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Airbnb cobrou valor, não confirmou reserva e continua sem reembolsar
No dia 7 de julho de 2026, efetuei uma reserva através da plataforma Airbnb, tendo escolhido o pagamento por MB Way. Apesar de o montante ter sido debitado da conta bancária, a reserva nunca foi confirmada, deixando-nos simultaneamente sem a reserva e sem o respetivo valor. Desde essa data, o reembolso continua por efetuar. Ao longo deste período, temos sido obrigados a contactar repetidamente o apoio ao cliente do Airbnb para obter informações sobre o estado do processo. Em vez de uma resolução célere, temos recebido sucessivos adiamentos e justificações contraditórias. Inicialmente foi-nos indicado que o problema estaria relacionado com o MB Way. Posteriormente, fomos informados de que a situação envolvia a Epay, entidade utilizada pelo Airbnb para processar este tipo de pagamentos. Fomos nós próprios que tivemos de contactar todas as entidades envolvidas para tentar identificar a origem do problema, fazendo um trabalho que deveria caber ao Airbnb. Ao longo dos vários contactos, foram surgindo novas explicações: numa ocasião foi-nos dito que não tinham o IBAN para efetuar o reembolso; noutra, que o reembolso estava a ser processado por MB Way, algo que não faz qualquer sentido para uma devolução desta natureza. Em todas as chamadas nos é comunicada uma nova data prevista para o reembolso, que acaba sempre por não ser cumprida. Considero inaceitável que uma empresa da dimensão do Airbnb mantenha um cliente sem o seu dinheiro durante vários dias, sem apresentar uma explicação consistente nem uma solução efetiva. Para além do prejuízo financeiro, esta situação tem-nos obrigado a perder tempo em inúmeros contactos telefónicos e a acompanhar diariamente um problema que não foi causado por nós. Solicito que esta situação seja analisada e que o Airbnb proceda, com a máxima urgência, ao reembolso integral do valor pago, bem como à melhoria dos seus procedimentos de apoio ao cliente e de gestão de incidentes de pagamento, para evitar que outros consumidores passem pela mesma situação.
Faturas não emitidas
Venho apresentar uma reclamação relativamente à SABA Portugal devido à sucessiva não emissão de faturas referentes a serviços de estacionamento adquiridos através da sua aplicação, bem como à persistência de uma falha técnica que impede a introdução dos dados de faturação no momento da compra. Desde o final de maio de 2026 que tento obter as faturas correspondentes a vários estacionamentos adquiridos através do produto MULTIDIA. Em 29/05/2026 comuniquei à SABA que a aplicação e o site não permitiam validar os meus dados de faturação, nomeadamente o código postal, impossibilitando a emissão automática das faturas. Nessa ocasião solicitei a emissão manual das faturas correspondentes às referências: 260000EH2193 – 27/05/2026 260000EH2532 – 29/05/2026 Após esse contacto, a SABA solicitou o envio dos comprovativos de compra, os quais enviei de imediato. Posteriormente foi-me solicitado que os anexos fossem remetidos em formato PDF, pedido que também cumpri. Apesar de ter fornecido toda a documentação solicitada e de ter respondido prontamente a todos os pedidos, até à presente data continuo sem receber as faturas nem qualquer informação concreta sobre o estado do processo. Entretanto, a falha técnica mantém-se. A aplicação continua a não permitir a introdução dos dados de faturação durante a compra, obrigando-me novamente a solicitar a emissão manual das faturas relativas a novos estacionamentos: 260000EH4429 – 09/06/2026 260000EH8941 – 30/06/2026 Voltei a enviar todos os comprovativos em formato PDF, mas continuo sem qualquer resolução. Esta situação é particularmente preocupante porque não se trata de um caso isolado, mas de um problema recorrente que impede sistematicamente a obtenção das faturas no momento da compra, obrigando os clientes a múltiplos contactos para exercer um direito que deveria ser automático. Recordo que a emissão de fatura pelos serviços prestados constitui uma obrigação legal, nos termos do artigo 29.º do Código do IVA, não podendo uma falha informática servir de justificação para a sua não emissão durante um período tão prolongado. Pretendo que a SABA Portugal: Emita, com caráter de urgência, as quatro faturas correspondentes às referências acima identificadas; Regularize definitivamente a falha existente na aplicação e/ou no website que impede a introdução dos dados de faturação; Informe por escrito as causas deste problema e o prazo para a sua resolução definitiva; Adote medidas para evitar que outros clientes sejam obrigados a passar pelo mesmo processo. Após várias semanas de contactos, envio de documentação e sucessivos pedidos de esclarecimento, considero que já foi concedido tempo mais do que suficiente para a regularização desta situação, pelo que solicito a intervenção da entidade responsável através deste portal para que a SABA cumpra as suas obrigações legais e proceda à emissão das faturas em falta.
