Reclamações recentes

J. C.
27/02/2026

Pedido de reapreciação de cobertura em garantia

No dia 27/02/2026 apresentei no Reparador Autorizado Filinto Mota (Pinto Bessa – Porto), ainda dentro do período de garantia contratual (até 28/02/2026), para análise de fissura no quadrante digital. A oficina comunicou por escrito que não submeterá pedido de garantia, alegando que o componente não apresenta falha de funcionamento e que as fissuras correspondem a defeito de aspeto resultante de causa externa. Esclareço que a fissura surgiu de forma espontânea, sem qualquer impacto ou dano externo identificável, tendo inclusive apresentado evolução progressiva. Não foi identificado qualquer ponto de impacto, nem apresentada fundamentação técnica objetiva que comprove exposição a agente externo. Adicionalmente, foi referido que a anomalia não compromete a visualização ou funcionamento. Contudo, entendo que a existência de fissuras progressivas num componente eletrónico selado como o quadrante digital não pode ser considerada mero defeito estético, podendo indiciar falha estrutural ou de material. Considerando que o veículo se encontrava dentro do período de garantia na data da apresentação à oficina, solicito a reapreciação formal do caso ao abrigo da garantia contratual da marca. Anexo parecer do reparador recebido por email e registo fotográfico da anomalia.

Em curso
E. A.
25/01/2026

Carro novo com avarias

Exmos. senhores Boa tarde, chamo-me Maria Estela Sousa Almeida, o meu NIF: 197544070 e venho, por este meio, fazer a seguinte reclamação: Em agosto de 2024 comprei no stand Auto Martinauto de Viseu, um carro da vossa marca C3, cuja matrícula é BL-81-SR. Para meu espanto em abril de 2025 tive a 1ª avaria no carro, (direção com defeitos segundo a informação no painel) o carro foi para a oficina do stand, onde esteve uns dias e quando mo entregaram a informação que me deram é que não encontraram nada de errado , que lhe fizeram uma limpeza. Em setembro de 2025 o carro voltou a avariar. Desta vez detetaram que o defeito era na direção e por isso iriam substituí-la e por causa dessa reparação fiquei 3 meses sem o carro. Entregaram -mo no início de dezembro de 2025, mas a 29 de dezembro voltei a ter o mesmo problema com o carro e, mais uma vez, o carro ficou para reparação. Entregaram o carro a 3 de janeiro de 2026, mas a 19 de janeiro de 2026 tive outra vez problemas, encontrando-se o carro na oficina. Como já estou farta destas avarias, não me sinto segura com o carro e para além disso o carro está na garantia e a avaria é de origem, perguntei no stand quais as alternativas que a marca me pode dar, disseram que nenhuma outra para além das reparações que não resolvem o problema. Gostaria que me trocassem o carro por outro ou me devolvessem o dinheiro que dei por ele. Atenciosamente Estela Almeida

Em curso
A. M.
23/01/2026

Reparação de Veículo Novo Atrasada

Exmos. Senhores, Em 03/03/2025 adquiri, um Citroen novo c4 hibrido (BR-32-JQ) . O veículo teve um problema grave desligando em andamento no dia 22/03/2025 ficando na posse do stand FilintoMota de Braga até 14/05/2025. Veio com a garantia da marca que estava em condições. Sucede que este apresenta novamente defeito: erro no sistema de propulsão electrica. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 18/11/2025, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde 10/12/2025, mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o veiculo reparado nem sequer uma data para a reparação do mesmo. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
P. T.
23/01/2026

Avaria no sistema AdBlue – recusa de apoio em garantia e custos de mobilidade suportados

Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativa a uma avaria no sistema AdBlue do meu veículo Citroën C4 Cactus de 2018, diagnosticada em oficina autorizada como fuga no injetor do sistema antipoluição, situação que originou a imobilização do veículo durante várias semanas. Toda a documentação técnica e o histórico de manutenções foram enviados à Citroën, sem que tenha sido apresentada qualquer análise técnica ou decisão conclusiva sobre o mérito do caso. A marca limitou-se a respostas automáticas e ao encerramento unilateral de reclamações, sem resolução efetiva. Durante o período de imobilização prolongada não foi assegurada qualquer solução de mobilidade, o que me obrigou a suportar custos financeiros diretos com transportes e aluguer de viatura, devidamente comprovados. Importa esclarecer que uma das revisões do veículo foi realizada numa oficina multimarca (Norauto), considerada pela Citroën como não integrada na sua rede preferencial de oficinas multimarca, sendo por esta apenas reconhecida a rede MyForce. Contudo, a revisão realizada em oficina multimarca encontra-se devidamente documentada e foi efetuada em conformidade com o plano de manutenção do fabricante, não podendo, nos termos da legislação europeia aplicável, constituir fundamento para exclusão de apoio ou recusa de análise do caso. Acresce que a avaria verificada no sistema AdBlue, concretamente no injetor do sistema antipoluição, não constitui peça de desgaste, nem tem qualquer relação técnica com o local onde foram realizadas revisões periódicas, pelo que a referência à rede de oficinas utilizada não é tecnicamente relevante para a apreciação do mérito da reclamação. A presente reclamação dá continuidade a vários processos anteriormente abertos junto da Citroën relativos à mesma avaria, designadamente: – Processo n.º 08521405, iniciado em 30/09/2025, correspondente à primeira reclamação apresentada sobre o sistema AdBlue; – Processo n.º 02724459, utilizado durante a fase de diagnóstico e contactos com a oficina autorizada; – Processo n.º 03121179, comunicado por email pela Citroën em 19/12/2025, com indicação genérica de que o caso se encontrava “em análise”, sem qualquer contacto ou decisão subsequente; – Processo n.º 03119245, criado posteriormente através do formulário oficial da Citroën, em cumprimento expresso das instruções da própria marca. Apesar da multiplicidade de processos e do envio reiterado de documentação técnica e comprovativa, até à presente data não foi apresentada qualquer solução efetiva, mantendo-se a ausência de resposta substancial e a transferência dos prejuízos para o consumidor.

Encerrada
S. F.
15/01/2026

Viatura com peça nova mas avaria permanece

Bom dia, Venho por este meio expor uma situação que considero não tem pés nem cabeça, é o seguinte o meu carro entrou na oficina Auto-Monumental de Almada em Corroios (Citroen) no dia 8 de agosto de 2025, supostamente com uma avaria no autuador ou seja o carro não conseguia passar a mudança de terceira para segunda depois de algum tempo sem saberem qual o problema lá nos disseram que seria isso e iam ver se as fábricas tinham a peça mas não tinham para entrega e nem sabiam qual o prazo da mesma chegar o que é certo é que passado uns dias a suposta peça já estava colocada mas a avaria continuava, eu na altura perguntei se era necessário pagar alguma coisa o que o Sr. Armando disse que não, depois de vários meses em que a marca (Citroen) dizia que tínhamos que pôr uma caixa de velocidades nova fomos chamados à oficina onde nos disseram que estavam a pressionar a marca porque a caixa estava a funcionar corretamente e a avaria seria elétrica, passado mais um tempo dizem que realmente podiam por outra peça além desta mas o valor excedia o valor do carro e também não sabiam se iam conseguir pô-lo a funcionar corretamente, entretanto liguei a dizer que íamos levantar o carro para o vender visto que não conseguiam arranjar a avaria, ao qual um dos funcionários diz que tenho que pagar a peça que são 3300 euros e já tinham feito o desconto máximo, eu digo que não pago uma peça que não resolve o problema e ele diz me que as peças eletrônicas não podem ser devolvidas, agora pergunto sou obrigada a pagar a peça e ficar na mesma com a avaria ? Não me deram nenhum documento com o orçamento nem com a minha autorização para arranjarem o carro não tenho nada nem um papel a dizer que o carro entrou lá naquela data foi tudo de boca, agora querem obrigar nos a pagar um arranjo onde o carro continua avariado e não nos devolvem o carro sem o pagamento do mesmo, ontem fomos à oficina e até chamámos a polícia mas como não é criminal é civel só podem ficar com a queixa e o carro continua retido na oficina, entretanto o meu marido perguntou se pagando a mão de obra podíamos levar o carro e disseram que não que temos que pagar também os 15% da devolução da peça, isto é correto é assim que funciona e se sim como é possível, se não à algum decreto lei que nos proteja.

Encerrada

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