Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
B. C.
17/03/2026

Falta de RESPEITO

enho por este meio reclamar da Carby Audi do Feijó, em nome da Cecilia Caldeira ( minha mãe de 74 anos). Bateram no dia 24 de Dezembro no carro da minha mãe, sendo um Audi A1 novo, mandamos para a Audi do feijó, disseram ao perito da companhia de seguro que o arranjo seria de 3 dias...esteve lá quase 3 MESES, eles nunca nos contactaram a dar justificaçao, tivemos que ser nós a ir lá, pois nem telefone eles atendem na parte dos sinistros. Disseram que: arranjaram depois quando foi para o alinhamento viram que estava o amortecedor tambem partido, arranjaram e ao ir ao alinhamento, repararam que tinha outro problema...a incompetencia é gritante. PIOR, 3 MESES depois fomos buscar o carro, e sem sequer terem mostrado o carro quanto mais experimentar, quiseram que a Cecilia assinasse um documento a dizer que estava satisfeita com o arranjo, obvio, a Cecilia questionou como pode ela assinar isso se nao tinha sequer experimentado, nesse momento veio um senhor, que se identificou como chefe o stand Audi ( que eu duvido que seja) o Senhor LUIS DUQUE, e começou a ameaçar a CEcilia, que lembro, tem 74 anos, que se nao assinasse nao levava o carro para casa, sendo muito malcriado. O que acho incrivel, depois da incompetencia gritante de 3 dias para 3 meses de arranjo, ainda foi super malcriado com alguem de 74 anos, aos gritos e ameaçador. LUIS DUQUE, nao esquecer este nome

Em curso
M. P.
17/03/2026

Pedido de esclarecimento

Recentemente participei na plataforma Nicequest, onde é possível acumular pontos (moedinhas) respondendo a questionários, e posteriormente trocar esses pontos por prémios, incluindo cartões de oferta de lojas online. Escolhi resgatar um cartão-presente da Amazon, tendo reunido os pontos necessários para efetuar o resgate. O problema surge na informação apresentada pelo próprio site da plataforma. O título do produto indica: “Cartão Amazon 25€” No entanto, a descrição detalhada do mesmo produto afirmava expressamente: “Com este cartão presente, terá 50 euros para gastar, e com o máximo de conforto. Deixa-lhe aconselhar pelas recomendações personalizadas de compra ou utiliza o seu eficiente motor de busca para encontrar tudo o que procuras, sem ter de sair e visitar várias lojas diferentes. A sua compra a um só clique!” Ou seja, existe uma contradição clara entre o título e a descrição: o título indica 25€, enquanto a descrição indicava 50€. Esta discrepância induziu-me a acreditar que o cartão que receberia teria o valor de 50€, informação que foi decisiva para proceder ao resgate. Para documentar esta situação, tirei o primeiro print da página às 9:40 da manhã, mostrando a descrição com o valor de 50€ e registando a data e hora. Após enviar o email de reclamação à Nicequest, a plataforma alterou a descrição do produto. Tenho um segundo print, tirado após esta alteração, demonstrando que a descrição foi modificada depois da minha queixa, o que reforça que a informação inicial estava incorreta ou induzia em erro. Após efetuar o resgate, recebi efetivamente um cartão com o valor de 25€. Contactei então o suporte da plataforma, apresentando as minhas provas (screenshots do título e da descrição) e solicitando o cumprimento da oferta conforme a descrição, ou compensação adequada. A resposta da Nicequest foi a seguinte: “Tal como indicado no próprio nome do produto, o voucher tem o valor de 25€. Por este motivo, não nos é possível proceder ao pagamento da compensação solicitada. Agradecemos a sua compreensão e permanecemos à sua disposição para qualquer questão adicional.” Esta resposta ignora totalmente o problema central: a descrição clara e detalhada afirmava 50€, e esta informação fazia parte da oferta apresentada no momento do resgate. Perante esta situação, coloco as seguintes questões: Quem tem razão nesta situação do ponto de vista do direito do consumidor? É legal que uma plataforma apresente um produto com título e descrição contraditórios, e que posteriormente se recuse a cumprir a descrição que induziu o consumidor a efetuar o resgate? Quais são os passos formais que posso seguir para garantir que os meus direitos sejam respeitados, caso a plataforma continue a recusar cumprir a oferta? Existem meios de obter compensação pelo valor prometido (50€) ou outro tipo de compensação equivalente, mesmo que a plataforma alegue que o valor correto é o do título? Para contextualizar, e para fundamentar a minha reclamação: A legislação europeia (Diretiva 2005/29/CE sobre práticas comerciais desleais) e a legislação portuguesa (Decreto-Lei n.º 57/2008) determinam que a informação fornecida ao consumidor deve ser clara, correta, completa e não contraditória, e que práticas suscetíveis de induzir o consumidor em erro são proibidas. A jurisprudência e a interpretação usual das autoridades de defesa do consumidor indicam que toda a informação apresentada como parte da oferta é vinculativa, incluindo títulos, descrições e detalhes do produto. A lei estabelece também que, em caso de ambiguidade ou contradição, a interpretação deve ser a mais favorável ao consumidor. O facto de a plataforma ter alterado a descrição após a minha reclamação reforça que a informação original estava incorreta ou induzia em erro, e evidencia a necessidade de proteção do consumidor. O meu objetivo ao contactar a DECO Proteste é obter orientação clara sobre os meus direitos e sobre como agir neste caso, de forma a perceber se posso exigir legalmente a entrega do valor de 50€ ou outro tipo de compensação adequada. Agradeço desde já a vossa atenção e orientação, e fico a aguardar instruções sobre os passos formais que devo seguir para defender os meus direitos como consumidora.

