Classificação
- Total de reclamações
- 28
- Número de reclamações*
- 16
- Reclamações resolvidas*
- 75%
- Média de dias para responder*
- Sem resposta
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
Saiba como funciona a plataforma Reclamar e conheça as suas vantagens
-
1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
-
2. Receba um email assim que a empresa responder.
-
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
-
Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
-
Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
-
Se pretender pode tornar a reclamação visível para todos (opcional)
Esta empresa tem uma pontuação muito baixa
Mas nós podemos ajudar!
Entre em contacto com os nossos juristas
Estamos disponíveis durante os dias úteis, das 9 às 18 horas (chamada para rede fixa nacional)
Reclamações recentes
Venda agressiva
Venho por este meio pedir ajuda para a resolução de um contrato efetuado no dia 23 de dezembro em que me dirigi à audição ativa em Penafiel pois sentia um barulho estranho no ouvido ao que a doutora, Eduarda que me fez exames e me deu um diagnóstico em que tinha o ouvido tapado e montou me um contrato de um aparelho no valor 2995,00€ disse que eu ficaria a ouvir bem, coisa que nunca aconteceu, na semana a seguir dia dirigi me ao local pois não conseguia ouvir nada com o aparelho em questão, ouvia muito ruído e reclamei do produto, ao que quando estava lá me ligavam o aparelho a umas máquinas e eu na loja efetivamente ouvia, chegava a casa e o ruído continuava, no dia 17 e 24 de janeiro voltei a dirigir me à audição ativa em Penafiel, e novamente aconteceu a mesma coisa, lá dava e eu chegava a casa e já não conseguia ouvir nada com o aparelho, nessas visitas fui sempre tratado com ignorância e desinteresse. No dia 7 de fevereiro dirigi me novamente e quis deixar lá o aparelho pois não fazia sentido continuar com algo que eu por mais vezes que tentasse resolver o meu problema só me adiavam e nunca conseguiam resolver o meu caso, ao qual me disseram que eu tinha somente 14 dias para reclamar e já não podiam fazer nada, nisto solicitei a ajuda da minha advogada para entender meus direitos face a esta situação ao qual ela enviou uma carta para Faro para a central da audição ativa( cuja carta vou anexar embaixo) ao qual eles me enviaram uma carta a dizer que eu tinha dito que o aparelho estava em perfeita condição, algo que eu nunca disse, não demonstraram interesse no meu caso, nem em eu ter dito que não me sentia bem com o aparelho e nem se preocuparam em saber que um cliente deles estava com problemas, pois em nenhum momento me contactaram para tal mesmo após eu ter me dirigido e enviado cartas a explicar o meu problema, já liguei diversas vezes para o número que está na carta que recebi mas sem nunca me atenderem. Entre estas tentativas dirigi me novamente entre estas datas a Penafiel à loja, e sempre me trataram com ignorância até me terem dito por eu ter reclamado e exigido os meus direitos “ Aí, afinal o senhor ouve bem” em tom de gozo, disseram sempre que não podiam fazer nada, até que tentei falar com a doutora que me fez o contrato, e dizem me que ela não está e que viria a minha casa, coisa que não entendi porque é que não poderia ser atendido lá, mesmo assim a doutora em questão nunca me contactou e agora eu estou com um aparelho em casa que não funciona no meu caso e pior que isso sinto me enganado e injustiçado, tratado com ignorância, solicito a vossa ajuda neste caso.
Burla
Bom dia. Venho por esta via manifestar o meu desagrado. A minha sogra foi influenciada por um Sr. João que trabalhava na Audição Ativa, estes Srs. pressionaram a minha sogra a receber esse Sr. João lá em casa, depois disso foi só palavras bonitas para sacar o dinheiro da minha sogra. No dia 27-08-2025 procedeu a um pagamento de 1500€ para o Sr. João, mesmo este sabendo que que ela se estava a queixar com dores e o aparelho não se estava a adequado. Este Sr. João no dia que se deslocou a casa da minha sogra disse que iria lá todas as semanas durante um mês para verificar se estava tudo bem com o aparelho e se ela se estava a adaptar com o mesmo. Mentira, este Sr. tirou-lhe tudo o que precisava e nunca mais apareceu, a minha sogra farta se de ligar para devolver o aparelho, pois magoa-lhe e não se adaptou com o mesmo, todos os meses vão retirar 90€ a conta da minha sogra e não resolvem o problema. Por várias vezes foi solicitado o cancelamento e tentativas de contacto por parte da mesma, mas todas sempre sem sucesso. Em Outubro solicitei a vinda do mesmo a habitação para se fazer o cancelamento e o mesmo com uma arrogância e rispidez, informar que não era possível devolver o equipamento que era apenas uma fase de adaptação. O aparelho encontra-se dentro da caixa usado apenas 30minutos. Agradeço que seja cancelado de imediato todos os pagamentos, venham buscar o aparelho e devolvam todo o dinheiro que receberam até agora, ou irei por vias extrajudiciais. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-lei nº 57/2008, motivo pelo qual a anulação do contrato e o reembolso integral do valor pago.
