Reclamações públicas
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Evillive - Cancelamento de Megadeth
Exmos senhores, Venho por este meio solicitar o reembolso parcial do valor correspondente aos dois bilhetes adquiridos para o Festival Evillive, em virtude do cancelamento, à última hora, da atuação da banda Megadeth, um dos cabeças de cartaz do festival e um dos principais motivos que justificaram a aquisição dos bilhetes. Embora os restantes concertos tenham decorrido conforme previsto e tenham sido assistidos, o cancelamento de um dos artistas principais representou uma alteração substancial ao programa anunciado, prejudicando de forma significativa a experiência e as expectativas legítimas criadas no momento da compra. De acordo com a informação divulgada pela DECO e com o regime aplicável aos espetáculos de natureza artística, quando ocorre a substituição ou cancelamento de um dos artistas principais, o consumidor pode apresentar reclamação fundamentada junto do promotor e solicitar a restituição do valor correspondente, por se verificar uma alteração relevante ao programa inicialmente anunciado. Assim, solicito que seja efetuado o reembolso parcial do valor pago pelos dois bilhetes, em montante que considerem proporcional à supressão de um dos cabeças de cartaz, bem como da parte correspondente das comissões cobradas, caso aplicável. Agradeço que me informem, por escrito, da decisão relativamente ao presente pedido no prazo legalmente aplicável. Caso o pedido seja recusado, agradeço igualmente a respetiva fundamentação, reservando-me o direito de apresentar reclamação junto da Inspeção-Geral das Atividades Culturais.
Devolução de Valor de Bilhetes Evil Live Festival
Venho apresentar uma reclamação relativamente ao Evil Live Festival, porque os Megadeth cancelaram a sua atuação no dia 5 de julho. Assim que soube do cancelamento, decidi abandonar o recinto, já que tinha adquirido o bilhete especialmente para assistir a esta banda. Considero que, com esta alteração, o cartaz sofreu uma mudança relevante em relação ao que foi inicialmente anunciado. Solicito o reembolso do valor do bilhete, no total de 79 euros. Agradeço que me informem sobre os próximos passos para resolver esta situação.
Reembolso da pesquisa de avarias realizada pela Periplus, Lda.
Venho por este meio responder à v/ carta datada de 13 de julho de 2026, referente ao processo em epígrafe (apólice n.º 034.03.01.0400924/1, sinistro de danos por água ocorrido em 25/03/2026). Tomo conhecimento do teor dessa carta quanto à definição de responsabilidade. No entanto, a presente comunicação diz respeito a uma questão distinta e ainda não resolvida: o reembolso do custo da pesquisa não destrutiva de avarias realizada pela empresa Periplus, Lda., no âmbito deste mesmo processo. Essa pesquisa foi solicitada e indicada por V/ Perito, no seguimento da vistoria ao local, precisamente porque não foi possível identificar de imediato a origem da avaria. Nessa ocasião, fui informado pelo Perito de que deveria proceder ao pagamento direto da pesquisa à Periplus, e que esse valor me seria posteriormente reembolsado pela UNA Seguros. Cumprindo o que me foi indicado, procedi ao pagamento da fatura-recibo n.º FR A/8872, emitida pela Periplus, Lda. (NIF 504759060) em 06/05/2026, no valor total de 364,08 € (referente ao serviço "Pesquisa não destrutiva de Avarias", associado à referência Periplus P40023 e ao relatório de pesquisa datado de 12/05/2026). Note-se que foi o próprio Perito da UNA, com formação e experiência técnica na matéria, que não conseguiu identificar a origem da avaria através de uma simples inspeção visual, tendo sido necessário recorrer a uma empresa especializada e a técnicas específicas de deteção (obturação pneumática e corante traçador) para chegar a essa conclusão. Ora, se um técnico qualificado precisou destes meios para identificar o problema, não é razoável esperar que eu, enquanto leigo na matéria, tivesse condições para o detetar antecipadamente ou para saber que seria necessária qualquer intervenção de manutenção. Esta circunstância evidencia, a meu ver, uma incoerência na fundamentação usada para recusar o acionamento das garantias da apólice, e reforça, por maioria de razão, a legitimidade do pedido de reembolso do custo da pesquisa que permitiu, precisamente, esclarecer uma situação que a própria UNA não conseguiu diagnosticar sem recurso a esse serviço. Até à