Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
J. G.
04/05/2026
Condoroo

Falta de resposta a advogada e imposição de propostas ilegais

No passado dia 3 de abril de 2026, solicitei a emissão de uma declaração de não dívida. Contudo, a empresa não respeitou o prazo legal de 10 dias previsto no Código Civil para a sua emissão. Quando, no dia 10 de abril, foram finalmente apresentados valores para encerramento de conta, estes não eram válidos, pois solicitavam a cobrança em duplicado da quota de um mês; e a aplicação de valores retroativos aprovados de forma irregular, conforme contestado pela minha mandatária legal. A minha advogada contestou formalmente esta deliberação no dia 10 de abril, tendo a empresa assumido o compromisso de prestar esclarecimentos até 17 e 24 de abril. Ambos os prazos foram incumpridos. Adicionalmente, a empresa comprometeu-se a enviar atualizações diárias sobre a resolução do litígio, compromisso que igualmente não cumpriu nos dias 28 e 29 de abril. Face à ausência de resposta e à pressão exercida sobre o processo de venda do meu imóvel, vi-me obrigado a proceder ao pagamento de um valor que considero indevido e abusivo, sob pena de inviabilizar a referida transação. Acresce que as medidas aplicadas são de natureza discriminatória, na medida em que impõem um critério específico à minha fração, gerando encargos superiores aos dos restantes condóminos. Estas medidas seguem um critério diferente da Lei da Propriedade Horizontal, e exigem aprovação unânime para a sua aplicação, condição que não se verificou. Não obstante, a empresa manteve a sua posição, ignorando tanto a minha contestação como a da minha representante legal, que até à data continua sem obter qualquer resposta. Nestes termos, solicito a análise e resolução célere do presente litígio; a devolução integral do montante cobrado indevidamente.

Em curso
N. C.
04/05/2026

Humidade por condensação Após 5 anos de intervenções

Em 2021 fizemos um grande investimento para tratamento de humidade por capilaridade e por condensação através das maquinas CTA com a empresa murprotec. Até os procedimentos serem realizados, sempre houve disponibilidade por parte da empresa em comunicar conosco. Mas quando começaram os problemas no final do ano 2021, com uma inundação provocada pela má instalação das maquinas que causou danos na rede de eletricidade, paredes, tetos e uma televisão, passaram logo a ter um péssimo serviço de assistência. Só depois de uma reclamação á DECO enviaram os seus colaboradores ao local tendo os mesmos ate mencionado “foram vocês que apresentaram reclamação na Deco não foram?”. Alegaram que a equipa de Lisboa havia sido despedida e que por isso não tinham quem pudesse assumir os trabalhos mas que assim que tivessem colaboradores, enviariam. Vieram a nossa residência, trocaram a maquina por duas, tiveram de fazer novamente tratamento por capilaridade. O bolor por condensação continuou a aparecer, contatamos a empresa novamente. Só após muita insistência e reclamações Tomaram medidas. Vieram fazer mais furos, mais saídas de ar. Este ano, o bolor por condensação aumentou muito, nas paredes, moveis, molduras, têxteis. Temos bolor por condensação em todas as divisões mesmo com tantas saídas de ar. Até em volta de uma das maquinas de CTA tem bolor. Contatamos a empresa por duas vezes e ignoraram os nossos emails como sempre, mesmo depois de estarmos sempre a mencionar que temos filhos com problemas respiratórios, um deles já tendo sido operado duas vezes e agora uma bebe de 3 meses que esta constantemente doente. O serviço de assistência é péssimo a partir do momento que fazemos o pagamento e instalação. Não tem respeito pelos clientes nem pelo valor que investem que é consideravel. Após 5 anos sem vermos o problema resolvido, pretendemos ativar a garantia e queremos o valor investido nas maquinas CTA para a humidade por condensação e os danos causados pela inundação resolvidos. A maquina na cumpriu o proposto e a empresa esta longe de ser credível pela maneira como atua.

