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Saldo cativado pela uber passando o prazo pra devolucao
Exmos srs o meu saldo foi cativo pela uber cobrado duplicamente dia 16 de agosto e ate ao dia de hoje nao me foi reembolsado pretendo que me ajudem urgente sou doente renal preciso do dinheiro para medicaçao e alimentacao estou em apuros
Atendimento
Estou na Europcar de Leiria são 14h19 e há somente um atendente na loja. Ele tem que atender o balcão receber os carros e entregar os carros. Há 12 pessoas neste momento na loja e tudo está a correr muito lento. Uma empresa desse porte tem que ter mais atendentes.
90% pagos. Obra abandonada e cheia de defeitos.
Antes de contratar a Four Baruck, Lda., quer integrada na rede Aqui A Tua Remodelação, quer de forma independente, deve ler com atenção a minha experiência com esta empresa e com a rede. Sou um particular, sem experiência técnica em construção ou remodelações. Em 2025, depois de um processo de partilha em que fiquei com três apartamentos, preenchi um pedido no website da Aqui a Tua Remodelação, que me atribuiu o empreiteiro Four Baruck, Unipessoal, Lda. (Aqui a Tua Remodelação - Almada). A empresa foi contratada para a remodelação integral desses três apartamentos. Em 30 de março de 2026, já tinha pago cerca de 90% do preço contratado. Apesar disso, a Four Baruck não concluiu nem entregou qualquer um dos apartamentos. Pior: os trabalhos realizados encontram-se com defeitos gravíssimos, que obrigarão a um custo adicional de 40% a 60% desse valor (quando faltaria pagar menos de 10%). Os trabalhos começaram em 18 de novembro de 2025 e deveriam terminar quatro meses depois, em 18 de março de 2026. Em 10 de fevereiro, a Four Baruck alterou unilateralmente a entrega para 5 de maio, data que também não cumpriu. Os problemas começaram ainda durante a execução. Depois de ter recebido 50% na adjudicação, a Four Baruck exigiu mais 20% da 2ª fase sem que as infraestruturas correspondentes a essa fase estivessem concluídas. Perante a minha oposição ao pagamento antecipado, alterou unilateralmente o prazo da obra. Apesar deste episódio em que foi exigido um pagamento não correspondente ao real estado das obras, continuei a cumprir os pagamentos e, no final de março, a empresa já tinha recebido aproximadamente 90% do preço global. Em 29 de maio, a quarta fase ainda não estava concluída e foram identificados numerosos trabalhos em falta e defeitos. No dia 1 de junho, a Four Baruck enviou três faturas de “eletrodomésticos”, que impugnei. Os eletrodomésticos estavam expressamente incluídos nos orçamentos anexos aos contratos e abrangidos pelo preço global e pelo plano de pagamentos e, portanto, estavam a ser pagos desde o início. Não existia no plano de pagamentos qualquer fase referente a “eletrodomésticos”, pelo que o eventual pagamento destas faturas seria uma duplicação. Nesse mesmo dia de manhã, depois de eu recusar o pagamento destas faturas, os trabalhadores saíram da obra. No dia seguinte, foram vistos no prédio apenas a recolher ferramentas. A partir daí, cessou a execução efetiva dos trabalhos. A própria Four Baruck comunicou posteriormente que a retoma da obra ficaria condicionada ao pagamento prévio das faturas impugnadas. Ou seja, depois de receber cerca de 90% do valor contratual, interrompeu os trabalhos e exigiu novo pagamento relativo a bens que já constavam do preço da empreitada, quando nem sequer tinha concluído a fase anterior e já tinha passado praticamente um mês desde a segunda data em que deveria ter entregue a obra completa. Após o abandono da obra e por razões de segurança das frações, fui aconselhado a substituir as fechaduras, o que fiz. Em 12 de junho, a Four Baruck foi formalmente interpelada através de advogado para concluir os trabalhos ou apresentar plano sério, calendarizado e vinculativo, e informada que o acesso aos apartamentos continuava disponível, devendo apenas ser agendado através do mandatário. Até à declaração de incumprimento definitivo, em 2 de julho, a empresa nunca contactou o advogado para agendar o acesso, retomar os trabalhos ou apresentar um plano vinculativo de conclusão. As três frações ficaram sem condições de utilização, com trabalhos essenciais por concluir e defeitos graves. Não estamos apenas perante pequenos acabamentos por concluir. Os vãos ficaram abertos com os apartamentos expostos aos elementos, carpintaria por fazer, wcs e cozinhas por terminar, etc. Entre os defeitos construtivos já identificados encontram-se pavimentos desnivelados, caixilharias com dimensões erradas, vidros