Indução em erro no dia da sessão
Venho apresentar uma reclamação relativamente à compra de bilhetes para a sessão anunciada como sendo às 00h10 de domingo, dia 19. Durante o processo de compra interpretei naturalmente que a sessão ocorreria na noite de domingo, dia 19. Apenas após a conclusão da compra e na emissão da fatura verifiquei que, afinal, os bilhetes correspondiam à sessão das 00h10 já de segunda-feira, dia 20. Considero que a forma como a data e o horário foram apresentados é suscetível de induzir os clientes em erro, especialmente em sessões realizadas após a meia-noite, uma vez que muitos consumidores associam este horário ao final da noite do dia anterior e não ao início do dia seguinte. Solicito, por isso, a análise desta situação e a consideração de uma solução adequada, nomeadamente o reembolso do valor pago ou outra compensação que entendam apropriada. Obrigada.
Fatura do Pagamento efetuado
Exmos. Senhores, Na sequência da minha anterior reclamação, informo que voltei a contactar o Palladium Hotel Menorca. Na resposta recebida, o hotel esclarece expressamente que: a fatura do alojamento apenas pode ser emitida após a estadia; o pagamento da reserva foi recebido integralmente pela Booking.com; o hotel não recebeu qualquer pagamento relativo ao alojamento; por esse motivo, não pode emitir uma fatura referente a um valor que não recebeu, podendo apenas faturar eventuais consumos efetuados diretamente no hotel durante a estadia. Perante esta resposta, considero que deixa de existir qualquer dúvida quanto ao facto de o próprio hotel reconhecer que a entidade que recebeu o pagamento foi a Booking.com. Enquanto cliente, efetuei a reserva através da Booking.com, paguei diretamente à Booking.com e recebi da Booking.com o comprovativo desse pagamento. Assim, solicito que a Booking.com esclareça definitivamente quem é a entidade responsável pela emissão da fatura relativa ao pagamento efetuado e, caso essa responsabilidade lhe pertença, proceda à sua emissão em nome da Empresa, já vos enviada. Caso a Booking.com considere que a obrigação de emissão da fatura pertence ao hotel, solicito que garantam que o mesmo a emite e cumpre com o cumprimento da legislação. Acredito que esta situação poderá ser resolvida pela Booking.com, sem que o cliente tenha de intermediar uma divergência entre a plataforma e um dos seus parceiros. Fico a aguardar a vossa resposta e a resolução deste assunto com a maior brevidade. Marta
Cobrança indevida
Venho por este meio contestar formalmente a cobrança efetuada no momento do check-out da minha reserva 2N683G, relativa a um alegado excesso de quilmetros. No momento da devoluo da viatura fui informado de que teria de pagar um montante adicional por ter percorrido um total de 5.378 km, alegadamente por ter ultrapassado um limite dirio de 420 km. Contesto integralmente esta cobrança por considerar que a mesma no encontra fundamento nas informações que me foram prestadas antes da celebração do contrato. Durante todo o processo de reserva online, a única informação disponibilizada relativamente quilometragem incluída era a indicação expressa Distance Package: Free Unlimited Kms. Em nenhum momento da reserva foi apresentada, de forma clara, destacada ou inequívoca, qualquer referência à existência de um limite diário de 420 km ou possibilidade de serem cobrados valores adicionais caso esse limite fosse ultrapassado. Da mesma forma, no momento do check-in e da entrega da viatura, nenhum colaborador da Indie Campers me informou da existência dessa limitação, nem me alertou para qualquer consequência financeira relacionada com a quilometragem percorrida. Apenas após a devolução da viatura fui informado da existência deste alegado limite diário de 420 km. Essa informao no foi apresentada em momento algum durante o processo de reserva e no consta do meu resumo de reserva, onde apenas indicada a expresso Distance Package: Free Unlimited Kms. No existe qualquer aviso, nota, hiperligação ou boto associado a essa informação que remeta o consumidor para condições adicionais relativas à quilometragem. A referencia a este alegado limite apenas pode ser encontrada numa pagina de ajuda do vosso website, completamente separada do processo de reserva e de difícil localização.