Em curso
M. B.
04/05/2026

Retiraram me o valor que ganhei

Bom dia eu depositei 10 euros na leon bet e com esse valor consegui arrecadar 45000 euros e eles não me deixaram levantar pediram me muita documentação eu enviei e agora recebi um email a dizer que foi um erro do jogo e tiraram me o valor todo que tinha

Em curso
A. C.
04/05/2026

Cancelamento do plano

Bom dia, A empresa supracitada fez entrar um processo contra mim com a empresa Intrum. Estão a cobrar uma dívida de 1 mensalidade, cancelamento do débito direto, 2.ª via do cartão e ainda os custos do processo. Total 120€. Eles justificam que não fiz o cancelamento via e-mail segundo o regulamento deles. O que aconteceu foi o seguinte e já os tinha informado da situação. No final de Novembro fui ao ginásio e entrei sem cartão porque tinha perdido o meu. Já estava em processo de mudança de ginásio para um mais perto da minha casa em conjunto com a minha namorada. Avisaram-me que teria de fazer o cancelamento com 1 mês de antecedência. Pedi então que fizessem o cancelamento na receção do ginásio na qual me informaram que tinha sido feito. Paguei o mês de Dezembro como me era devido e a partir daí continuaram a tentar cobrar. Agora a empresa não reconhece o suposto cancelamento feito pelos seus funcionários e estão até hoje a exigir o pagamento. Eu ainda tentei negociar e aceitei pagar o cancelamento de débito direto e a 2.ª via do cartão de sócio mas estão irredutíveis de forma incompreensível visto que entendo que não tenho culpa absolutamente nenhuma

Em curso

Recusa injustificada de garantia + falta de resposta a contestações

Em Abril de 2026 contratei junto da SNG uma garantia comercial para a minha viatura. Comuniquei uma avaria e solicitei a ativação da garantia. A SNG recusou a cobertura alegando incumprimento do plano de manutenção, concretamente por não ter efetuado revisões anuais (mesmo respeitando os intervalos de quilometragem). Contestei por várias vezes via email, enviando comprovativos das manutenções efetuadas, mas a SNG: Não respondeu aos meus emails de contestação; Não demonstrou qualquer relação causal entre a alegada falta de manutenção e a avaria em causa; Baseia a recusa numa interpretação do contrato (máximo 12 meses entre manutenções), mas não tem fundamentado devidamente a decisão. NOME: Marco Monteiro Cunha Viatura: Peugeot 508 67-ZG-50 Mail: marcomonteirocunha1984@gmail.com

Em curso
M. S.
03/05/2026

Processo de garantia

A minha experiência com o suporte PC DIGA está a ser bastante negativa. RMA nº 4100148071 Apesar de se tratar de um processo de garantia, a solução apresentada não foi, de todo, adequada nem proporcional ao problema reportado. O equipamento, hedphones Marshall, encontrava-se funcional, com defeitos apenas em componentes substituíveis, e ainda assim foi dado para abate sem possibilidade de reparação ou devolução. Como cliente, vejo-me agora numa situação em que, mesmo estando dentro do período de garantia, acabo por sair prejudicada, uma vez que o valor atribuído não permite a reposição de um produto equivalente nas atuais condições de mercado. Para além disso, tratando-se de um artigo oferecido no aniversário de 18 anos do meu filho por outra pessoa, todo este processo está a causar um enorme transtorno. Estão a exigir documentação e autorizações do comprador original, obrigando-me a andar atrás de terceiros e a incomodar quem ofereceu o presente, quando a fatura e o artigo sempre estiveram na minha posse. Acresce ainda que, não existindo o mesmo produto para reposição, seria expectável da vossa parte a proposta de um modelo equivalente ou superior. O valor em causa não é assim tão díspar e tal abordagem demonstraria consideração pelo cliente. Ainda assim, mostrei total abertura para negociar e repartir essa diferença, o que foi igualmente recusado. Considero este tipo de tratamento inadmissível e totalmente desajustado à realidade do consumidor, revelando falta de sensibilidade e de foco na resolução eficaz do problema. Esperava uma abordagem mais orientada para o cliente e uma solução justa e equilibrada. Infelizmente, a gestão do processo revelou-se inflexível e pouco satisfatória.

