Reclamações públicas
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Reclamação pela deficiente prestação do serviço de distribuição – Encomenda n.º 85244953
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela InPost no âmbito da distribuição da encomenda com o número de rastreamento 85244953. Desde o início deste processo, a gestão da entrega tem sido marcada por sucessivas falhas, informações contraditórias e pela total incapacidade da InPost em prestar um serviço de distribuição e apoio ao cliente minimamente eficiente. No dia 20/07/2026, o sistema da InPost registou uma alegada tentativa de entrega às 08:54. Essa informação não corresponde à realidade. A morada indicada para entrega corresponde às instalações da empresa onde trabalho, onde existe sempre presença de colaboradores entre as 07:30 e as 17:00. Posso afirmar, com absoluta certeza, que nenhum estafeta da InPost compareceu nas instalações, não foi efetuada qualquer tentativa de entrega, não houve qualquer contacto telefónico nem foi deixado qualquer aviso de passagem. Após este episódio, fui obrigado a contactar diversas vezes o vosso serviço de apoio ao cliente para tentar resolver um problema criado exclusivamente pela InPost. Durante esses contactos fui informado de que: Não conseguem contactar telefonicamente o armazém responsável pela distribuição; Não conseguem contactar diretamente o estafeta; Apenas comunicam internamente por email; Não conseguem localizar a encomenda em tempo real; Não conseguem fornecer qualquer previsão aproximada da entrega; Não conseguem transmitir ao estafeta pedidos específicos efetuados pelo destinatário. Apesar disso, solicitei, por diversas vezes, tanto diretamente à InPost como através da empresa remetente, que fosse feito um simples favor: que a entrega fosse efetuada até às 16:30, horário durante o qual conseguia garantir a presença de alguém para rececionar a encomenda. Esse pedido nunca foi tido em consideração. No dia 23/07/2026, em vez da entrega solicitada, o acompanhamento da encomenda passou a apresentar o estado "Dirección de entrega no válida". Esta informação é totalmente incompreensível e contraditória. Se, dias antes, a InPost alegava ter efetuado uma tentativa de entrega naquela morada, não faz qualquer sentido que posteriormente a mesma morada passe a ser considerada inválida. A morada fornecida está correta, encontra-se perfeitamente identificada, corresponde às instalações de uma empresa onde diariamente existem trabalhadores durante o horário laboral e nunca foi alterada desde a realização da encomenda. No dia 24/07/2026, a encomenda voltou a surgir em distribuição, mantendo-se o estado "Paquete en ruta al destino final". Perante a ausência de qualquer entrega durante a tarde, voltei a contactar o vosso apoio ao cliente, explicando novamente toda a situação e recordando que tinha solicitado, por diversas vezes, a entrega até às 16:30. A resposta obtida foi que esse pedido não era relevante, uma vez que as entregas decorrem até às 20:00, sendo a decisão inteiramente da distribuição. Quando questionei se a InPost não tem em consideração os pedidos especiais efetuados pelos seus clientes, não obtive qualquer resposta objetiva nem qualquer demonstração de vontade em tentar encontrar uma solução. À hora em que apresento esta reclamação, 16:30 do dia 24/07/2026, a encomenda continua por entregar. Considero absolutamente inaceitável que uma empresa de distribuição: Registe tentativas de entrega que não ocorreram; Apresente estados de rastreamento contraditórios; Não consiga contactar os próprios estafetas nem os centros de distribuição; Não consiga prestar qualquer informação útil aos clientes; Ignore completamente pedidos razoáveis efetuados pelos destinatários; Obrigue os clientes a efetuar sucessivos contactos telefónicos sem qualquer resultado prático. Toda esta situação obrigou-me a perder tempo, reorganizar a minha atividade profissional, efetuar inúmeras chamadas telefónicas e acompanhar diariamente uma entrega que deveria ter sido um procedimento simples. Face à gravidade dos factos, considero que a prestação do serviço por parte da InPost ficou muito aquém dos padrões mínimos de qualidade exigíveis a uma empresa de distribuição. Solicito, por isso: A abertura de um processo interno de averiguação relativamente à atuação do estafeta responsável por esta distribuição; O esclarecimento sobre o motivo pelo qual foram registadas informações contraditórias relativamente à entrega; A explicação para a incapacidade do serviço de apoio ao cliente em contactar os serviços operacionais e prestar informações úteis; A adoção de medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer; A apresentação de uma compensação adequada pelos sucessivos transtornos, perda de tempo, incómodos e manifesta deficiência do serviço prestado. Caso esta situação continue sem resolução ou a resposta apresentada não seja satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Aguardo uma resposta formal à presente reclamação.