partidos, tetos tortos, portas de entrada demasiado grandes, que obrigaram a cortar as paredes atrás, paredes feitas com esferovite pintado, fios elétricos todos da mesma cor castanha, drenagens dos aparelhos de ar condicionado sem ligação às redes de drenagem, deficiências na drenagem do termoacumulador (e inexistência dos termoacumuladores já pagos), armários de cozinha desalinhados e inexistência de caixa ITED, entre outros. Em 23 de julho realizou-se uma vistoria técnica independente às três frações, conduzida por um perito avaliador certificado pela CMVM, contratado por mim. A Four Baruck foi previamente convocada e fez-se finalmente representar, tendo, portanto, acompanhado presencialmente a inspeção e tomado conhecimento direto dos trabalhos em falta e das desconformidades verificadas. Os elementos já obtidos junto de diferentes empreiteiros e especialistas apontam para custos entre 40% a 60% do valor orçamentado, quando faltavam apenas 10% a pagar. De realçar que a estes 10% ainda seriam retirados 5% referentes ao atraso na entrega da obra, pelo que faltaria apenas pagar 5%. Portanto, paguei quase integralmente três remodelações que deveriam ter sido entregues em março 2026 e fiquei com três apartamentos inabitáveis, obras interrompidas, defeitos muito graves e uma despesa adicional potencial de dezenas de milhares de euros para concluir as obras. Não faço acusações abstratas nem atribuo à empresa intenções que não possa demonstrar. Os factos aqui relatados encontram-se documentados através dos contratos, orçamentos, plano financeiro, faturas, comprovativos de pagamento, emails, mensagens, interpelações formais, fotografias, vídeos, acompanhamento técnico e vistoria independente. Deixo este relato para que outros consumidores conheçam a minha experiência antes de contratarem a Four Baruck (Aqui a Tua Remodelação – Almada). Depois de pagar cerca de 90%, fiquei com três apartamentos inacabados e gravemente defeituosos. Esta foi, sem qualquer dúvida, a pior experiência de contratação que alguma vez tive. Reservo expressamente todos os meus direitos, incluindo o recurso aos meios judiciais e às entidades competentes para fiscalização da atividade da empresa.
Cobraças indevidas
Cobranças indevidas
Cobrança de serviço adicional não solicitado
Exmos. Senhores, No dia 04/08/2026, efetuei telefonicamente uma marcação na Norauto para o meu veículo, tendo solicitado apenas a mudança do óleo e do filtro. Posteriormente, ao analisar a fatura, verifiquei que me foi cobrado, além dos serviços solicitados, o valor de 11,50 € correspondente à “Opção EcoRevisão Gasolina 1”, identificada pela própria Norauto como uma opção/serviço adicional. Contactei a Norauto a solicitar a devolução desse valor, esclarecendo que não tinha solicitado nem autorizado a inclusão da EcoRevisão. Na resposta, a Norauto afirmou que existiu uma “aceitação/adjudicação” do serviço, remetendo essencialmente para o facto de a EcoRevisão constar do orçamento apresentado. No entanto, essa resposta não esclareceu a questão que coloquei. Por esse motivo, voltei a contactar a Norauto e solicitei expressamente que me indicassem em que momento da gravação da chamada telefónica manifestei o meu consentimento para a inclusão da “Opção EcoRevisão Gasolina 1”. Esclareci também que não estava em causa saber se o serviço tinha sido realizado ou se constava do orçamento, mas sim saber quando e de que forma manifestei a minha vontade de contratar esse serviço adicional. Até ao momento, a Norauto não respondeu a este segundo pedido. Assim, solicito que a Norauto : Indique concretamente em que momento da gravação telefónica aceitei ou autorizei a contratação da “Opção EcoRevisão Gasolina 1” e caso não consiga demonstrar uma aceitação clara desse serviço adicional, proceder à devolução dos 11,50 € cobrados. Saliento que, aquando da marcação telefónica, o serviço que solicitei foi apenas a mudança do óleo e do filtro, não tendo solicitado a EcoRevisão. Considero, por isso, que a comunicação de um valor global para a mudança do óleo e do filtro, sem que me tenha sido perguntado se pretendia ou autorizava a inclusão da EcoRevisão, não demonstra, por si só, que eu tenha manifestado vontade de contratar esse serviço adicional. razão pela qual solicito que seja demonstrado o meu consentimento efetivo através da gravação da chamada. Cumprimentos, Filipa Cunha
Cobrança não cancelada
Exmos senhores, Conforme e-mail enviado em 08 de julho, solicito o cancelamento das cobranças após 08 de agosto a fim de cumprimento da cessação do contrato.
