Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Encomenda não entregue no destinatário
Pela segunda vez em menos de 3 meses o distribuidor não entrega as encomendas do Autodoc no destinatário, mentindo dizendo que o mesmo não se encontrava na morada, presença essa da qual existem provas. Mente no próprio relatório de não entrega dizendo que demorou 4 minutos para chegar ao ponto de entrega que dista 10km da morada do destinatário. Este comportamento é repetitivo no que concerne a GLS.
Encomendas não entregues, entregador mentiroso
Venho apresentar uma reclamação relativa a duas encomendas. A primeira, deveria ter sido entregue ontem (dia 3) até às 20:00. No entanto, às 21:09 recebi três chamadas com toques tão curtos que era impossível atender. Quando devolvi a chamada, do outro lado disseram-me que era o entregador, que tinha tido um acidente, estava à espera da polícia e que só faria a entrega no dia seguinte, ou seja, hoje. Fiquei em choque ao verificar no vosso website que a encomenda aparece como entregue ontem! Além disso, tinha outra encomenda que também deveria ter chegado ontem e não foi entregue. Tinha sido 'tentado' o envio na quarta-feira (dia 2), mas como não ouvi a campainha, reagendei para ontem até às 14:00, o que, mais uma vez, não aconteceu. Quando o vosso entregador me ligou para alegar o acidente, foi registado que eu não estava presente para receber a encomenda, o que não corresponde minimamente à verdade. Como é possível que uma pessoa com duas encomendas tenha recebido uma delas e não estivesse em casa para receber a outra ao mesmo tempo? Sinto-me totalmente desrespeitada por esta situação. Isto é gozar com os clientes. No dia seguinte, ENTREGADOR LIGOU (20:23) A DIZER DENOVO QUE TEVE UM ACIDENTE E QUE TINHA IDO LÁ NO DIA ANTERIOR!!!!!!!!! EXATAMENTE O MESMO ENTREGADOR QUE ME LIGOU NO DIA ANTERIOR A DIZER A MESMA COISA!!!!!!!!!!! ELE LIGOU A DIZER QUE NÃO CONSEGUIA VIR PORQUE TEVE UM ACIDENTE E DENOVO LIGOU E DISSE QUE VEIO NO DIA ANTERIOR E QUE TEVE AGORA UM ACIDENTE!!!!! Quando confrontado insultou-me e desligou.
Cobrança Indevida
No dia 12/06/2026 fiz uma compra na Catawiki de um relógio para minha Esposa no valor total de 325,29 euros, como a compra demorou muito para ser entregue e nem a Catawiki e nem a transportadora me davam retorno, pedi o cancelamento, tive que esperar muito tempo até que a Catawiki resolveu CANCELAR, porem não recebi o reembolso. No dia 29/07/2026 a compra chegou em minha casa, avisei a situação ao vendedor, e quando eu recebesse o reembolso faria novo pagamento, o problema é que nunca recebi esse reembolso e estou sendo cobrado outra vez pelo mesmo produto, estou com ponto vermelho na catawiki e nem posso usar o app. Já mandei diversas mensagem e email para catawiki e nada resultou. Isso para mim é um absurdo, vergonhoso.
Encomenda não recolhida
Contratei através da Sendiroo Portugal um serviço de transporte, a realizar pelos CTT Expresso, com a referência GPVDEXUSC8. No momento da contratação adquiri também uma proteção de mercadoria no valor de 200 €. A recolha estava prevista para o dia [DATA], mas nunca foi efetuada. Desde esse dia contactei repetidamente a Sendiroo, tendo sido trocadas mais de 17 mensagens de email. A resposta tem sido repetidamente que a situação foi encaminhada ou reforçada junto dos CTT ou de um “departamento responsável” e que aguardam uma resposta. Questionei a Sendiroo sobre o prazo máximo para a resolução e coloquei inclusivamente a seguinte questão: “Qual é a data-limite até à qual a Sendiroo se compromete a dar-me uma decisão?” Não me foi indicado qualquer prazo. A Sendiroo reconheceu expressamente que algumas das questões colocadas dependem da própria empresa e não diretamente da transportadora, nomeadamente o prazo de gestão do processo, a solução caso os CTT não resolvam a situação, o eventual cancelamento/reembolso e o tratamento da proteção de mercadoria contratada. Apesar disso, a Sendiroo voltou a limitar-se a informar que encaminhou o assunto para um departamento responsável, sem apresentar qualquer resposta concreta ou prazo. O serviço foi contratado através da Sendiroo, a recolha nunca foi efetuada e já passou um período significativo sem uma solução. Solicito uma solução concreta: confirmação imediata de uma nova data de recolha ou, caso não seja possível realizar o serviço, o cancelamento e reembolso integral dos valores pagos, incluindo a proteção contratada que não chegou a produzir qualquer efeito. Possuo toda a documentação e histórico das comunicações trocadas. Referência: GPVDEXUSC8 Filipe Ferreira
Resolução de tudo sobre um sinistro
Exmos senhores, infelizmente desde do Inicio do processo que não existe aconpanhamento, respeito, dignidade para com o cliente. Existe apenas bons assistentes de jogo do passa a Bola e o cliente ou lesado que se aguente. Bateram no meu carro no dia 4/06/26 com Uma viatura da seguradora van ameyde e ate hoje aguardo um simples anexo para receber a indeminização sobre o sinistro no qual ja foi informado que me iriam enviar ha 15 Dias, ate presente data andam adiar, desrespeitar quem não tem a culpa. Gestores parecem nem sequer Ter a noção do que fazem. Ate hoje nem uma resposta seja que email, seja que telefonema, seja por parte da Minha seguradora que temos bos enviado emails e ligado para la! Vergonhoso
