Reclamações públicas
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Reclamação formal por negligência técnica e incumprimento de garantia
Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente a um sofá adquirido, cuja situação não foi devidamente resolvida pela empresa. O referido sofá já apresentava problemas desde a entrega, nomeadamente dificuldade no mecanismo de rebaixamento. Importa referir que nunca foi feita qualquer lavagem ao artigo, nem sequer tinha conhecimento da existência de zíper nas almofadas, pelo que nunca houve qualquer manipulação indevida da minha parte. Após contacto com a empresa, foi enviado um técnico para verificação. Durante a intervenção, o técnico forçou o mecanismo e acabou por partir um componente interno (ferro), agravando significativamente o estado do sofá. Possuo câmeras em casa que comprovam claramente este momento. Até então, encontrava-me a utilizar o sofá mesmo com limitações, sem apresentar reclamação formal, tendo apenas procurado perceber se a situação era normal. No entanto, após a intervenção do técnico, o sofá ficou completamente inutilizado. Apesar dos factos, a empresa recusa assumir responsabilidade, alegando uso indevido e excluindo a situação da garantia, o que considero incorreto e injusto. Desta forma, solicito a resolução do problema, nomeadamente a reparação ou substituição do sofá sem quaisquer custos, uma vez que os danos foram agravados pela atuação do técnico enviado pela própria empresa. Caso não haja uma resolução adequada, irei avançar com outras entidades competentes de defesa do consumidor.
produto com defeito de fabrico, sem fatura e sem acesso á garantia
Exmos. Senhores, Em 15 de abril adquiri uma piscina por 1566 euros. A referência da encomenda é 1068066 . Sucede que este apresenta defeito: rasgão/buraco na lona interior. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 22 de abril ( data de entrega), para que atuassem em conformidade, mas recebi como resposta que para obter a garantia precisava de enviar um formulário onde me é pedido a fatura porem no ato de compra essa fatura nunca me foi envia. Fiz de imediato o pedido para me enviarem a fatura porém passado dias ainda não a recebi nem obtive qualquer resposta para além da mesma menssagem enviada por um bot. Agora estou sem o produto em condições de ser usado, sem fatura e sem garantia, o que desrespeita a legislação aplicável. Exijo a substituição do produto defeituoso. Em alternativa, devolvam-me o dinheiro que paguei. Caso não me resolvam a situação nos próximo 4 dias, considerarei o contrato como incumprido da vossa parte. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou tomarei as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Demora na retirada de poste
Foi feito um pedido para retirar um poste de telecomunicações da MEO que se encontra no meu terreno, onde quero construir casa e com o poste lá não é possível. O pedido foi feito em abril de 2024, foram várias as idas à loja para perceber como estava o estado do pedido onde sempre foi dito que estava na mesma mas que iriam reforçar o pedido. Como vi que não adiantava de nada, fiz reclamação no livro. Ligou me um técnico a perguntar qual era o poste, expliquei-lhe e nunca mais me disseram nada. Fiz mais 2 reclamações no livro e recebi um email como resposta no dia 30/03 a dizer que o poste seria retirado até ao dia 20/04. O que é certo é que o poste continua no mesmo sítio. Dia 21/04 dirigi-me novamente a loja MEO onde o funcionário ainda em tom de ironia diz que essas coisas demoram… mais uma reclamação no livro. Hoje recebo a resposta a darem uma nova data para retirarem o poste, mais um mês à espera..
Golpe usando a empresa
Olá Recebi um oportunidade de trabalhar com a booking , como é uma empresa séria e o link era do próprio site o golpe se tornou fiável. Tenho prints de tudo , o golpe consiste em salvar hotéis no meu histórico fazendo com que os hotéis tenham mais vizualicoee , mas o verdadeiro golpe está em pedir dinheiro €10 e voltar €16 , depois vai subindo , chega um ponto que não podemos mais pagar e eles não devolvem o valor. Tudo isso usando o nome da booking e os links dos hotéis de vocês. Só preciso dos meus €80 e que isso pare pois o dinheiro está muito difícil pra perder assim usando o nome de uma empresa
Artigo errado
Exmos Senhores Encomendei umas sapatilhas da Skechers de mulher n° 38 de 48,00 euros no dia 21 de Abril com ID 00087513 no site Cassashop- Zyshop. Recebi hoje a encomenda n° DS340761564PT às 15h08 dia 24 de Abril, onde verifiquei que o artigo é errado são ténis de homem n° 45 preto da CLS-XKGL. Agradeço que me informem como fazer e o que fazer. Com os melhores cumprimentos , Alcina Correia
Reserva confirmada na Booking.com sem check-in e ausência de resolução
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação extremamente grave ocorrida com uma reserva efetuada através da plataforma Booking.com. Foi realizada uma reserva confirmada para um hotel, em Bordéus, França, com datas de check-in a 19 de março e check-out a 22 de março. A reserva encontrava-se devidamente confirmada, com número de reserva e PIN associados. No entanto, à chegada ao hotel, foi-nos comunicado que não existia qualquer reserva em nosso nome no sistema. Apesar de termos apresentado a confirmação da Booking.com, o hotel recusou o check-in, não tendo sido prestado qualquer serviço. Perante esta situação, fomos obrigados a procurar alojamento alternativo de forma urgente, suportando todos os custos e enfrentando um elevado nível de stress e transtorno, o que comprometeu significativamente a nossa estadia. Desde então, temos tentado resolver a situação junto da Booking.com, tendo efetuado múltiplos contactos telefónicos. No entanto, temos apenas recebido respostas vagas e sucessivos adiamentos, sem qualquer resolução concreta até à data. Acresce que, em várias ocasiões, as chamadas com o apoio ao cliente foram inesperadamente interrompidas. Encontramo-nos neste momento completamente saturados desta situação, uma vez que já realizámos inúmeras chamadas para o apoio ao cliente e, em todas elas, nos é indicado um novo prazo de resposta (normalmente de 5 dias), prazo esse que nunca é cumprido, sem qualquer atualização ou resolução efetiva. Precisamos urgentemente de apoio para resolver esta situação o mais rapidamente possível. Não recomendo a alugarem hotéis pela booking. Mais vale fazer o aluguer diretamente com o hotel e sai mais barato.
