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Recusa de dar o veículo
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente a uma reserva efetuada na Europcar de Portimão. Sou cliente habitual e realizo alugueres com frequência, incluindo com cartões empresariais, sem que alguma vez me tenha sido exigida a documentação adicional que me foi solicitada no dia de hoje. No entanto, ao apresentar-me para levantar a viatura com uma reserva válida, “bati com o nariz” ao ser confrontado com exigências inesperadas e nunca antes aplicadas. Foi-me solicitado um cartão de crédito, o qual apresentei em nome da empresa associada à reserva (Alma do Espírito Santo). Apesar de ter apresentado documentação onde constam claramente todos os dados e direitos da empresa, a mesma não foi aceite. Foi ainda exigida uma declaração adicional a comprovar que sou o proprietário/representante da empresa, requisito esse que: - nunca me foi pedido anteriormente; - não é habitual nos meus alugueres; - não foi informado no momento da reserva. Perante esta situação e a recusa em entregar a viatura, exigi a devolução imediata do valor pago, uma vez que a falha não foi da minha responsabilidade. Considero este procedimento abusivo, mal comunicado e prejudicial para o cliente, tendo causado transtornos desnecessários e perda de tempo. Solicito esclarecimentos formais sobre este procedimento, bem como a confirmação da devolução do montante pago e a revisão interna desta situação para evitar que se repita. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Frederico Ribeiro 1198339193 910015709 santiago3julho@gmail.com
BURLA - Compra não entregue
xmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o reembolso do valor de 76,99€, relativo a uma compra efetuada online que não foi entregue, nem resolvida pelo comerciante, apesar das várias tentativas de contacto. Dados da transação: Comerciante: New Feet Valor: 76,99 € Data da compra: 16/12/2025 Referência da encomenda: N2421F Meio de pagamento: Cartão bancário Até à presente data, não recebi a encomenda, nem obtive qualquer resposta ou solução por parte da empresa vendedora. Face à ausência de entrega do bem adquirido e à falta de comunicação do comerciante, solicito a ativação do mecanismo de chargeback/reembolso, nos termos da proteção ao consumidor aplicável a pagamentos com cartão. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação necessária, nomeadamente: Comprovativo de pagamento Confirmação da encomenda Agradeço a vossa melhor atenção e aguardo indicações sobre os próximos passos a seguir para a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda não recebida
Exms. Senhores da DECOPROTESTE, espero encontrar todos bem. Venho por este meio solicitar a vossa ajuda para resolver a falta de recepção de uma encomenda por parte da Notino. Após varias tentativas e emails para que eles tentassem resolver a situação, tomaram a posição que dizem ser irreversível, deixando a responsabilidade para a transportadora (transportadora essa com a qual trabalham) e não reembolsando o valor. No black friday, mais propriamente dia 29 de novembro, fiz uma encomenda de produtos de skincare. A Notino disse que a encomenda tinha sido expedida a 2 de dezembro e enviou link para seguir a mesma. Recebi por duas vezes, dia 10 e dia 15 de dezembro emails por parte da Notino em como a encomenda se encontrava em atraso. Apesar disso eu ia sempre verificando o link da transportadora que dizia que a mesma se encontrava em distribuição! Ora, na minha boa fé fui aguardando, pois em datas de black friday e com o Natal à porta há sempre atrasos, até porque continuava a receber emails da Notino (que tenho em arquivo) em como a encomenda se encontrava em atraso. Chegou o dia 22 de dezembro e escrevi à Notino a questionar o atraso da mesma. Responderam prontamente que após contacto com a transportadora a mesma diz ter entregue a encomenda no dia 10 de dezembro na morada( e citam a morada) indicada. Após receber a resposta da Notino vou verificar o link da transportadora e finalmente têm a encomenda como