data, o reembolso deste valor não foi efetuado, apesar de terem alertado a UNA Seguros para esta situação por e-mail desde o dia 23 de junho de 2026, sem que tenha sido dada resposta ou seguimento ao pedido. Face ao exposto, venho solicitar que a UNA Seguros proceda, com a maior brevidade possível, ao reembolso dos 364,08 € referentes à pesquisa realizada pela Periplus, montante que foi adiantado por mim a pedido expresso do V/ Perito, e cujo reembolso me foi assegurado por este. Reitero que este pedido é autónomo em relação à decisão sobre o acionamento das garantias da apólice, comunicada na v/ carta de 13/07/2026. Solicito ainda confirmação, por escrito, da receção deste pedido e um prazo previsível para a sua regularização. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,
Coima Empark e Porto
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente a uma autuação que me foi aplicada numa zona de estacionamento gerida pela Empark, no Porto. Cheguei ao local aproximadamente às 10h28. Após estacionar, procurei um parquímetro nas imediações para efetuar o pagamento, não tendo encontrado nenhum de forma imediata. Em nenhum momento abandonei verdadeiramente a zona do veículo, pois estava precisamente a tentar regularizar a situação. Para minha surpresa, pelas 10h30 foi emitida uma multa, ou seja, cerca de dois minutos após a minha chegada. Considero que este intervalo é manifestamente insuficiente para permitir a um condutor localizar um parquímetro ou outra forma de pagamento, sobretudo quando este não se encontra visível nas proximidades. Apesar de já ter procedido ao pagamento do valor solicitado, por entender que não pretendia prolongar o processo, considero que a atuação foi desproporcionada e não refletiu um espírito de razoabilidade nem de boa-fé para com quem procurava cumprir as regras. Solicito, por isso, que este caso seja analisado e que a Empark reavalie os procedimentos adotados nestas situações, permitindo um período razoável para que os condutores possam regularizar o estacionamento antes de serem autuados. O meu objetivo com esta reclamação não é evitar responsabilidades, mas contribuir para que situações como esta sejam tratadas de forma mais equilibrada e justa. Com os melhores cumprimentos Luís Batalha
Conta Glovo Rider por ativar
Concluí o meu registo como estafeta Glovo e já comprei e recebi o material (mala térmica) já fazem 13 dias, ao qual depois de receber o material entrariam em contacto, mas ainda não fui contactado (nem por telefone nem por mail) e a minha conta ainda não foi ativada. Recebi as credenciais por e-mail, porém não consigo iniciar sessão na aplicação Glovo Rider. O principal motivo da reclamação é que simplesmente não existe um contacto de suporte para quem não tem a app Glovo rider, sendo assim impossível de contactar em caso de dúvida ou algum problema. Solicito, por favor, que verifiquem o estado da ativação da minha conta. Obrigado.
Pagamentos em falta e retiradas de dinheiro
Trabalho para a glovo já á um ano e tal e me estão sempre a falhar com os meus pagamentos ou retiram dinheiro e ultimamente não me tem pagado. Estou a ser vitima de escravidão deles e não me tem pagado o dinheiro que eu faço.
Recebi um artigo errado e ainda não efetuaram a troca
Fiz uma encomenda na Vente Unique de um sofá e entregaram me uma cabeceira de cama, liguei á loja no dia da entrega (28/07) para relatar o ocorrido e arranjar uma solução, e disseram me que iriam fazer o pedido de ocorrência e que no prazo de 10 dias uteis a situação ficaria resolvida, iriam fazer a recolha da cabeceira e a entrega do sofá (tenho e-mail da parte da empresa a confirmar). Fui paciente e esperei que me contactassem e não o fizeram. Passados 6 dias, hoje liguei para saber como estava a situação a qual foi o meu espanto de me dizerem que não tinham feito pedido nenhum e que iram faze-lo hoje, que teria de aguardar mais 10 dias uteis. Acho isto uma falta de consideração pelo o cliente, fui paciente pois erros acontecem mas isto já se torna inadmissível. Se não tivesse ligado poderia esperar eternamente, e continuava a pagar por algo que ainda não recebi. Caso o assunto não seja resolvido urgentemente até dia 10 deste mês, irei cancelar a encomenda e pedir o reembolso do valor já pago. Estou extremamente descontente com a situação. Não sou obrigada a esperar mais 10 dias uteis para que resolvam um problema que já deveria ficar resolvido esta semana.
