Reclamações públicas

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A. S.
02/03/2026
Grap Car Guimarâes

Venda de carro danificado e burla

Na qualidade de consumidor e comprador do veículo Nissan Qashqai Tekna, matrícula BJ-14-MN, adquirido em 14/05/2024 e entregue em 23/05/2024, venho, por este meio, apresentar reclamação formal devido à existência de problemas técnicos graves e reiterados, que comprometem o funcionamento, a segurança e a fiabilidade do veículo. Cumpre ainda informar que, no decurso das averiguações técnicas efetuadas posteriormente à compra, foi-me comunicado de forma meramente verbal que o motor do referido veículo já teria sido anteriormente substituído, facto que nunca foi informado pelo vendedor no momento da venda, nem consta de qualquer documentação contratual ou informação prévia fornecida ao comprador. Tal omissão, a confirmar-se, constitui uma falha relevante no dever de informação, suscetível de influenciar a decisão de compra. Após sucessivas ocorrências e intervenções técnicas, foi identificado, através de diagnóstico especializado, que o retentor do motor se encontra danificado, provocando um vazamento significativo de óleo. Esta situação originou um desgaste prematuro e severo da correia de distribuição, a qual apresenta múltiplos cortes e sinais evidentes de deterioração. Adicionalmente, constatou-se a perda de fluido do sistema de arrefecimento, possivelmente como consequência de sobreaquecimento do motor, agravado pela falha da correia e pelo vazamento de óleo no retentor. As anomalias descritas acarretam um risco elevado de danos graves no motor, designadamente a avaria da junta da cabeça do motor, colocando seriamente em causa a segurança, a fiabilidade e a conformidade do veículo. Anexo I – Linha do Tempo das Ocorrências e Intervenções Técnicas 14/05/2024 Aquisição do veículo Nissan Qashqai Tekna, matrícula BJ-14-MN, junto da Grep Car – Comércio de Automóveis. 23/05/2024 Entrega do veículo ao comprador. 12/06/2024 Primeira indicação de defeito: luz de aviso do motor acendeu no painel. Problema comunicado ao Sr. Pedro. Primeira intervenção na oficina Diesel-Ful – Laboratório Diesel Do Fundão, Lda. (Tel: 275 752 019). 12/10/2024 O mesmo problema voltou a ocorrer. Comunicada situação ao Sr. Pedro. efetuada na oficina do Miguel Jordão, Leiria. 15/10/2024. Nova avaria detectada e comunicada ao Sr. Pedro. efetuada na oficina do Miguel Jordão, Leiria. 24/10/2024 defeito identificado e aguardou Reparação seria efetuada na oficina do Miguel Jordão, Leiria.Veículo aguardou cerca de 10 dias para início da reparação até o pagamento. Reparação iniciada e peças solicitadas, com pagamento efetuado em 16/05/2024. Relatório técnico de diagnóstico mecânico emitido: Veículo com 149.000 km (quilometragem informada). 14 de Abril de 2025. Após a realização da verificação com o aparelho de diagnóstico, foi identificado um defeito no retentor, que se encontrava danificado. Esse problema causou o vazamento de óleo, contribuindo para o desgaste prematuro da correia, que está toda picada e com sinais evidentes de deterioração. Além disso, foi constatado que o tipo (correia ou componente relacionado) apresentava vários cortes, o que comprometeu seu funcionamento adequado. Esses danos resultaram na perda de força do motor durante o funcionamento. Também foi observado que houve perda do líquido de arrefecimento, possivelmente em função do superaquecimento causado pela falha na correia e pelo vazamento no retentor. Recomenda-se a substituição imediata do retentor, da correia e do sistema de arrefecimento, com posterior verificação geral para evitar novos danos ao motor. Identificado vazamento de óleo proveniente retentor danificado, comprometendo a vedação. O reparo só iniciu em 25-04-2025 ficando pronto em 14-06-2025. Com pagamento pelo senhor Pedro. Indicação no painel da necessidade de troca de óleo. Troca de óleo efetuada por prevenção e verificação de posiveis fugas. Julho de 2025 Reposição adicional de óleo, cerca de 1 litros Agosto de 2025 Nova reposição/troca de óleo necessária, confirmando consumo anormal verificação de fugas. 05/11/2025 Inspeção técnica para detetar fuga de óleo. Confirmada suspeita efetuada nova troca de óleo. 08/12/2025 Reposição adicional de óleo, cerca de 2,5 litros. 13/12/2025 Diagnóstico técnico independente na oficina Manuel Filipe & Duarte Ferreira, Lda. (DM ProService). Testes de compressão indicaram ausência total de compressão no motor. Confirmada avaria interna grave e consumo excessivo de óleo (>18,5 litros de junho a novembro). Indicada necessidade de desmontagem completa do motor para avaliação e reparação. Dezembro de 2025 Ocorrência de pane geral do veículo, tornando-o inoperacional e com risco elevado de avaria total do motor

