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Denuncia
Exmos Senhores Deco Proteste Associado 0554768-25 Antonio Jose Paiva Videira, venho por este meio solicitar a vossa intervenção e expor uma situação de grave direitos enquanto consumidor, envolvendo as Empresas Ediclube e Galeria, por práticas que indiciam uma tentativa de burla e cobrança indevida umas vezes em nome de Galeria outras Ediclube dando a entender que estou a ser alvo de cobrança elegal após ter cancelado a cobrança por débito direto. No dia 07/05/2024 adquiri um colchão que aparentemente se encontrava em condições e que á coisa de meses começou a desfazer-se, aparentemente defeito de fabrico . Enviei email a qual me disseram que não existia qualquer garantia. Suspendi o débito direto até resolver a situação pois a lei Portuguesa fala na garantia legal de 3 anos. Passou-se à exigência de pagamento umas vezes por parte da Galeria valor 29,00 € com uma referência de pagamento outra da Ediclube valor 29,00 €, com outra referência de pagamento aparentando tratar-se de burla. Até á data foi pago o valor de 754,00 € faltando pagar 145,00 € foi-me orçamentada a reparação em 255,00 €, visto não haver qualquer garantia como estes Srs dizem e face ao exposto,solicito o apoio da DECO PROTESTE. Com os melhores cumprimentos Antonio Jose Paiva Videira Tel 919300586 - Associado 0554768-25
Bloqueio Conta Bancária
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente ao bloqueio da minha conta bancária no Santander, que se mantém há cerca de dois meses, sem que me seja apresentada uma explicação concreta. Desde o início, o banco informa apenas que a conta foi bloqueada por ordem judicial, no âmbito de um processo, tendo-me fornecido um número de processo que, posteriormente, o meu advogado tentou confirmar junto do DIAP 14.ª Secção. O tribunal informou que não existe qualquer processo em meu nome correspondente à informação fornecida. Já comuniquei esta situação ao Santander, tanto presencialmente como através de reclamação, mas o banco continua a afirmar que não possui qualquer informação adicional e que devo aguardar um eventual contacto do tribunal. No entanto, após dois meses, continuo sem receber qualquer notificação ou esclarecimento. Este bloqueio está a causar-me graves dificuldades financeiras e pessoais, nomeadamente impossibilidade de utilizar normalmente o meu próprio dinheiro, efetuar pagamentos e cumprir atempadamente as minhas despesas e obrigações pessoais. Considero extremamente preocupante estar privado do acesso à minha conta durante tanto tempo sem conseguir sequer confirmar a existência do alegado processo judicial. Assim, solicito à DECO PROteste que analise a situação, me informe sobre os meus direitos e me oriente sobre as medidas que posso tomar para obter esclarecimentos do Santander e, caso não exista fundamento válido, conseguir o levantamento do bloqueio e eventualmente reclamar os prejuízos causados. Posso disponibilizar todas as reclamações, comunicações do banco e documentação obtida através do meu advogado. Com os melhores cumprimentos, Lúcio Casimiro Manuel Eduardo NIF: 311 932 924 +351 937 156 287 E-mail: lessezzy@gmail.com
Aderir crédito adicional da wizink para reduzir prestações mensal
Boa tarde tenho cartão rewards wizink de crédito 4600€ tenho prestação de220€ é muito elevada para conseguir pagar tudo o que. Já mandei mensagem para eles wizink já atendi telefonemas para conseguir melhorar situação queria aderir crédito adicional que funciona como crédito pessoal mas dizem não ser possível agora baixava e muito minha prestação para metade nos telefonemas só querem é saber quando pago quanto perguntava se me podiam baixar prestação em alguma forma desligam telefone ora se noa consigo pagar também não me ouvem e querem ser sérios como irei conseguir comunicar com eles wizink
Contestação da cobrança
Contestação da cobrança de 286,20 € por cessação do contrato de fidelização Venho reclamar da cobrança de 286,20 €, efetuada pela Phive a mim e ao meu namorado na sequência da cessação dos nossos contratos. Ambos aderimos ao Phive em 01/01/2026, com fidelização de 26 semanas, renovável automaticamente. Segundo as regras de contagem previstas no contrato, a primeira fidelização terminou no final de junho, iniciando-se a renovação em 29/06/2026. Contudo, em 20/06/2026, antes da renovação, dirigi-me à Phive para solicitar o cancelamento. Foi-nos transmitido que o contrato já teria sido renovado e que teríamos de pagar uma penalização. O cancelamento ocorreu devido a uma mudança efetiva de residência para a Póvoa de Lanhoso, a aproximadamente 80 km, onde não existe qualquer estabelecimento Phive. Esta situação foi comprovada junto da empresa através da escritura da habitação e contrato de internet. Importa salientar que a própria cláusula 21.3 do contrato prevê a mudança de residência para distância igual ou superior a 50 km que impossibilite a frequência como situação específica para efeitos de denúncia. O benefício da fidelização correspondia a um desconto de 2 €/semana por pessoa (15,90 € em vez de 17,90 €), totalizando aproximadamente 64€ de benefício por pessoa durante o período em que usufruímos da fidelização. Apesar disso, foi-nos cobrada uma penalização de 286,20 €. Questionamos, assim, a proporcionalidade desta penalização face aos danos efetivamente sofridos pela Phive, considerando a mudança de residência, e a inexistência de um clube Phive na nova localidade. Consideramos pertinente analisar a aplicação do regime das cláusulas contratuais gerais, nomeadamente quanto à proibição de cláusulas desproporcionadas aos danos a ressarcir. Solicitamos a reapreciação da cobrança e a restituição dos 286,20€.