Pedido de certidão permanente feito há mais de 120 dias
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, informar que envio em anexo o pedido efetuado, com o número de requisição 1370, de 2026/03/12, relativo ao processo de registo apresentado nessa Conservatória em 12 de março de 2026, referente ao cancelamento da hipoteca a favor da Caixa Geral de Depósitos, conforme apresentação do documento de renúncia apresentado pela referida instituição e que consta dos documentos apresentados e em vosso poder, bem como à emissão da respetiva certidão permanente. Decorridos mais de 120 dias desde a apresentação do pedido, constato que o processo continua por concluir, ultrapassando de forma muito significativa o prazo expectável para a sua tramitação. Esta situação está a causar graves prejuízos, uma vez que a conclusão deste processo é indispensável para a realização da escritura de compra e venda do imóvel, cuja concretização se encontra dependente da emissão da certidão permanente atualizada. Trata-se de uma situação de manifesta urgência, pelo que solicito a V. Exas. que promovam, com a maior brevidade possível, a conclusão do processo, informando-me igualmente sobre os motivos que justificam um atraso tão expressivo. Agradeço que este assunto seja tratado com caráter prioritário, evitando-se novos prejuízos decorrentes da impossibilidade de realização da escritura dentro do prazo previsto. Fico a aguardar uma resposta urgente e a conclusão imediata do processo. Com os melhores cumprimentos, António Maria Carrapato Sousa
Faturas indevidas, baseadas em leituras erradas
Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato nº AG-251110-3107958 Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Galp Energia, S.A., relativamente à faturação indevida de gás natural, resultante de uma leitura errada (apresentada como real, mas que configura uma estimativa incorreta) no âmbito do processo de mudança de comercializador, ocorrido a 1 de junho de 2026. Factos: No dia 1 de junho de 2026, cessei o meu contrato com a Galp, tendo iniciado o fornecimento com uma nova comercializadora, uma vez que as faturas da Galp chegavam sistematicamente com atraso e com consumos acumulados indevidos. No dia 6 de junho de 2026, a Galp emitiu uma fatura extraordinária (que entretanto liquidei) onde consta uma pretensa leitura "real" do contador de gás no valor de 1561 m³. Na altura do pagamento, não confirmei esse valor. No entanto, ao verificar posteriormente, constatei que a leitura de 1561 m³ está manifestamente incorreta, uma vez que, mesmo passados quase dois meses, o meu contador ainda não atingiu esse valor. Para comprovar o sucedido, enviei à Galp, por diversas vezes e através de vários canais, fotografias do contador que provam a leitura correta à data da mudança, bem como a primeira fatura da minha nova comercializadora, que regista a leitura real efetuada no local. Após longa espera, recebi da Galp uma resposta por SMS, onde a empresa se escusa a corrigir a fatura, alegando que, por não ter sido solicitada uma “leitura extraordinária”, a mudança foi efetuada com base numa leitura estimada, nos termos das Diretivas n.º 7/2018 e n.º 15/2018 da ERSE, remetendo a responsabilidade para a minha nova comercializadora. Pretendo: A anulação imediata da fatura emitida a 6 de junho de 2026, com a leitura de 1561 m³. A emissão de uma nova fatura com base na leitura real comprovada (fotografias do contador e leitura da nova comercializadora), que corresponde ao consumo efetivo verificado à data da mudança. A devolução do montante pago em excesso, por transferência bancária para a conta associada ao meu contrato, no prazo legalmente estipulado. O pagamento de juros de mora pelo atraso na devolução do valor indevidamente cobrado, nos termos da lei. anexo: fatura GALP 5 junho, Foto contador em data 5 de julho, leituras feitas ENDESA no dia 4 e 12 de Junho
Recusa de garantia legal de 3 anos - PS5
