Reclamações públicas

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J. M.
05/05/2026

Reclamação formal – recusa indevida de garantia legal

No dia 04/10/2023 adquiri, através da loja online da PCDIGA, um computador portátil Apple MacBook Air 13.3. O equipamento funcionou normalmente até ao dia 25/03/2026, data em que passou a apresentar uma avaria grave e impeditiva da sua utilização: ao ligar, o computador emite som de arranque e acende a iluminação do teclado, porém o ecrã permanece completamente desligado, sem qualquer imagem. Na mesma data (25/03/2026) solicitei o acionamento da garantia, tendo sido aberto o processo RMA n.º 4100147654. Após envio e análise do equipamento, a empresa informou que a garantia se encontrava “condicionada” por se tratar do terceiro ano, alegando que não existiam registos de anomalias nos primeiros dois anos. Respondi esclarecendo que: - A avaria surgiu em condições normais de utilização; - O equipamento não apresenta qualquer dano externo relevante; - Já existiam sinais prévios de funcionamento irregular (demora na apresentação de imagem), evidenciando uma anomalia progressiva; - A natureza da falha é compatível com defeito interno e não com desgaste normal. Apesar disso, a empresa manteve a recusa, invocando o artigo 13.º, n.º 3 do Decreto-Lei n.º 84/2021, afirmando que o consumidor teria de provar que a desconformidade existia nos primeiros dois anos. Posteriormente, fui informado de que o reparador recusou a reparação ao abrigo da garantia, tendo sido apresentado um orçamento no valor de 440,56€, sem fundamentação técnica concreta que demonstre qualquer causa externa, mau uso ou dano imputável ao consumidor. Importa referir que: - O equipamento encontra-se dentro do prazo legal de 3 anos de garantia (até 04/10/2026); - A empresa não apresentou qualquer prova de utilização indevida; - A recusa baseia-se exclusivamente na alegada ausência de prova da origem do defeito; - Não foi fornecido relatório técnico detalhado que sustente a exclusão da garantia. Esta interpretação constitui uma limitação abusiva dos direitos do consumidor, contrariando o objetivo do Decreto-Lei n.º 84/2021, que visa assegurar a conformidade dos bens durante todo o período de garantia. Face ao exposto, considero que a empresa está a recusar indevidamente o cumprimento da garantia legal. Solicito a intervenção da entidade competente para que seja assegurada: - A reparação ou substituição do equipamento ao abrigo da garantia; ou - A resolução do contrato, caso a reparação não seja possível. Processo: RMA 4100147654

Em curso
A. M.
04/05/2026
ERA

Falta de resposta a rescisão - justa causa

À data de hoje, 4 de maio de 2026, encontro-me com um processo de rescisão de contrato em curso com a ERA Mem Martins, por justa causa, situação que já se encontra a ser tratada através de advogados há pelo menos 2 meses. A referida rescisão deve-se ao facto de a ERA não ter defendido devidamente os interesses do cliente. Durante o processo, foram recusadas visitas ao imóvel sob a alegação de já existir uma proposta aceite, informação essa que não corresponde à verdade. As provas que sustentam a justa causa já foram partilhadas com a ERA. Adicionalmente, o advogado que representa a ERA deixou de dar qualquer resposta desde o dia 26 de março de 2026, demonstrando falta de profissionalismo e de acompanhamento adequado a um processo desta natureza. Esta situação revela uma conduta pouco transparente e prejudicial para o cliente, motivo pelo qual deixo esta reclamação para alerta de futuros consumidores. Não recomendo o serviço da ERA, uma vez que não foi um caso isolado, tive vários clientes interessados no meu imóvel a confirmar esta situação tendo provas por escrito que foram enviadas ao advogado. Aguardo resolução célere e adequada por parte da entidade em questão.

Em curso
D. L.
04/05/2026
IMPORTRUST, LDA.

