Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
M. B.
23/07/2026

Reembolso não recebido

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao reembolso da encomenda efetuada na Glovo junto do McDonald's. Após o cancelamento/problema com a encomenda, fui informado de que o reembolso teria sido processado no dia 14, sendo garantido que o valor seria creditado na minha conta até ao dia 22, correspondente ao prazo de 7 dias úteis. Decorrido esse prazo, o valor não foi creditado. Quando solicitei esclarecimentos, fui informado de uma nova versão, segundo a qual o reembolso apenas teria sido processado no dia 17, contrariando a informação anteriormente prestada. Até à presente data: Não recebi o reembolso; Não me foi fornecido qualquer comprovativo do processamento do reembolso; Continuo a receber respostas vagas e contraditórias, sem uma data concreta para a resolução do problema. Esta situação constitui uma clara falta de transparência e um incumprimento das informações prestadas ao consumidor. Assim, solicito que o valor em dívida seja creditado na minha conta no prazo máximo de 48 horas, ou que me seja enviado um comprovativo válido do reembolso efetuado. Caso esta situação não seja resolvida dentro desse prazo, apresentarei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, junto da ASAE, e recorrerei ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa, reservando-me ainda o direito de recorrer aos meios judiciais para a defesa dos meus direitos e para a recuperação do montante em causa. Aguardo uma resposta célere e uma resolução definitiva. Com os melhores cumprimentos, Miguel Batista

Resolvida
R. P.
23/07/2026

Roubo de taxas

De acordo com a revisão da lei, será aplicada uma taxa de 3€ por cada categoria de produto, então porque motivo apesar de eu tentar compar só um artigo ou seja só uma categoria, o aliexpress cobra-me mais do que três euros, e caso eu compre vários artigos da mesma categoria a taxa decresce abaixo de 3€?

Em curso
M. C.
23/07/2026

Encomenda violada

Fiz uma encomenda no dia 19 de Maio de um Dyson e de uns produtos que eram novidade. Entretanto recebi a mensagem da DPD para ir levantar a mesma a um ponto pick up. Mal abri a mesma deparei-me que continha uma pedra e umas miniaturas. De imediato entrei em contato com a Sephora que me disse que iria averiguar. Rapidamente me responderam que tinha saído toda a encomenda do armazém e para fazer reclamação na DPD. Depois de uma troca de emails onde digo que são eles que devem falar com a DPD porque a minha compra foi na Sephora lá disseram que iriam ver com a transportadora. Ao mesmo tempo pedi várias vezes por e-mail o acesso ao livro de reclamações on line se me podiam enviar o link do mesmo ou onde poderia encontrar pois na aplicação não encontrava e responderam sempre que iriam falar com a transportadora desviando o assunto de me fornecerem o livro de reclamações on line. Tenho tudo isso nos e-mails. Entretanto ontem já dia 22 de Julho como não tinha obtido nenhuma resposta mandei e-mail e pensei para mim que estariam a resolver, mas nao! Responderam que no armazém a encomenda saiu completa, que na DPD saiu completa também e que era impossível terem colocado uma pedra lá dentro. Fiz de imediato a reclamação no livro de reclamações on line e hoje já obtive a mesma resposta. Por isso preciso de mais ajuda com esta situação porque estou lesada em mais de 1000€. Vejo que a Sephora não quer saber, se não fosse eu a perguntar nunca teriam respondido ou dito alguma coisa pois já passaram meses. É uma vergonha que a marca funcione assim!! Tenho todas as imagens que inclusive partilhei com a marca e as resposta que me foram dadas (porque eu entrava em contato) assim como não me foi facultado o livro de reclamações quando não o estava a conseguir encontrar.

Em curso
M. B.
23/07/2026

Reembolso não reconhecido

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao reembolso da encomenda efetuada na Glovo junto do McDonald's. Após o cancelamento/problema com a encomenda, fui informado de que o reembolso teria sido processado no dia 14, sendo garantido que o valor seria creditado na minha conta até ao dia 22, correspondente ao prazo de 7 dias úteis. Decorrido esse prazo, o valor não foi creditado. Quando solicitei esclarecimentos, fui informado de uma nova versão, segundo a qual o reembolso apenas teria sido processado no dia 17, contrariando a informação anteriormente prestada. Até à presente data: Não recebi o reembolso; Não me foi fornecido qualquer comprovativo do processamento do reembolso; Continuo a receber respostas vagas e contraditórias, sem uma data concreta para a resolução do problema. Esta situação constitui uma clara falta de transparência e um incumprimento das informações prestadas ao consumidor. Assim, solicito que o valor em dívida seja creditado na minha conta. Aguardo uma resposta célere e uma resolução definitiva. Com os melhores cumprimentos, Miguel Batista

Encerrada
S. C.
23/07/2026

Bloqueio de conta bancária pelo Banco CTT sem qualquer explicação

"Já apresentei uma reclamação ao Banco CTT, que continua sem resposta. Também apresentei uma reclamação ao Banco de Portugal. Apesar disso, continuo com a conta bloqueada e sem acesso ao meu salário, o que me está a impedir de pagar despesas essenciais e comprar a minha medicação. Solicito o apoio da DECO para defender os meus direitos e intervir junto do Banco CTT."