Em curso
V. C.
17/03/2026

“Recusa de garantia”

Venho apresentar reclamação relativamente à minha viatura, matrícula BA-53-TT, atualmente imobilizada na Peugeot de Paço D’Arco, encontrando-se dentro do prazo de garantia. A viatura apresentou uma avaria grave, deixando de efetuar a troca de marchas e, posteriormente, deixando de funcionar, tendo sido necessário o reboque. Após análise, fui informada pela oficina que o problema estaria relacionado com a não substituição do filtro de combustível aos 60.000 km, sendo este o motivo alegado para a recusa da reparação ao abrigo da garantia. Adicionalmente, foi também alegado que a segunda substituição do filtro de combustível terá ultrapassado cerca de 4.000 km do prazo previsto, sendo esse o motivo do problema. No entanto, importa esclarecer que a revisão dos 60.000 km foi realizada antecipadamente aos 56.000 km, por indicação do próprio sistema da viatura e orientação da própria Peugeot. Em nenhum momento fui informada de que seria necessário regressar aos 60.000 km para realizar qualquer intervenção adicional, nomeadamente a substituição do filtro de combustível. Mais grave ainda, a primeira substituição do filtro de combustível apenas foi realizada aos 79.000 km, ou seja, com um atraso superior a 20.000 km, sem que tal tenha sido previamente identificado ou comunicado pela própria marca. Desta forma, questiono como pode a marca alegar que um atraso de cerca de 4.000 km na segunda substituição seja a causa da avaria, quando a primeira substituição ocorreu com um atraso significativamente superior, sem qualquer intervenção preventiva ou alerta por parte da Peugeot. Importa ainda referir que a viatura tem apresentado diversos problemas desde a sua aquisição, tendo sido várias vezes encaminhada para assistência na marca. Assim, considero que sempre cumpri as orientações indicadas, não havendo qualquer negligência da minha parte. Ainda assim, a marca recusa-se a assumir a reparação, baseando-se numa situação que resulta claramente de falhas de informação e acompanhamento por parte dos seus próprios serviços. Face ao exposto, solicito a intervenção para que a situação seja revista e a reparação seja assumida ao abrigo da garantia.

Em curso
M. R.
17/03/2026

Burla - Valor do envio da encomenda

No dia 9 de Marco 2026 efectuei um pagamento no valor de 66,30€ por um envio de encomenda (recolha no domicílio) para o dia seguinte (10/03/2026) qual procedi pela aplicativo MyGLS. Referência do pedido: 728ae1f6-0f7c-4027-a238-a0ca39005c45 Cliquei na opção de receber por e-mail a guia para impressão. Não recebi e-mail nenhum nem com a confirmação, nem com a guia. No dia 10 de Março de 2026 estive em casa o dia todo à espera da transportadora. Ninguém veio buscar a encomenda. Ainda no mesmo dia tentei fazer queixa pelo formulário da GLS, mas é impossível sem o número do envio /Track ID que não tenho pois não recebi a guia. No dia 12 de Março de 2026 tentei entrar em contacto por telefone e mais uma vez a única opção (automática) é fornecer o número do envio /Track ID qual não estou a possuir. Resumidamente, efectuei um pagamento por um serviço não prestado e não consigo contactar a empresa para fazer queixa e pedir o reembolso do meu dinheiro. Tenho o comprovativo do pagamento. O valor saiu da minha conta. Quero o meu dinheiro de volta IMEDIATAMENTE!

