Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
K. F.
31/08/2026

Cobrança indevida

Boa tarde, venho po este meio pedir que façam o favor de cancelar o EDreams prime de Marcos Roberto Paulino, já havia sido cancelado em Abril mas vocês ativaram por conta própria e estão debitando na conta desde então! Espero que este problema seja resolvido, ele quer o reembolso o quanto antes.

Em curso
L. R.
31/08/2026

Reclamação – Pedido de alteração de hotel em reserva

Bom dia, Efetuei, através de uma agência de viagens, uma reserva para Punta Cana, com uma estadia de duas semanas. Após alguma pesquisa sobre as condições atuais no destino, verifiquei que existe uma quantidade significativa de sargaço nas praias de Punta Cana, o que naturalmente poderá comprometer uma parte importante da experiência que motivou a escolha deste destino. Perante esta situação, contactei diretamente o operador, NewBlue, no sentido de tentar encontrar uma solução que permitisse minimizar o impacto nas nossas férias, nomeadamente através da alteração de uma das semanas de estadia para Miches, onde as condições relativamente ao sargaço são diferentes e permitirão usufruir melhor da praia. Foi-me indicado que teria de tratar desta questão através da agência de viagens onde efetuei a reserva, pelo que assim fiz. Após contacto da agência com o operador, fui informado de que a alteração não seria possível, uma vez que implicaria o cancelamento da reserva atual e a realização de uma nova reserva, com custos de cancelamento superiores a 1.200 €. Considero esta resposta difícil de compreender, sobretudo tendo em conta que ainda falta quase um mês para a viagem. Estamos a falar, essencialmente, da alteração de uma semana de estadia para outro hotel, e não de um cancelamento da viagem. Mais ainda, manifestei desde o início disponibilidade para suportar eventuais custos adicionais associados à alteração. Também confirmei que o hotel pretendido em Miches dispõe de disponibilidade para o período em questão, pelo que não se trata de uma impossibilidade decorrente da falta de disponibilidade. Compreenderia perfeitamente a existência de limitações ou custos caso o pedido fosse efetuado em cima da hora, caso não existisse disponibilidade ou caso a alteração implicasse condições que não pudessem ser acomodadas. No entanto, perante as circunstâncias acima descritas, considero que deveria existir alguma flexibilidade e, sobretudo, vontade de encontrar uma solução razoável para o cliente. É particularmente frustrante constatar que, apesar da antecedência e da minha disponibilidade para assumir eventuais custos adicionais, a única solução apresentada seja o cancelamento da reserva com uma penalização superior a 1.200 €. Na minha opinião, esta não demonstra qualquer preocupação em encontrar uma solução, mas apenas uma aplicação rígida das condições comerciais existentes. Lamento ainda que a NewBlue, enquanto operador responsável pela viagem, remeta a resolução deste tipo de situações para a agência de viagens, sem demonstrar disponibilidade para procurar uma alternativa que permita salvaguardar a satisfação do cliente. Naturalmente, esta experiência terá influência na minha decisão de voltar a contratar viagens através da NewBlue no futuro. É lamentável que uma situação que poderia ser facilmente resolvida através de alguma flexibilidade e bom senso resulte numa experiência tão negativa antes mesmo do início da viagem. Obrigado.

Em curso
F. G.
30/08/2026

Artista anunciado não vem

Exmos Senhotes: comprei 2 bilhetes no valor de 280€.53€ em 07/062026 através da Viagogo, nota de encomenda 645279094 porque estava anunciado pela Meo Kalorama Paul Simon no dia 30/08/2026. Posteriormente o nome do artista desapareceu do cartaz e assim não irei ao “concerto”. Pela falsa publicidade quero o dinheiro dos bilhetes de volta! Fernando Guerra epilaser@fguerra.pt

