Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
C. M.
22/01/2026

FALTA DE COMUNICAÇÃO

Exmos. Senhores. Venho por este meio reclamar sobre o serviço prestado pela empresa gestora de condomínios, VIP CONDOMINIOS. A minha reclamação deve-se, ao facto de esta empresa, não responder aos e-mails , por mim enviados. No ano anterior, enviei vários e-mails, sobre assuntos relacionados com problemas , na estrutura do prédio , que afetam a minha fração, nomeadamente infiltrações, os quais até á data não tiveram resposta. Na ultima assembleia de condomínios, em Dezembro referente ao ano 2025, chamei á atenção da " Gestora do condomínio", sobre o facto de não responder aos e-mails. Mais de 30 dias se passaram, desde a ultima assembleia de condomínio e da parte da empresa , nem resposta aos e-mails, nem envio da ATA DA ASSEMBLEIA. No passado dia 3-1-2026, novamente enviei um e-mail com o mesmo assunto, anexando fotos que documentam o estado de degradação da minha fração devido ao agravamento das infiltrações, solicitando uma intervenção provisoria, até que se façam as obras previstas para este ano, apos haver verba, que atá á data 22-1-2026, mais uma vez, não teve resposta. Enviei ontem dia 21 , e-mail sobre o assunto FALTA DE ENVIO DA ATA DE ASSEMBLEIA, que mais uma vez , não teve resposta. Os e-mails são enviados para geral@vipcondominios.pt, o mesmo e-mail de onde recebo a nota de cobrança do condomínio e o recibo comprovativo do pagamento do referido condomínio. Sendo neste caso estranho, não haver resposta, aos outros e-mails. Solicito que analisem esta minha reclamação, e peço aconselhamento , de como devo proceder, no futuro. Obrigado.

Em curso
A. G.
22/01/2026

Cobrança indevida

Fui ontem pessoalmente na Jaff e pedi o cancelamento e já devolvi o cartão de entrada. Tem dois meses que pago e não tenho conseguido ir por problemas no joelho. Foi debitado da minha conta dia 5 o valor da mensalidade, que inclusive mostrei para o atendente que estava no local que pegou que eu enviasse um e-mail formalizando o cancelamento e já tava tudo finalizado. Hoje recebi um e-mail cobrando novamente que pagasse a mensalidade. Segue o anexo do comprovativo.

Em curso
A. R.
22/01/2026

Taxa de importação cobrada indevidamente

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a UPS, devido à cobrança indevida de taxas de importação no valor de €53,93, relativas à encomenda com o número de rastreamento acima indicado. Descrição da situação • Efetuei a compra de uma mochila proveniente da Ucrânia, com valor total de €124,07. • No momento da compra, o IVA/taxas de importação no valor de €32,59 foram devidamente pagos ao vendedor, ao abrigo do regime IOSS, constando essa informação de forma clara na fatura. • Apesar disso, aquando da chegada da encomenda a Portugal, a UPS exigiu novamente o pagamento de €53,93 em taxas de importação, como condição para a entrega da encomenda. • Este pagamento foi efetuado sob protesto, uma vez que a encomenda não deveria ter sido sujeita a qualquer cobrança adicional. Confirmação do erro por parte da UPS No dia 23 de dezembro, a própria UPS confirmou por escrito o erro cometido, no âmbito do Processo C-0341037374, declarando o seguinte: “O cliente tem razão; a fatura mencionava o código IOSS, mas este não foi registado como tal, pelo que não deveriam ter sido cobradas quaisquer taxas.” Esta comunicação constitui uma admissão clara de erro por parte da UPS. Situação atual Apesar de: • Várias tentativas de contacto e seguimentos por email, • Envio de toda a documentação solicitada, • Confirmação escrita da UPS reconhecendo a cobrança indevida, até à presente data não recebi o reembolso do montante de €53,93. Pedido Solicito a intervenção da DECO PROteste para apoio na resolução desta situação e para que a UPS proceda ao reembolso integral e imediato dos €53,93 cobrados indevidamente, bem como à comunicação clara do prazo e método de devolução do valor. Considero esta situação uma prática incorreta e lesiva dos direitos do consumidor, uma vez que fui cobrado duas vezes pelos mesmos impostos, apesar de existir prova documental e reconhecimento expresso do erro por parte da transportadora. Fico a aguardar uma resolução célere e justa.

Em curso
D. G.
22/01/2026

Encomenda nao recebida, Falta de cumprimento

Fiz uma encomenda no site do Mundo Fitness Portugal. Atrás dessa companhia está a Gym Company Retail S.L. Isso fiquei sabendo agora. . Fiz a encomenda no valor de 2.647,52 EUR no dia 02.01.2026. Não recebi a encomenda até agora. Reclamei várias vezes no suporte do Mundo Fitness Portugal através de formulário de contato, mas não recebo reação. No  nr. de telefone de contato 308 815 021 ao cliente não atende ninguém. Tudo isso é uma enganação ao consumidor. Já existem várias reclamações contra essa companhia por falta de cumprimento das suas obrigações!! Por que essa companhia ainda está aberta??

