Classificação
- Total de reclamações
- 48
- Número de reclamações*
- 21
- Reclamações resolvidas*
- 95%
- Média de dias para responder*
- 3 dias
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Health hazard studio rented by Uniplaces
I booked a studio apartment through the uniplaces website in August 2026. The contract for the property was monthly, so I reserved from the 1st of September 2026, because I did not know my arrival date yet. As soon as my arrival for the 15th of September was confirmed, I notified the landlady of this. I have proof in our whatsapp conversations, and my plane ticket. When I arrived, we signed a contract (dated 15th of September) in portuguese only, and she did not give me a copy, and took the only signed one. Upon inspection, I realised that the apartment was filled with mold, a foul smell, and several signs of water damage. It did not have proper ventilation, and posed a serious health hazard to me and my pet. I reached out to the landlady immediately, and she denied the claims. She offered to have the apartment painted, but I told her that would not fix the mold issue. I also reached out to Uniplaces across multiple platforms, with absolutely no answer until the next morning. This forced me to spend the night in the dangerous environment. Their answer was that the 24 hour tenant protection expired on the 1st of September, but if I provided evidence they would help mediate. I replied immediately with more than enough evidence, and have not gotten a response since then. The lack of communication and assistance in finding new accommodation forced me to evacuate the studio and stay in a hotel room. I have informed Uniplaces of this, and they told me to wait until the next day to get a response. The lack of help and taking my claims seriously is outrageous, considering that the apartment is shown as Checked on the website, with a Trusted Landlord badge. It has been 40 hours since I first complained about a health hazard, with no real action on their part.
Paid €454, then faced with an undisclosed additional €1,230 charge and refused a refund
I made a reservation through Uniplaces and paid a total of €454 on 30 June 2026. After I had made the payment, I was informed that I would have to pay an additional €1,230 in order to obtain the accommodation. This was a substantial additional amount that had not been disclosed to me as a mandatory payment before I made the €454 payment. Had this additional €1,230 requirement been disclosed before payment, I would not have made the reservation. Because I was not willing to pay this unexpected additional amount, I contacted Uniplaces and asked to cancel the reservation. Only after I requested cancellation did Uniplaces inform me that the €454 I had already paid was non-refundable. As a result, I was left in a situation where I had paid €454 for a reservation, was subsequently asked to pay a further €1,230 that had not been disclosed beforehand, and was then told that I could not recover the €454 when I asked to cancel because of this undisclosed additional requirement. I did not receive what I believed I was paying €454 for. Instead, after payment, the actual cost required to obtain the accommodation increased by €1,230. I consider this unacceptable. A substantial mandatory cost required in order to obtain the accommodation should have been clearly disclosed before I made the reservation and payment. I should not have been required to discover such a significant additional charge only after my €454 payment had already been made. I attempted to resolve this matter directly with Uniplaces and subsequently opened a dispute with PayPal, but the matter remains unresolved. I am therefore requesting a full refund of the €454. I can provide supporting documentation showing: the reservation and €454 payment; the subsequent demand for an additional €1,230; my request to cancel the reservation; Uniplaces' subsequent statement that the €454 was non-refundable; and my attempts to resolve the matter. I attach a screenshot from the Uniplaces website showing the information presented to me when making the reservation. Uniplaces advertised the accommodation at €252 for the first rental month and added a €202 one-time service fee, resulting in a clearly displayed total of €454. The payment summary stated that, following the landlord's approval, I would pay €454 through Uniplaces. At no point in this payment summary was an additional mandatory payment of €1,230 disclosed or indicated as a condition for obtaining the accommodation.