Em curso
F. C.
30/08/2026

Subscrições, faturação e atendimento

Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente às práticas desta plataforma, que considero altamente questionáveis e, em vários aspetos, lesivas dos direitos e interesses dos consumidores. Em primeiro lugar, considero particularmente preocupante a forma como as subscrições Prime são ativadas. A adesão é apresentada de forma pouco transparente, levando o consumidor a subscrever o serviço sem que essa decisão seja devidamente clara e inequívoca. Além disso, o cancelamento da subscrição não é imediatamente possível, o que considero uma prática abusiva e pouco transparente. Outro problema recorrente prende-se com a faturação. Apesar de, por diversas vezes, ter solicitado expressamente que as faturas fossem emitidas com os meus dados fiscais, incluindo o respetivo número de contribuinte, essa informação é sistematicamente eliminada da reserva. Como consequência, é posteriormente emitida uma fatura simplificada, sem os dados fiscais que solicitei. Esta situação foi comunicada repetidamente ao serviço de apoio ao cliente. No entanto, apesar das várias tentativas de obter uma solução, nunca foi apresentada uma resposta satisfatória nem resolvido o problema. O atendimento prestado revelou-se particularmente frustrante, uma vez que as respostas recebidas parecem ignorar deliberadamente o problema apresentado, tratando o consumidor como se não compreendesse o funcionamento do próprio serviço. Considero inaceitável que uma plataforma que opera comercialmente em Portugal não disponibilize de forma clara e eficaz mecanismos para a correta faturação com número de contribuinte, nem ofereça um serviço de apoio ao cliente capaz de resolver uma questão tão básica. Solicito, por isso, uma explicação formal sobre estas práticas, bem como a correção da situação relativamente à faturação e a garantia de que os meus dados fiscais serão respeitados em futuras reservas. Caso esta situação não seja devidamente esclarecida e solucionada, ponderarei apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Aguardo uma resposta concreta e fundamentada, e não uma resposta automática ou genérica que não responda às questões acima expostas. Em anexo coloco um printscreen que fiz no processo de reserva, e outro que fiz após a reserva na versão desktop do site da Edreams, em que o meu contribuinte simplesmente, desapareceu.

Em curso
D. P.
29/08/2026

Reclamação contra Skydive Maia Incumprimento de Contrato e Encerramento de Atividade sem Reembolso

Venho por este meio solicitar o vosso apoio jurídico na qualidade de lesado(a) pelo encerramento repentino da empresa Skydive Maia, com quem mantinha um contrato de prestação de serviços ativo desde 2019. Em 11 de novembro de 2019, adquiri um voucher para a realização de um salto de paraquedas no valor de 160€ (posteriormente atualizado com um segundo voucher de 179€ em dezembro de 2021). Contrariamente ao que a empresa possa alegar com base em cláusulas abusivas de "não reembolso" inscritas no voucher, a verdade é que o serviço nunca foi prestado por exclusiva responsabilidade e impedimentos da Skydive Maia. Ao longo de quase 7 anos, tentei sucessivas marcações que foram sistematicamente canceladas pela gerência com os seguintes fundamentos registados: 05/08/2020: Cancelamento devido a restrições COVID-19 / Piloto afetado; 07/12/2021: Emissão de segundo voucher atualizado (179€); 08/12/2021: Cancelamento por infeção COVID do piloto; 07/2022: Cancelamento por indisponibilidade de marcação da empresa; 08/2023: Cancelamento devido a restrições aéreas; 08/2024: Cancelamento por indisponibilidade de marcação da empresa; 08/2025: Cancelamento devido a restrições no aeroporto; 2026: Encerramento definitivo da empresa e corte total de contactos. A empresa manteve o meu voucher e a respetiva validade vinculados ao serviço de forma contínua até ao início de 2026, altura em que encerrou a atividade sem efetuar o reembolso dos valores devidos aos clientes lesados, configurando uma situação de enriquecimento sem causa e burla. Tendo em conta que possuo o registo cronológico destas interações e adiamentos forçados, solicito a vossa intervenção para perceber que diligências extrajudiciais ou judiciais coletivas estão a ser tomadas para responsabilizar os gerentes da empresa e tentar reaver o valor investido. Junto em anexo a prova documental da linha temporal dos cancelamentos, bem como o comprovativo de compra original.Fico a aguardar a vossa resposta e orientações. Melhores cumprimentos.