Encerrada

Negligência e incompetência- Gamobar

M.L, cidadã portuguesa , residente na cidade do Porto vem por este meio expor a seguinte situação, que considera exigir a vossa atenção e consequente tomada de atitude, relacionada com o atendimento pós venda ao cliente, por parte da Caetano Gamobar, concessionário, reparador autorizado, distribuidor de peças da Peugeot, situado na Rua Delfim Ferreira, Porto,- Portugal. Contextualização Em dezembro de 2023 comprei uma viatura Peugeot 2008, através do referido concessionário. Esta compra realizou-se a partir da entrega de um outro Peugeot, anterior a este, adquirido no mesmo concessionário, o que significa que é o segundo veículo que compro à Caetano Gamobar. Mal comprei o referido automóvel, em Dezembro de 2023, apercebi-me de uma certa dificuldade na condução, visto que o volante, travava a direção que eu lhe dava. Logo no primeiro contacto telefónico, chamei a atenção para este facto de o volante, constantemente, prender e dar uma espécie de golpe na direção contrária à que eu indicava. A condução parecia-me pouco fluída e, até, pesada. Eis agora o relato dos factos. 1.Pouca importância dada às indicações do cliente, na situação de acompanhamento pós venda Factos: Relatei a situação em várias ocasiões. No primeiro telefonema que me fizeram depois da compra e nos momentos das revisões, sempre realizadas nas instalações da Gamobar onde o tinha adquirido. Responderam -me que era uma questão de segurança, que o automóvel reagia quando se aproximava de uma linha contínua ou tracejada. Argumentei que isso não correspondia à realidade, porque não se verificava apenas nessa circunstância, mas durante toda a condução. Disseram sempre que iam verificar, o que nunca aconteceu. 2.Regras pouco claras, desadequadas e penalizadoras do cliente, nos momento de vistoria marcada previamente e reparação. Prazos completamente ultrapassados. Penalização dos clientes através de sistemas de automóvel de substituição absolutamente absurdo. Factos: Só na última revisão , em 7 de janeiro de 2026, depois de eu exigir que alguém da parte mecânica me acompanhasse para confirmar o que eu afirmava, e depois da referida confirmação, me agendaram, uma outra data,12/01 de 2026, para verificar o diagnóstico da situação. Mais: essa reparação, apenas ficou pronta em 30 de janeiro, pelo que tive de aceitar um automóvel de substituição, para o qual fui obrigada a deixar uma caução de 1.250 euros, situação que já tinha sucedido na revisão anterior,(caução de 1000 euros) visto que o carro tinha ficado na oficina dois dias Situações que se repetem: quando se marca uma revisão, com agendamento, os horários devem ser cumpridos, quer pelo cliente, quer, e principalmente, pela oficina da Caetano Gamobar. No entanto, isso não acontece. Na primeira revisão, pedi que me fosse feita a lavagem interior e exterior do automóvel. Quando fui buscar o carro, na hora contratualizada, foi-me informado que não estava pronto, pelo que tive de esperar um tempo infinito. Quando exigi que me entregassem o carro, pois tinha de ir buscar uma criança ao infantário, sem falta, informaram-me que não podiam fazer a lavagem do carro, porque não tinham tido tempo. Para “compensar a situação” fariam a lavagem , sem custos, na revisão seguinte. Sobre a questão do volante, nada a registar. Nota: no entanto, já vi aceitarem, à minha frente, automóveis para revisão ou reparação sem hora marcada ( apesar de os acessores de receção dizerem ao cliente que não podem aceitar...basta que o cliente seja “insistente “). 