Em curso
K. T.
23/07/2026

Cobrança indevida de assinatura anual Domestika Plus (305,70€) e falta de suporte

No início do mês realizei a compra de um curso individual em promoção no site da Domestika. Contudo, foi-me debitado um valor não autorizado de 305,70€ referente a uma assinatura anual do Domestika Plus. Tentei contacto com a empresa por 3 vezes através dos canais de suporte para solicitar o cancelamento e reembolso ao abrigo do direito de retratação / cancelamento, sem obter qualquer resposta da marca. A transação foi efetuada via cartão/Apple Pay no site, e a falta de apoio do comerciante viola os direitos do consumidor. Solicito a intervenção da DECO para exigir o reembolso integral e imediato dos 300€ debitados indevidamente.

Em curso

Reembolso não pago

Exmos. Senhores, Em fevereiro fiz uma encomenda na loja física de Águeda e paguei metade da montante por transferência (240eur) e disseram-me que num prazo de 1 mês iria receber o sofá, nunca o recebi. No dia 28 de maio de 2026 comuniquei, por escrito (e-mail), o cancelamento da minha encomenda junto da AP Sofás, solicitando simultaneamente o reembolso integral do valor pago por transferência bancária. O cancelamento foi aceite telefonicamente e, posteriormente, voltei a enviar o comprovativo da transferência bancária para que o reembolso pudesse ser processado. Apesar de ter cumprido todas as solicitações e de já terem decorrido cerca de dois meses desde o cancelamento, continuo sem receber qualquer quantia. No dia 22 de julho de 2026 enviei novo e-mail a exigir o reembolso, anexando novamente o comprovativo de pagamento. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Contactei ainda a empresa telefonicamente, tendo-me sido apenas indicado que "tenho de esperar", sem prazo concreto ou previsão para a devolução do montante pago. Considero esta situação inaceitável e lesiva dos meus direitos enquanto consumidora, por representar um atraso injustificado na restituição de um valor que me é devido. Solicito a intervenção das entidades competentes para que a AP Sofás proceda ao reembolso integral, de forma imediata, do montante pago por transferência bancária, bem como para que sejam adotadas as medidas consideradas adequadas face ao incumprimento verificado. Cumprimentos.

Em curso
C. M.
23/07/2026

é facil dizer que são os colaboradores

Há muita gente farta de ver sempre o mesmo filme dentro do IKEA. As queixas aparecem, os colaboradores falam, contam o que vivem, mas no fim parece que a empresa arranja sempre maneira de dizer que está tudo bem. Há quem diga que existem chefias que só protegem os amigos, grupos fechados onde entram sempre os mesmos e quem não faz parte desse clube fica marcado. Se lhes fazes frente ou dizes o que pensas, de repente começas a ser o alvo. Começam os boatos, as bocas, as indiretas e as tentativas de te fazer passar por mau colaborador. Em vez de resolver os problemas, há colaboradores que sentem que é mais fácil arranjar um culpado. Criam uma imagem negativa da pessoa, inventam histórias, distorcem o que aconteceu e depois tentam convencer toda a gente de que o problema és tu. Assim limpam as mãos e protegem quem realmente devia responder pelos seus atos. O assédio moral não é uma brincadeira. Fazer pressão todos os dias, isolar pessoas, tentar humilhar, perseguir ou empurrar colaboradores para desistirem é algo que não devia acontecer em lado nenhum. E quando quem manda fecha os olhos ou protege sempre os mesmos, a injustiça só cresce. Nenhum colaborador devia ir trabalhar com medo de represálias, de ser perseguido ou de ficar mal visto só porque decidiu falar. O respeito não pode depender das amizades, das cunhas ou de quem anda a bater palmas às chefias. Os colaboradores merecem ser ouvidos, respeitados e tratados com dignidade. Se existem tantas pessoas a contar histórias parecidas, o mínimo que se espera é que essas situações sejam levadas a sério e investigadas, em vez de serem ignoradas ou desvalorizadas. A Barbara Graf continua a aguardar que a amiga Helen lhe dê o carga para a reforma para ir para o Service office estar na boa vida, o Cargo de People and culture Lélia que está protegido pelas amigas e ao qual fazem pressão e ameaçam ja deviam ter saído da Ikea. Depois fazem-se de Santas mas não falam nos enrolamos com seguranças, maridos e namorados das outras e que abrem vagas fictícias que estão guardadas para o grupo ou família. Ou andar ter a família na mesma loja ou andar com elementos da segurança não causa dúvidas e não é contra o código de conduta.

