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Implante capilar sem resultados conforme garantido
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao procedimento de implante capilar que realizei nesta clínica em agosto de 2024, no qual foram transplantados aproximadamente 6000 folículos. Antes da intervenção, foi-me garantido verbalmente pela equipa responsável que a zona frontal, área principal do tratamento, ficaria bastante densa e visualmente preenchida, proporcionando um resultado natural e satisfatório. Contudo, após o período completo de recuperação e crescimento, verifico que a zona frontal continua bastante calva, com fraca densidade capilar, não correspondendo de forma alguma ao resultado que me foi assegurado e anunciado. Perante esta situação, apresentei reclamação em agosto de 2025 e fui informado de que alguém entraria em contacto comigo para dar seguimento ao caso. No entanto, até à presente data não obtive qualquer resposta ou acompanhamento. Posteriormente, foi ainda referido que não é possível realizar qualquer correção adicional por alegada falta de área dadora suficiente, facto que não foi devidamente esclarecido ou considerado antes do procedimento. Tendo em conta o valor elevado investido neste tratamento e o facto de os resultados não corresponderem ao que foi prometido, considero que houve falha na prestação do serviço, bem como na informação prévia e no acompanhamento pós-operatório. Assim, solicito uma resposta formal e célere, bem como uma solução adequada para esta situação, seja através de correção do procedimento, compensação ou outra alternativa justa. Caso não obtenha resposta dentro de um prazo razoável, reservo-me o direito de apresentar a reclamação junto das entidades competentes. Com os melhores cumprimentos,
Incumprimento de instalação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação contra a Leroy Merlin devido ao incumprimento do serviço de instalação incluído na compra de equipamentos efetuada através do programa ELAR. No dia 29 de janeiro, foi agendada pela Leroy Merlin a instalação dos equipamentos adquiridos (termoacumulador, placa e forno), serviço este que consta expressamente no voucher ELAR. Para além disso, foram pagos valores adicionais relativos a deslocação e demais encargos associados à instalação. A instalação estava prevista para o dia 29 de janeiro, no período da manhã, entre as 8h e o meio-dia. Para poder assegurar a minha presença no local, fui obrigado(a) a tirar um dia de férias, o que por si só já constituiu um prejuízo pessoal e profissional. No entanto, pelas 10h30 da manhã do próprio dia, fui contactado(a) a informar que os técnicos não se deslocariam ao local, alegando que não seria possível realizar a instalação e que a Leroy Merlin apenas realiza agendamentos ao sábado. Esta informação é contraditória, uma vez que o sábado é precisamente o único dia em que não tenho disponibilidade para agendamentos, facto que já havia sido comunicado. Até ao momento, continuo a aguardar uma mensagem de confirmação de nova data para a instalação, sem qualquer resposta concreta ou solução apresentada pela empresa. Considero-me claramente lesado por esta situação, tanto pelo incumprimento do serviço pago, como pelo prejuízo causado pela perda de um dia de férias, sem que a Leroy Merlin tenha demonstrado preocupação em resolver o problema ou compensar o consumidor. Solicito assim a intervenção da DECO PROteste para apoio na resolução deste conflito, nomeadamente no sentido de: garantir a realização da instalação nos termos contratados, com data e horário devidamente confirmados, bem como uma compensação adequada pelo prejuízo causado. Com os melhores cumprimentos,
Invasão de propriedade privada por colaboradores da ERA
Não sou cliente da ERA. Violação de propriedade privada para deixar publicidade. Envio fotos de panfelto que me foi deixado na porta do meu apartamento pela colaboradora Grazie Oliveira, o que implica a entrada no mesmo e circulação nos corredores privados do prédio. Não foi o primeira colaborador a fazer isso e continuam a ter esta prática. Esse tipo de publicidade deve ser deixado no exterior na caixa de correio. Por outro lado, ao tentar fazer a reclamação no livro online da empresa ERA sou obrigada a aceitar que os meus dados sejam usados para publicidade e contactos por parte da empresa para marketing, não conseguindo prosseguir com a reclamação se não o aceitar. Este facto também me parece abusivo e não respeitante dos direitos do consumidor ao não haver a hipótese " NAO ACEITO" que os meus dados sejam usados para outros fins, nomeadamente marketing. Tornando assim impossível fazer uma reclamação.
