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Venda forçada
Exmos Senhores, No dia 29/01/2026, o meu pai, Adelino Marques dos Santos, pessoa idosa, nascido a 14/10/1946, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa em Viseu, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa. Durante cerca de 2h30, o meu pai foi mantido nas instalações (andar inferior) para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva no futuro, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O contrato não lhe foi previamente mostrado nem explicado, tendo sido apenas solicitado que assinasse digitalmente, sem lhe ser dada oportunidade real de leitura ou esclarecimento. Apenas após chegar a casa, ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, sem tempo razoável de reflexão, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade do consumidor. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (PSEV_AA6626_743) e o reembolso integral do valor pago. Atentamente, Marco Santos
Venda agressiva
Bom dia,venho por este meio denunciar uma situação que está por mim resolvida ,mas gostaria de reforços e dar conhecimento ao que aconteceu . Dois anos atrás o meu pai foi chamado para fazer um rastreio de audição na loja audição ativa no Barreiro,nesse mesmo dia,venderam lhe uns aparelhos auditivos,pagando de entrada 500€ e fizeram lhe um crédito na credibom a pagar 82.00€,achei muito rápida a venda e a compra ,questionei o meu pai que na altura tinha 78 anos e é portador de demência na altura ainda leve ,e ele disse que queria porque realmente ouve melhor assim,assim ficou,á vontade dele ,no dia 28/01/26 foi chamado telefonicamente para ir fazer novo rastreio e manutenção dos aparelhos ,neste momento o meu pai já tem 80 anos e a sua doença piorou um pouco ,qual não é o espanto da minha mãe quando ele chega a casa com outros aparelhos novos e mais um crédito a pagar mais 4 anos,154.00€, ou seja ficou na sua posse com 2 pares de aparelhos ,pediram para pagar 100€ ,os quais foram pagos por TPA e pediram o iban da conta,ora o meu pai não sabe mexer nas caixas automáticas,perguntei como conseguiu dar o iban e ele respondeu me que o sr foi com ele á caixa automática,achei um absurdo,uma invasão ,pois aproveitou se da vulnerabilidade do meu pai para ir com ele ,ao qual discordo completamente,foi tirar o iban como poderia ter feito outro tipo de consultas de saldos ou até mesmo fazer levantamentos indevidos . No dia 3/2/26 dirigi me á loja com o meu pai para cancelar o contrato de venda dentro do prazo legal de 14 dias ,devolução dos aparelhos e dentro de 30 dias como estava redigido em contrato no ponto 4 e 4.1 do mesmo,pessoa muito mal educada ,extremamente arrogante,não querendo fazer a devolução e ainda gozou com a patologia do meu pai dizendo ,” então ainda á bocado não se lembrava e agora já se lembra?” Uma tristeza esta gente ,com muito custo lá sai da loja ,posta na rua ,mas vim com um documento de devolução dos equipamentos,perguntei ao sr se com isto ficava também tudo cancelado com a entidade de crédito ,no qual ele me disse que sim que estava tudo resolvido ,como vi que esta gente não é séria e andam a enganar os mais vulneráveis,resolvi ligar para a credibom,para me informar se o assunto ficaria totalmente resolvido como me tinham dito ,e a resposta foi ,claro que não ,a sra só devolveu os equipamentos o crédito tem de ser o sr Francisco a anular connosco fazendo prova da devolução dos mesmos ,lá fiz então a carta do anulamento do contrato ,juntando também a cópia do documento da devolução dos aparelhos ,quando li também melhor o contrato da audição ativa vi que também não bastava aquele documento e sim também uma carta a denunciar o contrato alegando o prazo legal e o DL 54/2008 de venda agressiva ,cara essa que tinha de ser feita por registado e aviso de recepção,entretanto também enviei email com a mesma informação,já recebi email da parte da cedibom a dizer que o contrato está anulado e tudo se resolveu ,estou aqui a deixar o meu testemunho ,para ajudar as pessoas que são enganadas por estes bandidos, que não tem escrúpulos ,ainda perguntei se os aparelhos antigos estavam avariados e ainda me respondeu que não !!! Então qual o motivo de vender outros ??? A intenção não foi mesmo roubar ??? Claro que foi ,muito cuidado com esta gente que devia ser investigada porque andam a desgraçar a vida dos velhotes que mal têm dinheiro para a medicação,atentamente Carla Ribeiro
