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Suits Inc - Recusa de devolução abusiva - falsa alegação de uso em artigo novo
Efetuei a compra de um sobretudo online na Suits Inc. (em saldos) no final de janeiro. Após uma espera de cerca de duas semanas, levantei a encomenda na loja do Norte Shopping. Ao experimentar o artigo em casa, verifiquei que o tamanho estava largo. No dia imediatamente a seguir ao levantamento, dirigi-me à loja com o intuito de trocar pelo tamanho abaixo. Como o tamanho pretendido já não existia em stock (nem em loja, nem online), solicitei a devolução do artigo, direito que me assiste. Para meu espanto, a devolução foi recusada sob a falsa alegação de que o artigo apresentava "sinais de uso". Esta acusação é totalmente infundada e ofensiva. O sobretudo nunca foi usado. O artigo apenas foi experimentado em casa , tal como o faria num provador de loja , e foi entregue para devolução exatamente como o recebi: com o saco de plástico protetor de fato, todas as etiquetas originais intactas e sem qualquer dano ou sujidade. Tentei resolver a situação com o Suporte ao Cliente, explicando que a minha intenção inicial era a troca (impossível por falta de stock da marca) e reiterando que o artigo está novo. O suporte manteve a recusa de forma intransigente, não fazendo o mínimo esforço para enteder o lado do consumidor. É inadmissível que a Suits Inc. trate um cliente habitual desta forma, inventando motivos para não cumprir com o dever de aceitar a devolução de uma compra online (Direito de Livre Resolução). Venho por este meio exigir o reembolso do valor pago, uma vez que devolvi o artigo em perfeitas condições. Este processo todo já envolveu uma reclamação online..
Pedido de apoio / mediação – Incumprimento de serviço de instalação Leroy Merlin
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de incumprimento contratual por parte da Leroy Merlin, relacionada com a instalação de equipamentos na minha habitação, no âmbito do programa ELAR. Desde janeiro de 2026 que a instalação se encontra agendada, tendo sido sucessivamente reagendada e adiada por iniciativa da Leroy Merlin e/ou das equipas técnicas subcontratadas. As datas já marcadas incluíram, entre outras, 29 de janeiro de 2026, 5 de fevereiro de 2026, tendo sido novamente adiada para 17 de fevereiro de 2026, após novo contacto telefónico solicitando mais um adiamento. Apesar de o serviço se encontrar contratado e pago, até à presente data nenhum dos equipamentos foi instalado, obrigando-me a reorganizar compromissos pessoais e profissionais em várias ocasiões, sem qualquer resultado. Os reagendamentos têm ocorrido de forma repetida, sem apresentação de soluções definitivas ou justificações adequadas. Considero esta situação uma clara falha na prestação do serviço e um desrespeito pelos meus direitos enquanto consumidora. Neste sentido, solicito o apoio da DECO Proteste para mediação do conflito, de forma a obter: • a realização efetiva da instalação sem novos adiamentos, ou • uma solução alternativa adequada, incluindo eventual compensação pelos transtornos causados. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação comprovativa, incluindo prints dos agendamentos, contactos efetuados e dados da encomenda.
Brico Depot Gaia - Fiz encomenda e paguei em 8/11/25 - até hoje sem portas e frente de gaveta
Exmos. Senhores, Na sequência da encomenda efetuada na vossa loja - sita em Vila Nova de Gaia -, a 8 de novembro de 2025, referente a mobiliário de cozinha (nomeadamente estruturas, ferragens, portas e gavetas), verifica-se que, volvidos vários meses sobre a data da compra, continuam por entregar as portas e gavetas, componentes essenciais ao funcionamento do conjunto adquirido. Os componentes em falta foram pagos em 8 de novembro de 2025 e apresentam um valor total de 355€ (trezentos e cinquenta e cinco euros). Apesar de sucessivos contactos e promessas de entrega, deslocações foi o cliente novamente informado - em 04 de fevereiro de 2026 - de um novo adiamento de aproximadamente um mês, situação que se reputa como inaceitável e juridicamente insustentável. O atraso acumulado configura incumprimento contratual grave e prolongado, violando o disposto no Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, que impõe ao vendedor o dever de entrega dos bens no prazo legal ou contratualmente acordado e em conformidade com o contrato celebrado. A cozinha a que se destinam os componentes em falta encontra-se parcialmente montada (sem portas e frentes de gaveta) desde novembro de 2025, com todos os prejuízos inerentes, quer a nível funcional, quer a nível estético. Acresce que a entrega parcial realizada (estruturas e ferragens) não permite qualquer utilização funcional autónoma do produto adquirido, uma vez que as estruturas são tecnicamente dependentes das portas e gavetas da vossa marca, facto que agrava o prejuízo causado e torna inútil a manutenção do contrato. É, sem margem para dúvidas, inaceitável pretender