Reclamações públicas

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Equipamento com garantia

No dia 05/01/2025, adquiri na Rádio Popular uma máquina de café Dimobilli D6 PR. A máquina tem cerca de um ano de utilização, encontrando-se portanto dentro do período da garantia legal. Recentemente a máquina apresentou uma avaria no sistema do porta-filtros, motivo pelo qual foi entregue na loja para reparação ao abrigo da garantia. No entanto, fui informado de que a reparação apenas seria efetuada mediante pagamento de 24,29€ de orçamento mais 12,40€ de serviços administrativos, alegando a assistência técnica que o “pino de segurança do porta-filtros se encontra encravado devido a excesso de café”. Não concordo com esta decisão, pois a máquina foi utilizada de forma normal e conforme as instruções. Além disso, a empresa não apresentou qualquer prova de utilização indevida. De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, os bens de consumo têm 3 anos de garantia, sendo que qualquer defeito que surja nesse período deve ser resolvido pelo vendedor sem custos para o consumidor, salvo prova de uso indevido, o que não foi demonstrado. Assim, solicito a reparação da máquina sem qualquer custo, conforme previsto na legislação em vigor. Ou a devolução do valor do mesmo. Os meus cumprimentos

Em curso
C. T.
12/03/2026

Atraso e falta de transparência na análise de pedido de autorização/orçamento para parto

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à forma como foi conduzido o processo de análise de um pedido de autorização/orçamento associado à minha apólice do plano de seguro de saúde da Aegon Santander. O processo foi iniciado no dia 9 de fevereiro, através do Hospital da Luz de Guimarães, com o objetivo de obter orçamento e validação de cobertura para parto. No dia 10 de fevereiro, recebi uma comunicação da ASP Seguros a confirmar que o pedido de autorização do processo tinha sido submetido para análise. Não tendo recebido qualquer atualização durante várias semanas, no dia 4 de março entrei em contacto diretamente com a Aegon Santander para solicitar um ponto de situação. Nessa ocasião foi-me apenas indicado que o processo se encontrava em análise, não tendo sido fornecida qualquer previsão para a conclusão do mesmo, nem tendo sido solicitada qualquer informação adicional. Face à ausência de progresso, voltei a contactar a seguradora no dia 11 de março, tendo manifestado a minha insatisfação relativamente ao atraso verificado e solicitado uma resolução para a situação. Durante esse contacto telefónico foi-me comunicado verbalmente o valor que alegadamente seria coberto pela seguradora, valor esse que corresponde ao montante máximo previsto na apólice. No entanto, essa comunicação foi feita exclusivamente de forma verbal, sem qualquer documento formal, orçamento detalhado ou explicação sobre: - como foi calculado o valor indicado; - que atos, despesas ou componentes do parto estão efetivamente incluídos; - que custos poderão não estar abrangidos pela cobertura. Até à data, não me foi disponibilizado qualquer documento oficial, orçamento detalhado ou comunicação formal que permita compreender de forma transparente o enquadramento da cobertura aplicável a este procedimento. Considero esta situação particularmente preocupante por duas razões: 1. O tempo de análise do processo foi manifestamente excessivo, tendo decorrido mais de 20 dias úteis desde a submissão do pedido, sem que tenha sido fornecida qualquer resposta clara ou documentação formal. 2. A comunicação da decisão foi feita apenas verbalmente e sem qualquer detalhe, o que não permite compreender com rigor as condições de cobertura aplicáveis, nem planear adequadamente os cuidados de saúde associados ao parto. Trata-se de uma situação que gera incerteza desnecessária num momento particularmente sensível, relacionado com o planeamento de um parto e com a organização de cuidados de saúde. Face ao exposto, solicito: 1. A emissão de uma comunicação formal escrita com a decisão relativa ao pedido de autorização/orçamento; 2. A disponibilização de um orçamento ou documento detalhado que explique claramente: - o valor máximo de cobertura aplicável; - os atos médicos e despesas incluídos nessa cobertura; - eventuais custos que possam ficar a cargo do segurado; 3. Esclarecimento sobre os motivos do atraso verificado na análise do processo; 4. A indicação de um prazo concreto para a regularização completa desta situação. Solicito que esta reclamação seja tratada no âmbito do procedimento formal de gestão de reclamações da seguradora e que me seja comunicada resposta dentro dos prazos legalmente aplicáveis. Caso não seja possível obter uma clarificação adequada da situação, reservo-me o direito de submeter a mesma às entidades competentes, designadamente à Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões.