Uniplaces – Reserva de "quarto" sem janela
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, que atua sob o nome comercial Uniplaces, com sede no Largo Duque do Cadaval, n.º 17, Fração I, 1200-160 Lisboa, por violação dos direitos do consumidor no âmbito da reserva de alojamento que efetuei através da sua plataforma. A presente reclamação é também dirigida, ainda que a título subsidiário, contra a empresa VIV HOUSING, Lda., com o NIF 517 380 390, com sede na Rua Actor António Silva, n.º 3, 3.º Esquerdo, 1600-404 Lisboa, na qualidade de gestora do imóvel e intermediária no contrato de arrendamento. No dia 21 de maio de 2026, reservei um quarto através da plataforma Uniplaces, para o período compreendido entre 1 de junho de 2026 e 30 de agosto de 2026, tendo efetuado o pagamento total de 624 € através da plataforma. Desde o início do processo, verifiquei que os custos totais associados à reserva não se encontravam claramente identificados no momento da contratação, tendo sido apenas após o início do processo de pagamento que me foram reveladas duas taxas administrativas — uma para a Uniplaces e outra para a Viv Housing — bem como a exigência de caução e do último mês de renda antecipado. Após a reserva e antes da entrada no imóvel, constatei que o quarto não possuía janela. Imediatamente, solicitei o reembolso total, o qual me foi negado. Refiro que, ainda que a descrição do anúncio mencionasse a ausência de janela — o que só constatei após a reserva —, esse facto não torna o anúncio legalmente válido. Nos termos do artigo 71.º do Regulamento Geral das Edificações Urbanas (RGEU) e da legislação aplicável ao arrendamento habitacional, um compartimento só pode ser designado como "quarto" se possuir ventilação e iluminação natural através de vão em comunicação direta com o exterior, com área não inferior a 1/10 da área do compartimento (mínimo de 1,08 m²). Ora, o espaço que me foi disponibilizado não cumpre este requisito essencial, pelo que não é legalmente um quarto, independentemente da forma como foi anunciado. Ao promover este espaço como "quarto", a Uniplaces está a anunciar um produto que não cumpre os requisitos legais mínimos de habitabilidade, o que constitui uma prática comercial enganosa e viola o dever de verificação das condições do alojamento que publicita. Caso esta informação tivesse sido clara e expressamente divulgada antes da reserva, ou caso a plataforma tivesse verificado a conformidade legal do anúncio, nunca teria celebrado o contrato nem efetuado os pagamentos exigidos. Acresce que, dos seis quartos existentes no apartamento, apenas alguns possuem janela para o exterior, o que suscita sérias dúvidas quanto à conformidade legal da utilização do imóvel para efeitos de arrendamento habitacional. A Uniplaces, denominada em termos de registo como UNIVERSITYPLACES – Serviços de Internet, Lda., com o NIF 509 955 061, introduz na sua plataforma uma aba que designa os senhorios como sendo "de confiança", o que leva o consumidor a erro, pois cria a expetativa legítima de que a plataforma procede a uma verificação efetiva das condições do alojamento e da idoneidade do intermediário. No entanto, tal não se verifica no caso concreto: o quarto anunciado não possui as condições mínimas de habitabilidade exigidas por lei, e a empresa gestora do imóvel, Viv Housing, não demonstrou qualquer fiabilidade na resolução dos problemas reportados. Esta falsa publicidade constitui uma prática comercial desleal. Aquando da minha entrada no alojamento, em 01 de junho de 2026, constatei condições de insalubridade graves, devidamente documentadas em fotos e vídeos: cheiro intenso a bolor no quarto e na casa de banho, decorrente da ausência total de ventilação natural; sujidade generalizada, nomeadamente na casa de banho e no frigorífico; autoclismo com funcionamento defeituoso, a provocar ruído constante e gasto excessivo de água, perturbando o sono; e falta de condições para preparar e consumir refeições, devido ao estado de conservação dos espaços comuns. Este conjunto de condições torna o espaço incompatível com uma utilização habitacional normal, afetando o meu direito ao descanso, à alimentação em condições e à salubridade do ambiente, comprometendo a minha saúde e bem-estar. No dia 1 de junho de 2026, reportei formalmente os problemas à Viv Housing, dentro das 24 horas após a entrada, tal como exigido pela política de segurança da Uniplaces. A Viv Housing como a Uniplaces não ofereceram uma solução efetiva para os problemas estruturais, não resolveram o contrato nem a entrega total de todos os valores. A Uniplaces, apesar de publicitar uma política de segurança que prevê a intervenção da plataforma em caso de problemas com o alojamento, e apesar de ter sido contactada por mim em diversas ocasiões, limitou-se a remeter a questão para a Viv Housing, não apresentou qualquer solução concreta, nega um reembolso apesar dos factos mencionados e não assumiu responsabilidade pela desconformidade do alojamento que