que o V/ cliente mantenha a sua cozinha nas referidas condições durante quase três meses (período que se prolongará por tempo indefinido até que ocorra a entrega dos componentes em falta - isto apenas e no caso de a entrega algum dia vir a ocorrer, o que muito legitimamente se considera altamente improvável). É igualmente inaceitável pretender que o cliente suporte os custos acrescidos respeitantes à aquisição de portas e frentes de gaveta de outro modelo - com preço superior ao valor pago em novembro de 2025 -, ou seja forçado a arruinar a estética da sua cozinha de forma a enquadrar componentes de cor/ aspeto completamente distinto do encomendado. Note-se que quer o preço, quer a cor dos componentes em questão constituem motivo essencial que presidiu à celebração do contrato de compra e venda com V. Exas. e que, sem se verificarem esses elementos, o negócio nunca teria sido celebrado, nem querido pelo adquirente. Nestes termos, venho comunicar formalmente a V. Ex.as a resolução imediata do contrato por incumprimento imputável ao vendedor. Solicito a restituição integral dos valores pagos pelos componentes de cozinha adquiridos - no valor de 940,74€ (novecentos e quarenta euros e setenta e quatro cêntimos), no prazo máximo legal de 14 dias, colocando-me desde já disponível para proceder à devolução dos bens já entregues, nomeadamente estruturas e ferragens, após desmontagem. Darei início imediato ao processo junto do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo, bem como à apresentação de reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, sem prejuízo de outros meios legais ao meu dispor. Já contactei formalmente a V/ empresa via formulário disponibilizado no V/ website. Na sequência das avaliações da marca apresentadas no dia de ontem, o cliente veio a receber um telefonema no qual o funcionário da Brico Depôt demonstrou o seu descontentamento relativamente às avaliações e exposição da situação. Não foi dado qualquer esclarecimento. Apenas procurou "tirar satisfações", procurando tirar proveito da debilidade inerente à idade do cliente e assim dissuadi-lo.
Não se inscrevam neste ginásio!!
Fujam deste ginásio! aconselho mesmo a qualquer pessoa que se queira inscrever que não o faça porque não são uma empresa honesta nem de confiança. Primeiramente ao inscrever-me havia uma campanha do continente em que teria 7,5 euros por semana em cartão. Ora não me foi informado que havia uma obrigatoriedade de frequentar o ginásio todas as semanas senão perdia este valor. Para além disto após ter enviado a carta da minha entidade patronal a indicar a alteração do meu local de trabalho e a consequente impossibilidade de frequentar este ginásio pela distância, não cancelaram e continuaram a cobrar os valores seguintes por não ter pago um valor anterior quando já dizia respeito a um periodo de tempo em que não estava possibilitada de frequentar o ginásio, estando isto já indicado pela carta enviada. A Sra Vânia Sousa foi quem fez o atendimento e de forma desonesta e arrogante disse que não me iria cancelar a subscrição mesmo com a carta da minha entidade patronal.
Não entregam a encomenda CNPRT10501211234004691773
Boa tarde. A minha encomenda da Temu era para ser entregue até ao dia 6 de fevereiro. Estava tudo a correr bem, todos os processos foram rápidos, inclusive a encomenda chegou a Lisboa no dia 29 de janeiro, aos armazens da Eco Scooting, e foi aí que tudo começou a correr mal. Às 8h da manhã de dia 29 de janeiro chegou aos armazéns da Ecoscooting, até dia 4 de fevereiro, não me davam qualquer informação. Eu ligava, mandava e-mails, e as únicas informações que me davam é que a encomenda se encontrava no armazém e iria com urgência ser enviada, afirmando que tinham assinalado a minha urgência. No entanto, tenho uma amiga que recebeu a encomenda dela no dia 31 de janeiro, em Lisboa, e foi entregue pela EcoScooting, no primeiro dia útil seguinte, na mesma morada de destino que a minha - o que me leva a querer que a minha nunca será entregue. Afirmei repetidamente que iria de férias no dia 7 de fevereiro e que por isso precisava da encomenda com urgência, mas nada. Ontem, dia 4 de fevereiro, a encomenda saiu para entregue. Liguei para a EcoScooting que me informou para não me preocupar, que iriam entregar ontem, com urgência e que ainda me iriam ligar. Mais uma vez, NADA. Hoje, dia 5 de fevereiro, volto a ligar, e, mais uma vez, me dizem que a encomenda será entregue hoje sem falta, que o estafeta me iria ligar assim que possível, e que ontem não houve qualquer tentativa de entrega (que novidade...). Até agora, nada aconteceu. E tenho a certeza que nada acontecerá, porque até agora ninguém cumpre com a palavra. E o mais grave é que não entram em contacto com os estafetas, dizem que não conseguem falar com eles, que não têm os números, que vão passar para a informação para os seus supervisores, mas não revolvem nada. A encomenda era urgente e era para ser recebida hoje. Inadmissível.