Contestação da cobrança
Contestação da cobrança de 286,20 € por cessação do contrato de fidelização Venho reclamar da cobrança de 286,20 €, efetuada pela Phive a mim e ao meu namorado na sequência da cessação dos nossos contratos. Ambos aderimos ao Phive em 01/01/2026, com fidelização de 26 semanas, renovável automaticamente. Segundo as regras de contagem previstas no contrato, a primeira fidelização terminou no final de junho, iniciando-se a renovação em 29/06/2026. Contudo, em 20/06/2026, antes da renovação, dirigi-me à Phive para solicitar o cancelamento. Foi-nos transmitido que o contrato já teria sido renovado e que teríamos de pagar uma penalização. O cancelamento ocorreu devido a uma mudança efetiva de residência para a Póvoa de Lanhoso, a aproximadamente 80 km, onde não existe qualquer estabelecimento Phive. Esta situação foi comprovada junto da empresa através da escritura da habitação e contrato de internet. Importa salientar que a própria cláusula 21.3 do contrato prevê a mudança de residência para distância igual ou superior a 50 km que impossibilite a frequência como situação específica para efeitos de denúncia. O benefício da fidelização correspondia a um desconto de 2 €/semana por pessoa (15,90 € em vez de 17,90 €), totalizando aproximadamente 64€ de benefício por pessoa durante o período em que usufruímos da fidelização. Apesar disso, foi-nos cobrada uma penalização de 286,20 €. Questionamos, assim, a proporcionalidade desta penalização face aos danos efetivamente sofridos pela Phive, considerando a mudança de residência, e a inexistência de um clube Phive na nova localidade. Consideramos pertinente analisar a aplicação do regime das cláusulas contratuais gerais, nomeadamente quanto à proibição de cláusulas desproporcionadas aos danos a ressarcir. Solicitamos a reapreciação da cobrança e a restituição dos 286,20€.
INTIMIDATION, abaissement, AGRESSION
reclamacao, restaurante Madraste a Paço de Arcos Léa Noormets [leanor@gmail.com] À assinaturas Today, 06.09.2026 I was agressed by male employee. I went to the female toilet, locked the door. I closed the door and then heard a man’s voice rushing after me and banging violently on the door of the ladies’ cubicle. He then tried to open the door. He didn’t succeed. Having finished using the toilet, I asked at the bar counter what the matter was. Unfortunately, I didn’t understand Portuguese, so I tried to communicate in English. I asked whether it was the establishment’s policy to allow men to enter the ladies’ toilet. It remained unclear to me what exactly was wrong. Following a mixed-language exchange, I asked for the complaints book. It took a long time to find it, and I was eventually allowed to call the police; I filmed the entire scene on my mobile phone so as not to lose sight of the reality of the situation. Eventually, after a long search, the book was found; I wrote my complaint and asked for a copy for myself as the ‘complainant’. At first, they refused to give it to me, saying that it would remain with them and that I could come and have a look. Finally, a female member of staff intervened and gave me a copy of my complaint. After that, the male member of staff – who had also been in my video when I recorded the verbal altercation – began demanding that I delete the video. I referred to the law – I’ll include an extract at the end of this message – stating that I have the right to record video in a public place for my own use. I was then forced to delete the video, despite the fact that I had explained the rights regarding videos filmed in public places. I felt intimidated; I was ordered to hand over my phone and delete the video. As I was with a friend who was very disturbed by the scene, I deleted the video. The man in the video was not satisfied with this; he also ordered me to empty the phone’s rubbish bin; I did so. He was still not satisfied. I showed him my phone’s storage, where, naturally, the video was no longer there. Thus, today I have been the victim of aggression on two occasions in Madras – an invasion of my personal space in the ladies’ toilet, and, secondly, coercion regarding my private affairs – on my phone. I await a response from the management. Lea Noormets; Journalist Legislation: Fiming in a public place for personal use (including scenes, backgrounds and people) is permitted, and it is not necessary to seek consent from people who appear in the footage.] This is regulated by the Personal Data Protection Act. However, the rules become significantly stricter as soon as you plan to publish the filmed material (for example, on social media, YouTube or in television programmes). The rules and restrictions vary depending on the purpose of the video: 1. Filming