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Serviço não entregue - reembolso não realizado.
No dia 5 de julho de 2026, desloquei-me ao festival EVIL LIVE, na MEO Arena, após ter adquirido um bilhete diário através da Ticketline, especificamente para assistir ao concerto dos Megadeth. Já dentro do recinto, e mesmo após a hora prevista do espetáculo (20h50), apenas depois das 21h30 fomos informados de que a banda não iria atuar. Me desloquei do Porto a Lisboa com custos envolvidos. O cancelamento de um dos principais nomes do cartaz altera por completo o serviço prestado. Saí imediatamente do evento e exijo a devolução do valor do bilhete. No ato de saída leram o QR code e mencionaram que seria para reembolso. Aguardo que a Ticketline, em conjunto com a promotora Prime Artists, assuma a responsabilidade e realize o reembolso conforme prometido no momento da saída, altura em que leram o QR code de quem saía para garantir o reembolso. A situação é inadmissível e peço uma resposta célere por parte da Ticketline.
Cancelamento impede acesso a subscrição já paga
Exmos. Senhores, Após contacto convosco, via chat, venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao cancelamento de uma subscrição partilhada através da Sharesub. A subscrição referente ao mês de setembro já se encontrava integralmente paga. No dia 1 de setembro procedi ao cancelamento da subscrição, tendo sido posteriormente informada de que o cancelamento deveria ter sido efetuado antes do início do mês para evitar a cobrança/perda do período seguinte. No entanto, considero esta situação manifestamente injusta e solicito que seja revista. Se o valor correspondente ao mês de setembro já foi pago, não considero aceitável que, simplesmente por ter efetuado o cancelamento no dia 1, me seja imediatamente retirado o acesso ao serviço sem qualquer reembolso e sem possibilidade de usufruir do período que já foi pago. O cancelamento de uma subscrição deveria impedir a renovação/cobrança do período seguinte, mas não deveria significar a perda imediata de um período de utilização que já foi integralmente pago. Caso contrário, estou a pagar por um serviço que não posso utilizar. Compreendo que possam existir regras específicas relativamente ao prazo para cancelamento, mas essas regras não devem resultar numa situação em que o cliente fica simultaneamente sem o valor pago e sem o serviço correspondente a esse pagamento, especialmente quando o cancelamento ocorreu apenas no início do período já pago. Assim, solicito: A reposição do meu acesso à subscrição até ao final do período já pago, ou seja, até 30 de setembro; ou, caso tal não seja possível, O reembolso proporcional do período que não me é permitido utilizar. Considero que esta situação deve ser corrigida de forma a garantir que o cliente não fica a suportar o custo de um serviço que lhe foi retirado antes do final do período contratado e pago. Aguardo uma resposta e a respetiva resolução da situação. Com os melhores cumprimentos.
Encomenda veio com as molas partidas do colchão
Bom dia venho por este meio fazer uma reclamação da parte da Temu ! Encomendei um colchão na qual estou a precisar a muito tempo! Veio fiquei toda feliz por ter chegado mas ainda não tinha visto o problema desembalei para ele encher! Estive fora 16 horas e vejo o que ?! Que o colchão ao ir me deitar nele que ele estala as molas por baixo e na lateral as molas sentem se ! Não estão em sacadas ! Estão dobradas nota se é a minha filha de um 1 anos aleijou se !!! A raspar as costas na lateral do colchão !! Já reclamei umas 13 vezes estão me sempre a tirar bilhete dizem sempre que não reembolsam mesmo devolvendo o colchão negam me !!! O vendedor da loja e os chat ao a vivo a mesma coisa andam a dizer sempre vou deportar o acontecimento e nada quer que tire sempre fotos e dizem que é não nítido quando é bem nítido ! Mandei um vídeo a fazer os barulhos !!! Mandei do colchão inteiro ! Das laterais e da parte de trás !!! E da etiqueta como dizem que não parece o colchão ?’ É só desculpas e eu quero o meu reembolsam que estão me sempre a negar estou nisto desde o primeiro dia que veio !! O vendedor é o icho house
Avaria carro
