Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
A. G.
28/09/2026
Hugo Manuel fortes de oliveira

trabalho mal feito

BOM DIA venho por este meio fazer a minha reclamação a empresa AUTO BOM SUCESSO mandei eu empilhador para esta oficina que se encontrara com junta da colaça queimada pedi um orçamento me disse que era na casa 800 a 1000 euros eu aceitei ele começou com a reparação ele desmontou a totalidade do motor que não era necessário apos o fazer sem minha autorização me ligou a dizer que o motor estava num caos que seria preciso diversas peças para o motor em bom funcionamento para uns anos fez Entre bênção sistema de gasolina bomba da gasolina desmontagem deposito tudo sem eu pedir e autorizar eu manifestei meu desagrado que pedi para fazer intervenção motor e o funcionamento a gás pois era a sim que sempre andou acabou por não conseguir por a maquina atrabelhar a gasolina e nem a gás fez a intervenção no motor me andou a mentir bários tempos teve a maquina la cerca 2 meses andou a enrolar mentiras em sima de mentiras montou o motor ele não ficando a trabalhar direito acabou por me dizer que a parte dele estava pronta que avia de ter que fazer uma intervenção no sistema do gaz que andava a ver um mecânico especialista para o fazer eu disse a tua parte esta feita ele me disse que sim eu decidi mandar vir empilhador para minha fabrica e mandara vir mecânico especialista gaz ele disse não te preocupes eu vou arranjar que fase esse trabalho e vou ai com ele pois passado 2 meses ainda não tinha feito nada ligava arranjava sempre alguma desculpa . acabando eu de desistir e ir eu a procura mecânico que o fizesse acabando de vir um mecânico especialista em empilhadores fez um primeiro diagnostico detetando vários erros na montagem como entalação trocada e me levou a queimar alternador me enformou que o motor não ilhe parecia estar a funcionar bem parte mecânica me descia que não trabalhava certo eu dei a conhecer ao Hugo ele disse ele esta bom eu respondi para me levares 2948.62 euro tinha que estar mesmo bom pois se não estiver tens que o por disse para ver se não tivesse que fazia outra intervenção eu ok .mecânico do gás fez uma analise sistema do gaz e elétrico que precisara de reparação 2000,00 para ficar bom da parte dele eu mandei repara mas frisou que o motor que não estava como deveria eu em fins de mês de agosto ligue ao Hugo que o motor estava com um problema nuns dos pistões ele medisse que estava de ferias mas que primeira segunda feira de setembro que vinha ca pois estamos fim setembro nunca veio nem me disse mais nada tendo eu gastado cerca 5000,00 euros no empilhador e estou com o problema nova mente fim de 4 meses quero que a suma uma intervenção no motor mas na oficina de um mecânico especialista em empilhadores auto bom sucesso não cofio mais nele FT2026\3 ESTA PAGA na totalidade

Em curso
A. R.
28/09/2026

Encomenda não recebida nem reembolso efetuado

Bom dia No dia 2/9 fiz uma encomenda há Miscota com o valor de 54.58 Q após 3 semanas ainda não tinha chegado...desculpas..seria dia 17 a não foi... acabei por dia 22 pedir cancelamento e reembolso É me pedido o IBAN q é enviado Nem entendo bem porquê pois com o mesmo método de pagamento sempre me foi no caso restituído o dinheiro.. Pois sexta feira dia 25 estranhando ainda não ter sido efetuado questionei (sempre por mail) tendo eles respondido q tinha dado erro ??!! então e não contactam para agilizar..efetuar reembolso Pois após muitos mails hoje dia 28 ainda..ainda nem resposta nem devolução 54.48 Crediblidade da Miscota Muito questionavel

Em curso
M. F.
27/09/2026

Burla bilhetes Portugal Noruega

Estava à venda na aplicação X bilhetes para Portugal vs Noruega, decidi mandar mensagem e comprar 4 bilhetes por 120€, logo de seguida a pessoa bloquea-me.

