Classificação
- Total de reclamações
- 41
- Número de reclamações*
- 17
- Reclamações resolvidas*
- 76%
- Média de dias para responder*
- 2 dias
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Reclamações recentes
Carro novo com avarias
Exmos. senhores Boa tarde, chamo-me Maria Estela Sousa Almeida, o meu NIF: 197544070 e venho, por este meio, fazer a seguinte reclamação: Em agosto de 2024 comprei no stand Auto Martinauto de Viseu, um carro da vossa marca C3, cuja matrícula é BL-81-SR. Para meu espanto em abril de 2025 tive a 1ª avaria no carro, (direção com defeitos segundo a informação no painel) o carro foi para a oficina do stand, onde esteve uns dias e quando mo entregaram a informação que me deram é que não encontraram nada de errado , que lhe fizeram uma limpeza. Em setembro de 2025 o carro voltou a avariar. Desta vez detetaram que o defeito era na direção e por isso iriam substituí-la e por causa dessa reparação fiquei 3 meses sem o carro. Entregaram -mo no início de dezembro de 2025, mas a 29 de dezembro voltei a ter o mesmo problema com o carro e, mais uma vez, o carro ficou para reparação. Entregaram o carro a 3 de janeiro de 2026, mas a 19 de janeiro de 2026 tive outra vez problemas, encontrando-se o carro na oficina. Como já estou farta destas avarias, não me sinto segura com o carro e para além disso o carro está na garantia e a avaria é de origem, perguntei no stand quais as alternativas que a marca me pode dar, disseram que nenhuma outra para além das reparações que não resolvem o problema. Gostaria que me trocassem o carro por outro ou me devolvessem o dinheiro que dei por ele. Atenciosamente Estela Almeida
Reparação de Veículo Novo Atrasada
Exmos. Senhores, Em 03/03/2025 adquiri, um Citroen novo c4 hibrido (BR-32-JQ) . O veículo teve um problema grave desligando em andamento no dia 22/03/2025 ficando na posse do stand FilintoMota de Braga até 14/05/2025. Veio com a garantia da marca que estava em condições. Sucede que este apresenta novamente defeito: erro no sistema de propulsão electrica. Comuniquei-vos de imediato o problema, em 18/11/2025, para que procedessem à reparação. O artigo encontra-se na vossa posse desde 10/12/2025, mas até agora já se passaram mais de 30 dias sem que me devolvessem o veiculo reparado nem sequer uma data para a reparação do mesmo. Exijo, portanto, que procedam à reparação imediata do artigo defeituoso. Se tal não acontecer, considerarei o contrato incumprido da vossa parte, pelo tomarei todas as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.
Avaria no sistema AdBlue – recusa de apoio em garantia e custos de mobilidade suportados
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativa a uma avaria no sistema AdBlue do meu veículo Citroën C4 Cactus de 2018, diagnosticada em oficina autorizada como fuga no injetor do sistema antipoluição, situação que originou a imobilização do veículo durante várias semanas. Toda a documentação técnica e o histórico de manutenções foram enviados à Citroën, sem que tenha sido apresentada qualquer análise técnica ou decisão conclusiva sobre o mérito do caso. A marca limitou-se a respostas automáticas e ao encerramento unilateral de reclamações, sem resolução efetiva. Durante o período de imobilização prolongada não foi assegurada qualquer solução de mobilidade, o que me obrigou a suportar custos financeiros diretos com transportes e aluguer de viatura, devidamente comprovados. Importa esclarecer que uma das revisões do veículo foi realizada numa oficina multimarca (Norauto), considerada pela Citroën como não integrada na sua rede preferencial de oficinas multimarca, sendo por esta apenas reconhecida a rede MyForce. Contudo, a revisão realizada em oficina multimarca encontra-se devidamente documentada e foi efetuada em conformidade com o plano de manutenção do fabricante, não podendo, nos termos da legislação europeia aplicável, constituir fundamento para exclusão de apoio ou recusa de análise do caso. Acresce que a avaria verificada no sistema AdBlue, concretamente no injetor do sistema antipoluição, não constitui peça de desgaste, nem tem qualquer relação técnica com o local onde foram realizadas revisões periódicas, pelo que a referência à rede de oficinas utilizada não é tecnicamente relevante para a apreciação do mérito da reclamação. A presente reclamação dá continuidade a vários processos anteriormente abertos junto da Citroën relativos à mesma avaria, designadamente: – Processo n.º 08521405, iniciado em 30/09/2025, correspondente à primeira reclamação apresentada sobre o sistema AdBlue; – Processo n.º 02724459, utilizado durante a fase de diagnóstico e contactos com a oficina autorizada; – Processo n.º 03121179, comunicado por email pela Citroën em 19/12/2025, com indicação genérica de que o caso se encontrava “em análise”, sem qualquer contacto ou decisão subsequente; – Processo n.º 03119245, criado posteriormente através do formulário oficial da Citroën, em cumprimento expresso das instruções da própria marca. Apesar da multiplicidade de processos e do envio reiterado de documentação técnica e comprovativa, até à presente data não foi apresentada qualquer solução efetiva, mantendo-se a ausência de resposta substancial e a transferência dos prejuízos para o consumidor.