INTIMIDATION, abaissement, AGRESSION
reclamacao, restaurante Madraste a Paço de Arcos Léa Noormets [leanor@gmail.com] À assinaturas Today, 06.09.2026 I was agressed by male employee. I went to the female toilet, locked the door. I closed the door and then heard a man’s voice rushing after me and banging violently on the door of the ladies’ cubicle. He then tried to open the door. He didn’t succeed. Having finished using the toilet, I asked at the bar counter what the matter was. Unfortunately, I didn’t understand Portuguese, so I tried to communicate in English. I asked whether it was the establishment’s policy to allow men to enter the ladies’ toilet. It remained unclear to me what exactly was wrong. Following a mixed-language exchange, I asked for the complaints book. It took a long time to find it, and I was eventually allowed to call the police; I filmed the entire scene on my mobile phone so as not to lose sight of the reality of the situation. Eventually, after a long search, the book was found; I wrote my complaint and asked for a copy for myself as the ‘complainant’. At first, they refused to give it to me, saying that it would remain with them and that I could come and have a look. Finally, a female member of staff intervened and gave me a copy of my complaint. After that, the male member of staff – who had also been in my video when I recorded the verbal altercation – began demanding that I delete the video. I referred to the law – I’ll include an extract at the end of this message – stating that I have the right to record video in a public place for my own use. I was then forced to delete the video, despite the fact that I had explained the rights regarding videos filmed in public places. I felt intimidated; I was ordered to hand over my phone and delete the video. As I was with a friend who was very disturbed by the scene, I deleted the video. The man in the video was not satisfied with this; he also ordered me to empty the phone’s rubbish bin; I did so. He was still not satisfied. I showed him my phone’s storage, where, naturally, the video was no longer there. Thus, today I have been the victim of aggression on two occasions in Madras – an invasion of my personal space in the ladies’ toilet, and, secondly, coercion regarding my private affairs – on my phone. I await a response from the management. Lea Noormets; Journalist Legislation: Fiming in a public place for personal use (including scenes, backgrounds and people) is permitted, and it is not necessary to seek consent from people who appear in the footage.] This is regulated by the Personal Data Protection Act. However, the rules become significantly stricter as soon as you plan to publish the filmed material (for example, on social media, YouTube or in television programmes). The rules and restrictions vary depending on the purpose of the video: 1. Filming purely for personal use Fully permitted: If you are filming a video for your own private enjoyment, for your home archive or to show to family, you may film anything and anyone in a public place. There is no obligation to ask for consent, although it is polite to do so when putting strangers directly in the frame. Condition: The material must remain within your private sphere; in other words, it must not be shared with people who do not appear in the video. As a legal entity, you have both a duty and an opportunity to keep abreast of all legislation. All visitors in portugal are not obliged to speak Portuguaise! I tried to communicate in French and englis. Léa Noormets De Brito Tel/Whatsapp: +33649886015 ---------------------------------------
Sinistro Automovel
Assunto: Estado do processo 2026GC04486 – Falta de desenvolvimentos desde fevereiro de 2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação e solicitar o ponto de situação urgente relativo ao processo com a referência 2026GC04486, o qual se encontra sem quaisquer desenvolvimentos ou resposta prática desde fevereiro deste ano. O referido processo reporta-se aos danos materiais sofridos na minha viatura devido a um buraco profundo e não sinalizado na via pública, na zona de Colares (Sintra), cuja conservação e segurança são da vossa inteira responsabilidade. Desde o contacto inicial e a respetiva abertura do processo, a situação tem permanecido num estado de estagnação total, acumulando um atraso inaceitável na avaliação e resolução do pedido de indemnização. Esta inércia prolongada por parte dos vossos serviços penaliza o cidadão e prolonga injustificadamente os prejuízos causados por uma falha de manutenção da infraestrutura rodoviária. Solicito a verificação imediata do estado do processo 2026GC04486, a célere retomada dos trâmites necessários e uma resposta concreta com vista à resolução final do caso.