Para os devidos efeitos, informo que esta situação já foi alvo de queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico com o número ROR000000000045671869. Venho reclamar formalmente contra a Rádio Popular relativamente à assistência técnica do equipamento PlayStation 5, deixado para reparação na loja Rádio Popular do Fórum Montijo, no dia 04/07/2026 (conforme talão de depósito em anexo). O equipamento foi adquirido em 26/11/2023 (Fatura em anexo), pelo que se encontra plenamente abrangido pela garantia legal de 3 anos estipulada pelo Decreto-Lei n.º 84/2021, em vigor em Portugal. O aparelho apresenta uma desconformidade interna de hardware (desliga-se sozinho), tratando-se de um defeito de fabrico e não de mau uso. No entanto, recebi um contacto telefónico por parte da Rádio Popular a apresentar um orçamento verbal para substituição por uma consola recondicionada, alegando erradamente que o produto "já não tem garantia porque a marca só dá 2 anos". Sublinho que a Rádio Popular não me enviou qualquer orçamento, relatório técnico ou resposta formal por escrito, limitando-se a fazer esta comunicação por via telefónica. Esta atuação viola frontalmente a legislação de consumo portuguesa e o próprio texto impresso na vossa fatura, que assegura os 3 anos de garantia. Relembro que, nos termos do Artigo 18.º do DL 84/2021, a Rádio Popular dispõe de um prazo máximo de 30 dias seguidos para proceder à reparação gratuita do bem, prazo este que termina no dia 03/08/2026. Recuso o orçamento e exijo o cumprimento da lei. Cumprimentos, Tânia Raquel Filipe D' Assunção
Sem serviços há duas semanas
Exmos. Senhores, Vimos, por este meio, apresentar a nossa mais profunda insatisfação e indignação relativamente à interrupção dos serviços de telefone fixo e internet das nossas instalações. Desde o dia 11 de julho que nos encontramos totalmente privados destes serviços, situação que, à data de hoje, 24 de julho, continua por resolver. Ao longo destas quase duas semanas efetuámos inúmeras chamadas para o vosso apoio ao cliente. Em todas elas foi-nos garantido que, no prazo máximo de 48 horas, seríamos contactados para agendamento de uma intervenção técnica. Contudo, esse contacto nunca aconteceu. Recebemos sucessivas promessas que não foram cumpridas, obrigando-nos a repetir constantemente a mesma situação, sem qualquer solução concreta. Somos uma padaria e pastelaria que depende diariamente das comunicações para o normal funcionamento da atividade. Os nossos clientes tentam contactar-nos para efetuar encomendas e deparam-se com um telefone indisponível, o que nos tem causado um número incalculável de oportunidades de negócio perdidas e um evidente prejuízo financeiro. A ausência de internet afeta igualmente o funcionamento interno da empresa. Estamos sem acesso à rede Wi-Fi, o que compromete as comunicações, dificulta processos administrativos, limita o acesso às plataformas de trabalho e prejudica significativamente a eficiência da nossa atividade diária. É absolutamente incompreensível que uma empresa continue a cobrar um serviço no valor superior a 270,00 € mensais quando dois dos principais serviços contratados permanecem inoperacionais durante um período tão prolongado, sem que exista qualquer resolução efetiva ou informação credível sobre a data da reparação. Mais grave ainda é a falta de acompanhamento prestado ao cliente. Não só a avaria continua por resolver, como também não existe qualquer respeito pelos prazos que nos são sucessivamente comunicados. Sentimo-nos completamente desamparados e desrespeitados enquanto clientes. Perante esta situação, exigimos: - A resolução imediata da avaria e o restabelecimento integral dos serviços. - Uma explicação formal para a demora injustificada na resolução deste problema e para o incumprimento reiterado dos prazos comunicados. - A compensação correspondente ao período em que estivemos privados dos serviços contratados, bem como a devida análise dos prejuízos causados por esta interrupção prolongada. Caso esta situação continue sem resolução imediata, veremos o nosso direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, bem como de recorrer a todos os meios legalmente previstos para defesa dos nossos interesses e para exigir a responsabilidade pelos prejuízos sofridos. Esperamos uma resposta urgente e, sobretudo, uma resolução definitiva deste problema.
