Reclamações públicas

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J. F.
29/09/2026

Reclamação contra a Placard.pt | Liquidação de apostas em desconformidade com as condições apresenta

Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que mantenho em aberto com a Placard.pt, relacionada com a liquidação de duas apostas que foram consideradas “Perdidas”, apesar de as seleções que me foram apresentadas na plataforma corresponderem a apostas vencedoras. No dia 3 de setembro de 2026, realizei as seguintes apostas: Aposta 1 Jogo: Schalke 04 x Bayern Munique Mercado: Handicap Seleção apresentada: Bayern Munique +3 Aposta 2 Jogo: Remo x Flamengo RJ Mercado: Handicap Seleção apresentada: Flamengo RJ +1 O problema reside na divergência entre as condições apresentadas ao jogador e a posterior liquidação das apostas. Um handicap Bayern Munique +3 significa que, para efeitos da aposta, são adicionados três golos ao resultado do Bayern Munique, enquanto Flamengo RJ +1 adiciona um golo ao resultado do Flamengo. Tendo em conta os resultados dos respetivos jogos, ambas as seleções, tal como me foram apresentadas, correspondem a apostas vencedoras. Contudo, a Placard.pt liquidou ambas como “Perdidas”, o que indicia que as apostas terão sido processadas com handicaps diferentes daqueles que me foram apresentados enquanto cliente. Foi precisamente por existir esta incompatibilidade que, no dia 10 de setembro, apresentei uma reclamação formal por email junto do Apoio ao Cliente da Placard.pt, solicitando a revisão das apostas, uma explicação para a respetiva liquidação e o crédito dos ganhos correspondentes. Até à presente data, 29 de setembro, não recebi qualquer resposta ao referido email. Durante estes 19 dias, contactei também por diversas vezes o apoio ao cliente através do chat, recebendo apenas a indicação de que o assunto se encontra “em análise”, sem qualquer explicação concreta ou prazo para resolução. Acresce que tive conhecimento de outros clientes que reportaram publicamente a mesma situação, precisamente nos mesmos dois jogos e mercados: Bayern +3 e Flamengo +1. Num desses casos, a Placard.pt reconheceu publicamente ter ocorrido um “erro de apresentação ocorrido no histórico de apostas”, embora defenda que a seleção efetivamente realizada seria diferente daquela que passou a ser apresentada ao cliente. Esta situação suscita-me particular preocupação. Enquanto consumidor, apenas posso tomar a decisão de apostar com base na informação que a plataforma me apresenta. Não tenho acesso aos sistemas internos da operadora, pelo que não considero razoável que uma eventual divergência entre a informação apresentada ao cliente e aquela que a Placard.pt alega ter ficado registada internamente possa ser suportada pelo consumidor, sem sequer lhe ser apresentada uma explicação concreta e fundamentada. Neste contexto, pretendo que a Placard.pt esclareça: Qual era o mercado e handicap efetivamente apresentado na plataforma no momento em que realizei cada aposta; Qual a seleção que ficou registada nos seus sistemas no momento da realização das apostas; Por que motivo as minhas apostas apresentam Bayern Munique +3 e Flamengo RJ +1, mas foram posteriormente liquidadas como perdidas; Caso tenha existido uma divergência entre a informação apresentada ao jogador e a informação registada internamente, qual a origem dessa divergência e com que fundamento entende a Placard.pt que as respetivas consequências devem ser suportadas pelo cliente; Caso se confirme que as apostas foram realizadas nas condições que me foram apresentadas, que seja efetuada a correção da respetiva liquidação e o crédito dos valores devidos em saldo real. Não estou a solicitar qualquer tratamento de exceção ou compensação comercial. Pretendo apenas que as apostas sejam liquidadas de acordo com as condições que me foram apresentadas quando decidi realizá-las. Face à ausência de resposta da Placard.pt e considerando que aparentemente existem outros jogadores afetados pela mesma situação, solicito o apoio da DECO PROteste na análise do caso e, se possível, na intermediação junto da Placard.pt, de forma a obter uma resposta fundamentada e a regularização dos valores que sejam efetivamente devidos. Disponho dos elementos relativos às apostas, bem como dos contactos efetuados junto da Placard.pt, que poderei disponibilizar para análise. Com os melhores cumprimentos, João Franco

