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Reclamações recentes

M. S.
09/02/2026

Venda forçada

Exmos Senhores, No dia 29/01/2026, o meu pai, Adelino Marques dos Santos, pessoa idosa, nascido a 14/10/1946, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa em Viseu, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa. Durante cerca de 2h30, o meu pai foi mantido nas instalações (andar inferior) para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva no futuro, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O contrato não lhe foi previamente mostrado nem explicado, tendo sido apenas solicitado que assinasse digitalmente, sem lhe ser dada oportunidade real de leitura ou esclarecimento. Apenas após chegar a casa, ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, sem tempo razoável de reflexão, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade do consumidor. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (PSEV_AA6626_743) e o reembolso integral do valor pago. Atentamente, Marco Santos

Em curso
C. R.
05/02/2026

Venda agressiva

Bom dia,venho por este meio denunciar uma situação que está por mim resolvida ,mas gostaria de reforços e dar conhecimento ao que aconteceu . Dois anos atrás o meu pai foi chamado para fazer um rastreio de audição na loja audição ativa no Barreiro,nesse mesmo dia,venderam lhe uns aparelhos auditivos,pagando de entrada 500€ e fizeram lhe um crédito na credibom a pagar 82.00€,achei muito rápida a venda e a compra ,questionei o meu pai que na altura tinha 78 anos e é portador de demência na altura ainda leve ,e ele disse que queria porque realmente ouve melhor assim,assim ficou,á vontade dele ,no dia 28/01/26 foi chamado telefonicamente para ir fazer novo rastreio e manutenção dos aparelhos ,neste momento o meu pai já tem 80 anos e a sua doença piorou um pouco ,qual não é o espanto da minha mãe quando ele chega a casa com outros aparelhos novos e mais um crédito a pagar mais 4 anos,154.00€, ou seja ficou na sua posse com 2 pares de aparelhos ,pediram para pagar 100€ ,os quais foram pagos por TPA e pediram o iban da conta,ora o meu pai não sabe mexer nas caixas automáticas,perguntei como conseguiu dar o iban e ele respondeu me que o sr foi com ele á caixa automática,achei um absurdo,uma invasão ,pois aproveitou se da vulnerabilidade do meu pai para ir com ele ,ao qual discordo completamente,foi tirar o iban como poderia ter feito outro tipo de consultas de saldos ou até mesmo fazer levantamentos indevidos . No dia 3/2/26 dirigi me á loja com o meu pai para cancelar o contrato de venda dentro do prazo legal de 14 dias ,devolução dos aparelhos e dentro de 30 dias como estava redigido em contrato no ponto 4 e 4.1 do mesmo,pessoa muito mal educada ,extremamente arrogante,não querendo fazer a devolução e ainda gozou com a patologia do meu pai dizendo ,” então ainda á bocado não se lembrava e agora já se lembra?” Uma tristeza esta gente ,com muito custo lá sai da loja ,posta na rua ,mas vim com um documento de devolução dos equipamentos,perguntei ao sr se com isto ficava também tudo cancelado com a entidade de crédito ,no qual ele me disse que sim que estava tudo resolvido ,como vi que esta gente não é séria e andam a enganar os mais vulneráveis,resolvi ligar para a credibom,para me informar se o assunto ficaria totalmente resolvido como me tinham dito ,e a resposta foi ,claro que não ,a sra só devolveu os equipamentos o crédito tem de ser o sr Francisco a anular connosco fazendo prova da devolução dos mesmos ,lá fiz então a carta do anulamento do contrato ,juntando também a cópia do documento da devolução dos aparelhos ,quando li também melhor o contrato da audição ativa vi que também não bastava aquele documento e sim também uma carta a denunciar o contrato alegando o prazo legal e o DL 54/2008 de venda agressiva ,cara essa que tinha de ser feita por registado e aviso de recepção,entretanto também enviei email com a mesma informação,já recebi email da parte da cedibom a dizer que o contrato está anulado e tudo se resolveu ,estou aqui a deixar o meu testemunho ,para ajudar as pessoas que são enganadas por estes bandidos, que não tem escrúpulos ,ainda perguntei se os aparelhos antigos estavam avariados e ainda me respondeu que não !!! Então qual o motivo de vender outros ??? A intenção não foi mesmo roubar ??? Claro que foi ,muito cuidado com esta gente que devia ser investigada porque andam a desgraçar a vida dos velhotes que mal têm dinheiro para a medicação,atentamente Carla Ribeiro

