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Check - In Não Organizado
Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação ocorrida com a companhia aérea Transavia, que culminou na perda do meu voo por motivos que considero estarem fora do meu controlo. No dia 12 de julho de 2026, tinha um voo da Transavia com partida do Aeroporto de Amesterdão Schiphol e destino o Aeroporto Francisco Sá Carneiro no Porto. Cheguei ao aeroporto com antecedência suficiente para efetuar o check-in e despachar a bagagem. Tinha adquirido bagagem de porão e, ao dirigir-me às máquinas automáticas de bag drop, fui informado de que uma das minhas malas (uma mochila) não podia ser processada naquele sistema, sendo obrigatório recorrer ao balcão de check-in manual. Ao chegar ao balcão, deparei-me com uma fila extremamente longa e praticamente sem progressão. Permaneci mais de uma hora na fila, sem conseguir chegar ao balcão antes do encerramento do check-in. Como consequência, perdi o voo. Considero que esta situação resultou de uma manifesta insuficiência da capacidade operacional do serviço de check-in, uma vez que os passageiros que, como eu, eram obrigados a utilizar o check-in manual não tiveram uma oportunidade razoável de concluir os procedimentos dentro do tempo disponível, apesar de terem chegado ao aeroporto com a antecedência necessária. Após o sucedido, tive conhecimento, através de notícias publicadas na imprensa neerlandesa, de que dezenas de passageiros da Transavia perderam voos nessa mesma noite devido aos mesmos problemas de filas excessivas e capacidade insuficiente nos balcões de check-in. Esta informação demonstra que o meu caso não foi um incidente isolado, mas sim parte de uma falha operacional que afetou numerosos passageiros. Na sequência da perda do voo, fui obrigado a adquirir um novo bilhete para conseguir regressar ao meu destino, suportando integralmente esse custo, bem como todos os transtornos associados. Já apresentei reclamação diretamente à Transavia, solicitando o reembolso das despesas ou, pelo menos, uma solução compensatória. No entanto, pretendo obter aconselhamento sobre os meus direitos enquanto consumidor e saber quais os mecanismos legais ou extrajudiciais que posso utilizar caso a companhia recuse assumir qualquer responsabilidade. Assim, agradeço a vossa análise deste caso e peço orientação sobre os passos mais adequados para procurar o reembolso dos prejuízos sofridos, bem como sobre a eventual aplicação da legislação europeia de proteção dos passageiros ou de outras normas de defesa do consumidor.
Incumprimento Contratual
No dia 11-02-2026, adquiri um voucher da Odisseias num estabelecimento comercial, cuja embalagem identificava expressamente a possibilidade de utilização num hotel situado na Ilha da Madeira. Após a tentativa de reserva através do site oficial da Odisseias, verifiquei que não constava qualquer unidade hoteleira na Ilha da Madeira abrangida pelo referido voucher. Contactado o hotel mencionado na embalagem (Hotel Vila Galé Santa Cruz), fui informado de que as embalagens se encontram desatualizadas e que em caso de querer usufruir de uma experiência, teria de pagar mais 20 euros para usufruir. Posteriormente, contactei o apoio ao cliente da Odisseias, que declinou qualquer responsabilidade, remetendo a situação para a loja onde o voucher foi adquirido. A loja, por sua vez, recusou assumir responsabilidade, imputando o erro à Odisseias. Nos termos legais aplicáveis, venho solicitar a resolução do contrato e o reembolso integral do valor pago. Caso não seja apresentada solução adequada dentro do prazo legal, reservarei o direito de recorrer ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo competente.
Reclamação contra Airbnb (Reserva HM9WHEPX99) – Cobrança abusiva e falha de segurança
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste face a uma cobrança indevida por parte da plataforma Airbnb. Durante a estadia na reserva HM9WHEPX99 (Villa Garcia - Casa da Peneira), encontrei condições de insalubridade (infestação de pragas) e falhas graves de segurança. O móvel da televisão apresentava um design inadequado e instável (comprimento exato e laterais abertas), sem fixação, o que levou à quebra do ecrã do aparelho — um dano decorrente de uma falha estrutural do alojamento e não de má utilização. A plataforma Airbnb, agindo de forma arbitrária e ignorando as provas fotográficas apresentadas, decidiu responsabilizar-me pelo valor de 259,99€. É de salientar que a anfitriã alterou o valor pretendido após a apresentação de uma fatura, demonstrando falta de transparência. Como cliente de longa data, sinto-me defraudado pela falta de apoio e imparcialidade da plataforma. Já apresentei queixa na ASAE e no Centro Europeu do Consumidor, mas necessito de orientação jurídica da DECO para impedir esta cobrança indevida e cessar a pressão financeira exercida pelo Airbnb.
