Reclamações públicas

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J. M.
09/06/2026

Publicidade nao cumprida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à aplicação da promoção anunciada na brochura em vigor para os desodorizantes Roll-On. De acordo com a publicidade, os desodorizantes Roll-On estariam disponíveis por 2,99 €, mediante a compra de qualquer produto/conjunto da brochura, excetuando os produtos expressamente excluídos nas condições da campanha. Na minha encomenda adquiri um produto elegível da brochura, cumprindo a condição indicada para beneficiar da promoção. Além disso, adquiri 32 desodorizantes Roll-On abrangidos pela campanha. Contudo, verifiquei que apenas parte dos desodorizantes foi faturada ao preço promocional de 2,99 €, tendo os restantes sido cobrados a 3,99 €. Após analisar a publicidade, não encontrei qualquer informação clara que indique uma limitação de unidades ou que justifique a aplicação de preços diferentes aos produtos adquiridos na mesma encomenda e nas mesmas condições promocionais. Considero que esta situação é suscetível de induzir o consumidor em erro, uma vez que a publicidade apresentada leva a entender que, cumprida a condição da compra de um produto elegível, os desodorizantes abrangidos pela campanha seriam faturados ao preço promocional anunciado. Solicito a correção imediata da faturação e o reembolso da diferença indevidamente cobrada, uma vez que adquiri 32 desodorizantes abrangidos pela promoção e cumpri todas as condições anunciadas para beneficiar do preço promocional de 2,99 € por unidade. Agradeço uma resposta por escrito com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,

Em curso

Pedido de apoio e reclamação relativa a retenção indevida de valores após entrega de imóvel arrendad

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a um litígio que mantenho com a imobiliária responsável pela gestão do imóvel que arrendei. Recentemente procedi à entrega do imóvel, tendo sido realizada a respetiva vistoria final. O imóvel foi entregue limpo, dentro dos prazos acordados e sem terem sido identificados danos relevantes que ultrapassassem o desgaste normal decorrente da utilização habitacional. Apesar disso, após a entrega começaram a ser-me exigidos valores e intervenções que considero injustificados, nomeadamente relacionados com elementos que já se encontravam no imóvel à data da minha entrada. Possuo fotografias datadas que comprovam que determinadas situações agora apontadas já existiam anteriormente, tendo essas evidências sido remetidas à imobiliária. Foram ainda levantadas questões relativas a marcas e desgaste nas paredes, situações que entendo corresponderem ao uso normal e prudente do imóvel ao longo do período de arrendamento, não constituindo danos imputáveis ao arrendatário. Adicionalmente, foi-me comunicada a intenção de cobrança de custos associados a vistorias, sem que me tenha sido apresentada fundamentação contratual ou legal suficientemente clara para tais encargos. Ao longo da relação contratual deparei-me igualmente com dificuldades de comunicação, tendo enviado diversos contactos e pedidos de esclarecimento que ficaram sem resposta. Face à situação, recorri a apoio jurídico e foi enviada comunicação formal através de advogado. Contudo, a entidade em causa não tem levantado a correspondência registada com aviso de receção, dificultando a resolução do litígio por essa via. Pretendo salvaguardar os meus direitos enquanto arrendatária e obter esclarecimento sobre: - A legitimidade das exigências apresentadas após a vistoria final; - A eventual cobrança de custos de vistoria; - A imputação ao arrendatário de situações pré-existentes ou correspondentes ao desgaste normal do imóvel; - Os mecanismos adequados para contestar quaisquer retenções de caução ou cobranças indevidas. Disponibilizo-me para facultar toda a documentação relevante, incluindo contrato de arrendamento, fotografias, emails trocados, relatório de vistoria e demais elementos probatórios. Cumprimentos

