Reclamações públicas
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DESCRIÇÃO DOS FACTOS E EVOLUÇÃO DO PROCESSO
No dia **22 de maio de 2026, sexta-feira, por volta das 10h00**, durante o meu horário de trabalho, encontrava-me a desmontar um andaime. No decorrer dessa tarefa, encontrava-me de joelhos sobre o andaime a retirar uma braçadeira e, quando me tentei levantar, verifiquei que não conseguia esticar a perna. Não consigo precisar se, nesse momento, bati ou torci o joelho, uma vez que não me recordo exatamente do movimento que originou a lesão. De imediato, comuniquei a situação ao meu chefe. Após a hora de almoço, uma vez que continuava com dores e o joelho começava a apresentar sinais de inchaço, fui para casa, na esperança de que a situação melhorasse e de que, na segunda-feira seguinte, estivesse em condições de retomar o trabalho. No entanto, durante a noite não consegui praticamente dormir devido às dores e, no **sábado, dia 23 de maio, por volta das 11h00**, dirigi-me ao **Hospital de Portimão**, onde fui observado e realizei um exame de raio-X. O exame não revelou qualquer fratura ou outra alteração óssea evidente. Foram-me prescritos anti-inflamatórios e aplicação de gelo. Na semana seguinte, fui encaminhado para o **Hospital Particular do Algarve (HPA), em Alvor**, onde fui observado e posteriormente encaminhado para um médico especialista. Na consulta seguinte, foi-me prescrita a realização de uma **ressonância magnética (RM) em Faro**, tendo eu apresentado os respetivos resultados na consulta posterior. Na sequência da avaliação médica, foi-me comunicado que apresentava uma **rotura de ligamentos, bem como uma pequena lesão no menisco**, tendo o médico indicado que a recuperação dependeria de intervenção cirúrgica. A cirurgia foi solicitada pelo médico à seguradora e **autorizada pela mesma**, tendo sido marcada para o dia **30 de junho de 2026**. Até à realização da cirurgia, fui acompanhado semanalmente no HPA. Após a cirurgia, continuei a ser acompanhado clinicamente, tendo sido observado cerca de uma a duas semanas depois para avaliação da evolução, remoção dos pontos e posterior início do tratamento de fisioterapia. Iniciei a **fisioterapia no dia 17 de julho de 2026**, tratamento que tenho mantido até à presente data. ### Pagamentos efetuados pela seguradora Relativamente aos pagamentos efetuados pela seguradora, até à presente data foram realizados os seguintes pagamentos: * **23 de junho de 2026:** €216,24, referente ao mês de maio; * **30 de junho de 2026:** €858,44, referente ao mês de junho; * **28 de agosto de 2026:** €854,23. Após o pagamento de €854,23, realizado no dia 28 de agosto, entrei em contacto telefónico com a seguradora para esclarecer a que período correspondia esse valor. Foi-me informado que o pagamento era referente ao **mês de agosto**. Questionei então quando seria efetuado o pagamento correspondente ao **mês de julho**, bem como o pagamento das **despesas de transporte e de medicação** que tive no âmbito do tratamento. Relativamente aos transportes, ocorreram situações em que a marcação de táxis pela seguradora não foi efetuada atempadamente, o que me obrigou a recorrer a **Uber** para conseguir deslocar-me às consultas e tratamentos. Relativamente à medicação, não me foi paga a medicação necessária no período pós-operatório. Entre as despesas de transporte e medicação, o valor em causa ronda os **€300**. Foi-me informado telefonicamente que esses valores apenas seriam pagos após a conclusão da análise do relatório relativo ao acidente de trabalho. ### Contactos com a seguradora e perito Relativamente ao acompanhamento do processo, apenas consegui falar diretamente com a **gestora do meu processo cerca de três meses e meio após a ocorrência do acidente**. O perito da seguradora apenas entrou em contacto comigo pela primeira vez no dia **22 de julho de 2026**, tendo-me solicitado que descrevesse por escrito as circunstâncias em que ocorreu o acidente. Posteriormente, aproximadamente em meados de agosto, o