Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
V. S.
25/05/2026

Reclamação leon.bet

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal e expor publicamente a situação abusiva e de contornos fraudulentos que estou a vivenciar na vossa plataforma. O meu filho criou uma conta no vosso site (associada ao e-mail: tomas.sa@outlook.com) e efetuou um depósito inicial avultado no valor de 10.000€ (dez mil euros) de capital inteiramente próprio. Após realizar apostas em conformidade com as regras da plataforma, obteve lucros legítimos na ordem dos 1.680€ em abril e 470€ em maio, totalizando um saldo atual de 12.150€. No momento em que foi solicitado o levantamento dos valores ganhos e do capital depositado, a vossa plataforma bloqueou a operação sob o pretexto de que a conta se encontra "em verificação". Desde então, têm exigido sucessivos dados e documentos pessoais que extravasam o bom senso e o habitual controlo de segurança, numa clara manobra de diversão e tática de desgaste para adiar e evitar o pagamento do montante que nos pertence. A retenção do valor depósito inicial (10.000€) distribuído por vários depósitos constitui uma apropriação indevida de fundos. O capital depositado não pertence à vossa empresa e exijo a sua devolução imediata, bem como dos lucros obtidos. Informo que, caso o saldo total de 12.150€ não seja libertado para levantamento no prazo de 48 horas, irei avançar com queixas formais junto das autoridades criminais e de regulação de jogo, tanto a nível nacional como internacional. Exijo uma resposta célere e a resolução imediata deste bloqueio. Atenciosamente, Vitor Sá

Encerrada
J. N.
25/05/2026

Encomenda nao recebida

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a uma situação de incumprimento contratual relacionada com uma encomenda efetuada através do website Ginova, em regime de marketplace, sendo a empresa vendedora a Smooth Saturday, Lda. A encomenda foi realizada no dia 26 de novembro, tendo sido indicado como prazo máximo de entrega o dia 22 de dezembro. A encomenda nunca foi entregue. Após ultrapassado o prazo de entrega, contactei a empresa Smooth Saturday e procedi à resolução do contrato por incumprimento. Posteriormente, a empresa solicitou o meu IBAN para efeitos de reembolso, reconhecendo dessa forma a existência da situação pendente, contudo o reembolso nunca foi efetuado. Ao longo dos meses seguintes fui recebendo respostas genéricas e sucessivos adiamentos, alegando atrasos internos, elevado volume de pedidos e necessidade de análise por parte da equipa financeira, sem nunca apresentarem uma data concreta para devolução do valor pago. Mais recentemente, deixei inclusivamente de obter qualquer resposta aos meus contactos, mantendo-se a situação totalmente por resolver até à presente data. O pagamento da encomenda foi efetuado através da Klarna. Inicialmente a Klarna colocou o pagamento em pausa após comunicação do problema, contudo posteriormente retomou e efetuou o débito do valor, apesar de: - a encomenda nunca ter sido entregue; - o contrato já se encontrar resolvido; - existir reclamação formal apresentada; - e não ter sido efetuado qualquer reembolso. Foi igualmente apresentada reclamação no Livro de Reclamações Online contra a Smooth Saturday, mantendo-se a situação sem resolução até à presente data. Considero que existe incumprimento claro dos direitos do consumidor, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, uma vez que o produto não foi entregue e o valor pago não foi restituído após resolução legítima do contrato. Pretendo o reembolso integral do valor pago e solicito a intervenção da DECO Proteste na mediação e acompanhamento desta situação. Com os melhores cumprimentos, Jéssica Nunes

