Reclamações públicas

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V. F.
18/06/2024

Cobrança de divida indevidamente

Para: Medicare 18/06/2024 Venho por este meio solicitar o cancelamento das dívidas do contrato com a Medicare No ano de 2020 contactei a Medicare por via telefónica para pedir o cancelamento, visto não ter usufruído dos serviços, e como tal, não me ser útil. Redirecionaram-me para a linha da retenção para me convencer a continuar subscrito ao plano, o que recusei, e reiterei que queria proceder ao cancelamento do mesmo. Como tal, fui agora em 2024 contactado por e-mail por uma empresa de cobrança de dívidas, a Indebt - Improve Debt Management, porque teria que alegadamente proceder ao pagamento das restantes prestações desse ano, sendo que nem nesse ano nem nos anterior usufruí de qualquer serviço deste contrato. Por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação, invoco o Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, artigo 5.º, n.º 7 (que transpõe a Diretiva n.º 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art. 5.º/n.º 7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “. Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare, agradeço que procedam ao cancelamento com efeitos imediatos, caso o cancelamento não seja já efetivo, e a anulação de dividas acossiadas . Mostrar citação

Resolvida
A. F.
18/06/2024

Proprietário Não Comparece

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à reserva que efetuei na plataforma Booking.com. Considero a situação lamentável e totalmente inaceitável. No dia e hora agendados para o check-in, compareci no local. No entanto, o responsável pelo alojamento não compareceu, impossibilitando o meu acesso ao mesmo. De imediato, tentei solucionar o problema recorrendo à ajuda de residentes do prédio onde se situa o alojamento. Fui informado por estes que a ausência do proprietário no momento do check-in é recorrente. Em simultâneo, tentei contactar o proprietário por diversas vezes, através da aplicação Booking (mensagens que desapareceram após o cancelamento da reserva), por telefone e através das linhas de apoio da Booking.com. No entanto, todas as tentativas foram infrutíferas, não obtendo qualquer tipo de resposta ou resolução para o problema. Esta situação causou-me transtornos significativos, nomeadamente a impossibilidade de usufruir da estadia reservada e a necessidade de procurar alojamento alternativo em última hora, com custos adicionais. Face ao exposto, solicito o seguinte: Reembolso integral do valor pago pela reserva, incluindo eventuais taxas ou comissões cobradas pela Booking.com; Indemnização pelos transtornos causados, incluindo os custos adicionais com alojamento alternativo; Apresentação de um pedido de desculpas formal por parte do proprietário do alojamento e da Booking.com; Considero inadmissível a falta de profissionalismo e de respeito para com o cliente demonstrada tanto pelo proprietário do alojamento como pela Booking.com. A passividade na tentativa de resolução por parte da plataforma é particularmente preocupante. Aguardo uma resposta a esta reclamação com a máxima brevidade. Com os melhores cumprimentos, A.F

Encerrada
R. S.
18/06/2024
Sultanato

Recusa a apresentar Livro de Reclamações

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa de gestão de condomínios Sultanato. Gostaria de informar que já submeti uma queixa prévia sobre esta empresa devido à sua contínua falha em prestar um serviço adequado aos condóminos e à sua recusa repetida em fornecer o Livro de Reclamações. Como evidenciado nos e-mails que encaminhei, solicitei o Livro de Reclamações entre 3 a 6 vezes, sem obter qualquer resposta. No entanto, essa mesma queixa, apesar de existir um prazo de 15 dias para eu ter resposta, ainda não foi respondida (Reclamação: ROR00000000045027578). De acordo com o Decreto-Lei n.º 156/2005, atualizado pelo Decreto-Lei n.º 74/2017, todas as empresas que prestam serviços ao público, incluindo empresas de gestão de condomínios, são obrigadas a disponibilizar o Livro de Reclamações tanto em formato físico quanto eletrónico. A falha em fornecer o Livro de Reclamações constitui uma contraordenação económica grave, conforme estabelecido no artigo 9.º do referido Decreto-Lei. Além disso, a Direção-Geral do Consumidor (DGC) e outras entidades reguladoras têm o dever de fiscalizar o cumprimento destas normas, assegurando que os direitos dos consumidores sejam protegidos. A falta de fornecimento do Livro de Reclamações ou a obstrução na submissão de queixas podem resultar em penalidades significativas para a empresa infratora​ (PGDLisboa)​​ (Vendus)​. Solicito, portanto, que tomem as medidas necessárias para garantir que a empresa Sultanato cumpra com as suas obrigações legais e disponibilize imediatamente o Livro de Reclamações. Esta situação tem causado grande transtorno aos condóminos que represento, e é essencial que a empresa responda adequadamente às solicitações feitas. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta urgente sobre os passos que serão tomados para resolver esta questão. Cumprimentos.