tendo sido entregue. Ou seja, só após o contacto da Notino a transportadora deu a encomenda entregue. A Notino diz que não pode reembolsar uma vez que reclamei fora de prazo, pois só tinha 10 dias para reclamar. Eu voltei a dizer-lhes que não podia reclamar se não tinha recebido nada e se no link da transportadora a encomenda estava em distribuição. Resumindo, a Notino empurra para a transportadora, a Correo express, que após vários contactos meus diz que abriu um processo de averiguação, uma vez que exigi saber a quem entregaram a encomenda. Embora não esteja explicito na morada, a morada que coloquei é a do meu local de trabalho, que está aberto das 07:30 às 19:30. Ninguém veio entregar nada!! Peço por favor ajuda da vossa parte para solucionar este problema. Entretanto ainda aguardo mais uma resposta da transportadora que no passado dia 7 de janeiro, após mais um contacto meu dizem estar a averiguar a situação com carácter urgente. Atenciosamente, C.R
cancelamento de contrato
Exmos Senhores. Pretendo cancelar um contrato com mais de dois anos de um alarme instalado num espaço comercial que vendi. Fui informado por vós que tenho uma fidelização anual de acordo com o contratado, ou seja após os dois anos iniciais de fidelização, a mesma para para fidelização de um ano. Creio que esta fidelização não deveria existir, sendo abusiva, e pretendo assim terminar de imediato o meu contrato. Obrigado
EXPERIÊNCIA PÉSSIMA E CONDUTA VERGONHOSA
Tive uma experiência extremamente negativa no talho Selection Carnes, com o gerente Alexandre, e deixo aqui o meu alerta para outros clientes. Comprei carne neste estabelecimento que estava totalmente estragada, com cheiro insuportável e imprópria para consumo, algo que qualquer profissional da área deveria identificar sem dificuldade. Ao solicitar ao talho a devolução do dinheiro, que é um direito básico do consumidor nestas situações, fui tratado de forma desrespeitosa, arrogante e de má-fé pelo gerente Alexandre. Mesmo perante evidências claras de que a carne não estava em condições, o gerente recusou-se a devolver o valor pago, demonstrando total falta de profissionalismo, responsabilidade e respeito pelo cliente. Esta atitude levanta sérias dúvidas sobre os padrões de higiene, qualidade dos produtos e ética comercial deste estabelecimento. É inadmissível que um talho venda produtos estragados e, pior ainda, se recuse a assumir o erro, tentando empurrar o prejuízo para o cliente. Este tipo de comportamento é vergonhoso e não deveria acontecer num negócio que lida diretamente com alimentos e saúde pública. Não recomendo de forma alguma o Selection Carnes. Atendimento péssimo, gestão irresponsável e zero compromisso com o cliente. Fica o aviso para quem pensa em comprar neste local.
Venda de produtos free sample/not for sale
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação ocorrida numa loja Pluricosmética do UBBO Amadora. Desloquei-me à loja com o objetivo de adquirir tinta para o cabelo e uma máscara para aplicar no cabelo após a coloração. No atendimento, a colaboradora informou-me da existência de uma campanha promocional, composta por três produtos loreal pelo valor de 13 euros, com oferta de uma bolsa. Aceitei a proposta e adquiri os três mascaras vitamino color spectrum. No entanto, ao chegar a casa e antes de utilizar os produtos, reparei que na parte traseira das embalagens está claramente indicado “Free Sample – Not for Sale”, ou seja, trata-se de amostras gratuitas que, à partida, não deveriam ser comercializadas. Considero esta situação grave e enganosa, uma vez que adquiri produtos acreditando tratar-se de artigos destinados à venda ao público, quando na realidade são amostras promocionais. Em momento algum fui informada dessa condição, nem tal facto estava devidamente identificado no ponto de venda porque as embalagens encontravam-se atrás do balcão. Na minha opinião, esta prática poderá configurar uma violação dos direitos do consumidor, nomeadamente no que respeita à informação clara, verdadeira e transparente sobre os produtos comercializados.