perito deslocou-se à minha residência. Durante essa conversa, referiu várias vezes que tinha ido a minha casa com o objetivo de **“arranjarmos uma solução”**. Respondi-lhe que não era a mim que competia apresentar uma solução, uma vez que estava a participar um acidente ocorrido durante o exercício da minha atividade profissional. Durante a mesma conversa, o perito chegou a sugerir, e insistiu, que, caso eu tivesse um seguro pessoal, poderíamos também acionar esse seguro. Respondi que tal não fazia sentido, uma vez que o acidente já tinha sido participado como **acidente de trabalho** e o respetivo processo já se encontrava a ser tratado pela seguradora. O perito referiu ainda que, por se tratar de uma lesão que ocorre com maior frequência em atletas e que também pode ocorrer durante atividades do dia a dia, seria, segundo as suas palavras, **“90 e tal por cento provável” que a situação não fosse considerada acidente de trabalho**, podendo eu vir a ter de suportar os custos dos tratamentos. ### Situação atual No dia **21 de setembro de 2026**, após uma consulta médica, solicitei apoio psicológico, uma vez que não tenho estado bem emocionalmente devido a toda a situação que tenho enfrentado desde o acidente. Desde o acidente tenho passado por um período particularmente difícil, devido às dores, à necessidade de realizar uma cirurgia, ao período de recuperação, às sessões de fisioterapia e, sobretudo, às dificuldades financeiras provocadas pelos atrasos nos pagamentos, enquanto continuo a ter despesas e contas para pagar. Nesse mesmo dia, entrei novamente em contacto telefónico com a seguradora para solicitar informações sobre o estado do meu processo e pedi que a informação que me estava a ser transmitida telefonicamente me fosse igualmente enviada **por escrito, através de email**. O meu pedido foi recusado, tendo-me sido informado que não poderiam enviar essa informação e que apenas a gestora do processo teria competência para o fazer. Solicitei então falar diretamente com a gestora do processo ou, alternativamente, com alguém hierarquicamente superior, tendo ambos os pedidos sido recusados. Importa ainda referir que, no dia **16 de setembro de 2026**, já tinha enviado um email à seguradora a solicitar que me fossem fornecidas as informações relativas ao processo por escrito. **Até ao dia 21 de setembro de 2026, não tinha recebido qualquer resposta a esse email.** Por volta das **17h00 do dia 21 de setembro de 2026**, o perito da seguradora voltou a deslocar-se à minha residência, informando-me de que, relativamente à parte que lhe competia, **já tinha concluído o seu trabalho**. Nessa ocasião, informei-o de que não pretendia continuar a tratar deste assunto diretamente com ele, tendo em conta as conversas anteriores e a ausência, até àquela data, de uma resposta formal e escrita da seguradora relativamente ao meu processo. **A presente descrição tem como objetivo deixar registada, de forma cronológica, a ocorrência do acidente, a evolução da lesão, os tratamentos realizados, os pagamentos efetuados, as despesas suportadas e os contactos mantidos com a seguradora e com o respetivo perito.** Número do processo P22W02045
Cobrança de 182,70 € por transporte de móveis não realizado
Exmos. Senhores, Apresento reclamação formal contra a OSCAR relativamente ao pedido #JOB3F890B43 e exijo o reembolso integral dos 182,70 € cobrados por um serviço que não foi prestado. Reservei um serviço de mudança/transporte de móveis. O profissional enviado pela plataforma chegou sozinho e de mota, sem carro, carrinha ou outro veículo adequado para transportar os móveis. Não tinha condições para executar o trabalho. Não transportou qualquer móvel, não prestou qualquer serviço efetivo e deixou o local. Apesar disso, o pedido foi incorretamente marcado como concluído e foi debitado no meu cartão o valor total de 182,70 €. Os 20 € que entreguei pessoalmente ao profissional foram apenas uma gratificação, por consideração pela deslocação infrutífera. Não constituíram pagamento pelo serviço