Em curso
M. S.
27/09/2026
Kubo Building

Moradia Modular Nao entregue

Em Janeiro de 2025, assinei contracto com "Kubo Building", empresa de construção de casas modulares, para encomendar uma moradia na zona de Sobreira. Somos forçados a recorrer a uma queixa formal, pois tentativas de resolver as nossas divergências directamente, de forma amigável, não levaram o contracto assinado a bom porto. A empresa com sede em Matosinhos, está em violação do contracto que celebramos nos seguintens pontos: - Ignorado prazos, adiando a conclusão de obra sem a comunicação prévia e sem oferecer um plano para mitigar o impacto causado. Em violação da cláusula 5, alinea 5.5 do contracto. - Propondo mundanças contratuais de forma unilateral, tal como a mudança do plano da casa. Tendo a empresa submetido um projecto diferente daquele que me foi apresentado para aprovação. Em violação do anexo 3, orçamento OR 2024 / 0977 C. Quando confrontados sobre o porquê do projecto ser diferente, e um dos quartos ser muito mais pequeno do que aquilo que aprovei, o arquitecto da Kubo Building, de forma pouco profissional e sem grande maturidade emocional referiu “Para que é que precisa de um quarto tão grande também? Só o usa para dormir, não?” ignorando completamente que é o cliente quem decide o que é melhor para si mesmo, e que mudou o plano sem nos consultar. (Posto tal, não sei se sequer a casa estará com o tamanho contracto, ou se está a ser desenvolvida numa área mais pequena) - Recusando-se acabar as partes já financiadas do projecto, parte número 4 e 5, de Caixilharia, Portas Interiores, Soleiras e Marcos, bem como a sua Entrega e Montagem, entregando algum material danificado. Obra P028 do Plano Evolutivo de Trabalho e Pagamentos. Mesmo assim, a empresa insiste em receber o financiamento da etapa final, número 6, sem antes terem dado a conclusão das já financiadas - O prazo contratado, devia ter oferecido a conclusão da obra em Maio 2026, passados quatro meses, estando em Setembro de 2026 a submeter esta queixa, o progresso da obra está sem sinais de progresso, e tentativas de contactar a empresa para obter actualizações sobre o estado da mesma, e novos prazos, foram ignoradas. (Fomos inclusive forçados a pressionar a empresa com a ideia de os confrontar na Exponor 2026, onde sabiamos que estariam a tentar angariar novos clientes, sem antes concluirem a nossa obra, e só assim obtivemos uma resposta. Esta resposta foi pouco profissional, e insuficiente, pois a CEO da Kubo Building apenas nos pressionou com o facto de, passando a citar “não temos empregados para a obra”; recusando-se assim a executar as suas responsabilidades, sem oferecer qualquer solução, compensação, ou plano de mitigação, como se a responsabilidade das suas falhas de logistica e contractação internas fossem responsabilidade do cliente.) - A empresa tentou constantemente alterar as suas responsabilidades contratuais, um exemplo é da sua insistencia recorrente a não incluirem roupeiros nos quartos, coisa que o contracto também dismente, e até assinala que estão incluídos de altura total e largura até 1,80m, anexo 3; orçamento OR 2024 / 0977 C. A CEO da Kubo Building, tanto como os seus funcionários, insistem que “não os instalam nem tal faz parte do acordo”; o que indica que ou, por ignorância, não sabem o que o contracto estipula, ou então, estão em deliberada tentativa de o manipular o mesmo. - Recusaram-se a fazer as "ligações essenciais”, proferindo que assim já as efectuaram, para água, luz e gás, porém, estas não funcionam dentro da habitação e já nos foi referido que não iriam faze-las, pois o "essencial" já estaria feito. Quando argumentamos sobre quais foram essas ligações essenciais que fizeram, visto que continuamos sem água, luz e gás, não nos souberam responder. Tal como visto na página 2 do anexo 3; orçamento OR 2024 / 0977 C, que também inclui as mesmas. Dado à falta de cumprimento sobre a entrega da moradia no prazo contractado, e esta estar a pesar na minha vida pessoal, financeira, tal como no resto do agregado familiar, e não conseguir obter que o contracto seja executado com o rigor que foi escrito, recorro a esta queixa para que entidades competentes façam o mesmo correr de forma legal. Aguardo informações e apelo ao vosso interesse em ter esta indústria regulada correctamente, pois suspeito que assim não esteja.