3.Negligência e falta de profissionalismo. Factos: Na segunda vistoria (Janeiro de 2026) houve um outro incidente, grave, e que colocou em causa a minha segurança. Ao retirar o automóvel, que tinha sido vistoriado nesse mesmo dia, logo à saída da Gamobar( mais ou menos 30 a 50 metros) , a potência do automóvel começou a falhar e as luzes de alarme e avarias várias a acender e a sensação que o automóvel ia apagar-se completamente, no meio da rua. Parei o automóvel e dirigi-me , de novo, à receção. Aconselharam-me a deixar o carro de novo, para ser visto, de novo, no dia seguinte. Fiquei sem carro nesse dia, tendo de me deslocar de taxi para casa. No dia seguinte, chamaram-me. Fui, de novo, de taxi. Perguntei o que tinha sido. Disseram-me, depois de uma pequena conversa impercetível entre dois funcionários, que tinha sido uma vela, que viera com defeito de origem. Assim. Sem mais nem menos. Pergunta: Então e ninguém da parte técnica /mecânica reparou nesta circunstância? Não se testa o funcionamento do automóvel no final da manutenção? Não se detecta uma peça que coloca em causa a segurança do cliente. À saída de uma vistoria caríssima? A minha falta de confiança no acompanhamento e manutenção realizado sempre na oficina da Gamobar, que já estava bastante abalada, aumentou consideravelmente. Nunca vi qualquer peça estragada, nem a que a substituiu. Nunca ninguém me abordou, da parte da mecânica, para me explicar o que quer que fosse. As pessoas que fazem o atendimento direto ao cliente nunca sabem de nada. 4.Consequências para a saúde física e mental do cliente Todo este processo me abalou terrivelmente. O facto é que a tensão provocada pela condução dura e constantes solavancos provocados pelo funcionamento deficiente do volante me provocaram pressões musculares , principalmente no ombro esquerdo e cervical, tendo sido identificada uma situação de “alterações compatíveis com tendinose do supra-espinhoso” ( excerto de relatório médico de 25 /06/2025). Além disso, todo este processo me tem colocado numa situação de stress que se plasma na vida diária e, principalmente, na relação com a família e amigos. 5.Conclusão Em suma, considero que a monitorização dos procedimentos no atendimento ao cliente, por parte da Caetano Gamobar, deve ser avaliada em pormenor e revista na sua concretização. Além disso, e tendo em conta o exposto, considerando que o veículo se encontra dentro do prazo de garantia e visto que a minha confiança na fiabilidade e segurança do referido veículo ficou completamente destruída, solicito que me seja atribuído um veículo novo, da mesma marca e caraterística, sem que me seja exigido qualquer custo ou despesa adicional. P.S. - Enviei este email de reclamação para três alegados responsáveis a saber: diretora da Peugeot na Península Ibérica; Diretor da comunicação da Peugeot; CEO do grupo Salvador Caetano. Passados alguns dias, recebi um telefonema de uma pessoa do serviço de atendimento ao cliente, que embora sempre simpática, me fez voltar a explicar tudo aquilo que está escrito, e que penso ser claro. No final, o conselho que me deu e que, segundo ela, dá a todos os clientes, foi o seguinte: "quando o cliente não está contente com a oficina, mude de oficina". Pasme-se perante tal lucidez... Considero, assim, que todo este final, que foi concluído com um email a dizer que assim se dava por terminado o processo, justifica, mais uma vez, o desprezo com que estas empresas, tanto a Peugeot como a Gamobar Porto, lidam com os seus clientes, que cumprem as regras, e que ilusória e ingenuamente, confiam nos seus serviços. Não me conformo com esta circunstância. Porto, 2 de fevereiro de 2026

