Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Serviço prestado pela 5àsec Alegro Setúbal (Loja 028)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao serviço prestado pela loja 5àsec Alegro Setúbal (Loja 028), referente à limpeza de várias peças de vestuário, entregues no dia 23 do corrente mês, conforme fatura em anexo. No momento da entrega das peças, procurei esclarecer junto da funcionária a natureza de cada artigo, para que fosse aplicado o tratamento adequado para que as peças fossem devidamente tratadas. (já havia tido uma má experiência nesta loja em outro momento - foram-me entregues, duas t-shirts com as mesmas nódoas). No entanto, verifiquei posteriormente que foram efetuadas classificações incorretas de algumas peças e, mais grave, que as mesmas, apesar de passadas e embaladas em mangas plásticas, foram devolvidas com as nódoas que já apresentavam antes da lavagem. Em concreto: • Uma echarpe foi faturada como cachecol, apesar de se tratar de uma peça distinta, com características e necessidades de tratamento diferentes. Tal circunstância poderia ser de menor relevância se a mesma não tivesse sido devolvida exatamente com as mesmas nódoas que apresentava antes da limpeza; • A funcionária preparava-se para registar um vestido de cerimónia, ao que esclareci de imediato que não se tratava de uma peça dessa natureza (não apresentava apliques, bordados ou quaisquer características associadas a vestuário de cerimónia), sendo apenas um vestido simples comprido. Apesar dessa indicação, a peça acabou por ser registada como “vestido de noite”, tendo sido cobrado o valor correspondente a essa categoria (tem diferença no preçário registado). Mais grave do que as incorreções na classificação das peças foi o resultado do serviço prestado: • As nódoas existentes no vestido não foram removidas; • As nódoas existentes na echarpe não foram removidas; • A gravata foi devolvida com manchas que não apresentava anteriormente; • A camisa branca foi devolvida com uma nódoa visível. Importa ainda referir que o valor total pago pelo serviço (68,60 €), não se coaduna com a qualidade do resultado obtido, uma vez que as principais nódoas permaneceram nas peças após a limpeza. Assim, além das incorreções na identificação e faturação das peças, o objetivo principal do serviço contratado — a higienização e remoção de nódoas — não foi alcançado, tendo algumas peças sido devolvidas em pior estado do que aquele em que foram entregues. Quando levantei estas questões junto da funcionária da loja, a resposta obtida foi apenas que “fizeram o possível”. Sendo esta já a segunda vez que recorro aos serviços desta loja e obtenho um resultado semelhante, considero importante deixar o meu desagrado formalmente registado através da presente reclamação.
Cronologia completa do litígio com a Leroy Merlin
Em setembro de 2025 adquiri um sistema de ar condicionado reversível na Leroy Merlin. A compra incluía igualmente o serviço de instalação, realizado por prestadores de serviços mandatados pela própria Leroy Merlin. Antes da instalação, estava prevista uma visita técnica para verificar a viabilidade da instalação e avaliar as necessidades técnicas do local. No entanto, essa visita nunca aconteceu. Em vez disso, os instaladores chegaram diretamente com o equipamento e procederam imediatamente à instalação, sem qualquer estudo prévio. Não sendo profissional da área, confiei totalmente nas recomendações dos técnicos. Alguns meses depois surgiram danos significativos na divisão situada por baixo da instalação do ar condicionado: infiltrações de água, teto gravemente danificado, humidade, bolor e danos na parede. Os técnicos da Leroy Merlin deslocaram-se ao local para verificar os danos e indicaram que faltava uma ligação que permitisse a correta drenagem dos condensados para um ponto de escoamento. Contactaram imediatamente o respetivo responsável por videochamada para lhe mostrarem os danos e informaram-me de que tanto o teto como a parede seriam reparados. Alguns dias mais tarde, a Leroy Merlin alterou completamente a sua posição e informou-me de que apenas repararia o teto, alegando que a drenagem dos condensados era da minha responsabilidade. Não concordo com esta posição, uma vez que competia aos profissionais da Leroy Merlin aconselhar-me corretamente antes da instalação e informar-me de todas as necessidades técnicas. Para resolver esta situação, solicitei a deslocação da unidade exterior. Inicialmente foi-me apresentado um orçamento de 150 €, incluindo mão de obra, deslocação e material. Após contestação da minha parte, esse valor foi reduzido para 70 €, correspondente apenas ao material. Durante essa intervenção, as reparações prometidas nunca foram corretamente concluídas. Apenas foi substituída uma placa do teto, sem qualquer acabamento, e a parede nunca foi reparada. Os próprios