Em curso

Faturação indevida

Bom dia. No passado dia 27 de setembro de 2026, efetuei um abastecimento de 25,02 litros Gasóleo BP Ultimate no posto da BP do Barreiro D. João II, tendo apresentado o meu cartão de sócio do ACP N.º 138777-0. Conforme as condições da campanha em vigor promovida pelo ACP, nos dias 26 e 27 de setembro, o desconto anunciado e elegível para este abastecimento específico (mínimo de 25 litros em combustível Ultimate) seria de 17 cêntimos por litro. Contudo, no momento do pagamento, o sistema faturou apenas um desconto de 13 cêntimos por litro. Interpelado o funcionário do posto, foi-me transmitido que os valores são inseridos automaticamente. Dado que cumpri todos os requisitos de elegibilidade da campanha, gasóleo ultimate , 25,02 litros, venho por este meio solicitar como devo ser reembolsado da diferença de 4 cêntimos por litro faturada indevidamente. Junto anexo o talão de comprovativo de pagamento.

Em curso
G. P.
29/09/2026

spotahome não responde minhas questões sobre o senhorio não fornecer contrato nem recibos

Fiz a reserva de um apartamento no Porto, através da plataforma Spotahome, para mim e para o meu companheiro (ambos estudantes de Mestrado na Universidade do Porto), para um período de 6 meses Reserva nº M6V3LV4-YM. Apenas depois da nossa chegada ao imóvel é que fomos informados pelo senhorio de que ele não faz contrato de arrendamento. O proprietário esquiva-se ativamente de registar qualquer documento no Portal das Finanças e recusa-se a emitir recibos de renda eletrónicos. Esta conduta omitida no anúncio e na reserva inviabilizou completamente a nossa vida legal em Portugal. Sem contrato ou recibos em nosso nome, estamos impedidos de dar seguimento aos documentos essenciais para a nossa regularização no país: No dia 28/09/2026, a alteração da morada fiscal no NIF foi oficialmente recusada pelas Finanças por falta de contrato registrado e recibos de renda. No dia 29/09/2026, a emissão do Cartão Porto (cartão do estudante/munícipe) foi recusada pelo mesmo motivo. Para além da ausência total de contrato e de recibos, deparamo-nos com uma falta de transparência absoluta em relação ao próprio imóvel: reservámos e pagámos por uma habitação no número 840, mas à chegada fomos colocados num apartamento no número 846. Os documentos emitidos pela Spotahome não correspondem ao local onde nos alojaram. Esta divergência de dados e a recusa do senhorio em fornecer contrato deixam-nos completamente desprotegidos e "sem nada" do ponto de vista documental. Como precisamos obrigatoriamente de comprovativos de morada legais para a nossa permanência no país e para o agendamento da AIMA, somos forçados a procurar outro alojamento que nos forneça a documentação devida. A Spotahome não responde às nossas solicitações de suporte há mais de 14 dias. Tendo em conta a violação dos termos do serviço, a falta de transparência e o incumprimento das condições mínimas de habitação de média duração por parte do senhorio, exigimos o cancelamento da reserva sem a cobrança de qualquer taxa ou penalização, com o reembolso integral de todos os valores pagos (rendas e taxa de serviço da Spotahome), incluindo o caução de 400 euros que foi pago ao senhorio para que possamos arrendar um local regularizado. Fico a aguardar a resolução imediata deste processo.

Em curso

Defeito de peça

Pelo presente venho apresentar reclamação sobre o seguinte: Possuo um Renault Megane de 2021. Acontece que uma das luzes diurnas deixaram de funcionar. Desloquei-me á concessionária Comfiauto em Viana do Castelo, tendo sido informado de que teria que marcar e substituir a óptica completa, o que ascende a cerca de 1000 euros mais mão de obra com o teste que são mais 80 euros. Tendo referido ainda que se trata de desgaste. Depois de consultar outros setores da mesma área, assim como outros casos similares que são do conhecimento publico, fui informado de que este problema, não se trata de desgaste, pois não são lâmpadas H7, mas sim leds controlados eletronicamente, e que se trata de um defeito crónico de fabrico neste modelo, tendo que a Marca assumir problema. Pelo exposto aguardo uma resposta o mais célere possível, do procedimento a seguir. Atentamente, João Dias