Em curso

Processo sinistro auyomovel generali tranquilidadd

RECLAMAÇÃO FORMAL – PROCESSO DE SINISTRO AUTOMÓVEL Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à gestão do meu processo de sinistro por parte da Generali Tranquilidade, situação que considero inaceitável devido à demora excessiva, falta de comunicação, ausência de resposta aos sucessivos pedidos de esclarecimento e aos prejuízos financeiros que fui obrigado a suportar. No dia 06/04/2026 fui vítima de um acidente de viação quando circulava numa Estrada Nacional, dentro da minha faixa de rodagem. Nessa altura, outro veículo entrou na via onde eu já circulava e embateu na lateral dianteira direita da minha viatura. Após o primeiro impacto, o condutor continuou a acelerar, provocando um segundo embate ao longo da lateral direita do meu veículo. Foi acionada a GNR para o local, tendo sido elaborado o respetivo auto de ocorrência. O outro condutor foi submetido ao teste de alcoolemia no local e, posteriormente, encaminhado para o posto da GNR para repetição do teste e registo formal da situação. Na sequência dos danos sofridos, a minha viatura ficou impossibilitada de circular, tendo sido rebocada para uma oficina, uma vez que uma das rodas ficou gravemente danificada e desalinhada. Efetuei a participação do sinistro junto da seguradora e apenas beneficiei de uma viatura de substituição durante cinco dias. Após esse período, e porque necessito diariamente de viatura para exercer a minha atividade profissional, incluindo disponibilidade para serviços em regime de 24 horas, fui obrigado a suportar integralmente os custos de aluguer de várias viaturas. Todas as faturas e comprovativos desses alugueres já foram enviados à seguradora. Desde a data do acidente realizei inúmeros contactos telefónicos e enviei diversos emails para a Generali Tranquilidade, solicitando informações sobre o estado do processo, esclarecimentos sobre a responsabilidade atribuída, ativação das coberturas previstas na minha apólice e apoio jurídico. Apesar das várias tentativas, raramente obtive respostas concretas. Num dos contactos efetuados para a linha de apoio, depois de expor novamente toda a situação e solicitar ajuda para resolver o problema, fui informado pela colaboradora que não existia mais ninguém com quem pudesse falar. Quando manifestei o meu descontentamento e reiterei que pretendia uma solução para o meu caso, a chamada foi terminada sem qualquer resolução ou acompanhamento. Sendo as chamadas gravadas, esta situação poderá facilmente ser verificada pela própria seguradora. Durante este período fui informado verbalmente de uma decisão de responsabilidade repartida em 50/50. Discordo totalmente dessa conclusão, não só pela dinâmica do acidente, mas também pelo facto de existir participação da GNR, testemunha identificada e registo de alcoolemia do outro condutor. Apesar dos meus repetidos pedidos, nunca me foi apresentada uma fundamentação clara, detalhada e formal que justificasse essa decisão. Importa ainda referir que ambos os veículos envolvidos no acidente são segurados pela própria Generali Tranquilidade. Por esse motivo, considero ainda mais incompreensível a demora excessiva na análise e resolução do processo, bem como a falta de informação prestada ao cliente ao longo de mais de dois meses. Posteriormente fui contactado pela oficina para autorizar uma reparação parcial da viatura, limitada apenas à parte frontal e à roda danificada. Recusei inicialmente essa intervenção por considerar que os danos provocados pelo acidente abrangiam também toda a lateral direita da viatura. Solicitei novamente esclarecimentos junto da seguradora e pedi a ativação das coberturas de danos próprios e proteção jurídica previstas na minha apólice, mas continuei sem obter qualquer resposta. Face à ausência de solução, à necessidade urgente de ter uma viatura disponível para trabalhar e à impossibilidade financeira de continuar a suportar alugueres, vi-me obrigado a aceitar a reparação parcial para poder voltar a circular. A viatura foi entregue no dia 05/06/2026, quase dois meses após o acidente, permanecendo ainda com danos visíveis na lateral direita resultantes do mesmo sinistro. Durante todo este período continuei igualmente a suportar o encargo mensal do contrato de leasing da viatura, no valor de 499€ por mês, apesar de não poder usufruir plenamente do veículo devido à sua imobilização. Entre os custos de aluguer de viaturas e os encargos do leasing, os prejuízos financeiros acumulados são extremamente significativos. Considero que a gestão deste processo foi marcada por atrasos excessivos, falta de comunicação, ausência de resposta aos pedidos de esclarecimento, falta de acompanhamento ao cliente e prejuízos financeiros relevantes que fui obrigado a suportar sem qualquer apoio ou solução por parte da seguradora. Solicito a reapreciação urgente do processo, o envio da fundamentação formal da decisão de responsabilidade atribuída, a análise dos prejuízos que suportei com alugueres de viaturas e demais despesas relacionadas com a imobilização do veículo, bem como uma resposta formal e definitiva sobre todas as questões que permanecem sem esclarecimento desde a data do acidente. Pedro Infante