Em curso
M. S.
29/08/2026

Retenção indevida de caução

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à Avis Budget, na sequência de uma caução/pré-autorização no valor de €200,01, efetuada no âmbito de um aluguer de viatura no Aeroporto do Porto no dia 28 de junho de 2026. A operação de €200,01 foi efetuada no meu cartão bancário e encontra-se atualmente identificada na aplicação do meu banco como “pendente de confirmação pelo comerciante”. O veículo foi entretanto devolvido à Avis, tendo o contrato de aluguer terminado há várias semanas. Após a devolução, contactei a Avis para saber quando seria libertado o valor da caução. Foi-me indicado pela empresa que a libertação poderia demorar até 28 dias úteis. No entanto, esse prazo já foi largamente ultrapassado e os €200,01 continuam indisponíveis. Tenho tentado resolver esta situação diretamente com a Avis, através de contactos telefónicos e por email, mas não tenho conseguido obter uma resposta ou uma solução. As minhas tentativas de contacto permanecem sem resposta. Importa salientar que não fui informada de qualquer dano causado à viatura, penalização, dívida ou outro motivo que justificasse a retenção deste montante. O valor corresponde à caução/pré-autorização efetuada aquando do aluguer. Neste momento, apesar de o aluguer já ter terminado há bastante tempo e de o prazo de 28 dias úteis indicado pela própria empresa já ter sido ultrapassado, continuo sem poder utilizar os €200,01. Considero particularmente preocupante que, além de o valor continuar pendente, a empresa não esteja a responder às minhas tentativas de contacto para esclarecer e resolver a situação. O que solicito Solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de me ajudar a obter uma resposta e uma solução por parte da Avis, nomeadamente: 1. A libertação imediata dos €200,01 correspondentes à caução/pré-autorização; 2. Caso a Avis alegue que o montante já foi libertado, que me seja fornecido comprovativo da data em que a pré-autorização foi cancelada/libertada; 3. Uma explicação clara para o facto de o valor continuar pendente depois de ultrapassado o prazo de 28 dias úteis indicado pela própria empresa; 4. Uma resposta formal às minhas anteriores tentativas de contacto. Já tentei resolver a situação diretamente com a empresa, sem sucesso, pelo que recorro agora à DECO PROteste para obter apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidora. Envio em anexo alguns documentos que comprovam as minhas tentativas de comunicação com a empresa.

Em curso
J. G.
28/08/2026

Imputação incorreta e ilegal de dano do veículo alugado

Descrição dos factos: Aluguei uma viatura na empresa Klass Wagen (reserva/contrato n.º LIS-246914222727644, matrícula BS 45 SV), no dia 16 de agosto, das 9:00 às 17:00. Após a devolução, a empresa alegou a existência de dano no para-brisas (fissura/rutura), imputando-me a responsabilidade e pretendendo cobrar 1150 EUR (150 EUR de taxa administrativa + 1000 EUR pelo vidro) através do depósito bloqueado no meu cartão de crédito. Contestei formalmente a alegação por email, solicitando prova documental do estado da viatura antes do meu aluguer (fotografias datadas do check-in), identificação dos responsáveis pelas inspeções, e a fatura/orçamento da reparação. A empresa recusou fornecer esta documentação, invocando proteção de dados e cláusulas contratuais, limitando-se a afirmar que o dano “não constava registado como preexistente” na Ficha de Entrega. Sem, contudo, apresentar qualquer prova concreta de que o dano ocorreu durante o meu período de utilização, como lhe compete nos termos legais do ónus da prova. Acresce que a Ficha de Entrega que me foi apresentada no início do aluguer registava apenas 9 danos, quando a viatura já apresentava na ocasião, na realidade – como resulta claramente comprovado nos seis vídeos do estado da mesma que fiz e que desde logo enviei à empresa -, numerosos e profundos danos exteriores e interiores não documentados. Isto demonstra que o processo de inspeção e registo de danos aplicado é manifestamente deficiente e não reflete o estado real do veículo, o que desvaloriza totalmente, só por si, a fiabilidade da Ficha de Entrega como prova do estado inicial da viatura. Um dano da natureza alegada (fissura/rutura no para-brisas) não passaria despercebido durante a utilização e não ocorreu qualquer incidente desse género durante o período do meu aluguer. Já aluguei viaturas nesta empresa em diversas ocasiões anteriores sem qualquer problema. Considero que a empresa está a imputar-me a responsabilidade por um dano que não causei nem ocorreu no período do meu aluguer, sem apresentar prova bastante como lhe incumbe legalmente e a reter indevidamente o valor do meu cartão. Solicito a intervenção da DECO para avaliação e procedimento adequado a esta situação.

