destas conversas. Após semanas de insistência, no chat da globo referem que vão devolver o dinheiro em 14 dias úteis, já aconteceu este processo três vezes e continuo sem a devolução do mesmo. Não existe outra maneira de contactar a plataforma ou fazer uma queixa formal. Já reclamei no portal da queixa sem sucesso. Comportamento muito inadequado desta plataforma.
Falta de profissionalismo
Exmos. Senhores, Em (28/11/12) adquiri uma Smart TV, da marca TV LG 50" 50NANO81A6A Nanocell UHD 4K, pelo valor de 329,99€. O pagamento foi efetuado no momento. Conforme fatura-recibo, na altura foi acordado com o vendedor que a entrega seria efetuada até ao dia (03/12/25). Contudo, até à presente data, o mesmo ainda não foi entregue. Depois de fazer a compra nas promoções da ''black friday'' o cancelamento da vossa parte na entrega do produto foi uma surpresa, visto que esperei até esta data para proceder à compra do produto. A razão do cancelamento foi que não tinham stock do produto, mas ao visitar o vosso site encontramos a mesma televisão, mas com um preço superior de 384,88€. Falta de responsabilidade para com o cliente e de profissionalismo que me deixaram a mim e às pessoas aqui em casa com um sentimento de completa injustiça, porque podia ter efetuado a compra noutra loja, mas infelizmente comprei na FNAC, que nos destratou com falta de profissionalismo, podiam ter telefonado, oferecido outras opções, explicar melhor o inconveniente, mas simplesmente enviaram simplesmente uma mensagem a cancelar a encomenda. Dito isto , o produto continua à venda no site e esta ''falta de stock'' ainda não se provou real, mas sim uma falta de profissionalismo da empresa. Cumprimentos.
Reparação na garantia
Ecmos senhores Comprei LL Candy Brava em Março /2025 Desde 1 de outubro foram 4 problemas com o funcionamento .Em 27 /11 encravou num programa .Fiz telefonemas diarios e sempre disseram que iam reportar.Até hoje nada. É lamentavel e não sei com quem falar .Ligo mas deverá ser um call center ,que nao adianta nada .Irei tentar a fábrica e apresentar a reclamação e queixa do serviço.
Mentir no produto
Comprei um iphone 14 pro dourado, em maio de 2025, semi novo, veio novo em muito bom estado. No entanto na primeira queda partiu a parte traseira, pois levei para arranjar no qual me disseram que aquele telemóvel n era semi novo pois já tinha sido aberto antes e a bateria não era de origem no entanto não era semi novo tal como relataram. Hoje dia 3 dezembro nem um ano o telemóvel tem e mais uma vez se partiu na parte traseira suponho que ja tenha algum defeito. Mas isto para dizer que se o telemóvel não partisse eu n nunca iria saber se realmente tinha tudo de origem pois o interior não o era a bateria não era original no qual explica porque se parte com mais facilidade pois já tinha sigo aberto mais vezes. Por isso não comprem pois dizem que é semi novo e não vem semi novo. Estou muito desiludida pois nem um ano tem e já me deu problemas 2 vezes
Encomenda não recebida
Pedi para a minha encomendar ir para um cacifo na Ericeira, dia 1/12 recebi a notificação que seria entregue nesse dia, ao fim do dia fui ver na aplicação e dizia que não tinha sido entregue mas não recebi nenhuma mensagem a avisar disso. No dia seguinte apareceu novamente a dizer que seria entregue, as 17:16 dizia que estava no ponto de recolha mas não recebi mensagem nenhuma, entrei em contacto 2 vezes com a linha de apoio onde me disseram que já estava no cacifo mas ainda não estava pronto para entrega e que me seria enviado um código ainda nesse dia para levantamento. Passado umas horas recebi mensagem a dizer que não tinha sido entregue. Hoje, dia 3/11, liguei de novo para a linha a explicar ao que me responderam que iam tenta entregar novamente hoje se não iria para loja ctt, disse que não ia conseguir buscar numa loja e por isso é que enviei para um cacifo então se não podia enviar para outro cacifo ou outra morada, ao que me responderam que não. Novamente diz que a encomenda está no ponto de recolha desde as 17 horas, são 21:26 e não tenho pin nem diz realmente que foi entregue. Avisei que preciso desta encomenda até no amanhã
Pedido de intervenção – veículo vendido com informações falsas, defeitos não resolvidos, garantia e
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO relativamente a um veículo adquirido em 14/08/2025, um Renault Mégane 1.6 dCi Bose, matrícula AL 14 LQ (2015), o qual apresenta vários problemas desde a entrega, informações falsas prestadas pelo vendedor, ausência de apoio pós-venda e incumprimentos legais relacionados com a garantia e com o funcionamento do estabelecimento. No momento da compra, o vendedor afirmou que o IUC e a inspeção apenas seriam devidos no ano seguinte, informação que se revelou falsa e que influenciou diretamente a minha decisão de aquisição. O veículo foi entregue ainda com uma bateria gasta, fornecida pelo próprio stand, que apresentou falhas logo nos primeiros dias. A bateria foi substituída posteriormente pelo vendedor, mas isso não resolveu o problema principal do veículo. Desde a entrega, o sistema de ar quente (sofagem) não funciona. Apesar de várias tentativas de resolução, o stand limitou-se a trocar a bateria e a realizar uma intervenção mínima no sistema de aquecimento, sem qualquer resultado prático. O defeito continua a existir. O documento da garantia comercial só foi entregue em 14/11/2025, três meses depois da entrega do veículo, deixando-me desprotegido durante esse período, em violação clara do DL 84/2021, que determina que a garantia deve acompanhar o bem desde o primeiro dia. Quando finalmente recebi a garantia, o vendedor afirmou que deveria aguardar duas semanas para marcar a reparação do sistema de sofagem. Contudo, ao analisar o documento, verifiquei que a sofagem não está incluída na cobertura da garantia, impossibilitando qualquer reparação por essa via, apesar de ter sido prometido verbalmente que o problema seria resolvido. Além disso, o veículo foi entregue com um amassado na porta, e o stand comprometeu-se a remover esse dano. Até ao momento, não foi apresentada qualquer solução ou agendamento por parte do vendedor, apesar das minhas insistências. Tentando resolver todos estes problemas de forma amigável, o vendedor deixou de responder às mensagens e chegou a bloquear-me no WhatsApp, impossibilitando qualquer diálogo ou tentativa de resolução direta. Para agravar, verifiquei ainda que: O stand não está inscrito no Livro de Reclamações Eletrónico, impedindo o registo obrigatório por via digital; O stand opera numa garagem fechada, sem atendimento adequado, com acesso limitado e em condições que levantam dúvidas quanto à regularidade da atividade comercial. Face a todas estas situações, solicito a intervenção da DECO para exigir ao vendedor: 1. A reparação completa e definitiva do sistema de sofagem, bem como a resolução do amassado na porta, garantindo que o veículo corresponde às condições anunciadas; ou, caso o vendedor continue a recusar-se a cumprir as suas obrigações; 2. A devolução do valor pago ao banco/financeira, considerando que o veículo foi vendido com informações falsas, defeitos não resolvidos e em total incumprimento das normas legais de garantia e proteção ao consumidor. Agradeço desde já a atenção e aguardo o apoio da DECO na resolução deste caso. Com os melhores cumprimentos, Flavio Gonçalves souza
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