Em curso
D. F.
22/01/2026

Encomenda não entregue e reembolso não efetuado

Exmos. Senhores, No dia 09 de dezembro de 2025, efetuei a compra de umas sapatilhas Adidas Spezial, no valor de 84,49 €, à empresa SMOOTH SATURDAY – LDA, associada à referência da encomenda GQROGTRPE. No momento da compra, foi-me indicado que a encomenda seria entregue até ao dia 09 de janeiro de 2026. No entanto, à data de hoje, 22 de janeiro de 2026, a encomenda não foi entregue, nem me foi comunicada qualquer atualização credível sobre um novo prazo de envio. Perante esta situação, contactei a empresa no sentido de apresentar reclamação e solicitar o reembolso do montante pago. Conforme solicitado, facultei o meu IBAN. Contudo, até à presente data, não foi efetuado qualquer reembolso, nem recebi resposta conclusiva ou solução concreta para o problema. Esta situação é inaceitável e configura: – Incumprimento do prazo de entrega contratualmente indicado; – Violação das obrigações legais do vendedor; – Retenção indevida de quantia paga pelo consumidor; – Falta de profissionalismo e desrespeito pelos direitos do consumidor. Nos termos da legislação aplicável à venda de bens à distância e à proteção do consumidor, solicito com caráter urgente: 1. A devolução imediata do montante pago, no valor total de 84,49 €, para o IBAN por mim já facultado; 2. Comunicação escrita a confirmar a efetivação do respetivo reembolso. Aguardo resposta urgente. Com os melhores cumprimentos, Duarte Nuno Baptista Ferreira

Em curso
A. F.
22/01/2026
MRW

Encomenda não entregue dada como entregue

N.º de envio: 07900F482806 Exmos. Sr.s A encomenda com o número de envio acima referido foi dada como entregue na vossa página de seguimento de envios, no passado dia 07/01/2026. No entanto a entrega não ocorreu. Contactei no mesmo dia o fornecedor/remetente, que efetuou reclamação junto a vós. A vossa resposta, dia 09/01/2026, foi fornecer um comprovativo de entrega digital, no qual se lê que o tipo de receptor foi "Destinatario", identificado com o meu primeiro nome, datilografado. Esta informação não pode estar correta uma vez que a morada de entrega é o meu local de trabalho, onde todas as encomendas são entregues à receção a qual confere os dados do destinatário e o contacta de imediato para a recolha da mesma. Desde dia 9 que, mesmo após insistência a meu pedido do fornecedor/remetente, não nos deram mais nenhuma resposta. Assim, venho por este meio procurar obter da vossa parte uma solução para este problema. Atentamente.

Resolvida
D. F.
22/01/2026
MRW

Encomenda entregue violada

N.º de envio: 07400F075705 Ex.mos Sr.s A encomenda com o número de envio acima referido foi entregue, no passado dia 05/01/2026, contendo apenas plásticos de enchimento e pedras. Contactei no mesmo dia o fornecedor/remetente, que efetuou reclamação junto a vós. A vossa resposta, dia 07/01/2026, foi fornecer comprovativos do recebimento da encomenda nas vossas instalações e do carregamento da mesma para distribuição o que, a dar crédito aos mesmos, só pode significar que algo de anómalo se passou entre esse momento e o da entrega da encomenda. Desde dia 7 que, mesmo após insistência a meu pedido do fornecedor/remetente, não nos deram mais nenhuma resposta. Assim, venho por este meio procurar obter da vossa parte uma solução para este problema. Atentamente.

Em curso
T. D.
22/01/2026

Cobrança abusivo de 45 dias de aviso prévio no cancelamento do plano

Desde o começo o serviço prestado pela TTF 24 foi péssimo. Não tem instrutores, praticamente temos que fazer sozinhos e buscar orientação para o treino na internet. Segundo, que embora gostem do dinheiro das mães, a política da academia impede que mães tenham imprevistos e circulem com os filhos dentro dos espaços da academia. Agora eles querem cobrar 45 dias de aviso prévio para o cancelamento do meu plano. Pedi o cancelamento dia 14 de janeiro e me informaram que ao invés de cancelar e finalizar a cobrança até o dia 13 do próximo mês, vão me cobrar mais 30 dias após o dia 1 do mês. Estou me mudando de cidade e querem que eu pague mais um mês INTEIRO sendo que já não estou usando há muito tempo! Um caso de cobrança abusiva, excessiva e sem cabimento. Se precisamos dar 30 dias de aviso prévio, esse aviso tem de contar a partir da data que pedimos e não a partir do próximo dia 01. Eu não autorizo o desconto da minha conta, o valor que excede 30 dias de aviso prévio, se descontarem vou buscar ajuda jurídica, pois isso é completamente INACEITÁVEL! Para além disso, estou desde o dia 19 tentando fazer uma reclamação oficial no livro de reclamações eletrónico e a funcionária que me atende está me dando um retorno péssimo, demorou 2 dias para confirmar se tinha livro de reclamações eletronico e agora não me responde qual nome ou identificação coloco lá para fazer a reclamação! Um verdadeiro absurdo. Abuso em cima de abuso, pouquíssimo suporte. E tem mais! A página no Google deles não permite que os clientes façam críticas.