Dei de subscrição não recebido
Boa tarde, Fiz recentemente a subscrição da DECO PROteste e o primeiro pagamento já foi efetuado, tendo também já recebido o cartão. No entanto, ainda não recebi o email ou link para aceder ao presente de boas-vindas e escolher o presente anunciado no momento da adesão. Agradeço que me enviem as instruções para poder usufruir da oferta. Obrigada.
Reembolso não recebido
Exmos. Senhores , confesso que tô muito desapontado com os seus serviços ultimamente a minha encomenda de N° 306044680 foi devolvida ao vosso armazém pela DPD no dia 20 de agosto por causa do erro que eu cometi no código postal e pela vossa políticas eu deveria receber um reembolso dentro ou recebido qualquer informação sobre ela dentro de 14 dias e já se passaram 15 , não sei quê terá ocorrido mas eu preciso saber de algo . Bom trabalho
Nao verificam.os documentos para puder levantar os meus ganhos
Bom dia. O motivo que me levou a estar aqui, foi que a minha mae depositou 10eur na goldenpark, ate ai tudo ótimo.... Jogou ,jogou.. quando decidiu que estava bom parou e tentou efectuar o levantamento dos seus ganhos. Primeiro ate agora nem verificaram a conta com o cartao de cidadao. Pediram para confirmar iban, ja estava feito. Kkkk. Ou seja na altura de depositar nao houve qualquer entrave a que ela depositasse e jogasse. Mas na hora de ter acesso aos seus ganhos esta haver mul e um entraves.. a empresa nao me parece que esteja a agir em conformidades com as leias no nosso pais para jogos de azar... atendimento pessimo plataforma fraudulenta. Exijo o meus ganhos em numerario. Utilizador goldenpark : teresa1073 Nascimento:20_03_1973
Consola PS5 fora da garantia
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à minha consola PlayStation 5, adquirida em 2021, que apresentou uma avaria após vários anos de utilização normal e sem qualquer utilização indevida ou alteração do equipamento. A consola foi utilizada em condições normais, tendo sido sempre tratada e conservada de forma adequada. Considerando a reputação da marca PlayStation e a reconhecida qualidade e fiabilidade associadas aos seus produtos, considero manifestamente insatisfatório que um equipamento desta natureza apresente uma avaria que, segundo a informação que me foi transmitida, não tem possibilidade de reparação. Compreendo que a consola se encontra atualmente fora do período de garantia legal. No entanto, considero legítimo esperar uma maior durabilidade e fiabilidade de um equipamento deste valor e de uma marca com a reputação da Sony/PlayStation. A situação torna-se ainda mais difícil de compreender pelo facto de existir, noutros mercados, um processo de recondicionamento/troca fora da garantia, conhecido como OOW (Out of Warranty), que permite aos clientes entregar uma consola avariada e obter uma unidade recondicionada mediante o pagamento de um determinado valor. Procurei obter acesso a este processo, mas fui informado pela própria Sony/PlayStation de que esse serviço não está disponível em Portugal e que não existe atualmente uma forma de iniciar o processo OOW no nosso país. Assim, considero que os consumidores portugueses ficam numa situação claramente menos favorável, uma vez que, perante uma avaria fora da garantia e sem possibilidade de reparação, não é disponibilizada pela própria marca uma solução de troca ou recondicionamento equivalente. Desta forma, venho solicitar à Sony/PlayStation que analise o meu caso individualmente e que me seja apresentada uma solução comercial adequada, nomeadamente uma das seguintes possibilidades: substituição da consola por uma unidade recondicionada mediante pagamento de um valor razoável; possibilidade de acesso excecional a um processo equivalente ao OOW; substituição da consola por uma nova, mediante pagamento de um valor reduzido; ou outra solução comercial que permita minimizar o prejuízo do consumidor. Não considero razoável que um equipamento PlayStation 5 adquirido em 2021, utilizado normalmente e pertencente a uma marca reconhecida pela qualidade e fiabilidade dos seus produtos, fique sem qualquer solução por parte do fabricante quando a própria marca confirma que a reparação não é possível. Solicito, por isso, uma resposta concreta à presente reclamação e, principalmente, que seja indicada uma solução para o equipamento, em vez de me limitar a ser informado de que a garantia terminou e que o serviço OOW não está disponível em Portugal. Estou disponível para facultar a fatura de compra, número de série da consola, comprovativo da avaliação técnica e qualquer outra informação necessária para análise do processo. Aguardo uma resposta no sentido de encontrar uma solução razoável e proporcional para esta situação. Com os melhores cumprimentos, Carlos Matos
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