Viagem
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma viagem agendada na Bolt. Agendei a viagem para a hora e local indicados na aplicação e estive presente no ponto de recolha à hora marcada. No entanto, o motorista nunca apareceu nem entrou em contacto comigo. Para minha surpresa, foi-me cobrada uma taxa de cancelamento, apesar de eu ter cumprido todas as minhas obrigações enquanto cliente, permanecendo no local e à hora combinados. Após esta situação, tentei contactar o apoio ao cliente da Bolt para resolver o problema de forma amigável. Contudo, a resposta que recebi foi insatisfatória, tendo a empresa desvalorizado a situação e recusado assumir qualquer responsabilidade, mantendo a cobrança da taxa de cancelamento. Considero esta cobrança injusta, uma vez que o incumprimento da viagem não foi da minha responsabilidade. Solicito a devolução do valor cobrado e que esta situação seja devidamente analisada, de forma a evitar que outros consumidores sejam prejudicados da mesma forma. Agradeço a atenção dispensada e aguardo uma resposta célere e a resolução deste problema. Com os melhores cumprimentos,
Encomenda não recebio - Devolução pagamento
Exmos Senhores Boa tarde. A empresa Monsieur Moteurs não entregou, no prazo das condições de venda ou seja 3 meses, o motor 169A1000, FIAT 500, de 2010 com cerca de 151 612 km, na morada Rua da Beijoquinha, nº45, Armazém B - Sacotes, 2725-510 Mem Martins. O motor foi encomendado e pago (através do banco Best) em 24.04.2026 através da Fatura Recibo FR.2026/179. Eu venho desde já invocar a resolução do contrato de compra e venda e pedir o reembolso a partir do dia 24.07.2026, com prazo de 5 dias uteis. O Iban para a devolução foi enviado via email, mc.mc@sapo.pt, no dia 24/07/2026. Caso não seja feito a transferência em tempo útil utilizarei os devidos meios judiciais. Cumprimentos. Paula Carvalho
Recusa de garantia sem fundamentação técnica
Exmos. Senhores, Adquiri uma viatura Dacia Sandero nova e, quando a viatura tinha apenas 11 meses de utilização, detetei uma abertura na pintura do tejadilho. Desconheço quando essa anomalia surgiu, uma vez que, pela sua localização, não se trata de uma zona facilmente visível no uso normal da viatura. A garantia foi recusada com a alegação de que os danos resultariam de "fatores externos". Desde o primeiro contacto solicitei apenas que me fosse apresentada a fundamentação técnica que sustentou essa conclusão. Essa resposta nunca chegou. Durante semanas fui sucessivamente reencaminhada entre a Santogal Chelas e a Dacia Portugal, sem que nenhuma assumisse a responsabilidade de responder ao meu pedido. Enquanto uma remetia a responsabilidade para a outra, eu permanecia sem qualquer esclarecimento. Apenas após muita insistência, sucessivos emails e várias reclamações, a própria Dacia Portugal respondeu, por escrito, que "os relatórios técnicos devem ser solicitados junto da Entidade Reparadora", remetendo-me novamente para a Santogal Chelas. Uma informação que poderia e deveria ter sido prestada desde o primeiro momento, evitando semanas de desgaste e frustração completamente desnecessárias. Contudo, mesmo após esta indicação expressa da própria marca, continuo até hoje sem qualquer resposta da Santogal Chelas às questões técnicas que lhe tenho dirigido desde o primeiro contacto. O que mais me preocupa e, me gera desconfiança é a forma como esta conclusão foi alcançada. A avaliação da minha viatura consistiu numa observação efetuada pelo chefe da oficina, que recolheu algumas fotografias e as remeteu ao departamento de qualidade. Posteriormente, foi-me comunicada a conclusão de que os danos resultariam de fatores externos, sem que me tivesse sido explicado que análise técnica foi realizada, quais os critérios utilizados ou de que forma foi excluída a possibilidade de um defeito de fabrico da