Encerrada
R. S.
18/06/2024
Sultanato

Reclamação Sem Resposta

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa de gestão de condomínios Sultanato. Gostaria de informar que já submeti uma queixa prévia sobre esta empresa devido à sua contínua falha em prestar um serviço adequado aos condóminos e à sua recusa repetida em fornecer o Livro de Reclamações. Como evidenciado nos e-mails que encaminhei, solicitei o Livro de Reclamações entre 3 a 6 vezes, sem obter qualquer resposta. No entanto, essa mesma queixa, apesar de existir um prazo de 15 dias para eu ter resposta, ainda não foi respondida (Reclamação: ROR00000000045027578). De acordo com o Decreto-Lei n.º 156/2005, atualizado pelo Decreto-Lei n.º 74/2017, todas as empresas que prestam serviços ao público, incluindo empresas de gestão de condomínios, são obrigadas a disponibilizar o Livro de Reclamações tanto em formato físico quanto eletrónico. A falha em fornecer o Livro de Reclamações constitui uma contraordenação económica grave, conforme estabelecido no artigo 9.º do referido Decreto-Lei. Além disso, a Direção-Geral do Consumidor (DGC) e outras entidades reguladoras têm o dever de fiscalizar o cumprimento destas normas, assegurando que os direitos dos consumidores sejam protegidos. A falta de fornecimento do Livro de Reclamações ou a obstrução na submissão de queixas podem resultar em penalidades significativas para a empresa infratora​ (PGDLisboa)​​ (Vendus)​. Solicito, portanto, que tomem as medidas necessárias para garantir que a empresa Sultanato cumpra com as suas obrigações legais e disponibilize imediatamente o Livro de Reclamações. Esta situação tem causado grande transtorno aos condóminos que represento, e é essencial que a empresa responda adequadamente às solicitações feitas. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta urgente sobre os passos que serão tomados para resolver esta questão. Cumprimentos.

Encerrada
J. S.
18/06/2024

Devolução o remetente

Boa tarde. Antes de descrever a situação (e porque tal foi sempre ignorado nos meus contactos com a empresa), estou de baixa prolongada, só saio de casa de ambulância para fazer tratamentos, eu estava em casa, e (mesmo que o quisesse) não poderia ir ao ponto de recolha. Dia 6 de junho aguardava por uma encomenda, ao fim do dia vejo que fui dado como "ausente" (estando num tempo impossível de 10 minutos no ponto de recolha disponível). No dia seguinte telefono para a delegação da Amadora e disseram-me que seria a central a resolver, a central disse que seria a Amadora, e antes que "andasse de um lado para o outro" pedi à central que resolvesse com a Amadora, aguardei e me indicaram que até ao fim do dia a local me diria quando seria a nova entrega, não telefonaram. Dois dias depois telefonei para a Amadora, disseram que tinha a nota e garantiram que fariam nova entrega. E, não só não fizeram, como já foi devolvida ao remetente. Peço o pagamento da encomenda. Cumprimentos. João Silva.

Encerrada
A. V.
18/06/2024

Faturas em Atraso

Exmos. Senhores, Na qualidade de titular do contrato n.º 24200020284, comuniquei-vos já em momento anterior o facto de não receber faturas desde 17/03/2024. Reforço o meu pedido e informo, desde já, que irei invocar a prescrição, prevista na lei para os fornecimentos com mais 6 meses. Cumprimentos.

Resolvida
A. B.
18/06/2024

Cobrança indevida

Eu, Arthur Braga de Araújo, cliente nº PT172444, venho por este meio apresentar formalmente a minha insatisfação com o serviço prestado pela Celside Insurance. De acordo com o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 de fevereiro, alterado pela Lei nº 47/2014, de 28 de julho (Portugal) e com a lei de consumo francês (Code de la Consommation) é garantido o direito do consumidor a obter um produto ou serviço seguro e conforme acordado. Em Janeiro de 2023, foi-me prometido o envio de um Tablet, o qual até à presente data não foi entregue, nem obtive qualquer comunicação válida a respeito de tal atraso. Adicionalmente, desde Novembro de 2022 até Outubro de 2023, foram debitados indevidamente da minha conta bancária na Wise, um total de mais de 948 Euros. Embora eu tenha comunicado esta situação à empresa repetidamente através do formulário de contato e número de referência (310387) o problema persistiu e nenhum reembolso foi efetuado até o encerramento do contrato em Outubro de 2023. Este comportamento é inaceitável e viola os meus direitos enquanto consumidor. Gostava que a situação fosse corrigida, com a entrega do produto prometido e o reembolso integral dos montantes indevidamente debitados.