purely for personal use Fully permitted: If you are filming a video for your own private enjoyment, for your home archive or to show to family, you may film anything and anyone in a public place. There is no obligation to ask for consent, although it is polite to do so when putting strangers directly in the frame. Condition: The material must remain within your private sphere; in other words, it must not be shared with people who do not appear in the video. As a legal entity, you have both a duty and an opportunity to keep abreast of all legislation. All visitors in portugal are not obliged to speak Portuguaise! I tried to communicate in French and englis. Léa Noormets De Brito Tel/Whatsapp: +33649886015 ---------------------------------------
Pedido de intervenção – Atraso prolongado na reparação e transferência do processo para oficina no d
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção dos juristas da DECO PROteste relativamente a um processo de sinistro automóvel que se encontra pendente desde maio de 2026 e cuja resolução tem sido sucessivamente adiada, sem que me seja apresentada uma solução concreta pela seguradora ou pela oficina. Sou proprietário de uma viatura BMW Série 3 330e, envolvida num sinistro automóvel, cujo processo se encontra a ser tratado pela Generali. Cronologia da situação No dia 20 de maio de 2026 foi realizada a primeira peritagem da viatura. Nessa altura, solicitei desde logo que fosse efetuada uma reserva de data para a reparação da viatura, tendo indicado como objetivo que a mesma fosse reparada até ao dia 28 de julho de 2026. No dia 27 de maio de 2026 foi realizada uma segunda peritagem, tendo sido novamente transmitido o pedido para que a reparação fosse realizada até ao dia 28 de julho de 2026. Durante este período foi-me repetidamente transmitido que não era possível efetuar uma reserva de data para a reparação. No final de junho, quando voltei a contactar a oficina para saber a situação, fui informado de que já não seria possível realizar a reparação durante o mês de julho, sendo apenas apontadas possibilidades para agosto ou setembro. Solicitei então que me fosse indicada uma data concreta para a reparação. No entanto, demoraram aproximadamente duas semanas a apresentar-me uma nova data. Perante esta sucessão de atrasos e a dificuldade em obter uma solução, apresentei uma reclamação à Generali e solicitei formalmente a transferência do processo de reparação para uma oficina situada no distrito de Coimbra, por ser uma solução muito mais adequada à minha situação. Posteriormente, fui informado de que, para proceder à alteração da oficina, a Generali necessitaria de uma declaração da oficina atual confirmando que não seria cobrado qualquer valor pela transferência do processo. A oficina, a Caetano Auto Barreiro, recusou-se, segundo me foi transmitido, a emitir essa declaração, alegando que já teria procedido à encomenda de peças destinadas à reparação da viatura e que, caso o processo fosse transferido para outra oficina, não pretendia ficar com o prejuízo dessas peças. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que uma eventual questão comercial ou financeira entre a seguradora e a oficina está, na prática, a impedir a resolução do meu processo e a transferência da reparação para outra oficina. Foi-me ainda apresentada a possibilidade de a viatura ser reparada no Montijo, mas nessa solução deparei-me novamente com dificuldades, tendo permanecido aproximadamente duas semanas à espera de uma resposta relativamente à garantia de uma viatura de substituição, situação que considero igualmente lamentável, sobretudo tendo em conta o tempo que já decorrera desde o sinistro. Desde o final de julho tenho enviado vários e-mails quer à Generali quer à Caetano Auto Barreiro, sem obter qualquer resposta. Só no passado dia 3 de setembro de 2026, após várias tentativas, consegui finalmente estabelecer contacto telefónico com a oficina. Nessa conversa foi-me transmitido que: a transferência do processo para uma oficina no distrito de Coimbra continua sem resposta; a oficina continua sem emitir a declaração necessária para a transferência; a justificação apresentada é novamente a existência de peças alegadamente já encomendadas; e a oficina não pretende assumir o eventual prejuízo relacionado com essas peças. Até à presente data continuo, portanto, sem uma decisão concreta da seguradora relativamente à alteração da oficina e sem uma data para o início da reparação. Situação atual O que considero particularmente grave é que estou desde maio de 2026 com a viatura sinistrada, continuando a aguardar uma solução. A viatura permanece com um farol traseiro partido e, entretanto, tenho ainda a necessidade de realizar a inspeção periódica obrigatória, cujo prazo termina no dia 11 de setembro de 2026. Esta situação coloca-me numa posição extremamente difícil, uma vez que continuo sem saber quando a viatura será reparada, qual será a oficina responsável pela reparação e como poderei resolver a questão da inspeção. Ao