Em curso
A. R.
14/01/2026

Produto Enganoso

Exmos. Senhores, Venho por este meio requerer o vosso apoio para realizar o cancelamento de um contracto com a empresa Audição Activa, os dois productos que me foram vendidos não cumprem com o prometido, inicialmente foi-me vendido um aparelho de melhoria de audição, como ao final de alguns meses e de várias visitas à loja onde fiz o contracto não me resolviam o meu problema, a vendedora convenceu-me que eu precisava de um aparelho superior e por consequente mais caro, anulando o crédito com a Credibom e começando um novo com o BBVA, aceitei, mas na realidade o problema manteve-se e a divida de crédito com o BBVA aumentou substancialmente. Ao tentar devolver o aparelho porque na minha óptica é quebra contractual pela parte da Audição Activa visto ser publicidade enganosa, fui informada que a devolução não era possível. O que eu gostaria neste momento, era que a Audição Activa aceitasse a minha devolução e no mínimo assumisse o valor que está em falta no crédito ao BBVA que também foi adquirido através da Audição Activa, mas o mais correcto seria a Audição Activa assumir a divida toda e devolver-me o que já paguei, mas se assumirem o que falta já me dou por satisfeita. Encontro-me nesta situação desde 17/08/2021, com dezenas de reclamações na Audição activa, sem que me resolvam o problema e sem aceitarem a anulação do contrato. Contractos: Credibom; 80003882543 - data 08/2021 Audição Activa; 518515 – data 08/2021 BBVA; 6229920 - data 11/2023 Data de troca de aparelho auditivo por um superior e nota de crédito – 31/03/2022 Aguardo o vosso contacto, Cumprimentos, Maria Alice Pereira Raimundo

Em curso
E. S.
13/01/2026

Abuso de pessoa idosa - venda abusiva

Apresento uma reclamação formal relativamente às práticas comerciais adotadas pela empresa Audição Activa das lojas de Faro e Moscavide, envolvendo os meus pais, nomeadamente o meu pai, que já não se encontra totalmente capaz de avaliar situações de marketing agressivo, sendo, por isso, facilmente influenciável. No dia 31/08/2024, o meu pai deslocou-se à loja de Faro, uma vez que a minha mãe tinha perdido um dos aparelhos auditivos. Como ainda possuía um aparelho antigo, pretendeu adaptá-lo, por considerar que a minha mãe perdia frequentemente estes dispositivos. Foi-lhe indicado que a reparação teria um custo de 300€, valor com o qual concordou. No entanto, sem que se apercebesse, foi celebrado um novo contrato de crédito no valor de 2.995€, relativo a um aparelho novo, quando o meu pai acreditava estar apenas a autorizar a reparação do aparelho antigo pelo valor inicialmente indicado. Posteriormente, em 08/02/2025, o meu pai deslocou-se à loja de Moscavide, por considerar que estava a pagar um valor excessivo e não compreender o motivo. O especialista que o atendeu confirmou que, de facto, os encargos eram elevados e informou que iria ajudar, referindo, porém, que a minha mãe teria de utilizar um aparelho num ouvido onde não tem audição, sendo que este não pode receber qualquer aparelho segundo indicação do médico otorrinolaringologista. Foi-lhe então proposta uma “consolidação dos créditos”, ficando a pagar uma única prestação mensal de 84€, situação que, mais uma vez, não lhe foi devidamente esclarecida, tendo resultado na manutenção de três créditos ativos associados à Audição Activa. Isto é, tinha um crédito, queixou-se de um segundo feito por abuso e acrescentaram um terceiro. De um passou a três, num total de 211 euros mensais atualmente. Entretanto, por motivos de saúde, a minha mãe foi internada num lar de idosos, cujos encargos mensais são de 1.300€, sendo a sua reforma apenas suficiente para cobrir esse valor. Ao ser efetuado o débito mensal do lar, o pagamento foi recusado por falta de fundos, situação que me levou a analisar os movimentos bancários e a identificar os três créditos em causa. Considero que o meu pai foi vítima de práticas abusivas e falta de transparência contratual, com aproveitamento da sua condição de maior vulnerabilidade. Solicitei à empresa, assim, a análise urgente desta situação e a resolução dos contratos indevidamente celebrados. O meu pedido não recebeu resposta favorável. A empresa declinou a responsabilidade.

