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ir a oficina tres vezes no espaço de 15 dias com o mesmo problema
Exmos. Senhores. Desde o mês de Novembro de 2025 tenho indo com a viatura Fiat Punto ,matricula 17-SZ-78 com a dicriçao de avaria no Tablet de informação do carro ( mandar controlar motor ) quando deixei o carro na oficina fui informado que era preciso fazer revisão ,4 meses depois a mesma avaria deixei novamente o carro em fevereiro na oficina informação do diagnóstico da oficina ,precisa de limpar o filtro de partículas aceito a reparação 15 dias depois a mesma avaria no tablet ( mandar controlar motor ) carro vai novamente para diagnóstico ,conclusão mudar válvula Egr carro esteve mais 15 dias na oficina de 13 de Abril a 27 de Abril disseram me para ir levantar carro estava reparada avaria ,depois de andar com o carro 1km voltou novamente a informação ( mandar controlar motor) voltei novamente a oficina colocaram carro no aparelho de diagnostico)conclusão o precisa do interruptor de pressão de óleo
Ryanair -
Reclamo e solicito o assumir de responsabilidade, pelas despesas que tive extra, dada a tomada de decisão por um representante da Ryanair. O que aconteceu foi o seguinte, no dia 17/abril, deslocava-me de Portugal - Lisboa para Palermo, com escala em Valência, pela Ryanair. Quando chegámos a Valência, no metro do aeroporto para Xátiva fui assaltada e fiquei sem documentos e dinheiro. Nas horas seguintes por indicação das autoridades contatei a Embaixada e o Consulado de Portugal em Espanha para solicitar o Documento de viagem única, tal como tinha sido imposto pela funcionária no balcão da Ryanair no aeroporto, depois de relatada a situação. A funcionária informou que eu só poderia continuar a viagem com a apresentação do Documento de viagem única, na hora do embarque. Os serviços da Embaixada e Consulado atenderam prontamente a esta solicitação, tendo-se comprometido a emitir o documento em tempo útil do vôo. O que aconteceu. Esta informação foi transmitida posteriormente à funcionária que estava no balcão e assegurei, que à hora do embarque, eu teria o documento solicitado para apresentar. Tal como aconteceu! Na porta de embarque apresentei: o Documento de viagem única, o Cartão de Cidadão digital e o registo de ocorrência de queixa na Direção Geral da Polícia de Valência. Nesse momento a responsável pelo embarque não se mostrou disponível nem empática com a situação, não ouviu e recusou-se a ler o documento oficial do Consulado e a analisar os documentos apresentados. Manifestando eu o meu descontentamento com a situação, solicitei que fosse chamado a supervisora e a polícia, pedido que foi recusado. Desta situação resultou que a funcionária não permitiu o meu embarque, referindo ainda que o meu nome já não constava da lista de passageiros, tendo sido retirado, mesmo antes de eu me apresentar na porta de embarque com os documentos solicitados pela equipa da Ryanair em Valência. Eu viajava numa equipa de quatro técnicos superiores a representar a minha entidade profissional, para um curso do programa ERASMUS+ em Palermo, a iniciar no dia 19/abril. Posto isto vi-me impossibilitada de acompanhar a equipa de trabalho e por estar sem documentos, sem dinheiro e sem uma alternativa de resolução da situação pela Ryanair, fiquei na companhia de uma colega de curso, que não embarcou nesse vôo, dada a situação preocupante, desprotegida e insólita. Esta tomada de decisão por parte da responsável de embarque da Ryanair originou a necessidade de alojamento nessa noite em Valençia, para mim e para a minha colega, deslocações e a compra de novos voos para Portugal, para vir buscar o passaporte, e um novo vôo de Portugal para Palermo, de forma a conseguir cumprir o compromisso assumido com a minha entidade patronal e com a entidade formadora. É incompreensivel a falta de compreensão e manifestação de empatia e sensibilidade por um cidadão, num país estrangeiro, em situação de crise resultante de toda a situação descrita em epígrafe. Acresce que eu já vinha a voar desde Lisboa, pela Raynair e que estava a fazer a escala para continuar a viagem, pela companhia. Sabiam que eu estava no avião e a fazer aquela paragem, para continuar viagem e chegar ao destino final. Acresce que apresentei toda a documentação solicitada a tempo do embarque. Perante este cenário que descrevo torna-se incompreensível e não concordo com a tomada de decisão da Ryanair, que considero desonesta, desleal, leviana, irresponsável, despropositada e infundada. Solicito a melhor atenção e análise sobre esta ocorrência. Melhores cumprimentos