Reembolso de voos cancelados em atraso e ausência de resposta da iCliGo
No âmbito de uma viagem para Paris adquirida através da iCliGo, abrangendo 11 passageiros distribuídos por quatro reservas, os voos originalmente contratados para o dia 3 de junho de 2026 deixaram de poder ser realizados devido ao seu cancelamento pela companhia aérea. As alternativas apresentadas eram incompatíveis com a viagem programada, pelo que os respetivos voos foram cancelados e foi solicitado o reembolso dos valores pagos. Para que a viagem se pudesse realizar nas datas inicialmente previstas, fomos obrigados a adquirir novos voos com partida de Espanha, suportando um custo adicional muito significativo. Até à presente data (13 de julho de 2026), continuo sem receber qualquer reembolso relativo aos voos cancelados e, mais grave, sem qualquer informação concreta sobre o estado dos processos. Contactei diretamente a TAP Air Portugal, que me informou por escrito que, uma vez que os bilhetes foram emitidos através da iCliGo, o pedido de reembolso deve ser tratado junto da entidade emissora dos bilhetes. Desde então tenho tentado, por diversas vezes, contactar a iCliGo por telefone. Em todas as tentativas permaneço largos minutos em espera, sem qualquer atendimento, até que a chamada termina automaticamente com a indicação de que não é possível atender. Considero inadmissível que, mais de um mês após os factos, continue sem qualquer reembolso, sem uma previsão de pagamento e sem conseguir obter um único esclarecimento através dos canais de apoio ao cliente. Pretendo apenas que a iCliGo informe, de forma clara e objetiva: Em que data foram submetidos os pedidos de reembolso referentes às quatro reservas; Qual o estado atual de cada um desses processos; Se a iCliGo já recebeu algum reembolso por parte da companhia aérea; Qual a data prevista para proceder ao reembolso dos valores pagos. Não considero aceitável que um consumidor permaneça durante semanas sem qualquer informação e sem conseguir contactar a empresa responsável pelo processo de reembolso. Solicito, por isso, que a iCliGo resolva esta situação com a maior brevidade.
Prática comercial desleal, cobrança sem reserva efetuada
Exmos Senhores, Venho por esta via expor e pedir ajuda relativamente à plataforma DoYouItaly que cobrou indevidamente valores sem eu ter efutuada a reserva pois apenas comecei a introduzir os dados, sem ter colocado todos os dados ou confirmado a reserva. Já apresentei uma reclamação online na plataforma mas não tendo resposta, peço a vossa ajuda para reaver a quantia que me foi indevidamente cobrada. Agradecendo a vossa preciosa ajuda e atenção, Cordialmente,
Falta de transparência, comportamento hostil e insolente, cobranças arbitrárias e má-fé contratual -
Gostaria de expor a DECO uma situação inacreditável de desrespeito pelos direitos do consumidor e de total falta de civismo por parte da rent-a-car Final Rentals (DeluxeJourney LDA) no Porto. Planeei uma viagem com 9 amigos de Portugal para Espanha. Reservámos tudo e, por precaução, ligámos antes para o funcionário da rent-a-car (Sr. Miguel) para confirmar os limites do cartão para a caução. Foi-nos dito que seriam 4.200€. Um valor alto, mas ajustámos os nossos cartões para isso. O problema é que o "maravilhoso" sistema desta empresa funciona à base de surpresas de última hora no balcão. À chegada, fomos informados de que a cobertura total do agregador não servia e que tínhamos de pagar mais 500€ pela deles. E para melhorar a situação, decidiram aplicar IVA sobre a caução! O depósito passou a ser quase mais 1.000€ do que o combinado. Isto aconteceu num fim de semana à noite, sem hipótese de contactar o banco. Ficámos reféns da empresa: ou aceitávamos ou ficávamos na rua sem viagem e sem reembolso. Durante todo o processo, o comportamento da equipa foi absolutamente vergonhoso: fomos tratados com arrogância, grosseria e fomos alvo de insultos diretos apenas por estarmos a defender os nossos direitos. Um atendimento completamente hostil e inaceitável. Como não cedemos à pressão dos 500€ da cobertura, a empresa decidiu "vingar-se" mais tarde: cobraram-me no cartão uma penalização de 1.000€ que alegam estar escondida nas condições gerais no verso do documento. Condições essas que estão escritas numa letra tão microscópica que desafia qualquer capacidade de leitura humana! Para além disso, recusaram-se a dar-me uma cópia do contrato assinado no balcão e ignoraram o meu protesto escrito na folha de devolução do carro. Como associado/utente da DECO, peço o vosso apoio e mediação para travar este tipo de comportamento abusivo com os clientes e reaver o dinheiro que foi retirado arbitrariamente da minha conta.