contratado, aceitação da sua execução ou autorização para marcar o pedido como concluído. A presente reclamação e o pedido de reembolso dizem respeito aos 182,70 € cobrados pela plataforma. Já apresentei repetidas reclamações e pedidos de resolução através de info@oscar-app.com, incluindo novos contactos nos dias 18, 19, 20 e 21 de setembro de 2026. Até à presente data, não recebi confirmação escrita do processamento do reembolso integral de 182,70 €. É inaceitável manter uma cobrança integral e um registo de serviço concluído quando nenhum móvel foi transportado e não existiam sequer os meios necessários para executar o trabalho. A impossibilidade de execução resultou das condições do profissional enviado pela plataforma, não de uma desistência voluntária minha. Exijo: 1. A correção imediata do estado do pedido, refletindo que o serviço não foi prestado; 2. O reembolso integral de 182,70 € para o meio de pagamento original, sem retenções ou taxas relativas a este serviço não realizado; 3. A confirmação escrita da data efetiva de processamento do reembolso e do prazo previsto para o crédito no cartão; 4. Uma explicação concreta sobre como e por que motivo o pedido foi marcado como concluído e cobrado na totalidade, apesar de não ter sido prestado qualquer serviço. Solicito uma resposta escrita, individualizada e objetiva a cada um destes pontos. Uma resposta automática ou a mera indicação de que o assunto está em análise não resolve a reclamação. O caso só estará resolvido após a correção do registo e a devolução efetiva da totalidade do valor cobrado. As comunicações anteriores por e-mail e os comprovativos relativos à cobrança poderão ser apresentados através de um canal que preserve os dados pessoais e bancários não necessários à apreciação desta reclamação. Com os melhores cumprimentos
Retrocesso no pagamento indemnização
Boa Tarde, Venho por este meio formalizar a minha reclamação, relativamente ao desfecho do processo da participação sinistro em assunto. No passado dia 07/04/2026, efectuei participação devido a danos causados pelas chuvas e tempestades que assolaram Portugal em janeiro e fevereiro, foram-me solicitados orçamentos que fui solicitando a prestadores de serviços, que espaçados no tempo fui recebendo e reencaminhado para agente de seguros, que os fazia chegar a vocês. O primeiro orçamento que enviei, juntamente com fotografias dos danos, foi referente à lareira, que ficou danificada, devido à chuva que entrou pela chaminé, devido às fortes rajadas de vento que “empurravam” a água pelos tubos abaixo, no dia 30/04/2026, recebo o e-mail que anexo “Pagamento de recibo indeminização”, contactei o meu agente para ter a certeza que isto era a confirmação de que a seguradora suportava os custos com a reparação da lareia, tendo obtido resposta afirmativa, contactei o prestador de serviços, este como estava com pouco serviço perguntou se na segunda-feira, dia 03/05/2026, poderia passar na minha habitação a levantar a lareira e levar para a oficina e reparar, deu o meu ok, ele assim o fez e dois dias depois, já me estava a entregar a lareira reparada e colocou-a no sitio, paguei o serviço no valor de 490€, conforme estava orçamentado. Como o valor da indeminização nunca mais entrava na minha conta, contactei o meu agente de seguros que após entrar em contacto convosco, me enviou um e-mail (3º anexo) a confirmar que o pagamento era referente à lareira, então fiquei sossegado porque tenho a UNA como pessoa de bem, e porque a minha relação com o meu agente de seguros foi sempre de total confiança e transparência. Na quinta-feira, dia 14/05/2026, recebo a visita do perito Sr. José Silva, e durante a nossa conversa inicial, onde ele me explicou o que vinha fazer e fotografar, disse-lhe que sobre a lareira já tinha recebido um e-mail a confirmar o pagamento, então ele disse que se já estava resolvido, que não fazia sentido ver a lareira e apenas fotografou os outros danos que constavam na participação, excepto a cobertura, não acedeu à mesma, apenas fotografou