Reclamações públicas

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Atraso

Atraso no envio da 2 via do título de residência

Encerrada
L. P.
16/07/2026

Encomenda não entregue

Olá, bom dia. Estou a apresentar novamente esta situação porque considero que a responsabilidade não é minha. No rastreio consta que foi feita uma tentativa de entrega no dia 02/07, mas estive sempre em casa nesse dia. Ninguém tocou à campainha, nem me contactaram de qualquer forma para realizar a entrega. Além disso, o rastreio indica que a tentativa aconteceu em Bobadela, quando a minha morada é na Póvoa de Santa Iria. Nesse dia, recebi duas outras encomendas na minha morada, o que prova que estive disponível para receber tudo normalmente. Quando entrei em contacto com o apoio ao cliente, disseram-me que a encomenda estaria disponível para levantamento num ponto Pack. No entanto, nunca recebi qualquer e-mail, SMS ou aviso a indicar o local de levantamento ou a informar que a encomenda tinha sido encaminhada para esse ponto. Quando finalmente consegui esclarecimentos, informaram-me apenas que já não era possível fazer nada porque a encomenda estava em processo de devolução ao remetente. Agora ainda surgiu outra situação: não está ninguém na morada do remetente na Finlândia para receber essa devolução. O que vai acontecer com a encomenda neste caso? Para onde será enviada se não houver ninguém para a receber? Na minha opinião, houve uma falha clara no processo de entrega e comunicação por parte da transportadora, e não da minha parte. Peço, por isso, que encontrem uma solução para este caso. É possível interromper a devolução e tentar uma nova entrega ou reenviar a encomenda? Não acho justo ser prejudicada por um erro que não foi causado por mim. Aguardo uma resposta e uma solução tão breve quanto possível. Obrigada.

Encerrada
J. F.
15/07/2026
Sunshop

Encomenda não recebida

Saudações. Fiz uma compra na plataforma online “Sunshop” da empresa Voltifer, Lda., no dia 7 de julho de 2026 de um Interruptor diferencial 2x40A 30ma da “Volt.e” no valor de 342.05€, que seriam enviados entre 3 e 4 dias passados. Tentei entrar em contato com a plataforma para confirmar a entrega da minha encomenda, no dia 13 de julho, 14 julho e 15 julho, passado o prazo envio da encomenda, mas após várias tentativas por telefone, telemóvel e por whattsapp, que foram inúteis pois não obtive qualquer resposta das minhas tentativas. Devido ao comportamento da empresa em dar resposta aos meus contatos, venho por este meio exigir a devolução dos valores pagos. Sem mais termino. José Pedro Vieira

Resolvida
P. I.
15/07/2026

Reembolso

Exmos. Srºs, Venho por este meio apresentar a minha reclamação em relação ao reembolso do valor de material de obra. Encomendei a remodelação da minha casa no Leroy Merlim, Cozinha, chao e casa de banho. Foi-me dito que o material que sobrasse da obra poderia ser devolvido e eu seria reembolsado sobre essa devolução. Fiquei descansado ate porque o Leroy tem uma politica de reembolsos de 14 dias explicita no site. O material foi recolhido no dia 13 de Junho, e, ap'os 3 reclamações por escrito e mais de 5 telefonemas para o Apoio ao Cliete, em que prometem contactar com um ponto de situação continua tudo na mesma. Não há contatos nem há reembolso. Estou mesmo muito desiludido com o Leroy e garantidamente que não voltarei nem irei recomendar este tipo de serviços a esta empresa. O que devo mais fazer para receber o reembolso?

Resolvida

ASSUNTO: Reclamação e pedido de correção de defeitos/deficiências detetadas na obra executada

Exmo. Sr. António, Venho, pela presente, apresentar uma reclamação formal relativamente à obra de remodelação executada pela sua empresa na minha habitação, concluída em 2023. No dia 13/07/2026, ao afastar a máquina de lavar roupa, tive oportunidade de verificar um conjunto de situações que até então não eram visíveis, relacionadas com os trabalhos de canalização e respectivos acabamentos. Em concreto, verifiquei, que: - A mangueira de descarga da máquina de lavar foi introduzida diretamente no tubo de esgoto existente na parede, sem qualquer elemento de remate ou acabamento adequado, permanecendo uma abertura visível em torno da tubagem, sem qualquer elemento de remate ou acabamento adequado. Esta situação encontra-se documentada através de fotografia, que foi enviada para o mail: geral@antonioalves.pt no próprio dia 13/07/2026. A ausência de uma adaptação própria na ligação ao sistema de esgoto deixa a abertura em redor da manqueira exposta, comprometendo o acabamento da instalação e podendo favorecer a passagem de odores, poeiras e insetos provenientes da tubagem de esgoto, para além de não corresponder ao nível de qualidade e de acabamento que é expetável numa obra de remodelação executada por uma empresa especializada.