Em curso
D. R.
29/09/2026

Danos provocados por funcionário Darty

Exmos Senhores No passado mês de março, entreguei nas instalações da Darty em Braga um telemóvel Samsung em pleno funcionamento para assistência/intervenção. Aquando da entrega, o equipamento apresentava unicamente uma pequena bolha na película de proteção, localizada na zona da dobra do ecrã, estando tudo o resto perfeitamente funcional e em conformidade. No entanto, no momento do atendimento, o colaborador da Darty procedeu à remoção e descolagem da parte superior da película de forma totalmente inadequada. Esta ação foi realizada apesar de ter sido expressamente advertido por mim e por outros testemunhos presentes no local para não o fazer. Após este sucedido, fui surpreendido pela recusa da Darty em proceder à substituição da película e reparação da situação, alegando a existência de "danos pré-existentes" que condicionam a intervenção. Não posso aceitar de forma alguma esta posição. O agravamento do estado da película e do equipamento resultou direta e exclusivamente de uma conduta imprudente/negligente do funcionário da empresa. Pedido / Solução Pretendida: Exijo que a Darty assuma a responsabilidade pelos danos causados pelo seu colaborador e proceda à reposição integral da conformidade do equipamento devolvendo-o no estado em que foi entregue, sem qualquer custo adicional para mim, com a máxima urgência.

Em curso
F. G.
29/09/2026

Reclamação formal – Violação de direitos do consumidor, incumprimento de garantias legais

Exmos. Senhores, Eu, Francisco Gomes, venho apresentar reclamação formal contra a empresa DeltaQ e solicitar a intervenção desta entidade fiscalizadora, em virtude de múltiplas violações da legislação de defesa do consumidor, bem como práticas que considero lesivas, abusivas e contrárias ao regime jurídico aplicável às garantias de bens de consumo. 1. Identificação das avarias e incumprimento da obrigação de conformidade A máquina de café DeltaQ IconiQ, adquirida e utilizada dentro das condições normais de consumo, apresentou quatro avarias distintas dentro do período de garantia legal, configurando falta de conformidade nos termos do Decreto Lei n.º 84/2021, que transpõe a Diretiva (UE) 2019/771. As avarias foram as seguintes: 1. Falta de conformidade funcional: incapacidade de extrair café. 2. Defeito mecânico: bloqueio da alavanca de inserção de cápsulas. 3. Reincidência do defeito mecânico: novo bloqueio da alavanca. 4. Defeito de desempenho: extração de café sem pressão, com características de produto não conforme ao anunciado. A máquina foi enviada três vezes para reparação, sem que a DeltaQ tenha assegurado a reposição da conformidade, conforme previsto no art.º 18.º, n.º 1 e n.º 2 do DL 84/2021, que impõe reparação eficaz, gratuita e dentro de prazo razoável. A reincidência das avarias demonstra incumprimento da obrigação de conformidade, conferindo ao consumidor o direito à substituição do bem ou à resolução do contrato, nos termos do art.º 18.º, n.º 5. 2. Inversão indevida do ónus da prova A DeltaQ exigiu: • recolha adicional da máquina para nova verificação, • e produção de um vídeo demonstrativo da avaria. Tal exigência constitui uma inversão ilegal do ónus da prova, proibida pelo art.º 13.º, n.º 1 do DL 84/2021, que estabelece presunção de falta de conformidade quando esta se manifesta no prazo de dois anos após a entrega. O consumidor não está obrigado a produzir meios de prova adicionais, sobretudo quando já ocorreram múltiplas reparações infrutíferas. 3. Violação dos princípios da boa-fé e da proteção dos interesses económicos do consumidor A conduta da DeltaQ viola: • o art.º 4.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) – princípio da boa-fé, • o art.º 8.º da mesma lei – direito à proteção dos interesses económicos do consumidor, • e o art.º 5.º – direito à reparação adequada de bens defeituosos. A exigência de procedimentos desproporcionados e a ausência de solução eficaz configuram prática comercial lesiva. 4. Encerramento unilateral da reclamação no Portal da Queixa No dia 28/09/2026, a DeltaQ procedeu ao encerramento unilateral da reclamação apresentada no Portal da Queixa, marcando-a como “Resolvida”, sem acordo, sem consentimento e sem solução efetiva. Tal prática: • desvirtua o mecanismo de mediação, • viola o princípio da imparcialidade, • e coloca o consumidor numa posição de inferioridade processual, contrária ao espírito da legislação de defesa do consumidor. Solicito a esta entidade que avalie a legalidade de plataformas de mediação permitirem que o reclamado encerre unilateralmente processos, prática que considero contrária ao art.º 3.º da Lei n.º 24/96, relativo à proteção dos direitos dos consumidores. 5. Pedido de intervenção Requeiro: 1. Apreciação da conduta da DeltaQ, face ao incumprimento reiterado da obrigação de conformidade. 2. Verificação da legalidade das exigências impostas ao consumidor (vídeo, recolhas sucessivas). 3. Análise da prática de encerramento unilateral de reclamações no Portal da Queixa. 4. Determinação das medidas corretivas, incluindo substituição do equipamento ou reembolso, conforme previsto no art.º 18.º, n.º 5 do DL 84/2021. 5. Acompanhamento do caso, garantindo que os meus direitos enquanto consumidor são plenamente respeitados. 6. Conclusão Considero que a situação descrita representa uma violação grave e continuada dos direitos do consumidor, justificando intervenção urgente desta entidade. Aguardo resposta e instruções quanto aos procedimentos subsequentes. Com os melhores cumprimentos, Francisco Gomes Consumidor