Ayvens - Recusa de reparação de Viatura Usada no âmbito da garantia
Adquiri, em dezembro de 2024, uma viatura Peugeot 308 usada à Ayvens, com garantia comercial ativa. Dentro do primeiro ano após a compra, e com apenas cerca de 9.200 km percorridos desde a venda, surgiu uma avaria no pedal da embraiagem, que não sobe totalmente. Conforme veio posteriormente a verificar-se, trata-se de uma avaria no sistema hidráulico de comando da embraiagem (bombas/cilindros), situação diagnosticada em oficina indicada pela própria Ayvens. Apesar de não se tratar de uma situação de desgaste normal, e encontrando-se a viatura dentro dos limites temporais e de quilometragem previstos na garantia, a Ayvens recusou autorizar a reparação, invocando de forma genérica as “condições gerais”, sem apresentar fundamentação técnica ou enquadramento contratual concreto. Acresce que o kit de embraiagem e o volante do motor foram substituídos em outubro de 2024, quando a viatura ainda era propriedade da Ayvens, o que reforça a probabilidade de se tratar de um problema pré-existente ou associado a intervenção recente, e não de desgaste que me possa ser imputável como utilizador. Solicitei formalmente a reapreciação da decisão, bem como o acesso ao relatório técnico da oficina e à justificação detalhada da recusa, tendo sido informado, no passado dia 09/01/2026, da abertura da reclamação n.º 28448514, com promessa de celeridade na resposta, o que não aconteceu até à presente data, prazo mais do que razoável. Até ao momento, não foi apresentada qualquer solução, nem proposta de mobilidade alternativa, encontrando-se a minha mobilidade seriamente condicionada. Dado o caráter urgente da avaria e a necessidade de mobilidade, mandei executar a reparação da viatura na oficina indicada (estando neste momento a aguardar peças), pelo que irei adiantar o pagamento dos serviços. Neste contexto, irei solicitar o reembolso integral dos custos suportados. Considero importante tornar pública esta situação para alertar outros consumidores sobre a aplicação prática da garantia de usados comercializada pela Ayvens e reitero que recorrei a esta via após ter confiado na resolução interna do processo, esgotando os canais de reclamação direta junto da empresa.
Falha no pacote subscrição
Exmos senhores Tendo aderido ao serviço de dois telemóveis e Netflix, premio, Disney e Hbo, não consigo aceder à HBo. Ou seja estou a pagar e não consigo aceder ao serviço. Depois de estar a contactar e ao fim de dois dias continuo sem conseguir aceder ao serviço.
Reclamação formal sobre veículo Jeep Avenger First Edition
Eu, Maurício Amaro, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a Jeep Portugal / Stellantis Portugal, na qualidade de fabricante e responsável pela rede de concessionários oficiais, relativamente ao veículo Jeep Avenger 54 kWh 1st Edition, adquirido em 23 de agosto de 2023 na concessionária Cardan Grande Porto. O veículo encontra-se financiado pela Santander Consumer Finance, S.A., sob o contrato n.º 2023.028619.01. O valor em disputa ronda os 39.000 € (preço de aquisição da viatura), o que excede a competência de centros como o CNIACC e o CICAP, conforme já confirmado por estes. Desde a data de aquisição, o veículo tem apresentado defeitos graves e recorrentes que comprometem a sua segurança, funcionalidade e conformidade com as especificações anunciadas, violando o Decreto-Lei n.º 84/2021 (regime jurídico das garantias de bens de consumo) e o Decreto-Lei n.