Encerrada
I. T.
25/05/2026

Não entregaram minha encomenda

Boa noite É a terceira vez que tenho problemas com essa empresa, a GlS, o entregador não trás a encomenda no meu endereço, não me liga, e deixa minha encomenda do outro lado da cidade, tenho o número por WatSsap, muito difícil me responder, na terça dia dia 19/05, entrei em contacto, não me responderam, na quarta mandei outra mensagem dizendo que ia fazer uma reclamação na DECO PROTESTE, daí me responderam, disse que ia pedir ao entregador para pegar onde deixou e entregar para mim, mas só poderia na quinta feira, como não foi entregue, no final do dia, mandei uma mensagem avisando que não haviam entregado, hoje, segunda-feira 25/05, como não tenho tempo, pedi para meu sobrinho ir buscar onde foi deixado. O senhor que atendeu, disse que o entregador foi na quinta buscar para me entregar, daí mandei outro áudio para a empresa contando sobre isso, e que até hoje não foi entregue minha encomenda, não me responderam, não dão satisfação, um absurdo Por isso estou entrando em contacto, para que vocês possam me ajudar, a mercadoria é minha eu paguei por ela Segue o número da encomenda: 61535290769209 Aguardo retorno Ivone

Em curso
L. M.
25/05/2026
Oficinas MyForce

Incongruência de diagnóstico e reparação de viatura

Exmos. Senhores, no dia 1 de Abril de 2026, por notar uma vibração estranha e um ruído tipo mola na roda dianteira direita do meu carro, recorri à MyForce Belém para um diagnóstico gratuito, com o objetivo de efetuar não só a reparação como também a revisão do carro antes da inspeção anual de Maio de 2026. Nesse diagnóstico, que anexo, foram identificadas 6 "não ok" ou não conformidades e foi-me entregue um orçamento (que anexo). Perante o orçamento, marquei intervenção de reparação a 14 de Maio de 2026. No dia 14 de Maio de 2026, como me tinha sido informado, deixei a viatura na MyForce Belém pelas 8:30. Foi combinado que, caso fosse necessária alguma alteração ao orçamento inicial (visto que o ruído poderia ser não das barras estabilizadoras como previsto no orçamento mas sim de algo adicional como amortecedores ou braços/rótulas/triângulos suspensão dianteiros), eu como cliente seria previamente contactada e teria de consentir qualquer alteração. Nesse mesmo dia, pelas 16:33 e sem qualquer contacto prévio por alterações, recebo uma mensagem: "Exmo. informamos que a sua viatura PEUGEOT já se encontra pronta. A sua oficina MyForce". Pelas 17:30 desse mesmo dia, uma chamada da oficina a informar o mesmo que explícito na mensagem. Pelas 18 horas de 14/5/26, encontro-me na oficina para levantar o carro - pelo que me é informado que não foram feitas alterações ao orçamento inicial, que tudo se encontrava conforme, efetuei o pagamento. Quando liguei o carro e iniciei marcha, mantinha-se o mesmo problema. Voltei e informei os 2 mecânicos presentes. O responsável deu 2 voltas no carro e disse que realmente se mantinha o barulho - na minha presença, desmontaram a roda, colocaram óleo, deram mais uma volta e pediram-me para levar o carro a esta oficina 2a feira, hoje dia 18/5/26 para tentarem perceber o que se passava, tendo sido confirmado telefonicamente 6a feira dia 15/5. Hoje dia 18 de Maio de 2025, como combinado, deixei o carro na MyForce Belém pelas 9h para ser efetuado novo diagnóstico. Pelas 11:50 recebo uma chamada da oficina a informar que o meu carro apresentava problemas nos braços de suspensão, que o colega anterior "não tinha reparado" (SIC), com um novo orçamento de 326,86 euros que anexo. Indignada, contactei o Apoio ao Cliente (210115017) e foi-me aconselhado redigir este email para exposição superior. Fora todas as questões óbvias, desde o primeiro diagnóstico os amortecedores e os "braços" estavam ok e me disseram que trocar a barra de suspensão resolveria o problema. Face ao exposto, solicito esclarecimento urgente sobre: como foi entregue a viatura após a primeira reparação sem teste ou confirmação de que o problema tinha ficado resolvido? se o diagnóstico de 1 de Abril e 14 de Maio sempre disse que os amortecedores e os braços etc estavam ok, como é possível que, após 2 diagnósticos, me seja apresentado um novo problema ? Por que motivo me está a ser apresentado um novo orçamento para uma falha que deveria ter sido detetada antes?