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste
E. T.
28/09/2026
Steam power sa

Excesso de ruido

Exmos. Senhores Eu Eduardo Rodrigues Taveira, residente na Rua dos Brejos CCI 1014 2955-291-Pinhal Novo. Venho por este meio reclamar da empresa Steam power sa, que se situa em frente a minha residência, por esta emitir muito ruido para o exterior, ruido esse que perturba o bem estar das pessoas e, não se poder abrir uma janela derivado ao ruido e também ao pó que a mesma deixa passar para o exterior ao ponto de nem se poder estender a roupa na rua. Informo ainda que tenho três filhos ambos deficientes com grau de incapacidade mais de 70% e não poderem estar na rua. Informo de que a referida empresa pelo que vi no seite da mesma o horário de funcionamento da filial do Pinhal Novo e das o8h30 às 17h30, mas a mesma está a elaborar 24 sob 24. Foi enviado para a Câmara Municipal de Palmela para a Fiscalização vários e-mails ao que os mesmos não terem respondido até esta data. Com os melhores cumprimentos

Em curso
A. E.
28/09/2026

Obras/ Empreitada

Ordem de serviço nº 464910 Exmos. Senhores, Na qualidade de clientes da Leroy Merlin, vimos apresentar a presente reclamação formal relativamente à empreitada de remodelação do nosso imóvel,adjudicada à vossa empresa Leroy Merlin, loja de Loulé. Lamentamos profundamente que uma obra que depositámos nas mãos da Leroy Merlin, confiando na sua reputação e profissionalismo, se tenha transformado numa situação de enorme desgaste pessoal, financeiro emocional. * O projeto foi iniciado em loja, durante o mês de setembro de 2025. * A obra iniciou-se em dezembro de 2025, através de um empreiteiro (sub-contratado) tendo sido indicado um prazo estimado de conclusão de 20 dias úteis. * Desde o início da empreitada verificaram-se sucessivos atrasos, longos períodos sem qualquer atividade em obra, deficiente planeamento e execução de trabalhos com manifesta falta de qualidade e defeito. * Durante a execução foram identificados diversos defeitos técnicos, danos materiais e trabalhos executados em desconformidade. * A gravidade da situação levou à substituição do empreiteiro inicialmente designado, em abril de 2026, por decisão interna da Leroy Merlin, sendo posteriormente atribuída uma nova equipa de obra. * Foi-nos igualmente comunicado que os trabalhos teriam de ser integralmente refeitos, sem que fosse apresentada uma previsão concreta e credível para a respetiva conclusão. * Atrasos, comunicação deficiente (tendo sido nula nos últimos meses, com insinuações dúbias para com o cliente, e períodos de ausência na obra continuam desde a substituição da equipa de empreitada, não existindo qualquer explicação para com o cliente. Em consequência direta da forma como esta empreitada tem sido conduzida, o imóvel, que anteriormente se encontrava habitável, encontra-se atualmente inacabado e completamente inabitável. Entre os diversos danos existentes destacam-se, nomeadamente: * Danos no piso aquecido; * Danos em portas; * Danos em paredes; * Remoção de cerâmica que não foi aprovada e não queríamos ter removido; * Outros danos materiais provocados durante a execução da obra. * Recentemente ainda outros materiais como: tela de impermeabilização no telhado que sofreu danos desnecessários para além dos furos que seriam necessários à passagem de tubos de ar condicionado e cozinha; * Perda de chaves da obra, ao qual tem que se proceder, para segurança, à substituição das entradas da casa, após o término da obra. Ao longo destes meses, o acompanhamento prestado pela Leroy Merlin foi manifestamente insuficiente. Os contactos com os clientes foram escassos, existiram longos períodos sem qualquer informação relevante e a obra permanece praticamente parada já há vários meses, verificando-se apenas avanços pontuais e pouco significativos. As reuniões mensais realizadas até à presente data revelaram-se infrutíferas, não se traduzindo em qualquer evolução efetiva dos trabalhos. Os pontos de situação semanais que tiveram início em julho 2026 (a muito custo pedidos) não parecem ter