Em curso
R. S.
23/07/2026

Recusa de prestação de orientação pela Linha SNS 24

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao atendimento que recebi através da Linha SNS 24. Contactei a linha porque estou preocupada com o estado de saúde do meu avô, que apresenta sintomas como tonturas, episódios de desmaio, falta de apetite e fraqueza, tendo ainda registado valores de tensão arterial elevados. O meu objetivo era apenas perceber qual seria o procedimento mais adequado: se, perante os sintomas descritos, deveria insistir para que fosse ao serviço de urgência ou se seria mais indicado tentar agendar uma consulta. No início da chamada expliquei à profissional que o meu avô não aceita tratamento médico e que, se soubesse que eu estava a contactar a Linha SNS 24, não permitiria a chamada. Esclareci também que me encontrava no exterior do prédio precisamente por esse motivo e que apenas pretendia descrever os sintomas e obter orientação. Apesar desta explicação, foi-me dito de forma pouco empática que teria obrigatoriamente de estar ao lado do utente, sendo recusada qualquer orientação. Tentei explicar novamente a situação, mas não senti qualquer disponibilidade para compreender o contexto nem para prestar uma orientação mínima. Compreendo que existam protocolos a cumprir e que determinadas avaliações só possam ser feitas com o utente presente. No entanto, considero que a situação poderia ter sido gerida com muito mais empatia, respeito e sensibilidade. Em nenhum momento procurei substituir uma avaliação médica; apenas pretendia saber se os sintomas que descrevi justificavam uma ida urgente ao hospital ou outro tipo de atuação. Saí da chamada sem qualquer orientação, apesar de estar a tentar agir de forma responsável perante uma situação que me preocupa e que é particularmente difícil devido à recusa do meu avô em receber cuidados médicos. Solicito, por isso, que esta situação seja analisada e que seja avaliada a forma como este atendimento foi conduzido, para que outras pessoas que se encontrem em circunstâncias semelhantes possam receber um acolhimento mais humano e uma orientação adequada dentro das possibilidades e dos procedimentos da Linha SNS 24.

Em curso
M. M.
23/07/2026

Serviço de instalação não efetuado

Foi apresentada anteriormente uma reclamação no Livro de Reclamações em papel, com o n.º 38273869, dia 22 de julho de 2026, na loja Worten do Oeiras Parque, pelo que solicito que essa informação seja também considerada no seguimento da presente reclamação. No dia 27 de maio adquiri na Worten uma placa de indução juntamente com o serviço de instalação da mesma, remoção da placa antiga e tamponeamento do gás. Passaram quase dois meses e o serviço não foi realizado o que ultrapassa completamente os prazos definidos pela própria Worten. Desde o dia 27 de maio, a Worten falhou todas as datas prometidas (5 de junho e 21 de julho) e não existiu qualquer tipo de contacto pela parte da mesma. A ausência de contacto nos últimos dois meses obrigou-me a ligar 6 vezes (dia 4, 12, 17 e 26 de junho e dia 2 e 21 de julho) para a linha de apoio ao cliente e a deslocar-me 3 vezes à loja (dia 19 de junho e dia 1 e 22 de julho). Em todos os momentos de contacto efetuados por mim foi solicitado que esperasse 72 horas úteis pelo contacto da Worten e do Técnico para a instalação, o que nunca aconteceu. No dia 2 de julho quando liguei para o apoio ao cliente a instalação ficou marcada para dia 21 de julho, com a justificação que não existia uma data mais próxima (depois de já estar à espera desde o dia 27 de maio). Dia 22 de julho desloquei-me à loja para exigir a devolução do valor do equipamento, bem como do serviço, porque uma vez mais a instalação não aconteceu na data agendada. Após 2 meses de espera, a Worten disse que era contra a sua política devolver-nos o dinheiro pelo mesmo método de pagamento e que só poderiam dar-nos um cartão para gastar na loja, o que é extremamente lamentável, sendo a entidade a única responsável pelo atraso da instalação. O atraso prolongado causou prejuízos reais, nomeadamente: - 3 deslocações à loja devido às falhas constantes; - 6 contactos para a linha devido à ausência de resposta e incumprimento; - Refeições fora, diretamente causadas pela impossibilidade de utilizar a placa; - Placa parada e inutilizada 2 meses, causando perturbação extremamente significativa no meu dia-a-dia; - Tempo da garantia do equipamento a decorrer, sem usufruto do mesmo. Assim, exijo uma compensação por todos os prejuízos causados.

Em curso

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