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Máquina Secar vendida pela EDP com defeito
Comprei no dia 17/11/2021 uma máquina de secar roupa no site da EDP Comercial da marca AEG modelo T8DBG842 no qual recebi em casa no dia 24/11/2021.No dia 25/11/2021 após utilização da máquina notei que a máquina não cumpria com os programas. Como não achei normal, fui procurar ajuda no site da AEG por chat online expus a situação, onde também acharam estranho e propuseram enviar um técnico a fim de verificar a situação.No dia 30/11/2021 o técnico enviado pela AEG verificou que a máquina de secar estava com defeito/avaria no compressor pois o mesmo faz muito barulho, conforme relatório que o mesmo elaborou e assinou.Ainda no próprio dia 30/11/2021 contatei a EDP Comercial pelo 213535353 para expor o ocorrido e pedindo para substituírem/trocarem a máquina de secar (conforme lei que regula as compras online dentro do prazo de 14 dias), no qual me disseram que teria que aguardar uma chamada de uma equipa especializada da EDP.No dia 02/12/2021 fui contactado pelo 252140121 pela Sra. Maria Henriques da EDP Comercial que voltou a perguntar o que tinha ocorrido e eu voltei a pedir a substituição/troca por estar dentro do prazo de 14 dias visto ter comprado a máquina online e ter um defeito/avaria desde que a recebi. A mesma me informou que como eu tinha falado com a AEG e já tinha vindo um técnico da parte deles (que não seria um procedimento normal, segundo a mesma) teria que aguardar mais uns dias.Pedi um comprovativo em como já tinha reportado este pedido à EDP e a mesma apenas me deu o n° (em anexo) como sendo um registo do meu contacto com a EDP.Após várias chamadas para 213535353 no decorrer deste tempo todo no qual a reposta dos funcionários é sempre que tem que aguardar... e após receber algumas chamadas da EDP Comercial da secção das reclamações (após já estar em no livro de reclamações em loja), contínuo com a máquina de secar com defeito em casa há 30 dias, sem resolução há vista, pois a EDP Comercial (vendedor) empurra pra AEG (fabricante) e a AEG empurra pra EDP Comercial. Está claro uma violação de direitos do consumidor através das leis da garantia. Ficando assim eu consumidor final e cliente prejudicado e com prejuízos, tendo eu um bebé recem nascido em casa que precisa constantemente deste tipo de eletrodoméstico, e que não posso usar nas devidas condições porque está com defeito no compressor.
Pedido de cobrança de serviço não prestado.
Assunto: Pedido de cobrança de fatura referente a serviço não prestado.Venho, por este meio, comunicar a V. Exas. que no passado dia 18/11/2021, no Santarém Hotel, eu e o meu marido fomos interpelados por uma senhora que representava a empresa Bebécord, informando que a empresa é um banco privado de criopreservação de células estaminais.Informou-nos que o respetivo serviço seria para quando do nascimento da nossa filha, que será em março de 2022, e que o mesmo teria uma série de vantagens, em preservarmos as células estaminais da nossa filha através do cordão umbilical, pelo que, se aproveitássemos a oportunidade de naquele momento aceitarmos o serviço, levaríamos o Kit de recolha das células estaminais, selado, de forma gratuita para nossa casa. Foi a primeira vez, que ouvimos qualquer informação sobre criopreservação de células estaminais e suas vantagens, apresentando-nos, de uma forma em que não foram claros e sinceros relativamente ao sucesso do serviço e respetivas desvantagens.Após ouvir a senhora, a mesma facultou-nos um formulário para preencher e assinar, solicitando os meus dados e do meu marido, onde não constava quaisquer condições pré-contratuais e contratuais do respetivo serviço, sendo-nos informado que iríamos receber por correio, um envelope com o contrato do respetivo serviço para preenchermos com os dados da nossa conta bancária, e para posteriormente reenviarmos para a morada da empresa, para se formalizar o contrato.Fomos embora do local com um sentimento positivo, como se tivéssemos contacto com um serviço como se fosse uma espécie de seguro de saúde para a nossa filha.Levamos para casa o respetivo Kit selado da criopreservação das células estaminais para ser usado supostamente no dia do parto.Quando chegamos a casa informamo-nos melhor cerca do serviço da criopreservação das células estaminais e chegamos à conclusão que fomos ludibriados pela respetiva empresa e desistimos da ideia de usufruir do serviço.Após isso, contactamos telefonicamente a empresa Bebécord a informar da nossa decisão em não pretender usufruir do serviço, pelo que nos foi respondido que iríamos receber um e-mail a informar do que fazer relativamente à desistência e entrega/devolução do kit de recolha.No passado dia 28/12/2021, foi-me enviado por e-mail uma fatura para liquidarmos referente ao valor do Kit de recolha e despesas administrativas do processo no valor de € 125,00 resultantes da não concretização do referido serviço.Deste modo sentimo-nos enganados e tentados a ser burlados pelo qual necessitamos da vossa ajuda neste sentido, uma vez que, foi assinado apenas um formulário e não o contrato em si, nem nos informaram do direito de arrependimento ou qualquer prazo para a desistência do serviço, e mesmo assim é-nos pedido para liquidar um Kit que por si só iremos devolver.