FUNCIONÁRIA ROYAL
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da secretária da Escola de Condução Royal, de nome Beatriz. Ao longo do meu contacto com a referida colaboradora, verifiquei comportamentos que considero graves e incompatíveis com a ética profissional exigida nesta função. Em particular, destaco a alegada transmissão de informações confidenciais dos alunos a terceiros, situação que compromete a privacidade e a confiança que devem existir entre a instituição e os seus formandos. Adicionalmente, a referida colaboradora demonstra falta de empatia no atendimento ao público, bem como ausência de aptidões adequadas para o exercício da função que desempenha, refletindo-se num atendimento pouco profissional e desrespeitoso. Considero que estas situações prejudicam a imagem da escola e afetam negativamente a experiência dos alunos, pelo que solicito que esta reclamação seja devidamente analisada e que sejam tomadas as medidas que considerem adequadas. Fico a aguardar uma resposta e esclarecimento sobre os procedimentos que serão adotados.
ébitos/cobranças indevidas — Fitness UP — sem contrato/adesão
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Fitness UP por cobranças indevidas efetuadas na minha conta bancária, associadas à vossa entidade, sem que exista qualquer contrato, autorização, adesão ou consentimento da minha parte. Débitos identificados: 17,50 € em 09/01/2026 22,70 € em 09/01/2026 17,60 € em 23/01/2026 Total: 57,80 € Esclareço que nunca celebrei contrato com a Fitness UP, nunca autorizei débitos diretos, nem subscrevi qualquer serviço/plano que legitime estas cobranças. Pretendo a resolução imediata através de: Devolução integral do montante de 57,80 €. Cancelamento imediato de qualquer registo/adesão/contrato eventualmente aberto em meu nome, com confirmação por escrito de que não existirão cobranças futuras. Esclarecimento formal sobre a origem dos débitos, incluindo: identificação do clube/estabelecimento onde a alegada adesão foi registada, data e forma de adesão, e envio de cópia do contrato e do mandato/autorização SEPA que a Fitness UP alegue existir. Já tentei contacto prévio com a empresa (email e chamadas) sem resposta/solução até ao momento. Aguardo resposta e regularização urgente. Com os melhores cumprimentos,
DUA
Venho por este meio mostrar o meu desagrado. Comprei um carro dia 11 dezembro de 2025. Desde o dia 6 de janeiro de 2026, que tenho contactado a vendedora Teresa Carvalho relativamente ao Documento Único Automóvel, uma vez que a declaração aduaneira tinha validade até 25 de janeiro. Foi-me dito que a situação seria verificada junto da secretaria, mas até à data de 14 janeiro não obtive qualquer resposta, apesar dos vários emails enviados. Perante a ausência de informação, contactei a Linha do Automóvel Online, onde fui informado de que não existe qualquer registo iniciado associado à matrícula, o que demonstra que, passados mais de um mês, o processo nem sequer foi iniciado. Fui a concessionaria em que foi me dito pela responsável de vendas Patrícia Villas-Boas que estavam em contacto com a financeira, e que no dia a seguir me dava informações de como estaria o processo. Só dia 19 janeiro é que recebi uma chamada por parte do Gestor de Negócios, José André, em que me foi transmitido que existiu um erro por parte da financeira Cetelem relativamente a um dos documentos. Foi ainda referido que, nos dias 22 ou 23, alguém da concessionaria se deslocaria pessoalmente à financeira, em Lisboa, para levantar a documentação, seguindo posteriormente o processo para a Casa da Moeda. Solicitei que já que foi um erro por parte da financeira, que assumissem a mensalidade do mês de fevereiro e/ou a taxa de urgência, uma vez que se trata de um carro de trabalho (TDVE) e que sem documentos não consigo trabalhar, e tenho prejuízos, de realçar que a mensalidade de janeiro já foi paga. Foi me informado que como se