Verificação conta
Venho manifestar a minha profunda insatisfação em relação ao processo de validação de conta e à retenção dos meus fundos nesta plataforma. Enviei todos os documentos solicitados, de acordo com as indicações dadas sobre legibilidade e formato, mas até ao momento o envio tem sido ignorado. Se esta situação não for resolvida rapidamente, terei de avançar com uma reclamação junto do SRIJ (Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos). Aguardo uma resposta célere e definitiva, e não mais uma mensagem automática. O apoio ao cliente é zero. Não existe.
Cruzeiro cancelado pela Costa Cruzeiros
Em janeiro de 2027 teria início um cruzeiro no navio Costa Pacífica, com embarque e desembarque no Funchal, associado às reservas n.º 35496266, 35496088 e 35496158 (7 passageiros). A Costa Cruzeiros alterou unilateralmente o navio, prometendo um crédito de 100€ por passageiro como compensação. Posteriormente informou que o novo navio não faria escala nem embarque no Funchal, tornando a viagem impraticável a partir do porto de origem acordado. A compensação prometida nunca foi cumprida. O valor da reserva foi reembolsado através da agência de viagens, mas este reembolso não cobre os danos reais causados: despesas adicionais com reorganização das férias, meses de coordenação entre 7 pessoas, perda de datas e planos importantes, desgaste emocional e impossibilidade prática de reorganizar uma viagem desta dimensão. Apresentei reclamação formal à Costa Crociere, ao abrigo do Regulamento (UE) n.º 1177/2010, exigindo indemnização proporcional aos danos materiais e morais sofridos. A resposta da empresa foi considerar o assunto encerrado apenas por ter havido reembolso pela agência, ignorando por completo o incumprimento contratual, a alteração unilateral das condições essenciais e a falta de cumprimento da compensação prometida. Considero a resposta da Costa Cruzeiros insatisfatória e desproporcional à gravidade da situação.
Valores cobrados indevidamente apo pedido de cancelamento de subscrição
Ex.mos Senhores Após ter pedido o cancelamento da minha subscrição da eDreams por email, a minha conta foi novamente debitada em fevereiro de 2026 com o valor de 89,99 € relativos à renovação anual da subscrição eDreams. Em março de 2026, voltaram a fazer um débito de 4,99 €, desta vez referente ao serviço "eDreams prime". Mesmo depois de vários pedidos para cancelar a subscrição, em junho voltaram a cobrar mais 89,99 €, outra vez associados à renovação anual da eDreams. Antes mesmo do primeiro débito, pedi ao meu banco que bloqueasse todos os pagamentos para a eDreams, mas esse pedido não foi respeitado, e os débitos continuaram a acontecer sem qualquer notificação. Isto levou a que a minha conta ficasse a descoberto, com consequências bastante negativas na minha situação financeira. Hoje, dia 10/07/2026, tentei novamente cancelar a subscrição, mas os emails acabam sempre devolvidos com a indicação de endereço desconhecido. Sinto-me totalmente insatisfeita com esta situação e sem resposta aos meus pedidos. Atenciosamente. Sandra Regina dos Santos Ribeiro
Cobrança indevida
Venho por este meio expressar o meu descontentamento em relação ao serviço prestado pela Avis. Depois de várias tentativas de contacto por email, continuo sem obter qualquer resposta ou esclarecimento. Fui confrontada com um débito na minha conta bancária, feito sem qualquer justificação, aviso prévio ou explicação sobre a sua origem. Considero esta situação completamente inaceitável. Foi retirado dinheiro da minha conta sem explicação e, mesmo após ter solicitado esclarecimentos e a devolução desse valor, continuo a ser ignorada, sem qualquer apoio da parte da empresa. Sinto-me prejudicada, pois perdi dinheiro sem motivo aparente e não vejo qualquer vontade da Avis em resolver a situação, nem em proceder ao reembolso. Peço a devolução imediata do valor cobrado sem justificação, bem como uma explicação formal sobre o débito. Caso não haja resolução, pondero recorrer às entidades competentes para defender os meus direitos enquanto consumidora.
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