sortido qualquer efeito, uma vez que continuam a existir longos períodos de ausência na obra e ausência de respostas sobre desenvolvimentos na empreitada. Durante este processo fomos inclusivamente obrigados a escolher materiais mais do que uma vez devido a erros internos, perda de informação e deficiente comunicação entre colaboradores. Ao longo de todo este processo foram enviados inúmeros e-mails solicitando pontos de situação, calendarização dos trabalhos e esclarecimentos sobre o desenvolvimento da empreitada. As respostas que foram obtidas foram, na sua maioria, vagas, inconclusivas e limitadas ao agendamento de novas reuniões, sem qualquer resolução prática dos problemas apresentados, sendo que existiam vezes em que nem havia uma resposta. Foi igualmente manifestado, por diversas vezes e por escrito, o nosso profundo descontentamento relativamente a toda esta situação, sem que tal tenha produzido qualquer alteração na forma como o processo tem sido conduzido, continuando a obra a estar paradas durante longos períodos de tempo que não se justificam, apesar das nossas manifestações constantes. Solicitámos ainda uma reunião com o Diretor da loja de Loulé, pedido esse que nunca obteve resposta concreta, apenas foi dito que o diretor sabia da situação e que estava devidamente informado. É igualmente incompreensível que a evolução de uma obra desta dimensão fique dependente da disponibilidade de uma colaboradora que se encontra de férias, em formação, de folga ou ausente por qualquer outro motivo. Compreendemos naturalmente que existam ausências temporárias de trabalhadores. Contudo, essas circunstâncias não podem, em caso algum, comprometer a continuidade do acompanhamento do processo nem justificar a ausência de respostas aos clientes e do próprio trabalho em obra. A perda de chaves por parte da equipa também constitui um aumento da nossa insegurança enquanto futuros moradores da casa. A gestão da informação, a transmissão dos processos e a continuidade do acompanhamento constituem responsabilidades exclusivas da Leroy Merlin, não podendo os clientes continuar a suportar as consequências de falhas de organização interna. Encontram-se na nossa posse todos os elementos comprovativos dos factos descritos, designadamente: * Fotografias e vídeos do imóvel; * Troca integral de e-mails e mensagens; * Contratos (com excepção do acordo assinado mencionado acima); * Restante documentação relacionada com a empreitada. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e definitiva, toda esta documentação será apresentada às entidades competentes para defesa dos nossos direitos. A situação vivida ao longo destes meses ultrapassa largamente aquilo que pode ser considerado um simples atraso de obra, continuando a haver incumprimentos, atrasos e várias semanas sem que esteja alguém efetivamente a trabalhar na obra. Estamos perante uma sucessão de incumprimentos, falhas de organização, deficiente comunicação, execução defeituosa dos trabalhos e ausência de acompanhamento adequado por parte da Leroy Merlin, que provocaram elevados prejuízos materiais, financeiros e pessoais, uma vez que estamos a falar de uma obra que conta já com mais de 45.000€ de investimento já realizado por parte de nós clientes. Como consequência desta experiência profundamente negativa, deixámos de ter qualquer confiança na Leroy Merlin. Não voltaremos a contratar qualquer serviço prestado pela empresa nem efetuaremos novas compras para além das estritamente necessárias à conclusão desta empreitada. Da mesma forma, não poderemos recomendar os vossos serviços a familiares, amigos ou conhecidos, partilhando antes a experiência que infelizmente estamos a viver. Esperamos que esta reclamação seja finalmente tratada com a seriedade que a situação exige e que seja apresentada, com carácter de urgência, uma solução definitiva, acompanhada de um plano concreto de conclusão da obra e do esclarecimento integral da situação contratual e financeira, assim como a responsabilização da loja em assumir os custos em falta para a conclusão da obra.