técnicos informaram-me de que não tinham formação para realizar esses trabalhos e que tinham recebido instruções para não os executar. Antes desta intervenção, o ar condicionado funcionava perfeitamente. Após a deslocação da unidade exterior, deixou completamente de produzir frio. Contactei imediatamente a Leroy Merlin. Foram-me marcadas várias intervenções que acabaram sucessivamente por ser adiadas ou canceladas. Depois de confirmar uma intervenção prevista para uma segunda-feira de manhã, ninguém compareceu. Posteriormente foi-me dito que alguém iria durante a tarde e, mais tarde, antes das 16 horas. Mais uma vez, ninguém apareceu. Apesar das várias chamadas e mensagens efetuadas, nenhuma intervenção foi realizada. Perante esta situação, e tendo em conta que o equipamento continuava dentro do período de garantia, fui obrigada a recorrer a um profissional independente. Esse profissional constatou uma fuga no circuito frigorífico, que teve de ser reparada, bem como várias anomalias na instalação, nomeadamente o posicionamento incorreto da unidade exterior. Desta intervenção resultou uma fatura que a Leroy Merlin continua a recusar reembolsar. Posteriormente surgiu ainda um novo problema: a unidade interior passou a verter água para o interior da minha habitação. Esta fuga nunca existiu antes da intervenção realizada pela Leroy Merlin. Quando comuniquei esta situação, foi-me respondido que a Leroy Merlin já não interviria por ter recorrido a um profissional independente, quando esse profissional apenas reparou a fuga do circuito frigorífico e nunca efetuou qualquer intervenção na unidade interior. Há várias semanas que a Leroy Merlin deixou de responder aos meus e-mails, apesar das inúmeras tentativas de contacto. Atualmente: * as reparações do teto e da parede continuam por concluir; * o ar condicionado continua sem funcionar corretamente; * mantém-se uma fuga de água na unidade interior; * a fatura do profissional independente nunca foi reembolsada; * o meu pedido de indemnização no valor de 300 € permanece sem qualquer resposta. Junto à presente reclamação toda a documentação comprovativa, incluindo faturas, fotografias, vídeos, e-mails e mensagens trocadas. Solicito a vossa intervenção para que a Leroy Merlin seja instada a: * repor a instalação em conformidade; * reparar definitivamente o ar condicionado; * reparar integralmente os danos causados na minha habitação; * reembolsar a fatura do profissional independente; * indemnizar-me pelos prejuízos sofridos; * cumprir integralmente as suas obrigações legais e contratuais decorrentes da garantia do equipamento.
Obra inacabada e pressão para finalizar pagamento
Exmos. Srs., Venho por este meio expor formalmente o meu profundo desagrado relativamente ao decorrer da prestação do serviço de instalação/obras contratado com a vossa empresa, bem como contestar formalmente a pressão que tenho recebido, via mensagens de WhatsApp, para proceder ao pagamento de 100% do valor contratado, numa altura em que a obra não se encontra terminada, apresenta graves desconformidades e resultou em danos na minha habitação. Relembro que a obra tinha início previsto para o mês de janeiro e apenas começou em março, um atraso de dois meses que já me causou significativos transtornos- estamos em finais de Junho e continuamos sem resolução. Neste momento, para que a obra seja considerada efetivamente terminada e em conformidade, encontram-se em falta as seguintes intervenções: 1. Cozinha: Falta a colocação das portas e rodapés dos móveis da cozinha. 2. Cozinha: Falta corrigir as imperfeições/defeitos num dos móveis instalados e colocar alguns puxadores. 3. Cozinha: Falta trocar a torneira da banca que veio com defeito e/ou foi mal instalada 4. Cozinha (Grave): A banca foi mal colocada, encontrando-se a verter água para a parte inferior, correndo o risco de danificar as estruturas (fotografia em anexo). Adicionalmente, verifica-se um forte mau cheiro vindo da canalização da banca, o que indica que a instalação do sistema de esgoto/sifão ficou mal executada. 5. Sala: Falta a reparação e pintura da parede e da respetiva porta da sala (intervenção necessária devido a danos causados e assumidos pelas vossas equipas/parceiros)- fotografia em anexo. 6. Casa de Banho principal: Nota-se um cheiro desconfortável vindo da base de duche. 7. Acabamentos: Falta dar a demão de pintura final, tarefa que as vossas equipas informaram que apenas poderia ser efetuada após o levantamento de todo o material. 