Encerrada
A. R.
18/06/2024

DOIS CONTRATOS?

Depois de inúmeras tentativas para que me contactassem, desde telefonemas até uma ida à loja com a mesma carta, tentei usar o livro de reclamações online que infelizmente está com algum problema e não me deixa finalizar a queixa como tal, deixo aqui também e peço a vossa intervenção também, obrigado. Há uns anos fiz um contrato com a nos, tv por satélite. o técnico na altura fez um serviço péssimo, reclamei veio outro tentar emendar, impossível. Suponho eu, no meu bom senso que esta seja a explicação para o que se segue. Recebo as facturas electrónicamente e pago por Tb nunca me apercebi, sinceramente dos valores até este mês em que a sms pede 90€. imprimo a factura e deparo-me com 2 contratos! em 2 casas! Ligo para o apoio e explico que só tenho 2 tv´s e 2 box´s a funcionar como era possível ter 2 contratos?! o rapaz muito prestável tentou uma solução que depois de verificar todos os cartões anexos ao contrato percebemos qual iriamos manter, o contrato S961082881. Dado isto apenas restaria a banda larga do meu filho de fora pois estava anexa ao contrato S960801909 (contrato a mais!) então a solução era alterar o pacote e enviar uma segunda via da banda larga o que me sairia mais barato embora reduzindo os canais (39,99€). Ontem entrego os equipamentos e cancelo logo S960801909 que pago há anos a mais e nunca usufrui nem tenho tv´s suficientes para tal bem como nunca foi instalada mais que uma parabólica e entenda-se que cada contrato apenas transmite para 3 tv´s e 3 box´s e eu andei a pagar 4 box´s e supostamente deveria ter 2 parabólicas instaladas coisa que nunca aconteceu. Conclusão o novo contrato bem como sua rescisão (S960801909 chegam hoje com uma divida de minha parte por cancelamento em tempo de fidelização de 170,10€ e o novo com a mensalidade errada, 48,33€ (não o acordado). Agora pergunto eu que ainda tentei resolver da melhor forma ignorando a má conduta de parte da nós e até todo o dinheiro que me foi cobrado a mais e de repente deparo-me com isto de parte da nos? Pois então eu consumidora e lesada em grande escala falhei por não recorrer logo á denuncia venho, agora, exigir uma auditoria à minha conta cliente e à nos e exigir que os pagamentos ao contrato (S960801909) nunca usufruído me sejam devolvidos bem como o seu cancelamento a custo 0.

Resolvida
P. M.
18/06/2024

Cobrança Indevida

Exmos. Senhores, No mês passado realizei uma viagem entre Lisboa e Cracóvia, escolhi a Ryanair como companhia aerea para tal. Quando comprei o bilhete vinha incluido no bilhete uma mala de cabine, apenas, visto isto, comprei o adicional de mala de porão de 20kg por 70€, ou seja, tendo feito esta compra poderia levar uma mala de cabine e uma de porão. Quando quis entregar a mala, obrigaram me a pagar 46€ pela mala de porão, mesmo já tendo adicionado e pago pela mesma quando efetuei a compra do bilhete. Disseram me que para levar mala de porão deveria ter comprado um "bilhete prioritário". Gostaria de ter o meu dinheiro de volta, visto que foi uma cobrança indevida pois já tinha realizado a compra da mala adicional. Cumprimentos.

Encerrada
C. S.
18/06/2024

Encomenda não recebida burla

Boa tarde. Venho por este meio comunicar que fui vítima de Burla. Vi um anúncio publicitário como que a marca estava a aplicar descontos de cerca de 80%. Fiz a encomenda no dia 16 de JUNHO 2024, recebi um email confirmando o pagamento da mesma. No dia SEGUINTE enviei email para saber o dia da entrega, recebi outro email dizendo que ocorreu um problema temporario na entrega do email . Achei estranho. Reparei que no email enviado em cc encontra-se o email store+73753755912@t.shopifyemail.com e foi aí que percebi que se trata de Burla. encomenda #2655990821 Agradeço a vossa ajuda na resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Cristiane Soares

Resolvida

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