Em curso
S. F.
02/03/2026

Reclamação e pedido de resolução de contrato

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar em relação ao contrato nº [Número do Contrato] celebrado com a Prosegur Alarmes e expor toda a situação que me levou a sentir-me enganada e completamente desamparada durante todo o processo. Quando contratei o serviço, os representantes da Prosegur informaram-me verbalmente que poderia rescindir o contrato a qualquer momento, sem qualquer penalização, e que não haveria problemas caso decidisse cancelar. No entanto, ao tentar rescindir, fui confrontada com valores diferentes dos que me tinham sido indicados e com a obrigação de pagar uma penalização elevada, o que não correspondia ao que me tinha sido garantido inicialmente. Além disso, o equipamento foi instalado de forma incorreta, nomeadamente na porta, que não fecha corretamente, o que impede que utilize o alarme e a ligação à central de segurança 24h. Nunca recebi os documentos necessários para registar o alarme junto da polícia, que fazem parte do serviço que contratei. Ao longo de todos os contactos que fiz com a Prosegur, senti total falta de apoio e interesse por parte da equipa. Fui informada apenas de que tinha assinado e lido o contrato, sem que alguém procurasse compreender os problemas que relatei, as promessas feitas pelos vendedores ou as dificuldades reais com o equipamento e documentação. Em nenhum momento senti que houvesse preocupação em ajudar-me ou encontrar uma solução justa. Face a tudo isto, peço que a situação seja resolvida da melhor forma possível, respeitando os meus direitos enquanto cliente, permitindo a rescisão do contrato sem penalização, e que me seja confirmada por escrito a cessação de qualquer obrigação de pagamento. Solicito ainda que sejam tomadas as medidas necessárias para regularizar os problemas com o equipamento e com a documentação que não foi entregue. Anexo fotos do equipamento mal instalado e cópias das comunicações que tive com a Prosegur como prova da situação. Aguardo o vosso contacto e agradeço desde já a atenção e a resolução desta situação de forma justa e adequada. Com os melhores cumprimentos, Sara Rodrigues

Em curso
M. M.
02/03/2026
Red Forest

Incumprimento de reserva imobiliária, má-fé, violação RGPD e conduta desrespeitosa