o tecto do wc por onde existia a infiltração de água. Nos dias seguintes e como o dinheiro demorava a entrar, contactei o v/ apoio ao cliente, e depois de uma longa espera ao telefone, porque quem atendeu não me sabia responder, lá vem a resposta “não considere o e-mail”….pedi para falar com um superior dele, foi-me dito que estava ocupado, mas que me devolveriam a chamada, que ainda aguardo a devolução, após desligar voltei a contactar o meu agente de seguros, que após contactar o comercial da UNA, voltou-me a confirmar que eu iria receber o pagamento. E ontem recebo o e-mail a declinar o pagamento infiltrações na cobertura e depois outro do meu agente (5º anexo) a informar que também a lareira foi recusada. Posto isto, sinto-me ENGANADO pela seguradora, porque inicialmente pagavam, era um valor baixo, não havia problema, quando juntei outros orçamentos à mesma participação, mudaram de opinião em relação à lareira, sem que o perito tenha feito uma inspecção à mesma. Como podem decidir sem ter uma avaliação do perito, quando só com a fotografia aceitavam pagar a reparação? Resumindo, se tivesse efectuado participações diferentes, já teria recebido o dinheiro da reparação da lareira.
AIMA – Falta de resposta e pedido urgente de agendamento para Autorização de Residência
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à ausência de resposta da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) a um **Pedido de Agendamento para Estudantes do Ensino Profissional**, submetido através do formulário oficial da própria AIMA em **03/07/2026**, no âmbito de um pedido de Autorização de Residência. Desde essa data não foi comunicado qualquer agendamento, decisão, pedido de esclarecimento ou solicitação de documentação adicional relativamente ao processo. O pedido foi apresentado através do canal especificamente disponibilizado pela AIMA para estudantes do ensino profissional, tendo sido prestadas as informações solicitadas, incluindo os elementos relativos ao estabelecimento de ensino e a autorização para confirmação da matrícula e do pagamento das propinas junto da entidade formadora. A presente reclamação fundamenta-se, designadamente, nos seguintes direitos e deveres legalmente previstos: **1. Artigo 268.º, n.º 1, da Constituição da República Portuguesa – Direito à informação** A Constituição garante aos interessados o direito de serem informados pela Administração sobre o andamento dos processos que lhes digam diretamente respeito, bem como o direito de conhecer as decisões que sobre os mesmos sejam tomadas. Até à presente data não foi prestada informação concreta sobre o estado do pedido apresentado em 03/07/2026. **2. Artigo 82.º do Código do Procedimento Administrativo – Direito dos interessados à informação** Nos termos do artigo 82.º do Código do Procedimento Administrativo, o interessado tem direito a conhecer o andamento do procedimento, incluindo: * o serviço onde o processo se encontra; * os atos e diligências já praticados; * eventuais deficiências ou documentos que devam ser supridos; * decisões entretanto adotadas; * demais elementos relevantes relativos à tramitação. O mesmo artigo determina que a informação solicitada deve ser fornecida no prazo máximo legalmente previsto. Assim, através da presente reclamação, solicito expressamente, ao abrigo do artigo 82.º do Código do Procedimento Administrativo, informação sobre o estado atual do pedido apresentado em 03/07/2026. **3. Artigo 13.º do Código do Procedimento Administrativo – Princípio da decisão** Nos termos do artigo 13.º do Código do Procedimento Administrativo, os órgãos da Administração Pública têm o dever de se pronunciar sobre os assuntos da sua competência que lhes sejam apresentados, especialmente quando esses assuntos digam diretamente respeito aos interessados. A ausência prolongada de qualquer informação ou pronunciamento deixa o requerente sem possibilidade de conhecer o andamento do procedimento e sem saber se necessita de praticar algum ato adicional para a regularização da sua situação. **4. Artigos 128.