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO numa situação que considero extremamente grave e prejudicial enquanto consumidora, relacionada com o meu Renault Captur, matrícula AT-20-VR, adquirido em agosto de 2023 nas instalações da Motorpor de Évora. Trata-se de uma viatura de 2022, que anteriormente tinha sido utilizada como veículo de serviço. A situação teve início em maio de 2025, quando a viatura ainda se encontrava dentro do período de garantia. Nessa altura, a 2.ª mudança ficou bloqueada e comuniquei imediatamente o sucedido por email ao vendedor da viatura, Armindo CuCo, que atualmente me indicou que não viu o meu e-mail porque não consegue dar atenção a tudo o que recebe. Penso que essa resposta é a falta de interesse em ajudar indicam como os serviços da Motorpor de Évora se encontram. Inclusive porque no ato da venda fui informada de certos serviços que poderia usufruir caso completasse os 3 anos de revisão na marca, que se prolongaria para 5 anos. Afinal, agora que necessito de ajuda todos mostraram desinteresse e até afirmaram que as coisas são ditas de boca e que não podemos seguir à regra tudo. Tenho esse email e posso comprovar que a anomalia foi comunicada dentro do período de garantia (dentro dos 3 anos). Posteriormente, próximo da revisão periódica, o problema voltou a manifestar-se, desta vez com dificuldade em retirar a marcha-atrás. Informei expressamente a oficina da Motorpor e pedi que a situação fosse analisada. No entanto, segundo me foi transmitido, limitaram-se a experimentar o veículo e, como a anomalia não se manifestou naquele momento, informaram-me que não tinham detetado qualquer problema. Considero que esta situação deveria ter sido analisada de forma mais aprofundada, uma vez que já existia uma comunicação anterior sobre uma anomalia semelhante e tratava-se de um problema intermitente. Em junho de 2026, a situação agravou-se significativamente. Enquanto conduzia, não consegui retirar a mudança engrenada e, depois de conseguir libertá-la, o veículo deixou de permitir engrenar qualquer mudança com o motor ligado. Por questões de segurança, deixei de utilizar a viatura e acionei a assistência em viagem. O veículo deu entrada na oficina da Motorpor de Évora no dia 22/06/2026. A partir desse momento iniciou-se uma situação que considero completamente inadmissível. Durante semanas, não fui contactada pela oficina para ser informada sobre o estado da viatura. Fui sempre eu quem teve de insistir, telefonar e deslocar familiares à oficina para tentar obter informações. Entre os dias 29/06 e 03/07 procurei repetidamente obter informações, tendo apenas conseguido ser atendida no final do dia 03/07. Foi-me dito que estavam a realizar testes e que ainda não tinham identificado a avaria. Chegaram inclusivamente a dizer-me que, caso necessitasse do carro, o poderia ir buscar, apesar de a avaria ainda não estar identificada ou resolvida. Mais tarde, nesse mesmo dia, fui novamente contactada e informada de que a viatura tinha, afinal, apresentado a avaria nas instalações da oficina. No dia 07/07/2026, dois familiares meus deslocaram-se à oficina para tentar obter informações, tendo-lhes sido dito que estavam a tentar compreender melhor a avaria e que eu seria contactada até ao final dessa semana. Esse contacto nunca aconteceu. No dia 20/07/2026, ligaram a informar de que poderia ir buscar o carro, sendo que nunca indicaram a avaria nem o orçamento. No dia 21/08/2026, levantei a viatura após ter pago 152,03€ por uma intervenção realizada pela Motorpor. Levantei o carro por volta das 10h30. Contudo, aproximadamente às 14h30 do mesmo dia, tive de voltar a entregá-lo na oficina porque continuava a apresentar o mesmo problema. Considero extremamente grave ter pago uma reparação que não resolveu a avaria e ter ficado novamente sem a viatura apenas algumas horas depois. No dia 31/07/2026 fui contactada pela Motorpor para dar autorização para uma intervenção na caixa de velocidades, tendo dado imediatamente a autorização solicitada. Contudo, após essa data, voltei a não receber qualquer informação sobre o veículo. No dia 24/08/2026, desloquei-me pessoalmente à oficina e fui informada de que a caixa de velocidades ainda nem sequer tinha sido desmontada. Posteriormente, no dia 01/09/2026, fui novamente informada de que continuavam sem realizar qualquer intervenção na caixa de velocidades. Neste momento, a viatura encontra-se na oficina há mais de dois meses e, segundo a informação que me foi prestada, continuam sem efetuar a intervenção na caixa de velocidades que autorizei no dia 31/07/2026. Esta situação está a causar-me enormes transtornos pessoais, profissionais e financeiros. Necessito diariamente de uma viatura para me deslocar para o trabalho, uma