Em curso

cobrança intimidatória, pressão contratual e recusa de solução por desemprego

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a CEAC / PPT4U – Professional Personal Teacher, Lda., pela forma como tem sido conduzida a relação contratual comigo enquanto consumidora, nomeadamente através de práticas de cobrança intimidatórias, pressão psicológica, recusa absoluta de diálogo e desconsideração da minha atual situação económica. Inscrevi-me num curso da CEAC em 2022/2023, tendo realizado apenas duas ou três aulas. Solicitei o cancelamento numa fase inicial, o qual não foi aceite. Apesar de não estar a utilizar o serviço há cerca de dois anos, continuei a efetuar os pagamentos durante um período prolongado. No início de 2024, devido a dificuldades financeiras, fiquei pontualmente em atraso num valor aproximado de 90 euros. Após vários contactos, fui informada de que, caso não procedesse ao pagamento do valor total do curso (cerca de 700 euros na altura), o processo avançaria para ação judicial. Perante esta informação, senti-me pressionada e assinei um acordo de regularização, não por vontade livre, mas por receio das consequências legais que me foram transmitidas, não tendo sido apresentada qualquer alternativa ou solução razoável. Desde então, ao longo de 2024 e 2025, sempre efetuei os pagamentos, embora em várias ocasiões com atraso. Importa esclarecer que nunca me recusei a pagar. A cobrança era efetuada no início do mês e, quando não tinha possibilidade de regularizar nessa data, informava telefonicamente que apenas conseguiria pagar no final do mês. Nessas chamadas, foi-me sempre indicado que “não havia problema”, que a situação ficaria registada, e procedia posteriormente ao pagamento, enviando o respetivo comprovativo por email. Em 2025, fiquei desempregada(novembro) situação que constitui uma alteração grave e superveniente da minha condição económica. Perante essa realidade, enviei email a informar que não tinha possibilidade de continuar a efetuar os pagamentos naquele momento e a questionar se existia alguma solução ou suspensão temporária. Esse email não obteve resposta imediata. Apenas após novo contacto da minha parte é que recebi resposta por escrito, na qual a empresa se limitou a invocar o acordo anteriormente assinado, afirmando que me comprometi a pagar todas as prestações mensalmente e sem atrasos, recusando qualquer solução ou pausa, apesar da situação de desemprego. No contacto telefónico realizado no dia 21/01/2026, foi-me ainda dito que a empresa “estava a fechar os olhos” à minha situação por não cobrar juros de mora quando os pagamentos eram efetuados com atraso. Considero esta afirmação inadequada e intimidatória, uma vez que o facto de não serem cobrados juros não constitui uma solução nem um apoio, mas sim o cumprimento mínimo do contrato, sendo usado como argumento para recusar qualquer forma de suspensão ou renegociação perante desemprego. Reitero que nunca me recusei a pagar, apenas efetuei pagamentos em atraso quando não tive possibilidade de pagar na data inicial, situação que sempre comuniquei e regularizei. O que considero desproporcional e injusto é a exigência de pagamento integral de um serviço que não utilizo há cerca de dois anos, sem qualquer abertura para suspensão temporária ou solução ajustada à minha realidade atual. Para além disso, foi-me transmitido que, estando desempregada, “tenho mais tempo para estudar”, argumento que considero abusivo e desadequado. O desemprego não implica qualquer obrigação de frequentar formação nem pode ser utilizado para desvalorizar a minha impossibilidade financeira. Acresce que, entretanto, concluí o meu curso universitário, encontrando-me licenciada, pelo que esta formação deixou de se enquadrar no meu percurso académico e profissional. O atendimento prestado pelo departamento de recuperação de crédito tem sido reiteradamente arrogante, intimidatório e desprovido de empatia, sendo-me dito que “o problema é meu”, que “faça o que quiser” e que, caso não pague, avançarão para tribunal, ignorando o meu histórico de pagamentos, a minha boa-fé e a minha situação social atual. Face ao exposto, considero que a atuação da empresa pode configurar práticas de cobrança desproporcionais, pressão psicológica, desequilíbrio contratual e falta de boa-fé na relação com o consumidor. Solicito a análise desta situação pela entidade competente e uma resposta formal da empresa.

Em curso

Seguro iPhone

O serviço que e vendido não corresponde ao que acontece na realidade! Precisei de por o meu telemóvel iPhone 13 no seguro no qual não teve arranjo e me foi enviado um valor para "compensar" mas a realidade e que a fnac quando fez a venda prometeu um serviço que a spb não está a realizar, quando fiz o seguro garantiram que davam o valor real do telemóvel 769,99€ e agora o valor que me estão a dar e de 449,99€ o que não corresponde ao serviço que foi vendido! Depois de contactar a fnac diz que o problema tem que ser resolvido com a spb e ao contactar a spb diz que tem que ser resolvido com a fnac! Ao fim ao cabo ninguém resolve nada vendem um serviço e não o cumprem ! Nunca mais fazei um seguro com esta seguradora! Muito desiludida com a situação!! Não recomendo a ninguém.

Em curso

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