Em curso
P. T.
29/10/2025

Aliciamento de idoso com défice cognitivo para aquisição de aparelho auditivo e contrato de crédito

Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação grave envolvendo a minha tia, uma pessoa idosa, com várias comorbilidades físicas (diabetes, estenose aortica a aguardar cirurgia cardiaca, dislipidemia) e com défice cognitivo (dificuldade em manter uma conversa coerente, que se perde a elaborar uma frase, dificuldade de raciocínio, presença de confusão mental frequente e impulsividade (e incapaz de a controlar), foi aliciada por representantes da empresa Audição activa (primeiro telefonicamente e posteriormente presencialmente na loja do Funchal) a adquirir um aparelho auditivo e, em simultâneo, a contrair um empréstimo/contrato de crédito para o pagamento do mesmo com a empresa Credibom. A minha tia não tem capacidade para compreender nem avaliar as condições contratuais, nem a natureza do compromisso financeiro que lhe foi imposto. Está reformada por invalidez há vários anos (na sequência de um pós cirurgia gástrica extensa), vive da sua pouca reforma. Tem alguma destreza física que lhe permite pequenas compras diárias no supermercado mas necessita de apoio dos sobrinhos para as compras do mês. Vive sozinha (a irmã com quem vivia faleceu há poucos anos), as irmãs que lhe restam e sobrinhos vivem ao lado da sua casa e dão o apoio necessário. A minha tia deslocou-se a loja da audição activa no Funchal sozinha em agosto de 2025 após ter sido contactada pelo call center da mesma a aliciar para adquirir um aparelho auditivo, abriu conta no banco e assinou contrato com a credibom sem dizer nada a ninguém. Contou-nos agora (outubro 2025) a situação, lavada em lágrimas e desesperada por não ter dinheiro para pagar o crédito (cerca de 170 euros por mês), não sabe o que fazer. Tentou devolver o aparelho mas a loja recusa-se a aceitar a devolução alegando que já passou o prazo de devolução e anulação do contrato (30 dias segundo eles). O referido aparelho não é utilizado, não trouxe qualquer benefício comprovado e, ainda assim, a empresa insiste na cobrança de valores relativos ao crédito. Esta situação configura, a meu ver, uma prática comercial abusiva e eticamente reprovável, que explora a vulnerabilidade de pessoas idosas e com limitações cognitivas. Solicitei junto da Audição activa e junto da Credibom a anulação imediata do contrato de compra e do contrato de crédito associado, bem como a devolução de quaisquer valores já cobrados indevidamente. Peço que esta queixa seja analisada com urgência (a minha tinha vai ser submetida a uma cirurgia cardiaca em breve e receio que este problema lhe provoque consequências negativasde saúde físicae psicológic, e que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir que estectipo de empresa continue a recorrer a este tipo de práticas junto de pessoas vulneráveis. Grata pela atenção. Com os melhores cumprimentos

Encerrada

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