Incumprimento de contrato, indução em erro e extravio de procuração original

Empresa reclamada: Importrust Morada: R. Camilo Castelo Branco 2, 4.º esquerdo, 1150-084 Lisboa Website: importrust.com Descrição da reclamação: Contratei os serviços da Importrust para importação e legalização de viatura, incluindo modalidade express, serviço pelo qual paguei integralmente. CRONOLOGIA DOS FACTOS: - 04/12/2025: O colaborador Alexandre Nunes enviou-me, por e-mail, a listagem de documentos necessários, indicando expressamente que a procuração poderia ser enviada em formato físico OU em formato digital assinado com Chave Móvel Digital. Nessa mesma data enviei todos os documentos solicitados, incluindo a procuração digital. O próprio Alexandre Nunes confirmou a receção via WhatsApp às 13h18 e a Importrust enviou comunicações dando como concluída a "Etapa 2 — Recolha e verificação de documentação". - Estimativa da Etapa 7 (emissão e envio do DUA): 31/12/2025 a 28/02/2026. - Janeiro de 2026: O veículo foi entregue. - 10/04/2026: Primeiro contacto da Importrust a informar que a procuração original (física) estaria em falta — após mais de quatro meses de silêncio e sem qualquer aviso sobre alterações nos requisitos do IMT. - 13/04/2026: O sócio António Eça confirmou que "foi durante esse período que o IMT deixou de aceitar a procuração assinada com a CMD" — informação que nunca foi comunicada anteriormente. - 20/04/2026: Enviei a procuração física por correio. Tenho comprovativo do CTT confirmando a entrega na morada da Importrust às 15h18 desse dia. - 04/05/2026: A Importrust enviou novo e-mail afirmando não ter recebido a procuração original, demonstrando que o documento foi perdido internamente após a entrega comprovada. Pior, o colaborador João Santos informou nessa oportunidade que eu teria que realizar realizar uma nova Inspeção da viatura (serviço pago à Importrust) por não terem recebido a procuração. VIOLAÇÕES VERIFICADAS: a) Indução em erro: a empresa aceitou a procuração digital e declarou a etapa concluída, não informando o cliente sobre a posterior alteração dos requisitos legais; b) Incumprimento do prazo: o serviço express contratado não foi cumprido (prazo estimado: fevereiro de 2026; processo por concluir em maio de 2026); c) Perda de documento oficial: existe prova de entrega (CTT) e a empresa nega a receção; d) Falta de comunicação: quatro meses sem qualquer contacto sobre o estado real do processo. PRETENSÃO: Solicito que a Importrust: (1) conclua o processo de legalização do veículo sem custos adicionais para o cliente; (2) emita nota de crédito ou reembolso proporcional ao incumprimento do serviço express; (3) apresente justificação formal sobre o extravio da procuração física entregue em 20/04/2026.

Em curso
R. C.
04/05/2026

Mau recrutamento

Mau recrutamento O que acham da falta de transparência nas dinâmicas de grupo da Leroy Merlin para vagas part-time? Fui a uma recentemente e até senti que correu ok, participei, experiência falei, etc. Depois recebo o típico email a dizer que “não tenho o perfil”… mas sem explicarem absolutamente nada. Fico mesmo a pensar: qual é o “perfil” aqui? É ser mais extrovertido? Falar mais que os outros? Ou tem mesmo a ver com o trabalho? Ou teres uma cunha? Outra coisa que achei estranha foi perguntarem se conhecíamos alguém que trabalha lá. Não percebo bem a relevância disso, mas dá um bocado a sensação de falta de transparência. E pelo que tenho visto, não sou a única. Há vários candidatos a dizer que estas dinâmicas são meio confusas e que parece que avaliam mais quem se destaca no momento do que quem realmente faria bem o trabalho. Além disso, a avaliação acaba por ficar muito dependente de quem está a conduzir a dinâmica. Nem sempre há grande empatia ou clareza nos critérios, o que faz questionar: com base em quê é que se decide quem tem ou não “perfil”? Impressão pessoal? No fundo, gastamos tempo, criamos expectativa, e no fim levamos uma resposta chapa 5 sem perceber o que falhou — o que torna difícil melhorar ou até confiar no processo. Mais alguém passou por isto? O que acham destas dinâmicas? Façam entrevistas com os candidatos e percebam mais sobre os mesmos, porque as pessoas que fazem a avaliação falta- lhes muito para saberem avaliar e por isso muitas vezes o atendimento não é o melhor

Em curso
T. L.
04/05/2026

Pior experiência de compra obline

Exmos Senhores, No dia 21 de Março fiz uma encomenda de 2 biquínis em promoção na Hope Brand, para umas férias planeadas no final de Abril. Recebi os mesmos, por ironia, no dia que regresso de férias. Gostaria de apresentar esta reclamação, porque em nenhum momento, durante o processo de compra, fui alerta para estes prazos de entrega, e porque acima de tudo, tentei entrar em contacto com a marca duas vezes por email, e não tive resposta. Apenas consegui algum feedback quando enviei mensagem pelo Instagram e aí foi um esclarecimento muito básico: o tempo de entrega são 20 dias úteis e pode alargar-se em momentos de promoção. Deve aguardar envio. Hoje após receber a encomenda, sinto-me ainda dececionada, pois de facto apenas o design dos biquínis corresponde ao que comprei. A qualidade do material e dos acabamentos, em nada corresponde aos preços praticados mesmo em promoção. Por tudo isto, posso classificar esta experiência como a pior que tive numa compra online, o que me entristece por se tratar de uma empresa portuguesa.