Em curso

Estragou meu loiro

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativa a um serviço de cabeleireiro que não correspondeu ao acordado nem ao esperado. Desloquei-me ao estabelecimento para realizar apenas um retoque de raiz, mantendo o cabelo loiro, conforme previamente combinado com o profissional Maicon, que garantiu experiência no procedimento. Durante o serviço, ao ser realizado o “esfumaçado”, alertei que o cabelo estava a escurecer excessivamente e questionei se o resultado final não ficaria mais escuro do que pretendido, tendo-me sido assegurado que o procedimento estava correto. Posteriormente, foi aplicado um tonalizante em todo o cabelo para uniformização da cor, o que resultou num cabelo significativamente escurecido e com efeito “chumbado”, divergindo do objetivo inicial de manutenção do loiro. O resultado final não corresponde ao serviço contratado e deixou o meu cabelo em condições inferiores às iniciais, já sensibilizado. Adicionalmente, o valor inicialmente acordado foi de 140€, tendo sido cobrado 190€, sem justificação proporcional ao resultado obtido. Tentei contactar o estabelecimento diversas vezes via WhatsApp, sem qualquer resposta. Esta situação causou prejuízo estético e danos ao cabelo, exigindo agora tratamentos corretivos para recuperação da fibra capilar e reposição da cor. Acresce ainda o impacto emocional significativo, com episódios de ansiedade, choro e desconforto psicológico, afetando a minha autoestima. Face ao exposto, solicito: Devolução integral do valor pago (190€); Reembolso das despesas de deslocação (Uber ida e volta); Compensação pelos danos causados ao cabelo e pelo impacto emocional sofrido, incluindo custos de tratamentos corretivos necessários. Solicito a devida análise desta reclamação e uma resposta célere com as medidas adequadas. Com os melhores cumprimentos, Michele sales

Em curso
F. M.
03/05/2026
MRW

Envio nº 02680J038501 – Falha na entrega

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao envio com o número de referência 02680J038501, cujo histórico de tracking demonstra, de forma inequívoca, uma falha grave e reiterada no serviço contratado. O envio encontra-se registado no vosso sistema desde o dia 21 de abril de 2026. Desde essa data, o pacote circulou entre plataformas de distribuição — Sant Boi de Llobregat, Vialonga e Vilar de Pinheiro — por mais de dez dias, sem que alguma vez tenha sido efetuada qualquer tentativa de entrega no destinatário. O histórico de tracking evidencia dois registos de "Pendente de receber em destino" no hub do Porto (27/04 e 30/04), seguidos de novos movimentos em plataformas intermédias, sem qualquer justificação apresentada ao destinatário. Nunca foi deixado qualquer aviso de passagem, nunca foi contactado o destinatário, e nunca foi agendada qualquer entrega. Perante esta situação, exijo: 1. Entrega imediata do envio, no prazo máximo de 48 horas a contar da receção desta reclamação; 2. Informação clara e detalhada sobre os motivos do atraso e da falha sucessiva na entrega; 3. Confirmação escrita do plano de ação para resolução desta situação. Caso não seja obtida uma resposta satisfatória dentro do prazo indicado, reservo-me o direito de apresentar reclamação formal junto do Livro de Reclamações, bem como junto da entidade reguladora competente (ANACOM), e de exigir a compensação pelos prejuízos causados pelo incumprimento do serviço. Aguardo resposta urgente.

