Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
CITROËN ë-C3 – FALHAS RECORRENTES, INCIDENTE DE SEGURANÇA
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio e intervenção da DECO PROteste relativamente ao meu veículo Citroën ë-C3, adquirido em 06/07/2025, que se encontra dentro do período de garantia e que continua a apresentar problemas sem que, até ao momento, a Citroën tenha apresentado uma solução definitiva. Desde os primeiros tempos de utilização, o veículo começou a apresentar diversos erros e avisos elétricos, situação que já existia antes do acidente ocorrido em março. Perante esses problemas, foram realizados contactos com a Citroën, tendo inclusivamente sido dada a indicação para desligar a bateria e voltar a ligá-la, numa tentativa de eliminar os erros apresentados. O problema é que estes avisos e anomalias não foram uma situação pontual. O veículo tem vindo a apresentar sucessivamente problemas elétricos e comportamentos anormais, tendo eu procurado várias vezes obter uma solução junto da marca. Um dos problemas que continua particularmente a preocupar-me é o comportamento dos espelhos retrovisores elétricos, que apresentam situações anormais, nomeadamente fechando-se, sem que tenha sido apresentada pela Citroën uma solução definitiva para este problema. Considero especialmente grave que, tratando-se de um veículo relativamente recente e ainda abrangido pela garantia, a marca tenha conhecimento deste histórico de problemas e, apesar das várias intervenções e contactos realizados, continue sem apresentar uma solução definitiva para o veículo. Entretanto, ocorreu um acidente no dia 8 de março, pelas 15h36, quando me deslocava para o trabalho. O veículo foi posteriormente encaminhado para a Ethos Braga, oficina oficial Citroën, onde permaneceu durante mais de um mês, tendo sido realizada a respetiva peritagem no dia 11 de março. Importa deixar expressamente registado que os problemas elétricos já eram conhecidos e já se verificavam antes deste acidente. Após a intervenção efetuada, contudo, a situação não ficou definitivamente resolvida, continuando a verificar-se problemas no veículo. Tenho efetuado diversas tentativas de contacto com a Citroën para obter uma solução, mas continuo sem uma resposta concreta e definitiva. Em particular, não me foi apresentada uma solução satisfatória para os problemas elétricos e para o comportamento anormal dos espelhos retrovisores. Também apresentei anteriormente reclamação através do Portal da Queixa, sem que tenha sido obtida uma resolução efetiva. Considero inaceitável que um veículo adquirido recentemente e abrangido pela garantia continue a apresentar problemas, depois de já ter passado por uma oficina oficial e de terem sido efetuadas várias tentativas de resolução, sem que a marca assuma uma solução definitiva. Mais preocupante é o facto de eu continuar a ter de utilizar o veículo sem que a Citroën me tenha apresentado uma resposta clara sobre a origem dos problemas e sobre a forma como pretende garantir que estes não voltarão a ocorrer. Nunca me foi apresentada pela Citroën uma solução definitiva para o conjunto dos problemas apresentados pelo veículo, nem me foi disponibilizada uma solução alternativa que me permita utilizar o automóvel com a confiança e segurança que seria normal exigir de um veículo desta idade e ainda dentro da garantia. Assim, solicito à DECO PROteste que me ajude a exigir à Citroën uma solução definitiva para o meu veículo e que analise quais os meus direitos enquanto consumidor perante: a existência de vários erros elétricos desde antes do acidente; a continuidade dos problemas após intervenção em oficina oficial; o comportamento anormal dos espelhos retrovisores elétricos, que continuam a fechar-se; a inexistência de uma solução definitiva apresentada pela Citroën; as diversas tentativas de contacto efetuadas sem resolução; e o facto de o veículo continuar dentro da garantia. Pretendo que a Citroën seja obrigada a apresentar uma resposta formal, por escrito, e uma solução concreta para o veículo, não