Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Problema com avaria Meo
Segue o presente para indicar que após as condições climatéricas a que estamos sujeitos em todo o país, na passada quinta feira dia 2/11/2023 houve uma queda de um poste que ficou a obstruir a via, poste esse que era o de ligação dos cabos que forneciam a fibra cá para casa. Após inúmeras tentativas de contacto e sem solução à vista colocaram no atendedor automático que abavaria ia der reparada no dia 6/11/2023 até as 18horas.O grande problema é que nada feito, nem sequer cá apareceram e agora nesse mesmo atendedor tem uma gravação automática a dizer que a avaria será reparada no dia 7/11.Nos dias que decorrem é uma autêntica falta fe respeito pelo consumidor, adiam consecutivamente a reparação, eatou precisamente à 5 dias sem serviços, absolutamente nada nao dá um único canal, Internet nada.Tenho duas pessoas idosas em casa que passam o dia inteiro a olhar para a parede, nem a companhia da televisão têm. Inadmissível, desumano!!!Por este andar dia 7 adiam para dia 8 e assim consecutivamente, entretanto entra maos um fim de semana e continuamos no mesmo!!!! Nem para atenderem os telefones servem.
Problema c/ CPE errado que gera contrato na ENDESA sem o conhecimento do consumidor
Boa tarde. Venho por este meio expor uma situação que tem causado grandes constragimentos pessoais e que resulta de uma total inversão do ónus de responsabilidade da empresa ENDESA.A ENDESA cortou o fornecimento de electricidade na minha habitação no decurso de um conjunto de lapsos que decorrem do fornecimento de CPE errado por parte de outrem, lapsos esses em que momento algum tive conhecimento ou poderei ser responsabilizada. Anularam um contrato legitimamente celebrado com outra operadora, nunca fui informada de tal situação e, no final, suspendem o fornecimento de energia. Passarei de seguida, a descrever o processo e todos os passos que dei para resolver o mesmo.No dia 2 de novembro recebo, via correio, uma carta não registada, por parte da ENDESA, sem data, com a exposição de uma situação que desconhecia: um cliente havia contratado os serviços da ENDESA com o CPE da residência da qual sou proprietária e actualmente habito. Deste modo, sem o meu conhecimento, havia sido feito um contrato com a ENDESA e anulado o meu contrato de fornecimento com outra operadora. Para que tal acontecesse tiveram que ser atropelados um conjunto de procedimentos de verificação, nomeadamente a verificação de comprovativos de residência, legais para o efeito de estabelecimento de novo contrato. Nesta carta, a ENDESA referia que eu dispunha de 20 dias para realizar um novo contrato com outra operadora, sendo esta a única forma de resolver este lapso e de evitar a suspensão definitiva do fornecimento de energia. De imediato contactei a ENDESA para me certificar da veracidade desta informação (a carta não tinha data, nem destinatário) e de como devia proceder para regularizar a mesma. A operadora certificou-me que a ENDESA me iria contactar, uma vez que não dispunha de mais informação para além daquela que constava na carta. Certificou-me ainda de que não iria ser interrompido o fornecimento de energia (todas as chamadas que efectuei estão gravadas no sistema da ENDESA e poderão ser verificadas).No dia 6 de novembro, contra todas as informações prestadas por carta e por telefone, pelas 9h30, a electricidade foi cortada. Telefonei de imediato à ENDESA. A operadora confirmou o corte do fornecimento de energia. Questionei-a como tal poderia ter acontecido, uma vez que dispunha de 20 dias para regularizar a situação, aguardava um telefonema da ENDESA desde o dia 2 de novembro, e toda esta situação me era totalmente alheia, ou seja, em nenhum momento do processo me pode ser imputada responsabilidade por um conjunto de lapsos por parte de outrem. Informou-me que neste momento nada se poderia fazer para reverter a situação. Perguntei-lhe de imediato como resolver o