º e 129.º do Código do Procedimento Administrativo** O artigo 128.º estabelece, como regra geral e salvo existência de prazo especial legalmente aplicável, um prazo para a decisão dos procedimentos administrativos iniciados pelos particulares. Quando exista uma prorrogação legalmente admissível, essa decisão deve ser comunicada ao interessado nos termos previstos no Código do Procedimento Administrativo. Por sua vez, o artigo 129.º prevê que a falta de decisão dentro do prazo legal constitui incumprimento do dever de decisão e permite ao interessado recorrer aos meios administrativos e jurisdicionais legalmente previstos. **5. Artigo 92.º da Lei n.º 23/2007, de 4 de julho – Autorização de Residência para Estudantes** O pedido apresentado enquadra-se no regime legal de concessão de autorização de residência aplicável aos estudantes, previsto na Lei n.º 23/2007, de 4 de julho, na sua redação atual, sendo este também o enquadramento indicado pela própria AIMA para pedidos de autorização de residência relacionados com estudantes abrangidos pelo ensino secundário e profissional. Face ao exposto, solicito à AIMA: 1. Informação escrita e concreta sobre o estado atual do pedido apresentado em **03/07/2026**; 2. Informação sobre se o estabelecimento de ensino já foi contactado e se a matrícula e o pagamento das propinas já foram confirmados; 3. Informação sobre a existência de qualquer documento, requisito ou diligência ainda em falta; 4. Caso estejam reunidos os requisitos aplicáveis, a realização do respetivo **agendamento para apresentação/formalização do pedido de Autorização de Residência**; 5. Caso exista algum impedimento ao agendamento, que seja comunicada por escrito a respetiva fundamentação legal; 6. Que seja dada resposta à presente solicitação dentro dos prazos legalmente aplicáveis. Saliento que não se pretende qualquer tratamento privilegiado, mas simplesmente o cumprimento dos direitos legalmente reconhecidos aos interessados e dos deveres impostos à Administração Pública. O comprovativo da submissão do formulário efetuada em **03/07/2026** encontra-se disponível e será apresentado como prova da realização do pedido. Solicito, assim, uma intervenção urgente para que seja prestada informação concreta e para que o procedimento tenha o devido seguimento. Com os melhores cumprimentos.
Burla à cobrança
Venho solicitar a intervenção urgente dos CTT relativamente ao objeto número DS230113995PT, entregue contra-reembolso, pelo qual foram pagos 169 euros no momento da entrega. Fui vítima de uma possível burla numa compra efetuada online. Após efetuar o pagamento e abrir a encomenda, verifiquei que o artigo recebido não correspondia ao produto adquirido, tendo sido enviado um artigo diferente e de valor muito inferior. Na própria comunicação de entrega enviada pelos CTT consta a identificação EATT EURO, bem como o valor de 169 euros. A situação já foi participada criminalmente à PSP e foi igualmente apresentada reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico. Tendo em conta que se trata de um envio contra-reembolso e que os 169 euros foram cobrados pelos CTT, solicito com caráter de urgência que verifiquem se o montante ainda se encontra na posse dos CTT e, caso seja legal e operacionalmente possível, suspendam a sua transferência para o remetente até ao esclarecimento da situação. Solicito ainda a indicação do procedimento necessário para tentar obter a devolução dos 169 euros pagos. Saliento que encontrei publicamente relatos de outras situações semelhantes envolvendo a designação EATT EURO e entregas contra-reembolso através dos CTT, pelo que agradeço especial atenção e urgência na análise deste caso. Disponibilizo todos os elementos necessários, incluindo comprovativo da entrega, identificação do objeto, fotografias do artigo recebido, participação à PSP e reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico. Aguardo contacto urgente dos CTT para resolução da situação.
Very disappointing experience with Eco Parcel.