Em curso
E. M.
09/06/2026
Quarto com Requinte Unipessoal Lda

NÃO DEVOLVE O SINAL PAGO EM JANEIRO

No dia 29/01/2026, efetuei uma encomenda de mobiliário personalizado, tendo sido acordado que os móveis permaneceriam na posse do vendedor até à mudança para a minha nova habitação, prevista para março/abril. Para formalizar a compra, foi entregue um sinal/adiantamento no valor de 1.800€. No dia 14/04/2026, contactámos o Sr. Sérgio para informar que a mudança ocorreria a 07/05/2026. Nessa altura, foi-nos garantido que a entrega seria realizada a 09/05. Posteriormente, a data foi alterada para os dias 11 ou 12 de maio, alegadamente devido a uma entrega em Lisboa. A partir desse momento, iniciou-se uma sucessão de adiamentos e incumprimentos. No dia 12/05 fomos informados, por SMS, de que a entrega voltaria a ser adiada, desta vez para 16/05. Chegado esse dia, surgiu uma nova justificação: uma alegada troca de encomendas. Esta explicação levantou sérias dúvidas, uma vez que a nossa encomenda era totalmente personalizada, incluindo medidas específicas para a cama, mesas de cabeceira, sofá e restantes peças. Seguiram-se várias promessas de entrega nunca cumpridas. Em diversas ocasiões permanecemos em casa à espera da mobília, reorganizando compromissos pessoais para garantir a sua receção. Chegámos inclusivamente a faltar a um batizado para estarmos disponíveis para a entrega anunciada, que nunca aconteceu. Perante os sucessivos incumprimentos, exigi explicações. Em vez de apresentar um pedido de desculpas ou uma solução concreta, o vendedor adotou uma postura agressiva e pouco profissional. Demonstrou ainda agir como se estivesse a prestar-nos um favor por guardar a mobília, quando já existiam dúvidas legítimas sobre a existência e o estado real da encomenda. No dia 28 de maio, após mais uma entrega falhada, exigi a devolução do dinheiro. O Sr. Sérgio pediu então mais cinco dias, até 02 de junho, comprometendo-se a devolver o sinal nessa data caso não conseguisse efetuar a entrega. Refira-se que este senhor apaga regularmente as mensagens trocadas via WhatsApp. Ainda assim, possuímos capturas de ecrã de toda a conversa, que comprovam os factos aqui relatados. Confiámos, uma vez mais, na sua palavra. Posteriormente, após novas tentativas de entrega falhadas, fui solicitado a deslocar-me às instalações da empresa, em Paredes, para confirmar o estado da encomenda. No local, verifiquei que apenas algumas peças estavam concluídas e embaladas. O próprio vendedor admitiu que ainda faltavam elementos essenciais da encomenda, incluindo o sofá, as cadeiras e o colchão. Apesar disso, garantiu que a entrega seria realizada no dia 05/06/2026. Mais uma vez, tal não aconteceu. Ao longo do dia foram apresentados novos adiamentos, até que, ao final da tarde, o vendedor deixou simplesmente de atender o telefone. No sábado seguinte, desloquei-me novamente à fábrica. O Sr. Sérgio garantiu que toda a encomenda estaria pronta para entrega às 14h30. No entanto, quando compareci antecipadamente para confirmar o carregamento da carrinha, surgiu mais uma justificação, desta vez relacionada com alegadas medidas incorretas da cama. Resultado: a entrega voltou a não ser efetuada. Face a esta situação, perdi definitivamente a confiança no vendedor e exigi a resolução do contrato com devolução integral do sinal pago. O Sr. Sérgio informou que teria 15 dias para proceder ao reembolso, mas assinou uma declaração escrita comprometendo-se a devolver o valor até ao dia 08/06/2026. Apesar desse compromisso formal, o reembolso não foi efetuado. Durante o dia, fomos sucessivamente informados de que a transferência seria realizada até ao final da tarde. Pelas 22h00, o vendedor apresentou nova desculpa, alegando não dispor dos fundos necessários porque um cliente apenas lhe tinha efetuado um pagamento após as 18h00, solicitando mais um adiamento para a manhã seguinte. Entretanto, verificámos que a loja física encerrou atividade e encontrámos múltiplos relatos de outros consumidores a descrever situações semelhantes de incumprimento, adiamentos sucessivos, promessas não cumpridas e dificuldades na recuperação dos valores pagos. Perante a quantidade de queixas existentes e o padrão repetido de comportamento, existem sérias suspeitas de que possamos estar perante uma situação de burla. Até hoje, continuamos sem receber a devolução dos 1.800€ entregues a título de sinal. Pretendo a devolução imediata e integral do montante pago. Apesar de se ter comprometido expressamente a efetuar o pagamento até às 15h do dia de hoje, o reembolso não foi realizado. Este novo incumprimento vem juntar-se aos anteriores e demonstra uma total falta de credibilidade relativamente aos compromissos assumidos. Perante esta situação, irei avançar com queixa formal junto das entidades competentes para defesa dos meus direitos e recuperação dos valores em dívida.

