Reclamações públicas

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Encomenda não recebida

Reclamação venho por este meio reclamar com a radio popular . no dia 06/10/2026 fiz uma encomenda no site da r.p. de um tablet xiaomi quadro mijia13.5 ao qual me dava como stock paguei a encomenda com o n:26151680 por multibanco ao qual diz que no prazo de 2 dias úteis seria entregue na loja da figueira da foz para efectuar o levantamento fiquei a aguardar e no dia 14/10/2026 derigime a loja para saber o que se passava e a que se devia o atraso na entrega o sr. que me atendeu na loja esteve a analisar o caso e nao sobe me dizer o que se tava a passar e me disse para aguardar mais um pouco porque no site dizia que estava em transito para a loja no dia 15/10/2026 liguei para linha da r.p. a mostrar a minha indignação por nao ter ainda o produto entregue ao qual me foi dito que nao sabiam o que se estava a passar mas que iao reportar e me contactava me no dia para meu espanto recebi um email da r.p. a dizer que iao devol ver o dinheiro pago porque o artigo nao se encontrava em condições e nao tinham mais em stock a quando fui ver ao site e no site estava la a venda e disponível gostaria que me explicasse melhor esta situação sem mais nada de momento fico a espera da resposta obrigado

Em curso
M. M.
16/10/2026

Indução em erro na subscrição e fidelização forçada não consentida

Exmos senhores. Venho por este meio reclamar a ativação indevida e não intencional de um plano anual com fidelização até 2027 na plataforma DAZN. No momento da adesão, a interface da aplicação induziu-me em erro, apresentando a opção como uma subscrição mensal simples, omitindo de forma clara e transparente o vínculo contratual de 12 meses. Trata-se de uma violação do direito à informação clara ao consumidor (vício de consentimento). Uma vez que não pretendo usufruir do serviço e fui induzido em erro pelas opções ambíguas do site, exijo o cancelamento imediato e definitivo do contrato, sem qualquer penalização financeira, e a anulação de qualquer faturação futura.desejo o reembolso

Em curso
N. G.
16/10/2026

Danos identificados em equipamento após reparação não reconhecidos pela assistência

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à situação do meu computador portátil Lenovo 2 em 1 Y RAI7, adquirido em 29outubro de 2025 na Worten Retail de Vila Nova de Famalicão, juntamente com o pagamento de um prolongamento de garantia de três anos. No dia 26 de junho de 2026, desloquei-me à loja devido a falhas de contacto e de resposta do rato tátil (touchpad) do computador, tendo o equipamento sido enviado para reparação. Nunca me foi devidamente esclarecido qual era o problema identificado nem quais as intervenções realizadas. No dia 11 de setembro de 2026, perante a persistência do mesmo problema, tive de voltar a entregar o computador para uma segunda reparação. Em ambas as situações e segundo as regras da worten tinha de aguardar cerca de 30 dias pela devolução do equipamento, o que me causou enormes transtornos, uma vez que se trata de um computador essencial à minha atividade profissional, onde tenho instalados diversos programas necessários ao meu trabalho diário. Acresce que, em cada reparação, o computador é formatado, obrigando-me a reinstalar e configurar novamente os programas de que necessito, com a consequente perda de tempo e perturbação da minha atividade laboral. No dia 29 de setembro de 2026, quando me desloquei à loja para levantar o computador, decidi abrir a embalagem, que se encontrava apenas envolvida em película aderente, para testar o funcionamento do touchpad. Foi nesse momento, enquanto aguardava esclarecimentos sobre o que tinha sido feito na reparação, que me deparei, com enorme surpresa e indignação, com o equipamento apresentando várias amolgadelas e, inclusivamente, uma das esquinas do ecrã partida. O colaborador que me atendeu confirmou a existência dos danos e procedeu à reclamação junto da entidade responsável pela reparação, tendo o computador sido novamente enviado para análise. No dia 16 de outubro de 2026, recebi uma mensagem SMS a informar-me de que poderia dirigir-me à loja para levantar o equipamento. Contudo, não se tratava de levantamento mas, sim , fui confrontada com um orçamento superior a 800 € para a reparação dos danos físicos, sob a alegação de que o computador já teria chegado danificado às instalações da reparadora. Não aceito esta justificação nem considero legítimo que me seja imputada a responsabilidade por danos que não causei. O computador foi entregue para reparação de uma avaria no touchpad, e não por apresentar amolgadelas ou um ecrã partido. Além disso, os danos foram identificados no momento do levantamento, tendo sido confirmados pelo colaborador da loja, que encaminhou a situação para reclamação aos reparadores (oficiais da Lenovo para onde enviaram), mesmo com a dúvida se teria sido no transpaorte ou na reparação. Considero profundamente injusto que, depois de todas as dificuldades já enfrentadas, dos períodos prolongados sem o meu instrumento de trabalho, das sucessivas formatações e do tempo despendido na reinstalação de programas, me veja agora confrontada com um equipamento danificado e com a exigência de suportar um custo superior a 800 € para reparar danos cuja responsabilidade contesto. Saliento que o computador foi adquirido há menos de um ano e que paguei um prolongamento de garantia de três anos, esperando que o equipamento e o serviço pós-venda fossem tratados com o devido cuidado e profissionalismo. Assim, solicito a intervenção do Provedor para que esta situação seja devidamente averiguada e resolvida. Agradeço, assim, a atenção dispensada. Com os melhores cumprimentos.