Tentativa de burla
Exmos senhores esta empresa Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à cobrança de 34,60€ associada à especialista "Joana Terapeuta" (Data: 28/03/2026), conforme o e-mail recebido. Contesto esta dívida na sua totalidade com base nos seguintes fundamentos legais e factuais: Inexistência de Serviço Prestado: A consulta com a referida especialista "Joana" nunca ocorreu. De acordo com o Código Civil e a Lei de Defesa do Consumidor, não pode haver lugar a cobrança por um serviço não prestado. Incumprimento de Oferta Promocional: O acesso à plataforma foi feito sob a promoção explícita de 1€ por 10 minutos. A cobrança de 34,60€ viola o dever de informação e transparência pré-contratual (Artigo 4.º do DL n.º 24/2014). Coação e Ameaças Ilegais: Recebi ameaças por via telefónica de que o meu nome seria comunicado ao Banco de Portugal por fraude. Informo que tal afirmação constitui crime de Coação (Art.º 154.º do Código Penal) e Denúncia Caluniosa (Art.º 365.º), uma vez que o Banco de Portugal não regula dívidas de prestação de serviços e a "fraude" é uma acusação falsa. Gravação de Prova: Mais informo que a chamada contendo estas ameaças foi registada e será utilizada como prova em sede de queixa-crime, caso esta situação não seja resolvida de imediato. Face ao exposto, exijo: A anulação imediata do montante de 34,60€ em dívida; A cessação de qualquer contacto por parte do vosso departamento de contencioso; A confirmação, por escrito, do encerramento deste processo no prazo de 48 horas. Caso insistam na cobrança indevida, avançarei com uma queixa formal na PSP/GNR, no Livro de Reclamações Eletrónico e junto da CNPD (pelo uso abusivo dos meus dados para fins de coação
Aprovação de documentos e levantamentos
Boa tarde. Já fiz carregamentos e levantamentos sem qualquer problema. Agora pedem me um comprovativo de pagamento para poder fazer levantamentos novamente. Já enviei vários comprovativos diferentes, onde está tudo o que pedem e nada é aprovado. A resposta que enviam é que não foi possível validar o seu documento por isto ou aquilo. Não sei se é propositado ou mal funcionamento da empresa na validação. Pouco esclarecimento na resolução dos problemas. As respostas parecem todas iguais. Pelo que me tenho apercebido é um caso geral. Sendo uma casa legal,não deveria estar a operar assim. Agradeço ajuda neste caso. Obrigado.
Encomenda não recebida
Boa tarde Comprei orquídeas há mais de uma semana, fiz logo o pagamento e foi confirmaram a encomenda. Disseram me que assim que fizessem o envio da encomenda, mandavam uma mensagem. Passou alguns dias e nada mais disseram do envio da encomenda, e por isso perguntei quando iria ser feito esse envio, ao que voltaram a dizer que me enviavam mensagem quando fosse feito o envio da encomenda. Mais alguns dias se passaram, no total uma semana, não houve qualquer envio de mensagem. Então, tive que reclamar com os Viveiros, que fizessem o respetivo envio da encomenda, no dia a seguir ou que devolvesse o dinheiro. A resposta deles foi desagradável, não gostei da atitude perante os clientes. Ontem, dia 26/04 enviaram uma mensagem a dizer que iria ser feita o envio da encomenda no dia a seguir, e que em princípio receberia ao outro dia. Assim que a encomenda saísse ia receber um SMS dos CTT, para confirmação do envio. E quando o estafeta dos CTT, estivesse a caminho de minha casa, vai me ligar par dar o pin da entrega da encomenda. Também enviou o numero de envio dos CTT, para seguir a encomenda, e já fui ver no site, coloquei o número e diz não encontrado. Eu penso que fui enganada e roubada. Quero que façam a devolução do valor que paguei pelas orquídeas e dos portes de envio.