conjunto de prejuízos que daqui decorrem: habitabilidade comprometida (sem electricidade que nos permita cozinhar e tomar banho, entre outros transtornos), ter um menor a meu cargo, estar em teletrabalho e necessitar de ligação à internet que depende de electricidade, deterioração de alimentos que estão em frigoríficos e arcas congeladoras, entre outros prejuízos. A única resposta que obtive foi de que deveria fazer um novo contrato com a operadora que tinha previamente e cujo contrato foi interrompido sem o meu conhecimento. E que lamentavam o sucedido.De imediato iniciei este novo contrato com a anterior comercializadora de electricidade. Foi-me informado que o processo de restituição do fornecimento poderia demorar até 7 dias úteis.Telefonei novamente à ENDESA para que esta pudesse restituir temporariamente a electricidade, por via remota, tal como fez com o pedido de suspensão. Reiteraram a impossibilidade de aceder ao pedido. Fui à loja da ENDESA na Loja do Cidadão e apenas neste momento me informaram que os 20 dias já haviam sido ultrapassados e que a carta sem data que havia recebido era de 11 de outubro. Nunca tal informação me foi transmitida, nem no dia 2 de novembro, aquando da 1.ª chamada. Nessa data, como me foi confirmado em loja, o pedido para suspensão do fornecimento já havia sido lançado pela operadora.Nada foi feito por parte da empresa ENDESA a não ser dizer que lamentavam o sucedido. Lamentar sobre um processo sobre o qual se é totalmente responsável pondo em causa a dignidade de outrem, que em nada pode ser responsabilizado, é inadmissível. Tentar reverter o processo ou minimizar o incómodo, também nunca foi uma solução apresentada pela empresa. Esta situação, no meu entender, corresponde à inversão do ónus de responsabilidade: um consumidor é alvo de erro por parte de uma empresa e o consumidor é que é penalizado com o corte do fornecimento de energia, tudo a partir de uma simples carta, sem data, não registada.Neste momento, não tenho as condições para habitar na casa que legitimamente sou proprietária. Exijo que a ENDESA haja de acordo com a responsabilidade civil que lhe é imputável e se responsabilize de imediato pelos seus lapsos e por todos os danos causados. Acredito que a empresa me deva indemnizar pelos danos causados, no mínimo para ser ressarcida dos gastos e prejuízos que decorrem desta situação.Estou disponível para quaisquer esclarecimentos adicionais e iniciar as diligências necessárias para que o caso possa ser seguido e resolvido pela DECO.Com os melhores cumprimentos,Sofia Gonçalves
Entrega com atraso e sem aviso
Faço esta reclamação pois estou desde o dia 02/11/2023 a espera de uma encomenda, data a qual a empresa que comprei deu-me data esperado de entrega (NOS), chega ao dia 03/11/2023 e recebo uma mensagem da DPD a avisar que a entrega ia ser feita e nada aconteceu. Faço a minha primeira chamada para o contacto da DPD avisei que me disponibilizei naquele dia para estar a espera da encomenda e não chegou, pedi se fosse possível para no dia 04/11/2023 deixarem num Ponto Pickup responderam-me que devido a hora já não seria possível, sendo que eu disse que era urgente. Esperei até ao dia 06/11/2023, mais uma vez tirei o dia para puder esperar pela encomenda, por volta das 12h, entram em contacto comigo através de uma mensagem que a entrega ia ser das 14h as 15h desse mesmo dia, chega as 15:20 e nada chegou. Contactei de imediato por telefone a DPD, disseram que iam entrar em contacto com o condutor, não obtive resposta. Voltei a ligar às 16:30 e disseram que ainda estavam a espera de resposta e que iam contactar o chefe do condutor, pedi para me avisarem. Entro no website para saber o estado da minha encomenda e por incrível a encomenda teve uma tentativa de entrega sem sucesso, o motivo que eles dão é Lamentamos, a sua encomenda não foi entregue por falta de tempo. Portanto fiz uma encomenda de urgência à uma semana e ainda não tenho resposta da mesma.
