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Sinal não devolvido - fraude
No dia 4 de abril, entreguei um sinal no valor de 500€ para reserva de uma viatura no concessionário Grupo Filinto Mota, após me ter sido transmitido pelo vendedor que o veículo apresentava apenas ocorrências menores, nomeadamente assistências em viagem e um episódio isolado de quebra de vidro. Posteriormente, tive conhecimento de que a viatura apresenta um histórico de múltiplos acidentes, incluindo um sinistro grave ocorrido em 2025, com danos significativos ao nível do compartimento do motor, informação essa que nunca me foi comunicada durante a negociação. Além disso, foram prestadas informações contraditórias relativamente à proveniência e histórico da viatura, o que levantou sérias dúvidas quanto à veracidade e transparência da informação fornecida ao consumidor. Importa ainda referir que, no momento da entrega do sinal, foi-me transmitido verbalmente que o valor seria devolvido caso não tivesse interesse em prosseguir com a compra após verificação da viatura. Após tomar conhecimento do verdadeiro histórico do carro, manifestei imediatamente a intenção de cancelar o negócio e solicitei a devolução do sinal. Desde então: * já enviei vários emails para o concessionário; * houve contacto através da minha advogada; * passaram mais de 10 dias ( após o envio do segundo e terceiro email) sem qualquer resposta formal por parte da chefia; visto esta situação já se prolongar desde o dia 4 de abril e o meu primeiro contacto via email ter sido realizado no dia 14 de abril. Considero inadmissível a ausência de resposta perante uma situação desta gravidade, especialmente tendo em conta a omissão de informação essencial para a decisão de compra e a falta de transparência demonstrada ao longo de todo o processo. Perdi totalmente a confiança no negócio e continuo apenas a solicitar a devolução do valor pago a título de sinal. Até ao momento, a empresa demonstra total falta de consideração pelo consumidor e ausência de vontade de resolução.
Débito não autorizado
Consultando o extrato mensal do meu cartão de debito Activo Banco dei conta de um débito não esperado, no valor de 18,00€, com data valor de 9 de Maio de 2026, referência nº 0900878710, feito em nome de web.privicompras.es. Ao pesquisar reparei num débito igual no dia 10 de abril 2026 Não subscrevi, pelo menos voluntária e conscientemente, qualquer “privilégio em compras” junto da entidade que efetuou o débito. Verifico não ser o único alvo deste tipo de débitos por parte daquela entidade e na sequência de compras feitas online. No meu caso, suspeito que a apropriação dos dados tenha origem em compras efetuadas pelo site https://Amazon.es/. Em conformidade, solicito apoio para ser ressarcido do montante debitado indevidamente, o cancelamento de qualquer subscrição existente junto da entidade reclamada e o aconselhamento que entendam adequado para obviar repetição de situações idênticas. Pela experiência dos outras pessoas que já tiveram feito a reclamação aproveito a informar que não tenho o número do cliente e que única referência deste débito que está disponível para mim é esta: 0900878710 CH que é o número de referência da operação de débito na minha conta, visível nos comprovativos anexados O débito foi efetuado em cartão de debito em nome de Maksym Myroniuk, nº 4351 *****2190. Agradeço que identifiquem a operação e procedam à devolução do montante indevidamente debitado duas vezes, bem como ao cancelamento de qualquer subscrição existente, obviando a adoção de outras medidas junto dos serviços de defesa do consumidor. Muito obrigado. Com os melhores cumprimentos, Maksym Myroniuk
Encomenda não entregue
Venho apresentar reclamação contra a Tradeinn / Dressinn relativamente a uma encomenda que aparece no sistema como “disponível para levantamento”, mas que na realidade não se encontra no ponto de recolha indicado. Recebi vários e-mails a informar que a encomenda já estava disponível para levantamento através da transportadora SEUR, no entanto: * nunca recebi qualquer código de levantamento; * o tracking é incompleto e pouco claro; * desloquei-me pessoalmente ao ponto de recolha e fui informada de que a encomenda não se encontra lá. Apesar dos vários contatos efetuados, continuo apenas a receber respostas automáticas sem resolução concreta do problema. Considero inadmissível que uma encomenda seja dada como disponível para levantamento sem existir qualquer prova real de entrega ou código válido para recolha. Solicito: * prova efetiva de entrega da encomenda; OU * reembolso integral imediato do valor pago. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, avançarei com reclamação junto das entidades competentes e pedido de chargeback através do meu banco por produto não entregue. Número da encomenda: 68354115 Data da encomenda: 2026-04-21 Valor pago: 38.48 EUR
Gasóleo contaminado com água