Em curso
F. P.
04/05/2026

Reclamação por incumprimento de garantia e falta de resolução por parte da ASTEGUIMA

Assunto: Reclamação por incumprimento de garantia e falta de resolução por parte da Rádio Popular Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação de incumprimento dos meus direitos enquanto consumidor, por parte da empresa Rádio Popular, no âmbito da garantia de um eletrodoméstico. No dia 26/12/2025, solicitei assistência técnica ao abrigo da garantia para a minha máquina de secar roupa (marca Princess, modelo Hope), por esta não efetuar corretamente a condensação da água. A Rádio Popular encaminhou o processo para a empresa de assistência técnica ASTEGUIMA. Foi realizada uma intervenção técnica (PAT nº 155775), na qual foi indicada a substituição da bomba de água. No entanto, a avaria não foi resolvida, mantendo-se o problema inicial. Mais grave ainda, o equipamento encontra-se atualmente em pior estado do que antes da intervenção. Apesar de se tratar de uma reparação em garantia, continuo impossibilitado de utilizar o equipamento, o que me obrigou a recorrer a lavandarias externas, tendo já suportado um custo aproximado de 40€, valor que não teria sido necessário caso a reparação tivesse sido devidamente efetuada. Adicionalmente, fui obrigado a faltar dois dias ao trabalho para aguardar a deslocação dos técnicos, o que me causou prejuízos e transtornos significativos. Posteriormente, desloquei-me novamente à loja Rádio Popular para expor a situação. Contudo, não me foi apresentada qualquer solução concreta, nem houve tentativa efetiva de resolução. Para agravar a situação, fui instruído a apresentar nova reclamação no Livro de Reclamações, mesmo quando a primeira nunca teve qualquer resposta ou seguimento. Considero esta situação totalmente inaceitável e reveladora de falta de respeito pelos direitos do consumidor, nomeadamente no que diz respeito ao cumprimento da garantia legal e à obrigação de reparação eficaz num prazo razoável. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de me ajudar a obter uma resolução célere e justa, nomeadamente através de: - Reparação definitiva do equipamento sem qualquer custo; ou - Substituição por equipamento equivalente; ou - Reembolso do valor pago, caso não seja possível resolver a situação de outra forma; Solicito ainda esclarecimento sobre a possibilidade de ser ressarcido pelos prejuízos já suportados (lavandaria e faltas ao trabalho). Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na defesa dos meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Fábio Pinto 934481942 221894225

Em curso
G. S.
04/05/2026

Tentativa de entrega registada como falhada sem prova de tentativa real no local

Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção/apoio da DECO relativamente a uma situação ocorrida com a entrega da encomenda n.º 0079350082809757998693, cuja distribuição está a cargo da CTT Expresso. De acordo com a informação de tracking, no dia 4 de Maio de 2026, às 10:36, foi registada uma “falha na entrega”, com a indicação de que a transportadora tentou entregar o pacote, mas não teve êxito. No entanto, a morada de entrega corresponde a um ginásio/estabelecimento comercial aberto ao público, com porta aberta e pessoas presentes no local. Por esse motivo, não compreendo nem aceito que a encomenda tenha sido dada como não entregue sem que tivesse sido efetivamente entregue no estabelecimento. Se o estafeta se deslocou realmente à morada correta, deveria ter entrado no ginásio e procedido à entrega da encomenda, como seria normal numa morada comercial aberta ao público. O registo de “falha na entrega”, por si só, não demonstra que tenha existido uma tentativa real de entrega no local. Acresce ainda que tentei contactar a CTT Expresso para resolver a situação diretamente, mas é praticamente impossível falar com uma pessoa real. Seja através de telefone, site ou WhatsApp, o atendimento encaminha o cliente para bots, respostas automáticas ou mensagens pré-definidas, sem disponibilizar uma via clara e eficaz para falar com um operador humano que possa analisar o caso concreto e ajudar a resolver o problema. Esta ausência de atendimento humano efetivo agrava a situação, porque impede o consumidor de obter esclarecimentos, corrigir eventuais erros de entrega, confirmar a morada ou solicitar uma atuação urgente. Em vez de existir um canal funcional de apoio ao cliente, o consumidor fica preso num circuito automatizado que não resolve o problema nem permite explicar devidamente a situação. Esta situação causa-me prejuízo e preocupação, uma vez que a encomenda se encontra marcada como tentativa de entrega falhada, quando, do meu ponto de vista, existem dúvidas legítimas sobre se o estafeta esteve efetivamente na morada indicada, e não existe um canal humano eficaz para esclarecer ou resolver a ocorrência. Solicito o apoio da DECO para que a CTT Expresso esclareça formalmente: 1. Qual foi o motivo concreto da alegada falha de entrega; 2. Se o estafeta se deslocou efetivamente à morada correta; 3. Qual foi a hora exata da tentativa de entrega; 4. Que prova existe de que foi feita uma tentativa real de entrega no local; 5. Porque motivo a encomenda não foi entregue num estabelecimento aberto ao público; 6. Porque motivo não existe um canal claro, acessível e eficaz para falar com um operador humano em situações de falha de entrega; 7. Que procedimento deve o consumidor seguir quando os canais disponíveis apenas encaminham para bots ou respostas automáticas que não resolvem o problema. Solicito ainda que a CTT Expresso seja instada a proceder à entrega urgente da encomenda n.º 0079350082809757998693 na morada indicada, sem condicionar a entrega a contacto telefónico prévio, uma vez que se trata de um estabelecimento comercial aberto e acessível. Considero que esta situação deve ser analisada, pois o simples registo informático de “falha na entrega” não pode substituir uma tentativa real e diligente de entrega na morada contratada. Do mesmo modo, o apoio ao cliente não pode limitar-se a sistemas automáticos incapazes de resolver problemas concretos de entrega. Agradeço desde já a vossa atenção e intervenção. Com os melhores cumprimentos, Gonçalo Silva