vez que não resido na mesma localidade onde trabalho, e para as minhas restantes deslocações pessoais. Não disponho de outro veículo. Durante este período, apenas tive direito a cinco dias de veículo de substituição através do seguro. A Motorpor nunca me apresentou uma solução alternativa, apesar de ter conhecimento da minha necessidade diária de transporte. Como consequência, fui obrigada a alugar viaturas com o meu próprio dinheiro. Inclusive, tive um período de férias que não consegui usufruir devidamente devido à falta de transporte e aos custos que fui obrigada a suportar para conseguir deslocar-me. Considero que não devo ser responsabilizada pelos custos resultantes desta situação. Comuniquei a anomalia ainda durante o período de garantia e voltei a reportá-la posteriormente à oficina. Na minha perspetiva, o facto de a avaria ter sido inicialmente intermitente não pode prejudicar-me, sobretudo quando procurei atempadamente obter uma solução. Também considero que devem ser analisados os custos que já suportei, nomeadamente: * Os 152,03€ pagos por uma intervenção que não resolveu a avaria; * Os custos suportados com o aluguer de viaturas; * Os restantes prejuízos diretamente resultantes da indisponibilidade prolongada da minha viatura. *Ser indemnizada por todo o transtorno. Já apresentei reclamação através do Livro de Reclamações Online e continuo a tentar obter uma solução diretamente junto da Motorpor e da Renault. Contudo, até ao momento, não obtive uma resolução efetiva. Assim, solicito o apoio e a intervenção da DECO para que seja analisada esta situação e para que a Motorpor e a Renault sejam chamadas a esclarecer as suas responsabilidades. Pretendo, em particular: 1. Que seja efetuada uma reparação correta, definitiva e urgente da viatura; 2. Que seja analisada a responsabilidade pela reparação, tendo em consideração que os primeiros sintomas foram comunicados durante o período de garantia; 3. Que seja revisto o valor de 152,03€ que paguei por uma intervenção que não resolveu a avaria; 4. Que sejam analisados os custos que tive de suportar com o aluguer de viaturas devido à ausência de uma solução alternativa; 5. Que seja prestada uma resposta concreta sobre o motivo pelo qual a viatura permaneceu mais de dois meses na oficina sem uma resolução efetiva e sem que a intervenção autorizada na caixa de velocidades tivesse sido realizada; 6. Que seja encontrada uma solução com a maior brevidade possível, pois continuo sem o meu único meio de transporte. 7. Ser indemnizada por todo o transtorno. Tenho na minha posse documentação e provas que podem comprovar toda a situação, incluindo o email enviado durante o período de garantia, as comunicações posteriores, os emails trocados com a Motorpor, o comprovativo do pagamento de 152,03€, bem como outros documentos relacionados com os custos que fui obrigada a suportar. Agradeço, assim, a intervenção e orientação da DECO para defesa dos meus direitos. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Lopes Paulino Belo Janeiro
Encomenda não enviada e ausência de resposta – pedido de cancelamento e reembolso
Prezados , No dia 13/08/2026 efetuei a encomenda n.º #2170PT, no valor de 77,66 €, através da empresa Meu Brasil Online (LOUBR EUROPA, UNIPESSOAL LDA), tendo o pagamento sido realizado. Após contactos anteriores, fui informada pela empresa de que a encomenda seria enviada no início da semana passada e que receberia o respetivo código de rastreio assim que fosse expedida. No entanto, a encomenda continua sem ser enviada e não recebi qualquer código de rastreio nem uma nova previsão concreta para a expedição. Na segunda-feira voltei a contactar a empresa por e-mail, solicitando informações sobre o estado da encomenda, o motivo do atraso e uma previsão concreta para o envio. Até ao momento, não recebi qualquer resposta efetiva, apenas uma resposta automática. Acresce que, atualmente, o próprio website da empresa informa que está temporariamente indisponível e que não está a aceitar novos pedidos. Perante o atraso, a ausência de expedição e a falta de uma resposta concreta por parte da empresa, já não tenho interesse em aguardar pelo envio da encomenda. Solicito, por isso, o cancelamento da encomenda n.º #2170PT e o reembolso integral dos 77,66 € pagos. Tenho disponíveis a confirmação da encomenda, o comprovativo de pagamento e o histórico das comunicações realizadas com a empresa, caso sejam necessários para comprovar a situação.