Em curso
J. C.
28/08/2026

Cobrança Indevida

Ex. Sr Eu,João Carvalho com o email/user jpclmf@sapo.pt, venho apresentar uma reclamação devido à cobrança de 79,99 € efetuada pelo comerciante EDREAMS PRIME, numa operação datada de 13/07/2026 (ver anexo 1). Esta cobrança é indevida, pois cancelei a minha subscrição do eDreams Prime em 2025 e não autorizei nenhuma renovação. Além disso, ao aceder à minha conta eDreams, o próprio sistema indica que houve um problema com o método de pagamento e pede-me para atualizar os dados, a fim de renovar a subscrição (ver anexo 2). Ou seja, fica claro que, segundo as informações da eDreams, a renovação não foi processada, mesmo assim, o valor de 79,99 € foi lançado no cartão e debitado na conta à ordem a 20/08/2026. Considero esta situação totalmente inaceitável e exijo o reembolso de imediato.

Em curso
V. R.
28/08/2026

Quarto reservado não corresponde ao anúncio e sem apoio adequado da plataforma para alternativa

Reservei um quarto através da Hoteis.com para o Hotel Altavilla, em Roma, entre 11 e 15 de agosto de 2026, com pagamento a realizar diretamente no local (único método de pagamento disponível). Quando cheguei, deparei-me com um quarto em condições inaceitáveis: havia humidade e bolor no teto, muita sujidade, a sanita estava dentro do duche, as tomadas estavam danificadas e a porta não tinha qualquer sistema de segurança. Nada disto correspondia ao que vi nas fotografias do anúncio. Saí imediatamente do quarto e fui pedir explicações ao rececionista, que admitiu não existir qualquer quarto igual ao que estava anunciado. Saí logo do hotel e fui obrigada a procurar uma alternativa de última hora em pleno mês de agosto, tendo de pagar 358€ a mais do meu próprio bolso. Contactei a Hoteis.com assim que consegui outro alojamento e expliquei toda a situação. Pediram-me para aguardar porque iriam tentar contactar o hotel para esclarecer os factos. Depois de mais de 20 minutos à espera, aconselharam-me a relatar a situação por email e a pedir mediação, porque não conseguiram contactar o hotel por telefone. Enviei a explicação por escrito com fotografias como prova, a pedir o reembolso do valor que paguei. Nas várias trocas de email — muitas vezes com respostas automáticas — a empresa: - Considerou o meu pedido como uma "alteração de reserva sem penalização", como se eu tivesse desistido por vontade própria; - Alegou várias vezes que tentou contactar o hotel sem sucesso, dizendo que não podiam forçar um reembolso por o pagamento ter sido feito diretamente no local (algo que claramente faz parte do esquema do Hotel pois assim não sofre nenhuma consequência e o dinheiro fica na posse deles); - Ofereceu 15%, depois 20% do valor da reserva como "compensação máxima", mas em forma de voucher para uma futura reserva, sem nunca esclarecer se seria possível o reembolso em dinheiro, mesmo tendo questionado diretamente; - Nunca deu resposta às perguntas concretas sobre o que teria acontecido se eu tivesse pedido apoio na altura da emergência, a meio da noite, noutro país (como me disseram inicialmente que era o que eu deveria ter feito no primeiro instante); - Ignorou as minhas questões sobre que medidas seriam tomadas contra o alojamento, que continua ativo na plataforma e disponível para outras pessoas. Descobri ainda que o problema da sanita no duche já é uma reclamação recorrente em outras plataformas, e que o mesmo endereço em Roma tem pelo menos três nomes diferentes online, com fotografias partilhadas entre eles, incluindo imagens de quartos e salas que nem existem. Apesar disto, na plataforma Hoteis.com os comentários do alojamento são positivos e não refletem estes problemas, o que me faz duvidar da fiabilidade das avaliações. Sinto-me totalmente enganada com esta situação e revoltada porque outras pessoas vão continuar a ser enganadas por este alojamento com a ajuda da Hoteis.com em não tomar medidas concretas.

Em curso
L. N.
26/08/2026

Tentativa de fraude com dados obtidos no Booking

A aplicação Booking não protege os dados dos seus clientes. Após fazer uma reserva de alojamento através da App Booking estou a receber mensagens fraudulentas via WApp, com o meu nome, o do hotel, e as datas das reservas, a pedir confirmações de dados "em falta". Contactei o hotel destino que me informou estar a receber muitas chamadas de clientes que estão na mesma situação.

Em curso

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