Very disappointing experience with Eco Parcel. I paid €15 for a collection service, but my order was cancelled and I never even received the shipping labels I needed to print and send my package. Despite the fact that the service was cancelled and I was unable to use it, Eco Parcel only refunded me €9 and kept €6. How is it reasonable to keep €6 when the service was never provided? I find this extremely frustrating and unacceptable. I paid for a service that I did not receive, and I should not have to lose money because the order was cancelled. I would not recommend Eco Parcel based on my experience. If you are considering using this service, be aware of the problems I experienced with cancellation and refunds.
Encomenda não entregue
Assunto: Reclamação contra a Tradeinn – Encomenda não entregue, ausência de reembolso e recusa de resolução Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente à encomenda nº 69866775, efetuada junto da Tradeinn/Waveinn em 10/06/2026, que nunca foi entregue. Dados da encomenda Comerciante: Tradeinn / Waveinn Nº da encomenda: 69866775 Data da compra: 10/06/2026 Código de rastreamento: CI019107114NL Transportadora: conforme indicado pela Tradeinn no processo de transporte Estado: não entregue Reembolso: não efetuado Cronologia 10/06/2026: encomenda realizada e paga. 19/06/2026: primeira data indicada para a entrega. 22/06/2026: a encomenda passou a constar como expedida. 26/06/2026: o rastreamento apresentou o estado “IN TRANSIT – EXPORTED”, indicando que a encomenda se encontrava em trânsito para o país de destino. 24/07/2026: o rastreamento passou a indicar “Retraso en la entrega”, com a informação “La mercancía no ha sido cargada y probablemente será entregada con retraso”. Durante este período entrei em contacto com a Tradeinn por diversas vezes, solicitando a localização da encomenda e uma solução para o problema. Também solicitei que fosse feita uma reclamação junto da transportadora e que, caso a encomenda não pudesse ser localizada e entregue, fosse efetuado o reembolso integral. Apesar das várias reclamações, a encomenda nunca foi entregue. Posteriormente, a Tradeinn informou que a transportadora teria rejeitado a reclamação por ter ultrapassado o prazo de 30 dias, procurando utilizar esse argumento para justificar a ausência de solução. Considero esta resposta particularmente problemática, uma vez que o consumidor não controla os procedimentos internos entre o vendedor e a transportadora nem pode ser responsabilizado pelo prazo utilizado pelo vendedor para apresentar uma reclamação junto da transportadora. Solicitei ainda à Tradeinn os dados e comprovativos das comunicações mantidas com a transportadora, nomeadamente: 1. Data em que a Tradeinn comunicou o desaparecimento ou atraso da encomenda à transportadora. 2. Cópia das comunicações entre Tradeinn e transportadora. 3. Identificação da transportadora responsável. 4. Resposta formal da transportadora. 5. Fundamentação concreta para a alegação de que o prazo de reclamação de 30 dias teria sido ultrapassado. 6. Explicação sobre as medidas tomadas pela Tradeinn para localizar e entregar a encomenda. Até ao momento, não recebi uma solução satisfatória, não recebi a encomenda e não fui reembolsado. Pedido de intervenção Solicito à DECO PROteste que intervenha junto da Tradeinn para que esta situação seja esclarecida e resolvida. Pretendo que a Tradeinn: 1. Comprove documentalmente a entrega da encomenda, caso alegue que esta foi efetivamente entregue; ou 2. Caso não consiga comprovar a entrega, proceda ao reembolso integral do valor pago pela encomenda. Solicito também que a Tradeinn apresente os comprovativos das comunicações efetuadas com a transportadora e explique qual o fundamento legal utilizado para considerar que o alegado prazo interno de 30 dias da transportadora elimina ou limita a responsabilidade do vendedor perante o consumidor. Tenho disponíveis para apresentar à DECO PROteste os comprovativos da encomenda e pagamento, o histórico completo do rastreamento e as comunicações mantidas com a Tradeinn. A encomenda foi paga, não foi entregue e, até ao momento, também não foi efetuado o respetivo reembolso. Solicito, por isso, o apoio da DECO PROteste na resolução deste litígio.