pretendendo continuar a receber apenas indicações para efetuar procedimentos temporários ou ser encaminhado entre diferentes departamentos sem que ninguém assuma a resolução do problema. Face ao histórico do veículo e à persistência das anomalias, solicito ainda que a DECO me informe sobre a possibilidade de exigir uma substituição da viatura ou outra solução legalmente adequada, caso a Citroën não consiga reparar definitivamente o veículo. Disponibilizo toda a documentação que tenho na minha posse, incluindo fatura de aquisição, documentação da oficina, documentação relativa ao acidente e peritagem, comprovativos de contactos e reclamações anteriormente efetuadas e demais elementos relevantes. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste na defesa dos meus direitos enquanto consumidor e na obtenção de uma solução definitiva para esta situação. Com os melhores cumprimentos, José Rodrigues
Veiculo imobilizado na garantia
Venho apresentar uma reclamação referente ao meu Citroën ë-C4 Max, 100% elétrico, adquirido em 29/05/2026, que se encontra atualmente imobilizado na oficina da auto monumental de almada com matricula CI-50-EH devido a uma avaria que impede o normal funcionamento do veículo. O veículo deixou de ligar e não apresenta o estado “READY”, impossibilitando completamente a sua utilização. O veículo foi encaminhado para a assistência da Citroën, tendo sido entregue para diagnóstico e reparação no dia 08/09/2026 No entanto, fui informado de que a intervenção apenas poderia ser realizada muito mais tarde no dia 08/10/2026, tendo-me sido indicado inicialmente um prazo que considero manifestamente excessivo face à gravidade da situação e ao facto de o veículo estar dentro do período de garantia. A situação é particularmente grave porque o veículo é utilizado profissionalmente para atividade TVDE, constituindo uma ferramenta essencial para o exercício da minha atividade profissional. A sua imobilização representa, portanto, não apenas um incómodo pessoal, mas também uma perda efetiva de utilização e de rendimento profissional. Desde o início procurei resolver a situação de forma amigável, mantendo contacto com as entidades envolvidas e tentando obter uma solução rápida. Inclusivamente, foram deixados os meus contactos para que fosse verificada a possibilidade de antecipar a intervenção. Apesar disso, continuo sem uma solução concreta e sem uma previsão razoável para a reparação. Já apresentei reclamações através do Livro de Reclamações, incluindo reclamação relacionada com a situação, precisamente porque considero que a resposta e o tempo de resolução não são adequados às circunstâncias. Desta forma, solicito formalmente à Citroën: Diagnóstico e reparação do veículo com caráter de urgência, considerando que o veículo está imobilizado e dentro da garantia; Uma data concreta e próxima para a conclusão da reparação, e não apenas uma previsão indefinida; Uma explicação formal sobre a causa da avaria e sobre o motivo pelo qual o veículo permaneceu imobilizado durante este período sem uma solução; A disponibilização de uma solução de mobilidade adequada durante o período de imobilização, tendo em consideração que o veículo é utilizado profissionalmente em TVDE; A análise da minha situação relativamente aos prejuízos decorrentes da impossibilidade de utilização do veículo, incluindo a perda de utilização profissional; Uma resposta formal por escrito à presente reclamação. Reforço que não se trata de uma avaria decorrente de qualquer alteração ou intervenção da minha parte no veículo. O automóvel encontra-se dentro da garantia e necessito que a situação seja tratada com a urgência e responsabilidade esperadas de uma marca como a Citroën. Caso não seja apresentada uma solução adequada e célere, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor, bem como de procurar o devido aconselhamento jurídico relativamente aos prejuízos causados pela imobilização do veículo. Aguardo uma resposta concreta e uma solução efetiva, e não apenas um novo encaminhamento ou uma previsão de atendimento.