Em curso
P. M.
09/06/2026

Demasiada burocracia para obter um passe social

Exmos. Srs. Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa aos procedimentos adotados pela Rodoviária do Oeste no âmbito da emissão de uma segunda via do passe de transportes, bem como à forma como os seus clientes são tratados quando ocorre a perda ou extravio do cartão. Em primeiro lugar, considero incompreensível a burocracia exigida para a emissão de uma segunda via. Já aquando da emissão do primeiro passe fui obrigado a comprovar que a minha residência se situava no concelho da Lourinhã, através da apresentação de documentação específica. Agora, ao solicitar uma segunda via de um cartão que já existe, que já está associado ao meu nome, aos meus dados e ao meu histórico de utilização, vejo-me novamente confrontado com procedimentos morosos e exigências administrativas que parecem ignorar toda a informação já existente nos sistemas da empresa. Em segundo lugar, é difícil compreender como uma empresa que opera diariamente a partir do Terminal Rodoviário do Campo Grande não dispõe nesse local de um posto próprio para tratar destas situações. Em vez disso, os clientes são encaminhados para um posto da Barraqueiro Oeste, obrigando-os a a desempenhar tarefas que não lhes compete e a perda de tempo para resolver um problema criado pela própria falta de organização do serviço prestado. Contudo, o aspeto mais grave desta situação prende-se com as consequências financeiras impostas ao utente. Apesar de eu ter o passe mensal devidamente pago, possuir comprovativo do carregamento em meu nome e conseguir demonstrar que sou o legítimo titular do título de transporte, os motoristas recusam-se a aceitar qualquer prova alternativa. Como resultado, sou obrigado a adquirir bilhetes diariamente durante cerca de dez dias úteis, período necessário para a emissão do novo cartão. Na prática, isto significa que um cliente que já pagou antecipadamente o seu direito ao transporte é forçado a pagar novamente pelo mesmo serviço. Considerando duas viagens por dia, o prejuízo pode aproximar-se dos 20 euros diários, totalizando cerca de 200 euros ao longo do período de espera. Mais incompreensível ainda é o facto de a Rodoviária do Oeste não disponibilizar qualquer cartão provisório ou solução temporária para os seus clientes, ao contrário do que acontece em diversos outros operadores de transporte. Assim, o consumidor fica sem qualquer proteção, suportando integralmente os custos de uma falha do sistema que não criou e que não parece não querer procurar forma de resolver mais rapidamente. Entendo que esta situação configura uma prática profundamente injusta para os utentes, desproporcional e contrária aos princípios básicos de proteção do consumidor. Quem já pagou um passe válido não deveria ser privado do seu direito ao transporte nem obrigado a suportar custos adicionais apenas porque a empresa necessita de vários dias para emitir um novo cartão. Solicito, por isso, a apreciação desta situação por parte da DECO PROteste e a análise da conformidade destes procedimentos com os direitos dos consumidores, em particular no que respeita à cobrança duplicada de um serviço já pago e à ausência de mecanismos temporários que permitam ao cliente continuar a usufruir do transporte durante o período de emissão da segunda via. Com os melhores cumprimentos, Pedro Mota