encontra no prazo de 60 dias para concluir o processo, que não podiam assumir nem a mensalidade nem a taxa de urgência, no entanto, esta justificação não me parece razoável, pois, caso decidam apenas iniciar o processo no penúltimo dia desse prazo, eu ficaria impedido de trabalhar durante cerca de um mês ou mais, apesar de, formalmente, se encontrarem “dentro do prazo”. Hoje dia 29 janeiro recebi uma chamada por parte da vendedora Teresa Carvalho a dizer que os documentos já tinham vindo da financeira, e que nesse seguimento, colocaram a questão sobre a submissão do pedido com taxa de urgência ou pelas vias normais. Pelas vias normais, não existe qualquer previsão de prazo, o que prolongaria ainda mais a minha situação de inatividade profissional, e pela via da taxa de urgência demoraria 2 semanas a vir, como me encontro sem trabalhar desde o dia 26 janeiro, e continuarei sem trabalhar, irei optar pela taxa de urgência. No entanto, sem estar a trabalhar, não tenho qualquer fonte de rendimento que me permita suportar os encargos associados a uma empresa (Segurança Social, mensalidade do carro, seguros, entre outros), e se o procedimento tivesse sido realizado de forma adequada, não teria agora que pagar a taxa de urgência, devido a um erro que foi da financeira. Encontro-me profundamente desiludido e insatisfeito com toda esta situação, que me tem causado sérios prejuízos pessoais e financeiros. Estou sem trabalhar, sem qualquer fonte de rendimento, e continuo a suportar encargos fixos, o que agrava ainda mais um problema que não foi causado por mim. Esta situação está a ser tratada, mas fá-lo de forma lenta e ineficaz, prolongando desnecessariamente um processo que já deveria estar resolvido. O impacto desta falha tem sido significativo, colocando-me numa posição de grande instabilidade e frustração, pelo que considero inaceitável a forma como todo este assunto tem sido conduzido. E até a data de hoje, 3 fevereiro, não tenho qualquer resposta por parte de ninguém da byd, e encontro-me sem poder trabalhar e sem poder circular com o carro, uma vez que a DAV expirou, e o DUA não foi pedido, e não tenho outro documento legal que me permite circular.
Encomenda não recebida
No âmbito do serviço de transporte prestado pela GLS relativo a uma encomenda da Zara, ocorreram falhas graves imputáveis exclusivamente a esta transportadora. No dia 5 de janeiro, o ponto de recolha associado à GLS procedeu corretamente à entrega da encomenda nº 464125642153. Contudo, por erro operacional do próprio ponto de recolha/GLS, foi indevidamente assinalada como levantada a encomenda nº 464125642155, a qual ainda não tinha sido entregue nem se encontrava disponível no local. Na mesma data, recebi comunicação da GLS a indicar que a encomenda nº 464125642153, já levantada, seria devolvida ao remetente por alegada falta de levantamento, o que não corresponde à realidade, evidenciando falhas graves de registo e controlo interno. No dia seguinte, ao tentar levantar a encomenda nº 464125642155, esta não foi encontrada nem no sistema nem fisicamente no ponto de recolha. Durante vários dias, o responsável do ponto de recolha tentou, sem sucesso, localizar a encomenda junto da GLS, concluindo-se que a mesma não foi entregue ao ponto de recolha ou foi extraviada sob responsabilidade da transportadora. A atuação da GLS revela: Erros graves de registo de levantamento Falta de controlo logístico Falha na entrega do volume confiado Ausência de rastreabilidade e resolução eficaz Esta situação configura uma prestação de serviço manifestamente defeituosa, violando os deveres legais de diligência, segurança e fiabilidade inerentes à atividade de transporte, causando prejuízo direto ao destinatário final. Exijo a devida responsabilização da GLS pelos danos causados, não sendo admissível que erros internos e falhas logísticas resultem na perda de encomendas sem consequências para a transportadora.
