Há cerca de dois meses, o meu veículo Citroën C3 apresentou uma avaria grave. Após diagnóstico efetuado, fui informado de que se trata de um defeito de fabrico, facto que foi assumido pela própria Citroën.
Apesar desse reconhecimento, o veículo encontra-se imobilizado há aproximadamente dois meses, sendo-me comunicado que as peças necessárias à reparação se encontram indisponíveis, sem que tenha sido apresentada qualquer previsão concreta para a sua entrega ou conclusão da reparação.
Durante todo este período, não me foi disponibilizada viatura de substituição, apesar de depender diariamente do automóvel para trabalhar, percorrendo cerca de 50 km por dia. Face a esta situação, fui obrigado a alugar uma viatura por minha conta, suportando custos financeiros significativos que resultam exclusivamente de um defeito reconhecido como sendo de fabrico.
Considero inaceitável que, perante uma falha assumida pela marca, o consumidor fique sem viatura por tempo indeterminado, sem qualquer solução de mobilidade e a suportar sozinho os prejuízos causados pela demora e pela falta de peças.
Desta forma, solicito:
esclarecimento formal sobre quem se irá responsabilizar pelos custos suportados com o aluguer da viatura;
indicação de uma data concreta para a resolução da reparação;
ou, em alternativa, a disponibilização de uma solução de mobilidade adequada até à entrega do meu veículo em condições normais de utilização.
Aguardo uma resposta.