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Venda agressiva
Venho por este meio pedir ajuda para a resolução de um contrato efetuado no dia 23 de dezembro em que me dirigi à audição ativa em Penafiel pois sentia um barulho estranho no ouvido ao que a doutora, Eduarda que me fez exames e me deu um diagnóstico em que tinha o ouvido tapado e montou me um contrato de um aparelho no valor 2995,00€ disse que eu ficaria a ouvir bem, coisa que nunca aconteceu, na semana a seguir dia dirigi me ao local pois não conseguia ouvir nada com o aparelho em questão, ouvia muito ruído e reclamei do produto, ao que quando estava lá me ligavam o aparelho a umas máquinas e eu na loja efetivamente ouvia, chegava a casa e o ruído continuava, no dia 17 e 24 de janeiro voltei a dirigir me à audição ativa em Penafiel, e novamente aconteceu a mesma coisa, lá dava e eu chegava a casa e já não conseguia ouvir nada com o aparelho, nessas visitas fui sempre tratado com ignorância e desinteresse. No dia 7 de fevereiro dirigi me novamente e quis deixar lá o aparelho pois não fazia sentido continuar com algo que eu por mais vezes que tentasse resolver o meu problema só me adiavam e nunca conseguiam resolver o meu caso, ao qual me disseram que eu tinha somente 14 dias para reclamar e já não podiam fazer nada, nisto solicitei a ajuda da minha advogada para entender meus direitos face a esta situação ao qual ela enviou uma carta para Faro para a central da audição ativa( cuja carta vou anexar embaixo) ao qual eles me enviaram uma carta a dizer que eu tinha dito que o aparelho estava em perfeita condição, algo que eu nunca disse, não demonstraram interesse no meu caso, nem em eu ter dito que não me sentia bem com o aparelho e nem se preocuparam em saber que um cliente deles estava com problemas, pois em nenhum momento me contactaram para tal mesmo após eu ter me dirigido e enviado cartas a explicar o meu problema, já liguei diversas vezes para o número que está na carta que recebi mas sem nunca me atenderem. Entre estas tentativas dirigi me novamente entre estas datas a Penafiel à loja, e sempre me trataram com ignorância até me terem dito por eu ter reclamado e exigido os meus direitos “ Aí, afinal o senhor ouve bem” em tom de gozo, disseram sempre que não podiam fazer nada, até que tentei falar com a doutora que me fez o contrato, e dizem me que ela não está e que viria a minha casa, coisa que não entendi porque é que não poderia ser atendido lá, mesmo assim a doutora em questão nunca me contactou e agora eu estou com um aparelho em casa que não funciona no meu caso e pior que isso sinto me enganado e injustiçado, tratado com ignorância, solicito a vossa ajuda neste caso.
Burla
Bom dia. Venho por esta via manifestar o meu desagrado. A minha sogra foi influenciada por um Sr. João que trabalhava na Audição Ativa, estes Srs. pressionaram a minha sogra a receber esse Sr. João lá em casa, depois disso foi só palavras bonitas para sacar o dinheiro da minha sogra. No dia 27-08-2025 procedeu a um pagamento de 1500€ para o Sr. João, mesmo este sabendo que que ela se estava a queixar com dores e o aparelho não se estava a adequado. Este Sr. João no dia que se deslocou a casa da minha sogra disse que iria lá todas as semanas durante um mês para verificar se estava tudo bem com o aparelho e se ela se estava a adaptar com o mesmo. Mentira, este Sr. tirou-lhe tudo o que precisava e nunca mais apareceu, a minha sogra farta se de ligar para devolver o aparelho, pois magoa-lhe e não se adaptou com o mesmo, todos os meses vão retirar 90€ a conta da minha sogra e não resolvem o problema. Por várias vezes foi solicitado o cancelamento e tentativas de contacto por parte da mesma, mas todas sempre sem sucesso. Em Outubro solicitei a vinda do mesmo a habitação para se fazer o cancelamento e o mesmo com uma arrogância e rispidez, informar que não era possível devolver o equipamento que era apenas uma fase de adaptação. O aparelho encontra-se dentro da caixa usado apenas 30minutos. Agradeço que seja cancelado de imediato todos os pagamentos, venham buscar o aparelho e devolvam todo o dinheiro que receberam até agora, ou irei por vias extrajudiciais. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-lei nº 57/2008, motivo pelo qual a anulação do contrato e o reembolso integral do valor pago.