Resolvida
S. A.
02/05/2026

Tratamento inadequado e entraves a devolução de produto

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento prestado no estabelecimento de Benfica, na sequência da aquisição de um aparelho auditivo financiado. No dia 18 de abril de 2026, a minha mãe deslocou-se ao estabelecimento, onde foi celebrado um financiamento no valor aproximado de 4.000€, com pagamento em 48 meses. Durante o processo, a minha mãe entrou em contacto comigo várias vezes para pedir ajuda e opinião, porém encontrava-me a trabalhar e não consegui acompanhar a situação devidamente. Cheguei inclusivamente a falar telefonicamente com o Sr. Ricardo, colaborador que estava a tratar do processo, tendo-lhe explicado que pretendia compreender melhor as condições antes de qualquer decisão definitiva. Durante essa conversa, foram feitas observações que considerei inadequadas e pressionantes, nomeadamente: - Referiu que já se encontrava “fora de horas” e que tinha feito um grande esforço para conseguir o financiamento; - Deu a entender que seria inconveniente ou ingrato não avançar após o tempo que alegadamente dedicou ao processo; - Indicou que poderíamos rever o contrato e regressar na segunda-feira caso entendêssemos não avançar. Após isso, pedi à minha mãe que tomasse a decisão que considerasse melhor, uma vez que eu teria de desligar para continuar a trabalhar. Em momento algum dei autorização ou incentivo direto para avançar com o financiamento. Posteriormente, após refletir melhor sobre a nossa situação financeira, a minha mãe arrependeu-se da decisão e pediu-me ajuda para proceder à devolução do equipamento e cancelamento do financiamento. No dia 24 de abril de 2026 contactei telefonicamente a Audição Activa para informar da nossa intenção de devolver o aparelho. A colaboradora que nos atendeu agendou então uma deslocação ao estabelecimento de Benfica para o dia 2 de maio de 2026, às 9h30, alegadamente para tratar da devolução. No entanto, quando nos deslocámos ao estabelecimento, iniciou-se uma situação extremamente desagradável e, no nosso entender, inadequada. Inicialmente foi-nos exigida a presença do meu irmão, por ser o paciente utilizador do aparelho, apesar de a titular do financiamento ser a minha mãe. Explicámos que não fazia sentido exigir a presença dele para efeitos de devolução contratual e financeira, mas acabámos por aceder ao pedido, saindo momentaneamente do estabelecimento e regressando posteriormente com ele. A partir desse momento, sentimos uma clara tentativa de pressão psicológica e manipulação para impedir a devolução do produto. O colaborador presente começou por insistir repetidamente nas razões pelas quais deveríamos manter o aparelho, apesar de termos manifestado de forma clara e educada a nossa intenção de devolver o equipamento. Posteriormente, foi efetuada uma chamada ao Sr. Ricardo, que adotou uma postura extremamente rude e desrespeitosa. Sempre que tentei intervir na conversa, fui interrompida. O Sr. Ricardo limitou-se praticamente a realizar um monólogo, afirmando inclusivamente que eu teria dado autorização para a minha mãe avançar com o financiamento, o que é falso. A conversa terminou abruptamente por iniciativa do próprio. Mais tarde foi chamado o Sr. Filipe Rodrigues, cuja função desconheço, mas cuja postura foi igualmente inaceitável. O referido senhor dirigiu-se a nós de forma agressiva, arrogante e desrespeitosa, tratando-nos como se fôssemos irresponsáveis ou crianças. Entre várias observações inadequadas, insinuou: - Que era eu quem estava a pressionar a minha mãe a devolver o produto; - Que a decisão não seria realmente da minha mãe; - Que estávamos mais preocupados com questões financeiras do que com a saúde do meu irmão; - Que “brincámos com o trabalho deles”; - Que éramos “irresponsáveis”. Quando lhe pedi que moderasse o tom e mantivesse uma postura respeitosa, respondeu-me que eu “não tinha direito nenhum ali”. Por fim, quando perceberam que mantínhamos a intenção firme de devolver o produto, foi-nos dito que poderiam não aceitar a devolução em loja e que deveríamos “ler o contrato para perceber como devolver”. Ora, esta situação levanta-nos uma questão legítima: Se alegadamente a devolução não podia ser efetuada em loja, por que motivo fomos encaminhados telefonicamente para comparecer precisamente no estabelecimento com o objetivo de tratar da devolução? Não condenamos o facto de tentarem reter um cliente ou explicar os benefícios do produto. No entanto, condenamos fortemente: - A pressão exercida; - A postura agressiva e desrespeitosa; - As tentativas de manipulação emocional; - As insinuações feitas à nossa família; - E os entraves criados relativamente a um direito legítimo do consumidor. Solicitamos assim: - A análise formal desta situação; - Um esclarecimento escrito relativamente ao procedimento correto de devolução; - E a devida averiguação da postura dos colaboradores envolvidos. Com os melhores cumprimentos, SUELYNEIDA ALMEIDA

Em curso
R. F.
02/05/2026

Entrega não efetuada/ mentiram pra não entregar

Comprei uma televisão na fnac do forum de coimbra no dia 28/04 e pedi pra ser entregue no dia 02/05, recebi um link pra acompanhar a entrega e tinha 7 entregas antes da minha, todos foram realizadas e a minha não, o periodo de entrega era de 08:00 as 14:00, fui ate a loja perguntar se tinha acontecido algum imprevisto e não tinham nenhuma informação da transportadora de entrega, depois que liguei para o numero de atendimento fnac soube que a TTM alegou “transtorno na expedição” , é claro que não houve transtorno algum porque na loja a única informação que tive é que tinha sido recolhido no armazem e estava a caminho da minha residência! Isso é uma falta de respeito inclusive classificar a falta de entrega com essa informação mentirosa! Tratem o cliente com mais respeito! Provavelmente pelo fato do endereço ser longe ficaram com preguiça! Preciso da minha encomenda, perdi um dia de trabalho aguardando a televisão chegar e eles não entregaram, agora vou ter que reagendar e sem ter a certeza que eles vão entregar, isso é uma falta de respeito, e igual essa minha reclamação tem imensas outras dessa empresa!

Em curso

Precisa de ajuda?

Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação

Contacte-nos

Os nossos juristas estão disponíveis nos dias úteis, das 9h às 18h.