Em curso
V. D.
12/03/2026

Reembolso

Prezados senhores, Bom dia ! Venho registar por meio deste uma reclamação de no que refere-se ao cancelamento realizado no dia 08/03/2026, no qual até a presente data o valor não foi ressarcido na minha conta, e ao contactar a empresa Rumbo não consigo falar e via email não tive nenhum retorno por parte deles.

Em curso
J. M.
12/03/2026

Cobrança exorbitante

DECO. NOS. 961464414 DIA 26 DE FEVEREIRO FUI AMEAÇADO POR SMS QUE TINHA QUE PAGAR 250€ OU TERIA O SERVIÇO DESLIGADO, Não sou vidente que tenho que cancelar o serviço antes de 10 dias, o que logicamente não fui informado na contratação do serviço. Cancelei o serviço 6 dias antes. agora fico sabendo após reclamação de livro que devo os €250,00 (por uso em roaming de 12hs, somente chamando UBER 3 vezes) (tenho as passagens aéreas para confirmar que só fiquei 12 hs no brasil) e de receber uma mensagem me informando que o desligamento do serviço se dará em 8 de abril DESCORDO DISSO POIS FUI A LOJA EM ALEGRO SINTRA DIA 2 DE MARÇO, DENTRO DO PERIODO QUE JÁ PAGUEI A ULTIMA FATURA QUE VAI ATÉ DIA 8 DE MARÇO, DENTRO DO PRAZO QUE ASSINEI O FORMULARIO DE TERMINO DE CONTRATO. PORTANTO NÃO TENHO MAIS NADA A PAGAR ALÉM DO PERIODO DE FIDELIZAÇÃO QUE TERMINA DIA 3 DE DEZEMBRO DE 2026. NO MESMO DIA 2 DE MARÇO DEVOLVI OS EQUIPAMENTOS, tenho o recibo FAVOR CORRIGIR ESTA COBRANÇA. TENHO A DOCUMENTAÇÃO DE PRINTS DE TODAS ESTAS AMEAÇAS Estou sendo ameaçado a pagar €362,00 dia 4 de abril ATENTAMENTE JOSE M. MOURA C. Di C. MELLO contribuinte 280395361 112,00€

Em curso
N. R.
12/03/2026

Artigo não entregue

No dia 29 de outubro de 2025, realizei a compra de uma Serra Elétrica através da página de Facebook "Só Para Casa" (facebook.com/soparacasa.pt), propriedade de Jorge Pedro Fernandes Tavares do Carmo Pereira, com sede na Rua Dona Laurinda Ferreira Magalhães, nº 213 - Cave, 4815-353 Moreira de Cónegos. ​O pagamento, no valor total de 35,99€ (29,99€ do artigo + 6,00€ de portes), foi efetuado via transferência bancária direta para a conta do proprietário. Decorrido o prazo de entrega de 7 dias, o artigo nunca foi recepcionado. ​Factos Relevantes: ​Tentativas de Resolução: Contactei repetidamente a empresa via Messenger, tendo falado com várias colaboradoras (Karina Cunha, Joana C., Inês e Maria) e com o próprio Sr. Jorge. Foram dadas garantias sucessivas de envio que nunca se concretizaram. ​Inconformidade em Encomendas Anteriores: Numa compra anterior de uma tesoura elétrica, o artigo chegou incompleto (apenas uma bateria, quando foram anunciadas duas), sem que a situação fosse retificada. ​Obstrução de Contacto: no passado dia 6 de março de 2026, ao confrontar o proprietário num "direto" sobre a disponibilidade de stock de artigos que não entregou e que os estava a vender naquele momento, dizendo que tem algumas serras em stock, fui imediatamente bloqueado, impedindo qualquer tentativa de resolução amigável. E reparo que todas as pessoas que fazem o mesmo, o comentário é automaticamente eliminado. ​Reincidência e Prática Continuada: É do conhecimento público, através de diversas plataformas e redes sociais, que existem centenas de lesados em situações idênticas, configurando um padrão de venda de artigos sem intenção de entrega ou entrega de material incompleto/diverso. ​À data de hoje, 4 meses após o pagamento, continuo sem o artigo e sem o reembolso do valor pago. Perante a evidência de múltiplas queixas e o bloqueio sistemático de clientes lesados, solicito a intervenção das autoridades competentes para o apuramento de responsabilidades e a devolução dos montantes em dívida. É inadmissível estarem a vender serras nos diretos, com a minha serra por entregar. Isto só mostra má fé por parte deste Sr.Jorge.

