Classificação
- Total de reclamações
- 68
- Número de reclamações*
- 53
- Reclamações resolvidas*
- 92%
- Média de dias para responder*
- Sem resposta
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O cálculo é feito com base em três indicadores:
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Reclamações recentes
Ryanair -
Reclamo e solicito o assumir de responsabilidade, pelas despesas que tive extra, dada a tomada de decisão por um representante da Ryanair. O que aconteceu foi o seguinte, no dia 17/abril, deslocava-me de Portugal - Lisboa para Palermo, com escala em Valência, pela Ryanair. Quando chegámos a Valência, no metro do aeroporto para Xátiva fui assaltada e fiquei sem documentos e dinheiro. Nas horas seguintes por indicação das autoridades contatei a Embaixada e o Consulado de Portugal em Espanha para solicitar o Documento de viagem única, tal como tinha sido imposto pela funcionária no balcão da Ryanair no aeroporto, depois de relatada a situação. A funcionária informou que eu só poderia continuar a viagem com a apresentação do Documento de viagem única, na hora do embarque. Os serviços da Embaixada e Consulado atenderam prontamente a esta solicitação, tendo-se comprometido a emitir o documento em tempo útil do vôo. O que aconteceu. Esta informação foi transmitida posteriormente à funcionária que estava no balcão e assegurei, que à hora do embarque, eu teria o documento solicitado para apresentar. Tal como aconteceu! Na porta de embarque apresentei: o Documento de viagem única, o Cartão de Cidadão digital e o registo de ocorrência de queixa na Direção Geral da Polícia de Valência. Nesse momento a responsável pelo embarque não se mostrou disponível nem empática com a situação, não ouviu e recusou-se a ler o documento oficial do Consulado e a analisar os documentos apresentados. Manifestando eu o meu descontentamento com a situação, solicitei que fosse chamado a supervisora e a polícia, pedido que foi recusado. Desta situação resultou que a funcionária não permitiu o meu embarque, referindo ainda que o meu nome já não constava da lista de passageiros, tendo sido retirado, mesmo antes de eu me apresentar na porta de embarque com os documentos solicitados pela equipa da Ryanair em Valência. Eu viajava numa equipa de quatro técnicos superiores a representar a minha entidade profissional, para um curso do programa ERASMUS+ em Palermo, a iniciar no dia 19/abril. Posto isto vi-me impossibilitada de acompanhar a equipa de trabalho e por estar sem documentos, sem dinheiro e sem uma alternativa de resolução da situação pela Ryanair, fiquei na companhia de uma colega de curso, que não embarcou nesse vôo, dada a situação preocupante, desprotegida e insólita. Esta tomada de decisão por parte da responsável de embarque da Ryanair originou a necessidade de alojamento nessa noite em Valençia, para mim e para a minha colega, deslocações e a compra de novos voos para Portugal, para vir buscar o passaporte, e um novo vôo de Portugal para Palermo, de forma a conseguir cumprir o compromisso assumido com a minha entidade patronal e com a entidade formadora. É incompreensivel a falta de compreensão e manifestação de empatia e sensibilidade por um cidadão, num país estrangeiro, em situação de crise resultante de toda a situação descrita em epígrafe. Acresce que eu já vinha a voar desde Lisboa, pela Raynair e que estava a fazer a escala para continuar a viagem, pela companhia. Sabiam que eu estava no avião e a fazer aquela paragem, para continuar viagem e chegar ao destino final. Acresce que apresentei toda a documentação solicitada a tempo do embarque. Perante este cenário que descrevo torna-se incompreensível e não concordo com a tomada de decisão da Ryanair, que considero desonesta, desleal, leviana, irresponsável, despropositada e infundada. Solicito a melhor atenção e análise sobre esta ocorrência. Melhores cumprimentos
Tentativa de burla