longo deste processo tenho procurado colaborar com todas as partes e encontrar uma solução, tendo contactado repetidamente a oficina, a seguradora e o meu mediador de seguros. Inclusivamente, o meu mediador foi contactado há cerca de uma semana, tendo também manifestado dificuldades em obter respostas concretas por parte da seguradora. Apesar de todos estes contactos, continuo sem uma resposta formal aos diversos e-mails que enviei. O que solicito à DECO PROteste Perante esta situação, solicito a intervenção dos vossos serviços jurídicos junto da Generali e da Caetano Auto Barreiro, no sentido de ser encontrada uma solução para o processo. Em concreto, gostaria de obter esclarecimento sobre: Se a seguradora pode condicionar a transferência do processo para outra oficina à apresentação de uma declaração que a oficina atual se recusa a emitir; Se a oficina pode recusar-se a emitir essa declaração com fundamento na existência de peças alegadamente encomendadas, especialmente quando não existe, da minha parte, qualquer intenção de cancelar a reparação, mas apenas de a realizar noutra oficina; Quem deve assumir o eventual custo de peças que tenham sido encomendadas pela oficina e se essas peças foram efetivamente autorizadas pela seguradora; Se é legalmente admissível que esta situação entre seguradora e oficina permaneça a impedir a reparação da minha viatura durante um período tão prolongado; Quais são os meus direitos relativamente ao atraso na reparação e à ausência de resposta da seguradora; Que mecanismos posso utilizar para exigir uma decisão concreta e uma data para o início da reparação; E se tenho direito a reclamar eventuais prejuízos decorrentes deste atraso, nomeadamente despesas de deslocação, impossibilidade de utilização normal da viatura e outros prejuízos que possam ser devidamente comprovados. Solicito ainda que, caso considerem adequado, intervenham diretamente em meu nome junto da seguradora e da oficina, procurando obter uma resposta formal e uma solução concreta para este processo. Estou disponível para fornecer todos os documentos necessários, incluindo as peritagens, comunicações por e-mail, reclamações apresentadas, contactos efetuados, documentação relativa ao processo de sinistro e restantes elementos que possam ser relevantes. Considero que, depois de mais de três meses desde a primeira peritagem e de sucessivos atrasos e períodos sem qualquer resposta, esta situação ultrapassou já aquilo que considero razoável, encontrando-me atualmente sem uma solução concreta e com a viatura ainda por reparar. Agradeço desde já a vossa análise e intervenção.
Fraude em encomenda
Venho solicitar o apoio da DECO para mediar um conflito urgente com CTT Expresso relativo ao objeto número DS221669958PT, pago contra-reembolso (100,00 euros) em numerário. Fui vítima de um crime de fraude comercial. O remetente em Espanha (EATT EURO) enviou uns ténis falsos «Sport Fashion» em vez dos ténis da marca «On» encomendados. A situação já foi formalizada criminalmente na PSP de Cascais (Auto com o NUIPC: 001138/26.0 PBCSC) e também já submeti a queixa oficial no Livro de Reclamações Electrónico com o número ROR000000000045718068. Como o dinheiro foi pago na sexta-feira e está retido devido ao fim de semana, exijo que a CTT Expresso bloqueio definitivamente a transferência dos fundos para a rede de criminosos em Espanha e proceda à devolução do meu dinheiro. Peço a intervenção da DECO para garantir os meus direitos de consumidor Melhores cumprimentos, Denys Sapuntsov.
Pagamento efetuado sem acesso ao período pago
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à minha subscrição Netflix. No dia 24/08/2026, efetuei um pagamento de 8,99 €, conforme consta no meu histórico de pagamentos. A própria fatura indica que este pagamento corresponde ao período de utilização de 24/08/2026 a 23/09/2026. Posteriormente, cancelei a subscrição. No entanto, não recebi qualquer reembolso relativamente ao período que já tinha pago. Atualmente, ao tentar voltar a utilizar a minha conta, esta aparece como terminada e é-me pedido que escolha novamente um plano, o que aparentemente implica efetuar um novo pagamento. Considero esta situação injusta, uma vez que já efetuei o pagamento do período até 23/09/2026 e não fui reembolsada por esse valor. Não pretendo pagar novamente por um período que já se encontra pago. Solicito, por isso, que verifiquem a situação da minha conta e que reativem o acesso ao serviço até ao final do período já pago, 23/09/2026, sem qualquer cobrança adicional. Caso tal não seja possível, solicito o reembolso dos 8,99 € pagos, uma vez que o valor corresponde a um período de serviço que não estou a conseguir utilizar. Anexo o comprovativo/histórico de pagamentos onde é possível confirmar a cobrança de 8,99 € em 24/08/2026 e o respetivo período de faturação. Aguardo a resolução da situação e uma resposta relativamente ao valor já pago. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Botas
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