promoveu. Refiro ainda que não é claro para o consumidor, durante todo o processo, qual a entidade efetivamente responsável pela resolução dos problemas — se a Uniplaces ou a Viv Housing — o que dificulta o exercício dos meus direitos e constitui, por si só, uma violação do dever de transparência e de cooperação na resolução de litígios. Até à presente data, foi emitida apenas uma fatura pela Uniplaces, no valor de 240 €, apesar de ter pago um montante total de 624 € através da plataforma, fora o restante dos valores solicitados posteriormente pela Viv Housing que totalizam um valor muito mais avultado. A faturação correspondente ao montante integral pago não foi disponibilizada, nem foi prestado qualquer esclarecimento sobre o destino dos valores relativos a taxas administrativas e caução, o que viola o direito à informação previsto no Código do IVA e no regime das obrigações fiscais. Venho ainda informar que esta não é uma situação isolada, mas sim reflexo de uma prática comercial reiterada por parte de ambas as entidades, conforme amplamente documentado em plataformas de defesa do consumidor (Trustpilot e Portal da Queixa, e até por alguns vídeos nas redes sociais), onde dezenas de consumidores, maioritariamente estrangeiros, reportam exatamente os mesmos problemas: quartos sem condições mínimas de habitabilidade, custos ocultos não divulgados antes da reserva, retenção indevida de cauções e total ausência de apoio por parte da Uniplaces quando os problemas são reportados. Este padrão de queixas demonstra que a conduta aqui denunciada não é um erro pontual, mas sim o modus operandi da Uniplaces e da Viv Housing, que se aproveitam de consumidores que se encontram em Portugal por períodos limitados e que, na sua maioria, não têm conhecimento do sistema legal português para fazer valer os seus direitos. Perante os factos, reitera-se novamente o reembolso total dos valores pagos.
Reembolso do serviço não prestado e venda enganosa
Venho por este meio apresentar pedido de intervenção relativamente a um conflito de consumo com a plataforma Uniplaces. No dia 18 de dezembro de 2025, efetuei uma reserva de um quarto em Lisboa através da plataforma, com base num anúncio que indicava o valor de 310€ por mês. Para confirmar a reserva, foi-me apresentado um valor total de 558€, correspondente ao primeiro mês de renda (310€) e à taxa de serviço da plataforma (248€), valor que foi pago. No entanto, apenas após a conclusão do pagamento foram apresentados outros encargos obrigatórios, que não estavam claramente indicados anteriormente, nomeadamente: Taxa administrativa Depósito de segurança Pagamento antecipado do último mês de renda Taxas adicionais de limpeza Estes custos elevaram o valor total do alojamento para mais de 1500€, alterando completamente as condições inicialmente apresentadas. Adicionalmente, a entidade responsável pelo alojamento (AMS Coliving) apenas foi identificada após a conclusão do pagamento, impossibilitando uma avaliação prévia informada por parte do consumidor. Importa referir que: Nunca usufruí do alojamento Nunca tive acesso ao imóvel Cancelei a reserva imediatamente após tomar conhecimento destes custos adicionais A plataforma recusa o reembolso do valor pago, alegando que os custos estavam mencionados no anúncio, o que não corresponde à forma clara, transparente e acessível exigida por lei, sobretudo no momento pré-contratual. Considero que houve: Falta de informação pré-contratual clara e completa Omissão de custos obrigatórios Prática comercial desleal Desequilíbrio contratual em prejuízo do consumidor Situação que poderá violar: Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) Decreto-Lei n.º 57/2008 Decreto-Lei n.º 24/2014 Diretiva 2011/83/UE Desta forma, solicito a intervenção deste Centro para: Mediação do conflito Obtenção do reembolso integral do valor pago (558€) Anexo toda a documentação relevante Número da fatura: 1139447
UNIPLACES falta de reembolso - cobranças abusivas e pagamentos ocultos durante checkout
Venho por este meio apresentar reclamação e pedido de apoio relativamente a um litígio de consumo com a plataforma Uniplaces, do qual resultou um grave prejuízo financeiro e pessoal. Efetuei o pagamento de cerca de 600€ à Uniplaces, referente a uma reserva de alojamento com data de entrada previamente combinada. Chegado o dia da entrada, o alojamento não me foi disponibilizado, sem qualquer solução alternativa apresentada. Há quase uma semana que me encontro sem alojamento e sem o dinheiro pago antecipadamente. Ao solicitar o reembolso, a Uniplaces limitou-se a responder que "não há política de reembolso" para o caso, recusando-se a devolver qualquer valor por um serviço que simplesmente não foi prestado. Considero esta recusa uma clara violação dos meus direitos enquanto consumidor, uma vez que paguei antecipadamente por um serviço que não foi cumprido, sem que exista qualquer fundamento legal que sustente a retenção do valor pago.
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