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é facil dizer que são os colaboradores
Há muita gente farta de ver sempre o mesmo filme dentro do IKEA. As queixas aparecem, os colaboradores falam, contam o que vivem, mas no fim parece que a empresa arranja sempre maneira de dizer que está tudo bem. Há quem diga que existem chefias que só protegem os amigos, grupos fechados onde entram sempre os mesmos e quem não faz parte desse clube fica marcado. Se lhes fazes frente ou dizes o que pensas, de repente começas a ser o alvo. Começam os boatos, as bocas, as indiretas e as tentativas de te fazer passar por mau colaborador. Em vez de resolver os problemas, há colaboradores que sentem que é mais fácil arranjar um culpado. Criam uma imagem negativa da pessoa, inventam histórias, distorcem o que aconteceu e depois tentam convencer toda a gente de que o problema és tu. Assim limpam as mãos e protegem quem realmente devia responder pelos seus atos. O assédio moral não é uma brincadeira. Fazer pressão todos os dias, isolar pessoas, tentar humilhar, perseguir ou empurrar colaboradores para desistirem é algo que não devia acontecer em lado nenhum. E quando quem manda fecha os olhos ou protege sempre os mesmos, a injustiça só cresce. Nenhum colaborador devia ir trabalhar com medo de represálias, de ser perseguido ou de ficar mal visto só porque decidiu falar. O respeito não pode depender das amizades, das cunhas ou de quem anda a bater palmas às chefias. Os colaboradores merecem ser ouvidos, respeitados e tratados com dignidade. Se existem tantas pessoas a contar histórias parecidas, o mínimo que se espera é que essas situações sejam levadas a sério e investigadas, em vez de serem ignoradas ou desvalorizadas. A Barbara Graf continua a aguardar que a amiga Helen lhe dê o carga para a reforma para ir para o Service office estar na boa vida, o Cargo de People and culture Lélia que está protegido pelas amigas e ao qual fazem pressão e ameaçam ja deviam ter saído da Ikea. Depois fazem-se de Santas mas não falam nos enrolamos com seguranças, maridos e namorados das outras e que abrem vagas fictícias que estão guardadas para o grupo ou família. Ou andar ter a família na mesma loja ou andar com elementos da segurança não causa dúvidas e não é contra o código de conduta.
Recusa de prestação de orientação pela Linha SNS 24
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento que recebi através da Linha SNS 24. Contactei a linha porque estou preocupada com o estado de saúde do meu avô, que apresenta sintomas como tonturas, episódios de desmaio, falta de apetite e fraqueza, tendo ainda registado valores de tensão arterial elevados. O meu objetivo era apenas perceber qual seria o procedimento mais adequado: se, perante os sintomas descritos, deveria insistir para que fosse ao serviço de urgência ou se seria mais indicado tentar agendar uma consulta. No início da chamada expliquei à profissional que o meu avô não aceita tratamento médico e que, se soubesse que eu estava a contactar a Linha SNS 24, não permitiria a chamada. Esclareci também que me encontrava no exterior do prédio precisamente por esse motivo e que apenas pretendia descrever os sintomas e obter orientação. Apesar desta explicação, foi-me dito de forma pouco empática que teria obrigatoriamente de estar ao lado do utente, sendo recusada qualquer orientação. Tentei explicar novamente a situação, mas não senti qualquer disponibilidade para compreender o contexto nem para prestar uma orientação mínima. Compreendo que existam protocolos a cumprir e que determinadas avaliações só possam ser feitas com o utente presente. No entanto, considero que a situação poderia ter sido gerida com muito mais empatia, respeito e sensibilidade. Em nenhum momento procurei substituir uma avaliação médica; apenas pretendia saber se os sintomas que descrevi justificavam uma ida urgente ao hospital ou outro tipo de atuação. Saí da chamada sem qualquer orientação, apesar de estar a tentar agir de forma responsável perante uma situação que me preocupa e que é particularmente difícil devido à recusa do meu avô em receber cuidados médicos. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada e que seja avaliada a forma como este atendimento foi conduzido, para que outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes possam receber um acolhimento mais humano e uma orientação adequada dentro das possibilidades e dos procedimentos da Linha SNS 24.