Em curso
A. P.
04/05/2026
Carvalho Reparações

Trabalho não executado

No dia 12 de Janeiro adjudiquei a instalação de um estore, e paguei parte do trabalho: 80€, ao fim de 3 meses continuo sem o mesmo feito. O fornecedor respondeu poucas vezes sem nunca avançar com data para execução do trabalho. Não atende chamadas, não responde a mensagens. Tentei contacto via a página de Facebook, mas entretanto fui bloqueada.

Em curso
G. P.
04/05/2026
Ginásio Element Gyms Viseu

Serviço de ginásio / mensalidade de ginásio (Element)

Boa tarde, Hoje, dia 04/05/2026, levantei uma carta registada enviada pelo ginásio Element, na qual me informam que estou proibido de frequentar os seus espaços, com base em alegadas situações de falta de respeito para com funcionários e não arrumação de pesos. Gostaria de esclarecer que nunca faltei ao respeito a qualquer colaborador. Admito que possa ter ocorrido uma situação pontual em que não arrumei o material utilizado, mas nunca me foi feito qualquer aviso/advertência prévia formal, relativamente a esse comportamento. Deixo só uma questão para reflexão, quem nunca por distração ou pressa se esqueceu de arrumar os pesos? A decisão comunicada surge de forma totalmente inesperada e sem qualquer notificação anterior, o que me leva a questionar a proporcionalidade da medida aplicada, bem como os fundamentos concretos que a sustentam. Nesse sentido, solicito: -Esclarecimento detalhado das situações que motivaram esta decisão; -Indicação de eventuais registos ou ocorrências formais associadas ao meu comportamento; -Confirmação de que foi realizada uma análise imparcial antes da aplicação desta medida. Adicionalmente, considero importante referir que já presenciei algumas situações de tensão entre um PT e clientes, PT um PT em particular, cujo nome não mencionarei por questões de RGPD, no entanto terei todo o gosto de partilhar em privado quando for feita a análise da reclamação. Este PT em particular trabalha e eu frequento o mesmo ginásio element, em viseu, na rua serpa pinto. Essas situações levam-me a questionar se, no meu caso, poderá ter existido alguma má interpretação ou avaliação dos factos. Não obstante, poderá ser do interesse do grupo analisar, de forma geral ou individualizada, a conduta e o profissionalismo do/s seu/s colaborador/es, nomeadamente no que diz respeito à forma como interagem e comunicam com os clientes no local de trabalho, bem como à postura adotada em contexto profissional. No meu caso pessoal, tenho a perceção de que poderá existir algum conflito ou animosidade, cuja origem desconheço, o que me leva a considerar a necessidade de uma avaliação objetiva da situação. Assim, solicito a reavaliação desta decisão com base numa análise objetiva e fundamentada.

Em curso
D. A.
04/05/2026

Encomenda

Realizei uma encomenda na suposta “Sua loja popular” e quando fui ver o email, fiz questão de mandar email e infelizmente recebo um email a dizer que não foi encontrado. Exijo o meu dinheiro de volta.

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