Exma. Senhora / Exmo. Senhor, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a agência imobiliária ERA Caparica, operada pela sociedade Red Forest, Lda (Licença AMI 15076), com sede na Rua Horácio da Silva Louro, n.º 37, 2825-336 Costa da Caparica, por incumprimento contratual, má-fé, violação do RGPD e conduta desrespeitosa, que me causaram prejuízos patrimoniais e morais significativos. 1. Exposição cronológica dos factos Em janeiro de 2026, após visita ao imóvel pelos meus pais, a agência transmitiu verbalmente condições de reserva simples e favoráveis. A ficha de reserva entregue continha cláusulas abusivas e penalizações pesadas não mencionadas oralmente. Recusámos assinar a ficha e enviamos por email as nossas condições equilibradas: reserva válida por 30 dias, devolução integral dos 2.500 € caso o negócio não se concretizasse, sem penalizações unilaterais. Essas condições foram expressamente aceites pela agência em 27 de janeiro de 2026, por email do diretor comercial Bruno Reis, com o diretor-geral João Oliveira em CC “para garantir veracidade”. O próprio João Oliveira e o colaborador Diogo Custódio confirmaram a validade da reserva por mensagens WhatsApp. Durante o prazo de 30 dias acordado: A agência exigiu financiamento obrigatório por intermediário parceiro (Simplify ou similar), condição recusada por mim (violação da liberdade de escolha do consumidor – DL 81-C/2017). Cancelaram unilateralmente a reserva sem consentimento mútuo, alegando “venda a terceiro”, apesar de o imóvel continuar anunciado e disponível no site era.pt/caparica e Idealista.pt (sem indicação de “vendido” – prints em anexo). Ignoraram proibição expressa de contactos por telefone/WhatsApp (email meu de 03/02/2026), efetuando chamadas insistentes em 06/02/2026 (violação RGPD – arts. 6.º, 7.º e 21.º; práticas agressivas – DL 57/2008). A resposta final da agência (email de João Oliveira, 09/02/2026 às 13:41) foi desrespeitosa e provocatória: “Pode até fazer queixas ao Pápa e ao novo presidente da República que este apartamento não vai comprar de certeza. [...] boa sorte a fazer queixinhas. [...] não vai receber mais nenhuma comunicação.” Esta linguagem sarcástica e intimidatória agravou o meu stress e ansiedade. 2. Atualização: devolução da reserva Recentemente (após a minha reclamação inicial e pressão exercida), a agência devolveu os 2.500 € da reserva. No entanto, esta devolução não repara os danos adicionais causados pelo incumprimento unilateral, má-fé e conduta inadequada. 3. Prejuízos remanescentes (não reparados pela devolução) Deslocação internacional motivada pela reserva: Desloquei-me propositadamente a Portugal, suportando custo comprovado de viagem de 435 € (bilhetes ida/volta), confiando na reserva ativa aceite por email e WhatsApp. Perda de oportunidade da compra deste imóvel e procura de novo imóvel: Durante o período da reserva, deixei de analisar e procurar outros imóveis, acreditando que o negócio estava assegurado pela confirmação escrita e verbal de vários elementos da agência. Cumprimento integral do acordado da minha parte: Existem provas escritas (incluindo comunicações com a minha intermediária de crédito) que demonstram que cumpri integralmente o acordado, acelerando o processo de financiamento e preparação. Prejuízo agravado pela idade limite do programa estatal: A proximidade do meu limite etário de 36 anos (requisito para vantagens da garantia pública do Estado no crédito habitação) aumentou significativamente a pressão temporal e agravou os prejuízos decorrentes do atraso e incumprimento. Danos emocionais e perturbação pessoal: A conduta da agência, especialmente o email sarcástico e desrespeitoso do diretor-geral, gerou-me stress significativo, ansiedade, irritação e perturbação emocional profunda. Custos adicionais suportados: Foram gerados custos jurídicos adicionais e perda de tempo útil diretamente decorrentes da atuação da agência. Postura da agência e recusa de diálogo construtivo: A situação agravou-se pela falta de colaboração, recusa de diálogo profissional e tom intimidatório. Consequência contratual do incumprimento: A reserva tornou-se impossível de cumprir por incumprimento unilateral e culposo da agência (violação do dever de boa-fé negocial – art. 762.º CC; responsabilidade pré-contratual – art. 227.º CC). 4. Padrão de más práticas na agência A ERA Caparica acumula várias reclamações negativas (muitas com 1 estrela) no Google Reviews e no Portal da Queixa, com relatos semelhantes: retenção indevida de sinal/reserva (incluindo valores de 2.500 €), incumprimentos contratuais, informação contraditória sobre vendas, má-fé na devolução e condutas inadequadas. Este padrão sugere incumprimento sistemático, incompatível com os deveres de transparência e ética na mediação imobiliária (Lei n.º 15/2013, código deontológico AMI). 5. Pedido à DECO Solicito à DECO que: Encaminhe esta reclamação à Red Forest, Lda (ERA Caparica) e, em cópia, à ERA Portugal (GERAR, S.A.) enquanto franchisadora responsável pela supervisão. Interceda ativamente junto das empresas para resolução extrajudicial imediata, incluindo indemnização pelos danos patrimoniais (viagem 435 € + perda de oportunidade + custos adicionais) e não patrimoniais (danos morais agravados pela conduta sarcástica e má-fé). Averigue o padrão de queixas semelhantes contra a ERA Caparica, que pode configurar práticas comerciais desleais ou sistemáticas violadoras dos direitos dos consumidores. Apoie e oriente passos complementares: queixa ao IMPIC (irregularidades AMI), à CNPD (violação RGPD) e ação no Julgado de Paz (em preparação). Anexo: - email sarcástico 09/02/2026, etc.) - Comprovativo da viagem (435 €) - Tentei anexar a thread de emails mas nao e possivel, caso exista um email para onde possa reencaminhar estou ao dispor. Aguardo contacto urgente da DECO e agradeço a vossa intervenção na defesa dos direitos dos consumidores.