Em curso
A. B.
27/09/2026

Cobranças indevidas

No dia 25 de setembro de 2026, ao consultar os movimentos da minha conta verifiquei pagamentos datados de 23/07/2026, 23/08/2026 e 23/09/2026 no valor de 17,99€ cada. Ora, o que estava contratualizado era 8,99€ por mês, o que aconteceu até ao dia 03/06/2026. Assim, não autorizei qualquer alteração do meu contrato e quando tive conhecimento da situação contactei a linha de apoio ao cliente para comunicar a ocorrência, cuja resposta foi apenas a devolução do valor cobrado a 23/09/2026. Considero, por isso, que poderá estar em causa uma utilização fraudulenta do meu contrato. Face ao exposto solicito: - A evolução imediata do montante de 35,98€; - A abertura de uma investigação detalhada sobre os débitos em causa - Esclarecimentos sobre a origem da ocorrência e as medidas adotadas para evitar situações semelhantes - A confirmação por escrito da receção desta reclamação e a indicação de um prazo estimado para a resolução do caso. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Melhores cumprimentos. Angelina Barbosa

Em curso
A. M.
26/09/2026

Induzir o consumidor ao erro

Em dezembro de 2022 estava andando na frente do mercado do bolhão no Porto quando uma menina me abordou dizendo que me oferecia uma limpeza de pele grátis na clínica em que trabalhava. Eu fiz a marcação e fui à clínica, enfim como já foi relatado aqui por outras consumidoras a venda por produtos e equipamentos é agressivo, no fim acabei assinando um contrato que a própria blooming skin coloca. O que não sabia que isso estava atrelado a um crédito no banco Credibom onde no contrato do crédito, que depois de 3 anos que tive acesso ao contrato deste financiamento, os juros era de 1.100 % ao mês, ou seja , na clínica me informaram que haveria um parcelamento por 4 anos sem juros. No fim fui à clínica poucos meses porque além de nos manipular a comprar os equipamentos com um financiamento absurdo, todos os produtos que precisa usar com este equipamento são pagos ainda. Se eu assino um contrato de 4000 € pelo menos os produtos devem estar incluso sempre. Ou seja por 4 anos tive este crédito absurdo para pagar, que no fim o próprio crédito deste banco que cobra juros absurdo aumentou para 6 anos de pagamento. Acredito que este CREDIBOM ( que de bom não tem nada ) tem um esquema com esta empresa para enganar as pessoas. Óbvio que nenhuma pessoa vai nesta financiadora pegar um crédito com juros de 1.100% ao mês, a ideia é fazer um esquema atrelado a uma clínica de estética para manipular as pessoas a fazer dívidas enormes em equipamento e produtos que são enganadores. Cadê as autoridades para fiscalizar isso?? E as pessoas idosas que estão sendo enganadas ??? E a empresa ainda em funcionamento com a mesma burla de “limpeza de pele grátis”. Que sirva isso de alerta para as pessoas . NÃO ACEITEM NENHUMA LIMPEZA DE PELE GRÁTIS DESSA CLÍNICA!!