Emissão de Residência Temporária em vez de Permanente Artigo 80
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a AIMA devido a um erro na emissão do meu título de residência e à total ausência de resolução por parte desta entidade, situação que exponho de seguida. No ano passado, submeti através do portal da AIMA um pedido de Concessão de Autorização de Residência Permanente, tendo efetuado o pagamento da taxa correspondente no valor de 355,30 €. No atendimento presencial, que decorreu no Centro de Atendimento de Sines, informei expressamente a funcionária de que o procedimento se tratava de um pedido de residência permanente e entreguei em mãos o comprovativo de conhecimento da língua portuguesa para digitalização.Posteriormente, recebi uma notificação de audiência prévia onde os documentos solicitados correspondiam ao regime permanente, procedi ao reenvio de todos os elementos através da minha mandatária. O pedido mereceu uma decisão favorável por parte da AIMA, tendo-me sido emitida a declaração que certificava o deferimento do processo enquanto aguardava o documento físico.O problema reside no facto de que, ao receber o cartão de residência, verifiquei que a AIMA emitiu por erro um Título de Residência Temporário em vez do título Permanente que foi solicitado, pago e aprovado.Desde que detetei este erro, esgotei todos os meios ao meu alcance para resolver o problema. Dirigi-me à Loja AIMA de Portimão, onde recusaram prestar-me assistência. Enviei sucessivas reclamações e comunicações por via eletrónica, às quais nunca obtive resposta. Procurei também o apoio presencial do CLAIM de Lagos, que encaminhou o caso para a Estrutura de Missão da AIMA. Nessa data, fui informada de que a situação tinha sido sinalizada e que a emissão do título correto demoraria cerca de dois a três meses, instruindo-me mais tarde a aguardar o envio pelos CTT.Até ao momento, e apesar de o prazo indicado já ter ultrapassado largamente o previsto, continuo sem receber o documento correto.
Faturação indevida
Bom dia. Em Junho subscrevi um serviço de compactação de documentos em pdf por 48h pelo valor de 60 cêntimos. No momento da subscrição não fui informado que posteriormente seria iniciada uma subscrição mensal no valor de 29,95 euros por mês. Para além de ter sido iniciada uma subscrição sem consentimento explícito, foram-me ainda cobradas 5 faturas quando apenas usufruí do serviço durante 3 meses, tendo já realizado o cancelamento do mesmo, agora que dei conta da situação, e atempadamente antes so término do 3º mês de subscrição.
Péssimo Serviço e Apagam Queixas e as Mensagens ao Suporte
Subscrevi-me a uma limpeza quinzenal após ter escolhido uma pessoa com excelente classificação. Logo no dia, alteram a funcionária para alguém com pior classificação, sem qualquer tipo de aviso ou confirmação da minha parte. O serviço ficou extremamente mal feito e inacabado, além da pessoa ter chegado uma hora atrasada. Tentei reclamar através do suporte, onde obtive informação que existia uma rectificação gratuita mas que seria com a mesma pessoa. Ora, se eu contratei alguém, é porque preciso de um profissional e não tenho tempo para ensinar alguém a fazer o trabalho dela logo não faria sentido nenhum que viesse a mesma pessoa continuar a fazer mal o serviço. Comuniquei isso e obtive informação que as mensagens seriam comunicadas a um assistente. No dia seguinte as mensagens todas desapareceram e zero resposta. Volto a entrar em contacto e ligam-me a uma agente que ignora as minhas mensagens e não responde durante imenso tempo. Fechei a aplicação porque obviamente não ia ficar a aguardar durante horas. Quando volto a abrir... histórico limpo, zero mensagens. Volto a reclamar, mensagens são novamente apagadas. Tento pelo menos obter uma pessoa com melhor avaliação para a minha próxima limpeza, depois de desistir de resolver e retificar a primeira limpeza... Várias vezes trocam a funcionária, sempre para alguém com pior classificação. Decido cancelar totalmente o serviço, que seria apenas daqui a cinco dias, e sou informada que tem uma taxa de cancelamento de 10€! Inaceitável. Nunca mais vou usar este serviço. Por mim eu até queria um reembolso total mas nesta altura já só quero que acabe esta dor de cabeça e cancelem esta taxa que não tem nexo nenhum.