Reembolsos não recebidos
Fiz duas devoluções à Deporvillage, números R01268304 e R01285881, relativas às compras de número 700872126 e 700875673 respectivamente. As devoluções foram feitas há mais de dois meses e os reembolsos ainda não foram feitos. Não tenho como contactar a empresa a não ser por um assistente de inteligência artificial que apenas responde que dará resposta, mas nem sequer obtive um e-mail de resposta. A situação é exasperante. De acordo com os termos do próprio site, este é o prazo para o reembolso: "Se escolheu um ponto de recolha para a sua devolução, demora entre 10 a 15 dias úteis a receber a nota de crédito após o depósito." ( vide https://www.deporvillage.pt/stc/return ) Os productos foram devolvidos intactos e a própria empresa assim os comprovou, como se pode auferir nos prints que envio. Entretanto, continuam as duas devoluções com o estatuto "devolução aceite" e não se procede ao reembolso. Diante disto, tudo o que tenho a dizer é que a falta de seriedade desta empresa é digna de ser divulgada publicamente e sancionada pelas autoridades competentes. Agradeço para que me instruam a respeito das providências que devo tomar para reaver os meus recursos e fazer uma denúncia na instância adequada. Desde já, agradeço pela vossa atenção e auxílio. Saudações, Carlos Velasco P.S: Também contactei a empresa Hipay, que gerencia os pagamentos MB, e não me puderam ajudar na questão.
Condições para uso de voucher de desconto
Exmos Senhores, Possuo um voucher de desconto de 100€ nas unidades do Grupo Pestana e um outro a ser usado em duas noites durante a semana ou uma noite se for ao fim de semana. Estou a tentar marcar a minha estadia e a deparar-me com vários problemas: - Em primeiro lugar, fui informada que, para as datas que queria (durante a semana), já não disponham de quartos clássicos sendo que teria que ficar em quartos de nível superior, logo o meu voucher para duas noites não cobria o valor, eu teria que pagar a diferença; - Depois, fui informada que não poderia usar o 2.º voucher, o de desconto de 100€, numa terceira noite porque não deixam acumular vouchers; - Por último, fui informada que, se quisesse usar o voucher de 100€ noutra noite, noutra data, também não poderia porque, para o usar, teria que marcar, no mínimo, duas noites seguidas. Se é certo que tudo isto não duvido que esteja mais do que descrito nas letras pequenas do rol de condições impostas para a utilização de vouchers quando os mesmos são adquiridos, questiono-me se a imposição destas condições é legítima? É legal que não permitam a utilização de vouchers em dias seguidos? É legal que não permitam marcar só uma noite se esta for gozada com uso de um voucher mas permitam se ele não existir?
Levantamento indevido através débito direto
Exmos. Srs. A empresa Trust in news, proprietária da revista Visão, da qual era assinante , mas cuja assinatura tinha terminado em 2024, no dia 3 do corrente mês, através do débito direto, fez um levantamento indevido. Sei que já tem acontecido a outros antigos assinantes . Bloquiei o débito direto, mas passado poucas horas apareceu o nome de Medipress, outra empresa ligada a revistas e jornais.