Em curso
F. G.
26/09/2026

Incumprimento do prazo legal de garantia (30 dias) – RMA 4100157832

Exmos. Senhores do Gabinete Jurídico e Contencioso da DECO Proteste,Venho por este meio solicitar a vossa intermediação e apoio jurídico no âmbito de um litígio de consumo com o comerciante PCDIGA - Comércio de Informática, S.A., respeitante ao computador portátil ASUS TUF Gaming A16 (RMA n.º 4100157832). 1. Enquadramento e Cronologia dos Factos: 28/08/2026: O equipamento foi entregue nas instalações da PCDIGA para reparação ao abrigo da garantia legal de 3 anos (Decreto-Lei n.º 84/2021). 09/09/2026: A PCDIGA apresentou um orçamento injustificado no valor de 1.134,54 € (com indicação de cobrança de taxa de rejeição de 77,86 €), alegando "danos por líquidos/oxidação". 09/09/2026 e 10/09/2026: Submeti contestações técnicas fundamentadas refutando categoricamente a tese de dano induzido por mim. 10/09/2026: A PCDIGA informou por e-mail que o processo ficaria em "standby a aguardar novo parecer do reparador oficial" (ASUS/Ename). 27/09/2026: Esgota-se impreterivelmente o prazo máximo e imperativo de 30 dias de calendário previsto no Artigo 18.º do DL n.º 84/2021 para a reposição da conformidade do bem. 2. Prejuízo Pessoal e Necessidade Urgente do Equipamento: Encontro-me há um mês totalmente privado do meu único computador de trabalho e uso pessoal, situação que está a causar-me sérios prejuízos diários e constrangimentos profissionais e pessoais. A retenção indevida do equipamento por parte da loja ultrapassou todos os limites do razoável, tornando indispensável a rápida resolução deste impasse. 3. Documentação e Prova Anexa: Anexo a esta Reclamação a totalidade dos ficheiros comprovativos do processo: Histórico Completo de E-mails: Onde consta a data de abertura do RMA, as minhas contestações técnicas e a confirmação por escrito de que a PCDIGA colocou unilateralmente o processo em "standby". Guia de RMA: Comprovativo de entrega do bem nas instalações da PCDIGA a 28/08/2026. Relatório Fotográfico da PCDIGA/Ename: Imagens que comprovam a ausência de oxidação (zinabre) e a integridade do equipamento. 4. Fundamentação Técnica: Conforme demonstrado nas fotografias anexas enviadas pelo próprio reparador: Marcadores de Humidade (LCI) Intactos: Os selos de contacto com líquidos permanecem brancos, comprovando que o portátil nunca esteve exposto a fluidos. Ausência de Corrosão (Zinabre): A placa-mãe apresenta-se limpa, com pistas de cobre brilhantes e sem qualquer oxidação verde/azulada característica de derrame de água ou bebidas. Defeito de Fabrico Interno: O resíduo pontual na zona do circuito VRM decorre da degradação/migração do composto térmico de fábrica/fluxo de solda após sobreaquecimento/curto-circuito elétrico interno, e não de agentes externos. 5. Incumprimento Definitivo do Prazo Legal dos 30 Dias: A decisão unilateral da PCDIGA de manter o processo em "standby" é uma mera gestão interna do vendedor que não possui enquadramento legal para suspender a contagem do prazo imperativo e contínuo de 30 dias de calendário (Artigo 18.º do DL n.º 84/2021). Pretenção: Decorrido o prazo legal sem a devida reparação ou devolução do bem, extinguiu-se a faculdade de reparação do comerciante. Face à urgência da minha situação e ao incumprimento da lei, exijo a imediata substituição do portátil por um equipamento novo em stock (igual ou de características técnicas equivalentes/superiores) para levantamento imediato. Solicito a intervenção da DECO junto da PCDIGA para forçar o cumprimento da lei e a entrega da nova unidade com a máxima urgência. Com os melhores cumprimentos, Flávio Gonçalves Souza Tel.: 931 787 380 RMA: 4100157832