Acidente/Queda dentro das Instalações do estabelecimento
Venho por este meio comunicar a Vossas Exas. a situação ocorrida e a resolução proposta para a mesma, por parte do Mercadona – Irmãdona Supermercados S.A.No passado dia 26 de Dezembro de 2021, desloquei-me ao supermercado Mercadona sito em Canidelo, na R. Emissor 381, 4400-436 Vila Nova de Gaia, por volta das 17h30.Esse passado dia era um dia chuvoso de Inverno e como tal, ao entrar nas primeiras portas automáticas do estabelecimento, tive o cuidado de tentar secar os pés, para evitar algum deslize. Ainda assim, nas próximas portas, onde o piso é diferente, mal entro, escorrego e caio no chão, numa queda da minha própria altura. Nesse mesmo instante, um colaborador de nome André, estava a passar por mim e ajudou-me a levantar do chão, depois de assistir à minha queda. Eu estava sozinha.Senti as dores no coxis e no pulso, que, na altura considerei normais. Tive o cuidado de verificar que não existia qualquer placa de sinalização para o facto de o chão se encontrar escorregadio e pude ouvir o colaborador a solicitar em seguida que os serviços de limpeza viessem secar o piso húmido.Realizei a minha pequena compra de um artigo, conforme programado, ainda com algumas dores, a colaboradora da caixa questionou-me se me havia magoado e eu respondi que estava com algumas dores no punho, no entanto, saí.Cheguei a casa e tentei atenuar as dores que ainda sentia, no entanto, no dia seguinte, segunda-feira 27 de Dezembro de 2021 acordei com imensas dores e sem mobilidade no pulso, estando impedida de ir trabalhar. Desloquei-me devido a esse facto às urgências do Hospital Privado de Gaia, onde, após a realização de exames e o devido relatório médico, me foi informado que tinha um traumatismo no punho esquerdo, resultante da queda descrita, sendo que teria de utilizar uma ortótese de punho durante 15 dias e realizar a medicação devida.Posto isto, desloquei-me novamente às instalações do Mercadona de Canidelo com o intuito de acionar o seguro multirriscos e de responsabilidade civil, obrigatório e existente para estas situações. O gerente de loja informou-me que reportou a incidência e que eu teria de entrar em contacto por telefone com o departamento de Responsabilidade Civil da marca para reportar o sucedido e dar seguimento ao caso. Assim o fiz.Foi-me dito nessa linha de apoio, onde me deram o número de incidência 202150281129.No entanto, foi-me também informado, nessa mesma linha de apoio telefónico de que iriam recolher as informações sobre a ocorrência junto da loja na morada supra indicada e que posteriormente me iriam informar a mim de quais os dados necessários da minha parte. Qual não é o meu espanto quando na manhã do dia seguinte, 28 de Dezembro, sou informada via telefone de que a marca não se iria responsabilizar pelo ocorrido dentro das suas próprias instalações pois consideraram que não foi por negligência, nem responsabilidade dos mesmos. Ora a minha questão foi então no sentido de apurar qual o motivo para terem chegado à conclusão de que eu caí e me lesionei no punho, dentro das suas instalações, com um piso escorregadio e sem sinalização, sem que isso esteja dentro das suas responsabilidades, ao qual, a única resposta que obtive da colaboradora da linha de apoio foi de que essa era a decisão da marca e não tinha qualquer outra informação que me pudesse dar. Eu questionei então quais eram as circunstâncias em que um acidente do género, resultando duma queda e de um traumatismo, dentro