Desalfandegamento
Exmos. Senhores, A minha filha enviou-me uma encomenda, de Londres, onde reside. Liguei para os CTT, no dia 29/1, às 8:30h e fiz um pedido de prolongamento de prazo para envio de documentos, quando me apercebi que tinha ocorrido uma falha no envio do formulário de declaração de valor. Recebi uma resposta no dia 2/2, dizendo que o processo de devolução se iniciara no dia 30/1 e que era irreversível, apesar da encomenda ainda se encontrar em Portugal e de se prever atraso na devolução! Mas eu tinha ligado no início do dia 29, portanto deveria ter sido possível. Nada neste processo é correcto: não fui avisada de que havia documentação em falta antes de se decidir a devolução. A página dos CTT, que consultei, no separador "Acompanhar", diz "A sua encomenda encontra-se em validação prévia pelos CTT da informação e documentação submetida". Isto fez-me acreditar que o documento tinha sido entregue e estava a ser avaliado Esta situação era um envio da minha filha para mim. Não envolvia qualquer empresa ou transação comercial. A minha filha está a mudar-se para os EUA e arrisco-me a que não esteja em Londres se a encomenda for devolvida, com atraso, como se prevê. Assim, perco um objecto que me pertence e que foi confiado aos CTT. Isto é inadmissível e revoltante!! Agradeço ajuda.
Demora excessiva no deferimento de processo de titulo de Residência e sem resposta alguma
Assunto: Reclamação - Demora excessiva no deferimento de processo de titulo de Residência Data - 28/01/2026 Exmos. Senhores, Responsáveis Eu, Valentino Fernando da SilvaIndi, portador do Passaporte nº C00238666, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela AIMA PORTO, no passado dia 13/11/2024. Apresentei-me no dia acima mencionada para solicitar o titulo de Residência para o artigo 122 da Lei n° 23/2007 de 04 de julho, na sua atual versão porém até a data de apresentação desta reclamação não obtive nenhuma resposta, já me apresentei 3x na loja Fisica já enviei Email, já fiz carta registada, Já contactei telefonicamente a vossa central de apoio por diversas vezes, tendo sempre como resposta que o processo “continua em análise”.Porém continuo sem resposta, venho por este meio fazer essa reclamação e solicitar o deferimento tacito nos termos da lei dos estrangeiros n° 23/2007 no seu Art. 82 o mais breve possível. Solicito que esta situação seja analisada e tomadas as medidas necessárias. Aguardo resposta nos termos da lei. Com os melhores cumprimentos, Valentino Indi Tel: +351 913707219 Email: valentinoindi96@gmail
Demora excessiva no deferimento de processo de titulo de Residência
Assunto: Reclamação - Demora excessiva no deferimento de processo de titulo de Residência Data - 28/01/2026 Exmos. Senhores, Responsáveis Eu, Valentino Fernando da SilvaIndi, portador do Passaporte nº C00238666, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela AIMA PORTO, no passado dia 13/11/2024. Apresentei-me no dia acima mencionada para solicitar o titulo de Residência para o artigo 122 da Lei n° 23/2007 de 04 de julho, na sua atual versão porém até a data de apresentação desta reclamação não obtive nenhuma resposta, já me apresentei 3x na loja Fisica já enviei Email, já fiz carta registada, Já contactei telefonicamente a vossa central de apoio por diversas vezes, tendo sempre como resposta que o processo “continua em análise”.Porém continuo sem resposta, venho por este meio fazer essa reclamação e solicitar o deferimento tacito nos termos da lei dos estrangeiros n° 23/2007 no seu Art. 82 o mais breve possível. Solicito que esta situação seja analisada e tomadas as medidas necessárias. Aguardo resposta nos termos da lei. Com os melhores cumprimentos, Valentino Indi Tel: +351 913707219 Email: valentinoindi96@gmail
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