Em curso
J. M.
01/03/2026

Cobrança ilegal de 20,28€ por serviço não prestado

No dia 27/02/2026, realizei o pedido 101581697453 no KFC através da Glovo (Valor: 20,28€). O pedido foi marcado como "entregue" na aplicação, mas a comida nunca me foi entregue. Factos da ocorrência: Liguei para o restaurante KFC, que confirmou que a comida ainda estava lá e que o estafeta da Glovo nunca apareceu para a recolha. O restaurante informou-me que não estava a conseguir contactar o suporte da Glovo para solicitar um novo estafeta. Eu próprio demorei imenso tempo até conseguir que o apoio ao cliente me atendesse. Quando finalmente expus a situação ao suporte da Glovo, expliquei que bastava atribuírem um novo estafeta para recolher a comida que estava pronta no KFC. A operadora da Glovo recusou-se a fazê-lo, alegando que o sistema já tinha dado o pedido como "entregue". Posteriormente, a Glovo negou-me o reembolso, justificando apenas que a situação "não fazia parte dos requisitos internos", sem nunca explicar que requisitos são esses. É inadmissível a Glovo cobrar por uma refeição que o próprio restaurante confirma que não saiu de lá. Segundo a Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e o Decreto-Lei n.º 84/2021, o fornecedor é responsável pela entrega. Uma "análise de sistema" ou "requisitos internos" não se sobrepõem à lei portuguesa. Exijo o reembolso imediato dos 20,28€.

Em curso
R. B.
28/02/2026

Fatura

Boa noite,@StarOfService Hoje recebi uma fatura no valor de 60,27€ da empresa StarOfService. No entanto, informo que nunca estabeleci qualquer contacto, contrato ou solicitei qualquer serviço junto dessa empresa. Dessa forma, não reconheço esta cobrança e solicito o cancelamento imediato da fatura. Caso a situação não seja resolvida com a maior brevidade possível, irei avançar com os meios legais adequados, incluindo a apresentação do caso em tribunal contra a referida empresa. Aguardo esclarecimentos urgentes. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
R. A.
28/02/2026

Pagamento sem encomenda

Esta empresa fez o envio de um boxer grátis. Passado 1 mês fez-me um débito bancário de 11 € onde devia ter enviado outro boxer. Agora querem que eu faça outro pagamento de 11 € sem eu ter recebido a encomenda anterior. Eu pedi para cancelar a minha conta, eles dizem que não podem cancelar a conta enquanto não pagar esses 11 €. Estão a obrigar eu apagar sem receber. E vem com ameaças judiciais

Em curso
A. S.
28/02/2026
Década vingente barcelinhos

Prática abusiva de cancelamento de contrato

Exmos. Senhores, Venho por este meio reclamar da forma como a vossa empresa realizou o cancelamento da minha subscrição do ginásio. Por desconhecimento da minha parte realizei o cancelamento do débito directo da subscrição do ginásio pensando que assim cancelava a minha inscrição. Após uma chamada a empresa explicou que tinha de ser de forma presencial e tinha que realizar o pagamento de cancelamento. Expliquei que ia tentar passar nas instalações mas tal não foi possível. Após duas chamadas com quase um mês de diferença explicaram me que tinha que fazer um pedido de cancelamento e pagar os últimos 30dias de contrato. A minha surpresa é que 30 dias de contrato é uma quantia de 31,60€ já que realizo pagamento quinzenal de 15,80€ e me enviam dados para um pagamento de 47,40€ e quando questionando o motivo de tal valor explicam-me que se refere a 30dias de mensalidade não sendo capazes de explicar este valor. Envio todos os comprovativos e pagamentos e acho que este tipo de cobrança é prática é abusiva e não deveria ser legal.

Em curso
A. L.
28/02/2026

Reclamação relativa ao serviço prestado pela Norauto – Loja de Évora.