Em curso
M. v.
12/03/2026

Não há recolha de encomendas

Tenho utilizado a vossa plataforma Ecoparcel muitas vezes para enviar encomendas e, por alguma razão, este ano, 2026, tudo corre mal com a recolha quando a GLS é selecionada como empresa de recolha. Nunca aparece no dia marcado e, se não comparecem para recolher, a encomenda é cancelada automaticamente sem a minha aprovação e tenho de pagar uma taxa de 5 euros por encomenda para remarcar ou uma taxa de 6 euros para pedir o reembolso. (exceto com cancelamento flexível) Mesmo uma remarcação paga acaba sem recolhe... Se eu escolher o cancelamento flexível, posso receber o meu dinheiro de volta, mas apenas como um «saldo na minha conta». Mas como ninguém vem recolher as encomendas, essa opção é inútil. Estou a pagar por um serviço que não estou a receber e o serviço de apoio ao cliente mantém-me à espera, em geral, por mais de 72 horas e também encerra os tickets sem oferecer uma solução adequada. Quero o meu dinheiro de volta. Há agora 14 entregas canceladas no valor de 322,43 euros! Paguei por algo que não aconteceu.

Em curso
P. R.
12/03/2026

Burla, garantia e avaria

Bom dia, Na semana passada adquiri uma máquina de café (ref. KFLWMYSCW), que infelizmente se encontra avariada, pois está a deitar água pela parte traseira. Já enviei vários emails, mas até ao momento não obtive qualquer resposta. Tentei também ativar a garantia, porém o pedido nunca foi aceite. Quando contactei por telefone, fui informada de que não deveria enviar emails e que teria de tratar da devolução através da aplicação, sem que fosse apresentada qualquer solução para a avaria da máquina. Assim, continuo até hoje a aguardar um retorno da vossa parte relativamente a esta situação. Agradecia uma resposta até ao final do dia. Caso contrário, terei de avançar com uma reclamação formal, uma vez que a garantia não foi ativada e o valor pago pelo equipamento já foi debitado.