Enchi o depósito de gasóleo, na estação da Repsol, da Rua Júlio Diniz, 320 4050-318, no Porto: 44,7 litros; Bomba 4; no dia 13/04/2026, às 16.34. A seguir, iniciei viagem para Lisboa. Às 17:43, uma hora e um quarto depois, a viatura para subitamente e apareceu no tablier o sinal STOP. Estava na A17 (Vagos) ao Km 95. Accionei o ACP, do qual sou sócio e que confirma o sucedido, enviando reboque e táxi para transporte para Lisboa. A viatura é levada, do depósito de outras viaturas, de Mira, onde foi recolhida, para a oficina em 20.04.2026 ( SETE DIAS DEPOIS!!). Na oficina , a 22.04.2026, dois dias depois, é feito o diagnóstico de contaminação do gasóleo com água e feito o orçamento (6.095,75 Euros), já pagos. Fiquei sem viatura de substituição, apesar do seguro, durante 9 dias, pois me era exigido o diagnóstico e provável tempo de reparação, o que apenas sucedeu 10 dias depois do sucedido. Desloquei-me à oficina para ver o gasóleo retirado do depósito, praticamente cheio, e foi-me mostrado, onde pude verificar água residual, tendo obtido foto com o meu telemóvel. Desejo: 1. Que seja feita uma inspeção à gasolina desta estação (presença de água) 2. Saber se houve outras queixas semelhantes, no período que antecede aquele dia e após, até quatro dias (11-17.04.2026) 3. Obter uma compensação da REPSOL P.S. 1. Sempre me abasteci nos últimos dois anos na REPSOL, conforme posso comprovar pelas facturas associadas ao cartão LIDL. Nunca nada sucedeu 2. A viatura tinha sido aprovada em IPO obrigatório, recentemente. Tinha feito as revisões há menos de 6 meses. Sem qualquer problema mecânico na viagem , três dias antes, de Lisboa para o Porto, onde ficou parada até ao referido abastecimento. 3. Existem grandes obras do metro do Porto a menos de 50 metros da estação, o que poderá ter contribuído para eventuais infiltrações, por micro-ranhuras, nos depósitos subterrâneos.
ruído excessivo
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente ao ruído excessivo proveniente de um restaurante localizado nas proximidades da minha residência. Com frequência, são realizados eventos e festas de aniversário com música em volume muito elevado, prolongando-se por vezes até cerca das 02h00 da madrugada, sobretudo às sextas-feiras. Durante o verão, esta situação ocorre praticamente todas as sextas-feiras e fins de semana. Em algumas ocasiões são também utilizados fogos de artifício. Esta situação afeta diretamente o meu descanso, tendo em conta que trabalho aos sábados de manhã,e segundas feiras, impedindo-me de desempenhar o meu trabalho nas devidas condições e com a segurança necessária. Solicito, assim, a verificação desta situação e a adoção das medidas necessárias para garantir o cumprimento das normas legais relativas ao ruído. Com os melhores cumprimentos,
Renault Megane AG-11-ZM anómalia desde primeiro dia de compra
A reclamante adquiriu, em 29.09.2023, à entidade reclamada, uma viatura Renault Mégane (matrícula AG-11-ZM), pelo valor de € 25.440,00. A viatura foi entregue em 17.10.2023 e, no próprio dia, aquando da primeira utilização, apresentou anomalia no sistema (“mandar verificar anti-poluição”), tendo tal situação sido de imediato comunicada ao vendedor. Na sequência dessa comunicação, a viatura foi recolhida às oficinas da entidade reclamada, tendo sido efectuada intervenção (“regeneração”), sem resolução definitiva do problema. Desde então, a viatura tem evidenciado anomalias graves e persistentes, tendo sido submetida a múltiplas intervenções técnicas (pelo menos 12), sem que tenha sido alcançada uma solução definitiva. As sucessivas intervenções implicaram períodos prolongados de imobilização da viatura, sem que tenha sido disponibilizada viatura de substituição. Em março de 2026, foi apresentado orçamento no montante de € 8.508,96, cuja imputação à aqui reclamante se rejeita, por se tratar de defeito existente desde a entrega do veículo. A situação configura falta de conformidade do bem, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021. A reclamante já exerceu o direito à resolução do contrato junto da entidade reclamada, encontrando-se a aguardar resposta. Solicita-se a apreciação da presente reclamação e a adopção das medidas que se mostrem adequadas face aos factos expostos.
encomenda falhada
Exmos Srs, Venho por este meio denunciar a prática abusiva e negligente da empresa VASP Expresso. Reporto a situação - que não é a primeira vez -, em que a referida empresa negligenciou e mentiu na distribuição de uma encomenda. Em 08 de maio recebi uma sms que procederiam à entrega nesse mesmo dia, sem janela horária indicada. Aguardei todo o dia, com o adiantado da hora e sem nenhuma entrega, contactei a VASP, que me disse para aguardar que estava em distribuição até às 18:00, horário final para entregas. Para meu espanto e continuando sempre a aguardar, na morada a que se destinava, a VASP envia uma notificação às 19:23 em como o destinatário estava ausente às 19:15. O que não é verdade. Não só extravazaram a janela horária, como mentiram. Uma empresa que já fez isto mais do que uma vez, num desrespeito total pelas pessoas.