Burla
Exmos Senhores Em 2024 a minha tia, pessoa idosa (tem 79 anos), pediu um teste para um aparelho auditivo, deslocou-se uma sra a casa e nesse dia foram-lhe vendidos 2 aparelhos propostos por uma sra da empresa 'Audição Ativa'. Nestes 2 anos por algumas vezes tivemos de nos deslocar à loja de Coimbra porque o aparelho não funcionava ou funcionava mal. mudavam as pilhas faziam uma limpeza e a minha tia ficava a ouvir sem qualidade mas ouvia qualquer coisa. No dia 6/3, cansada das mesmas queixas 'os aparelhos não funcionam, não ouço nada' marcamos uma ida às instalações de Coimbra e pedimos uma intervenção cuidada porque os aparelhos não funcionavam: marcaram uma nova avaliação auditiva Chegamos à loja e o que se seguiu foi um 'Circo' a sra que nos atendeu foi preparando o caminho para o que queria: vender novos aparelhos. Sugeriu que a minha tia deveria ter problemas neurológicos, talvez uma queda com implicações na audição, para incutir um carácter mais dramático ao 'espetáculo' concluiu que a minha tia iria morrer cega e surda (?!), mas a sra continuou no seu rol de disparates atabalhoados com o único objetivo de nos assustar. Fez um exame auditivo numa sala insonorizada com a porta aberta (!!) em que pediam para identificar um apito, claro que a minha tia não ouvia nenhum apito porque o som não era de um apito! E aqui a Sra conclui: a situação é muito grave mas temos a solução: 2 novos aparelhos porque estes já não respondem às necessidades auditivas, melhor, 'estes nunca responderam às necessidades auditivas da sua tia', afirmou a sra. da Audição Ativa admitindo que a venda inicial foi incorreta e não respondia ao objetivo para que foi comprado. justificou que , provavelmente não teriam outros ou tinha escolhido estes pelo preço!! Na venda dos aparelhos em 2024, estavam presentes a irmã e o cunhado da minha tia, após a 'avaliação auditiva' a sra da Audição Ativa propôs uns aparelhos, não apresentando opções, e apresentou o valor a pagar! Ora, se nunca responderam à razão da compra não deveriam ter sido recomendados/vendidos! ou seja, a minha tia foi enganada! Mais, como qualquer aparelho tem uma garantia de 3 anos, os aparelhos não funcionam, após a visita de ontem a minha tia deixou de ouvir qualquer som com eles; A abordagem e postura da Sra mudou qando lhe disse que estava fora de questão comprar novos aparelhos, encenou uma chamada para um Diretor a pedir valores (estratégia banalizada nas áreas comerciais por tantas empresas...) a sra disse que não me podia ajudar e nem se preocupou em colocar os aparelhos na minha tia e começou a 'empurrar' para a saída!! estas situações não podem continuar é urgente parar com isto, divulgar e alertar as pessoas com familiares idosos e vulneráveis e nunca os deixar sozinhos com estas pessoas.
Recusa de devolução de equipamento
Exmos Senhores, No dia 07/02/2026, o meu sogro, José Barata Rodrigues, pessoa idosa, nascido a 12-05-1952, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa na Amadora, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa, pois realizaram imensas chamadas a insistir. No dia 7 de Fevereiro ele foi mantido nas instalações para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva uma vez que um dos ouvidos teria perda auditiva de 101%, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O momento após a suposta avaliação apresentaram lhe os valores do aparelho ao qual o meu sogro diz que no papel constava 480€, e que ficaria a pagar durante 3 meses. Quando chegou a casa pediu para o acompanhar para o ajudar com o crédito e assim o fiz. Mesmo antes de lá chegar ja estavam a ligar novamente a precionar. Quando lá cheguei, já estava os papeis todos prontos. So precisei de dar os meus dados. E deram um tablet para assinarmos ao qual so apresentava a parte da aceitação. E assinamos. Ao qual eu perguntei o número de prestações e disseram me que era de 48 meses a pagar 113,97, ao qual dava um total de 4.845€. Achei muito e achei estranho o meu sogro acritar tal coisa. De seguida meteram lhe os aparelhos ao qual ele ai ja ouvia tudo o que o suposto médico dizia. Após chegar a casa, qual o meu espanto quando o meu sogro pergunta sobre o valor a pagar ao mês e fico espantada, pois não tinha sido esses os valores que ele tinha visto na suposta consulta antes de eu fazer o crédito. Ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante e o contrato não esta com a informação completa. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, dizendo que era uma promoção que acabaria naquele dia, sem tempo razoável de reflexão, e que ele mais uns meses ficaria totalmente surdo, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade e saúde do consumidor. Fiz o pedido de cancelamento do crédito ao BBVA ao qual eles aguardam prova da entrega do equipamento. Dirijimos-nos a loja da AudiçãoActiva no dia 19-02-2026 e quis entregar o aparelho, ao qual eles negaram aceitação do aparelho e fazendo nova pressão sobre nós, ao qual falei em por advogado. Foi de tal forma a pressão que o meu sogro que é o cliente, intimidado disse que continuaria com o artigo. O suposto médico da primeira consulta não foi o mesmo "médico " ao qual nos recebeu para fazer a devolução. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (MIBA_AA6134_403). Visto que tentei entregar o aparelho e comuniquei com o banco antes dos 14 dias, como está na lei. Atentamente, Micaela Gonçalves
Venda forçada
Exmos Senhores, No dia 29/01/2026, o meu pai, Adelino Marques dos Santos, pessoa idosa, nascido a 14/10/1946, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa em Viseu, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa. Durante cerca de 2h30, o meu pai foi mantido nas instalações (andar inferior) para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva no futuro, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O contrato não lhe foi previamente mostrado nem explicado, tendo sido apenas solicitado que assinasse digitalmente, sem lhe ser dada oportunidade real de leitura ou esclarecimento. Apenas após chegar a casa, ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, sem tempo razoável de reflexão, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade do consumidor. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (PSEV_AA6626_743) e o reembolso integral do valor pago. Atentamente, Marco Santos
Venda agressiva
Bom dia,venho por este meio denunciar uma situação que está por mim resolvida ,mas gostaria de reforços e dar conhecimento ao que aconteceu . Dois anos atrás o meu pai foi chamado para fazer um rastreio de audição na loja audição ativa no Barreiro,nesse mesmo dia,venderam lhe uns aparelhos auditivos,pagando de entrada 500€ e fizeram lhe um crédito na credibom a pagar 82.00€,achei muito rápida a venda e a compra ,questionei o meu pai que na altura tinha 78 anos e é portador de demência na altura ainda leve ,e ele disse que queria porque realmente ouve melhor assim,assim ficou,á vontade dele ,no dia 28/01/26 foi chamado telefonicamente para ir fazer novo rastreio e manutenção dos aparelhos ,neste momento o meu pai já tem 80 anos e a sua doença piorou um pouco ,qual não é o espanto da minha mãe quando ele chega a casa com outros aparelhos novos e mais um crédito a pagar mais 4 anos,154.00€, ou seja ficou na sua posse com 2 pares de aparelhos ,pediram para pagar 100€ ,os quais foram pagos por TPA e pediram o iban da conta,ora o meu pai não sabe mexer nas caixas automáticas,perguntei como conseguiu dar o iban e ele respondeu me que o sr foi com ele á caixa automática,achei um absurdo,uma invasão ,pois aproveitou se da vulnerabilidade do meu pai para ir com ele ,ao qual discordo completamente,foi tirar o iban como poderia ter feito outro tipo de consultas de saldos ou até mesmo fazer levantamentos indevidos . No dia 3/2/26 dirigi me á loja com o meu pai para cancelar o contrato de venda dentro do prazo legal de 14 dias ,devolução dos aparelhos e dentro de 30 dias como estava redigido em contrato no ponto 4 e 4.1 do mesmo,pessoa muito mal educada ,extremamente arrogante,não querendo fazer a devolução e ainda gozou com a patologia do meu pai dizendo ,” então ainda á bocado não se lembrava e agora já se lembra?” Uma tristeza esta gente ,com muito custo lá sai da loja ,posta na rua ,mas vim com um documento de devolução dos equipamentos,perguntei ao sr se com isto ficava também tudo cancelado com a entidade de crédito ,no qual ele me disse que sim que estava tudo resolvido ,como vi que esta gente não é séria e andam a enganar os mais vulneráveis,resolvi ligar para a credibom,para me informar se o assunto ficaria totalmente resolvido como me tinham dito ,e a resposta foi ,claro que não ,a sra só devolveu os equipamentos o crédito tem de ser o sr Francisco a anular connosco fazendo prova da devolução dos mesmos ,lá fiz então a carta do anulamento do contrato ,juntando também a cópia do documento da devolução dos aparelhos ,quando li também melhor o contrato da audição ativa vi que também não bastava aquele documento e sim também uma carta a denunciar o contrato alegando o prazo legal e o DL 54/2008 de venda agressiva ,cara essa que tinha de ser feita por registado e aviso de recepção,entretanto também enviei email com a mesma informação,já recebi email da parte da cedibom a dizer que o contrato está anulado e tudo se resolveu ,estou aqui a deixar o meu testemunho ,para ajudar as pessoas que são enganadas por estes bandidos, que não tem escrúpulos ,ainda perguntei se os aparelhos antigos estavam avariados e ainda me respondeu que não !!! Então qual o motivo de vender outros ??? A intenção não foi mesmo roubar ??? Claro que foi ,muito cuidado com esta gente que devia ser investigada porque andam a desgraçar a vida dos velhotes que mal têm dinheiro para a medicação,atentamente Carla Ribeiro