Encerrada
R. R.
25/05/2026

Retrocesso no pagamento indemnização

No passado dia 07/04/2026, efectuei participação devido a danos causados pelas chuvas e tempestades que assolaram Portugal em janeiro e fevereiro, foram-me solicitados orçamentos que, solicitei a prestadores de serviços, que espaçados no tempo fui recebendo e reencaminhado para agente de seguros, que os fazia chegar a vocês. O primeiro orçamento que enviei, juntamente com fotografias dos danos, foi referente ao recuperador calor/lareira, que ficou danificada, devido à chuva que entrou pela chaminé, devido às fortes rajadas de vento que “empurravam” a água pelos tubos abaixo, no dia 30/04/2026, recebo um e-mail com o assunto “Pagamento de recibo indeminização”, contactei o meu agente para ter a certeza que isto era a confirmação de que a seguradora suportava os custos com a reparação da lareia, tendo obtido resposta afirmativa, contactei o prestador de serviços, este como estava com pouco serviço perguntou se na segunda-feira, dia 03/05/2026, poderia passar na minha habitação a levantar a lareira e levar para a oficina e reparar, deu o meu ok, ele assim o fez e dois dias depois, já me estava a entregar a mesma reparada e colocou-a no sitio, paguei o serviço no valor de 490€, conforme estava orçamentado. Como o valor da indemnização nunca mais entrava na minha conta, contactei o meu agente de seguros que após entrar em contacto a UNA, me enviou um e-mail a confirmar que o pagamento era referente à lareira, então fiquei sossegado porque tenho a UNA como pessoa de bem, e porque a minha relação com o meu agente de seguros foi sempre de total confiança e transparência. Na quinta-feira, dia 14/05/2026, recebo a visita do perito Sr. José Silva, e durante a nossa conversa inicial, onde ele me explicou o que vinha fazer e fotografar, disse-lhe que sobre a lareira já tinha recebido um e-mail a confirmar o pagamento, então ele disse que se já estava resolvido, inclusive, aconselhou-me a guardar o e-mail com a confirmação (talvez já tivesse conhecimento de episódios semelhantes) que não fazia sentido ver a lareira e apenas fotografou os outros danos que constavam na participação. Nos dias seguintes e como o dinheiro demorava a entrar, contactei o apoio ao cliente da UNA, e depois de uma longa espera ao telefone, porque quem atendeu não me sabia responder, lá vem a resposta “não considere o e-mail”….pedi para falar com o superior dele, foi-me dito que estava ocupado, mas que me devolveriam a chamada, que ainda aguardo a devolução, após desligar voltei a contactar o meu agente de seguros, que após contactar o comercial da UNA, voltou-me a confirmar que eu iria receber o pagamento. E ontem recebo o e-mail a declinar o pagamento da participação na cobertura e depois outro do meu agente a informar que também a lareira foi recusada. Posto isto, sinto-me ENGANADO pela seguradora, porque inicialmente pagavam, era um valor baixo, não havia problema, quando juntei outros orçamentos à mesma participação, mudaram de opinião em relação à lareira, sem que o perito tenha feito uma inspecção à mesma. Como podem decidir sem ter uma avaliação do perito, quando só com a fotografia aceitavam pagar a reparação? Resumindo, se tivesse efectuado participações diferentes, já teria recebido o dinheiro da reparação da lareira.