Infringindo a LEI
Assunto: Divergência grave entre tempo estimado e tempo real de viagem. Olá, equipe de suporte. Gostaria de solicitar a revisão imediata do valor pago pela viagem realizada em [Data]. Ao aceitar a oferta, a previsão era de 20 € para 40 minutos de percurso. No entanto, devido a condições excepcionais de trânsito, a viagem levou 2 horas para ser concluída. Houve um acréscimo de 1 hora e 20 minutos em relação ao previsto, mas o ajuste na tarifa foi de apenas 5 €. • Tempo previsto: 40 min • Tempo real: 120 min (2 horas) • Valor adicional pago: 5 € Este valor é desproporcional e não cobre sequer os custos operacionais do veículo parado por tanto tempo, resultando em um ganho por hora muito abaixo do padrão da plataforma e do mercado. O cálculo de "Tempo e Distância" não refletiu a realidade do esforço empregado nesta viagem. Solicito o reajuste justo da tarifa considerando o tempo excedente real de 80 minutos. Fico no aguardo de uma solução célere. Atenciosamente, Jhonatan
Encomenda não recebida
Reclamação Urgente – Serviço de Morada Virtual CTT – Tentativa de Devolução Indevida do Objeto LA002129288CY Aos CTT – Correios de Portugal, Escrevo esta reclamação através da plataforma da DECO para expor uma situação inadmissível relativa à gestão da encomenda com o número de objeto LA002129288CY, que se encontra atualmente no Centro Operacional de Perafita. Sou utilizador do serviço de Morada Virtual, utilizando o vosso centro em Perafita para posterior encaminhamento para o meu Cacifo Lock na Figueira da Foz. A encomenda em questão, proveniente do Chipre, chegou a Portugal e deveria ter sido entregue hoje no referido centro. O que aconteceu é incompreensível: o estado passou para "Não Entregue" e, após contacto telefónico com o vosso apoio ao cliente, foi-me dito que nada podem fazer e que a encomenda será devolvida ao Chipre. Exponho a minha total indignação pelos seguintes pontos: Falta de Flexibilidade: A encomenda LA002129288CY já está em Portugal, nas vossas instalações. Recusarem-se a alterar a morada ou a permitir um reagendamento é uma falha grave de serviço ao cliente. Prejuízo Financeiro: A devolução ao Chipre implica que eu tenha de pagar novamente 15 € de portes para que o objeto volte a Portugal. É um custo que me estão a imputar por uma falha vossa na entrega em Perafita. Absurdo Logístico: Qual é o sentido de reenviar um objeto para o estrangeiro quando o cliente está disponível para retificar a morada ou receber o objeto noutro ponto, estando este já em solo nacional? É vergonhoso que a única solução apresentada seja o retorno à origem. Exijo, por isso, o seguinte: A interrupção imediata do processo de devolução ao Chipre do objeto LA002129288CY. O reagendamento da entrega, seja para a Morada Virtual em Perafita ou diretamente para o meu Cacifo na Figueira da Foz, uma vez que o objeto já se encontra na vossa posse. Não aceito que a solução seja "devolver para o Chipre e o cliente que pague outra vez". Caso a encomenda seja efetivamente devolvida, utilizarei esta queixa formal como prova para exigir o reembolso de todos os custos adicionais que venha a ter. Aguardo uma resolução imediata. Com os melhores cumprimentos, Sérgio Duarte Nº de Objeto: LA002129288CY Tlf: 961552711
Lojamento nao conforme
Bom dia, Venho por este meio comunicar que o estúdio que reservei para 15 noites não corresponde à descrição do anúncio nem ao recibo de reserva. Climatização: O anúncio mencionava ar condicionado, mas o equipamento fornecido não estava funcional e não possuía sistema de exaustão, impossibilitando o aquecimento do estúdio. Tecnicamente: De acordo com as leis da termodinâmica, um ar condicionado sem exaustão externa não pode arrefecer (ou aquecer) uma divisão; limita-se a consumir energia e a processar o ar dentro do mesmo espaço. Juridicamente: O equipamento fornecido não estava operacional. O imóvel foi alugado com um serviço específico que não foi prestado. Eletrodomésticos: A máquina de lavar roupa e a máquina de secar não se encontravam no apartamento, contrariamente ao anunciado. Juridicamente: Esta situação configura publicidade enganosa. Note-se que a plataforma Booking já reconheceu o litígio, tendo procedido ao reembolso da sua comissão. "Dado que não me foi possível ficar no apartamento até à data e, apesar de vários pedidos da Booking e de mim próprio, o montante pago ainda não foi reembolsado."
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