Serviço de instalação não efetuado
Foi apresentada anteriormente uma reclamação no Livro de Reclamações em papel, com o n.º 38273869, dia 22 de julho de 2026, na loja Worten do Oeiras Parque, pelo que solicito que essa informação seja também considerada no seguimento da presente reclamação. No dia 27 de maio adquiri na Worten uma placa de indução juntamente com o serviço de instalação da mesma, remoção da placa antiga e tamponeamento do gás. Passaram quase dois meses e o serviço não foi realizado o que ultrapassa completamente os prazos definidos pela própria Worten. Desde o dia 27 de maio, a Worten falhou todas as datas prometidas (5 de junho e 21 de julho) e não existiu qualquer tipo de contacto pela parte da mesma. A ausência de contacto nos últimos dois meses obrigou-me a ligar 6 vezes (dia 4, 12, 17 e 26 de junho e dia 2 e 21 de julho) para a linha de apoio ao cliente e a deslocar-me 3 vezes à loja (dia 19 de junho e dia 1 e 22 de julho). Em todos os momentos de contacto efetuados por mim foi solicitado que esperasse 72 horas úteis pelo contacto da Worten e do Técnico para a instalação, o que nunca aconteceu. No dia 2 de julho quando liguei para o apoio ao cliente a instalação ficou marcada para dia 21 de julho, com a justificação que não existia uma data mais próxima (depois de já estar à espera desde o dia 27 de maio). Dia 22 de julho desloquei-me à loja para exigir a devolução do valor do equipamento, bem como do serviço, porque uma vez mais a instalação não aconteceu na data agendada. Após 2 meses de espera, a Worten disse que era contra a sua política devolver-nos o dinheiro pelo mesmo método de pagamento e que só poderiam dar-nos um cartão para gastar na loja, o que é extremamente lamentável, sendo a entidade a única responsável pelo atraso da instalação. O atraso prolongado causou prejuízos reais, nomeadamente: - 3 deslocações à loja devido às falhas constantes; - 6 contactos para a linha devido à ausência de resposta e incumprimento; - Refeições fora, diretamente causadas pela impossibilidade de utilizar a placa; - Placa parada e inutilizada 2 meses, causando perturbação extremamente significativa no meu dia-a-dia; - Tempo da garantia do equipamento a decorrer, sem usufruto do mesmo. Assim, exijo uma compensação por todos os prejuízos causados.
Reembolso
Venho por este meio reclamar da situação em que me encontro tenho um crédito consolidado na Cetelem e dois cartões de crédito com seguro cardiff em caso de baixa receberia o reembolso das prestações tive 6 meses de baixa e a seguradora efetuou o reembolso para a Cetelem e já estou desde o dia 7 de julho a espera do reembolso por parte da Cetelem arranjam sempre uma desculpa ou não pagam porque devo o valor do crédito ou porque tenho prestações em atraso ou porque a última vez que liguei dizeram que efetuaram a transferência e hoje liguei dizeram que não me iam pagar porque tenho prestações em atraso mas o valor das prestações em atraso e muito mas muito inferior ao valor do reembolso como querem que pague 600 euros se receberam da seguradora o total 1.500 euros dia 7 de julho . Algo aqui não está bem ainda me vão cobrar juros gostava de receber o reembolso visto que é muito superior ao valor em dívida
Diana Lisboa – Práticas comerciais abusivas, retenção de informação e incumprimento da Política de
Exmos. Srs. Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a loja online Diana Lisboa (dianalisboa.com), devido ao incumprimento da sua própria política de reembolsos, falta de transparência e manifesta má-fé no tratamento do meu processo de devolução. Atuei em total conformidade com os termos do site, iniciando o processo dentro do prazo legal de 30 dias. No entanto, a empresa tem arrastado o processo e ocultado dados essenciais ao consumidor. Abaixo detalho a cronologia dos factos: 1. 29 de junho: Enviei o primeiro e-mail para info@dianalisboa.com a solicitar formalmente a devolução dos artigos, cumprindo escrupulosamente a política da loja. 2. 01 de julho: A loja respondeu com uma mensagem genérica, afirmando apenas: "estamos a encaminhá-lo para o departamento de devoluções para que possa ser tratado o mais rapidamente possível". 3. Ausência de resposta: Após essa data, a empresa remeteu-se ao silêncio. Fui obrigado(a) a enviar insistências nos dias 14 de julho e 21 de julho. 