Desgaste prematuro de peças
Identificação do veículo / Chassis: VF72RHNPMN4149479 Marca/Modelo: Citroën C3 Aircross 1.2 Pure Tech (Ano 2022) Quilometragem Atual: 61912 Km Vem por este meio o signatário apresentar reclamação formal e solicitar a vossa intervenção urgente ao abrigo da garantia /cobertura de fabricante, face aos factos que passo a expor: Adquiri a referida viatura como seminova com cerca de 20000 Km, no vosso concessionário oficial Filinto Mota, confiando na qualidade da marca Citroën. As manutenções têm seguido as especificações exigidas. Recentemente, com apenas 61912 Km o carro manifestou perda de força e o disparo da ventoinha. Por necessitar do carro diáriamente para trabalhar e perante a ausência de vaga imediata nos concessionários de Corroios e Setúbal, recorri a uma oficina independente para diagnosticar e mitigar danos maiores. Foi detetada uma entrada de ar parasita na tampa das válvulas (sistema PCV), peça que teve de ser substituída para colocar o carro a andar. Contudo, ao abrir o motor, o mecânico deparou-se com o estado avançado de degradação, gretamento e fissuras na correia de distribuição banhada em óleo (conforme fotografias anexas). Trata-se do conhecido defeito crónico de fabrico deste motor, que coloca o veiculo em risco iminente de quebra por perda de pressão de óleo. Como o desgaste é manifestadamente prematuro para a quilometragem do carro e a correia antiga permanece no motor, necessito que a marca assuma a responsabilidade. Face ao exposto, solicito: A marcação imediata numa oficina oficial Citroën para a substituição gratuita do Kit de distribuição e limpeza do cárter, ao abrigo da vossa campanha de cobertura do motor 1.2 Pure Tech. Após várias solicitações, na Filinti Mota e Citroën, nenhuama destas entidades me contatou. Cumprimentos
Avaria ainda sem solução à vista
Exmos. senhores Adquiri um Citroen C 3 (A Matos Car de Beja) no final de Junho, e até hoje com problemas nos espelhos retrovisores que nem sempre abrem e fecham. A viatura já foi à oficina três vezes, e o problema mantém-se. Voltei a ser contactada pelo concessionário, para deixar novamente o carro na oficina. Mais uma vez, e tal como das anteriores, não fornecem viatura de substituição/cortesia, e não conseguem dar um prazo da imobilização da viatura. Para finalizar, devo informar que cada vez que levo o carro para Beja, gasto € 10 em combustível, o que faz que até à data, já foram € 50.
Campanha ny5
Campanha NY5 — Motor destruído, carro parado há um ano, sem resposta da marca Sou proprietário de um Citroën C5 Aircross (matrícula AD34IF, VIN VR7ACYHZJLL031949). Há aproximadamente um ano o motor falhou catastroficamente — travou completamente, sem funcionar. O mecânico local, após desmontagem completa do motor, identificou válvula partida, pistão furado e desgaste profundo generalizado dos pistões e camisas dos cilindros. Estes danos são consistentes com a falha da corrente da árvore de cames — defeito que a própria Citroën reconheceu oficialmente através da Campanha Técnica de Segurança NY5, que me foi enviada por carta em maio de 2026, um ano depois da avaria. À data da avaria, a Citroën ainda não havia comunicado este defeito. Fiquei um ano sem carro, com motor fora, sem meios para suportar uma reparação que é da responsabilidade da marca. Após receber a carta da Campanha NY5, preenchi o formulário no site oficial da Citroën. Nunca obtive resposta. Contactei também o concessionário por telefone, que recusou aceitar o veículo com o motor desmontado. Solicito formalmente à Citroën Portugal: 1. Diagnóstico oficial a expensas da marca 2. Reparação completa e gratuita ao abrigo da Campanha NY5 3. Reembolso dos custos de diagnóstico já suportados 4. Compensação pelos danos indiretos de um ano sem veículo Tenho declaração da oficina e cópia da Campanha NY5 como documentação de suporte. Nota: encontrei outras pessoas com o mesmo problema. Este não é um caso isolado.
Defeito de fabrico
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao meu veículo Citroën C3 Aircross Plus, a gasolina, com a matrícula CB-08-ST, entregue no passado dia 21 de janeiro de 2026, no concessionário A. MatosCar, em Castelo branco. Passados 3 meses de ter adquirido o carro, tenho vindo a detetar um ruído anómalo que aparenta ter origem na roda dianteira do lado esquerdo. Posteriormente, o ruído fez- se sentir também do lado direito.Trata-se de uma situação preocupante, não apenas pelo desconforto causado, mas também pelas potenciais implicações que poderá haver ao nível da segurança e do bom funcionamento do veículo. Dirigi-me já à oficina autorizada da marca, em Castelo Branco, com o intuito de resolver o problema. No entanto, apesar da intervenção realizada, o ruído persiste, não tendo sido apresentada uma solução eficaz até à data. Face ao exposto, solicito que sejam tomadas medidas urgentes para identificar e resolver definitivamente esta anomalia, garantindo o normal funcionamento do veículo e o cumprimento dos padrões de qualidade associados à marca. Agradeço que me indiquem, com a maior brevidade possível, quais os procedimentos a adotar para a resolução desta situação. Segue o link de um vídeo com o ruído. https://drive.google.com/file/d/1WZX8VmqYEsSVlLennV6SxYrjPxo-P_q5/view?usp=drive_link Sem outro assunto de momento, apresento os meus melhores cumprimentos. Sónia Cristina Esteves Gonçalves Cumprimentos.