Em curso
B. M.
09/06/2026

Cobrança indevida da operadora NOS

No dia 16.12.2025, às 13.19 hs durante 26 mintos e 40 segundos entrei em contato com a operadora NOS para encerraram o contrato.Segundo a atendente informou contrato estava encerrado.Sou filha da cliente que encontra-se com 86 anos e com Alzeimer,sou responsável por ela.Fomos ao Brasil por 5 meses para tratamento de saúde e quando voltei tem uma fatura de 377,98 Euros.Entrei em contato e o atendente disse que o valor é de tarifa internacional,ocorre que nao foi usado este valor,tendo em vista que retirei o chip da NOS do cel da minha mãe e o contrato encerrado,solicito resolução.

Em curso
P. R.
09/06/2026

Atraso constante em todas as entregas

Atrasos constantes que chegam a levar semanas. Dizem que fazem tentativas de entrega mas é tudo mentira, nem chegam a ir lá a casa.

Em curso
A. F.
09/06/2026

Encomenda não recebida

fiz uma encomenda de 20,41€ e cancelei visto que a localização nao estava a dar no sitio exato onde eu estava ainda assim estao a cobrar uma taxa de cancelamento de 17€ . O cancelamento foi feito nem 5 minutos apos o pedido ser feito.

Em curso
N. M.
09/06/2026

Encomenda não entregue e solicitação de provas

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamacao formal relativamente a uma encomenda efetuada atraves da vossa plataforma ha cerca de uns meses, referente a compra de um telemovel, a qual nunca me foi entregue. Segundo informacoes que me foram transmitidas, a transportadora indica que a encomenda foi entregue, alegando inclusive a existencia de provas, nomeadamente imagens que supostamente demonstrariam o levantamento da mesma por mim. Informo, desde ja, que tal situacao e completamente falsa, uma vez que nunca recebi nem levantei qualquer encomenda. Perante esta situacao, solicitei por diversas vezes - ja tendo enviado mais de 100 e-mails - que me fossem facultadas essas alegadas provas, incluindo as referidas imagens. Ate ao momento, nao obtive qualquer resposta concreta, nem me foi apresentada qualquer evidencia que comprove a entrega da encomenda. Dizem que vao responder em 48 horas e depois nunca respondem. Uma vergonha. Adicionalmente, entrei em contacto com a transportadora DPD, tendo tambem apresentado as devidas provas da nao rececao da encomenda. No entanto, continua a constar no sistema que a mesma foi entregue, o que nao corresponde a realidade. Face ao exposto, venho por este meio exigir: O envio imediato das alegadas provas de entrega, incluindo todas as imagens que afirmam possuir; Uma explicacao clara e detalhada sobre o sucedido; A resolucao urgente desta situacao, seja atraves do reembolso do valor pago ou da localizacao efetiva da encomenda. Saliento que e inaceitavel a ausencia de resposta ao longo de um periodo tao prolongado, bem como a falta de apoio na resolucao de um problema desta gravidade.