Viagem cancelada sem reembolso
No dia 1 de Novembro, recebi um mail da Sra. Filipa Branco da agência de viagens Check-in Station, a informar que a minha viagem ao Sri Lanka e Maldivas, nåo podia avança com a reserva, pois teria ocorrido um ataque cibernauta na sua empresaA viagem estava totalmente paga desde dia 10 de Outubro, altura em que me foi comunicado, que por ser em cima da hora (partiamos dia 3 Nov), teria de pagar a totalidade.Por ser uma agencia com quem trabalho á varios anos, nao estranhei e paguei 8.010 € por transferência bancária feita via BCP no dia 10 Out.Dia 1 ao receber o mail, liguei para a Sra Filipa, que disse que estava com os advogados e que estaria a resolver o problema. Garantiu-me depois de várias trocas de mensagens e chamadas, que dia 5 de Novembro receberia o dinheiro de volta, pois as suas contas estavam congeladas, mas que íria resolver tudo até dia 5.A verdade é que, apesar da minha insistência e tentativas de contacto, não obtive mais respostas. Fiquei entretanto a saber, que a loja fisica da agencia, localizada no Centro Comercial São Julião, Av. 22 Dezembro 21E-loja 1 2900-669 Setúbal, está encerrada á vários dias.Venho assim pedir a vossa ajuda, pois parece-me claramente um caso de burla, pois encontrei no vosso site, uma reclamação semelhante feita dia 22 de Outubro, de alguém a quem sucedeu o mesmo , com esta agência
Atraso Resolução de avaria de Micro Ondas
NIF 154499595Apólice nº MR58170645Processo Sinistro Casa 23MR050489Participei em 29-09-2023 uma avaria do meu Micro Ondas tendo no mesmo dia sido aberto o Processo de sinistro acima indicado. Só no dia 05 ou 06 de Outubro depois de vários telefonemas fui contactado pelo perito da Companhia tendo efetuado uma peritagem por vídeo conferência. O mesmo, me disse qual era o problema que já não sei identificar e que teria de vir uma empresa fazer o levantamento do equipamento para reparação. Depois de um, dois, três .... telefonemas, para a Companhia, só vieram levantar o equipamento no dia 27 de Outubro. Assim, serve a presente missiva para mostrar o meu desagrado pelo tempo de demora e pelos tratamento dado aos clientes à mais de trinta anos.Aguardo uma resposta urgenteHermínio Branquinho
Recusa de entrega
A encomenda, como pode ser facilmente comprovado no anexo, foi feita com direcção de entrega especificada, e não com recolha em ServicePoint-coisa-nenhuma, lugar para onde —de acordo com o email que acabo de receber— lhes pareceu conveniente enviar a minha encomenda. As trapalhadas incompetentes que caracterizam a DHL não são razoáveis nem toleráveis: pretender que os clientes façam o trabalho deles (pelo qual pagaram) é inadmissível.
PRESCRIÇÃO DE DIVIDA
Exmos SenhoresCom base no artigo 310.º do Código Civil, o Tribunal da Relação de Évora, (Acórdão referente ao processo nº 1583/14.3TBSTB-A.E1), decidiu que ao fim de cinco anos, desde a primeira falta de pagamento de uma mensalidade, prescrevem as prestações de um empréstimo, que envolvam o pagamento conjunto de juros e capital amortizável com juros.Ou seja, este prazo aplica-se quando há a concessão de crédito, na sequência de um contracto, que pressupõe uma atribuição patrimonial pela entidade bancária que concede o crédito ao beneficiário, e que este se compromete a liquidá-lo em prestações pré-determinadas.Estão abrangidos nestes cenários créditos pessoais, automóvel e de habitação E OU AVALES AOS MESMOS.Findo o prazo de prescrição da dívida, esta deve ser invocada de forma judicial ou extrajudicial, como previsto no artigo 303º do C.C.. ou seja, basta o envio de carta registada com aviso de recepção para a entidade em questão.Em 2021, foi enviada carta a informar a prescrição, logo, não deveriam ter avançado com apontamento ao banco de Portugal porque, juridicamente, a divida não pode ser exigida.A HEFESO - Sociedade de Titularização de Créditos, SA. informou em Julho de 2023 uma divida que entrou em incumprimento em Abril de 2008, há 15 anos e tres meses. Deverá ser considerado o pedido de prescrição.Contudo, não conheço a A HEFESO - Sociedade de Titularização de Créditos, SA., mas se há algum crédito aberto, o mesmo está prescrito.Os apontamentos registados no Banco de Portugal deverão ser retirados imediatamente.