Produto Enganoso
Exmos. Senhores, Venho por este meio requerer o vosso apoio para realizar o cancelamento de um contracto com a empresa Audição Activa, os dois productos que me foram vendidos não cumprem com o prometido, inicialmente foi-me vendido um aparelho de melhoria de audição, como ao final de alguns meses e de várias visitas à loja onde fiz o contracto não me resolviam o meu problema, a vendedora convenceu-me que eu precisava de um aparelho superior e por consequente mais caro, anulando o crédito com a Credibom e começando um novo com o BBVA, aceitei, mas na realidade o problema manteve-se e a divida de crédito com o BBVA aumentou substancialmente. Ao tentar devolver o aparelho porque na minha óptica é quebra contractual pela parte da Audição Activa visto ser publicidade enganosa, fui informada que a devolução não era possível. O que eu gostaria neste momento, era que a Audição Activa aceitasse a minha devolução e no mínimo assumisse o valor que está em falta no crédito ao BBVA que também foi adquirido através da Audição Activa, mas o mais correcto seria a Audição Activa assumir a divida toda e devolver-me o que já paguei, mas se assumirem o que falta já me dou por satisfeita. Encontro-me nesta situação desde 17/08/2021, com dezenas de reclamações na Audição activa, sem que me resolvam o problema e sem aceitarem a anulação do contrato. Contractos: Credibom; 80003882543 - data 08/2021 Audição Activa; 518515 – data 08/2021 BBVA; 6229920 - data 11/2023 Data de troca de aparelho auditivo por um superior e nota de crédito – 31/03/2022 Aguardo o vosso contacto, Cumprimentos, Maria Alice Pereira Raimundo
Abuso de pessoa idosa - venda abusiva
Apresento uma reclamação formal relativamente às práticas comerciais adotadas pela empresa Audição Activa das lojas de Faro e Moscavide, envolvendo os meus pais, nomeadamente o meu pai, que já não se encontra totalmente capaz de avaliar situações de marketing agressivo, sendo, por isso, facilmente influenciável. No dia 31/08/2024, o meu pai deslocou-se à loja de Faro, uma vez que a minha mãe tinha perdido um dos aparelhos auditivos. Como ainda possuía um aparelho antigo, pretendeu adaptá-lo, por considerar que a minha mãe perdia frequentemente estes dispositivos. Foi-lhe indicado que a reparação teria um custo de 300€, valor com o qual concordou. No entanto, sem que se apercebesse, foi celebrado um novo contrato de crédito no valor de 2.995€, relativo a um aparelho novo, quando o meu pai acreditava estar apenas a autorizar a reparação do aparelho antigo pelo valor inicialmente indicado. Posteriormente, em 08/02/2025, o meu pai deslocou-se à loja de Moscavide, por considerar que estava a pagar um valor excessivo e não compreender o motivo. O especialista que o atendeu confirmou que, de facto, os encargos eram elevados e informou que iria ajudar, referindo, porém, que a minha mãe teria de utilizar um aparelho num ouvido onde não tem audição, sendo que este não pode receber qualquer aparelho segundo indicação do médico otorrinolaringologista. Foi-lhe então proposta uma “consolidação dos créditos”, ficando a pagar uma única prestação mensal de 84€, situação que, mais uma vez, não lhe foi devidamente esclarecida, tendo resultado na manutenção de três créditos ativos associados à Audição Activa. Isto é, tinha um crédito, queixou-se de um segundo feito por abuso e acrescentaram um terceiro. De um passou a três, num total de 211 euros mensais atualmente. Entretanto, por motivos de saúde, a minha mãe foi internada num lar de idosos, cujos encargos mensais são de 1.300€, sendo a sua reforma apenas suficiente para cobrir esse valor. Ao ser efetuado o débito mensal do lar, o pagamento foi recusado por falta de fundos, situação que me levou a analisar os movimentos bancários e a identificar os três créditos em causa. Considero que o meu pai foi vítima de práticas abusivas e falta de transparência contratual, com aproveitamento da sua condição de maior vulnerabilidade. Solicitei à empresa, assim, a análise urgente desta situação e a resolução dos contratos indevidamente celebrados. O meu pedido não recebeu resposta favorável. A empresa declinou a responsabilidade.