Encerrada
C. A.
15/07/2026

Uniplaces – Reserva de "quarto" sem janela

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, que atua sob o nome comercial Uniplaces, com sede no Largo Duque do Cadaval, n.º 17, Fração I, 1200-160 Lisboa, por violação dos direitos do consumidor no âmbito da reserva de alojamento que efetuei através da sua plataforma. A presente reclamação é também dirigida, ainda que a título subsidiário, contra a empresa VIV HOUSING, Lda., com o NIF 517 380 390, com sede na Rua Actor António Silva, n.º 3, 3.º Esquerdo, 1600-404 Lisboa, na qualidade de gestora do imóvel e intermediária no contrato de arrendamento. No dia 21 de maio de 2026, reservei um quarto através da plataforma Uniplaces, para o período compreendido entre 1 de junho de 2026 e 30 de agosto de 2026, tendo efetuado o pagamento total de 624 € através da plataforma. Desde o início do processo, verifiquei que os custos totais associados à reserva não se encontravam claramente identificados no momento da contratação, tendo sido apenas após o início do processo de pagamento que me foram reveladas duas taxas administrativas — uma para a Uniplaces e outra para a Viv Housing — bem como a exigência de caução e do último mês de renda antecipado. Após a reserva e antes da entrada no imóvel, constatei que o quarto não possuía janela. Imediatamente, solicitei o reembolso total, o qual me foi negado. Refiro que, ainda que a descrição do anúncio mencionasse a ausência de janela — o que só constatei após a reserva —, esse facto não torna o anúncio legalmente válido. Nos termos do artigo 71.º do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) e da legislação aplicável ao arrendamento habitacional, um compartimento só pode ser designado como "quarto" se possuir ventilação e iluminação natural através de vão em comunicação direta com o exterior, com área não inferior a 1/10 da área do compartimento (mínimo de 1,08 m²). Ora, o espaço que me foi disponibilizado não cumpre este requisito essencial, pelo que não é legalmente um quarto, independentemente da forma como foi anunciado. Ao promover este espaço como "quarto", a Uniplaces está a anunciar um produto que não cumpre os requisitos legais mínimos de habitabilidade, o que constitui uma prática comercial enganosa e viola o dever de verificação das condições do alojamento que publicita. Caso esta informação tivesse sido clara e expressamente divulgada antes da reserva, ou caso a plataforma tivesse verificado a conformidade legal do anúncio, nunca teria celebrado o contrato nem efetuado os pagamentos exigidos. Acresce que, dos seis quartos existentes no apartamento, apenas alguns possuem janela para o exterior, o que suscita sérias dúvidas quanto à conformidade legal da utilização do imóvel para efeitos de arrendamento habitacional. A Uniplaces, denominada em termos de registo como UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, introduz na sua plataforma uma aba que designa os senhorios como sendo "de confiança", o que leva o consumidor a erro, pois cria a expetativa legítima de que a plataforma procede a uma verificação efetiva das condições do alojamento e da idoneidade do intermediário. No entanto, tal não se verifica no caso concreto: o quarto anunciado não possui as condições mínimas de habitabilidade exigidas por lei, e a empresa gestora do imóvel, Viv Housing, não demonstrou qualquer fiabilidade na resolução dos problemas reportados. Esta falsa publicidade constitui uma prática comercial desleal. Aquando da minha entrada no alojamento, em 01 de junho de 2026, constatei condições de insalubridade graves, devidamente documentadas em fotos e vídeos: cheiro intenso a bolor no quarto e na casa de banho, decorrente da ausência total de ventilação natural; sujidade generalizada, nomeadamente na casa de banho e no frigorífico; autoclismo com funcionamento defeituoso, a provocar ruído constante e gasto excessivo de água, perturbando o sono; e falta de condições para preparar e consumir refeições, devido ao estado de conservação dos espaços comuns. Este conjunto de condições torna o espaço incompatível com uma utilização habitacional normal, afetando o meu direito ao descanso, à alimentação em condições e à salubridade do ambiente, comprometendo a minha saúde e bem-estar. No dia 1 de junho de 2026, reportei formalmente os problemas à Viv Housing, dentro das 24 horas após a entrada, tal como exigido pela política de segurança da Uniplaces. A Viv Housing como a Uniplaces não ofereceram uma solução efetiva para os problemas estruturais, não resolveram o contrato nem a entrega total de todos os valores. A Uniplaces, apesar de publicitar uma política de segurança que prevê a intervenção da plataforma em caso de problemas com o alojamento, e apesar de ter sido contactada por mim em diversas ocasiões, limitou-se a remeter a questão para a Viv Housing, não apresentou qualquer solução concreta, nega um reembolso apesar dos factos mencionados e não assumiu responsabilidade pela desconformidade do alojamento que promoveu. Refiro ainda que não é claro para o consumidor, durante todo o processo, qual a entidade efetivamente responsável pela resolução dos problemas — se a Uniplaces ou a Viv Housing — o que dificulta o exercício dos meus direitos e constitui, por si só, uma violação do dever de transparência e de cooperação na resolução de litígios. Até à presente data, foi emitida apenas uma fatura pela Uniplaces, no valor de 240 €, apesar de ter pago um montante total de 624 € através da plataforma, fora o restante dos valores solicitados posteriormente pela Viv Housing que totalizam um valor muito mais avultado. A faturação correspondente ao montante integral pago não foi disponibilizada, nem foi prestado qualquer esclarecimento sobre o destino dos valores relativos a taxas administrativas e caução, o que viola o direito à informação previsto no Código do IVA e no regime das obrigações fiscais. Venho ainda informar que esta não é uma situação isolada, mas sim reflexo de uma prática comercial reiterada por parte de ambas as entidades, conforme amplamente documentado em plataformas de defesa do consumidor (Trustpilot e Portal da Queixa, e até por alguns vídeos nas redes sociais), onde dezenas de consumidores, maioritariamente estrangeiros, reportam exatamente os mesmos problemas: quartos sem condições mínimas de habitabilidade, custos ocultos não divulgados antes da reserva, retenção indevida de cauções e total ausência de apoio por parte da Uniplaces quando os problemas são reportados. Este padrão de queixas demonstra que a conduta aqui denunciada não é um erro pontual, mas sim o modus operandi da Uniplaces e da Viv Housing, que se aproveitam de consumidores que se encontram em Portugal por períodos limitados e que, na sua maioria, não têm conhecimento do sistema legal português para fazer valer os seus direitos. Perante os factos, reitera-se novamente o reembolso total dos valores pagos.

