Classificação
- Total de reclamações
- 31
- Número de reclamações*
- 18
- Reclamações resolvidas*
- 83%
- Média de dias para responder*
- Sem resposta
Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Mau serviço
Exmos Senhores, No início deste ano, adquiri Aparelhos a empresa Audição Activa, no valor de 4.600 €, pagos com uma entrada inicial de 500 € e o restante débito directo mensal. Desde a entrega apresentaram graves problemas, são enormes, não entrando no canal auditivo, Fiz várias reclamações, directamente na loja, chamadas telefónicas e emails, os aparelhos foram enviados para a fábrica diversas vezes, sem qualquer resolução eficaz e a ultima vez, vieram dom umas patilhas que lhes colocaram afim de evitar a queda dos ouvidos, mantendo-se os mesmos defeitos. Ando a pedir a rescisão do contrato desde Março sem sucesso. Foram muito mal feitos e vieram ainda pior, junto foto. Assim peço por favor que me ajudem a rescindir o Contrato e a reaver todo o dinheiro já pago, bem como a suspensão do débito directo. Estou a pagar uma coisa que não posso usar, porque corro o risco de os perder. Agradecendo desde já e com os meus cumprimentos, MS PS. Não consegui transferir para aqui, os emails trocados com o fornecedor
Tratamento inadequado e entraves a devolução de produto
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento prestado no estabelecimento de Benfica, na sequência da aquisição de um aparelho auditivo financiado. No dia 18 de abril de 2026, a minha mãe deslocou-se ao estabelecimento, onde foi celebrado um financiamento no valor aproximado de 4.000€, com pagamento em 48 meses. Durante o processo, a minha mãe entrou em contacto comigo várias vezes para pedir ajuda e opinião, porém encontrava-me a trabalhar e não consegui acompanhar a situação devidamente. Cheguei inclusivamente a falar telefonicamente com o Sr. Ricardo, colaborador que estava a tratar do processo, tendo-lhe explicado que pretendia compreender melhor as condições antes de qualquer decisão definitiva. Durante essa conversa, foram feitas observações que considerei inadequadas e pressionantes, nomeadamente: - Referiu que já se encontrava “fora de horas” e que tinha feito um grande esforço para conseguir o financiamento; - Deu a entender que seria inconveniente ou ingrato não avançar após o tempo que alegadamente dedicou ao processo; - Indicou que poderíamos rever o contrato e regressar na segunda-feira caso entendêssemos não avançar. Após isso, pedi à minha mãe que tomasse a decisão que considerasse melhor, uma vez que eu teria de desligar para continuar a trabalhar. Em momento algum dei autorização ou incentivo direto para avançar com o financiamento. Posteriormente, após refletir melhor sobre a nossa situação financeira, a minha mãe arrependeu-se da decisão e pediu-me ajuda para proceder à devolução do equipamento e cancelamento do financiamento. No dia 24 de abril de 2026 contactei telefonicamente a Audição Activa para informar da nossa intenção de devolver o aparelho. A colaboradora que nos atendeu agendou então uma deslocação ao estabelecimento de Benfica para o dia 2 de maio de 2026, às 9h30, alegadamente para tratar da devolução. No entanto, quando nos deslocámos ao estabelecimento, iniciou-se uma situação extremamente desagradável e, no nosso entender, inadequada. Inicialmente foi-nos exigida a presença do meu irmão, por ser o paciente utilizador do aparelho, apesar de a titular do financiamento ser a minha mãe. Explicámos que não fazia sentido exigir a presença dele para efeitos de devolução contratual e financeira, mas acabámos por aceder ao pedido, saindo momentaneamente do estabelecimento e regressando posteriormente com ele. A partir desse momento, sentimos uma clara tentativa de pressão psicológica e manipulação para impedir a devolução do produto. O colaborador presente começou por insistir repetidamente nas razões pelas quais deveríamos manter o aparelho, apesar de termos manifestado de forma clara e educada a nossa intenção de devolver o equipamento. Posteriormente, foi efetuada uma chamada ao Sr. Ricardo, que adotou uma postura extremamente rude e desrespeitosa. Sempre que tentei intervir na conversa, fui interrompida. O Sr. Ricardo limitou-se praticamente a realizar um monólogo, afirmando inclusivamente que eu teria dado autorização para a minha mãe avançar com o financiamento, o que é falso. A conversa terminou abruptamente por iniciativa