Em curso

Incumplimiento de prazo para decisao de autorização de residência artigo 89

Cheguei com visto de trabalho em 2023, mas estive a espera de novo agendamento mais dum ano sem resposta alguma, decidi fazer manifestação de interes no regime transitório e fiz biométrico no dia 17/4/2025.Estou a meses no portal a espera da decisão de AIMA.Tenho várias cartas registradas, emails e declarações de presença na AIMA e EMAIMA Porto, sem resposta.O prazo transcurrido e manifestamente excessivo e administração não está a cumprir com o previsto no ordenamento jurídico.Esta situação está a causar me prejuízos pessoais, profissionais e administrativos. A espera de resposta, obrigada.

Em curso

ruído excessivo

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao ruído excessivo proveniente de um restaurante localizado nas proximidades da minha residência. Com frequência, são realizados eventos e festas de aniversário com música em volume muito elevado, prolongando-se por vezes até cerca das 02h00 da madrugada, sobretudo às sextas-feiras. Durante o verão, esta situação ocorre praticamente todas as sextas-feiras e fins de semana. Em algumas ocasiões são também utilizados fogos de artifício. Esta situação afeta diretamente o meu descanso, tendo em conta que trabalho aos sábados de manhã,e segundas feiras, impedindo-me de desempenhar o meu trabalho nas devidas condições e com a segurança necessária. Solicito, assim, a verificação desta situação e a adoção das medidas necessárias para garantir o cumprimento das normas legais relativas ao ruído. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
P. O.
16/03/2026

Reclamação – Entrega de produto danificado e incumprimento das obrigações legais do vendedor

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à compra de uma máquina de lavar louça efetuada através de uma loja online. Após vários problemas e informações contraditórias relacionadas com o processo de entrega por parte da transportadora, a encomenda foi finalmente entregue na minha morada. No momento da entrega, o estafeta apenas tirou uma fotografia da encomenda entregue e não foi solicitado qualquer tipo de assinatura ou confirmação formal de receção. A embalagem exterior não apresentava danos evidentes no momento da entrega, motivo pelo qual não recusei a encomenda. No entanto, ao abrir a caixa posteriormente, verifiquei que a máquina de lavar louça se encontrava claramente danificada nas suas laterais. Contactei imediatamente a empresa para reportar a situação e fornecer provas do dano. Contudo, em vez de assumir a responsabilidade pela entrega de um produto não conforme, a empresa limitou-se a oferecer um voucher no valor de 10€ como forma de “compensação”, solução que considero manifestamente inadequada face à gravidade da situação. De acordo com o Decreto-Lei n.º 84/2021, que regula os direitos do consumidor na compra e venda de bens, o vendedor é responsável por garantir que os bens entregues estão em conformidade com o contrato de compra. A entrega de um produto danificado constitui uma clara falta de conformidade. Importa ainda referir que, nos termos da referida legislação, durante os primeiros dois anos após a entrega do bem, presume-se que qualquer falta de conformidade já existia no momento da entrega, cabendo ao vendedor o ónus da prova em contrário. Assim, não pode ser transferida para o consumidor a responsabilidade por um dano que foi detetado imediatamente após a abertura da embalagem. Perante uma situação de falta de conformidade, a lei estabelece que o consumidor tem direito à reposição da conformidade do bem, através de reparação ou substituição, sem quaisquer encargos. Caso tal não seja possível ou adequado, o consumidor pode exigir redução do preço ou a resolução do contrato com reembolso. Adicionalmente, importa referir que o atendimento ao cliente tem sido extremamente insatisfatório. As linhas telefónicas encontram-se frequentemente indisponíveis e as respostas por email aparentam ser automatizadas, não respondendo de forma concreta às questões colocadas nem apresentando qualquer solução efetiva para o problema reportado. Face ao exposto, considero que a empresa está a incumprir as suas obrigações legais enquanto vendedora, recusando-se a resolver uma situação clara de falta de conformidade do bem entregue. Solicito, assim, a intervenção dessa entidade para que a empresa seja instada a cumprir a legislação aplicável, procedendo à substituição do produto, reparação adequada ou reembolso integral, conforme previsto na lei. Caso a situação não seja resolvida de forma célere e adequada, reservo-me ainda o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, nomeadamente a ASAE, bem como recorrer aos mecanismos legais de defesa do consumidor. Fico disponível para apresentar toda a documentação necessária, incluindo fatura da compra, fotografias do dano e histórico das comunicações com a empresa. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
N. P.
16/03/2026

Norauto: desleixo e lncompetência levados ao Extremo!