das suas instalações seriam responsabilidade da marca e a fariam acionar os seguros obrigatórios existentes para tratar destas situações. A resposta foi que não tinha como me dar essa informação. Também questionei a colaboradora da linha de apoio da Responsabilidade Civil do Mercadona sobre quais as outras formas de recorrer dessa decisão de que forma poderia proceder, e fui informada de que não havia mais a quem me dirigir por parte da empresa, que essa era a decisão, não tinham qualquer outra informação para me dar e que, se quisesse, que agisse da forma que desejasse, mas que a comunicação com a empresa estava terminada. Posto isto, a primeira coisa que procurei fazer foi, no mesmo dia, solicitar o livro de reclamações do Mercadona de Canidelo e reportar o ocorrido no mesmo. (Reclamação nr. 27814878, 27814879, 27814880, 27814881)O que é facto é que eu escorreguei, num piso húmido, caí e lesionei-me dentro das instalações do Mercadona de Canidelo e a marca descarta-se de qualquer responsabilização do ocorrido e dos danos resultantes. Visto que eu sou a maior lesada e, como é compreensível, não tenho qualquer benefício ou satisfação em estar a solicitar que a marca acione os seguros e meios de que dispõe para colmatar este acidente, nem tiro qualquer proveito da situação, antes pelo contrário.Considero de lamentar esta postura de descarte por qualquer pessoa dentro das instalações dos supermercados Mercadona, pois aquilo que ocorreu comigo poderia ter ocorrido com um idoso, uma criança, um funcionário, ou qualquer outra pessoa e eu não considero que o facto de entrar na loja, limpar os pés na entrada, caminhar normalmente e ainda assim escorregar e lesionar-me tenha sido originado por qualquer comportamento de risco ou negligente da minha parte, sendo que, ao abrigo de ter ocorrido dentro das instalações do estabelecimento, incorre na sua responsabilidade civil, tal como previsto nos seguros obrigatórios existentes para o efeito.Assim sendo, e preocupando-me não só com o meu estado físico atual mas também com a possibilidade de o mesmo ocorrer com outra pessoa qualquer, tendo provavelmente o mesmo desfecho onde a empresa se descarta das suas responsabilidades, venho por esta forma apresentar a minha reclamação, indignação, incompreensão e também a minha necessidade de que a empresa tenha em atenção as minhas necessidades como consumidora e se responsabilize pelos possíveis e prováveis danos (como foi o caso), dentro das suas instalações, como previsto legalmente. Posto isto, aguardo não só u
Transporte de caixas sem entrega desde Fevereiro
Eu e meu marido contratamos o serviço de transporte de nossa mudança para o Brasil em 27/02/2021 e até hoje não recebemos nossas caixas (05 volumes). A empresa simplesmente não atende aos telefonemas e não responde e-mail e mensagens.Em 09/12/21 recebemos um e-mail dizendo que não consideram nossos bens pessoais perdidos mas sugerem a apresentação de um pedido de indenização por conta do atraso.A empresa alega que embarcou nossos pertences, mas não esclarece se estão paradas na alfândega brasileira, não apresentam a documentação de embarque e não dizem o que realmente aconteceu. Não sabemos a verdade, estão sendo desonestos e não nos respondem. Já solicitei a documentação de embarque e os documentos que comprovam a entrega no Brasil, sem sucesso.Aguardo solução e, além da indenização por ter meu direito de consumidor lesado, quero todos os meu pertences, cuja ausência está me impedindo de trabalhar no Brasil.