Em curso

Reclamação contra a Fidelidade seguro de habitação

Reclamação contra a Fidelidade – Participação de Sinistro n.º 26MR063666/001 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a seguradora Fidelidade relativamente à gestão e regularização do processo de sinistro n.º 26MR063666/001, por considerar que o mesmo não tem sido tratado com a diligência, transparência e celeridade exigíveis. No dia 15 de abril de 2026 detetei uma fuga de água na cozinha da minha habitação, tendo de imediato participado o sinistro à seguradora. Após a participação, foi necessário efetuar diversos contactos telefónicos ao longo de vários dias para que fosse agendada a deslocação de um perito. No dia da visita, o perito contactou-me telefonicamente a informar que se encontrava com muito trabalho e questionou se poderia deslocar-se nesse mesmo dia por estar de passagem para a Margem Sul, mas que não tinha maquina para pesquisa da fuga, tendo logo sido alertado que para vir sem condições, nem valia a pena a deslocação, uma vez que já estava à espera do mesmo, há uns 15 dias. Cerca de 30 minutos depois, compareceu na minha habitação munido de equipamento de deteção, tendo concluído que a fuga se encontrava na parede localizada entre os móveis superiores e inferiores da cozinha. Questionei igualmente o perito sobre a existência de empresas indicadas pela seguradora para a execução dos trabalhos de reparação, tendo sido informado de que teria de contratar uma empresa pelos meus próprios meios. Posteriormente, a seguradora transferiu a quantia de 2.000 euros, sem que me tivesse sido facultado qualquer relatório pericial, orçamento discriminado ou explicação detalhada sobre os critérios utilizados para o apuramento daquele valor. Quando o empreiteiro iniciou os trabalhos, verificou-se que a localização indicada pela peritagem não correspondia ao local efetivo da fuga. Para localizar a origem da rotura foi necessário abrir a parede até à parte superior da cozinha e destruir um dos móveis superiores, uma vez que existia uma tubagem de gás natural a atravessar o interior da sua estrutura. Após a abertura da parede, constatou-se ainda que a tubagem apresentava múltiplos sinais de degradação, ferrugem, corrosão e diversas marcas de desgaste, sendo tecnicamente recomendável a sua substituição para evitar novas fugas iminentes. Perante esta situação, contactei novamente a seguradora, tendo sido informado de que deveria solicitar ao empreiteiro a elaboração de um relatório técnico e orçamento, os quais foram remetidos juntamente com fotografias dos trabalhos realizados. Foi igualmente solicitado que a parede permanecesse aberta e que a tubagem removida fosse preservada para eventual inspeção de novo perito. Contudo, no dia 3 de junho de 2026 recebi comunicação da seguradora informando que os capitais da cobertura "Pesquisa de rotura em canalizações interiores (rede de água)" se encontravam esgotados, recusando assim quaisquer custos adicionais relacionados com a ampliação da zona de pesquisa. Após esta comunicação, solicitei esclarecimentos adicionais sobre a cobertura de danos decorrentes da rotura da canalização e sobre os prejuízos causados aos bens seguros, nomeadamente móveis da cozinha e demais danos associados à reparação. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Considero particularmente grave que: A localização da fuga indicada pela peritagem se tenha revelado incorreta; Os trabalhos adicionais tenham resultado da necessidade efetiva de localizar a origem real da fuga; A seguradora não tenha promovido uma nova avaliação presencial após ter sido informada da divergência entre a localização inicialmente indicada e a situação efetivamente encontrada; Não tenham sido prestados esclarecimentos adequados relativamente às coberturas acionadas e respetivas exclusões; Os pedidos de esclarecimento efetuados por escrito permaneçam sem resposta; O agregado familiar esteja há mais de uma semana sem água quente, sem esquentador instalado e com a cozinha inutilizável; A situação se arraste desde 15 de abril de 2026, afetando significativamente as condições de habitabilidade da habitação. Importa ainda referir que o agregado familiar é composto por quatro pessoas, incluindo duas crianças menores, com 4 e 7 anos de idade, estando a situação a causar sérios constrangimentos à vida familiar diária. Com os melhores cumprimentos, Marta

Em curso

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