Foi bizarro o que me aconteceu na Norauto de Odivelas. No ano de 2025 gastei nesta oficina, 3mil euros. Entre diagnósticos para antecipar soluções e sugestões do Chefe da Oficina, deixei-me ir sem me aperceber que estava a cair num buraco sem fundo, até ao dia em que um certo Diogo - chefe das peças - me informou, com maus modos, que o carro podia ficar na oficina à espera de um apoio para o motor, cerca de 1 ano. Tudo começou quando o chefe da oficina me disse que o carro necessitava de uma embraiagem nova. Aceitei a sugestão. Supostamente a viatura levou a embraiagem, mas quando saiu da oficina tinha tantos barulhos que voltou lá no dia seguinte. Uma semana depois, à custa de muitas discussões e stress tiraram-me os barullhos. Menos de um ano depois, azares dos azares, voltei à oficina de reboque sem embraiagem. Voltaram a mexer no carro para rectificar o erro. O carro voltou com os mesmo barulhos e com 2 semanas no parque do centro comercial, com chapa riscada e sem a tampa exterior do combustível. Não tive outro remédio que não mudar o carro de oficina, mas sem um pedido de desculpas por tudo o que se passou e sem conseguir chegar à fala, com alguém da oficina, para perceber o que se passou. É uma falta de respeito e uma falta de educação pelo cliente que dói muito.

Em curso
V. B.
16/03/2026
Fração Completa - Gestão de Condomínios, Lda

Rescisão e devolução dos documentos do condomínio

CHARIB Aliança: morada no site Rua da Guiné 8 Loja C, 2620-044 Olival Basto (Tel. 211 928 234, Tlm. 934 693 456); No Livro de Reclamações Online consta Fração Completa - Gestão de Condomínios, Lda, Praça José Fontana 4 - Galeria, NIPC 514236060. Há discrepância; As comunicações foram dirigidas a Olival Basto. Carta registada com AR (03/02/2026): rescisão por justa causa e convocatória de assembleia 19/02/2026. A CHARIB não compareceu à assembleia e não entregou a documentação (livro de atas, prestação de contas, extratos bancários, contratos, apólices, chaves, credenciais, certificados de manutenção). O responsável pelo condomínio eleito em 19/02 enviou email e sem resposta. Em chamada telefónica disseram não ter recebido nada. A situação impede os cuidados necessários ao prédio. A assembleia exonerou a CHARIB por justa causa. Persistem extintores e alarme com revisão por fazer e degradação das partes comuns. A CHARIB passa a sensação de querer prejudicar os condóminos.

Em curso

Falta de resposta a pedido de agendamento Art. 15.º

No dia 2 de março de 2026, a minha esposa submeteu, através do formulário online da AIMA – Agência para a Integração, Migrações e Asilo, o pedido de agendamento para emissão do Cartão de Residência de Familiar de Cidadão da União Europeia, ao abrigo do Artigo 15.º da Lei n.º 37/2006. Eu sou cidadão português, residente em Portugal, e a minha esposa é nacional de país terceiro, tendo direito a residir comigo ao abrigo da legislação europeia e nacional aplicável. Até à presente data, não recebemos qualquer confirmação de submissão, número de processo ou resposta por parte da AIMA. Esta ausência total de resposta está a causar prejuízos sérios à nossa vida familiar e profissional: A minha esposa não consegue celebrar contrato de trabalho estável, por lhe ser exigido comprovativo de residência; Vivemos numa situação de incerteza administrativa permanente; Não podemos viajar para fora de Portugal com tranquilidade, pois a falta do cartão de residência pode criar entraves no regresso; A falta de qualquer resposta por parte da AIMA coloca-nos numa situação de bloqueio administrativo que não depende da nossa vontade. Nos termos da Diretiva 2004/38/CE e da Lei n.º 37/2006, o direito de residência da minha esposa decorre da sua qualidade de familiar de cidadão da União Europeia, sendo o cartão de residência um documento meramente declarativo desse direito. Contudo, na prática, a ausência do documento impede o exercício efetivo de direitos fundamentais, nomeadamente o direito ao trabalho e à livre circulação. Assim, solicitamos: A confirmação imediata da receção do pedido submetido em 2 de março de 2026; A atribuição de número de processo; A marcação urgente de agendamento; Aguardamos resolução urgente desta situação.

Em curso

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