4. Resposta abusiva (21/07): Finalmente, após quase um mês de espera, recebi uma resposta onde a loja tenta esquivar-se às suas obrigações. Alegam que o produto estava num "centro de distribuição internacional" e que os custos de envio e desalfandegamento ficam a meu cargo. Como "compensação", propõem que eu fique com o artigo em troca de um reembolso de apenas 20% do valor total. Onde reside a ilegalidade e a violação dos direitos do consumidor: * Ocultação de informação: Na resposta enviada, a loja não me forneceu a morada do centro de distribuição, não me enviou a etiqueta de devolução e não especificou o custo associado. Estão a exigir que eu tome uma decisão sem me dar os dados necessários para calcular o prejuízo. * Incumprimento da Política Oficial: A Política de Reembolso pública no site deles estipula claramente: "Depois de iniciar o processo de devolução, receberá por email a etiqueta de devolução com a respetiva morada" e "Entraremos em contacto consigo para lhe fornecer o formulário e a morada de devolução". A empresa recusa-se a cumprir o que ela própria redigiu. * Publicidade enganosa: O site promove "Envio grátis para todo o Portugal", ocultando no ato da compra que a devolução teria de ser feita para um destino internacional com custos alfandegários incomportáveis, o que configura uma rasteira financeira ao consumidor. Não posso ser penalizado(a) pela estratégia logística e pela manifesta lentidão de resposta da empresa (que demorou quase um mês a dar uma resposta concreta, violando os prazos de assistência ao cliente). Como consumidor(a), exijo o meu direito de devolução transparente. Pedidos concretos: Exijo que a Diana Lisboa me faculte imediatamente a morada completa do armazém, a etiqueta de devolução prometida nos seus termos e a discriminação dos custos reais, para que eu possa exercer o meu direito de devolução com reembolso total.
O pacote mostrou recebido mais não foi recebido !
Prezados(as), Venho, por meio deste e-mail, apresentar uma reclamação formal relativamente à entrega da minha encomenda. Após diversos atrasos, entrei em contacto diretamente com o estafeta, que me informou (conforme demonstrado no print de ecrã em anexo) que a entrega estava com o colega . No entanto, ao contactar posteriormente o apoio ao cliente, fui informada pela colaboradora que a encomenda constava no sistema como entregue e recebida por mim. Essa informação é completamente incorreta. Esclareço que não recebi qualquer encomenda e não assinei nenhum comprovativo de entrega. A assinatura registada não me pertence, pelo que houve um registo indevido de uma entrega que nunca aconteceu. Além da sucessiva postergação da entrega por parte do estafeta, considero extremamente grave que o sistema indique a encomenda como entregue mediante uma assinatura que não é minha. Dessa forma, solicito, com a máxima urgência: A verificação imediata do ocorrido; A identificação de quem registou a entrega e a assinatura apresentada como comprovativo; A entrega efetiva da minha encomenda, caso ela ainda esteja na posse da transportadora; ou Um posicionamento formal, coerente e fundamentado sobre o paradeiro da encomenda e as medidas que serão adotadas para solucionar esta situação. Anexo a este e-mail o print da conversa com o estafeta como prova do contacto realizado. Aguardo uma resposta urgente e a resolução deste problema o mais rapidamente possível. O número do estafeta que eu falei é com o final : 2475 Com os melhores cumprimentos, Adryana Rejane
UNA Seguros não reembolsa despesa autorizada há mais de dois meses
Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da UNA Seguros no âmbito do processo de sinistro SIN/MULT/003117/26. No decurso da peritagem, o perito da própria UNA Seguros recomendou a realização de um ensaio não destrutivo através da empresa Periplus. O custo desse ensaio foi suportado por mim, tendo-me sido informado pelo perito que o respetivo reembolso seria efetuado assim que enviasse a fatura. A fatura foi enviada à seguradora em 12 de maio de 2026. No entanto, até à presente data, o valor continua por reembolsar. Desde então: * Contactei a UNA Seguros por três vezes para solicitar uma atualização; * Em todas as ocasiões foi-me informado que o pedido ficaria registado no sistema; * Nunca recebi qualquer explicação para o atraso, nem uma previsão para o pagamento. No dia 15 de julho de 2026, voltei a solicitar formalmente o reembolso por email, mas continuo sem qualquer resolução. Considero inaceitável que uma despesa realizada por indicação do próprio perito da seguradora permaneça por liquidar durante tanto tempo, apesar dos sucessivos contactos efetuados. Solicito que a UNA Seguros proceda ao pagamento imediato do valor em dívida e preste um esclarecimento sobre os motivos deste atraso, evitando que outros clientes passem pela mesma situação.