Reclamação urgente – Atraso grave no pagamento de apoio à habitação
À Administração do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU),O meu nome é [O seu nome completo], titular do NIF 230760708 , e venho por este meio expor e reclamar formalmente o atraso grave no pagamento do Apoio Extraordinário à Renda associado à minha candidatura com o número REC108135704 .O referido apoio foi-me devidamente atribuído, estando todas as condições de elegibilidade cumpridas. No entanto, verifico com enorme preocupação que não recebo qualquer pagamento deste apoio desde janeiro de 2025.Atendendo a que este apoio tem um caráter de manifesta urgência social e serve para garantir a estabilidade do meu direito à habitação, este atraso acumulado de mais de um ano está a causar-me graves prejuízos financeiros e uma enorme vulnerabilidade económica.Face ao exposto, solicito que me seja prestada uma informação clara sobre o motivo deste bloqueio e exige-se a regularização imediata de todos os montantes em dívida retroativos a janeiro de 2025.Mais informo que necessito de uma resposta com a máxima brevidade, sob pena de ter de recorrer a instâncias superiores, nomeadamente à Provedoria de Justiça e à tutela governamental.Com os meus melhores cumprimentos,Filipe Miguel Serrão Vieira 969403844 e-mail agrelabarros@gmail.com
PAGUEI E NÃO RECEBI
Efetuei uma encomenda de flores junto da Interflores, tendo procedido ao respetivo pagamento para que a entrega fosse realizada na manhã do dia de aniversário da minha mulher. Após a compra, recebi confirmação por e-mail de que a encomenda se encontrava devidamente registada e que a entrega seria efetuada conforme solicitado. Foi-me igualmente emitida a correspondente fatura. No entanto, a encomenda não foi entregue. Desde então, tenho tentado contactar a empresa por diversas vezes, quer através de e-mail, quer através do WhatsApp, sem obter qualquer resposta. A própria empresa informa que os contactos serão respondidos no prazo máximo de 48 horas, prazo que também não foi respeitado. Até ao presente momento, não recebi qualquer explicação, solução ou sequer o reembolso do valor que paguei. Acresce que existem diversas reclamações públicas de consumidores relatando situações semelhantes, circunstância que, associada à manifesta dificuldade em contactar a empresa após o pagamento, considero particularmente preocupante. Entendo, por isso, que a atuação desta empresa e dos respetivos responsáveis deverá ser devidamente averiguada pelas entidades competentes, nomeadamente para apurar se estamos perante meros incumprimentos contratuais isolados ou perante uma prática reiterada suscetível de lesar consumidores de boa-fé. Chama-me ainda a atenção a numeração constante da fatura emitida, que aparenta indiciar a existência de um volume relevante de faturação/operações. Caso exista efetivamente um número significativo de consumidores afetados por situações semelhantes, considero que a matéria assume ainda maior gravidade e merece ser investigada. Solicito, assim, o reembolso integral do montante pago no prazo máximo de 48 horas após a apresentação desta reclamação. Na ausência de reembolso dentro desse prazo, reservarei o direito de adotar todas as medidas que já comuniquei anteriormente à empresa, incluindo a apresentação da situação junto das entidades administrativas e judiciais competentes, para defesa dos meus direitos e apuramento de eventuais responsabilidades. Aguardo resolução urgente da situação.
Cancelamento do aluguer por não aceitar o meu cartão de crédito como meio de pagamento do deposito
Reclamo o reembolso do valor da diferença entre o valor pago no ato da reserva online e o valor efetivamente pago por uma nova reserva no balcão EUROPCAR pelo mesmo veículo devido à obrigatoriedade do cancelamento. No dia 04 Julho de 2026, reservei um carro no valor de 417,17€, devidamente pago com cartão virtual MBNet e aceite pela Europcar sem qualquer impedimento ou alerta. No dia 16 de Julho, dia do levantamento do veículo, no balcão da Europcar da estação de Charleroi (Bélgica), apresentei toda a documentação necessária, incluindo o meu cartão de crédito físico para caucionar os 100€ exigidos. No entanto, o funcionário recusou entregar o veículo alegando que o cartão de crédito apresentado não era o mesmo utilizado no pagamento online. Apesar de: 1. O website permitir e aceitar pagamentos com cartão virtual; 2. Eu poder comprovar no momento do levantamento, através da minha conta bancária, que o pagamento saiu da minha conta; 3. Ser possível verificar a minha identidade através do Cartão de Cidadão. O funcionário manteve uma postura inflexível, declarou a reserva como “nula” e recusou qualquer solução razoável, incluindo o estorno imediato do valor pago online ou a realização de um novo pagamento com o meu cartão de crédito físico. A situação ocorreu às 22h55, a cinco minutos do fecho do balcão, e eu tinha ainda 100 km para percorrer até ao meu destino. Perante a ausência total de alternativas, fui forçado a aceitar a única opção apresentada: cancelar a reserva e realizar uma nova, no valor de 688,05€. Assim, paguei +246,88€ por um veículo que já estava preparado para entrega e cuja reserva original tinha sido validada pela Europcar e paga à Europcar por debito. Solicito, portanto, o reembolso integral dos 246,88€, uma vez que: 1. A Europcar aceitou o pagamento online e reteve o montante durante 16 dias; 2. O website não bloqueou nem alertou para a utilização de cartão virtual; 3. A recusa no balcão contradiz o processo de reserva online; 4. Não foi apresentada qualquer solução razoável, apesar de eu ter comprovado identidade e titularidade da conta; Fui forçado a pagar um valor substancialmente superior sem qualquer justificação operacional.