Encerrada
A. R.
15/07/2026

Sinistro não pago

O Sinistro deste veículo não foi pago mesmo passando os 90 dias determinados pela lei, mesmo com provas emitidas pela psp demonstrando que o mesmo havia sido roubado e não encontrado. No email com a resposta só dizem que não há evidências o suficiente, não sei mais o que eles querem além da informação da própria PSP, será que a PSP é a baixo dessa companhia de seguros?

Em curso
M. S.
15/07/2026

Pos Venda Inexistente

Exmos. Senhores, Arquitetoldos, Após o meu primeiro contacto telefónico em novembro de 2025 a reportar os problemas existentes na pergola que vos comprei em março de 2024, até hoje não obtive qualquer tipo de contacto da vossa parte nem o mínimo interesse em resolver a situação. Fiz vários contatos via telefone para a empresa, sempre me responderam que tinham o processo aberto e aguardavam a disponibilidade dos técnicos (desde novembro de 2025), contactei o vendedor e o mesmo deixou de me atender por já ter vergonha da situação, conforme me disse pessoalmente quando o encontrei na rua com novos clientes para vender mais dos vossos serviços (suponho então que os técnicos na vossa empresa servem apenas para as montagens de serviços novos), enviei vários e-mails, aos quais nem um teve resposta. Como tal, nove meses passados, venho mais uma vez mostrar a minha insatisfação pelo péssimo serviço pós-venda, se é que esse serviço existe, pois, o único serviço que foi realmente prestado foi no momento da venda. É uma vergonha o tratamento que dão a um cliente que está insatisfeito e que até ao momento nunca pode usufruir da pergola pois apresenta defeitos ao nível da utilização ao nível estético e prático. Infelizmente não me resta outra solução, senão recorrer a outras vias para conseguir a vossa atenção e a resolução do problema, que volto a repetir, foi reportado em novembro de 2025, caso não seja contactada no prazo de 24 horas. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo o vosso contacto. Cumprimentos,

Encerrada
J. T.
14/07/2026

Pedido de reembolso por cancelamento da atuação dos Megadeth no Evil Live 2026

Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao bilhete que adquiri através da Ticketline para o festival Evil Live 2026. Adquiri o bilhete pelo valor de 80 €, sendo que a principal razão da compra foi a atuação dos Megadeth, banda anunciada no cartaz oficial do festival. No entanto, essa atuação acabou por não se realizar, alterando significativamente o serviço que me foi vendido e frustrando a principal expectativa que motivou a minha compra. Embora compreenda que possam existir circunstâncias imprevistas, considero que os consumidores que adquiriram bilhete motivados por essa atuação devem ser devidamente compensados. Assim, solicito o reembolso do valor de 80 € pago pelo bilhete ou, caso entendam não ser possível, uma compensação adequada e proporcional à alteração do cartaz. Aguardo uma resposta e uma resolução célere para esta situação. Com os melhores cumprimentos.

Encerrada
H. M.
14/07/2026

Retiram 32,59€ da minha conta devido a um cancelamento de um pedido por negligência da glovo

Exmos. Senhores... No dia 6 de Julho, fiz um pedido (32,59€) na glovo por volta da 20h, sendo a chegada do pedido prevists pelas 21h. Devido ao facto de não haver estafetas disponíveis, o pedido foi sendo consecutivamente atrasado e, como o restaurante fechava às 22h, tentei o cancelar o pedido. Só após várias tentativas de contacto com o centro de apoio e com o contacto direto com o restaurante é que consegui. Aquando cancelamento, a Glovo informou-me que me deduzaria o valor numa próxima encomenda. Mesmo assim, foram-me retirados 32,59 € da conta, por um problema que a glovo causou e por uma refeição que nunca recebi. O ID do pedido é: 101705638916 Melhores cumprimentos, Horácio Medeiros

Encerrada

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