Em curso
R. F.
28/09/2026

Erro de geolocalização e cobrança indevida

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Netflix e exigir o reembolso do valor total de 30,69 €, cobrado indevidamente na minha conta devido a um erro técnico crasso de geolocalização exclusivo do vosso sistema informático. Gostaria de deixar claro, face ao contacto telefónico estabelecido hoje com a vossa linha de apoio, que rejeito qualquer tentativa de imputação de culpa a mim, enquanto consumidora. Eu resido, trabalho e utilizo o serviço exclusivamente em Portugal. Os meus cartões bancários são portugueses e os meus acessos são feitos a partir de território nacional. Em maio de 2025, o sistema automático da Netflix identificou incorretamente a minha ligação através de um protocolo de privacidade do meu dispositivo (visto que o vosso sistema não soube gerir a proteção de privacidade) e alterou a minha região tarifária para Espanha, sem o meu consentimento ou aviso prévio. Como consequência direta desta falha técnica da vossa plataforma, fui faturada em excesso segundo a tabela de preços de Espanha: 1. De maio de 2025 a maio de 2026 (13 meses): Cobraram-me 19,99 €/mês quando devia ter pago a tarifa portuguesa de 17,99 €/mês (Prejuízo de 26,00 €). 2. Em junho de 2026 (1 mês): Cobraram-me 21,99 € em vez dos 17,99 € de Portugal (Prejuízo de 4,00 €). 3. Em julho de 2026: Foi-me cobrado um acerto proporcional de 3,01 € (com o IVA espanhol a 21%) por apenas 4 dias de serviço (de 14/07 a 18/07), gerando mais 0,69 € cobrados em excesso face à tarifa proporcional portuguesa. A prova inequívoca de que a responsabilidade é do vosso sistema e de que eu sempre estive em Portugal é que hoje, ao tentar reativar o serviço, a página da Netflix assumiu de imediato o valor correto de Portugal (17,99 €). A morada espanhola constante nos recibos emitidos no último ano é a consequência do erro do vosso sistema, e não uma escolha minha. Em anexo, envio o print com a prova do valor atual de Portugal (17,99 €), o recibo do último ajuste espanhol de 3,01 € e o meu histórico. Exijo a devolução imediata dos 30,69 € cobrados em excesso.

Em curso
S. C.
28/09/2026
motorev

Serviço de oficina Motorev Rua Eng. Rolando Sousa Lima 100, Armazem 3.23- Azores Park, Ponta Delgada

Com base na análise dos documentos anexados, existem evidências claras de uma duplicação de cobrança de peças e serviços para o mesmo problema mecânico (associado à distribuição e ao motor), o que demonstra que a primeira reparação em maio deste ano foi defeituosa ou não chegou a ser concluída com sucesso, forçando o envio do meu carro de reboque para a oficina Auto Pedro M. Sousa, onde esteve até dia 16 de setembro O que foi detetado nas faturas: Peças Duplicadas: A Motorev faturou em maio um "Kit de Distribuição" (271,47€) e uma "Tampa comando" (58,03€). Em setembro, a segunda oficina teve de voltar a faturar e montar um "kit corrente" (176,20€) e uma nova "tampa comando" (95,50€). Além disso, ambas faturaram óleo 5W30 e filtros de óleo. Falha na Reparação: O meu carro saiu da Motorev de reboque direto para a outra oficina. Pela segunda fatura, percebe-se que foi necessária uma intervenção profunda no motor (retificação da cabeça do motor, novas válvulas, juntas, etc.) com 40 horas de mão de obra, o que sugere que o trabalho inicial não resolveu a avaria ou agravou o estado do veículo. Pretendo que o responsável pela oficina Motorev esclareça e reembolse o valor das peças que diz ter posto novas, pois paguei as mesmas pela segunda vez, e tenho as que ele coloquei, pois o senhor Pedro Sousa entregou-me num caixote onde pude comprovar que as mesmas não eram novas.

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