Devolução de débito
Boa tarde, Eu enviei este e-mail nos dias passados ao qual hoje estive em contacto com o vosso suporte e apesar de o mesmo me ter indicado uma coisa não é isso que pretendo. Eu pretendo o montante que me foi debitado na conta de volta no local de origem, visto que usaram os meus dados sem a minha autorização e me debitaram sem eu ter qualquer conhecimento do mesmo, pois eu não realizei qualquer adesão. Aguardo o montante devolvido. No dia 27/01/2026, pelas 16h59, fui contactada telefonicamente a partir do número 961 985 473, com a duração de 10 minutos, no âmbito de uma apresentação dos serviços da DECO Proteste, nomeadamente de um cartão que, segundo a interlocutora, ofereceria diversas vantagens. Durante a chamada, questionei expressamente se a adesão implicaria algum custo associado, tendo-me sido garantido de forma clara que não existiria qualquer encargo financeiro. Contudo, para meu espanto, no dia 02/02/2026 foi debitado da minha conta o valor de 8,87 €. Considero esta situação inaceitável, uma vez que a informação prestada durante o contacto telefónico não correspondeu à prática posteriormente adoptada, o que configura uma clara falta de transparência e respeito para com o consumidor. Na data de hoje, 03/02/2026 (terça-feira), apresentei uma reclamação e entrei em contacto com os vossos serviços através do número 218 410 801. A chamada teve a duração de 17 minutos e, após insistência da minha parte, solicitei o exercício do meu direito de livre resolução, conforme previsto na legislação em vigor, que permite o cancelamento de contratos celebrados à distância no prazo de 14 dias, sem necessidade de justificação e sem custos. Foi-me então indicado pelo operador que o cancelamento seria efectuado e que o valor debitado seria devolvido, informação que agradeço ver formalmente confirmada por escrito. Declaro ainda, de forma inequívoca, que não pretendo usufruir do cartão nem de quaisquer serviços associados. O referido cartão ainda não se encontra na minha posse e, face à forma como todo o processo foi conduzido, não tenho qualquer interesse em recebê-lo ou utilizá-lo. Aguardo a confirmação do cancelamento definitivo e da devolução do montante indevidamente cobrado, no mais curto espaço de tempo possível. Com os melhores cumprimentos, RM
Má gestão de danos graves na habitação
Venho por este meio apresentar reclamação contra a administração/empresa AFM – Gestão de Condomínios (NIF: 901356557), responsável pela gestão do condomínio do prédio onde resido, pela forma inadequada como foi (ou não foi) tratada uma situação grave de infiltrações na minha fração. Na sequência da tempestade Kristin ocorrida no dia 28 de janeiro de 2025, verificou-se a queda de telhas e chapas do telhado do edifício, situação que deu origem, desde o dia seguinte, a infiltrações graves, contínuas e ativas na minha cozinha e marquise, com danos já visíveis no interior da habitação. A situação foi comunicada de imediato à gestão do condomínio. No entanto, durante vários dias fui informada apenas de que estariam a “dar pressão” às entidades responsáveis pela reparação, não tendo sido efetuada qualquer deslocação ao local para avaliação ou intervenção. Posteriormente, fui surpreendida com a alegação por escrito de que teriam ido “imediatamente ao prédio” e que alguém teria “minimizado os estragos”. Tal não corresponde à realidade, uma vez que não foi colocada qualquer lona no telhado, não houve contenção das infiltrações e a água continuou a entrar ativamente na minha fração e nos espaços comuns do prédio, sendo necessário recorrer a recipientes no interior da habitação. Acresce ainda que, em contacto telefónico com a responsável pela administração, fui alvo de um atendimento rude e intimidatório, tendo sido inclusive feita referência a que este prédio poderia ser tratado “em último lugar”, o que considero absolutamente inaceitável. Desloquei-me posteriormente às instalações da empresa para expor a gravidade da situação e manifestei total disponibilidade, junto da gestora que me atendeu, para colaborar na sua resolução, incluindo a possibilidade de ir buscar lonas para que a equipa competente pudesse proceder à sua colocação provisória no telhado, de forma a minimizar os danos. No entanto, a responsável pela administração manteve uma postura rude, arrogante e pouco profissional, não permitindo uma comunicação adequada. Quando solicitei a apresentação do Livro de Reclamações, a administradora adotou um discurso de carácter intimidatório, referindo que iria solicitar um orçamento para a reparação do telhado e que, caso o mesmo não fosse aprovado, “não iriam fazer nada”, demonstrando uma atuação de má-fé e total desconsideração pelos danos que continuam a ocorrer na minha habitação. Considero que a empresa não atuou com a diligência exigida na gestão e conservação das partes comuns do edifício, não assegurou medidas mínimas de contenção dos danos e adotou uma postura intimidatória perante uma condómina que apenas procurava resolver uma situação urgente e devidamente fundamentada. Solicito que esta situação seja analisada pelas entidades competentes e que sejam tomadas as medidas consideradas adequadas para garantir o cumprimento das obrigações legais inerentes à atividade de administração de condomínios.
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