Fitness Factory – Histórico de má-fé, atendimento agressivo e impedimento ilegal de cance
Venho denunciar a conduta abusiva do Fitness Factory Portalegre (FF Portalegre, Unipessoal Lda), que se arrasta desde a abertura do clube. 1. Atraso na Comunicação e Atendimento Hostil (Abril 2025): Inscrevi-me como Sócia Fundadora em fevereiro de 2025, com o ginásio em obras. O clube abriu a 1 de abril sem informar os clientes individualmente. Quando me desloquei à receção a 9 de abril para questionar a falta de aviso, fui recebida com arrogância e uma discussão por parte da equipa e do responsável, que pretendiam cobrar o mês de abril sem serviço prestado. Após reclamação por e-mail, chegámos a acordo para iniciar o contrato em maio de 2025. 2. Pagamento por Boa-fé sem Utilização: Apesar de ter mantido a inscrição, o atendimento agressivo que recebi deixou-me profundamente desconfortável, retirando-me qualquer vontade de frequentar o espaço. Ainda assim, por boa-fé, paguei mensalidades durante 7 meses sem nunca lá colocar os pés. Durante este tempo, o ginásio nunca me contactou para saber o motivo da ausência, nem nunca me entregou o Kit de Sócio ou a pulseira de acesso (obrigatória segundo o Regulamento Interno deles). 3. Tentativa de Cancelamento e Nova Arrogância: Em janeiro de 2026, tentei encerrar o vínculo, tendo sido novamente tratada de forma arrogante e informada de que teria de cumprir a fidelização até ao fim. 4. Impedimento Ilegal de Cancelamento Atual (Março/Abril 2026): A 16/03/2026, dentro dos prazos legais, enviei e-mail para cancelar a renovação do contrato a 30 de abril (termo da fidelização). Solicitei o IBAN e o valor exato em dívida para regularizar a situação. O ginásio demorou mais de um mês a responder (apenas a 24/04) e recusa o cancelamento, alegando que não o faz com dívidas pendentes. Esta prática é ilegal; o cancelamento de um contrato é um direito que não pode ser condicionado ao pagamento de dívidas (as quais devem ser cobradas por meios próprios). Recuso-me a pagar as mensalidades de maio e junho, faturadas apenas devido à inércia do ginásio em processar o meu pedido de março. O caso já foi reportado à ASAE e ao CNIACC.
Queixa - Cobrança Indevida de Taxa de Correção de Nome
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativa à cobrança indevida de uma taxa pela correção do apelido da passageira constante na reserva Ryanair. O erro resultou de uma correção automática que inseriu o meu apelido por engano. A situação foi identificada imediatamente após a reserva e tratava‑se claramente da mesma passageira, sendo apenas necessária a atualização para o apelido correto. Todo o processo ocorreu muito antes de terem decorrido 48 horas após a compra. De acordo com as políticas da Ryanair e com a prática habitual do próprio suporte da companhia, as correções de nome efetuadas dentro das primeiras 48 horas — mesmo quando envolvem mais de três caracteres — são classificadas como "name correction" e não como "name change", sendo por isso isentas de qualquer taxa. Apesar disso, fui obrigado a pagar 115 euros para garantir que a passageira possa embarcar, o que considero injustificado e contrário às condições aplicáveis. Acresce que situações idênticas de outros passageiros têm sido resolvidas gratuitamente, pelo que não é aceitável que não exista um tratamento equitativo. Tendo em conta que a situação se enquadra inequivocamente nas regras de correção gratuita, solicito o reembolso integral do valor cobrado. Caso não exista uma resolução adequada, estou disposto a escalar o caso para as entidades competentes. Aguardo resposta. Com os melhores cumprimentos, T.V.