Pedido de reembolso
Assunto: Reclamação – Pedido de reembolso por reparação de defeito reconhecido pela marca e ausência de resposta Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à ausência de resposta por parte da Citroën após vários contactos efetuados, bem como solicitar a resolução de uma situação relacionada com um defeito reconhecido pela própria marca. Sou proprietária de um veículo Citroën C4 Cactus 1.5 HDi, adquirido em 2018. No decorrer da utilização do veículo, verificámos a existência de uma fuga de óleo no motor (“óleo a babar”). Perante esta situação, deslocámo-nos a uma oficina oficial Citroën, onde fomos informados de que existia um problema relacionado com a árvore de cames/corrente, tendo sido recomendada a substituição desse componente, uma vez que poderia vir a causar problemas no veículo. Perante a indicação da própria oficina oficial, procedemos à reparação e suportámos integralmente o custo do trabalho, tendo sido emitida a respetiva fatura, cujo valor total foi de 2.160,21 €. Contudo, importa esclarecer que esse valor incluía outras intervenções de manutenção realizadas na mesma visita (nomeadamente trabalhos sem relação direta com o defeito agora reconhecido), pelo que o pedido de reembolso diz respeito apenas aos componentes e trabalhos relacionados com a árvore de cames/corrente. Da análise da fatura, os valores diretamente relacionados com esta intervenção incluem, entre outros: - intervenção/substituição relacionada com a árvore de cames; - kit de árvore de cames; - junta da árvore de cames; e componentes diretamente associados, num valor estimado de aproximadamente 1.000 €. Posteriormente, recebi uma comunicação da Citroën informando que este problema corresponde a um defeito reconhecido pela marca, indicando a substituição gratuita deste componente e uma extensão de garantia associada. Esta comunicação veio confirmar que o problema não se tratava de uma simples manutenção ou desgaste normal, mas sim de uma situação reconhecida pela própria marca. Após receber esta informação, contactei a Citroën através de vários endereços de email disponibilizados pela marca, solicitando o reembolso do valor suportado, enviando a respetiva fatura e a comunicação recebida. Já passaram cerca de dois meses desde os primeiros contactos e, até à presente data, não obtive qualquer resposta ou solução. Considero injusto que o consumidor seja prejudicado por ter suportado antecipadamente um custo relativo a um defeito que a própria marca veio posteriormente reconhecer. Solicito assim: - uma resposta formal ao meu pedido; - a análise da documentação enviada; - o reembolso do valor correspondente à reparação relacionada com o defeito reconhecido pela Citroën (corrente/árvore de cames e componentes diretamente associados). Junto em anexo: - fatura da reparação realizada; - comunicação enviada pela Citroën onde é reconhecido o problema; Aguardo resolução da situação com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Raquel Telf: 927699724
Consumo excessivo de óleo no veículo sem resolução definitiva
Problema de consumo de óleo novamente detectado no veiculo. O veiculo já apresentou várias vezes este problema, e a Filinto Mota de Braga fez as intervenções necessárias conforme as instruções da marca - muitas das vezes para prejuízo pessoal nosso (p.e. encher o óleo e fazer 1000 Kms e voltar ao concessionário, múltiplas vezes). Foi-nos dito que a reparação efectuada a 30/04/2025 (intervenção no bloco do motor) que resolveria o problema, no entanto 1 ano depois, o consumo de óleo é identificado novamente. Veiculo entregue a 05/05/2026 e ainda sem resposta por parte do concessionário relativamente ao prazo para a reparação. A informação que temos é que a Filinto Mota contactou a marca e que ainda se encontra sem resposta por parte desta. O veiculo vendido, apresenta defeito de fabrico e pretendemos efectuar uma reclamação para que o problema seja resolvido de vez
Reparação