Retenção Indevida de Reembolso e Falha na Recolha de Peça Defeituosa - Encomenda 2825949
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa B-Parts devido à sua manifesta incapacidade em resolver um processo de garantia de um alternador defeituoso (Encomenda 2825949), enviado em abril de 2026. A peça enviada apresenta uma falha impossibilitando o carregamento da bateria, conforme comprovado por relatório técnico e vídeos já em posse da empresa. Perante a urgência da situação e a necessidade do veículo para fins profissionais, procedi à resolução do contrato, dia 8 de Abril contactei a empresa e informei sobre a peça defeitusa e desde dessa data a empresa tem vindo a atrasar este processo. A minha indignação prende-se com os seguintes factos: Inércia Logística: Facultei todos os dados para a recolha no dia 17 de abril. No dia 21 de abril, a B-Parts confirmou a receção dos dados, garantindo "prioridade". Contudo, até à data, a recolha ainda não foi efetuada, nem me foram enviadas as guias de transporte. Abuso de Direito e Retenção de Capital: A empresa recusa-se a processar o reembolso enquanto a peça não entrar em armazém. No entanto, a demora na entrada em armazém deve-se exclusivamente à ineficiência da logística contratada pela B-Parts. Como consumidor, não posso ser penalizado financeiramente por falhas operacionais do vendedor. Violação do DL n.º 84/2021: A lei exige que a desconformidade seja resolvida sem "grave inconveniente para o consumidor". Manter o capital retido por tempo indefinido, após o envio de provas inequívocas da avaria, constitui um abuso. Pedido de Resolução: Exijo o reembolso imediato do valor total pago, independentemente do agendamento da recolha, uma vez que a peça está devidamente acondicionada e disponível para levantamento desde o dia 20 de abril. Não aceitarei mais dilações baseadas em "processos internos".
Omissão de informação legal importante
Vendi a minha casa em Almada, através da mediação imobiliária Century 21 Home Vintage - Amora. Eu sou viúva desde 2016 , e sempre fui clara para com o agente imobiliário e informei que quando vendesse a minha casa não iria fazer partilhas com as minhas duas filhas , pois iria comprar outra casa noutro concelho e precisaria do dinheiro. O que sucede é que, quando fizemos a escritura para vender a casa as minhas filhas assinaram também como vendedoras. Nunca me foi dito que teria que fazer uma escritura de doação antes de realizar esta escritura e por conseguinte agora as minhas filhas estão obrigadas ao pagamento de um valor declarado no IRS delas cujo dinheiro não receberam e ainda vão ter que pagar. Eu penso que o agente imobiliário deveria ter me acautelado desta situação previamente da escritura pois eu tenho 75 anos e só quem está neste meio legal e imobiliário é que deve ter conhecimentos e formação específica para aconselhar os clientes das suas obrigações e deveres. Eu liguei para as finanças e dizem me que teria que ter reportado a doação das minhas filhas antes da escritura da minha casa para que depois pudesse avisar as finanças através do modelo 1 acerca desta doação. Em alternativa também poderia ter feito uma cláusula na escritura , mas isso nunca me foi sugerido e aconselhado. O que acontece agora é que as minhas filhas têm duas dívidas avultadas para pagar e não sabemos como resolver pois ninguém nos soube acompanhar neste sentido. A entidade imobiliária deverá ter apoio jurídico neste sentido e aconselhamento específico para os clientes nestas situações mais peculiares. Sinto me lesada, sinto que omitiram ou desconhecem informação importante para poderem mediar os casos mais complexos e mesmo assim cobram uma comissão elevadissima. Se me puder ajudar neste caso agradeço, pois necessito de apoio urgente. Anexo escritura da minha casa e a comissão que paguei à century 21 pela mediação imobiliária levada a cabo pelo agente Ivo Tavares. Informo ainda que tenho provas em como este senhor sabia desta situação e nunca nos alertou.