º 57/2008 (práticas comerciais desleais). Foi enviada carta registada em 5 de janeiro de 2026 à Cardan Grande Porto, onde detalho exaustivamente os problemas e exijo a resolução do contrato de compra e venda, bem como do crédito coligado. Resumo dos defeitos e incidentes principais: Falhas iniciais e recorrentes de software: Desde os primeiros dias, o sistema infotainment apagava-se durante a condução, criando distrações perigosas. Sensores de pressão de pneus indicavam erros falsos, levando a trocas desnecessárias de pneus. Acidentes causados por falhas técnicas: Em 17 de abril de 2024, o motor desligou-se sozinho numa rotunda, provocando um acidente. Sensores de proximidade falhados contribuíram para colisões menores. Recalls e atualizações insuficientes: O veículo foi sujeito a recalls em 2024 e 2025 para correções de software e peças, mas os problemas persistiram. Falhas na bagageira e outros componentes elétricos continuaram. Avaria total em 22 de dezembro de 2025: O veículo sofreu uma falha de propulsão em via pública, tornando-o inutilizável. No dia seguinte (23/12/2025), foi entregue na oficina oficial Lizauto em Leiria, onde permaneceu sem diagnóstico claro, solução ou prazo definido. Nos testes realizados em 24 e 29 de dezembro, o motor falhou novamente, os pneus travaram inesperadamente e o travão de mão deixou de funcionar. Apenas hoje, 16 de janeiro de 2026, o veículo foi devolvido, supostamente reparado, mas sem fornecimento de relatórios detalhados ou logs de reparação, apesar das minhas insistentes solicitações verbais e escritas. Na devolução, o carro não abria, pois a chave estava com problemas, segundo os membros da oficina. Trocaram a pilha da chave e, ainda assim, está intermitente. A bagageira segue com defeito; às vezes abre autoamaticamente, às vezes não; às vezes fecha automaticamente, às vezes não. Verbalmente, reportei que o carro desligava sozinho em semáforos ou não ligava quando estacionado, mas não há registo escrito desses relatos, e a oficina recusa-se a fornecer documentação completa. Desempenho abaixo do anunciado: A autonomia real caiu para cerca de 380 km com menos de 35.000 km rodados, muito inferior ao prometido pela marca. Promessas falsas na venda: A vendedora Mónica Menezes garantiu que se tratava da versão com equipamento máximo (equivalente ao futuro Summit), incluindo itens exclusivos como a joaninha no tejadilho e detalhes nos vidros. No entanto, esses elementos estão presentes em todas as versões posteriores, e faltam funcionalidades anunciadas, como para-brisa térmico, bancos com massagem, ajuste elétrico do passageiro, bomba de calor e espelhos aquecidos elétricos. Impactos na minha vida pessoal e familiar: Somos pais de uma criança de 36 meses com autismo diagnosticado, que já sofreu 12 convulsões febris. A rotina é essencial para o seu desenvolvimento, e o veículo é indispensável para transportá-lo a terapias da fala e ocupacional em Fátima, bem como a consultas bimestrais de desenvolvimento e neurologia em Coimbra. As avarias constantes destroem esta estabilidade: por exemplo, em 22 de dezembro de 2025, estávamos a caminho de uma aula de natação (crucial para o seu progresso motor e sensorial), mas perdemos a sessão e esperamos uma hora pelo reboque, causando stress desnecessário à criança. Profissionalmente, dependemos do veículo para viagens esporádicas de trabalho, o que tem sido prejudicado. Adicionalmente: Ficámos sem o veículo por mais de dois meses no total (incluindo períodos anteriores), mas continuámos a pagar o seguro obrigatório e as prestações do financiamento. Custos extras incorridos: Pagamentos de seguros opcionais em viaturas de substituição (a última custou mais de 800 €, que a Jeep recusou reembolsar); despesas com Uber após acidentes; e reboques não cobertos. Aliás, esses 800 foi um absurdo. A oficina me garantiu 6 dias até a reparação e fiz um contrato de 6 dias com a Turiscar em Leiria pela viatura de substituição, pagando 191 em seguro opcional + 100 de caução. A oficina, por incapacidade dos seus funcionários ou por falta de suporte da Jeep, só conseguiu devolver-me a minha viatura, ainda com problemas parciais, 23 dias depois. Nesse meio tempo o aluguer da viatura de