8. Limpeza e Resíduos: Falta a remoção do entulho e do lixo acumulado decorrente da obra, que ainda se encontra na minha propriedade. DANOS PATRIMONIAIS GRAVES: Além dos trabalhos inacabados, manifesto a minha total indignação pelos danos graves causados na minha casa por manifesta falta de cuidado e proteção por parte da equipa inicial. As escadas e o chão de mármore na entrada de casa encontram-se completamente riscados (fotografia em anexo). Tratando-se de um dano estrutural e estético grave num material desta natureza, que dificilmente terá reparação total, exijo saber de que forma a Leroy Merlin me irá ressarcir/indemnizar por este prejuízo severo causado ao meu património. Mais acrescento que, tendo verificado o contrato assinado, o mesmo é completamente omisso no que respeita ao plano ou fases de pagamento. Face a esta omissão e, acima de tudo, em conformidade com o Artigo 428.º do Código Civil (Exceção de Não Cumprimento), assiste-me o direito legal de recusar o pagamento do remanescente até que a vossa empresa cumpra integralmente com a sua prestação, corrija os defeitos acima mencionados e formalize a solução para o ressarcimento dos danos no mármore. Solicito ainda que me seja enviado por esta via o documento oficial das vossas "Condições Gerais de Serviço" em vigor na data da contratação, visto que o mesmo não me foi facultado nem devidamente anexado ao contrato particular. Agradeço que cessem as cobranças via WhatsApp e que me apresentem, no prazo máximo de 5 dias úteis, uma resposta formal a este e-mail, bem como uma data definitiva para a resolução dos pontos pendentes.
Demora excessiva na resolucao de problemas
Exmos. Senhores Sou proprietario de uma habitacao que recentemente se deparou com problemas de humidade proveniente do vizinho de cima que é cliente desta seguradora. Ja ando á mais de um mes á espera que me resolvam o problema. A seguradora enviou um perito, mas agora recusa-se a pagar o arranjo porque supostamente o meu vizinho tem de indicar no orçamento o local exacto da fuga. Entao o que foi o perito lá fazer? Entretanto a humidade já se estendeu a outras divisoes da casa e o valor que o perito me ofereceu ja nao chega para o arranjo de todas as divisoes. Ninguem resolve nada, empurram uns para os outros e vao obrigar-me a ir para a justiça para resolver este problema.
Verisure exige pagamento até ao final da renovação anual apesar de denúncia do contrato
Celebrei um contrato de prestação de serviços de segurança com a Verisure/Securitas Direct em 2015, associado ao meu NIF pessoal, relativo a um sistema de alarme instalado no imóvel onde exercia atividade e, posteriormente, também residência. Em maio de 2026 manifestei telefonicamente a minha intenção de cessar o contrato, cumprindo o pré-aviso contratualmente exigido. Nessa comunicação foi-me indicado que o contrato apenas poderia cessar em 14 de agosto de 2026, mantendo-se a obrigação de pagamento até essa data. Na sequência desse contacto, enviei comunicação escrita formal de denúncia do contrato, reafirmando a minha intenção de cessação e contestando a data indicada pela empresa. Posteriormente, recebi resposta escrita da Verisure/Securitas Direct, na qual a empresa confirma a manutenção do contrato até 14 de agosto de 2026, com base em cláusulas de renovação automática e no alegado incumprimento de prazos de denúncia. Nessa comunicação, a empresa refere igualmente a necessidade de apresentação de documentação relativa ao encerramento de atividade para eventual análise de cessação antecipada. Perante esta situação, apresentei reclamação no Portal da Queixa, tendo recebido apenas uma resposta automática e genérica, sem análise concreta da situação. De seguida, recorri ao Livro de Reclamações Eletrónico, no qual expus detalhadamente o caso. A empresa respondeu reiterando a sua posição contratual, mantendo a data de cessação em 14 de agosto de 2026 e insistindo na necessidade de documentação adicional que considero não aplicável ao meu caso, uma vez que nunca foi comunicado o encerramento de atividade profissional, mas apenas a saída do imóvel e cessação da sua utilização. Importa ainda referir que, desde 2018, o imóvel passou igualmente a ser utilizado como habitação permanente, tendo a própria empresa procedido à instalação e configuração de equipamentos em divisões habitacionais, como sala e quartos, situação que foi sempre do seu conhecimento. Na sequência da resposta ao Livro de Reclamações, reiterei por email a minha posição através dos canais oficiais da empresa (livrodereclamacoes@securitasdirect.pt e atcpt@securitasdirect.pt), contestando os fundamentos apresentados e solicitando esclarecimentos adicionais, sem que tenha ocorrido alteração da posição da empresa. Face à manutenção do diferendo, irei avançar com queixa junto do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo de Lisboa (CACCL), enquanto mecanismo de resolução alternativa de litígios. Este relato é partilhado não apenas como exposição do caso concreto, mas também com o objetivo de ajudar outros consumidores que enfrentem situações semelhantes em contratos de longa duração com renovações automáticas e dificuldade na cessação contratual, apesar de denúncia expressa.