Produto Enganoso
Exmos. Senhores, Venho por este meio requerer o vosso apoio para realizar o cancelamento de um contracto com a empresa Audição Activa, os dois productos que me foram vendidos não cumprem com o prometido, inicialmente foi-me vendido um aparelho de melhoria de audição, como ao final de alguns meses e de várias visitas à loja onde fiz o contracto não me resolviam o meu problema, a vendedora convenceu-me que eu precisava de um aparelho superior e por consequente mais caro, anulando o crédito com a Credibom e começando um novo com o BBVA, aceitei, mas na realidade o problema manteve-se e a divida de crédito com o BBVA aumentou substancialmente. Ao tentar devolver o aparelho porque na minha óptica é quebra contractual pela parte da Audição Activa visto ser publicidade enganosa, fui informada que a devolução não era possível. O que eu gostaria neste momento, era que a Audição Activa aceitasse a minha devolução e no mínimo assumisse o valor que está em falta no crédito ao BBVA que também foi adquirido através da Audição Activa, mas o mais correcto seria a Audição Activa assumir a divida toda e devolver-me o que já paguei, mas se assumirem o que falta já me dou por satisfeita. Encontro-me nesta situação desde 17/08/2021, com dezenas de reclamações na Audição activa, sem que me resolvam o problema e sem aceitarem a anulação do contrato. Contractos: Credibom; 80003882543 - data 08/2021 Audição Activa; 518515 – data 08/2021 BBVA; 6229920 - data 11/2023 Data de troca de aparelho auditivo por um superior e nota de crédito – 31/03/2022 Aguardo o vosso contacto, Cumprimentos, Maria Alice Pereira Raimundo
Abuso de pessoa idosa - venda abusiva
Apresento uma reclamação formal relativamente às práticas comerciais adotadas pela empresa Audição Activa das lojas de Faro e Moscavide, envolvendo os meus pais, nomeadamente o meu pai, que já não se encontra totalmente capaz de avaliar situações de marketing agressivo, sendo, por isso, facilmente influenciável. No dia 31/08/2024, o meu pai deslocou-se à loja de Faro, uma vez que a minha mãe tinha perdido um dos aparelhos auditivos. Como ainda possuía um aparelho antigo, pretendeu adaptá-lo, por considerar que a minha mãe perdia frequentemente estes dispositivos. Foi-lhe indicado que a reparação teria um custo de 300€, valor com o qual concordou. No entanto, sem que se apercebesse, foi celebrado um novo contrato de crédito no valor de 2.995€, relativo a um aparelho novo, quando o meu pai acreditava estar apenas a autorizar a reparação do aparelho antigo pelo valor inicialmente indicado. Posteriormente, em 08/02/2025, o meu pai deslocou-se à loja de Moscavide, por considerar que estava a pagar um valor excessivo e não compreender o motivo. O especialista que o atendeu confirmou que, de facto, os encargos eram elevados e informou que iria ajudar, referindo, porém, que a minha mãe teria de utilizar um aparelho num ouvido onde não tem audição, sendo que este não pode receber qualquer aparelho segundo indicação do médico otorrinolaringologista. Foi-lhe então proposta uma “consolidação dos créditos”, ficando a pagar uma única prestação mensal de 84€, situação que, mais uma vez, não lhe foi devidamente esclarecida, tendo resultado na manutenção de três créditos ativos associados à Audição Activa. Isto é, tinha um crédito, queixou-se de um segundo feito por abuso e acrescentaram um terceiro. De um passou a três, num total de 211 euros mensais atualmente. Entretanto, por motivos de saúde, a minha mãe foi internada num lar de idosos, cujos encargos mensais são de 1.300€, sendo a sua reforma apenas suficiente para cobrir esse valor. Ao ser efetuado o débito mensal do lar, o pagamento foi recusado por falta de fundos, situação que me levou a analisar os movimentos bancários e a identificar os três créditos em causa. Considero que o meu pai foi vítima de práticas abusivas e falta de transparência contratual, com aproveitamento da sua condição de maior vulnerabilidade. Solicitei à empresa, assim, a análise urgente desta situação e a resolução dos contratos indevidamente celebrados. O meu pedido não recebeu resposta favorável. A empresa declinou a responsabilidade.