Aliciamento de idoso com défice cognitivo para aquisição de aparelho auditivo e contrato de crédito
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação grave envolvendo a minha tia, uma pessoa idosa, com várias comorbilidades físicas (diabetes, estenose aortica a aguardar cirurgia cardiaca, dislipidemia) e com défice cognitivo (dificuldade em manter uma conversa coerente, que se perde a elaborar uma frase, dificuldade de raciocínio, presença de confusão mental frequente e impulsividade (e incapaz de a controlar), foi aliciada por representantes da empresa Audição activa (primeiro telefonicamente e posteriormente presencialmente na loja do Funchal) a adquirir um aparelho auditivo e, em simultâneo, a contrair um empréstimo/contrato de crédito para o pagamento do mesmo com a empresa Credibom. A minha tia não tem capacidade para compreender nem avaliar as condições contratuais, nem a natureza do compromisso financeiro que lhe foi imposto. Está reformada por invalidez há vários anos (na sequência de um pós cirurgia gástrica extensa), vive da sua pouca reforma. Tem alguma destreza física que lhe permite pequenas compras diárias no supermercado mas necessita de apoio dos sobrinhos para as compras do mês. Vive sozinha (a irmã com quem vivia faleceu há poucos anos), as irmãs que lhe restam e sobrinhos vivem ao lado da sua casa e dão o apoio necessário. A minha tia deslocou-se a loja da audição activa no Funchal sozinha em agosto de 2025 após ter sido contactada pelo call center da mesma a aliciar para adquirir um aparelho auditivo, abriu conta no banco e assinou contrato com a credibom sem dizer nada a ninguém. Contou-nos agora (outubro 2025) a situação, lavada em lágrimas e desesperada por não ter dinheiro para pagar o crédito (cerca de 170 euros por mês), não sabe o que fazer. Tentou devolver o aparelho mas a loja recusa-se a aceitar a devolução alegando que já passou o prazo de devolução e anulação do contrato (30 dias segundo eles). O referido aparelho não é utilizado, não trouxe qualquer benefício comprovado e, ainda assim, a empresa insiste na cobrança de valores relativos ao crédito. Esta situação configura, a meu ver, uma prática comercial abusiva e eticamente reprovável, que explora a vulnerabilidade de pessoas idosas e com limitações cognitivas. Solicitei junto da Audição activa e junto da Credibom a anulação imediata do contrato de compra e do contrato de crédito associado, bem como a devolução de quaisquer valores já cobrados indevidamente. Peço que esta queixa seja analisada com urgência (a minha tinha vai ser submetida a uma cirurgia cardiaca em breve e receio que este problema lhe provoque consequências negativasde saúde físicae psicológic, e que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir que estectipo de empresa continue a recorrer a este tipo de práticas junto de pessoas vulneráveis. Grata pela atenção. Com os melhores cumprimentos
Cobranças de serviços incluídos na garantia
Venho por este meio apresentar uma reclamação da Audição Ativa. Pedi assistência devido a um fio do aparelho auditivo que se encontra torcido, e foi-me informado que a empresa não iria proceder ao reparo do meu aparelho estando ele no período da garantia, justificando que a causa é mau uso, o que não tem fundamento dado que anteriormente já aconteceu exatamente o mesmo e a garantia assumiu a reparação do mesmo sem me cobrarem qualquer tipo de valor. Ao dirigir-me a uma loja, para procederem com a reparação do mesmo, ligaram-me mais tarde a comunicar que teria de pagar a reparação do mesmo dado que a garantia não iria cobrir esse dano, e eu, por necessidade evidente dos aparelhos, tive de efetuar o pagamento para que fosse arranjado. No entanto, não posso aceitar que me tenha sido cobrado qualquer tipo de valor dado que ainda tenho o direito de usufruir da garantia. Volto a reforçar que já fizeram a reparação do meu aparelho anteriormente, quando o mesmo tinha exatamente a mesma avaria e consegui que me reparassem o mesmo sem levantarem qualquer tipo de problemas. Pretendo que o valor que paguei pela reparação do aparelho me seja devolvido, dado que a garantia cobre, como já cobriu anteriormente, este tipo de danos.