CONTESTAÇÃO DE COBRANÇA DE €50 E DO PROLONGAMENTO DO PERÍODO DE FIDELIZAÇÃO
RECLAMAÇÃO FORMAL – CONTESTAÇÃO DE COBRANÇA DE €50 E DO PROLONGAMENTO DO PERÍODO DE FIDELIZAÇÃO POR MOTIVO DE ACIDENTE E SUSPENSÃO MÉDICA Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativamente à cobrança de uma penalização no valor de 50,00 €, que me está a ser exigida pelo ginásio, sob a alegação de que não completei as alegadas 52 semanas pagas previstas no contrato. Celebrei com o ginásio um contrato com um período de fidelização de um ano, correspondente, segundo as condições contratuais, a 52 semanas. Durante a vigência do contrato, sofri um acidente que resultou numa fratura do ombro, ficando temporariamente impossibilitada de frequentar o ginásio e de praticar atividade física. Por esse motivo, apresentei ao ginásio o respetivo atestado médico, que foi aceite pela entidade. Na sequência da situação clínica, o próprio ginásio autorizou a minha suspensão durante o período em que estive impossibilitada de frequentar as instalações, pelo que a interrupção dos pagamentos não resultou de uma decisão arbitrária ou de uma recusa minha em cumprir o contrato, mas de uma situação de saúde devidamente comprovada e comunicada à entidade. Importa salientar que não escolhi sofrer o acidente, nem escolhi ficar impossibilitada de utilizar os serviços contratados. A situação foi devidamente justificada através de documentação médica e aceite pelo próprio ginásio. O contrato tinha como data prevista de término o dia 5 de setembro de 2026. No entanto, neste momento, o ginásio informa-me de que, por não ter efetuado pagamentos durante o período em que estive suspensa por motivo médico, considero que não completei as 52 semanas pagas e, por esse motivo, pretendem cobrar-me uma penalização de 50,00 €. Contesto expressamente esta cobrança. Se o ginásio entendeu e aceitou que, perante a apresentação do atestado médico, eu deveria ficar temporariamente suspensa, não considero legítimo que, posteriormente, utilize essa mesma suspensão médica como fundamento para me penalizar financeiramente ou para prolongar unilateralmente o período de fidelização, sem que me seja apresentada uma cláusula contratual clara, específica e previamente aceite que determine expressamente essa consequência. Assim, solicito: 1. A indicação, por escrito, da cláusula concreta do contrato que permite ao ginásio cobrar a penalização de 50,00 € nesta situação; 2. A indicação expressa de qual a base contratual que permite transformar o período de suspensão médica, devidamente autorizado pelo ginásio, num período adicional de fidelização; 3. A apresentação do cálculo detalhado através do qual o ginásio conclui que não foram cumpridas as 52 semanas previstas; 4. A confirmação de que o período em que estive impossibilitada de frequentar o ginásio foi efetivamente registado como suspensão médica, e não como incumprimento contratual ou falta de pagamento; 5. A anulação da cobrança dos 50,00 €, por entender que não dei causa a qualquer incumprimento voluntário e que a situação decorreu de um acidente e de uma incapacidade médica devidamente comprovada; 6. A confirmação, por escrito, da data efetiva de cessação do contrato, sem aplicação de qualquer penalização decorrente da situação médica acima descrita. Solicito ainda que esta reclamação seja analisada à luz da legislação de proteção dos consumidores, nomeadamente quanto aos deveres de informação, transparência e equilíbrio das condições contratuais. Caso o ginásio mantenha a cobrança, solicito que me seja fornecida a respetiva fundamentação contratual e legal, para que possa apresentar a documentação à DECO PROTESTE e às restantes entidades competentes de defesa do consumidor, para apreciação da validade da cobrança e da eventual existência de uma cláusula contratual abusiva ou de uma prática comercial desproporcionada. Reforço que não me recuso a cumprir as obrigações que efetivamente resultem do contrato. O que contesto é que uma situação de acidente e incapacidade médica, devidamente comprovada e previamente comunicada ao ginásio, seja posteriormente utilizada para me impor uma penalização de 50,00 € ou para prolongar o período de fidelização sem que exista uma disposição contratual clara que determine expressamente essa consequência. Solicito resposta escrita à presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Araújo
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