do próprio. Mais tarde foi chamado o Sr. Filipe Rodrigues, cuja função desconheço, mas cuja postura foi igualmente inaceitável. O referido senhor dirigiu-se a nós de forma agressiva, arrogante e desrespeitosa, tratando-nos como se fôssemos irresponsáveis ou crianças. Entre várias observações inadequadas, insinuou: - Que era eu quem estava a pressionar a minha mãe a devolver o produto; - Que a decisão não seria realmente da minha mãe; - Que estávamos mais preocupados com questões financeiras do que com a saúde do meu irmão; - Que “brincámos com o trabalho deles”; - Que éramos “irresponsáveis”. Quando lhe pedi que moderasse o tom e mantivesse uma postura respeitosa, respondeu-me que eu “não tinha direito nenhum ali”. Por fim, quando perceberam que mantínhamos a intenção firme de devolver o produto, foi-nos dito que poderiam não aceitar a devolução em loja e que deveríamos “ler o contrato para perceber como devolver”. Ora, esta situação levanta-nos uma questão legítima: Se alegadamente a devolução não podia ser efetuada em loja, por que motivo fomos encaminhados telefonicamente para comparecer precisamente no estabelecimento com o objetivo de tratar da devolução? Não condenamos o facto de tentarem reter um cliente ou explicar os benefícios do produto. No entanto, condenamos fortemente: - A pressão exercida; - A postura agressiva e desrespeitosa; - As tentativas de manipulação emocional; - As insinuações feitas à nossa família; - E os entraves criados relativamente a um direito legítimo do consumidor. Solicitamos assim: - A análise formal desta situação; - Um esclarecimento escrito relativamente ao procedimento correto de devolução; - E a devida averiguação da postura dos colaboradores envolvidos. Com os melhores cumprimentos, SUELYNEIDA ALMEIDA
Venda agressiva
Venho por este meio pedir ajuda para a resolução de um contrato efetuado no dia 23 de dezembro em que me dirigi à audição ativa em Penafiel pois sentia um barulho estranho no ouvido ao que a doutora, Eduarda que me fez exames e me deu um diagnóstico em que tinha o ouvido tapado e montou me um contrato de um aparelho no valor 2995,00€ disse que eu ficaria a ouvir bem, coisa que nunca aconteceu, na semana a seguir dia dirigi me ao local pois não conseguia ouvir nada com o aparelho em questão, ouvia muito ruído e reclamei do produto, ao que quando estava lá me ligavam o aparelho a umas máquinas e eu na loja efetivamente ouvia, chegava a casa e o ruído continuava, no dia 17 e 24 de janeiro voltei a dirigir me à audição ativa em Penafiel, e novamente aconteceu a mesma coisa, lá dava e eu chegava a casa e já não conseguia ouvir nada com o aparelho, nessas visitas fui sempre tratado com ignorância e desinteresse. No dia 7 de fevereiro dirigi me novamente e quis deixar lá o aparelho pois não fazia sentido continuar com algo que eu por mais vezes que tentasse resolver o meu problema só me adiavam e nunca conseguiam resolver o meu caso, ao qual me disseram que eu tinha somente 14 dias para reclamar e já não podiam fazer nada, nisto solicitei a ajuda da minha advogada para entender meus direitos face a esta situação ao qual ela enviou uma carta para Faro para a central da audição ativa( cuja carta vou anexar embaixo) ao qual eles me enviaram uma carta a dizer que eu tinha dito que o aparelho estava em perfeita condição, algo que eu nunca disse, não demonstraram interesse no meu caso, nem em eu ter dito que não me sentia bem com o aparelho e nem se preocuparam em saber que um cliente deles estava com problemas, pois em nenhum momento me contactaram para tal mesmo após eu ter me dirigido e enviado cartas a explicar o meu problema, já liguei diversas vezes para o número que está na carta que recebi mas sem nunca me atenderem. Entre estas tentativas dirigi me novamente entre estas datas a Penafiel à loja, e sempre me trataram com ignorância até me terem dito por eu ter reclamado e exigido os meus direitos “ Aí, afinal o senhor ouve bem” em tom de gozo, disseram sempre que não podiam fazer nada, até que tentei falar com a doutora que me fez o contrato, e dizem me que ela não está e que viria a minha casa, coisa que não entendi porque é que não poderia ser atendido lá, mesmo assim a doutora em questão nunca me contactou e agora eu estou com um aparelho em casa que não funciona no meu caso e pior que isso sinto me enganado e injustiçado, tratado com ignorância, solicito a vossa ajuda neste caso.