Viatura com peça nova mas avaria permanece
Bom dia, Venho por este meio expor uma situação que considero não tem pés nem cabeça, é o seguinte o meu carro entrou na oficina Auto-Monumental de Almada em Corroios (Citroen) no dia 8 de agosto de 2025, supostamente com uma avaria no autuador ou seja o carro não conseguia passar a mudança de terceira para segunda depois de algum tempo sem saberem qual o problema lá nos disseram que seria isso e iam ver se as fábricas tinham a peça mas não tinham para entrega e nem sabiam qual o prazo da mesma chegar o que é certo é que passado uns dias a suposta peça já estava colocada mas a avaria continuava, eu na altura perguntei se era necessário pagar alguma coisa o que o Sr. Armando disse que não, depois de vários meses em que a marca (Citroen) dizia que tínhamos que pôr uma caixa de velocidades nova fomos chamados à oficina onde nos disseram que estavam a pressionar a marca porque a caixa estava a funcionar corretamente e a avaria seria elétrica, passado mais um tempo dizem que realmente podiam por outra peça além desta mas o valor excedia o valor do carro e também não sabiam se iam conseguir pô-lo a funcionar corretamente, entretanto liguei a dizer que íamos levantar o carro para o vender visto que não conseguiam arranjar a avaria, ao qual um dos funcionários diz que tenho que pagar a peça que são 3300 euros e já tinham feito o desconto máximo, eu digo que não pago uma peça que não resolve o problema e ele diz me que as peças eletrônicas não podem ser devolvidas, agora pergunto sou obrigada a pagar a peça e ficar na mesma com a avaria ? Não me deram nenhum documento com o orçamento nem com a minha autorização para arranjarem o carro não tenho nada nem um papel a dizer que o carro entrou lá naquela data foi tudo de boca, agora querem obrigar nos a pagar um arranjo onde o carro continua avariado e não nos devolvem o carro sem o pagamento do mesmo, ontem fomos à oficina e até chamámos a polícia mas como não é criminal é civel só podem ficar com a queixa e o carro continua retido na oficina, entretanto o meu marido perguntou se pagando a mão de obra podíamos levar o carro e disseram que não que temos que pagar também os 15% da devolução da peça, isto é correto é assim que funciona e se sim como é possível, se não à algum decreto lei que nos proteja.
Pendente de "peça"
Há cerca de dois meses, o meu veículo Citroën C3 apresentou uma avaria grave. Após diagnóstico efetuado, fui informado de que se trata de um defeito de fabrico, facto que foi assumido pela própria Citroën. Apesar desse reconhecimento, o veículo encontra-se imobilizado há aproximadamente dois meses, sendo-me comunicado que as peças necessárias à reparação se encontram indisponíveis, sem que tenha sido apresentada qualquer previsão concreta para a sua entrega ou conclusão da reparação. Durante todo este período, não me foi disponibilizada viatura de substituição, apesar de depender diariamente do automóvel para trabalhar, percorrendo cerca de 50 km por dia. Face a esta situação, fui obrigado a alugar uma viatura por minha conta, suportando custos financeiros significativos que resultam exclusivamente de um defeito reconhecido como sendo de fabrico. Considero inaceitável que, perante uma falha assumida pela marca, o consumidor fique sem viatura por tempo indeterminado, sem qualquer solução de mobilidade e a suportar sozinho os prejuízos causados pela demora e pela falta de peças. Desta forma, solicito: esclarecimento formal sobre quem se irá responsabilizar pelos custos suportados com o aluguer da viatura; indicação de uma data concreta para a resolução da reparação; ou, em alternativa, a disponibilização de uma solução de mobilidade adequada até à entrega do meu veículo em condições normais de utilização. Aguardo uma resposta.
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