Cobrança indevida
No dia 28/01/2026 efetuei a reserva n.º PT924252370 para aluguer de um veículo automóvel entre 20/05/2026 e 24/05/2026, com levantamento e entrega no Aeroporto Internacional do Funchal. A reserva incluía uma cadeira auto para criança. À chegada ao aeroporto verifiquei que a empresa Drivalia Portugal – Automóveis de Aluguer Sem Condutor, S.A. não assegurou o transporte em segurança do meu filho menor, que foi transportado no shuttle entre o aeroporto e as instalações da empresa sem cadeira auto adequada. Assim, em 20/05/2026 celebrei o contrato de aluguer n.º PT610696 relativo ao veículo Volkswagen T-Cross, matrícula BL-94-OB. O contrato incluía cadeira auto e Seguro Premium AXA. No momento da recolha, às 15h01, o veículo apresentava 28.750 km e diversos danos pré-existentes, nomeadamente nos pneus dianteiros e guarda-lamas traseiro, devidamente assinalados na folha de entrega e registados em vídeo. O veículo foi utilizado normalmente durante o período de aluguer, percorreu 357 km, não sofreu qualquer acidente ou dano e foi devolvido em 24/05/2026, às 12h51, no mesmo estado em que foi recebido, tendo eu cumprido integralmente todas as obrigações contratuais. Contudo, em 03/06/2026 verifiquei que a Drivalia debitou no meu cartão de crédito o montante de 1.500 €. Simultaneamente enviou uma fatura de 1.499,99 € referente a alegados “danos”, acompanhada de um documento de entrega onde surge a indicação “embraiagem no final de vida”. Até essa data nunca me tinha sido enviado tal documento, desconhecendo quem o elaborou e em que circunstâncias foi preenchido. Solicitei de imediato esclarecimentos e o relatório técnico da oficina que justificasse a intervenção efetuada, mas a empresa nunca respondeu. Considero a cobrança indevida, uma vez que o alegado dano corresponde ao desgaste normal de uma embraiagem em final de vida, resultante da utilização regular do veículo e não de qualquer utilização anormal, negligente ou imprudente da minha parte. Nos termos do contrato, o locatário apenas responde por danos que lhe sejam imputáveis. Apesar de ter solicitado a devolução do montante cobrado, a empresa não procedeu ao reembolso nem apresentou qualquer solução. Pelo exposto, apresento a presente reclamação
Violação normas
Ao remover as portas dos chuveiros, o espaço Solinca Colombo encontra-se em plena violação do Artigo 26 da Constituição Portuguesa bem como do Artigo 8 da Convenção Europeia para os Direitos Humanos. Além disso, esta prática dá aso a comportamentos inadequados (assédio?) por parte de alguns utentes. Esta reclamação foi apresentada VÁRIAS VEZES directamente ao espaço e ao Livro de Reclamações, sendo que a gerência do mesmo ADMITIU estar a par da situação e ADMITIU também que não iria fazer nada sobre o assunto. Deixo agora aqui esta reclamação em formato público para que todos os potenciais clientes fiquem cientes da barbaridade que ali se pratica, bem como da conivência por parte do Solinca Colombo.
Reclamação contra Uber Eats – Não entrega de encomenda e abandono de bens na via pública
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a plataforma Uber Eats (Uber Systems Spain, S.L.), na sequência de um serviço de entrega manifestamente defeituoso e negligente ocorrido no passado domingo, dia 04/07/2026 às 19h38. Na referida data, efetuei um pedido de compras ao El Corte Inglês através da plataforma Uber Eats, no valor total de 35,31 € (trinta e cinco euros e trinta e um cêntimos), devidamente debitado. Por motivos de força maior (chamada telefónica urgente), e porque o estafeta demorou mais de 30 minutos a efetuar a entrega (habitualmente demoram 10m / 15m) não me foi possível atender a campainha no exato momento da chegada do estafeta. Cerca de 15m após a tentativa de contacto, verifiquei a aplicação e deparei-me com uma fotografia, disponibilizada pelo próprio estafeta, que comprovava o abandono de dois sacos de compras no exterior do prédio, ou seja, na via pública (porta da rua). Ao deslocar-me de imediato ao local para recolher os bens, os mesmos já tinham sido levados por terceiros. Embora reconheça a minha ausência momentânea, o estafeta tinha o dever contratual de zelar pela integridade da mercadoria encomendada. O abandono de bens alimentares e de consumo na via pública constitui uma falha grave na prestação do serviço, negligência grosseira e violação do dever de guarda. O estafeta não esgotou os meios de contacto (não efetuou qualquer chamada telefónica) e, em última instância, deveria ter devolvido a mercadoria ao estabelecimento de origem ou ao centro de distribuição, em vez de a expor ao furto na rua. Pode até ele próprio ter levado os sacos, certo é que já não apareceram. Mais informo que, de forma altamente irregular, após ter confrontado o apoio ao cliente da Uber Eats com a fotografia do abandono dos sacos, a referida imagem foi eliminada da aplicação por parte da plataforma, numa clara tentativa de ocultação de prova física do incumprimento. A Uber Eats recusa o reembolso, alegando que o estafeta "agiu em conformidade". Não posso aceitar que "agir em conformidade" signifique deitar mercadoria paga pelo cliente na rua à mercê de passantes. Face ao exposto, exijo: A restituição integral do valor de 35,31 €, uma vez que o serviço de entrega não foi efetivamente concluído com sucesso; A preservação imediata nos vossos sistemas da fotografia de entrega e dos dados de geolocalização do estafeta àquela hora, ao abrigo do RGPD, elementos que serão solicitados pelas autoridades policiais competentes, visto que irei avançar com uma denúncia por furto/apropriação indevida e requerer as imagens de videovigilância do edifício. Dou ainda nota que, no passado dia 8 julho, voltei ao contato com a Uber Eats (mensagem), tendo recebido mensagem automática que me iriam contatar passados 2 dias, pois estavam a analisar o tema, já não rececionei qualquer contato. Fico a aguardar a vossa resposta no prazo legal para o efeito. Cumprimentos.