Burla
Exmos Senhores Em 2024 a minha tia, pessoa idosa (tem 79 anos), pediu um teste para um aparelho auditivo, deslocou-se uma sra a casa e nesse dia foram-lhe vendidos 2 aparelhos propostos por uma sra da empresa 'Audição Ativa'. Nestes 2 anos por algumas vezes tivemos de nos deslocar à loja de Coimbra porque o aparelho não funcionava ou funcionava mal. mudavam as pilhas faziam uma limpeza e a minha tia ficava a ouvir sem qualidade mas ouvia qualquer coisa. No dia 6/3, cansada das mesmas queixas 'os aparelhos não funcionam, não ouço nada' marcamos uma ida às instalações de Coimbra e pedimos uma intervenção cuidada porque os aparelhos não funcionavam: marcaram uma nova avaliação auditiva Chegamos à loja e o que se seguiu foi um 'Circo' a sra que nos atendeu foi preparando o caminho para o que queria: vender novos aparelhos. Sugeriu que a minha tia deveria ter problemas neurológicos, talvez uma queda com implicações na audição, para incutir um carácter mais dramático ao 'espetáculo' concluiu que a minha tia iria morrer cega e surda (?!), mas a sra continuou no seu rol de disparates atabalhoados com o único objetivo de nos assustar. Fez um exame auditivo numa sala insonorizada com a porta aberta (!!) em que pediam para identificar um apito, claro que a minha tia não ouvia nenhum apito porque o som não era de um apito! E aqui a Sra conclui: a situação é muito grave mas temos a solução: 2 novos aparelhos porque estes já não respondem às necessidades auditivas, melhor, 'estes nunca responderam às necessidades auditivas da sua tia', afirmou a sra. da Audição Ativa admitindo que a venda inicial foi incorreta e não respondia ao objetivo para que foi comprado. justificou que , provavelmente não teriam outros ou tinha escolhido estes pelo preço!! Na venda dos aparelhos em 2024, estavam presentes a irmã e o cunhado da minha tia, após a 'avaliação auditiva' a sra da Audição Ativa propôs uns aparelhos, não apresentando opções, e apresentou o valor a pagar! Ora, se nunca responderam à razão da compra não deveriam ter sido recomendados/vendidos! ou seja, a minha tia foi enganada! Mais, como qualquer aparelho tem uma garantia de 3 anos, os aparelhos não funcionam, após a visita de ontem a minha tia deixou de ouvir qualquer som com eles; A abordagem e postura da Sra mudou qando lhe disse que estava fora de questão comprar novos aparelhos, encenou uma chamada para um Diretor a pedir valores (estratégia banalizada nas áreas comerciais por tantas empresas...) a sra disse que não me podia ajudar e nem se preocupou em colocar os aparelhos na minha tia e começou a 'empurrar' para a saída!! estas situações não podem continuar é urgente parar com isto, divulgar e alertar as pessoas com familiares idosos e vulneráveis e nunca os deixar sozinhos com estas pessoas.
Recusa de devolução de equipamento
Exmos Senhores, No dia 07/02/2026, o meu sogro, José Barata Rodrigues, pessoa idosa, nascido a 12-05-1952, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa na Amadora, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa, pois realizaram imensas chamadas a insistir. No dia 7 de Fevereiro ele foi mantido nas instalações para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva uma vez que um dos ouvidos teria perda auditiva de 101%, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O momento após a suposta avaliação apresentaram lhe os valores do aparelho ao qual o meu sogro diz que no papel constava 480€, e que ficaria a pagar durante 3 meses. Quando chegou a casa pediu para o acompanhar para o ajudar com o crédito e assim o fiz. Mesmo antes de lá chegar ja estavam a ligar novamente a precionar. Quando lá cheguei, já estava os papeis todos prontos. So precisei de dar os meus dados. E deram um tablet para assinarmos ao qual so apresentava a parte da aceitação. E assinamos. Ao qual eu perguntei o número de prestações e disseram me que era de 48 meses a pagar 113,97, ao qual dava um total de 4.845€. Achei muito e achei estranho o meu sogro acritar tal coisa. De seguida meteram lhe os aparelhos ao qual ele ai ja ouvia tudo o que o suposto médico dizia. Após chegar a casa, qual o meu espanto quando o meu sogro pergunta sobre o valor a pagar ao mês e fico espantada, pois não tinha sido esses os valores que ele tinha visto na suposta consulta antes de eu fazer o crédito. Ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante e o contrato não esta com a informação completa. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, dizendo que era uma promoção que acabaria naquele dia, sem tempo razoável de reflexão, e que ele mais uns meses ficaria totalmente surdo, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade e saúde do consumidor. Fiz o pedido de cancelamento do crédito ao BBVA ao qual eles aguardam prova da entrega do equipamento. Dirijimos-nos a loja da AudiçãoActiva no dia 19-02-2026 e quis entregar o aparelho, ao qual eles negaram aceitação do aparelho e fazendo nova pressão sobre nós, ao qual falei em por advogado. Foi de tal forma a pressão que o meu sogro que é o cliente, intimidado disse que continuaria com o artigo. O suposto médico da primeira consulta não foi o mesmo "médico " ao qual nos recebeu para fazer a devolução. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (MIBA_AA6134_403). Visto que tentei entregar o aparelho e comuniquei com o banco antes dos 14 dias, como está na lei. Atentamente, Micaela Gonçalves
Venda forçada
Exmos Senhores, No dia 29/01/2026, o meu pai, Adelino Marques dos Santos, pessoa idosa, nascido a 14/10/1946, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa em Viseu, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa. Durante cerca de 2h30, o meu pai foi mantido nas instalações (andar inferior) para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva no futuro, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O contrato não lhe foi previamente mostrado nem explicado, tendo sido apenas solicitado que assinasse digitalmente, sem lhe ser dada oportunidade real de leitura ou esclarecimento. Apenas após chegar a casa, ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, sem tempo razoável de reflexão, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade do consumidor. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (PSEV_AA6626_743) e o reembolso integral do valor pago. Atentamente, Marco Santos
Precisa de ajuda?
Esta empresa não responde.