Duplo crédito em funcionamento
Fui contactado pela audição ativa (Maia) para uma revisão de uns aparelhos que já lhes tinha comprado em 15-11-2021, com apoio ao crédito na cofidis, mas como é costume tudo nos aparelhos iniciais tudo estava, mas o técnico que me atendeu começou com a conversa do costume, que os meus aparelhos inciais já não davam resposta as minhas necessidades e como tem conversa que embrulha meio regimento, conseguiu que Eu caisse na compra de uns novos aparelhos, na mesma hora contactou a Cofidis para saber qual o débito que estava a decorrer dos aparelhos que nessa altura era de 632,58€ e propuseram-me logo liquidarem o valor em divida, para Eu iniciar um crédito novo para os novos aparelhos, e acedi a essa hipotese, ou seja colocaram-me logo os novos aparelhos sem olhar para trás, passados uns minutos, já começaram a pedir uma entrada de 100€ que iria baixar algo numa prestação que se previa em 100,00€, ok dei o valor solicitado e assinei o contrato tudo normal e vim embora passado uns dias ligaram-me da sede de Lisboa para passar na loja, pois tinha que assinar novos papeis, foi quando recebi uma carta da Banca a não aceitarem o crédito, mas neste impasse a Cofidis cobrou-me mais uma prestação, pois a Audição Ativa, não tinha liquidado nada dos aprelhos anteriores, ou seja fico com 2 supostos créditos em curso para 2 aparelhos distintos, não gostei da artimanha e chamei a atenção do dito técnico (que é mais é artista para vender), de Nome FRANCISCO CORREIA, tudo gente de boas falinhas, mas para levar o Pato, entretanto fui de novo á loja e o mesmo senhor apresentou-me um novo crédito para Eu assinar em que já vou pagar 110,00€ mensais em 48 meses e no seguimento desta papagaiada Eu perco já 250€ ou seja os 100,00 que dei na hora, mais 2 prestações que o crédito antigo já cobrou 77,54€ / mês, assim sendo e como perguntei ao referido técnico quem suporta esta perda, resposta não se preocupe depois reembolsamos e Eu perguntei quando e fiquei sem resposta, não estou satisfeito com a atitude deste sr. e espero que audição ativa me reembolse deste prejuizo que estou a ter, ainda que entretanto para ver se não sou supreendiod de novo já cancelei o débito direto dos 1º aparelhos embora Eles Cofidis possam ter alguma culpa, mas só ofiz e já informei da tramoia que fui alvo a ver e a pr´pria Cofidis se mexe contra a EMPRESA AUDIÇÃO ACTIVA, que infelizmente não são sérios E porque continuam sem dar solução, hoje dia 09-06-2025, resolvi contatar a Empresa e que continua a tentar enrolar! Voltei a publicar continuação da reclamação O tratamento que as coisas estão a ter é zero, pois continuam sem nada fazer e hoje ou amanhã torna a vencer nova mensalidade com a COFIDIS, que só estão a cobrar o que está contratado, enquantoa AUDIÇÃO ACTIVA, continua a enrolar, no mais recente email que lhes respondi só pedi para não avançar com um processo contra Eles (audição activa) me devolvam 250€ que estou em prejuizo já, mas dizem que não podem, uma coisa é certa, ou devolvem, ou os aparelhos ficam mais famosos ainda por terem práticas de enrolar os clientes, agradeço que quando a Empresa vir este novo comentário entre em contacto comigo, mas com intenções válidas para resolver este embrólio. Nota - pretendo restituidos 250€ e já não estou a falar de danos morais e psicológicos que me está a causar e ainda o que virá, tenho mais que fazer na vida do que andar a manter pessoas de má indole!
Rescisão de Contrato de Compra e Venda de Aparelho Auditivo – Referência 238037
DOCUMENTO DE RESCISÃO DE CONTRATO E RECLAMAÇÃO FORMAL Exmo.(a). Senhor(a), Destinatário: AudiçãoActiva Loja: Avenida da República, 472, 4450-237, Matosinhos Remetente: M. F. C. A. NIF: --------- Data de Nascimento: ____ Morada: ______ Matosinhos. Assunto: Rescisão de Contrato de Compra e Venda de Aparelho Auditivo – Referência 238037 Data da Compra: 21/04/2025 Vendedora: M. O. Tipo de Compra: Encomenda / Colocação (SFI) Contrato:---------- Produto(s) Adquirido(s): • ReSound RS NEXIA (RECAR) NX560S-DRWC, CHMPN (N.º de série: 2486351783) • ReSound RS NEXIA STD Charger (N.º de série: 2481626177) • ReSound REC Tube, SF3 MP REC, 2L, BLSTR • ReSound DOME, SF3, PWR, REC, SM Valor Total dos Artigos: € 3.636,00 Descontos Aplicados: • Acessórios: € 241,00 • Outros Descontos: € 400,00 Valor Final da Compra: € 2.995,00 RESCISÃO E FUNDAMENTAÇÃO LEGAL Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho, com as alterações introduzidas pela Lei n.