Produto avariado
Assunto: Recusa ilegal de reembolso Ativação do Direito de Rejeição (DL 84/2021)No dia 13/06/2026, efetuei a compra online de um aspirador através do site da Leroy Merlin, tendo feito a recolha do mesmo na loja física. No dia 17/06/2026, ao tentar utilizar o equipamento pela primeira vez, detetei uma avaria/defeito no seu funcionamento (o aparelho apresenta desconformidade com o fim a que se destina).Sendo uma compra online com recolha em loja (Click & Collect), mantém-se o regime de vendas à distância. O Sr Miguel ainda disse que eu poderia fazer queixa até mesmo na DECO. Adicionalmente, o defeito manifestou-se nos primeiros 30 dias após a entrega do bem.Nos termos do Artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, assiste-me o Direito de Rejeição, o qual me confere a liberdade de optar pela resolução imediata do contrato (com a devolução total do montante pago) ou pela substituição do produto, sem necessidade de aceitar uma reparação.A recusa da Leroy Merlin em efetuar o reembolso imediato ou a troca direta constitui uma violação clara da legislação de defesa do consumidor vigente. Exijo, por isso, a devolução do valor pago ou a entrega de um equipamento novo idêntico de imediato.
Recusa de reembolso – cadeira auto com defeito de fabrico (Zippy – PAT4246)
Exmos. Senhores, Adquiri uma cadeira auto Zippy (HB59 Car Seat I-Size Prime ISOFIX 76-150, SKU 31066731) na loja Zippy Colombo a 16/04/2026, pelo valor de €119,00 (fatura FT BFK003/020177). A 18/05/2026 entreguei o artigo para reparação (processo PAT4246), devido a um defeito de fabrico: a peça metálica de reajuste do cinto perdeu o parafuso, comprometendo a segurança do equipamento. Antes da conclusão da reparação, mudei de país de residência (Estados Unidos), tendo informado a Zippy de que não me seria possível efetuar a recolha presencial do artigo. Solicitei reembolso do valor pago ou envio do artigo para a minha nova morada, assumindo eu os custos de transporte, se necessário. A Zippy recusou ambas as opções, alegando que: O artigo foi reparado e cumpre os requisitos legais, pelo que não há lugar a reembolso; Não é possível o envio para o estrangeiro; A única solução seria a autorização de um terceiro para recolha em loja. Não disponho de qualquer pessoa em Portugal que possa efetuar esta recolha, pelo que a solução proposta pela Zippy é, na prática, inexequível para a minha situação. Considero que a impossibilidade de recolha resulta de uma alteração legítima e imprevista da minha situação pessoal, e que a recusa total da Zippy em encontrar uma solução alternativa (reembolso ou envio) é desproporcionada e prejudica os meus direitos como consumidor. Pretendo: o reembolso integral de €119,00, correspondente ao valor pago pelo artigo. Anexo a documentação comprovativa: fatura, comprovativo de assistência PAT4246, e troca de emails com a Zippy. Com os melhores cumprimentos, Justin
Atraso excessivo na reparação em garantia e mau atendimento ao cliente
Exmos. Senhores, Concessionário: Carby Alfragide Marca: Dacia website: dacia.carby.pt numero telefone: 21 765 2762 morada: Av. Marconi, 2720-413 Amadora Venho apresentar uma reclamação formal contra a Carby/Dacia relativamente à forma como o meu processo de garantia está a ser tratado. O meu veículo Dacia tem menos de um ano de utilização e cerca de 30.000 km. Quando ocorreu a avaria, contactei a oficina e fui informado de que deveria entregar o veículo e que a situação seria analisada e resolvida no prazo aproximado de uma semana. Com base nessa informação, entreguei o veículo na oficina. No entanto, após mais de duas semanas de espera, fui informado de que o veículo apenas será aberto para diagnóstico no dia 23 de julho. Foi-me ainda comunicado que essa data serve apenas para o diagnóstico inicial e que, caso seja necessária a encomenda de peças, a reparação poderá demorar mais um ou até dois meses. Se me tivesse sido comunicado desde o início que não existia disponibilidade para analisar ou reparar o veículo num prazo razoável, teria optado por outra oficina autorizada. Neste momento, além do tempo já perdido, poderei ainda ter de suportar custos adicionais de reboque para transferir o veículo