Aliciamento de idoso com défice cognitivo para aquisição de aparelho auditivo e contrato de crédito
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativa a uma situação grave envolvendo a minha tia, uma pessoa idosa, com várias comorbilidades físicas (diabetes, estenose aortica a aguardar cirurgia cardiaca, dislipidemia) e com défice cognitivo (dificuldade em manter uma conversa coerente, que se perde a elaborar uma frase, dificuldade de raciocínio, presença de confusão mental frequente e impulsividade (e incapaz de a controlar), foi aliciada por representantes da empresa Audição activa (primeiro telefonicamente e posteriormente presencialmente na loja do Funchal) a adquirir um aparelho auditivo e, em simultâneo, a contrair um empréstimo/contrato de crédito para o pagamento do mesmo com a empresa Credibom. A minha tia não tem capacidade para compreender nem avaliar as condições contratuais, nem a natureza do compromisso financeiro que lhe foi imposto. Está reformada por invalidez há vários anos (na sequência de um pós cirurgia gástrica extensa), vive da sua pouca reforma. Tem alguma destreza física que lhe permite pequenas compras diárias no supermercado mas necessita de apoio dos sobrinhos para as compras do mês. Vive sozinha (a irmã com quem vivia faleceu há poucos anos), as irmãs que lhe restam e sobrinhos vivem ao lado da sua casa e dão o apoio necessário. A minha tia deslocou-se a loja da audição activa no Funchal sozinha em agosto de 2025 após ter sido contactada pelo call center da mesma a aliciar para adquirir um aparelho auditivo, abriu conta no banco e assinou contrato com a credibom sem dizer nada a ninguém. Contou-nos agora (outubro 2025) a situação, lavada em lágrimas e desesperada por não ter dinheiro para pagar o crédito (cerca de 170 euros por mês), não sabe o que fazer. Tentou devolver o aparelho mas a loja recusa-se a aceitar a devolução alegando que já passou o prazo de devolução e anulação do contrato (30 dias segundo eles). O referido aparelho não é utilizado, não trouxe qualquer benefício comprovado e, ainda assim, a empresa insiste na cobrança de valores relativos ao crédito. Esta situação configura, a meu ver, uma prática comercial abusiva e eticamente reprovável, que explora a vulnerabilidade de pessoas idosas e com limitações cognitivas. Solicitei junto da Audição activa e junto da Credibom a anulação imediata do contrato de compra e do contrato de crédito associado, bem como a devolução de quaisquer valores já cobrados indevidamente. Peço que esta queixa seja analisada com urgência (a minha tinha vai ser submetida a uma cirurgia cardiaca em breve e receio que este problema lhe provoque consequências negativasde saúde físicae psicológic, e que sejam tomadas as medidas necessárias para impedir que estectipo de empresa continue a recorrer a este tipo de práticas junto de pessoas vulneráveis. Grata pela atenção. Com os melhores cumprimentos
Cobranças de serviços incluídos na garantia
Venho por este meio apresentar uma reclamação da Audição Ativa. Pedi assistência devido a um fio do aparelho auditivo que se encontra torcido, e foi-me informado que a empresa não iria proceder ao reparo do meu aparelho estando ele no período da garantia, justificando que a causa é mau uso, o que não tem fundamento dado que anteriormente já aconteceu exatamente o mesmo e a garantia assumiu a reparação do mesmo sem me cobrarem qualquer tipo de valor. Ao dirigir-me a uma loja, para procederem com a reparação do mesmo, ligaram-me mais tarde a comunicar que teria de pagar a reparação do mesmo dado que a garantia não iria cobrir esse dano, e eu, por necessidade evidente dos aparelhos, tive de efetuar o pagamento para que fosse arranjado. No entanto, não posso aceitar que me tenha sido cobrado qualquer tipo de valor dado que ainda tenho o direito de usufruir da garantia. Volto a reforçar que já fizeram a reparação do meu aparelho anteriormente, quando o mesmo tinha exatamente a mesma avaria e consegui que me reparassem o mesmo sem levantarem qualquer tipo de problemas. Pretendo que o valor que paguei pela reparação do aparelho me seja devolvido, dado que a garantia cobre, como já cobriu anteriormente, este tipo de danos.
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