Exmos senhores esta empresa Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à cobrança de 34,60€ associada à especialista "Joana Terapeuta" (Data: 28/03/2026), conforme o e-mail recebido. Contesto esta dívida na sua totalidade com base nos seguintes fundamentos legais e factuais: Inexistência de Serviço Prestado: A consulta com a referida especialista "Joana" nunca ocorreu. De acordo com o Código Civil e a Lei de Defesa do Consumidor, não pode haver lugar a cobrança por um serviço não prestado. Incumprimento de Oferta Promocional: O acesso à plataforma foi feito sob a promoção explícita de 1€ por 10 minutos. A cobrança de 34,60€ viola o dever de informação e transparência pré-contratual (Artigo 4.º do DL n.º 24/2014). Coação e Ameaças Ilegais: Recebi ameaças por via telefónica de que o meu nome seria comunicado ao Banco de Portugal por fraude. Informo que tal afirmação constitui crime de Coação (Art.º 154.º do Código Penal) e Denúncia Caluniosa (Art.º 365.º), uma vez que o Banco de Portugal não regula dívidas de prestação de serviços e a "fraude" é uma acusação falsa. Gravação de Prova: Mais informo que a chamada contendo estas ameaças foi registada e será utilizada como prova em sede de queixa-crime, caso esta situação não seja resolvida de imediato. Face ao exposto, exijo: A anulação imediata do montante de 34,60€ em dívida; A cessação de qualquer contacto por parte do vosso departamento de contencioso; A confirmação, por escrito, do encerramento deste processo no prazo de 48 horas. Caso insistam na cobrança indevida, avançarei com uma queixa formal na PSP/GNR, no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da CNPD (pelo uso abusivo dos meus dados para fins de coação
Encomenda nao recebida
Fiz compra online, suposta loja "ptshopping",foi enviada uma referencia multibanco para pagamento a qual foi Efetuada, mas produto nao foi entregue. A vendedora tem pagina facebook. Tenho o nome completo dela, a falsa morada com falso n⁰ de contribuinte da loja, e telefone que vai dar a uma florista. Como posso denucia-la? Policia? Obrigado pela ajuda.
Contrato nº AG-251013-2526273 - Falta de envio de faturas desde Dezembro 2025
Exmos. Senhores, Venho, pela presente, apresentar uma reclamação formal relativa ao incumprimento legal de emissão e envio de faturas, uma vez que não recebo qualquer faturação desde o mês de dezembro de 2025. De acordo com a legislação em vigor, nomeadamente o Código do IVA (artigo 36.º), a emissão de faturas é obrigatória e deve ser efetuada em tempo útil após a prestação do serviço. Adicionalmente, enquanto prestador de serviços energéticos, encontram-se vinculados aos deveres de transparência e regularidade na faturação previstos no Regulamento de Relações Comerciais do setor energético, sob supervisão da ERSE. A ausência prolongada de faturação constitui uma falha grave, que: Compromete o controlo dos consumos por parte do cliente; Impede o cumprimento atempado das obrigações de pagamento; Pode originar acumulação indevida de valores e prejuízo para o consumidor. Face ao exposto, notifico V. Exas. para que a GALP, proceda ao envio imediato de todas as faturas em falta; Regularizem a situação de faturação; Prestem esclarecimento formal sobre a origem desta falha. Sem outro assunto de momento, aguardo resolução urgente desta situação. Com os melhores cumprimentos, Ana Isabel Balixa Rosado NIF: 224358332
Avarias provocadas pelo apagão em Lisboa
Bom dia, Entre o dia 9 e 10 de fevereiro houve uma apagão de 24 horas na zona da Av Almirante Gago Coutinho em que resido. A luz foi reposta mas inicialemente aconteceu que se acenderam vários pontos de luz ao longo da casa mas com as lâmpadas com uma luz tremida e muito fraca e eu não conseguia desligá-las no interruptor. Disseram-me depois que a reposição da energia foi mal feita e a fase neutra não estava "neutra" (não sei os termos técnicos). Desta má reposição da eletricidade resultou uma avaria do transformador e placa do motor do portão do carro e dos módulos elétricos da caldeira. O problema não foi o apagão mas sim a deficiente reposição da eletricidade que danificou estes equipamentos. Apresentei a reclamção à E-Redes que recusou qualquer responsabilidade. Venho assim, como associado da DECO, solicitar a vossa avaliação da situação e se considerarem que tenho razão, avançar com a queixa. Obrigado Alexandre Bastos Gomes
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