Rejeitada a entrada num restaurante Pingo Doce
Boa tarde,Venho por este meio fazer a reclamação que o meu direito de acesso ao restaurante Pingo Doce no Braga Parque foi-me barrado nos dias 26 e 29 de Dezembro (hora de almoço). Foi-me pedido certificado de vacinação ou recuperada covid e não foi aceite o meu certificado de teste negativo.A lei portuguesa em vigor visa que todos os estabelecimentos nacionais têm de aceitar o certificado de teste negativo.É inaceitável que um grande grupo como o Pingo doce (Jerónimo Martins) desconheça a lei em vigor há meses ou que conhecendo-a não a cumpra.Infelizmente por motivos de saúde não posso ser vacinada e tenho de usar os certificados de teste covid para poder aceder a restaurantes/cinemas/etc…Cumprimentos,Susana Martins
Produto já chegou danificado
Venho por este meio comunicar a V.Exas Que encomendei uma Cadeira REGALOS MIGUEL Neo (Branco - 52 x 93 x 42 / 52 x 83 x 52 cm - Couro Sintético - Aço Reforçado) por 54,90 € No site da worten que está interligado ao presentes Miguel. Paguei mais 9€ pelo envio A cadeira chegou super mal acabada, sem qualidade nenhuma de imagem.Pedi o reembolso do artigo e a devolução Ao qual ainda me pedem mais 10€ para virem fazer a recolha do artigo. Perguntei se poderia fazer a devolução numa loja worten, nunca me respondem a essa pergunta. A culpa do artigo estar danificado não é do consumidor mas sim da empresa, logo não é o consumidor que tem de arcar com as despesas de devolução, de envio sim agora devolução não. Ainda por cima no e-mail que me mandaram ainda estão a tirar 0,10€ que paguei Quer dizer paguei 63.90€ com portes e agora só iria receber 53,90€ era o que faltava
Encomenda extraviada
Exmos Senhores Na qualidade de associado da DECO venho solicitar o V apoio e/ou sugestões em relação a um problema que tenho com a empresa de transportes GLS. O caso é o seguinte:Comprei a um particular uma câmara fotográfica analógica Nikon35Ti, avariada, com a intenção de a mandar reparar. Custou 80 euros. Não tenho comprovativo dessa compraEnviei por correio a câmara paro PPPRepairs, no Reino Unido, que a recebeu e reparou. Paguei 95,00 GBP (116,03 euros) pela reparação e envio. Fiz o pagamento por PayPal (anexo 1 - PPPRepairs factura).A câmara foi entregue a uma transportadora do Reino Unido Parcel Force Worldwide que, ainda em 30 de Junho de 2021, a enviou para a U.E. (Anexo 2 - Parcel Force) em transito para PortugalO problema começou aqui com a GLS Portugal: passei a receber avisos diários da entrega do artigo no dia seguinte – isso obrigou-me a ter alguém em casa todos os dias para receber um artigo que nunca chegou. Em contactos telefónicos com a GLS Portugal (falei com operadores de call-center) tiveram sempre dificuldade em localizar o paradeiro do artigo, mesmo com o “tracking number”, dizendo que estava ora na Maia ora na Venda Nova… Os mails dizendo que seria entregue no dia seguinte continuaram a chegar.Recebi em 23 de Julho um e-mail a dizer que o artigo tinha sido entregue ! Não foi. (Anexo 3 – GLS tracking e Anexo 4- Parcel Force tracking)Após vários telefonemas e contactos com a GLS Portugal, foram-me pedidas informações sobre as dimensões, peso e conteúdo do volume, informações essas que forneci.Recebi em 16 de Setembro uma informação da GLS referindo que o artigo tinha sido entregue em Madrid e que não era possível recuperá-lo !!! (Anexo 5- Carta GLS de 16_9_2021)Faço notar que o artigo tinha estado em Portugal anteriormente e terá sido enviado indevidamente para Espanha.Sugeriram-me que contactasse o expedidor (no Reino Unido) para lhe pedir que informasse a companhia Parcel Force International sobre a não entrega do artigo no destino, pois só assim poderia ser indemnizado por parte da GLS espanhola ( !!!) pelo extravio.(Vd anexo 6- Carta GLS de 13_10_2021). Informaram-me que este é o procedimento constante das Condições Gerais de Transporte (Anexo 7- Condições Gerais de transporte e Anexo 8- Responsabilidade). As isenções de Responsabilidade da GLS Portugal , pelo que leio, não se aplicam a este caso.Fiz esse pedido ao expedidor, que me dise que iria comununicar á transportadora – mas não tenho, nem consigo ter, qualquer garantia de que o tenha feito. Já passaram alguns meses e não tive qualquer contacto por parte da GLS.Sendo o desvio da encomenda para Espanha, reconhecido por escrito pela GLS Portugal, causado por falha da própria GLS Portugal, não faz qualquer sentido que seja outra entidade que não a GLS Portugal a responsabilizar-se pela ocorrência. Nem faz qualquer sentido envolver o expedidor no processo de indemnização. As isenções de Responsabilidade da GLS Portugal , segundo me parece pela leitura das Condições Gerais de Transporte, não se aplicam neste caso.Solicito e agradeço a V ajuda nesta situação, quer contactando a GLS Portugal quer sugerindo o que devo fazer.Com os meus cumprimentosJoão Lopes Freitas