Encomenda nao recebida
Venho por este meio apresentar uma reclamação por escrito a esta entidade de transportes. Fiz uma encomenda através da plataforma Temu e a empresa responsável pela entrega da mesma foi a empresa Ecoscooting. No passado dia 13 de Julho recebo um email onde me informam que a encomenda foi entregue com sucesso ao destinatário. Nesse mesmo dia eu estive o dia inteiro na morada indicada, mas mesmo assim foi a caixa do correio verificar se tinham deixado la alguma coisa. Como nao vi nada, entrei em contacto com a mesma onde me disseram que iriam abrir um inquérito interno para averiguar a situação e para eu aguardar pacientemente. No dia 16 de Julho, recebi um email da Ecoscooting onde me dizem que iram proceder a devolução da encomenda ao remetente por varias tentativas de entrega falhadas. Acontece que desde o dia 13 Julho até ao dia 16 de Julho esteve sempre alguém na morada e além disso a empresa quando questionada sobre quem poderia ter recebido a minha encomenda nunca me respondeu, dizendo para aguardar pacientemente. Nunca tive uma chamada da parte deles para me pedirem qualquer tipo de desculpas, nem uma justificação. A plataforma Temu prontificou-se logo a fazer-me o reembolso. A questão aqui nem é o dinheiro em si, é o facto de alguém ter ficado com aquilo que me pretencia e eu agora simplesmente não consigo mandar vir de novo porque está esgotado. A minha reclamação prende-se mais pela falta de zelo, consideração e empatia para comigo e pelo facto de alguém ter ficado com algo que nao lhe pertence e ninguém me dá uma simples justificação. Nem mesmo quando contactada a empresa se prontificaram a ajudar, apenas me disseram que lamentavam muito esta situação e para eu aguardar pacientemente.
Falta de transparência no cálculo da taxa de serviço e atendimento inadequado
Reclamo da falta de transparência no cálculo da taxa de serviço aplicada à minha atividade como motorista TVDE. Solicitei por diversas vezes um esclarecimento concreto sobre o cálculo efetuado numa viagem específica, mas recebi apenas respostas genéricas e contraditórias, sem demonstração dos valores aplicados. Pretendo que a empresa esclareça detalhadamente o cálculo da taxa de serviço e verifique se o mesmo está em conformidade com a legislação aplicável.
Caução não devolvido
Não devolveram a minha caução de €450,00 Esta foi, sem dúvida, a pior experiência de alojamento que já tive. Morei no apartamento localizado na Avenida Praia da Vitória, nº 19, 2.º andar, administrado pela empresa Modoramo Lda. (NIF: 510948596). Saí do imóvel no dia 30 de junho e, até à presente data, a caução no valor de €450,00 continua por devolver. Já enviei inúmeros e-mails, que nunca foram respondidos, e também tentei contactar a empresa por telefone, sem sucesso. Sinto-me completamente lesado. Durante o contrato, foram feitas diversas cobranças adicionais. A primeira ocorreu já no segundo mês (fevereiro de 2026), quando nos cobraram €41,01, alegando um consumo de eletricidade acima do limite estabelecido por quarto. Em maio, após uma visita da funcionária (responsável por apresentar os apartamentos), foi alegada a existência de uma mancha de queimadura na mesa da cozinha, supostamente causada por um tacho quente. Foi-nos cobrado €49,75 por pessoa. No entanto, essa mancha já existia quando entrámos no apartamento. Tentámos explicar a situação e apresentámos fotografias que comprovam isso, mas a empresa recusou-se a reconhecer as evidências e exigiu o pagamento imediato, chegando a ameaçar-nos com expulsão caso não o fizéssemos. É importante destacar que uma funcionária fazia a limpeza do apartamento duas vezes por semana. Se o dano tivesse sido realmente causado durante a nossa permanência, seria natural que tivesse sido comunicado muito antes. No entanto, essa cobrança surgiu apenas no último mês do contrato. Ao pesquisarmos sobre a empresa, encontrámos site portal da queixa uma reclamação publicada em 2025 por um antigo morador, relatando exatamente o mesmo problema: uma cobrança indevida relacionada com uma suposta mancha na mesa da cozinha. Além disso, existem várias outras reclamações sobre a não devolução das cauções. Coincidência? Até ao dia em que deixámos o apartamento, a referida mesa nunca foi substituída. Perante toda esta situação, quatro moradores decidiram não pagar essa taxa nem a renda do mês de junho. Como resposta, e após várias ameaças — algumas bastante graves —, a empresa optou por cortar o fornecimento de eletricidade do apartamento. Essa decisão prejudicou também os moradores que tinham pago integralmente a renda e todas as cobranças exigidas. Ficámos mais de uma semana sem eletricidade, perdemos todos os alimentos que estavam no frigorífico e no congelador e fomos obrigados a fazer todas as refeições fora de casa. A empresa não apresentou qualquer solução e ainda tentou transferir a responsabilidade para os próprios moradores. Apenas depois, de todos os que não pagaram, deixarem o apartamento, é que a energia foi restabelecida. Quero deixar claro que sempre cumpri todas as minhas obrigações. Paguei todas as rendas dentro do prazo e também todas as taxas que me foram exigidas. Tenho e-mails, mensagens, fotografias, vídeos e testemunhas que comprovam tudo o que relato. No final, fiquei com a sensação de ter sido vítima de um esquema recorrente. Espero que esta reclamação sirva de alerta para futuros inquilinos e que esta empresa seja responsabilizada pelos prejuízos e pelos constrangimentos causados. Situações como esta não podem continuar a acontecer impunemente.
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