Encerrada
R. M.
24/05/2026

Reembolso do serviço não prestado e venda enganosa

Venho por este meio apresentar pedido de intervenção relativamente a um conflito de consumo com a plataforma Uniplaces. No dia 18 de dezembro de 2025, efetuei uma reserva de um quarto em Lisboa através da plataforma, com base num anúncio que indicava o valor de 310€ por mês. Para confirmar a reserva, foi-me apresentado um valor total de 558€, correspondente ao primeiro mês de renda (310€) e à taxa de serviço da plataforma (248€), valor que foi pago. No entanto, apenas após a conclusão do pagamento foram apresentados outros encargos obrigatórios, que não estavam claramente indicados anteriormente, nomeadamente: Taxa administrativa Depósito de segurança Pagamento antecipado do último mês de renda Taxas adicionais de limpeza Estes custos elevaram o valor total do alojamento para mais de 1500€, alterando completamente as condições inicialmente apresentadas. Adicionalmente, a entidade responsável pelo alojamento (AMS Coliving) apenas foi identificada após a conclusão do pagamento, impossibilitando uma avaliação prévia informada por parte do consumidor. Importa referir que: Nunca usufruí do alojamento Nunca tive acesso ao imóvel Cancelei a reserva imediatamente após tomar conhecimento destes custos adicionais A plataforma recusa o reembolso do valor pago, alegando que os custos estavam mencionados no anúncio, o que não corresponde à forma clara, transparente e acessível exigida por lei, sobretudo no momento pré-contratual. Considero que houve: Falta de informação pré-contratual clara e completa Omissão de custos obrigatórios Prática comercial desleal Desequilíbrio contratual em prejuízo do consumidor Situação que poderá violar: Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) Decreto-Lei n.º 57/2008 Decreto-Lei n.º 24/2014 Diretiva 2011/83/UE Desta forma, solicito a intervenção deste Centro para: Mediação do conflito Obtenção do reembolso integral do valor pago (558€)

Encerrada
A. C.
24/05/2026

Notificação indevida para pagamento IUC

Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativamente à gestão e informação prestada pela MCoutinho relativamente ao pagamento do IUC da minha viatura. Adquiri o meu automóvel em março de 2024 na MCoutinho da Areosa. Em maio de 2025, recebi um email enviado por rodrigo.silva@mcoutinho.pt a informar que o IUC da viatura se encontrava em atraso, incluindo uma referência multibanco para pagamento. Como já tinha efetuado o pagamento do imposto, considerei tratar-se de um erro ou atraso no envio da notificação e, por esse motivo, ignorei o email. Posteriormente, em fevereiro de 2026, recebi novo contacto, desta vez através do email daniela.costa@mcoutinho.pt, informando que o prazo para pagamento do IUC referente ao ano corrente terminaria em março, sendo novamente enviada uma referência multibanco para pagamento. Na convicção de que se tratava de um procedimento legítimo e habitual da MCoutinho, efetuei o pagamento através da referência indicada em março de 2026. No entanto, nos dias seguintes, verifiquei que o pagamento não surgia registado no Portal das Finanças, o que me levantou dúvidas relativamente à legitimidade do procedimento. Face a esta situação, contactei por diversas vezes a linha de apoio ao cliente da MCoutinho para esclarecer a situação e confirmar se era prática habitual da empresa efetuar notificações relativas ao pagamento do IUC. Em todas as chamadas realizadas, fui informada de que sim e aconselhada apenas a aguardar até que o comprovativo surgisse no Portal das Finanças. Contudo, em maio de 2026, recebi uma notificação da Autoridade Tributária informando que o IUC não tinha sido pago. Assim, venho demonstrar o meu profundo desagrado perante esta situação. Apesar de reconhecer que a responsabilidade final do pagamento do IUC é minha, fui induzida em erro pela informação prestada pela MCoutinho e pelos seus colaboradores, tendo sido sucessivamente tranquilizada pelo apoio ao cliente quando procurei confirmar a legitimidade do procedimento. Considero inadmissível que, perante várias tentativas de esclarecimento da minha parte, não me tenha sido prestada informação correta e adequada, o que acabou por resultar numa situação lesiva para mim enquanto cliente. Solicito, por isso, uma análise urgente desta situação, bem como um esclarecimento formal relativamente ao sucedido.