para outro local. Foi também referido que apenas após a desmontagem do veículo será decidido se a avaria está abrangida pela garantia. Foi-me indicado que, caso a garantia não seja aceite, poderei ter de suportar um custo superior a 2.000 euros. Esta situação deixa-me extremamente preocupado, tendo em conta que se trata de um veículo praticamente novo e ainda dentro do período de garantia. O veículo pertence à minha empresa e é essencial para a atividade profissional. A sua imobilização durante um período tão prolongado está a causar prejuízos significativos. Desloquei-me pessoalmente à oficina para pedir ajuda e solicitar uma solução mais rápida. Infelizmente, senti falta de disponibilidade para colaborar e fui tratado de uma forma que considerei desrespeitosa e pouco profissional. Após mencionar a intenção de apresentar uma reclamação formal devido aos atrasos verificados, fiquei com a perceção de que a situação se tornou ainda mais difícil, tendo sido mantida a data de 23 de julho para o início do diagnóstico. Esta situação aumentou a minha preocupação quanto à imparcialidade e à correta gestão do processo. Neste momento, sinto-me desprotegido enquanto cliente e preocupado com os custos que me poderão ser apresentados, bem como com a forma como a reparação será conduzida. Peço, por favor, a vossa intervenção e ajuda para que esta situação seja resolvida de forma justa, transparente e célere. Solicito: 1. A análise urgente do veículo; 2. Uma posição clara e imediata sobre a cobertura da garantia; 3. A reparação do veículo num prazo razoável; 4. Uma solução de mobilidade alternativa ou compensação pelos prejuízos causados pela imobilização do veículo; 5. A análise da forma como fui atendido durante este processo. Agradeço antecipadamente a vossa atenção e colaboração para resolver esta situação. Com os melhores cumprimentos.
Retenção injustificada do livro de revisões da viatura
No dia 15 de julho de 2025 adquiri uma viatura elétrica usada junto da empresa Auto99 Avence100Duvidar Unipessoal, Lda com o nif 517652650. Entre os dias 12 e 20 de novembro de 2025 a viatura sofreu uma avaria. Na sequência dessa situação, verifiquei que o livro de revisões/manutenções da viatura se encontrava totalmente em branco. Considerando que o correto preenchimento do histórico de manutenção poderá ser relevante para efeitos de garantia do fabricante, valorização da viatura e comprovação das intervenções realizadas, posto isto, contactei o vendedor. Nessa mesma semana enviei o livro de revisões ao stand, tendo-me sido garantido que a situação seria tratada e regularizada. Contudo, apesar dos sucessivos contactos efetuados por mim ao longo dos últimos meses, a verdade é que, à presente data, já decorreram cerca de sete meses desde a entrega do documento e o mesmo continua na posse da empresa, sem qualquer resolução definitiva. Esta situação tem-me causado transtornos, insegurança relativamente à documentação da viatura e privação de um documento que me pertence. Assim, solicito que o livro de revisões/manutenções me seja devolvido devidamente regularizado até ao dia 15 de julho de 2026, data em que se completa um ano sobre a aquisição da viatura. Caso a situação não seja resolvida dentro desse prazo, reservarei o direito de recorrer às entidades competentes para exigir a restituição do documento e a reparação dos prejuízos sofridos. Solicito ainda resposta escrita à presente reclamação dentro do prazo legal.
10 meses esperando o meu processo do 1° título de residência
Venho apresentar uma reclamação relativa à demora excessiva no tratamento do meu processo junto da AIMA. Sou estudante internacional e aguardo a emissão do meu documento há cerca de 10 meses. Apesar das diversas tentativas de obter informações sobre o andamento do processo, continuo sem uma resposta clara ou uma previsão para a sua conclusão. Esta situação tem causado insegurança e constrangimentos na minha vida académica e pessoal, uma vez que a regularização documental é fundamental para o acesso a diversos serviços e para a minha permanência regular em Portugal. Considero que o prazo de espera é excessivo e prejudicial.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