substituição foi sendo estendido, mas NUNCA nem a Jeep, nem a oficina, nem a Turiscar me disseram que eu deveria passar no stand da Turiscar para falar sobre essa extensão. E no contrato com a Turiscar NÃO MENCIONA que o seguro opcional, inicialmente contratado por 6 dias, extende-se automaticamente aos dias posteriores. Tive de pagar absurdos 800 € por um carro que não é meu, enquanto pago o seguro do meu carro e a mensalidade do financiamento. Ao falar com a Jeep ao telefone, o vosso funcionário, em chamada gravada, debochou da minha situação. A Cardan e a Lizauto recusam fornecer folhas de serviço detalhadas com o histórico completo de intervenções; apenas ordens de serviço genéricas foram entregues. Tentativas de resolução extrajudicial: Nos últimos quase três anos, esgotei todas as vias amigáveis: Múltiplas reclamações no Livro de Reclamações Online (ex.: ROR00000000045463475). Reclamações no Portal da Queixa e na DECO PROTeste. Reclamação oficial à Jeep sob o n.º 01982339 (recusada em junho de 2024). Exposição à DECO em maio de 2024, sem respostas úteis. Em 7 de janeiro de 2026, notifiquei a Santander Consumer Finance por email sobre o pedido de resolução à Cardan; responderam que analisariam, mas sem avanços. Solicitei repetidamente à Jeep e à Cardan a troca por um veículo sem defeitos, mas a única proposta foi uma retoma num concessionário da marca, com um valor de retoma mais de 50% abaixo do preço de compra. Isso implicaria continuar a pagar o crédito sem veículo, e nenhuma concessionária aceita apenas comprar sem venda de outro. Como parte do crédito ainda penderia sobre o Jeep, não conseguiriamos financiar um novo veículo. Exigências: Com base no DL 84/2021 e DL 57/2008, exijo: A resolução imediata do contrato de compra e venda, com reembolso integral do valor pago (39.000 €), incluindo juros e custos associados. A resolução coligada do contrato de crédito com a Santander Consumer Finance, sem penalizações para mim. Fornecimento imediato de todos os relatórios, logs e folhas de serviço detalhadas de todas as intervenções no veículo. Já avisei à Cardan que, caso não resolvam até o dia 22 de janeiro, quando encerra o período de 15 dias da reclamação no Livro de Reclamações online e o período dado a eles para a resolução do contrato constado na carta registada, avançarei para vias judiciais, incluindo ação cível no Tribunal Judicial, com pedido de providências cautelares para suspensão das prestações do financiamento. E não só: aviso-vos agora que entrarei igualmente com processo contra a Jeep e a Stellantis. E se isso ocorrer, podem ter certeza de que solicitarei não apenas resolução do contrato e devolução do valor pago até então, como danos morais e materiais à Cardan do Porto, à Jeep Portugal e à Stellantis.
Multa por cancelamento não cumpre a lei
Bom dia, venho reclamar da resposta da Vodafone à minha reclamação n.º ROR00000000045477809, por causa do valor a pagar por cancelamento do serviço a 09/02/2026. Na resposta à minha reclamação sobre o valor a pagar voltaram a apresentar um valor que não se compreende de onde surge, dado que pelas mensalidades em falta do contrato em vigor: TV Net Voz + Móvel: €37,10/mês Cartão móvel adicional In nity Giga: €14,90/mês Total mensal: €52,00 O cálculo legal correto é: €52,00 × 10 meses = €520,00 30% de €520,00 = €156,00 No entanto, o valor que me é apresentado é de 281,69Eur c/IVA. Isto são 54% das mensalidades!!! É que nem tentam enganar usando 50%! O nível de ganância é tão grande que a senhora que me envia o email, a Rosa Jue, nem mostra os valores. Citam a lei e NÃO A APLICAM!!! É ILEGAL O VALOR QUE ESTÃO A COBRAR. Peço que a ANACOM atue sobre a Vodafone porque isto é ilegal! De onde surge este valor? Onde vão buscar os valores para cálculo e qual o cálculo utilizado?
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