Encerrada
V. A.
24/05/2026
Notavel e Genuino unipessoal Lda

Cobrança de valor não previamente comunicado em serviço de limpeza

No dia 01.05.2026, contratei a empresa Notável e Genuíno Unipessoal Lda., NIF 516651293, para realização de um serviço de limpeza numa habitação. Durante os contactos prévios e no momento da contratação, foi-me comunicado o valor de 15€/hora para o serviço. Foi igualmente transmitido ao responsável operacional que o pretendido seriam aproximadamente 5 horas de limpeza. Em nenhum momento me foi explicado, de forma clara, objetiva e transparente, que o valor de 15€/hora correspondia ao valor cobrado individualmente por cada colaborador destacado para o serviço. O meu entendimento legítimo, enquanto consumidor, foi sempre o de estar a contratar um serviço com duração aproximada de 5 horas ao valor indicado. Importa ainda referir que entreguei as chaves do imóvel à empresa e nunca estive presente durante a execução do serviço, motivo pelo qual não acompanhei os trabalhos nem tive conhecimento do número de colaboradores presentes no local ou do total de horas alegadamente realizadas. Durante a execução dos trabalhos, nunca fui informado de que estariam a ser acumuladas dezenas de horas faturáveis nem de que o custo final do serviço seria substancialmente superior ao inicialmente entendido. No final dos trabalhos, o responsável operacional pediu desculpa porque foram necessárias mais cerca de 2 horas para conclusão do serviço. Posteriormente, fui surpreendido com a emissão de uma fatura correspondente a cerca de 34 horas de trabalho acumuladas, num valor muito superior ao esperado e nunca previamente comunicado ou aprovado. Quando solicitei esclarecimentos relativamente ao valor apresentado, a empresa adotou imediatamente uma postura agressiva e intimidatória, pressionando para pagamento num prazo extremamente reduzido e ameaçando recorrer de imediato a tribunal, sem demonstrar abertura séria para uma tentativa de resolução amigável da situação. Adicionalmente, solicitei acesso ao Livro de Reclamações Eletrónico, não me tendo sido inicialmente facultado qualquer link ou assistência nesse sentido. Após consulta do website da empresa e da plataforma oficial do Livro de Reclamações, verifiquei que a empresa aparentava não possuir Livro de Reclamações Eletrónico ativo nem referência visível ao mesmo no respetivo website. Após os emails enviados por mim a alertar para essa situação, verifiquei posteriormente que a empresa passou entretanto a disponibilizar Livro de Reclamações online e informação de preços no website. Considero que existiu falta de transparência e incumprimento dos deveres de informação ao consumidor relativamente ao modo de cálculo do preço do serviço contratado. Pretendo a revisão da faturação emitida e a regularização da situação para um valor compatível com o efetivamente comunicado e legitimamente entendido no momento da contratação do serviço.