Péssimo Serviço Prestado
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa ao serviço de instalação de um exaustor e de um esquentador na cozinha dos meus pais, contratado na vossa loja Leroy de Alfragide e realizado no passado dia 6/8/2026. Cumpre-me salientar, antes de mais, que anteriormente à realização do trabalho, a empresa técnica deslocou-se à minha habitação para efetuar uma vistoria prévia, tendo tirado todas as medidas do espaço. Havia, por isso, total obrigação de planear uma instalação correta e em conformidade com as características da minha cozinha. Após a conclusão dos trabalhos, detetei graves desconformidades na execução do serviço, a saber: Insegurança e ineficácia na instalação do exaustor: O aparelho foi colocado a uma distância de perto de 90 cm em relação à placa de cozinha. Esta medida ultrapassa largamente a distância máxima recomendada e as normas de segurança vigentes. Esta falha compromete gravemente a eficácia da extração de fumos e vapores, além de desrespeitar os padrões técnicos exigidos. Adicionalmente, o aparelho emite um ruído estranho ao funcionar, o que levanta sérias dúvidas sobre as suas boas condições de funcionamento. Deficiente colocação do esquentador: O equipamento foi instalado de forma esteticamente incorreta, visivelmente desalinhado com o restante mobiliário e prejudicando gravemente a harmonia visual da cozinha. Como o Leroy Merlin é o responsável direto pela subcontratação e pela qualidade destes serviços, solicito a deslocação urgente de uma equipa técnica qualificada (e devidamente supervisionada) à minha habitação para: Reajustar a altura do exaustor para a distância regulamentar correta e verificar a origem do ruído anormal. Corrigir o posicionamento do esquentador de forma a garantir um acabamento estético adequado. Mais informo que já havia sido agendada uma visita técnica posterior para verificar as desconformidades (marcada para hoje) mas a empresa subcontratada simplesmente não apareceu na data marcada, demonstrando uma total falta de respeito e compromisso com o cliente sem qualquer justificação ou respeito pelo seu tempo. Esta situação é ainda mais grave e inadmissível pelo facto de o meu pai, o Sr. António Raimundo, ser uma pessoa idosa com mais de 80 anos de idade. Agradeço que sejam salvaguardados os direitos do meu pai enquanto consumidor idoso. Aguardo o vosso contacto breve com a máxima urgência para o agendamento definitivo da retificação dos trabalhos. Assistência técnica n.º OS 717766 Com os meus melhores cumprimentos, António Raimundo Pedro Raimundo
pedido de cancelamento ignorado
Venho apresentar uma reclamação relativamente ao processo de cancelamento do meu contrato com a empresa Fitness UP. No dia 18/08/2026 desloquei-me às instalações mais próximas de minha casa para fazer o pedido de cancelamento do meu contrato, uma vez que, devido à alteração de minha morada, deixei de ter condições de frequentar o ginásio ao qual estava inscrita. Dirigi-me a dois clubes Fitness Up, incluindo o clube do Bolhão, que foi colocado como clube preferencial, tendo em conta a proximidade da minha antiga residência, com o objetivo de tratar do cancelamento. Em ambos os locais fui informada de que o cancelamento teria de ser solicitado através dos meios online. Segui essas indicações e enviei o meu pedido de cancelamento por e-mail no dia 18 de agosto. Posteriormente, recebi uma resposta automática a informar que o meu pedido seria analisado e que teria uma resposta no prazo de 7 dias úteis. Esse prazo terminou no dia 27 de agosto sem que tivesse recebido qualquer resposta ou resolução relativamente ao meu pedido, enviando um novo e-mail nesse mesmo dia com o mesmo objetivo. O meu pedido de cancelamento foi realizado antes do início do mês de setembro, e não pretendo que me seja cobrado um novo período de mensalidade relativo a setembro quando já tinha manifestado formalmente a minha intenção de cancelar o contrato. Foi-me indicado também a existência de uma taxa de cancelamento de 60 euros, relativamente ao período de fidelização que ainda está a decorrer, entretanto, dadas as circunstâncias considero inadmissível que, depois de me ter deslocado presencialmente a dois clubes, ter seguido as instruções dadas pelos próprios funcionários, tenha apresentado o pedido de cancelamento por escrito e não tenha obtido qualquer resposta dentro do prazo que me foi indicado, caso me seja cobrado o valor de alguma quinzena eu ainda tenha de pagar o valor de quebra de contrato, sendo que não cumpriram da parte deles.
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