pintura. Não é aceitável que se exclua uma hipótese tão plausível como um defeito de fabrico sem que seja explicado ao consumidor, de forma objetiva e tecnicamente fundamentada, como essa hipótese foi analisada e afastada. É profundamente lamentável que um consumidor tenha de insistir durante semanas, enviar sucessivos emails e apresentar várias reclamações apenas para tentar obter uma explicação que deveria ter sido prestada de forma transparente desde o início. Se existe uma análise técnica que sustenta a conclusão de que os danos resultam de fatores externos, então essa análise deve poder ser explicada e fundamentada. Se essa fundamentação nunca é apresentada ao consumidor, é legítimo questionar como foi possível chegar a essa conclusão. Continuo à espera de uma resposta objetiva: qual foi a análise técnica realizada que permitiu concluir que os danos resultaram de fatores externos e excluir a hipótese de um defeito de fabrico da pintura? Após semanas de insistência, o que permanece sem resposta não é apenas uma questão técnica. É uma questão de transparência, de responsabilidade e de respeito pelo consumidor. A própria Dacia Portugal indicou que a resposta às minhas questões deveria ser prestada pela Entidade Reparadora, mas essa resposta nunca foi dada. Uma marca e a sua rede de reparadores autorizados, quando tomam uma decisão que afeta os direitos de um consumidor, devem ser capazes de a explicar de forma clara, objetiva e tecnicamente fundamentada. Infelizmente, apesar de toda a insistência e das sucessivas reclamações apresentadas, continuo sem essa explicação. A presente reclamação não pretende discutir, por si só, a decisão de exclusão da garantia. Pretende, que me seja finalmente apresentada a fundamentação técnica que sustenta essa decisão, algo que solicito desde o primeiro contacto e que, até hoje, nunca me foi facultado.
Devolução
Caros Senhores, Fiz uma compra online de um suporte Cama de Rede 100kg Kasa, que me foi entregue a dia 19/06. Após proceder à montagem do suporte percebi que lhe faltava uma peça soldada, que faz a tranca entre os tubos do suporte. Trata-se de uma peça que vem soldada, ou seja, não é montada, é defeito de fabrico. A dia 20/06 enviei um e-mail para proceder coma troca da mesma. A dia 26/06 responderam a indicar que precisavam de fotos e eu enviei. Entretanto liguei para a linha de apoio, uma vez que ninguém me respondia ao e-mail. e indicaram que tinha de enviar e-mail com as fotos, e enviei novamente. A dia 03/07 voltei a enviar e-mail para perceber o que se passava, uma vez que ninguém me respondia. A dia 05/07 respondem a dizer que tinha de enviar foto do manual com a peça em questão assinalada. A dia 23707 agendaram recolha do produto, hoje é dia 24/07 e ainda não apareceram para recolher nada. Andam a gozar com os clientes, só pode. Uma peça que já enviei foto, que não vem no manual para montar, uma vez que é soldada e andamos nisto há mais de 1 mês? E ninguém quer saber? Já enviei fotos, já expliquei o assunto e nada de troca ou devolução do artigo. Nem dinheiro, nem artigo e o Continente não quer saber, porque ninguém faz nada para ajudar o consumidor, nestas situações. Sem o artigo, porque tem defeito de fabrico e estou desde o dia 20/06, sim do mês de Junho, estamos a 24 de Julho e sem o dinheiro, porque os Senhores nem a têm a decência de assumir a situação e proceder ao reembolso do valor.
MEO serviço internet ineficiente
A MEO tem um serviço muito ineficiente quanto à velocidade de internet. Exemplos (anexos) da velocidade de internet há minutos. Perante as reclamações e pedidos para que resolvam o problema, a MEO limita-se a responder de forma vazia, sem soluções. Temos de manter o pagamento das mensalidades durante o período de fidelização? Alternativas? Cumprimentos
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