Resolvida
T. G.
24/05/2026

Acordo não cumprido

ESCLARECIMENTO SOBRE A SITUAÇÃO RELACIONADA COM A EDIÇÃO DO LIVRO *PÉROLAS DE SAL" de T. M. Grace com as edições hórus. Por detrás de cada livro existe sempre uma história. No caso de *PÉROLAS DE SAL*, essa história ultrapassou o próprio processo de edição e certamente todo este percurso dará início a uma nova história. Para esclarecer algumas perguntas que me têm sido colocadas sobre a situação relacionada com a edição do livro *PÉROLAS DE SAL*, visto ser do domínio público o meu descontentamento com a editora em questão, acerca da forma como foi conduzida a situação com a edição do meu Livro Pérolas de Sal. Deixo aqui um resumo cronológico e objetivo dos factos. Na sequência do meu descontentamento, por considerar que o contrato assinado com a editora não estaria a ser cumprido dentro do prazo nele previsto e por não me ter sido indicado qualquer prazo concreto para a entrega dos materiais previstos no contrato, nomeadamente os exemplares dos livros, o "book trailer" e o "roll-up", apresentei algumas exposições públicas no Portal da Queixa e na DECO e nas minhas páginas e perfil onde relatei a minha perspetiva sobre a situação. Posteriormente, foi instaurado um processo por parte da editora contra mim, no qual por parte da mesma, foram alegados factos relacionados com calúnia e difamação, sendo que apenas me referi às situações que me levaram a querer desvincular-me da mesma, 1. Após eu ter sido intimada no âmbito desse processo, foi celebrado um acordo entre mim e a editora, devidamente assinado por ambas as partes. 2. Nesse acordo ficou estabelecido, entre outros pontos, que eu retiraria as exposições anteriormente apresentadas, nomeadamente nas redes sociais, no Portal da Queixa e na DECO, o qual, em tempo útil e acordado, foi cumprido, as minhas queixas que deram origem ao processo instaurado pela editora, já não existem nesses portais. 3. Logo no seguimento da assinatura do acordo, foi apresentado em tribunal pela própria editora um pedido com vista à anulação do referido acordo. 4. O tribunal analisou esse pedido e não aceitou a anulação do acordo. 5. Consequentemente, o acordo manteve-se válido e transitou em julgado. 6. Assim, do ponto de vista jurídico, o acordo encontra-se em vigor. 7. Até à presente data, os elementos previstos no acordo, nomeadamente a entrega dos exemplares editados do livro *PÉROLAS DE SAL* e os valores nele previstos relativamente ao eventual atraso na entrega desses mesmos exemplares por parte da editora, ainda não se encontram concretizados ao dia de hoje 24/05/2026. Este é o ponto de situação atual, de acordo com os elementos constantes do processo e com as decisões judiciais já proferidas. As informações acima referem-se exclusivamente à descrição de factos processuais e a decisões judiciais já proferidas e transitadas em julgado. Este esclarecimento tem apenas o objetivo de responder às perguntas que me têm sido colocadas e de informar os meus leitores sobre o estado atual da situação, sem qualquer intenção de emitir juízos sobre pessoas ou entidades. Independentemente deste processo, o livro *PÉROLAS DE SAL* continua a representar o trabalho, a dedicação e a visão que estiveram na origem da sua criação. Os meus agradecimentos a todos pela compreensão durante todo este longo processo. 🙏❤️ T. M. Grace Autora de *PÉROLAS DE SAL #tmgrace_oficial @tmgrace_oficial

Em curso
E. F.
23/05/2026

Prossegur

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela Prosegur Alarmes e solicitar o cancelamento imediato do contrato associado ao meu antigo estabelecimento comercial. Desde setembro de 2025 deixei de utilizar os vossos serviços, uma vez que já não possuo a loja em questão. Apesar disso, continuam a ser efetuadas cobranças, sem que me tenha sido prestado qualquer apoio adequado para resolver a situação. Informo ainda que solicitei anteriormente uma declaração/carta para comunicar que não pretendia continuar com os serviços, devido ao encerramento da loja. No entanto, em vez de apoio na resolução do cancelamento, foi enviado o Sr. Ricardo à minha residência, tendo-me pressionado e coagido a manter o contrato ativo até novembro de 2025. Foi-me igualmente referido que, caso eu cancelasse o contrato, o colaborador que me apresentou o serviço seria penalizado no valor de 500€, situação essa que considero completamente inadequada e abusiva, não podendo essa responsabilidade ser colocada sobre mim enquanto cliente. Reforço que, não existindo já atividade comercial nem loja associada, não faz qualquer sentido manter um contrato ativo nem continuar a suportar custos de um serviço que não utilizo. Assim, solicito: O cancelamento imediato do contrato; A cessação de quaisquer cobranças futuras; A análise formal desta reclamação; Uma resposta por escrito no mais curto prazo possível. Caso a situação não seja resolvida, reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos Elcinézia Romania Ferreira

Em curso

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