Em curso
M. T.
16/10/2026
MakeMyCV

Pedido de apoio e intervenção — cobrança de 35 € pela MakeMyCV após utilização pontual

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma cobrança de 35 € efetuada pela plataforma MakeMyCV, na sequência de uma utilização pontual do serviço. Utilizei esta plataforma exclusivamente para criar um currículo, tendo efetuado um pagamento inicial de aproximadamente 2 € através do Apple Pay. A minha intenção era realizar uma única utilização, sem aderir a qualquer plano de subscrição ou assumir pagamentos recorrentes. Posteriormente, fui surpreendida com um débito adicional de 35 €, aparentemente relacionado com uma subscrição ou renovação automática da qual não tive consciência no momento da contratação. Saliento que nunca pretendi contratar um serviço de subscrição e que não autorizei de forma consciente e esclarecida a adesão a um plano com estas condições e custos adicionais. Apenas pretendia criar e descarregar um currículo, tendo utilizado a plataforma uma única vez. Já solicitei à empresa o cancelamento da subscrição e o reembolso integral do montante debitado. Pretendo, contudo, obter apoio para perceber quais são os meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente no que respeita à clareza da informação pré-contratual, à validade do consentimento para a cobrança recorrente e à possibilidade de recuperar os 35 €. Solicito, assim, que a DECO PROteste analise o caso e me oriente sobre os procedimentos adequados para contestar a cobrança e procurar obter o reembolso integral, incluindo as medidas a tomar caso a empresa recuse o meu pedido. Posso disponibilizar os comprovativos do pagamento inicial, do débito de 35 € e das comunicações enviadas à empresa. Agradeço a vossa atenção e aguardo orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos. Maria Trindade

Em curso
B. F.
16/10/2026

Venda com informações enganosa

Fui contactado por telefone e deram-me informações incorretas sobre o plano. Cancelei o plano que tinha anteriormente para aderir ao Medicare. Durante a chamada questionei várias vezes sobre as coberturas e foi-me garantido que exames clínicos estavam incluídos sem custos, uma condição importante para mim pois faço terapia com frequência e preciso desses serviços. Na realidade, o plano não cobre esses serviços gratuitamente e os preços são bem mais elevados do que me disseram. Já liguei várias vezes para pedir o cancelamento e expliquei toda a situação, mas não fizeram qualquer esforço para resolver o problema e também nunca me enviaram a gravação da chamada de venda, como pedi, para poder apresentar uma reclamação formal. Sinto-me enganado e considero inaceitável esta forma de atuação

Em curso
P. H.
16/10/2026

**Nao recomendo a Wildsmile!**

**Nao recomendo a Wildsmile!** A minha experiencia com esta empresa foi muito negativa. Cobraram-me 125 euros pela renovacao automatica da subscricao e, quando entrei em contacto para pedir o cancelamento e o reembolso, recusaram resolver a situacao. Na minha experiencia, e muito dificil contactar esta empresa por telefone, nao consegui obter uma solucao satisfatoria e fiquei com a sensacao de que so estao interessados em receber dinheiro, sem demonstrar preocupacao com os problemas dos clientes. Alem disso, nao encontrei um estabelecimento fisico onde pudesse resolver o problema pessoalmente. Senti-me completamente ignorado e abandonado enquanto cliente. **A minha recomendacao e simples: pensem muito bem antes de subscreverem qualquer servico da Wildsmile.** No meu caso, cobraram-me 125 euros e recusaram devolver o dinheiro, apesar de eu ter pedido o cancelamento. Para mim, esta experiencia foi uma grande dececao. Nao voltaria a contratar os seus servicos e nao recomendo esta empresa a outras pessoas.

Em curso
R. B.
16/10/2026

Encomenda não recebida

No dia 27/09/2026 fiz uma encomenda na Druni e no dia 30/09/2026 recebi um e-mail da Druni a confirmar o envio da mesma através da transportadora Sending com uma referência e com um número de expedição. No dia 01/10/2026 recebi um e-mail da Sending a confirmar o transporte e a prever a entrega para o dia 06/10/2026. Hoje, dia 16/10/2026, ainda não recebi a encomenda. Já contactei por e-mail duas vezes a Druni e apenas recebi uma resposta automática a indicar que a encomenda está no estado ENVIADO. Apesar de não ser fácil encontrar os contatos da transportadora Sending, consegui encontrar um endereço de e-mail e enviei um e-mail a expor a situação. Ainda não recebi qualquer resposta. Passados 19 dias após a realização da encomenda ainda não a recebi.