Problema com encomenda Hunter
Boa tarde, Venho por este meio solicitar a vossa ajuda para tentar entender se fui bolada ou não.A 27 de Novembro, fiz uma encomenda online no site hunter-portugal.com e até hoje não recebi a minha encomenda.Recentemente, recebi um código dos CTT para desalfandegar uma encomenda (LV37128360CN). Achei estranho, fui ao posto dos CTT e por duas vezes me disseram que a encomenda vinha da China e que o que continha na encomenda era um cachecol com aproximadamente 0,400g. Estranhei porque não fiz nenhuma encomenda para a China muito menos um cachecol. Fiz sim, a encomenda de 2 botas da marca Hunter no valor de 140€.Quando tento entrar em contacto com a marca, diz me que a caixa de correio está cheia ou então não obtenho resposta.Gostaria de saber como posso ser reembolsada com o valor que me foi cobrado.Aguado uma breve resposta,Atenciosamente,SG
Problema com reparação do carro
Venho, por este meio, comunicar a V.Exas. o decorrido com a oficina da Renault de Gondomar, tudo num espaço de dois meses (outubro a dezembro 2021)Em outubro de 2021, levei o meu Renault Clio III de 2008 1.2 75 cv à oficina da Renault Gondomar pois estava com um problema desconhecido que fazia o motor entrar em safe mode e o carro perdia muita potência. Os erros no computador de bordo indicavam Verificar injeção e Verificar antipoluição. Indicaram que o problema estava nas velas e na cablagem das velas e substituíram. O carro foi-me entregue já funcional e paguei 177.92 euros (10 de novembro). Inicialmente fiquei satisfeita com o serviço do Renault. No entanto, exatamente os mesmos erros voltaram a aparecer e o carro teve ir de reboque fornecido pelo seguro para a oficina. Desta vez, indicaram que o problema seria o calculador de injeção. Como precisava do carro, aceitei e paguei a modéstia quantia de 546,86 euros (6 de dezembro) já confiando que o problema seria resolvido de vez. Entregaram-me o carro e no mesmo dia em que o fui buscar voltou a acontecer o mesmo, apareceu a avaria. O carro foi novamente de reboque para a oficina através do seguro. Desta vez, já farta, indiquei que queria uma garantia que os reparos que efetuassem iriam resolver o problema de vez. Disseram que tinham a certeza absoluta. Mudaram o alternador do carro e paguei 468,87 euros (16 de dezembro). Testei o carro várias vezes e parecia não haver problema. No entanto, no dia 20 de dezembro voltou a aparecer exatamente os mesmo problemas. Ou seja, nada ficou resolvido. Gastei todo este dinheiro para o carro me ser entregue exatamente nas mesmas condições e com o problema ainda latente. Neste ponto, estou exausta e já vou investir noutra marca e esquecer a Renault. A pessoa a quem vou comprar o carro novo aceita trocar pelo meu Clio, mesmo com avaria, portanto dá para perceber que o carro está bem estimado. Ninguém na Renault se responsabiliza, tentei reclamar no apoio ao cliente e a única resposta que dão é que eu aceitei que fizessem esses reparos. Que reparos se o carro continua igual? Como é possível? A Renault ficou a ganhar com tudo isto e nem quis saber dos danos financeiros e morais causados ao cliente. Para eles é só um carro velho. O carro está estimado e em bom estado, simplesmente tem um problema que precisa de ser resolvido. Acho injusto e muito pouco profissional como lidaram com toda a situação. Depois de tudo isto, não posso simplesmente ignorar o mal que me foi feito e a maneira como fui tratada. A parte das velas e da cablagem realmente estava danificada pelo que foi um trabalho bem feito e nada tenho a apontar. Mas Gostaria de pelo menos ter o reembolso dos 1015,73 euros do calculador de injeção (546,86 euros) + alternador (468,87 euros) pois foram as peças mais caras e que foram absolutamente desnecessárias.
Fraude passagem aérea
Venho por este meio comunicar a suas exelencias um caso de fraude em passagem aérea que comprei numa agência de viagens, em que a passagem estava confirmada mas o pagamento estava em falta a agência não efectuou o pagamento eu quando comprei a passagem foi debitado o valor de minha conta agora a agência ficou com o dinheiro a passagem em questão é do meu regresso do Brasil para Portugal
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