No dia 25 de novembro de 2025 solicitei à Norauto Évora orçamento n.º 0627/225379 para substituição de quatro pneus e realização de revisão periódica ao meu veículo Opel Astra K 1.2 Turbo (2020). O serviço foi executado no dia 29 de novembro de 2025, tendo sido emitida a Fatura Simplificada n.º FS 25NORPT0627P54IS/0030685, datada de 30/11/2025, no valor total de 515,94 €. No momento da recolha do veículo, em 30/11/2025, verifiquei que um dos sensores de pressão dos pneus deixou de funcionar, sendo que todos os sensores originais estavam plenamente operacionais antes da intervenção. O veículo entrou nas instalações com os sensores funcionais e saiu com os mesmos danificados. Desde essa data, o veículo regressou à oficina em 02/12/2025, 05/12/2025, 15/12/2025, 06/01/2026, 12/01/2026 e 20/01/2026. Foram instalados sensores compatíveis não originais, porém o problema persistiu de forma sucessiva, voltando a falhar poucos dias após cada intervenção. Nos termos do artigo 12.º da Lei n.º 24/96 e dos artigos 12.º, 13.º e 19.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, o prestador de serviços é responsável por qualquer falta de conformidade resultante da sua intervenção, devendo a reposição da situação ser efetuada sem quaisquer encargos para o consumidor e dentro de prazo razoável — prazo esse que se encontra manifestamente ultrapassado, decorridos três meses desde a intervenção inicial. Em 20/01/2026 foi comunicado pela gerência que, para uma resposta correta do veículo com os sensores, deveriam ser instalados sensores originais adequados, com devolução do valor dos sensores anteriormente colocados, sendo enviado orçamento por correio eletrónico para aprovação. Contudo, importa esclarecer que nunca solicitei nem contratei a substituição de sensores, pelo que não existe qualquer fundamento legal para me ser apresentado orçamento ou imputado qualquer custo para corrigir um problema que surgiu exclusivamente após a intervenção da oficina. Até à presente data (28/02/2026), tal orçamento nunca foi enviado, apesar de duas deslocações presenciais à loja para solicitar esclarecimentos. Acresce que, durante o serviço de desmontagem e montagem dos pneus, as jantes ficaram marcadas na parte interior, apresentando danos compatíveis com utilização de máquina de desmontagem. Esta situação foi comunicada em 15/12/2025, tendo sido tiradas fotografias por funcionário da loja, sem que até à data tenha sido apresentada qualquer resposta formal ou facultado acesso às imagens de videovigilância. Nos termos dos artigos 798.º, 799.º e 562.º do Código Civil, verifica-se incumprimento contratual, presumindo-se a culpa do prestador quando o serviço não é executado de forma adequada, sendo obrigatória a reposição da situação que existiria caso o dano não tivesse ocorrido. Quero igualmente resposta formal, objetiva e fundamentada, diretamente relacionada com os factos concretos aqui descritos, não sendo aceitáveis respostas genéricas ou padronizadas.

Resolvida
M. V.
28/02/2026

cobranzas abucivas

RECLAMACAO CONTRA FITNESS UP FARO Sou socio do Fitness UP Faro desde janeiro de 2025, com contrato de fidelizacao de 52 semanas. Deixei de frequentar o ginasio ha mais de um ano por motivos economicos e pessoais. Em fevereiro de 2026 pedi o cancelamento definitivo do contrato por escrito, explicando a situacao. Em resposta, o ginasio exigiu primeiro 588,60 EUR e depois 453,60 EUR, alegando quinzenas em divida desde fevereiro de 2025 e despesas administrativas. Considero este valor totalmente desproporcional, porque: 1) O regulamento do Fitness UP prevê uma taxa de cancelamento de 50 EUR para rescindir durante a fidelizacao. 2) Nao utilizo o servico ha mais de 12 meses. 3) O ginasio continuou a deixar o contrato ativo sem qualquer utilizacao da minha parte. Enviei varios emails a tentar um acordo amigavel, oferecendo pagar 50 EUR como taxa de cancelamento e pedindo a discriminacao detalhada da divida. O ginasio respondeu sempre com mensagens padrao, mantendo o valor de 453,60 EUR e o IBAN para pagamento, sem negociar de boa fe. Entendo que esta cobranca viola o principio da proporcionalidade e constitui clausula abusiva em contrato de consumo. PECO: - Analise da legalidade e proporcionalidade do valor de 453,60 EUR exigido. - Reducao do valor para um montante razoavel, nao superior a 50 EUR, de acordo com a taxa de cancelamento prevista. - Confirmacao do cancelamento definitivo do contrato. Anexo ficheiro PDF com capturas de ecran de toda a troca de emails entre mim e o Fitness UP Faro, onde se comprova tudo o que descrevo.

Encerrada

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