Em curso
M. A.
16/10/2026

Damage collection without proof of repair and card debit attempts

Aluguei viaturas à Sixt no Aeroporto da Madeira, ao abrigo do contrato n.º 9611874823 (26 a 29 de junho de 2026): um Ford Puma (BS-46-NT), substituído a meio do aluguer por um Toyota Yaris Cross (BS-10-IU) depois de um pneu do Puma ter ficado danificado. Usei o kit de reparação de pneus da própria viatura e levei-a até à estação da Sixt pelos meus próprios meios. A Sixt exige agora €966,47 por danos (processos 9078296653 e 9078307068) e ameaça enviar o processo para uma entidade externa. Contesto estes valores por escrito desde que os recebi, pelos seguintes motivos: 1. Não há prova do prejuízo real. Apesar de vários pedidos escritos, a Sixt nunca apresentou ordem de reparação nem fatura de oficina independente. Os valores vêm de um catálogo (IDC/DEKRA) que a própria Sixt descreve como "valores médios" que "podem diferir do custo real". 2. Os valores dos pneus estão acima dos preços de mercado e não descontam o desgaste. 3. O relatório de levantamento do Toyota já registava um risco na mesma jante (5-10 cm, até ao primário). 4. O pedido original do Puma (€1.219,67) incluía €150 de assistência em viagem que nunca me foi prestada e €67 por um kit "em falta". A Sixt retirou a assistência e admitiu que o kit foi usado, e não perdido, só depois de eu reclamar. 5. A Sixt tentou debitar o meu cartão pelo menos quatro vezes enquanto os valores estavam contestados por escrito (28/08/2026 às 12:04, 12:07 e 12:10; 01/09/2026 às 14:15), e propôs retirar o IVA apenas se eu pagasse por transferência bancária. Submeti também este caso ao European Car Rental Conciliation Service (ECRCS) em 16/10/2026.

Em curso
M. P.
16/10/2026

Publicidade enganosa

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação relativamente à manifesta falta de transparência da plataforma DAZN no processo de subscrição e posterior cancelamento do serviço. Aquando da adesão, foi-me apresentada a oferta de um mês gratuito, sendo que, no histórico de pagamentos da minha conta, o valor correspondente ao primeiro mês surgia expressamente indicado como «0,00 €», com o estado de «Oferta ativa». A informação disponibilizada e a forma como a oferta foi apresentada levaram-me a concluir, de forma legítima e razoável, que estava perante um período experimental gratuito, sendo que o subscrevi dia 20.09.2026, sem qualquer compromisso de permanência ou obrigação de fidelização. Todavia, ao tentar cancelar a subscrição, fui surpreendida com a informação de que a minha conta estaria vinculada a um contrato anual, implicando a obrigação de efetuar pagamentos mensais até setembro de 2027, mesmo após a manifestação da minha vontade de cancelar o serviço. Uma obrigação contratual desta natureza, com consequências financeiras tão significativas para o consumidor, deveria ter sido comunicada de forma clara, inequívoca, visível e transparente no momento da contratação. No entanto, a informação apresentada não permitiu compreender, de forma adequada, que a adesão à alegada oferta gratuita implicaria um compromisso contratual anual com pagamentos mensais obrigatórios. Considero, por isso, que esta situação poderá configurar uma prática comercial desleal e enganosa, suscetível de violar os princípios da transparência e os direitos dos consumidores consagrados na legislação aplicável, designadamente na Lei de Defesa do Consumidor e no Regime das Cláusulas Contratuais Gerais. Acresce que, através da consulta do histórico de reclamações públicas apresentadas contra a DAZN nesta mesma plataforma, é possível constatar a existência de várias queixas com contornos semelhantes, o que suscita sérias preocupações quanto à forma como a oferta é comunicada aos consumidores e à eventual existência de uma prática reiterada suscetível de os induzir em erro. Face ao exposto, solicito à DAZN a resolução célere desta situação, mediante: A anulação imediata do alegado compromisso contratual anual e de qualquer obrigação de fidelização associada à subscrição; O cancelamento definitivo da subscrição, sem qualquer encargo, penalização financeira ou obrigação de pagamento de mensalidades futuras. Aguardo uma resposta clara e fundamentada, bem como a confirmação expressa de que a subscrição será cancelada sem quaisquer custos adicionais, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes para a defesa dos meus direitos enquanto consumidora, caso a situação não seja devidamente resolvida. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
A. R.
16/10/2026
Balcaó do emigrante

Legalizaçaô de um carro

Ola pois estou desiludiso com o balcaô emigrante pois desde fevreiro que enviê os papeis e naô se passa nada , fiz a inspeçaô e agora aguardo a alfendega.pois o prazo terminal em dezembro.muito obr

Em curso

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