Encomenda trocada
Bom dia, no passado dia 20-07-2026, fiz uma encomenda de uma sapatilhas a qual foi confirmada e enviada para a minha morada e paga no ato de entrega, sem deixarem consultar, antes, o produto. Este não tinha nada a ver com o que eu tinha encomendado, chegaram umas sapatilhas completamentamente pretas, por esse motivo agradecia a troca ou em último caso a devolução do valor pago. Junto a cópia dos produtos encomendado e recebido.
Reclamação sobre demora na regularização de seguro de vida associado a crédito automóvel
Assunto: Reclamação sobre demora na regularização de seguro de vida associado a crédito automóvel Venho apresentar uma reclamação relativamente à atuação da seguradora responsável pelo seguro de vida associado ao crédito automóvel do meu falecido marido. O seguro foi celebrado em 2018 e prevê a liquidação do capital em dívida em caso de morte da pessoa segura. O meu marido faleceu em março de 2026 e o sinistro foi participado de imediato. Desde então, tenho entregue toda a documentação solicitada, incluindo relatórios médicos. Quase quatro meses depois, a seguradora continua a informar apenas que o processo está em análise e veio agora solicitar registos clínicos desde 2018, documentação que poderá nem ser possível obter. Considero que esta demora e os sucessivos pedidos de documentação são desproporcionais e estão a atrasar injustificadamente a decisão do processo. Entretanto, continuo a suportar o pagamento do crédito, apesar de viver apenas com uma pensão de viuvez reduzida e ter a cargo o nosso filho de 18 anos, o que me coloca numa situação de grande dificuldade financeira. Solicito, por isso, a intervenção da Deco para apreciar a atuação da seguradora e verificar se esta está a cumprir os seus deveres legais e contratuais, promovendo uma resolução célere deste processo. Cumprimentos, Dina Ferreira
Cobrança Indevida
Bom Dia Eu, José Carlos Pinheiro de Sousa, com o NIF 179780930, titular de um Cartão Universo ao qual está associado o Acordo de Serviços de Pagamento e Concessão de Crédito nº 42942626151100, venho por este meio apelar a Vossa atenção para a reclamação que passo a expor: Ponto Prévio: O referido cartão tem como plafond 1750€ e como forma de pagamento o Débito Direto (DD) na modalidade fim de mês 100%. A primeira reclamação/sugestão tem a ver com o facto de que seria expectável que o cartão não permitisse o pagamento quando uma qualquer proposta de pagamento ultrapassasse o plafond. Ora acontece que não bloqueia quando isso acontece, não é dada a informação de que se se proceder ao pagamento o limite é ultrapassado, não existe qualquer tipo de alerta, apesar de eu o já ter solicitado perante uma situação já ocorrida anteriormente, e assim sempre que ultrapassa o valor limite, aplicam um valor de 20,00 € relativo a Comissão Limite de Crédito Excedido a que acrescem 0,80€ de imposto de selo, sendo que posteriores pagamentos independentemente do valor não se conseguem executar. Ultrapassando, aplicam a referida comissão, mas inibem de imediato novo pagamento, pelo que, com o devido respeito, mais parece uma forma de penalizar quem queira maximizar o cashback que o cartão disponibiliza. É difícil ter plena consciência a todo o momento do montante em divida ou do saldo remanescente sempre que se utiliza o cartão. Parece-me que seria mais transparente, perante a sujeição a pagamento, bloquear o cartão sobre crédito insuficiente ou o surgimento da informação prévia que o pagamento ultrapassaria o limite e assim ao dar continuidade ao processo o cliente teria consciência de que lhe seriam imputados custos de Limite de Crédito Excedido. A reclamação propriamente dita, tem a ver com o facto de me virem a cobrar, a alguns extratos a esta parte, a referida comissão sem que eu tenha ultrapassado o limite que me foi estipulado, com base numa situação similar a uma que já me ocorreu no passado e da qual também tive de reclamar para ser ressarcido. Em alguns extratos cobram-me juros remuneratórios e respetivo imposto. Assim: 1. No extrato referente a movimentos ocorridos entre 15 de novembro e 15 de dezembro último, e emitido nessa mesma data, o valor a pagamento por Débito Direto (DD) foi de 936,18€ com data de vencimento a 6 de janeiro de 2026. 