Recusa de arranjo na garantia
Exmos senhores, no dia 10/12/2024 comprei um relógio para a minha companheira no LUGAR DA JÓIAS no Alegro Sintra, um RADIANT DAKOTA 2. Com o passar do tempo o relógio começou a apresentar umas pintas na parte traseira da caixa acabando mesmo por furar e até começar a fazer alergia a minha companheira. Fomos a loja onde foi mandado para a garantia, onde foi recusada a reparação com a seguinte resposta:" Danos apresentados na caixa são derivados do grau de intensidade de transpiração do utilizador." Quando comprei o relógio ninguém me informou que este modelo é para pessoas que não transpiram. A minha companheira por norma até só o usava nos fins de semana. Estando ainda na garantia, se a caixa se degradou e não foi por uso indevido devia ser arranjado pois a caixa tem a mesma garantia da máquina.
Ajuste de Pagamento para JOBB9AF56DC
Venho apresentar uma reclamação contra a plataforma Óscar e (routinedisplay S.A. ) relativamente ao serviço identificado na aplicação, por considerar indevida a cobrança efetuada e a penalização aplicada ao meu perfil. Aceitei, através da aplicação Óscar, um serviço de pintura de interiores numa habitação situada em Guimarães. De acordo com as condições apresentadas na própria aplicação, o serviço consistia exclusivamente na execução da pintura, sendo da responsabilidade do cliente fornecer/comprar a tinta, não estando a tinta incluída no meu serviço. Desloquei-me de São Mamede de Infesta (Porto) até Guimarães, percorrendo aproximadamente 55 km em cada sentido, utilizando a minha viatura de trabalho, além dos respetivos custos de combustível, portagens e pórticos. Ao chegar ao local, constatei que o cliente não tinha a tinta necessária para realizar o serviço. Expliquei-lhe que, conforme indicado na aplicação, a tinta deveria ser fornecida pelo cliente. Perante esta situação, o cliente decidiu cancelar o serviço através da própria aplicação. Apesar de eu ter cumprido a minha parte e ter realizado a deslocação, a Óscar aplicou uma penalização ao cliente e, simultaneamente, pretende cobrar-me 10 € e retirar-me pontos no ranking da plataforma. Considero esta situação injusta, uma vez que não tive qualquer responsabilidade pela impossibilidade de realização do serviço. Pelo contrário, tive despesas de deslocação que podem atingir cerca de 30 € e perdi tempo de trabalho. Solicito a revisão desta decisão, o cancelamento dos 10 € cobrados, a reposição dos pontos retirados e o reconhecimento dos custos de deslocação suportados por mim. Solicito ainda esclarecimento sobre os cerca de 125 € retidos pela Óscar relativamente a este cancelamento.
RECLAMAÇÃO FORMAL - Peugeot Partner 1.5 BlueHDi
Reclamação Formal Falha da corrente da árvore de cames e falha interna da bomba de alta pressão — pedido de cobertura, análise técnica e solução integral Peugeot Partner 1.5 BlueHDi que apresentou duas avarias graves. Viatura imobilizada. Destinatário Stellantis Portugal - Rodda Figueira da Foz Veículo Peugeot Partner Premium Standard 1.5 BlueHDi 100 cv CVM6 VIN VR3EFYHT2NN529587 Data de fabrico 03/06/2022 Primeira matrícula 21/06/2022 Quilometragem no diagnóstico 99.597 km Identificação do veículo Ocorrência e gravidade da situação Primeira ocorrência: corrente da árvore de cames Segunda ocorrência: falha interna da bomba de alta pressão Necessidade de esclarecimento técnico independente e documentado Histórico de manutenção — manutenção realizada na rede oficial Peugeot Confiança continuada na rede oficial Peugeot e realização de trabalhos adicionais Idade e quilometragem do veículo Pedido de cobertura da bomba de alta pressão Preservação das peças e componentes substituídos Pedido formal de solução Documentação disponível Pedido de resposta ANEXOS — DOCUMENTAÇÃO E FOTOGRAFIAS
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