Em curso
L. M.
25/09/2026

Leon Bet – Violação Gravíssima de Termos e Condições, Exploração Predatória de Adição ao Jogo

Venho por este meio expor publicamente e reclamar da conduta estritamente predatória, abusiva e ilegal da operadora de jogo online Leon Bet (Jade Reef Ventures Corp.) e dos seus processadores de pagamentos intermediários (GR Finance Limited, GOLDEN RAIN FINANCE LIMITED e CAPITOLIO INC.). Esta plataforma violou de forma consciente todas as normas internacionais de Jogo Responsável e o seu próprio contrato, com o único objetivo de explorar financeiramente uma jogadora numa situação de extrema vulnerabilidade e dependência patológica severa.Sofro de um vício grave no jogo (Jogo Patológico) e encontro-me inscrita na lista de autoexclusão definitiva em Portugal. A Leon Bet tinha total conhecimento do meu histórico e da minha fragilidade psicológica, uma vez que já tinha bloqueado a minha conta por 6 meses no passado devido à minha patologia.Reconhecendo uma grave recaída, solicitei formalmente por escrito à operadora o encerramento permanente e definitivo da minha conta (ID de Utilizador: 76769126) em três ocasiões distintas: a 10 de agosto, 18 de agosto e 15 de setembro de 2026. Durante todo este período, devido ao meu estado compulsivo, permaneci ligada ao site quase 24 horas por dia.De acordo com a Secção 6.2 dos próprios Termos e Condições da Leon Bet, os pedidos de autoexclusão e fecho de conta por motivos de vício devem ser processados IMEDIATAMENTE e de forma irrevogável. No entanto, a operadora cometeu uma infração regulamentar gravíssima: utilizou artifícios informáticos para bloquear a minha ferramenta de autoexclusão automática no site e forçou-me a interagir com uma assistente de chat chamada Gabriela e com um "gestor de conta" chamado Josué (Tickets #QIVI-934858 e #EOZS-87052).A operadora Gabriela afirmou textualmente no chat: "Para que a autoexclusão se aplique, nao basta pedir, precisa confirmar depois (...) precisas de confirmar ao teu gestor".Este procedimento é completamente ilegal e abusivo. Perante as diretrizes globais de compliance, é absolutamente proibido dar "opções de escolha", contrapropostas ou períodos de reflexão a um adicto ao jogo confesso. Ao transformar um pedido de autoexclusão definitivo numa "restrição temporária de 24 horas" com reativação automática, a plataforma transferiu o ónus da sobriedade para uma pessoa doente e incapacitada mentalmente. Trata-se de uma armadilha corporativa predatória concebida para garantir que o cliente volte a jogar assim que o prazo expire. Para agravar a má-fé, no dia 10 de setembro de 2026, continuaram a enviar-me marketing promocional agressivo com bónus de torneios de slots, alimentando de forma criminosa a minha compulsão.Como consequência direta desta retenção predatória e da violação contratual da plataforma, a operadora aceitou indevidamente 129 depósitos após o meu primeiro pedido de socorro de 10 de agosto, resultando num enriquecimento sem causa de exatamente 12.204,00 €.CONDIÇÃO ATUAL DO PROCESSO E NOTA DE URGÊNCIA:Este caso já foi exposto publicamente no Portal da Queixa (Reclamação #162900926), onde conta atualmente com mais de 200 visualizações de consumidores, encontrando-se a empresa em silêncio e com o processo marcado como "Em tratamento".A denúncia formal já deu entrada na autoridade reguladora do Estado português (SRIJ - Serviço de Regulação e Inspeção de Jogos), que perante a gravidade dos factos e provas apresentadas já abriu um processo oficial para investigar as más práticas e a conduta ilegal da plataforma Leon Bet em território nacional.Foi igualmente enviada uma participação detalhada para a entidade reguladora internacional que emite a licença deles (Anjouan Gaming Authority), da qual aguardo resposta face ao silêncio corporativo absoluto demonstrado até ao momento pela operadora.Os meus bancos e instituições financeiras já foram alertados e encontram-se a investigar esta fraude e quebra de protocolo financeiro.Ao perceberem a gravidade das provas que reuni e a dimensão que o caso está a tomar, correram para bloquear o meu acesso à conta para tentar apagar o rasto do sistema, mantendo a recusa em devolver o meu dinheiro.Exijo que a Leon Bet assuma a responsabilidade pela falha catastrófica dos seus mecanismos de Jogo Responsável e proceda à restituição imediata e integral dos 12.204,00 €.