2. Nesse período o valor dos vários usos que dei ao cartão totalizaram 1806,04€ o que ultrapassaria o limite de crédito e levaria à aplicação da referida Comissão. No entanto, a 12 de dezembro antecipei 1000,00€ pelo que a essa data fiquei com um débito de 551,58€; até ao fecho do extrato utilize o cartão no valor total de 384,60€ pelo que o valor a débito foi de 936,18€ com data de vencimento a 6 de janeiro, como já referi. 3. O valor pago antecipadamente foi usado neste extrato não inibindo o débito direto, pois amortizou o valor em dívida, senão em vez do valor debitado no DD ser de 936,18€ teria sido de 1806,04€, o que ultrapassaria o limite do plafond, conforme se verifica pelo extrato. No período do extrato, nunca tive um valor em débito superior ao limite do plafond, e foi essa a minha intenção, ao amortizar parte da dívida, quando o valor em débito era de 1551,68€, para poder continuar a usufruir do cartão. 4. No extrato seguinte, correspondente ao período de 15 de dezembro a 15 de janeiro, pode ler-se que o montante a pagar neste extrato é de 1142,49€ com data de vencimento a 6 de fevereiro 2026. No entanto ao banco por DD só foi enviada a quantia de 1016,49, logo inferior ao descrito, sendo que na tabela descritiva se refere que o saldo em divida é de 1163,29€ por via dos diversos usos do cartão no total de 1142,49€ a que acresceram 20,80€ da Comissão Limite de Crédito Excedido e respetivos impostos. 5. Em que ficamos? A que se devem os encargos com a Comissão? Porque enviaram em DD um valor que não corresponde ao valor em débito (1142,49€) sem a comissão ou mesmo com a Comissão (1163,29€)? Na Rubrica “Encargos neste período” pode ler-se a data de 10/01. A essa data o valor em débito era de 1551,58€, ou seja dentro do limite do plafond. 6. Concluem que o valor em dívida à data do fecho do extrato é de 1163,29€ e enviam a DD um valor inferior, quando a ordem é de pagamento a 100%. Cobram a Comissão de Limite de Crédito Excedido. 7. No extrato seguinte, correspondente ao período de 15 de janeiro a 15 de fevereiro 2026 voltam a fazer a mesma coisa, ou seja, não enviam a DD o valor total em débito (1046,73€), nem o valor que assumem estar em dívida (1214,33€); também não enviam a verba descrita como montante a pagar neste extrato (1193,53). Na data de vencimento - 6 de março de 2026 – o montante enviado a cobrança foi de 1044,67€. Cobram a Comissão de Crédito Excedido. 8. O mesmo se repetiu nos extratos seguintes, sendo que desta vez não cobraram a Comissão de Crédito Excedido e respetivo Imposto, mas cobrarem Juros Remuneratórios e respetivo Imposto: período de 15 de fevereiro a 15 de março de 2026 (0,16€); 15 de março a 15 de abril de 2026 (0,19€); 9. No extrato de 15 de abril a 15 de maio de 2026 voltam a cobrar a Comissão de Limite de Crédito Excedido e respetivo Imposto; 10. No extrato de15 de maio a 15 de junho, (à data o último recebido) voltam a cobrar a Comissão de Limite de Crédito Excedido e Juros Remuneratórios e respetivos Impostos; 11. Os montantes enviados a pagamento foram em todos os extratos inferiores ao limite do crédito (1750,00€) pelo que não sujeitos a Comissão de Limite de Crédito e respetivo imposto (20,80€). A responsabilidade pelo valor enviado a Débito Direto não me pode ser imputada e sempre foi liquidada no valor apresentado ou seja 100% pelo que não razão para figurarem Juros Remuneratórios e respetivos Impostos. 9 de dezembro de 2025: …..…806,04€; 7 de janeiro de 2026: ……….… 936,18€; 6 de fevereiro de 2026: ………1016,49€; 6 de março de 2026: ……….…1044,67€; 7 de abril de 2026: ……………… 689,00€; 6 de maio de 2026: ………………800,36€; 8 de junho de 2026: ……………1137,61€; 6 de julho de 2026: ………..……1113,53€ Assim, e em conformidade com o meu contrato, venho por este meio reclamar da situação descrita e solicitar a devolução/crédito de todos os valores cobrados indevidamente. Rio Tinto, 22 de julho de 2026
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