ATRASO NA ENTREGA DA PRÉ-VENDA DO IPHONE 15 Pro
Venho por este meio manifestar a V.Exas o meu descontentamento no atraso do equipamento Iphone 15 Pro . Com o pedido nº 1103014469 em 01/Outubro/ 2023, informou (Worten -UBBO) que a previsão de entrega seria de 2 a 3 semanas. Depois de inúmeras tentativas de contacto para o Callcenter nunca foi efectuada a ligação com excito, pelo que me dirigi a loja acima indicada e me informou que estava atrasadas as entregas e que entretanto iria receber via SMS a mensagem da nova data entrega, o que se verificou no dia 27/10/2023 com a nova data de previsão de entrega para 24/11/2023. Não é aceitável que desde o inicio do pedido e sem ter ainda recebido o produto me tenha sido já descontado o valor de €52,04. Pretendo com esta reclamação me seja recersido o valor descontado do produto que não estou a usar.
Apoio ao cliente
NIF154292079Nº de Cliente 1418955954Exmos Senhores.No dia 23/9 estabeleci contracto com a MEO/satelite e por indicação do meu filho contactei o Sr Gonçalves que se deslocou até mim efectuar o dito no Parque Valbom e onde foi instalado o sistema a 29/8.Primeiro me foi garantido pelo Sr Gonçalves que a transferencia da NOS pra MEO seria da sua inteira responsabilidade dele MEO.Segundo que teria direito a uma oferta e entre varias que me propôs escolhi uma tablet (TCL).Dia 29/9 foi feita a instalação do equipamento da MEO,enfim funciona.Passados dias constato que a minha transferencia da NOS pra MEO não tinha sido feita atempadamente e a NOS queria cobrar + um mês.Me desloqueia a Loja NOS e me dizem a culpa seria MEO.Fui a loja MEO e me dizem a respônsabilidade seria minha ao que argumentei e me disseram que primeiro deveria pagar e depois com o recibo da caixa MB e factura deveria la voltar para dar continuidade ao processo. Assim fiz no dia 25/10 pelas 10h la estava eu na loja da MEO Rio Sul.Dia 29/10 recebo um telefonema da MEO de faltava um documento para concluir o processo (Formulario de denuncia da NOS).Dia 30/10 lá estava eu novamente pela manhã na loja da MEO no CC RIO SUL para entregar o dito documento e levei comigo a tablet oferta que após abrir o paconte constatei que tinha um defeito e que não funcionava.A funcionaria que que me esta a atender me disse para telefonar para o 16200 que é uma maquina ou teria de ir algures a Almada resolver eu pessoalmente o problema da tablet ao qual recusei tal tarefa pois não estou para perder tempo e dinheiro com algo que não considero ser da minha respõnsabilidade.Contactei telefonicamente no momento que estava na loja o Sr.Gonçalves que a quando da assinatura do contracto me disse estar sempre ao meu dispor para me ajudar com qualquer problema ficou ficou só por me dar explicações sobre a borucracia da MEO.Decidi deixar lá a caixa com tablet com o meu numero de telefone e o meu nome e quando tiverem solucionado o problema da tablet que comunicassem o que até ao momento nada disseram.Entretanto dia 30/10 comunico toda a situação teleonicamente a MEO que nada adiantaram me dizendo que ficava registado a minha queixa, tendo sido atendido pela Sra Raquel Lemos pelas 18h.Mais importante que o valor da tablet é pra mim a falta de respeito pelo cliente/utente.Assim vai é só paga é só pagar e nada mais.Com os meus cumprimentos,Jorge M. Vera de Carvalho
Serviço cancelado sem reembolso
Já enviei vários e-mails que ficaram sem resposta.Solicito reembolso porque o técnico não efetuou a reparação.Faltava uma peça.Como o preço proposto pela peça era exageradamente alto, cancelei o serviço.Estou de acordo de pagar a taxa de deslocação mas não a reparação, portanto espero um reembolso de 50.92 euros.Agradecida pela atenção.Eunice Rebelo Azevedo Gomes Varudo
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