Em curso

Retirada de valores indevidos RGPD

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a uma cobrança efetuada pela Hertz no âmbito do aluguer de uma viatura de substituição. Sou colaborador de uma empresa que dispõe de viatura de serviço em regime de renting através de uma empresa. Na sequência de uma avaria na viatura de serviço que me estava atribuída, a mesma foi encaminhada para a oficina e, após contacto com a empresa de renting, fui orientado a levantar uma viatura de substituição na Hertz. Durante todo o processo foi transmitido que este aluguer seria efetuado no âmbito do contrato existente entre a empresa e a empresa de renting, não sendo um aluguer a título pessoal. A devolução da viatura encontrava-se inicialmente prevista para o dia 27/12. No entanto, uma vez que a viatura de serviço não ficou pronta nessa data, foi solicitado à Hertz o prolongamento do aluguer até ao dia 29/12. Posteriormente, verifiquei que foi debitado no meu cartão bancário pessoal o valor de 319,80€, correspondente a esses dois dias adicionais de aluguer. Importa salientar que, em nenhum momento durante este processo me foi solicitado que apresentasse o meu cartão bancário ou que facultasse os respetivos dados, nem autorizei qualquer débito no mesmo relativamente a este aluguer. Após procurar esclarecimentos, fui informado de que a Hertz terá utilizado dados de um cartão bancário anteriormente utilizado por mim em alugueres efetuados a título particular no mês de outubro de 2025. Esta situação é extremamente preocupante, uma vez que não autorizei a utilização desses dados para este processo, nem fui informado de que os mesmos poderiam ser utilizados posteriormente para efetuar cobranças. Considero particularmente grave o facto de dados de um cartão bancário utilizados numa transação privada poderem ser posteriormente acedidos e utilizados para realizar cobranças sem nova autorização, sem apresentação do cartão e sem qualquer validação por parte do titular. Esta prática levanta sérias dúvidas relativamente aos procedimentos adotados pela Hertz no que diz respeito à segurança, conservação e utilização de dados bancários dos clientes. Adicionalmente, esta situação transmite uma clara falta de confiança ao cliente, na medida em que aparenta ser possível à empresa aceder a dados de cartões previamente utilizados e proceder a débitos sem consentimento específico para a transação em causa. Acresce ainda que a entidade responsável pelo contrato de renting associado a esta situação, já solicitou esclarecimentos à Hertz há mais de dois meses, não tendo até à presente data sido prestado qualquer feedback ou esclarecimento relativamente a esta ocorrência. Para além disso, considero que o valor cobrado, referente apenas a dois dias adicionais de aluguer, é manifestamente elevado. Face ao exposto, solicito: Esclarecimento formal sobre a forma como foram acedidos e utilizados os dados do meu cartão bancário; A revisão da cobrança efetuada; A devolução do montante debitado sem autorização. Aguardo a devida análise desta situação e uma resolução célere da mesma.

Em curso
S. E.
12/03/2026

Não consigo aceder a plataforma

Além de ser assinante da deco proteste, não consigo aceder a plataforma. Ao obter alguma informação que necessite diz que tenho que me tornar associada. E também liguei para a linha de apoio a pedir ajuda em a senhora que me atendeu foi super desagradável. Logo se mantiver assim quero anular a minha subscrição. Porque estou a por dinheiro para o lixo.~ Sem apoio nenhum, simplesmente tenho as revistas

Em curso
M. L.
12/03/2026
MRW

Encomenda Não Recebida 02692H5697730

Bom dia, No dia 15/02/2026 fiz uma encomenda através do site Temu. No dia 25/02/2026 a encomenda foi passada para a Transportadora MRW. Começou uma peregrinação de "pendente de recepção no destino", a 27/02/2026 "passagem pela plataforma" em Vialonga; na mesma data passou a "pendente de recepção do destino" desta vez no Cartaxo; de seguida nova passagem para plataforma em Torres Novas; dia 04/03/2026; volta para a "pendente de recepção no destino" no Cartaxo e a partir daí, neste momento, com print tirado à data de hoje já nem surge no site da dita transportadora dá-nos a mensagem "Envio não encontrado. Não foi encontrado nenhum envio com a referencia"02692H5697730" no nosso sistema Confirme o numero introduzido, se o numero é correto o seu envio está pendente de receber na MRW." A par disto, foram trocados emails, desde o dia 02/03/2026, com a referida empresa, a solicitar atualização porque a encomenda é-me necessária e ainda foram 53.90 € gastos para não poder usufruir, como consumidora do que adquiri. O último email foi enviado há pouco, ainda não tem resposta. Nas várias comunicações foi-me dito que me iam contactar, porque o colega não sei quantos estava nos agendamentos e que sem falta, ia falar comigo para reagendar a entrega. Até agora, não houve nenhum contacto, simplesmente mentem e, por este andar, uma pessoa já desconfia ou que a encomenda foi roubada ou não sabem da mesma. Já falei com a Temu que me indicou que se até dia 19/03/2026 a encomenda não for rececionada, terei de ser reembolsada, mas não acho justo que a empresa não seja sincera e indique o que se passou, em vez de estar constantemente a dizer que vai contactar. Espero sinceramente que outros consumidores não tenham de passar por este desgaste e ser enganados desta forma. Não acredito que uma empresa possa sequer estar a laborar desta forma, isto não é absolutamente nada. Agradeço tudo o que possam fazer porque, eu não vou parar nem esquecer esta falta de respeito. Cumprimentos

Resolvida

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