Ilegalidade
Já por várias vezes a GLOVO cobra as minhas encomendas em duplicado. Voltaram a fazer o mesmo. Aparentemente devolvem o dinheiro, mas além de não ser creditado na conta rapidamente, considero qie este procedimento é ilegal e devia ser punido por lei. Desta vez cobraram no mesmo dia dois valores diferentes pela mesma encomenda. Isto é um crime.
Reembolso
Exmos. Senhores: No dia 20 de fevereiro de 2025 fui pagar a taxa da autorização de residência cplp no valor de 56,80€ e enganei-me na hora de digitar e paguei o valor de 506,80€ ou seja 450€ a mais. Entrei em contato com a instituição financeira, mais como era um título do governo o banco não conseguia cancelar, fui na Aima presencialmente e fui informada que deveria enviar um e-mail a Aima com o ocorrido e todos os comprovantes, assim fiz e nada foi feito. Depois de inumeras tentativas sem sucesso fiz uma reclamaçao pesencial no livro da AIMA no Porto dia 24/02/2026 ( 1 ano depois) e até hoje sem resposta.
Confisco indevido de ganhos por parte da Leon Bet
Confisco indevido de ganhos por parte da Leon Bet (operador não licenciado em Portugal) Venho por este meio apresentar reclamação contra a plataforma de apostas online Leon Bet (website utilizado: https://leon178.bet), relativamente ao bloqueio da minha conta e retenção indevida de fundos. A minha conta encontrava-se totalmente verificada (KYC aprovado) antes da ocorrência deste problema. Os depósitos foram realizados exclusivamente com fundos próprios, através de métodos legítimos e rastreáveis (MB Way e Apple Pay). Não utilizei qualquer bónus, promoção ou incentivo da plataforma. Após obter ganhos legítimos, solicitei o levantamento de 1.198€, mantendo ainda aproximadamente 1.600€ de saldo na conta, num total de cerca de 2.798€. Imediatamente após o pedido de levantamento, a minha conta foi bloqueada com a alegação genérica de “violação dos Termos e Condições” relacionada com fraude. No entanto, até à data: * não foi indicada qualquer infração concreta; * não foi apresentada qualquer prova objetiva; * não foi especificada qualquer conduta irregular da minha parte. A Leon Bet limitou-se a citar cláusulas genéricas (7.1, 7.2 e 7.5) relativas a fraude, sem demonstrar qualquer correspondência com o meu caso. Apenas foi devolvido o valor dos depósitos, tendo sido confiscados todos os ganhos obtidos de forma ilegítima. Sempre atuei de boa-fé, nunca utilizei dados falsos, métodos de pagamento de terceiros, múltiplas contas, ou qualquer prática fraudulenta. Considero esta situação uma retenção abusiva de fundos, sem fundamentação adequada e sem transparência mínima por parte do operador. Adicionalmente, verifico que esta entidade não possui licença emitida pelo Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos (SRIJ), operando assim fora do enquadramento legal português, o que agrava a situação do ponto de vista da proteção do consumidor. Solicito o apoio da DECO PROteste para: 1. Intervenção junto do operador no sentido de obter uma explicação concreta e fundamentada; 2. Recuperação do valor total dos ganhos retidos (aproximadamente 2.000€); 3. Avaliação da legalidade da atuação desta entidade junto de consumidores em Portugal. Com os melhores cumprimentos, André Pereira andre_pereira20@live.com.pt
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