RECLAMAÇÃO No dia 02 de maio de 2026, entreguei o meu veículo Citroën C4,para reparação, até à presente data, o veículo continua imobilizado, sem que a reparação tenha sido concluída e sem que me tenha sido apresentada uma data concreta para a sua entrega. Apesar dos contactos efetuados para obter esclarecimentos sobre o estado da reparação, não tenho recebido informações claras e objetivas quanto à resolução desta situação. Nos termos do artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, a reparação de bens abrangidos pela garantia deve ser realizada gratuitamente, num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor, não devendo ultrapassar 30 dias, salvo situações excecionais devidamente justificadas. A indisponibilidade prolongada do meu veículo tem causado graves transtornos e prejuízos na minha vida pessoal e profissional. Acresce que, durante todo este período, não me foi disponibilizada uma viatura de substituição, agravando significativamente os inconvenientes resultantes desta situação. Desta forma, solicito: * A conclusão urgente da reparação e a entrega do meu veículo com a maior brevidade; * Informação escrita sobre o estado atual da reparação e a previsão concreta para a entrega do veículo; * Uma solução adequada relativamente aos prejuízos e transtornos causados pela demora na reparação e pela ausência de viatura de substituição. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor, incluindo os Centros de Arbitragem de Conflitos de Consumo, a Direção-Geral do Consumidor e demais meios legalmente previstos. Nome: Jhemys Oliveira da Silva Veículo: Citroën C4 Data da entrega para reparação: 02/05/2026
Recusa de Intervencionamento
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa ao veículo Citroën C3 You 2025, adquirido no dia 15 de janeiro de 2026 no stand Auto Reno, na Póvoa de Varzim. Desde muito pouco tempo após a aquisição, o veículo começou a apresentar diversos defeitos e anomalias mecânicas e estruturais, obrigando-me a múltiplas deslocações ao concessionário para reparações em garantia. No dia 11 de março de 2026 dirigi-me ao stand devido a um problema na caixa de velocidades. A situação foi intervencionada, porém, após essa reparação, o veículo começou a apresentar inúmeros ruídos na zona central do tablier. Essa situação foi posteriormente intervencionada, mas cerca de dois dias depois os ruídos voltaram a surgir, desta vez em várias zonas frontais do veículo. Inclusivamente, foi detetada a queda de um parafuso no tapete do lado do condutor, situação extremamente preocupante em termos de segurança e qualidade da montagem. Adicionalmente: * a porta esquerda apresentava defeito numa peça, tendo sido necessária substituição; * uma a duas semanas depois surgiram problemas na direção, levando à colocação de uma nova peça; * menos de um dia após essa intervenção, apareceu um ruído elevado na parte posterior do veículo, que voltou a necessitar de reparação; * apenas um dia depois surgiu novo ruído na porta direita do veículo. Perante esta última situação, fui surpreendido com a recusa de reparação por parte do stand, alegando que determinados ruídos não estão abrangidos pela garantia. Segundo informação transmitida pelo Sr. Monteiro, essa recusa ocorreu por indicação superior do próprio stand. Posteriormente, após contacto com a marca Citroën, recebi exatamente a mesma posição por telefone e posteriormente por e-mail. Embora reconheça e agradeça a simpatia, disponibilidade e profissionalismo demonstrados pela Sra. Carla e pelo Sr. Monteiro ao longo do processo, considero totalmente inaceitável que um veículo novo, adquirido há poucos meses, apresente sucessivos defeitos e intervenções constantes, culminando agora numa recusa de reparação. Acresce ainda que possuo comprovativos de todas as ocorrências, incluindo fotografias, vídeos, documentação das intervenções efetuadas e resposta escrita da marca. Considero que esta situação demonstra falta de conformidade do veículo, comprometendo a confiança, qualidade, segurança e utilização normal esperada de um automóvel novo. Assim, exijo uma solução definitiva e adequada para esta situação, nomeadamente através da reparação integral e definitiva dos defeitos apresentados, ou, caso tal não seja possível, a substituição do veículo ou outra solução legalmente prevista para situações de falta de conformidade reiterada. Solicito ainda uma resposta célere e formal relativamente à presente reclamação.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