Recusa de Garantia Legal (3 anos) - Artigo vendido pela Tectake no Marketplace Leroy Merlin
Exmos. Senhores, Venho por este meio denunciar a recusa no cumprimento da garantia legal de 3 anos (ao abrigo do DL n.º 84/2021) referente a uma compra efetuada no site da Leroy Merlin, correspondente a um artigo vendido pelo parceiro Marketplace "Tectake". Os factos: Em agosto de 2023, adquiri duas espreguiçadeiras através do site da Leroy Merlin, vendidas pelo parceiro Tectake (Encomenda nº 23155L20928-A). Pouco tempo após a compra, com muito escasso uso, o tecido de ambas as espreguiçadeiras rompeu-se. Após contacto com o suporte da Tectake através do site da Lroy Merlin, a marca enviou duas unidades de substituição, admitindo por escrito que o problema se devia a uma falha deles: "los defectos estaban relacionados con la calidad del artículo". Em março de 2026, perfeitamente dentro do período da garantia legal de 3 anos, as unidades de substituição apresentaram exatamente o mesmo colapso estrutural: a lona rasgou-se de forma idêntica durante uma utilização normal. Saliento que as espreguiçadeiras foram sempre armazenadas numa garagem fechada quando não estavam a uso. A resposta do Vendedor (Tectake): Apesar de apresentar as provas do defeito repetido, a Tectake recusa-se a acionar a garantia. Alega de forma automática que se trata de "desgaste natural", ignorando a lei dos 3 anos e a sua própria admissão anterior de que o artigo tem problemas de qualidade de fabrico. O litígio e o papel da Leroy Merlin: É inaceitável que o vendedor parceiro classifique o primeiro incidente como "defeito de qualidade" e, perante uma rutura exatamente igual no modelo de substituição, passe a alegar "desgaste". O produto tem um vício oculto crónico e não cumpre os requisitos mínimos de durabilidade. Sendo a compra efetuada no portal da Leroy Merlin, recorro a esta entidade para que garanta o cumprimento da lei por parte do seu vendedor parceiro. A ineficácia da substituição anterior dá-me o direito legal à resolução do contrato. Pedido: Exijo a resolução do contrato com o reembolso integral do valor pago pelos artigos defeituosos, ou a substituição por um modelo de qualidade superior sem custos adicionais.
Reclamação – Cancelamento de Viagem, Falta de Reencaminhamento e Incumprimento do Regulamento (CE) n
Exmos. Senhores, O meu nome é Bruno Chassagnoux e venho por este meio apresentar uma reclamação para apreciação e mediação da DECO relativamente a uma situação ocorrida com uma viagem adquirida através da agência MyTrip. A viagem em causa tinha como destino Split, Croácia, com datas de 27 de abril de 2026 a 2 de maio de 2026, reserva n.º 1126334865, para dois passageiros: o Sr. Bruno Chassagnoux e a Sra. Sofia Gomes. No dia 16 de abril de 2026 fui informado de uma alteração ao itinerário, tendo sido apresentado um voo alternativo. No entanto, no dia 23 de abril de 2026, fui novamente informado do cancelamento de um dos voos, mais concretamente o segmento de regresso com ligação em Munique, Alemanha, sendo-me indicada como única solução o reembolso do valor pago. Importa referir que solicitei expressamente uma alternativa de reencaminhamento para o destino final, conforme previsto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, no entanto tal opção nunca me foi disponibilizada pela agência MyTrip, sendo-me apenas comunicada a possibilidade de reembolso, o que considero não estar em conformidade com os direitos dos passageiros aéreos. Os contactos com o apoio ao cliente da MyTrip foram efetuados nos dias 23 e 24 de abril de 2026, através do número +351211451264, tendo sido atendido pelo Senhor Brian e pelo Senhor Samuel, respetivamente. Em ambos os contactos foi reiterado que apenas existia a opção de reembolso, sem qualquer alternativa de reencaminhamento ou transporte. Os voos em causa eram operados pela Croatia Airlines, estando associados a emissão através da TAP Air Portugal, tendo esta última informado que a gestão da reserva e resolução do caso compete à agência intermediária, neste caso a MyTrip. Esta situação causou prejuízos financeiros e pessoais significativos, nomeadamente: * Valor pago pelos voos: 1.028€ * Reserva de hotel já paga em Split (27/04/2026 a 02/05/2026): 461,17€ * Prejuízo direto total: 1.489,17€ Adicionalmente, ambos os passageiros marcaram férias no respetivo local de trabalho especificamente para estas datas, as quais não poderão ser usufruídas devido ao cancelamento da viagem. Acresce ainda o facto de os preços atuais dos voos para o mesmo destino serem substancialmente superiores aos valores inicialmente pagos. Para efeitos de prova, segue em anexo o email enviado pela agência MyTrip, no qual é indicado que apenas está disponível a opção de reembolso, o que, na minha interpretação, contraria o disposto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, que prevê o direito do passageiro a optar entre reembolso ou reencaminhamento para o destino final em condições comparáveis. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de mediar esta situação junto da agência MyTrip, avaliar o incumprimento dos direitos do consumidor e apoiar na obtenção de uma solução justa face aos prejuízos sofridos. Com os melhores cumprimentos, Bruno Chassagnoux
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