º 47/2014, de 28 de julho) e do Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro (contratos celebrados à distância e fora do estabelecimento comercial), é garantido ao consumidor o direito de livre resolução do contrato no prazo de 14 dias úteis sem necessidade de apresentar qualquer justificação. Adicionalmente, conforme indicado no contrato e reforçado pela política comercial da AudiçãoActiva, foi concedido um prazo de 30 dias para devolução do produto e cancelamento da compra. A cliente M. F. C. A. exerceu atempadamente este direito, tendo comparecido pessoalmente na loja da AudiçãoActiva no dia 23/04/2025, dois dias após a assinatura do contrato, manifestando a sua intenção inequívoca de devolver o aparelho auditivo e rescindir o contrato de compra e venda. Contudo, até à presente data, o processo de rescisão tem sido sucessivamente adiado de forma desrespeitosa e injustificável, pelos seguintes motivos: 1. 23/04/2025: A cliente compareceu na loja e foi informada pela vendedora M. O. que deveria regressar no dia 07/05/2025 para assinar a rescisão, pois seria necessário solicitar o cancelamento junto do banco BBVA, onde foi realizado o financiamento. 2. 07/05/2025: A cliente voltou conforme instruído, mas foi informada pela mesma vendedora de que o banco ainda não tinha enviado a documentação de rescisão e que deveria regressar no dia 21/05/2025. 3. 08/05/2025: Uma representante da AudiçãoActiva contactou telefonicamente a cliente, remarcando o atendimento para o dia 12/05/2025. 4. 12/05/2025: A cliente foi atendida pelo colaborador F. , que declarou não ter acesso à documentação de rescisão, pois a vendedora M. O. se encontrava de férias, reiterando que a cliente deveria voltar no dia 21/05/2025, como inicialmente previsto. 5. 21/05/2025: A cliente voltou à loja e foi novamente informada de que M. O. continuava de férias, sendo agendada nova data para 26/05/2025. Este sucessivo adiamento da resolução contratual, apesar de o direito ter sido exercido dentro do prazo e de forma presencial, constitui violação dos direitos do consumidor, demonstrando desrespeito, má-fé e desorganização comercial por parte da empresa. Tal conduta caracteriza uma prática comercial desleal e abusiva, suscetível de sanção pelas entidades competentes. ________________________________________ DETERMINAÇÃO E REQUERIMENTO Com base no exposto, a consumidora M. F. C. A. exige a imediata rescisão do contrato de compra e venda com a referência 238037, bem como o cancelamento integral do financiamento junto do banco BBVA, com devolução de eventuais quantias cobradas e o cancelamento de quaisquer débitos ou obrigações financeiras. Solicita-se ainda a entrega imediata de documento formal que comprove a rescisão contratual, devidamente datado e assinado, e a confirmação por escrito de que a cliente está livre de quaisquer vínculos contratuais ou financeiros com a empresa AudiçãoActiva e com o banco BBVA. Pedimos uma resposta e solução definitiva imediatamente. Na ausência de resposta ou regularização, serão tomadas as medidas legais adequadas. Com os melhores cumprimentos, Matosinhos, 21 de maio de 2025
Compra forçada
Assinei, há vários meses, um contrato de compra de dois aparelhos acústicos na v/instituição com as referências descritas em anexo. O valor contratualizado foi de 4.850 Euros + encargos com a Credibom. Para poder resolver o contrato directamente o prazo era de 30 dias. Todos os dias 10 de cada mês procederei ao pagamento de mais uma prestação. Após estes meses e pensando mais maduramente no assunto, terei sido influenciado e coagido pela equipa de atendimento com o “apressado” acompanhamento a uma caixa ATM para obtenção de IBAN e precipitei-me. Sinto-me ludibriado. Ao efectuar uma prospecção nas várias ofertas existentes no mercado, verifiquei que os valores são cerca de metade do que me foi proposto e cobrado. Além disso assinei imediatamente um contrato de 4.950 Euros sem sequer haver conhecimento de que poderia pagar. Além do mais e muito importante, até hoje ainda não tenho uma audição fidedigna com a equilização dos aparelhos. Estou disposto a prescindir das cobranças mensais já efectuadas contra a entrega dos aparelhos e cancelamento do contrato. Cps Vitor Veiga
Compra forçada
Assinei, há cerca de 1 ano, um contrato de fornecimento de dois aparelhos acústicos na v/instituição. O valor contratualizado foi de 4.850 Euros + encargos com a Credibom. Para poder resolver o contrato directamente o prazo era de 30 dias. Irei no próximo dia 10 de Março proceder ao pagamento de mais uma prestação. Após estes meses e pensando mais maduramente no assunto, terei sido influenciado e coagido pela equipa de atendimento com o “apressado” acompanhamento a uma caixa ATM para obtenção de IBAN e precipitei-me. Sinto-me ludibriado. Ao efectuar uma prospecção nas várias ofertas existentes no mercado, verifiquei que os valores são cerca de metade do que me foi proposto e cobrado. Além disso assinei imediatamente um contrato de 4.950 Euros sem sequer haver conhecimento de que poderia pagar. Pergunto: Existe alguma hipótese de haver uma revisão dos valores facturados ou rescisão deste contrato? Cps Vitor Veiga
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