Em curso
P. C.
25/09/2026

Cobrança indevida

Consultando o extrato mensal do meu cartão de crédito dei conta de um débito não esperado, no valor de 18,00€, com data valor de 24 de setembro de 2026, referência nº 090020260924, feito em nome deCACH PRIVICOMPRAS.es. Não subscrevi, pelo menos voluntária e conscientemente, qualquer “privilégio em compras” junto da entidade que efetuou o débito. Verifico não ser o único alvo deste tipo de débitos por parte daquela entidade e na sequência de compras feitas online. Em conformidade, solicito apoio para ser ressarcido do montante debitado indevidamente, o cancelamento de qualquer subscrição existente junto da entidade reclamada e o aconselhamento que entendam adequado para obviar repetição de situações idênticas. Muito obrigado. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
C. B.
25/09/2026

Life and Music — Produto não entregue e reembolso em atraso há mais de 50 dias

Em 3 de julho de 2026, efetuei uma compra online na Life and Music, no valor de 113,00 €, relativa a um banco de piano Roland RPB 300 BK, pago integralmente através de MB WAY. No momento da compra, o produto era anunciado como disponível no prazo de 2 a 3 dias. Após o pagamento, a encomenda permaneceu com o estado «Pendente» e nunca foi entregue. Em 10 de julho, contactei a empresa por email, solicitando esclarecimentos sobre o estado da encomenda e uma previsão de entrega, sem obter qualquer resposta. Perante a ausência de entrega e de comunicação, em 4 de agosto comuniquei formalmente o cancelamento da encomenda e solicitei o reembolso integral dos 113,00 €. Em 17 de agosto, a empresa respondeu que havia solicitado ao distribuidor a devolução do dinheiro e garantiu que efetuaria o meu reembolso durante a semana seguinte, «sem falta». Contudo, o prazo indicado terminou sem que o pagamento fosse realizado. Em 26 de agosto, voltei a contactar a empresa, esclarecendo que a obrigação de me reembolsar era da loja com quem celebrei o contrato, independentemente dos prazos de restituição do respetivo distribuidor. Solicitei o pagamento até ao final do dia seguinte, sem resultado. Em 1 de setembro, através do Portal da Queixa, a empresa voltou a justificar o atraso com a necessidade de aguardar a devolução do dinheiro pelo fornecedor, indicando que este retomaria a atividade em 8 de setembro e que a situação seria resolvida posteriormente. Até à data, continuo sem receber o produto ou o reembolso, apesar de terem decorrido quase três meses desde a compra e mais de 50 dias desde o pedido formal de cancelamento. A situação foi objeto de reclamação no Portal da Queixa, com a referência n.º 160597026. Considero injustificável que a empresa continue a condicionar o meu reembolso à relação comercial que mantém com o seu fornecedor, transferindo para mim as consequências de uma situação à qual sou alheia. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROteste junto da Life and Music, com vista à resolução definitiva deste conflito e à restituição imediata dos 113,00 € pagos, sem novos adiamentos. Solicito ainda a análise do eventual direito às consequências indemnizatórias legalmente previstas pelo incumprimento do prazo de reembolso, atendendo ao período decorrido desde o cancelamento da encomenda. Disponho de todos os comprovativos da compra, pagamento e comunicações mantidas com a empresa.

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