Burla
Bom dia. Venho por esta via manifestar o meu desagrado. A minha sogra foi influenciada por um Sr. João que trabalhava na Audição Ativa, estes Srs. pressionaram a minha sogra a receber esse Sr. João lá em casa, depois disso foi só palavras bonitas para sacar o dinheiro da minha sogra. No dia 27-08-2025 procedeu a um pagamento de 1500€ para o Sr. João, mesmo este sabendo que que ela se estava a queixar com dores e o aparelho não se estava a adequado. Este Sr. João no dia que se deslocou a casa da minha sogra disse que iria lá todas as semanas durante um mês para verificar se estava tudo bem com o aparelho e se ela se estava a adaptar com o mesmo. Mentira, este Sr. tirou-lhe tudo o que precisava e nunca mais apareceu, a minha sogra farta se de ligar para devolver o aparelho, pois magoa-lhe e não se adaptou com o mesmo, todos os meses vão retirar 90€ a conta da minha sogra e não resolvem o problema. Por várias vezes foi solicitado o cancelamento e tentativas de contacto por parte da mesma, mas todas sempre sem sucesso. Em Outubro solicitei a vinda do mesmo a habitação para se fazer o cancelamento e o mesmo com uma arrogância e rispidez, informar que não era possível devolver o equipamento que era apenas uma fase de adaptação. O aparelho encontra-se dentro da caixa usado apenas 30minutos. Agradeço que seja cancelado de imediato todos os pagamentos, venham buscar o aparelho e devolvam todo o dinheiro que receberam até agora, ou irei por vias extrajudiciais. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-lei nº 57/2008, motivo pelo qual a anulação do contrato e o reembolso integral do valor pago.
Burla
Exmos Senhores Em 2024 a minha tia, pessoa idosa (tem 79 anos), pediu um teste para um aparelho auditivo, deslocou-se uma sra a casa e nesse dia foram-lhe vendidos 2 aparelhos propostos por uma sra da empresa 'Audição Ativa'. Nestes 2 anos por algumas vezes tivemos de nos deslocar à loja de Coimbra porque o aparelho não funcionava ou funcionava mal. mudavam as pilhas faziam uma limpeza e a minha tia ficava a ouvir sem qualidade mas ouvia qualquer coisa. No dia 6/3, cansada das mesmas queixas 'os aparelhos não funcionam, não ouço nada' marcamos uma ida às instalações de Coimbra e pedimos uma intervenção cuidada porque os aparelhos não funcionavam: marcaram uma nova avaliação auditiva Chegamos à loja e o que se seguiu foi um 'Circo' a sra que nos atendeu foi preparando o caminho para o que queria: vender novos aparelhos. Sugeriu que a minha tia deveria ter problemas neurológicos, talvez uma queda com implicações na audição, para incutir um carácter mais dramático ao 'espetáculo' concluiu que a minha tia iria morrer cega e surda (?!), mas a sra continuou no seu rol de disparates atabalhoados com o único objetivo de nos assustar. Fez um exame auditivo numa sala insonorizada com a porta aberta (!!) em que pediam para identificar um apito, claro que a minha tia não ouvia nenhum apito porque o som não era de um apito! E aqui a Sra conclui: a situação é muito grave mas temos a solução: 2 novos aparelhos porque estes já não respondem às necessidades auditivas, melhor, 'estes nunca responderam às necessidades auditivas da sua tia', afirmou a sra. da Audição Ativa admitindo que a venda inicial foi incorreta e não respondia ao objetivo para que foi comprado. justificou que , provavelmente não teriam outros ou tinha escolhido estes pelo preço!! Na venda dos aparelhos em 2024, estavam presentes a irmã e o cunhado da minha tia, após a 'avaliação auditiva' a sra da Audição Ativa propôs uns aparelhos, não apresentando opções, e apresentou o valor a pagar! Ora, se nunca responderam à razão da compra não deveriam ter sido recomendados/vendidos! ou seja, a minha tia foi enganada! Mais, como qualquer aparelho tem uma garantia de 3 anos, os aparelhos não funcionam, após a visita de ontem a minha tia deixou de ouvir qualquer som com eles; A abordagem e postura da Sra mudou qando lhe disse que estava fora de questão comprar novos aparelhos, encenou uma chamada para um Diretor a pedir valores (estratégia banalizada nas áreas comerciais por tantas empresas...) a sra disse que não me podia ajudar e nem se preocupou em colocar os aparelhos na minha tia e começou a 'empurrar' para a saída!! estas situações não podem continuar é urgente parar com isto, divulgar e alertar as pessoas com familiares idosos e vulneráveis e nunca os deixar sozinhos com estas pessoas.
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Esta empresa não responde.