Não querem passar fatura
Boa tarde. No passodo dia 18 de maio estive hospedado no hotel D. Eufémia na cidade da Covilhã através do booking até aqui tudo certo. Depois de terminar a estadia solicitei ao booking a fatura e até aos dia de hoje nunca me enviaram sempre com a desculpas que a fatura está no lixo do email ou que já foi solicitada ao parceiro sempre com este tipo de desculpas.
Ausência de Responsabilidade
**Reclamação contra a ChristCar – NIF 518436756** Venho apresentar uma reclamação contra a empresa **ChristCar (NIF 518436756)** relativamente à venda do veículo **Opel Astra K, matrícula BO-06-JN**, que, na minha perspetiva, apresentava um problema cuja origem é anterior à sua aquisição e relativamente ao qual a empresa se recusa a assumir qualquer responsabilidade. Adquiri o referido veículo à ChristCar no dia **3 de junho de 2025**, tendo-me sido expressamente informado, no momento da compra, que a distribuição do motor já havia sido substituída. Esta informação foi determinante para a minha decisão de adquirir o veículo, por me transmitir confiança relativamente ao estado mecânico do automóvel. No dia **28 de abril de 2026**, o veículo sofreu uma avaria grave, tendo sido rebocado para uma oficina mecânica, onde permanece imobilizado desde essa data. Após o diagnóstico efetuado pela oficina, fui informado de que a avaria incide sobre a **árvore de cames** e que a sua origem está relacionada com a última intervenção realizada no sistema de distribuição do motor. Importa salientar que essa intervenção foi efetuada antes da minha aquisição do veículo, pelo que não tive qualquer intervenção ou responsabilidade na sua realização. Perante esta situação, contactei de imediato a ChristCar, remetendo toda a informação técnica disponibilizada pela oficina e solicitando que assumisse a responsabilidade pela reparação ou, em alternativa, procedesse à substituição do veículo, uma vez que este ainda se encontra abrangido pela garantia. Após vários contactos e insistências, a ChristCar respondeu que não assumiria qualquer responsabilidade, alegando que a avaria não se encontra abrangida pela garantia contratual e que a seguradora responsável pela garantia não cobre este tipo de avaria. Considero esta resposta manifestamente insuficiente e inaceitável. A minha reclamação não se fundamenta apenas na garantia contratual, mas sobretudo no facto de o diagnóstico técnico apontar que a avaria resulta de uma intervenção realizada antes da venda do veículo. A circunstância de a seguradora da garantia não assumir a reparação não afasta, por si só, a responsabilidade do vendedor perante o consumidor. Acresce que o veículo se encontra imobilizado desde **28 de abril de 2026**, ou seja, há vários meses, situação que me tem causado graves transtornos e prejuízos, privando-me da utilização de um bem que adquiri na expectativa legítima de que se encontrava em boas condições de funcionamento. Apesar das diversas tentativas de resolução amigável, a ChristCar manteve a sua posição, recusando assumir qualquer responsabilidade ou apresentar uma solução adequada para o problema. Face ao exposto, solicito a intervenção da **DECO PROteste** para que esta situação seja analisada e para que a ChristCar seja instada a assumir as responsabilidades que lhe cabem enquanto vendedora profissional, encontrando uma solução justa e definitiva para um problema cuja origem, segundo o diagnóstico técnico, é anterior à minha aquisição do veículo. Em anexo junto toda a documentação relevante, incluindo os diagnósticos da oficina e a troca de correspondência mantida com a ChristCar.
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